Rodada de Negócios de Petrolina garante R$ 8,5 milhões em exportação de frutas do São Francisco

Uma semana de visitas técnicas e muita negociação. A Rodada de Negócios que reuniu 12 compradores de 9 países e 14 empresas vendedoras nacionais encerrou nesta sexta-feira (19) e teve uma previsão comercial de U$ 8,5 milhões para 2023. O evento fortaleceu o mercado de exportação e apresentou Petrolina e seus potenciais agrícolas e turísticos para o mundo.

A compradora da Polonia Dominica Orzechowska destacou que ficou encantada com a cidade. _“Nós gostamos muito. Tudo estava muito bem planejado e nos sentimos seguros e cuidados aqui. Com relação aos negócios, nós já trabalhamos com alguns produtos da região, porém não tínhamos essa relação diretamente. Existe uma perspectiva de expansão, a manga por exemplo comprávamos da Holanda ou Espanha, mas agora, existem novas possibilidades. Foi muito interessante conhecer a produção do início ao fim”_, pontuou.

Além de visitas técnicas às empresas produtoras de frutas, a comitiva percorreu pelos potenciais turísticos de Petrolina, conhecendo a produção da Casa do Artesão, o pôr do sol através do passeio de Catamarã, além de apreciar a carne de bode no tradicional complexo gastronômico, o Bodódromo.

O prefeito Simão Durando destacou a importância desse evento inédito que assegura o fortalecimento e ampliação da exportação. _“Petrolina é a maior exportadora de uva e manga do Brasil. Em 2021, a nossa região produziu mais de R$ 1 bilhão em frutas. Estamos felizes com os resultados e, sem dúvida, concluímos o evento com as melhores perspectivas de aumento das nossas exportações principalmente de manga e uva em 2023, além disso apresentar nossa cidade para o mundo. As belezas, os nossos potenciais, não tem preço “_, concluiu.

Rodada de Negócios: Realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Valexport e a Prefeitura de Petrolina, o evento trouxe compradores de países já clientes como França, Espanha, Inglaterra, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Estados Unidos, além de importadores que vieram pela primeira vez à região a exemplo da Lituânia, Polônia e Suécia.

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