O Procon Juazeiro, órgão vinculado à Prefeitura de Juazeiro, por meio da Procuradoria Geral do Município (PGM), realizou nesta quarta-feira (12) uma fiscalização em duas redes atacadistas de supermercados e uma farmácia no município, a fim de averiguar denúncias feitas por consumidores. A operação foi conduzida devido a relatos de consumidores que afirmaram que os estabelecimentos estavam cobrando preços diferentes no caixa em comparação com os valores expostos nas prateleiras.Segundo o coordenador do Procon, Carlos Macedo, essa ação tem um caráter repressivo, uma vez que a cobrança de valores divergentes entre o caixa e as prateleiras constitui crime contra as relações de consumo, conforme previsto no Código de Proteção e Defesa do Consumidor.“Se forem constatadas irregularidades, os estabelecimentos serão autuados e estarão sujeitos às sanções previstas no CDC, incluindo a aplicação de multas. Se o cliente perceber a divergência do valor somente após concluir a compra, ele deve entrar em contato com o estabelecimento comercial para solicitar o reembolso do valor pago a mais. É extremamente importante que o consumidor guarde a nota fiscal”, afirmou Carlos.Resultados da açãoDos estabelecimentos visitados, não foram identificadas irregularidades na Farmácia Pague Menos e no Atacadão Assaí. No entanto, o Mix Mateus foi autuado, uma vez que foram encontrados diversos produtos sem preço e/ou com preços incorretos. Além disso, foram verificadas questões relacionadas à precificação, prazo de validade e estado de conservação dos produtos.OrientaçõesCaso um consumidor identifique qualquer irregularidade, ele deve exercer o seu direito de pagar o menor preço.O Procon recomenda que o consumidor tire uma foto da prateleira para confrontar com o valor apresentado no caixa e guarde a nota fiscal. Se o problema persistir, o consumidor deve procurar o Procon e registrar a reclamação para que a situação seja investigada e seja verificado se houve prática criminosa ou não.Procon JuazeiroO Procon funciona na Rua Minas Gerais, nº 446, Edifício Centro Médico e Empresarial Renato Cerqueira, 4º andar, bairro Santo Antônio (vizinho à Galeria Rio Fitness), de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Os atendimentos são realizados presencialmente ou pelo e-mail: procon@juazeiro.ba.gov.br. O órgão está sempre à disposição da população para receber denúncias, orientar e buscar soluções para os problemas enfrentados pelos consumidores juazeirenses.Texto: Gabriel Filliph – Ascom PMJFotos: Edinazio Dias – Ascom PMJ
Lula ressalta melhorias do novo programa Minha Casa, Minha Vida
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, entre as novidades da nova edição do programa Minha Casa, Minha Vida, as melhorias previstas para os imóveis a serem adquiridos pela população brasileira. Segundo ele, a proposta é melhorar a qualidade de vida de pessoas que, “diante de tantas dificuldades, acabam vivendo situações de penúria, morando em localidades sem qualquer estrutura”.

“Tem gente que não respeita pessoas mais pobres e acha que o pobre merece qualquer coisa para morar”, disse Lula nesta quinta-feira (13) ao sancionar o projeto de lei que cria o novo Minha Casa, Minha Vida. Segundo o presidente, a nova edição do programa possibilitará aos beneficiários residências melhores e mais bem localizadas.
Entre as melhorias previstas estão o aumento da área mínima das unidades, de 40 metros quadrados (m²) para 41,50 m²; e a criação de varandas. Além disso, os conjuntos deverão ter sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.
Ainda nas melhorias do novo programa está a necessidade de o terreno estar localizado na malha urbana, próximo a infraestruturas completas já instaladas e consolidadas, o que inclui acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, além de acesso a comércio e serviços e transporte público coletivo.
Dignidade
“Quando fui inaugurar uma casa em Pernambuco, fiquei indignado com o tamanho da casa, que estava localizada em um lugar chamado Canal da Malária. Fiquei profundamente irritado. Não achava digno a gente entregar uma casa daquela para uma mulher. Ao me ver criticando o tamanho da casa, a mulher disse que, para ela, aquela casa era o céu, e que eu não imaginava onde ela morava antes”, disse Lula.
“Eu então disse a ela que ela merecia uma coisa melhor. A gente não pode se balizar assim. Não é por ter vivido em uma situação de penúria que você deve aceitar qualquer coisa”, acrescentou.
Lula citou também uma outra situação, ocorrida em Governador Valadares (MG), durante a inauguração de um conjunto habitacional financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Eu quase derrubei a casa por causa da má qualidade”, disse.
“A casa que estavam entregando não tinha porta, não tinha acabamento, não tinha muro separando [do vizinho]. Quem fez aquela casa achou que era normal; que o povo gostava. Na verdade, o que todos nós queremos é ter o nosso espaço para o cachorro do vizinho não entrar no quintal ou não morder a nossa cachorrinha. Todo mundo quer ter uma separação, uma cerquinha; quer ter a sua intimidade; sua varanda”, disse.
Essa “evolução” do programa é, segundo o presidente, apenas o início. “Já estamos com 40 metros quadrados. Já melhorou. Mas o movimento popular tem feito casas de 60 metros quadrados. E, mais importante, o movimento popular já tem feito prédios com elevador”, complementou.
Fazer o óbvio
O presidente Lula sugeriu a governadores e prefeitos que busquem terrenos mais próximos do centro de desenvolvimento, a bons preços, para destiná-los ao programa. Segundo ele, há muitos prédios abandonados e terrenos da União e até do INSS que podem ser utilizados para esse fim.
“Em vez de levarem o povo para morar longe da cidade, levem-no para localidades onde haja asfalto, escola, energia elétrica, linha de ônibus. Isso é fazer o óbvio. Ninguém pode esquecer o motivo de termos disputado eleição e estarmos aqui. Não estamos aqui para inventar, mas para fazer o obvio; aquilo que todo mundo sabe que tem de fazer. Se fizermos isso, esse país vai dar certo”, concluiu.
Edição: Fernando Fraga
Distribuição de alimentos em situação de emergência é regulamentada
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) publicou, nesta quinta-feira (13), uma portaria que define regras para a Ação de Distribuição de Alimentos (ADA) nos municípios em situação de emergência, ou estado de calamidade pública. O documento acrescenta à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil normas de assistência às famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional e diminui a burocracia.

A principal mudança que a nova regra traz é a dispensa de situação de emergência, ou de estado de calamidade pública decretados, para atendimento aos povos e comunidades tradicionais, ou grupos populacionais específicos, organizados ou não, e identificados pelas características socioculturais, econômicas ou conjunturais particulares.
A norma também estabelece que a solicitação das cestas de alimentos junto ao MDS pode ser feita pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ou órgãos federais responsáveis por acompanhar povos e comunidades tradicionais, ou grupos populacionais específicos. Esses órgãos passam a ser os responsáveis por identificar as demandas e estabelecer prioridades, além de registrar a entrega dos alimentos com as informações pessoais dos beneficiados, CPF, número de identificação social (NIS) e assinatura.
Nos casos de solicitação feita pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, haverá um levantamento de demanda junto aos estados e municípios, que passará a assumir a responsabilidade pela distribuição das cestas e fiscalização, após a entrega das cestas de alimentos pelo MDS.
Estados e municípios também serão responsáveis pela prestação de contas, no prazo de 60 dias, com apresentação de relatório disponibilizado no site do MDS, relação de beneficiários com dados pessoais e checklist de recebimento das cestas.
Em caso de irregularidades no ciclo de recebimento das cestas, triagem e identificação das famílias em situação de insegurança alimentar, e destinação das cestas emergenciais, os agentes envolvidos respondem pelos danos causados.
Com as novas regras publicadas, a portaria do extinto Ministério da Cidadania nº 826, criada em 2022, deixa de vigorar, facilitando o atendimento aos povos e comunidades tradicionais em situação de insegurança alimentar e nutricional.
Edição: Valéria Aguiar00
Representatividade: Sindsemp orienta sobre carga horária dos professores de escolas integrais
Em uma reunião esclarecedora realizada na tarde desta quarta-feira (12) na sede da entidade, a diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Petrolina, acompanhada pelo advogado do Sindsemp, Leonardo Aragão, esclareceram pontos importantes acerca da carga horária dos professores das escolas de tempo integral do Município. A categoria compareceu maciçamente e expôs suas dúvidas, compartilhando a realidade de cada local de trabalho.Entre os pontos mais citados estavam a distribuição do tempo e os intervalos previstos na jornada de trabalho desses servidores. A substituição dos professores faltosos também foi apontada como um gargalo importante.“Estivemos reunidos com os professores das Escolas de Tempo Integral para tratar sobre algumas questões relativas ao desvio de função, ocorrido durante o período em que os educadores deveriam estar cumprindo sua aula atividade (planejando aulas, preparando materiais, realizando pesquisas ou fazendo formações), e que, na verdade, estão tendo que fazer substituições, tirando atestados e folgas de colegas, dos quais os mesmos não são responsáveis”, explicou a diretora de assuntos extraordinários do Sindsemp, Katiane Santos. “É lei, o terço da aula atividade é claro em seu texto e descrição. Um profissional da educação, assim como de outros setores, é pago para cumprir suas obrigações dentro de seu horário de trabalho, para a função na qual foi contratado. Você desviar um professor que deveria estar em um momento de reflexão quanto às suas práticas pedagógicas, para ‘cobrir’ a falta de outro é contra a lei. A SEDUCE deve tomar para si essa responsabilidade que é dela. Dispor de professores para realizarem as substituições das quais o município necessita, sejam por atestados, licença prêmio ou quaisquer que sejam os motivos, assegurando assim de forma holística o cumprimento da lei do terço aula atividade em todas as escolas da rede”, completou.A vice-presidente do Sindsemp, Inês Silva , avaliou o encontro positivamente, destacando o caráter libertador da informação. “A reunião de hoje foi muito boa, eu posso dizer que foi uma das melhores reuniões que tivemos nos últimos tempos. Uma presença maciça dos professores das escolas de tempo integral, num momento de muita troca, de muito diálogo, de muita conversa e principalmente, de muita orientação jurídica, com a presença do nosso advogado, o que eles estavam precisando. Você sabe que o conhecimento liberta, que muitas vezes que o professor, ou qualquer trabalhador, ele se submete a determinadas situações por não ter conhecimento das Leis que o protegem. E hoje eles saíram daqui conhecendo as Leis que os protegem e, como são bons professores que essa rede tem, eles vão para casa, sabendo a partir de hoje que tem Leis os protegem sim e que eles não são obrigados a se submeter a determinadas situações”.O advogado do Sindsemp, Leonardo Aragão, endossou esse conceito. “A reunião foi muito boa porque a gente conseguiu explanar e elucidar todas as dúvidas dos professores, basicamente em relação a essa questão da substituição em caso de falta, bem como, a questão da carga horária que estão havendo alguns questionamentos, principalmente sobre o cumprimento da carga horária e como seria o descumprimeto da Lei. Então, diante disso, a gente decidiu fazer essa reunião para elucidar e demonstrar e esclarecer ao pessoal como deve funcionar, que de fato, é a obediência à Lei. A gente sempre está a par da situação, a gente vê essa questão da legalidade, sempre prezamos pela legalidade e não queremos nada além disso, então, queremos apenas o cumprimento da Lei. Então, diante disso, já foi designada uma reunião com a administração e com a Secretaria de Educação na próxima semana, na segunda-feira, para que a gente possa dirimir isso e ajustar para que fique bom para a administração, bem como para o servidor”.Atenta às orientações repassadas, a professora Bruna Braga Costa, se mostrou satisfeita com o encontro. “Muito positivo, proveitoso e esclarecedor. Como sempre, o Sindsemp está muito presente, a gente sabe que muitas conquistas foram alcançadas através do Sindsemp e por isso que estamos aqui, neste momento, pedindo apoio, ajuda, para esclarecer o que, de fato, ainda precisa ser esclarecido.Filiada ao Sindsemp recentemente, Lígia Fernanda de Souza Silva, reconheceu a importância dessa representatividade exercida pelo Sindsemp. “Foi excelente, esclarecedora. A partir dela nos tornamos conhecedores dos nossos direitos e estar por dentro de tudo. Com o apoio do Sindsemp, que vai assegurar a oficialização das questões discutidas nesta reunião para as escolas, serão garantidos os nossos direitos. Eu reconheço a representatividade do Sindsemp, sou filiada ao sindicato há pouco tempo e continuarei, muito grata”.O presidente do Sindsemp, Walber Lins, reforçou a importância dos servidores integrarem a luta por seus direitos. “Fico muito feliz, primeiro pela presença em massa, pela confiança e credibilidade depositadas no Sindsemp, haja visto que a categoria reconhece como representação da educação o Sindsemp e, ademais, nós tivemos uma franca discussão, aberta, com os servidores, trazendo toda condição de legalidade da disposição do que era realmente a política municipal da escola de tempo integral e das Leis da educação em si. E a gente verificou uma coisa muito importante: o sentimento de pertencimento à luta, um sentimento de estar realmente buscando garantir o seu direito, de estar trazendo o que é de direito seu. E esse sentimento, cada vez mais, cresce e cada vez mais a gente vê o servidor tomando consciência do que é seu direito, não somente do que é seu dever, mas do seu direito em si e trazendo a consciência de que ele tem o poder de luta, que ele deve permanecer unido na luta. Isso é o que faz a força, isso é que faz o servidor vencer e conquistar. E, cada vez mais, enquanto Sindsemp, a gente acredita nisso e vemos o mesmo no olho de cada servidor. Isso que é importante e o que nos gratifica. Onde tem luta, tem Sindsemp”.
Minha Casa, Minha Vida é reparação histórica com o povo, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (13) o projeto de lei que cria o novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Entre as novidades estão a ampliação do acesso de faixas de renda; a redução de taxas; e o aumento do subsídio para aquisição de imóveis. 

Durante a cerimônia de lançamento da nova edição do programa, Lula lembrou que o déficit habitacional é um problema histórico e crônico no Brasil.
“Em 1974, na primeira campanha vitoriosa do PMDB, foi dito que o Brasil tinha um déficit habitacional de 7 milhões de casas. Isso foi há 48 anos. Hoje eu vejo as pessoas falarem que temos um déficit ainda de 6 a 7 milhões de casas, mesmo com o programa MCMV fazendo 6 milhões de casas nesses últimos anos”, disse o presidente.
“Isso demonstra a necessidade do Estado se sentir obrigado a fazer essa reparação”, acrescentou.
As novas regras já estavam em vigor desde o último dia 7, por conta da MP 1.162/23, aprovada em fevereiro pelo Congresso Nacional. Segundo o Planalto, até o início de julho 10.094 unidades já haviam sido entregues em 14 estados. O investimento, até então, já estava em R$ 1,17 bilhão.
De acordo com o Planalto, com as novas regras populações de rua também poderão acessar o programa. A previsão é de que, até o final do ano, sejam entregue mais 8 mil unidades habitacionais, e que 21,6 mil obras sejam retomadas. A meta é contratar 2 milhões de moradias até 2026.
Faixas de renda
Tanto as faixas de renda para beneficiários, como o valor a ser financiado foram ampliados. Com isso, a Faixa 1 do programa contemplará famílias com renda mensal de até R$ 2.640. Já a Faixa 2 contemplará famílias com renda entre R$ 2.640 e R$ 4,4 mil; e a Faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil.
Já com relação ao valor do imóvel, o financiamento máximo será de R$ 170 mil para empreendimentos voltados à Faixa 1; R$ 264 mil para a Faixa 2; e R$ 350 mil para a Faixa 3.
No caso do MCMV rural, o valor máximo para novas moradias passou de R$ 55 mil para R$ 75 mil. Já o financiamento para melhoria de uma moradia passou de R$ 23 mil para R$ 40 mil.
As taxas de juros variam de acordo com a região e com a renda, indo de 4% ao ano a 5,5%, no caso da Faixa 1; de 4,75% a 7%, para a Faixa 2; e de 7,66% a 8,16% para a Faixa 3.
O governo federal aumentou também os descontos oferecidos para as famílias que acessarem o financiamento com recursos do FGTS para a aquisição do imóvel – de R$ 45,7 mil para R$ 55 mil, restrito aos beneficiários da Faixa 1. Segundo o Planalto, esse limite não era revisto desde 2017
As prestações mensais pagas pelos beneficiários da Faixa 1 serão proporcionais à renda, com um valor mínimo de R$ 80, ao longo de um período de 5 anos.
Avanços
As novas contratações do MCMV trazem melhorias, também, nas especificações dos imóveis. Entre as melhorias estão o aumento da área mínima das unidades, de 40 metros quadrados (m²) para casas e de 41,50 m² para apartamentos; e a criação de varandas “para oferecer um espaço adicional aos moradores”. Além disso, os conjuntos deverão ter sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.
Ainda entre as melhorias está a necessidade de o terreno estar localizado na malha urbana, próximo a infraestruturas completas já instaladas e consolidadas – o que inclui acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, além de acesso a comércio e serviços e transporte público coletivo.
“Terrenos mais bem qualificados podem receber um valor adicional em sua aquisição, incentivando a qualidade e adequação das localizações dos empreendimentos”, complementou o Planalto.
Repercussão
Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato de Souza Correia, mais de 6 milhões de habitações já foram construídas graças ao programa, desde sua primeira versão, em 2009. Na solenidade de sanção das novas regras, ele avaliou como “positiva” a nova versão do programa:
“A CBIC avalia de forma muito positiva a versão atual do MCMV, pois volta a contemplar, com recursos da União, a parcela mais carente da população brasileira, que sofre com habitações precárias e com aluguéis muito caros. O governo já estaria de parabéns se ficasse somente nessa parte, mas fez mais: ajustou o programa nas faixas financiadas pelo FGTS.”
Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, os entraves e o atraso promovido pelo governo anterior deixou de concluir 186 mil unidades habitacionais. “Destas, 83 mil unidades estavam paralisadas”, disse o ministro. Ele acrescentou que o programa conseguiu retomar mais de 17 mil casas e já entregou mais de 10 mil moradias, beneficiando mais de 100 mil brasileiros que buscavam habitação.
Representante do Movimento Camponês Popular, Jéssica Briito lembrou que a atual edição do MCMV só foi possível no campo, enquanto política pública, após muito diálogo e reivindicações por parte dos camponeses.
“Só chegou nas diversas populações do campo, em todas as regiões desse país, graças a parceria com os movimentos do campo que historicamente fazem a luta por reforma agrária; pelo reconhecimento do campesinato na tarefa permanente de produzir alimentos; e pela luta por melhores condições de produção e de vida no campo. Essas organizações ousaram lutar e reivindicar o direito à moradia para essas populações”, disse.
“A moradia no campo, para nós, é um elemento de permanência das famílias no campo. Mais do que isso, ela é também um elemento de transformação da autoestima das mulheres camponesas, porque somos nós, mulheres, que sentimos de perto a dureza de não ter um teto e um lar seguro para os nossos filhos. Nos fortalece muito a retomada desse programa, tendo como um dos principais critérios de atendimento as mulheres camponesas.”
Representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores, Bartira Costa defendeu a priorização de políticas urbanas, enquanto “agenda prioritária para o desenvolvimento urbano do Brasil, tendo a cidade como direito e não apenas como moradia”; a “retomada imediata” do Conselho das Cidades; e a convocação da Conferência das Cidades.
“Precisamos também garantir a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico para todas as pessoas independente do local e das condições de moradias, bem como da capacidade de pagamento. Para isso é fundamental fortalecer as empresas e os serviços públicos de saneamento; retomar os investimentos do plano enquanto instrumento de planejamento. O saneamento deve ser encarado como política estratégica para o desenvolvimento do Brasil, condicionante da qualidade de vida nas cidades”, disse.
Edição: Denise Griesinger
Mobilidade Estudantil: Facape oferece disciplinas isoladas para estudantes de outras instituições
Os estudantes de ensino superior que desejam cursar alguma disciplina na Faculdade de Petrolina (Facape) já podem se preparar. A faculdade está com inscrições abertas para o Programa de Mobilidade Estudantil que permite que alunos de outras instituições possam cursar diferentes disciplinas junto à Facape.
O Programa é fruto de uma parceria entre as instituições e não há pagamento de matrículas ou mensalidades. Podem participar estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação da UPE, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF- Sertão PE), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), e da Universidade do Estado da Bahia Uneb.
As inscrições para o processo seletivo seguem abertas até o dia 19 de julho para alunos aptos a ingressar na Facape já no 2º semestre letivo de 2023. Os candidatos poderão se inscrever por e-mail através de sua IES de origem, enviando os documentos exigidos no edital. O resultado do processo seletivo está previsto para ser divulgado no dia 1 de agosto, já as matrículas dos aprovados deve ser realizada entre os dias 3 e 4 de agosto.
Os endereços para inscrições são: UNEB (mobilidadegraduacao@uneb.br); UPE: (graduacao.petrolina@upe.br); UNIVASF: (dpeg.proen@univasf.edu.br); e IF Sertão (PE): (cp.sca@ifsertao-pe.edu.br). Para realizar a inscrição é necessário apresentar: Cópia autenticada da identidade, CPF e comprovante de residência atualizado; Histórico escolar atualizado, emitido pelo Setor responsável da sua IES; Comprovante de matrícula considerando o semestre letivo vigente no momento da inscrição. Além de ementas e conteúdos programáticos das disciplinas que pretenda cursar na FACAPE durante a mobilidade.
Atenciosamente,
Magnólia Costa – Assessora de Comunicação da Facape
Prefeitura de Petrolina orienta sobre a importância de ter uma construção regularizada
Os últimos desabamentos de edifícios em Pernambuco alertam sobre os cuidados e a importância que construtores e moradores devem ter em uma obra regular. A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (SEDURBHS), orienta a população sobre a importância da Licença de Construção, documento emitido pelo município atestando que o projeto de construção atende a legislação vigente e que existe um responsável técnico pela execução da obra.
“O licenciamento para obras é imprescindível ao construir ou reformar um imóvel. Sem ele, o dono do imóvel está sujeito à notificação, embargo da obra, aplicação de multa e, até mesmo, demolição da construção. Para licenciá-la, é preciso obedecer ao Código de Obras. Quando um projeto para construção de um imóvel é aprovado pelo município, significa que o mesmo atendeu a legislação e a construção pode ser iniciada após a liberação da licença, autorizando o início dos serviços. O município segue todos os cuidados para que as obras sigam dentro da normalidade, essa é a orientação que o prefeito Simão Durando nos passa diariamente”, explica o secretário de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade, Emicio Júnior.
O secretário esclarece ainda que a finalização da obra precisa ser é atestada pelo Habite-se, um documento de conclusão da obra. “Ele é um certificado de conclusão, que comprova que a construção foi realizada legalmente e de acordo com o projeto aprovado e que, portanto, é segura e está pronta para ser habitada”, frisou Emicio Júnior.
Para solicitar a Licença de Construção e o Habite-se junto a SEDURBHS, é necessário que o contribuinte preencha as exigências de documentações disponíveis no site oficial do Município, através do link: https://petrolina.pe.gov.br/cartadeservico/licenciamento-urbano/.
Texto: Luzete Nobre
Assessora de Imprensa da Secretariade Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade
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Fotos: Emerson Leite e Jonas Santos
Esquema de segurança para as festividades comemorativas do aniversário de Juazeiro é pauta de reunião
A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb), realizou nesta quarta-feira (12), uma reunião com representantes da Polícia Militar (PM), Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte (Seculte), para alinhamento da segurança durante as festividades do aniversário de 145 anos do município.Segundo o Secretário de Ordenamento Urbano, Isledio Bandeira, com a expectativa da presença de milhares de pessoas nos dias de evento, há a necessidade do reforço da segurança na Avenida Adolfo Viana e Orla I e II, bem como nos arredores. “Reforçamos a importância da cooperação de todos os envolvidos, incluindo comerciantes e frequentadores, para o cumprimento das medidas estabelecidas para que todos possam curtir com segurança”, destacou.PautaForam discutidas com o Major Cirne da 73ª Companhia Independente de Polícia Militar (73ª CIPM) estratégias de segurança, como o reforço do efetivo policial, o monitoramento por câmeras de segurança e a intensificação das patrulhas nos locais de maior aglomeração, tendo como objetivo promover um ambiente tranquilo e seguro para todos os participantes das festividades. Além disso, o uso de sistemas de som, conhecidos como “paredões”, será proibido para reduzir a poluição sonora.Texto: Gabriel Filliph – Ascom PMJ
Prefeitura de Petrolina incentiva alimentação saudável em creches do município
Nessa quarta-feira (12), as crianças da creche Jesus Pequenino, no Jardim Petrópolis, foram surpreendidas por uma equipe de nutricionistas do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). De forma lúdica, os profissionais explicaram o que é uma alimentação saudável e não saudável.
Cerca de 70 alunos participaram da ação desenvolvida pela Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde. A nutricionista do NASF, Adriana Maciel, explica que esses momentos são importantes para o desenvolvimento da criança. “Buscamos sempre falar a língua das crianças para explicar os benefícios e malefícios que a alimentação pode causar. Elas são muito observadoras e sempre prestam atenção nas explicações, o que pode acabar levando as informações pra casa e levando bons hábitos também para a família. Seguimos as orientações do prefeito Simão Durando, em incentivar a população petrolinense a ter hábitos mais saudáveis”, explica.
A Secretaria de Saúde ressalta que os pais que desejam levar seus filhos para uma consulta, devem procurar as Unidades Básica de Saúde do município para passar pela avaliação de um profissional e, de acordo com a necessidade, será passado para o especialista.
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Jhulyenne Souza – Assessora de Comunicação da Secretaria de Saúde











