Mais um jacaré é visto e filmado passeando livremente no bairro Atrás da Banca em Petrolina (PE)

Nesta noite de terça-feira (12) mais um jacaré foi visto passeando livremente em Petrolina, Sertão pernambucano. Desta vez foi visto e filmado em uma pequena praça ao lado Avenida Clementino Coelho, no bairro Atrás da Banca.

O jovem jacaré foi atração de crianças que estavam no local. Uma atração para as crianças muito perigosa, porque se o jacaré mesmo de pequeno, morde uma criança pode fazer um estrago enorme.

O último jacaré visto, foi na Avenida Sete de Setembro, ao lado da Lagoa de Estabilização no bairro KM2, na noite de quarta-feira 27 de fevereiro.  Já esse jacaré visto no bairro Atrás da Banca, se veio do Rio São Francisco fez uma longa caminhada, porque pelas redondezas não tem nenhuma Lagoa de Estabilização.

Edição: Nelson Fontes/Divulga Petrolina

Praias pernambucanas que foram atingidas pelo óleo estão próprias para o banho

O Governo de Pernambuco divulgou, nesta sexta-feira (08), o resultado das análises de água das praias atingidas por petróleo vindo do alto-mar. Foram examinadas amostras de 16 praias e todas foram consideradas próprias para o banho. Os estudos, realizados pela Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH em parceria com outras instituições, não detectaram presença de hidrocarbonetos, compostos orgânicos encontrados no petróleo e que, em grandes concentrações, podem causar danos à saúde.
 
Duas baterias de análises foram realizadas com amostras colhidas nos dias 24, 26 e 31 de outubro. Os laudos saíram simultaneamente. A pesquisa mais recente teve à frente o Instituto de Tecnologia de Pernambuco – Itep, que avaliou as amostras coletadas nos dias 26 e 31 de outubro no litoral dos municípios de São José da Coroa Grande (foz do Rio Persinunga), Tamandaré (Boca da Barra, Carneiros e Tamandaré), Ipojuca (Maracaípe e Muro Alto), Cabo de Santo Agostinho (Suape, Gaibu, Itapuama e Paiva), Jaboatão dos Guararapes (Barra de Jangada), Paulista (Janga e Pau Amarelo), Goiana (Itapessoca) e Ilha de Itamaracá (Jaguaribe e Forte Orange).
 
O estudo envolveu a análise de 21 compostos da cadeia de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (tidos como HPAs) e o grupo conhecido por BTEX (Benzeno, Tolueno, Etilbenzeno e Xileno). O Itep avaliou todo este conjunto de substâncias para as amostras de águas colhidas no dia 31 e apenas do grupo BTEX para o material recolhido no dia 26. Em ambos os casos, os níveis desses compostos são tão baixos que os equipamentos não conseguiram detectar. Isso se deve a dois fatores: tempo de exposição do material no ambiente e a hidrodinâmica das marés.
 
Já os pesquisadores do laboratório da OrganoMAR (UFPE) avaliaram as amostras colhidas no dia 24 de outubro, fazendo o diagnóstico específico para o grupo de HPAs.