Inflação desacelera e fecha abril em 0,67%, pressionada por alimentos

© Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

O preço dos alimentos pressionou a inflação oficial de abril, que fechou em 0,67%. O resultado mostra desaceleração em relação ao mês anterior, quando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tinha marcado 0,88%.

Em 12 meses, a inflação acumulada é de 4,39%, dentro da meta do governo, de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo até 4,5%. No acumulado de um ano terminado em março, o patamar era de 4,14%. Em abril do ano passado, a inflação foi de 0,43%. Também em abril do ano passado, o acumulado anual era de 5,53%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA do mês passado veio abaixo da estimativa do mercado. O relatório Focus da última segunda-feira (11), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, estima que a inflação de abril ficaria em 0,69%.

Veja o comportamento médio dos preços dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE em abril:

  • Alimentação e bebidas: 1,34% (impacto de 0,29 p.p.)
  • Habitação: 0,63% (0,10 p.p.)
  • Artigos de residência: 0,65% (0,02 p.p.)
  • Vestuário: 0,52% (0,02 p.p.)
  • Transportes: 0,06% (0,01 p.p.)
  • Saúde e cuidados pessoais: 1,16% (0,16 p.p.)
  • Despesas pessoais: 0,35% (0,04 p.p.)
  • Educação: 0,06% (0,00 p.p.)
  • Comunicação: 0,57% (0,03 p.p.)

O índice de difusão, que mostra o quanto a inflação está espalhada, foi de 65% (em março era 67%). O IBGE colhe o preço de 377 produtos e serviços, os chamados subitens.

De todos os produtos pesquisados, a gasolina foi o que mais pressionou a inflação de abril para cima:

  • Gasolina: 1,86% (0,10 p.p.)
  • Leite longa vida: 13,66% (0,09 p.p.)
  • Produtos farmacêuticos: 1,77% (0,06 p.p.)
  • Higiene pessoal: 1,57% (0,06 p.p.)
  • Gás de botijão: 3,74% (0,05 p.p.)
  • Carnes: 1,59% (0,04 p.p.)
  • Energia elétrica residencial: 0,72% (0,03 p.p.)
  • Cenoura: 26,63% (0,02 p.p.)
  • Cebola: 11,76% (0,02 p.p.)
  • Tomate: 6,13% (0,02 p.p.)

Alimentos

O analista da pesquisa, Fernando Gonçalves, aponta que o grupo alimentos e bebidas representou 43% da inflação de abril.

O custo da alimentação no domicílio subiu 1,64%; e a alimentação fora, 0,59%. Gonçalves explica que o preço da comida subiu por causa da oferta de produtos e do frete.

“No caso do leite, com a chegada do clima mais seco, sazonal no período, há redução de pasto, necessitando da inclusão de ração para os animais, o que eleva os custos”, diz.

Ele lembra que boa parte do escoamento da produção é por caminhões. “A alta do diesel impacta o preço do frete dos alimentos e chega ao consumidor final”, detalha.

Efeito da guerra

O grupo transportes subiu 0,06% em abril. O preço dos combustíveis, que faz parte deste grupo, teve variação positiva de 1,80%.

A gasolina, que tinha subido 4,59% em março, ficou 1,86% mais cara em abril. O óleo diesel variou 4,46% para cima (em março havia sido 13,90%); e o etanol, 0,62%.

As altas da gasolina e do diesel são explicadas pela guerra no Oriente Médio, região que concentra países produtores e rotas de escoamento de óleo cru. 

O petróleo é uma commodity, isto é, mercadoria negociada a preços internacionais. Isso faz com que o encarecimento seja sentido também no Brasil, mesmo sendo país produtor.

No caso do diesel, especificamente, o país não é autossuficiente, e precisa importar cerca de 30% do que consome do derivado de petróleo.

Para tentar conter a escalada de preços causada pelo conflito internacional, o governo lançado mão de medidas como isenção de tributos federais e subvenção (espécie de reembolso) às empresas que “seguram” aumentos. 

GNV e avião

No sentido contrário dos demais derivados de petróleo, o gás natural veicular (GNV) ficou 1,24% mais barato. Fernando Gonçalves assinala que a explicação passa pela disponibilidade do produtor no país.

“O GNV depende menos das importações. Então, como o preço é definido pelo próprio comerciante, próprio estabelecimento, possivelmente ficou uma disponibilidade maior até por termos de concorrência com os outros combustíveis que estão mais altos”.

A passagem aérea ficou, em média, 14,45% mais barata no mês (impacto de -0,11 p.p.), sendo o subitem que mais puxou para baixo o IPCA.

O analista do IBGE explicou que os preços desse subitem são coletados 60 dias antes do mês de referência, ou seja, em fevereiro, antes do desencadeamento da guerra no Irã, iniciada em 28 de fevereiro. Dessa forma, não captou a alta do querosene de aviação (QAV), combustível derivado do petróleo que abastece os aviões.

“Como tem essa defasagem de 60 dias, a gente não está sentindo efeitos do conflito no Oriente Médio”, diz.

A Petrobras, principal fornecedora de QAV no país, fez reajustes mensais contratuais do combustível. Em 1º de abril, o aumento ficou em cerca de 55%, o que levou a estatal a oferecer parcelamento aos compradores. Em maio a subida ficou em 18%.

Conta de luz

O grupo habitação subiu 0,63%, pressionado pelo gás de botijão (alta de 0,635 e impacto de 0,05 p.p.) e da conta de luz (+0,72% e 0,03 p.p.).

A explicação para a conta de luz mais alta está em reajustes contratuais nas regiões metropolitanas de do Rio de Janeiro, Campo Grande, Recife, Aracaju e Fortaleza. Como o IPCA é um índice nacional, esses aumentos locais influenciam a inflação média do país, de acordo com o peso de cada localidade.

O índice

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos.

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. 

Fonte: Agência Brasil

No Planalto, Lula recebe ex-presidente do Chile Michelle Bachelet

© ONU/Mark Garten (arquivo)

O presidente Lula recebeu nesta segunda-feira a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, no Palácio do Planalto, em Brasília. O encontro aconteceu em meio a articulações para a candidatura de Bachelet ao cargo de Secretária-Geral da ONU, Organização das Nações Unidas.

Pelas redes sociais, Lula afirmou o encontro tratou da agenda internacional e o papel que uma “ONU reformada precisa ter para a promoção da paz e do desenvolvimento sustentável”, assim como “para o fortalecimento do multilateralismo”.

Michelle Bachelet foi a primeira Subsecretária-Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres. Ela permaneceu no cargo de 2010 a 2013, período em que coordenou trabalho sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres em âmbito global, regional e nacional, segundo perfil da política chilena na página da organização.

Para o presidente Lula, essa experiência credencia Bachelet a ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU.


Fonte: Agencia Brasil

Vagas de emprego anunciadas para o dia 12/05, na Casa do Trabalhador e nas unidades da Agência do Trabalho em todo o estado de Pernambuco.

A Casa do Trabalhador e Agência de Trabalho de Pernambuco divulga as vagas de emprego para esta terça-feira (12/05), para Petrolina e demais cidades do estado.

As vagas contemplam diferentes áreas de atuação e exigem níveis variados de escolaridade, ampliando as chances para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho.

Os interessados devem procurar a unidade da Agência de Trabalho de cada município, munidos de documentos pessoais, currículo atualizado e carteira de trabalho. O atendimento ocorre de forma presencial, em horário comercial.

Clique aqui e confira a lista completa de vagas de emprego.

Agência do Trabalho em Petrolina funciona no Expresso Cidadão
Petrolina. Contato: (87) 3866 – 6540 e (87) 9 9180-4065

Medida provisória para agricultura familiar perde eficácia após não ser votada

Perdeu a validade no último dia 3 de maio a Medida Provisória (MP 1.325/2025), que autorizava a liberação de R$ 190 milhões em créditos extraordinários voltados à agricultura familiar, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A medida deixou de produzir efeitos por não ter sido apreciada pelo Congresso Nacional dentro do prazo constitucional.

Publicada em 25 de novembro do ano passado, a MP permitia ao governo federal utilizar os recursos para ações de fortalecimento da agricultura familiar, abastecimento alimentar e formação de estoques públicos. Com a perda da validade, o Executivo não poderá mais utilizar a autorização prevista no texto.

Agora, o Congresso Nacional terá até 60 dias para editar um decreto legislativo que discipline os efeitos gerados durante o período em que a medida esteve em vigor, incluindo possíveis recursos já utilizados.

Do total previsto, R$ 30 milhões seriam destinados à promoção e fortalecimento da comercialização, abastecimento e acesso aos mercados para agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais. Os outros R$ 160 milhões estavam reservados para ações de abastecimento, soberania alimentar e formação de estoques públicos.

As medidas provisórias têm validade inicial de 60 dias e podem ser prorrogadas uma vez por igual período. Caso não sejam votadas pelo Congresso em até 120 dias, perdem automaticamente sua eficácia desde a data de publicação.

Fonte: Agência Senado

Lei define 12 de março Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19

Foto: Marcio James/Semcom/Arquivo

Seis anos após o início da pandemia de covid-19, que matou mais de 716 mil pessoas no Brasil, a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 foi sancionada nesta segunda-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma cerimônia no Palácio do Planalto.O dia escolhido foi 12 de março, data que remete ao falecimento da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, a primeira vítima da doença registrada no Brasil, em São Paulo. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado.

A cerimônia no Planalto contou com a presença de representantes de associações de familiares de vítimas da covid-19, que cobram responsabilização também de profissionais que ajudaram a espalhar desinformação sobre vacinas e tratamento da doença, que causou a maior crise sanitária da história do país.

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Em seu discurso, Lula criticou a condução “desastrosa” da pandemia pelo então governo do ex-presidente Jair Bolsonaro – que atualmente está em prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado.

O presidente destacou a conivência de diversos segmentos, incluindo entidades médicas.

“Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina e a quantidade de gente que dizia que a vacina fazia as pessoas virarem gays, virarem jacaré, que fazia todo o mal a crianças. Se a gente não der o nome, as pessoas não serão conhecidas.”

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, observou que a maioria dos brasileiros teve algum familiar vítima da covid-19 ou conhece pessoas ou familiares de pessoas que morreram vítimas da infecção, especialmente pela demora na chegada da vacina.

Segundo o ministro, a data é importante porque será sempre um momento de debate e reflexão sobre o enfrentamento a esse tipo de problema.

“O presidente sanciona esse projeto, sanção integral do projeto, para que fique marcado, e todo ano a gente possa falar sobre isso, não só no dia específico, mas ao longo de todo ano, a gente possa discutir o que é necessário para enfrentar futuras pandemias, sobretudo continuar cuidando das vítimas e dos seus familiares que estão afetados dessa pandemia”.

No mês passado, o Ministério da Saúde lançou o Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, para homenagear as mais de 700 mil vítimas da covid-19 no país.

O espaço está localizado no edifício do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), reaberto depois de quase quatro anos de obras de recuperação e investimento de cerca de R$ 15 milhões.

Vacinação

Desde a pandemia, o Brasil vem melhorando os indicadores de vacinação, que sofreram acentuada queda no governo anterior, segundo Padilha.

“Chegamos ao final de 2025 com a melhor cobertura vacinal dos últimos 9 anos, graças à parceria com os estados, com os municípios, com os conselhos, com os profissionais de saúde. As coberturas vacinais infantis, quando a gente assumiu em 2023, estava abaixo de 80%. Hoje, todas elas tão acima de 90%”, disse.

Fonte: Agência Brasil

Prefeitura inicia construção do Terminal das Barquinhas de Petrolina

Um pedido antigo dos usuários do transporte hidroviário está sendo transformado em realidade pela gestão municipal de Petrolina. O novo Terminal das Barquinhas já está com obras em fase inicial e, até o primeiro semestre de 2027, a ‘capital do sertão’ contará com mais um equipamento público, pensando para otimizar a rotina de quem mais precisa. Uma obra histórica que vai proporcionar mais segurança, conforto e viabilizar novas opções de lazer aos petrolinenses e turistas. Além de fortalecer a mobilidade entre as cidades de Petrolina e Juazeiro.

Em uma área de 5 mil m², será construído um terminal coberto para abrigo dos passageiros, proporcionando mais organização do embarque e desembarque. Também serão implatadas três quadras de areia e parquinho infantil, além da requalificação completa da área com iluminação, paisagismo e passeios em intertravado. A iniciativa da Prefeitura Municipal, em parceria com o Ministério do Turismo, está sendo viabilizada através de um investimento de aproximadamente R$ 2 milhões.

A obra está sendo realizada pela Prefeitura de Petrolina, por meio das secretarias de Infraestrutura e Mobilidade e de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação e beneficiará milhares de passageiros e turistas que utilizam o transporte diariamente.

Embrapa reúne especialistas para debater desafios da fruticultura brasileira

A Rede de Socioeconomia da Agricultura da Embrapa (RSA) realiza, na próxima quinta-feira, 14 de maio, das 9h45 às 12h, o debate on-line “Fruticultura brasileira: como crises globais impactam o que chega à sua mesa”, com transmissão ao vivo pelo canal da Embrapa no YouTube. O evento é gratuito e aberto ao público.

O encontro integra a série Debates em Socioeconomia, iniciativa voltada à análise de tendências, gargalos e perspectivas das principais cadeias produtivas do agro brasileiro. A proposta é discutir os impactos das mudanças econômicas, tecnológicas, geopolíticas e ambientais sobre a agricultura nacional.

Segundo o pesquisador Pedro Gama, da Embrapa Semiárido (Petrolina-PE) e integrante da RSA, “o debate pretende ampliar a compreensão sobre os principais desafios da fruticultura brasileira e contribuir para a busca de soluções”. Pedro vai moderar as discussões e afirma que o encontro também buscará identificar demandas prioritárias de pesquisa e os principais desafios tecnológicos e estruturais que limitam o desenvolvimento da fruticultura brasileira”, afirma. “Queremos discutir oportunidades para fortalecer a competitividade do setor diante das mudanças no cenário global,” diz. A proposta é contribuir para o fortalecimento das cadeias produtivas por meio da articulação entre pesquisa, inovação, políticas públicas e estratégias de mercado.

Entre os resultados esperados estão a identificação de gargalos estruturais, a definição de prioridades de pesquisa e o mapeamento de oportunidades para ampliar competitividade e sustentabilidade.

Fruticultura brasileira hoje

A fruticultura será o foco desta edição. O Brasil produz frutas em todas as regiões, mas Nordeste e Sudeste concentram as principais cadeias voltadas à exportação. Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte se destacam na produção de manga, melão, melancia e uva; São Paulo, em limões e limas; e o Espírito Santo, em mamão. Juntos, esses estados respondem por cerca de 77% da receita brasileira com exportação de frutas, que se aproximou de US$ 1,5 bilhão em 2025.

Além da importância econômica, a atividade tem forte impacto social, especialmente no Nordeste, por ser intensiva em mão de obra e importante geradora de emprego e renda. A região do Vale do Submédio São Francisco, por exemplo, tornou-se referência nacional e internacional em produção irrigada de frutas.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta um ambiente internacional mais instável. As cadeias de manga e uva vêm sendo afetadas por tarifas impostas pelos Estados Unidos, tensões geopolíticas, como a Guerra no Irã, e mudanças em acordos internacionais. O cenário reduz a competitividade brasileira, pressiona a rentabilidade de produtores e exportadores e aumenta a incerteza para novos investimentos. Também entram na discussão desafios relacionados a custos logísticos, mudanças climáticas, disponibilidade de mão de obra e adaptação tecnológica.

Quem participa do debate

Felippe Serigati, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), abordará os impactos das tarifas norte-americanas e das tensões geopolíticas recentes sobre o comércio internacional e a economia brasileira.

Edis Ken Matsumoto, presidente da Cooperativa Agrícola Nova Aliança (Coana), tratará dos efeitos das crises globais sobre a cadeia produtiva da uva no Vale do São Francisco.

Margarete Boteon, pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), apresentará uma análise sobre os impactos das mudanças internacionais na cadeia da laranja.

João Ricardo F. de Lima, pesquisador da Embrapa Semiárido (Petrolina-PE), tratará dos efeitos das crises globais sobre a cadeia produtiva da manga, uma das principais frutas exportadas pelo Brasil.

Pedro Abel Vieira (Embrapa), Coordenador

Pedro Gama (Embrapa), Moderador

Serviço Debates em Socioeconomia

  • Tema: Fruticultura brasileira: como crises globais impactam o que chega à sua mesa
  • Data: 14 de maio de 2026
  • Horário: das 9h45 às 12h
  • Formato: on-line, com apresentação e debate com o público
  • Transmissão pelo YouTube da Embrapa: https://www.youtube.com/c/embrapa

Jorge Duarte (2.914 DF)
Assessoria de Comunicação (Ascom)

Simão Durando e Antônio Coelho acompanharam mutirão de catarata neste fim de semana em Petrolina

Voltar a enxergar com mais nitidez e recuperar a qualidade de vida marcou o fim de semana de centenas de petrolinenses beneficiados pelo mutirão de catarata promovido pela Prefeitura de Petrolina. Para acompanhar de perto a ação, o prefeito Simão Durando e o deputado estadual Antônio Coelho visitaram o Hospital Municipal.

A ação realizou 1.500 cirurgias e reforçou o compromisso da gestão municipal com a ampliação do acesso aos serviços especializados de saúde, garantindo mais autonomia e qualidade de vida à população. Durante a visita, Simão Durando e Antônio Coelho, acompanhados do vice-prefeito Ricardo Coelho, conversaram com usuários da rede municipal, profissionais de saúde e acompanharam a estrutura montada para assegurar agilidade e atendimento humanizado aos petrolinenses.

Entre os beneficiados pela ação estava Flávio Alves, morador do bairro Novo Tempo. Ele agradeceu pela iniciativa e destacou a importância da cirurgia para sua rotina. “Quero agradecer ao prefeito por esse cuidado com a população. Fui muito bem atendido e agora vou poder voltar a enxergar melhor e ter uma vida mais tranquila”, afirmou.

Moradora do bairro Gercino Coelho, a aposentada Raquel Amorim, de 85 anos, também comemorou a oportunidade de recuperar a visão e elogiou o atendimento recebido durante o mutirão. “Estou muito feliz e agradecida. Vai ser uma bênção voltar a enxergar e fazer minhas coisas com mais segurança”, disse emocionada.

O prefeito Simão Durando destacou que o mutirão integra uma série de investimentos realizados para fortalecer a saúde pública no município e ressaltou a parceria dos deputados Antônio Coelho e Fernando Filho, que têm contribuído com recursos e emendas para ampliar os serviços de saúde em Petrolina. “Não existe satisfação maior do que ver as pessoas recuperando a visão e voltando a enxergar com dignidade e esperança. Esse mutirão transforma vidas e reforça o nosso compromisso de continuar ampliando o acesso da população a uma saúde mais humana e eficiente”, afirmou o prefeito.

O gestor também destacou  que Petrolina está vivendo uma semana de grandes ações no setor da saúde que além do mutirão oftalmológico, a cidade está recebendo a Carreta da Mulher, que oferece exames, mamografias e consultas especializadas para o público feminino. Simão agradeceu ainda à governadora Raquel Lyra pela parceria e lembrou que a estrutura seguirá atendendo por mais uma semana no bairro José e Maria e no  Projeto Maria Tereza.

Pra Sempre São João: Trecho da Avenida dos Tropeiros será interditado a partir desta segunda-feira

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), informa que haverá mudanças no trânsito e no transporte coletivo para a realização da 2ª edição do projeto “Pra Sempre São João”, que acontece neste final de semana no bairro Jardim Amazonas.

Para garantir a segurança viária e reduzir possíveis transtornos durante a montagem da estrutura do evento, será realizada uma interdição parcial na Avenida dos Tropeiros, no trecho entre as Ruas 01 e 03. A alteração no tráfego começa nesta segunda-feira (11) e segue até o sábado (16).

De acordo com a Autarquia, os condutores que trafegarem pela Avenida Sete de Setembro no sentido Supermercado Serve Bem deverão acessar a Rua Vila Moderna, no bairro Ouro Preto. Já os motoristas que seguirem no sentido contrário, do Supermercado Serve Bem em direção à Avenida Sete de Setembro, precisarão utilizar a Rua 09, também no bairro Ouro Preto.

O transporte coletivo também terá mudanças temporárias no itinerário. Durante o período de interdição, os ônibus das linhas Escola Técnica e Jardim Amazonas passarão a circular pela Rua 09 do bairro Ouro Preto. Com isso, o ponto de ônibus localizado na Rua 03 funcionará provisoriamente na Rua 09.

O “Pra Sempre São João” terá início na sexta-feira (15), a partir das 20h, com apresentações das bandas Limão com Mel, Desejo de Menina, Fabinho Testado e Grace di Calli. No sábado (16), a programação continua com shows de Magníficos, Thiago Aquino, Anny Barbie e Boteco Sertanejo. A entrada é gratuita. A expectativa é de que o evento reúna um grande público, fortalecendo a tradição junina e movimentando a economia local com atrações voltadas para toda a família.

Texto: Irislane Pacheco – Assessora de Comunicação da Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA)

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Fotos: Deivid Menezes

 

📰 🎙️📱Secretaria de Comunicação de Petrolina 🇬🇳

IR 2026: chance de inclusão no primeiro lote acaba neste domingo

© Bruno Peres/Agência Brasil

Contribuintes que ainda não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026 têm até este domingo (10) para garantir a chance de entrar no primeiro lote de restituição. O pagamento está previsto para o dia 29 de maio, mesma data final para entrega do documento à Receita Federal.

A regra principal é simples. Quem declara primeiro, recebe primeiro, desde que não haja pendências. Erros ou inconsistências podem levar à chamada malha fina, o que adia o pagamento até a regularização.

>>Entenda as novidades da declaração do Imposto de Renda 2026 

Além da ordem de envio, alguns critérios aumentam a prioridade na fila de restituição. Entre eles estão o uso da declaração pré-preenchida e a opção por receber o valor via Pix.

Quanto mais requisitos o contribuinte atender, maiores são as chances de receber já no primeiro lote.

Calendário de restituições

A Receita Federal ainda não divulgou a data de consulta ao primeiro lote, mas a lista de quem receberá restituição costuma ser publicada uma semana antes do pagamento. Caso não haja imprevistos, a consulta deve ser aberta em 22 de maio.

A partir deste ano, a Receita reduziu o número de lotes de restituição e fará quatro pagamentos em vez de cinco.

Confira o cronograma de restituições previsto:

  • 1º lote: 29 de maio;
  • 2º lote: 30 de junho;
  • 3º lote: 31 de julho;
  • 4º lote: 28 de agosto.

Quem tem prioridade

A legislação estabelece uma ordem de preferência no pagamento das restituições, independentemente da data de envio. A fila segue este critério:

  • Idosos com mais de 80 anos;
  • Idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave;
  • Contribuintes cuja principal renda seja o magistério;
  • Quem usa declaração pré-preenchida e opta por Pix;
  • Demais contribuintes.

Prazo final e multa

O prazo para envio da declaração do Imposto de Renda 2026 termina em 29 de maio, às 23h59min59s. Quem é obrigado a declarar e perde o prazo está sujeito a multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.

A data limite para quem deseja pagar o imposto via débito automático na primeira parcela ou em cota única também vai até 10 de maio.

Evite erros

Apesar da vantagem de enviar cedo, especialistas recomendam atenção no preenchimento. Informações incorretas aumentam o risco de retenção na malha fina, o que pode atrasar ou até suspender a restituição.

O Fisco orienta revisar todos os dados antes do envio e evitar deixar a declaração para os últimos dias, quando o sistema pode apresentar instabilidade devido ao alto volume de acessos.

Divergência de informações

No entanto, por causa de problemas no novo sistema de cruzamento de dados da Receita, o número de declarações na malha fina está maior este ano.

O Fisco deixou de considerar a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e passou a considerar as informações prestadas pelas empresas por meio do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e da Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf).

Como diversas empresas, inclusive órgãos públicos, erraram a prestação de informações ao eSocial e à EFD-Reinf, mais contribuintes estão tendo a declaração retida em 2026. Em caso de divergência de informações, o contribuinte deve pedir a correção dos dados à empresa ou à fonte pagadora.

Balanço

A 19 dias para o fim do prazo de entrega, pouco mais da metade dos contribuintes ainda não acertou as contas com o Leão. Segundo o balanço mais recente da Receita, até as 10h57 deste domingo (10), 21.618.532 contribuintes enviaram o documento. Isso equivale a 49,13% do total de 44 milhões de declarações esperadas para este ano.

Segundo a Receita Federal, 67,9% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 18,3% terão que pagar Imposto de Renda e 13,8% não têm imposto a pagar nem a receber.

Fonte: Agência Brasil