A obra da Travessia Urbana é uma conquista do povo juazeirense e vai otimizar a mobilidade na cidade, agilizar o escoamento e contribuir com o desenvolvimento de Juazeiro. O andamento das obras está em ritmo acelerado, e já podemos constatar o alargamento de parte da BR-235 com trecho cascalhado, a construção do primeiro viaduto na Lagoa de Calu, que está com a maioria das vigas prontas, e outra frente de serviço está trabalhando no alargamento da ponte sob o Riacho Macarrão na BR-407, nas proximidades do bairro João XXIII.
“É uma felicidade saber que a obra está caminhando a passos largos, nossa gestão está contribuindo em tudo que se faz necessário para que tudo transcorra da melhor forma possível, pois sabemos a importância dessa obra para o desenvolvimento de Juazeiro. Lutamos para destravá-la e acompanhar o seu andamento nos enche de orgulho”, disse a Prefeita Suzana Ramos.
Para o secretário de Obras, Acauã Santiago, a perspectiva de conclusão do alargamento da BR-235 em outubro significa melhorias no trânsito local. “A Travessia é a maior obra que a cidade recebeu nos últimos tempos, junto com os investimentos em pavimentação realizados pela gestão Suzana Ramos vai transformar Juazeiro, melhorar a mobilidade urbana e qualidade de vida da população”, destacou Acauã Santiago.
A obra
A obra possui um orçamento de mais de R$ 180 milhões e é realizada pelo Ministério da Infraestrutura e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O projeto da Travessia Urbana prevê a duplicação da área urbana da BR-407, no trecho entre a rotatória do Mercado do Produtor de Juazeiro até a Ponte Presidente Dutra, com ampliação das faixas de rolamento, além da construção de cinco viadutos, sendo eles: na saída da ponte, nas proximidades do supermercado Assaí, na antiga rotatória da Lagoa de Calu, nas proximidades do Mercado do Produtor e outro na BA-210, e alças de acesso, e alargamento de todo trecho da BR-235, entre outras melhorias, começando com a construção de um viaduto na região da Lagoa de Calu.
Texto: Matheus Oliveira – Ascom/PMJ
Fotos: Luan Medrado – Ascom/PMJ





Até o momento, não foi registrada morte de peixes ou outros animais na Lagoa do Calu. No entanto, algumas espécies, como tartarugas, estão sendo cuidadosamente coletadas para posteriormente serem reintegradas ao ecossistema da lagoa. A Semaurb também conduziu exames da qualidade da água, incluindo medições de pH e salinidade. Esses testes fornecerão dados essenciais para avaliar o estado da lagoa e monitorar os efeitos da ação de remoção da vegetação.

Além disso, a equipe de manutenção não para, e constantes reparos são feitos em todo o Mercado do Produtor. No setor da banana, os trabalhos de requalificação na rampa estão na fase final e na área externa a pavimentação está recebendo os serviços de tapa-buracos. Tudo isso visando oferecer mais infraestrutura, conforto e segurança aos permissionários e usuários do entreposto.




De acordo com o secretário Islédio Bandeira, a medida teve como objetivo principal criar um espaço mais seguro e agradável para os frequentadores da Ilha. “Estamos trabalhando para proporcionar uma experiência melhor aos visitantes, garantindo um espaçamento mínimo de cerca de 5 metros entre a margem do Rio São Francisco e a disposição das mesas. Isso não apenas permitirá um fluxo mais fluído de pessoas, mas também ajudará a manter o material consumido afastado do rio, contribuindo para a conservação ambiental”, destacou Islédio.
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