Fim da escala 6×1 terá efeito cascata nos preços, diz especialista

BC volta a incluir fiscal no balanço de riscos, diz especialista

O debate em torno do fim da escala 6×1 segue gerando preocupações em diversos setores da economia brasileira.

Maria Rita Catonio Barbosa, representante da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, alertou que a medida, caso aprovada nos moldes atualmente discutidos na Câmara, poderá desencadear um efeito cascata de aumento de preços para o consumidor final.

Segundo Maria Rita, a principal preocupação imediata é a redução da jornada de trabalho sem a correspondente redução salarial.

“Automaticamente isso vai elevar o custo da hora trabalhada”, afirmou. Para ela, a proposta pode parecer atraente à primeira vista, mas suas consequências econômicas são amplas: “Alguém vai pagar a conta e não serão só as empresas”.

Impacto em toda a cadeia produtiva

Maria Rita detalhou como o aumento de custos se propagaria por toda a cadeia produtiva. Empresas que precisarem reduzir a jornada terão de contratar mais funcionários para manter a produtividade, elevando seus gastos operacionais. Esse custo adicional seria repassado, ao menos parcialmente, ao consumidor.

“A indústria metalúrgica que fabrica chapa de aço vai ter um custo elevado, vai vender a chapa mais caro, automaticamente a fábrica de geladeira vai ter esse custo também repassado para as lojas”, exemplificou. O mesmo raciocínio se aplicaria a estabelecimentos menores, como padarias, cujos preços também seriam afetados.

Comparação com países mais produtivos

A especialista também questionou as comparações feitas entre o Brasil e nações com jornadas de trabalho mais curtas. Ela citou Luxemburgo, apontado como o país mais produtivo do mundo, com média de 35,6 horas semanais e limite legal de 40 horas, mas que é sete vezes mais produtivo que o Brasil.

A Irlanda, outro exemplo frequentemente mencionado, possui produtividade seis vezes superior à brasileira. “Não podemos fazer essa comparação com esses países”, afirmou Maria Rita, destacando que eles contam com melhor infraestrutura, menor informalidade e maior grau de automação.

No caso específico da indústria de transformação brasileira, Maria Rita apontou que, entre 2019 e 2024, houve uma queda de 9% na produtividade. Com a redução proposta de 44 para 40 horas semanais, seria necessário um ganho de 8,5% apenas para manter os níveis de produção atuais.

“O impacto vai ser monstruoso com relação a esse ponto”, avaliou.

Negociação coletiva como alternativa

Para Maria Rita, a solução mais adequada passa pela negociação coletiva, que permitiria considerar as particularidades de cada setor, região e categoria profissional. Ela ressaltou que o Brasil possui realidades muito distintas entre seus municípios e estados, e que tratar todos de forma homogênea seria inadequado.

“Eu não posso ter o Rio de Janeiro sendo equiparado a outras regiões com realidades completamente diferentes”, disse.

Questionada sobre as negociações da Federação com o governo federal e parlamentares, Maria Rita afirmou que a entidade tem buscado participar de audiências públicas para apresentar os impactos econômicos da proposta. Segundo ela, até o momento apenas uma audiência pública foi concedida.

“A nossa intenção é demonstrar todos os impactos econômicos que podem acontecer se a gente tiver o avanço da PEC da forma que trata todos como iguais, todo o Brasil e todas as categorias e todos os setores”, concluiu.

Fonte: CNN

Através de mobilização do Transforma Petrolina, Natanzinho Lima vai doar R$ 30 mil para instituto que trata fissuras labiais

O Transforma Petrolina é uma ponte entre quem quer ajudar e quem precisa de ajuda. Nesta sexta-feira (19), durante a primeira noite do São João de Petrolina, a rede de solidariedade ganhou um importante reforço em apoio ao Instituto Bucomaxilofacial (IBM).

O cantor Natanzinho Lima informou que vai doar R$ 30 mil para a instituição, que desenvolve tratamento gratuito para pessoas com fissura labiopalatina e outras deformidades faciais. A iniciativa acontece em um momento em que o Instituto busca recursos para a construção do primeiro Centro Especializado no Tratamento de Fissuras Labiopalatinas do Vale do São Francisco.

A ação integra a mobilização promovida pelo Transforma Petrolina ao longo do ciclo junino para ampliar a visibilidade do Instituto e sensibilizar as pessoas  para a importância do projeto.

De acordo com Natanzinho, as pessoas precisam conhecer  e apoiar trabalhos como este. “Todo mês a  gente ajuda quem precisa, nem sempre a gente posta. Mas isso aqui eu quero postar para que vocês também ajudem. Você que é empresário, que é cantor, se puder ajudar… esse valor vai diretamente para a instituição”, destaca Natanzinho Lima.

Texto: Nayra Lima
Foto: Deivid Menezes

Governo de Pernambuco publica edital de Seleção Pública para gestão do Hospital Mestre Vitalino

Governo de Pernambuco publica edital de Seleção Pública para gestão do Hospital Mestre Vitalino

O Governo de Pernambuco, por meio das secretarias de Saúde (SES-PE) e a Administração (SAD), publicou, no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (19/06), o edital de Seleção Pública para escolha de uma Organização Social de Saúde (OSS) que será responsável pelo gerenciamento, operacionalização e execução das ações e serviços de saúde do Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru.

A seleção é destinada a entidades privadas sem fins econômicos, qualificadas ou que pretendam se qualificar como Organização Social de Saúde no âmbito do Estado de Pernambuco, conforme previsto na Lei Estadual nº 15.210/2013 e no Decreto nº 58.200/2025. A iniciativa integra as ações do Governo do Estado para fortalecer a gestão da rede estadual de saúde e garantir a continuidade da assistência prestada à população.

De acordo com o edital, a entidade selecionada celebrará contrato de gestão para administrar o Hospital Mestre Vitalino, localizado na Rodovia BR-104, nº 756, bairro Luiz Gonzaga, em Caruaru, assegurando o funcionamento da unidade em regime de 24 horas por dia, todos os dias da semana, conforme as especificações estabelecidas no Termo de Referência e nos anexos técnicos do certame.

As entidades interessadas deverão encaminhar, conjuntamente, os documentos de habilitação e as propostas de trabalho até o dia 6 de julho de 2026, exclusivamente por meio eletrônico, para o e-mail ccsadiv@sad.pe.gov.br, com cópia para comissaosadiv@gmail.com.

O edital completo e seus anexos, com todas as informações sobre o processo seletivo, estão disponíveis nos portais do PE-Integrado, do Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), da Secretaria de Administração de Pernambuco (SAD) e do Sistema Eletrônico de Informações (SEI-PE).

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ccsadiv@sad.pe.gov.br ou pelo telefone (81) 3183-7754.

Fonte: Portal Saúde

Irã fecha Ormuz por suposta violação do acordo de cessar-fogo, diz agência

Embarcações no Estreito de Ormuz 29 de abril de 2026  • REUTERS/Stringer

O principal comando militar conjunto do Irã, o Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, disse neste sábado (20) que o Estreito de Ormuz seria fechado ao tráfego de embarcações, citando supostas violações de um acordo de cessar-fogo por parte dos Estados Unidos e de Israel, informou a agência de notícias estatal iraniana Mehr.

Os militares afirmaram que o fechamento foi o “primeiro passo” em resposta ao que descreveu como violações de compromissos e alertou que outras medidas seriam tomadas caso a “agressão” continuasse.

Fonte: CNN

Tradição japonesa traz excelência à avocado hass made in Brazil

Grupo Tsuge – Produção do abacate Hass atende o mercado nacional e internacional

 

O Grupo Tsuge mantém no Brasil uma tradição japonesa que prega o cuidado com cada detalhe para produzir avocados hass de excelência.

Naohito Tsuge, 0 fundador de Grupo Tsuge

A dedicação da família à agricultura começou ainda no Japão há mais de um século e chegou ao Brasil em 1954, após a Segunda Guerra Mundial.

Atualmente, o Grupo Tsuge aplica esse princípio na região de São Gotardo, estado de Minas Gerais, onde o cultivo da fruta ganhou escala e padrão internacional.
A fazenda opera com produção verticalizada, reunindo viveiros de mudas, pomares, laboratório para controle biológico, packing-house e câmaras frias.
Mais de 200 colaboradores participam do cultivo ao longo de todo o ano, em um sistema que busca qualidade, padronização e rastreabilidade em cada etapa.

“Cultivamos abacates de maneira ética para trazer sabor e benefício para a saúde das pessoas, mas também para gerar impacto positivo na sociedade e natureza. Aprendemos a fazer assim há muitos anos e este é um valor para nossa família”, afirma Paulo Tsuge, diretor do Grupo.

Esse modelo produtivo atende aos mercados mais exigentes do Brasil e do exterior, com exportações para diversos países da Europa, além de Argentina, Chile e Uruguai.
Entre os destinos na União Europeia (UE), estão Holanda, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, bem como Noruega e Suíça.

Packing-house garante a seleção dos melhores frutos

 

Certificações – Nesse cenário, o Brasil e o Grupo Tsuge são vistos como potenciais grandes fornecedores no mercado global.

“Podemos fazer frente ao desafio de fornecer mais avocado para o mercado internacional com um padrão elevadíssimo em qualidade e sustentabilidade”, afirma Paulo Tsuge.

A base dessa inserção internacional está nas certificações. A empresa mantém há mais de uma década selos como Global Gap e Rain Forest Alliance, IFS, Leaf Marque, Nurture, além de contar com Grasp e HACCP, entre outros, que abrangem práticas ambientais, sociais e de segurança alimentar.

No caso da Rain Forest Alliance, auditorias anuais avaliam aspectos como manejo de água, preservação da vegetação e condução das atividades agrícolas.

Já a certificação Grasp trata das condições de trabalho, enquanto a HACCP foca na análise de riscos ao longo da produção.

Pomares – Hoje, o Grupo cultiva mais de 800 hectares com variedades como avocado Hass, Quintal, Fortuna, Margarida, Breda e Geada, distribuídas ao longo do calendário para garantir oferta contínua.

A diversificação também atende diferentes mercados e perfis de consumo.

Colheita de avocado hass no Grupo Tsuge – A produção inclui ainda pequenas áreas de outras culturas, como lichia, mas o foco permanece no abacate, especialmente na variedade Hass, que concentra a maior demanda internacional. A produção da fruta também se destaca pela adaptação às condições brasileiras de solo, clima e disponibilidade hídrica.

Pós-colheita – O controle de qualidade se estende à pós-colheita. Os abacates são colhidos, levados ao packing-house, onde passam por limpeza, classificação e embalagem, e seguem para câmaras frias antes da distribuição.

Tecnologias de gestão e monitoramento acompanham o processo, incluindo sistemas de mecanização e uso de ferramentas digitais.

A padronização permite atender tanto redes varejistas brasileiras quanto compradores internacionais.

A qualidade consistente levou o Grupo Tsuge a se tornar fornecedor exclusivo de marcas como Turma da Mônica e Hello Kitty & Friends.

Além de desenvolver sua própria marca, o grupo também tem parcerias sólidas com importadores internacionais como a Westfalia, Avor, Halls, entre outras.

A associação reforça o posicionamento em torno de confiança e padronização.

Grupo Tsuge produz os abacates da Turma da Monica

Superfood – Do ponto de vista de mercado, o avanço do consumo de avocado hass sustenta a estratégia.
Dados indicam crescimento expressivo no consumo da fruta no Brasil e no exterior ao longo da última década, impulsionado pelo reconhecimento de suas propriedades nutricionais.
Considerado um “superfood”, o avocado hass reúne antioxidantes, magnésio, vitaminas A, C e E, além de minerais e gorduras saudáveis.
Estudos apontam benefícios associados à redução de colesterol, controle da pressão arterial e melhora da absorção de nutrientes.

A combinação entre valor nutricional, versatilidade culinária e apelo funcional ampliou o espaço do fruto nas gôndolas e nas dietas.

O avocado hass passou a integrar preparações diversas, de pratos salgados a sobremesas, além de produtos voltados ao consumo rápido.

Fonte: Jornal da Fruta

Fonte: CNN

Expresso do Forró garante transporte gratuito para o Pátio Ana das Carrancas durante o São João de Petrolina

Os forrozeiros que vão prestigiar o Melhor São João do Brasil contam com uma opção prática, segura e gratuita para chegar ao Pátio de Eventos Ana das Carrancas. A Prefeitura de Petrolina, por meio da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), disponibiliza mais uma vez o serviço especial de transporte coletivo “Expresso do Forró”, que funcionará durante todas as noites da festa.

Ao todo, 16 ônibus estarão em circulação para atender o público. Desses, 12 veículos sairão de diversos bairros da cidade, com as primeiras viagens iniciando às 19h30. O serviço seguirá funcionando até o encerramento dos shows, garantindo o retorno dos forrozeiros com conforto e tranquilidade. Além disso, outros quatro ônibus farão o transporte dos foliões a partir dos estacionamentos do River Shopping e do Mix Mateus. As saídas desses veículos também terão início às 19h30, oferecendo uma alternativa para quem prefere deixar o carro em locais estratégicos e evitar congestionamentos nas proximidades do evento.

De acordo com a AMMPLA, o objetivo do Expresso do Forró é proporcionar mais comodidade e segurança ao público, além de também contribuir para a redução do fluxo de veículos nas imediações do Pátio Ana das Carrancas, melhorando a mobilidade urbana durante os dias de evento. O serviço contempla diversas regiões da cidade, permitindo que moradores de diferentes bairros tenham acesso facilitado ao principal polo das festividades juninas de Petrolina.

IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos, menor número desde 2016

© Geovana Albuquerque/Agência Brasília

 

Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9% – a menor taxa da série histórica iniciada em 2016.

Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país.

Em nove anos, a taxa nacional de analfabetismo caiu de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025, uma redução de 1,8 p.p. no período. A Região Nordeste (4,8 milhões de pessoas) concentra 57,4% desse total.

Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (2025), divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O analfabetismo atinge principalmente a população idosa. Em 2025, havia 4,8 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que representa 14,9% das pessoas desse grupo etário. Os analfabetos com 60 anos ou mais de idade eram 58% do total de analfabetos do país. Já a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%) nesse grupo etário.


02/04/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do país, DF é referência em educação. Centro Educacional 2 de Taguatinga. Na foto adultos assistem aula dentro da sala da aula, Escola. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
02/04/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do país, DF é referência em educação. Centro Educacional 2 de Taguatinga. Na foto adultos assistem aula dentro da sala da aula, Escola. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6T. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Quando se adiciona os grupos mais jovens no cálculo da taxa de analfabetismo, os percentuais diminuem progressivamente: 8,3% entre as pessoas com 40 anos ou mais, 5,8% entre aquelas com 25 anos ou mais, e 4,9% na população com 15 anos ou mais.

Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6%, indicando que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização, sendo alfabetizadas ainda na infância.

“Essa diferença de 11,3 p.p. entre os grupos etários reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos.”

Em 2025, a taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais de idade foi de 4,6%, enquanto entre os homens foi de 5,2%. A redução em relação a 2024 foi de 0,4 p.p. para ambos os sexos. Na população com 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo das mulheres, que historicamente era superior à dos homens, em 2025 passou a ser menor, com 13,7% para mulheres e 14,1% para homens, o que representa uma diferença de 0,4 p.p.

“A variação das taxas por sexo, especialmente entre os mais velhos, sugere avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”, analisa o IBGE.

Em 2025, 59,4% das mulheres com 25 anos ou mais de idade haviam completado, ao menos, a educação básica obrigatória, enquanto entre os homens esse percentual era de 55,2%. Ambos os grupos apresentaram crescimento em relação a 2024, indicando uma tendência positiva no acesso à escolarização.

Em relação à cor ou raça, 64,9% das pessoas de cor branca haviam concluído o ciclo básico educacional, contra 51,3% das pessoas de cor preta ou parda, resultando em uma diferença de 13,6 p.p. entre esses grupos. Essa diferença permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p., no entanto, é 2,8 p.p. menor que em 2016, quando a diferença era de 16,4 p.p., refletindo as persistentes desigualdades.

Creche

Em 2025, no Brasil, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% das crianças de 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse motivo permaneceu como o mais citado em todas as grandes regiões, com frequência mais elevada entre o primeiro grupo.

O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.

Abandono escolar

No grupo de jovens de 14 a 29 anos do país, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desses jovens, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Considerando a distribuição por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.

Ao serem perguntados sobre o principal motivo de abandono escolar ou de nunca terem frequentado a escola, os jovens de 14 a 29 anos indicaram, majoritariamente, a necessidade de trabalhar, mencionada por 43% dos entrevistados em 2025.

O segundo motivo mais citado foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024. O aumento, de 2 p.p. em relação ao ano de 2023, pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional.

Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentaram variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.

O Brasil tinha 46,6 milhões de jovens com 15 a 29 anos de idade em 2025, e 17,5% deles não estavam trabalhando, não estudavam no ensino regular nem frequentavam algum curso de qualificação profissional. Essa proporção recuou 4,9 pontos percentuais (p.p.) frente a 2019, quando 22,4% dos jovens do país não trabalhavam, nem estudavam ou se qualificavam.

Fonte: Agência Brasil

PRF apreende mais de R$ 9 mil em cédulas falsas e detém três suspeitos na BR-407, em Petrolina

Três homens foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na quinta-feira (18), após serem flagrados transportando mais de R$ 9 mil em cédulas com indícios de falsificação na BR-407, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

De acordo com a PRF, a equipe recebeu informações de que os suspeitos haviam realizado compras em estabelecimentos comerciais do distrito de Rajada utilizando notas falsas. Após diligências, os policiais localizaram o veículo suspeito nas proximidades do povoado de Pau Ferro.

Durante a abordagem, foram encontrados diversos produtos adquiridos pelos ocupantes do carro, entre eles lanches, chinelos e cervejas. Além disso, os agentes localizaram três cédulas de R$ 100 com sinais de falsificação.

Em uma busca mais detalhada, os policiais encontraram, escondida no compartimento do filtro de ar do veículo, uma sacola contendo 146 cédulas de R$ 50 e 20 cédulas de R$ 100, todas com indícios de falsificação, totalizando mais de R$ 9 mil.

Ao retornarem a Rajada, os policiais identificaram algumas vítimas que haviam recebido as notas falsas durante as compras realizadas pelos suspeitos. As pessoas entregaram as cédulas e confirmaram a utilização do dinheiro falsificado.

Os três homens foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Juazeiro (BA), onde as cédulas serão submetidas à perícia. O caso seguirá sob investigação para apurar a origem do dinheiro falso e o envolvimento dos detidos no esquema.

UPAEs participam do I Encontro Estadual de Qualificação da Assistência à Pessoa com Ostomia

UPAEs participam do I Encontro Estadual de Qualificação da Assistência à Pessoa com Ostomia

Unidades de Carpina, Escada, Garanhuns e Salgueiro, que estão sob gestão da Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes, estiveram no evento promovido pela SES-PE para aprimorar o cuidado especializado

Com o objetivo de aprimorar o atendimento e garantir mais qualidade de vida aos pacientes, as Unidades Pernambucanas de Atenção Especializada (UPAEs) de Carpina, Escada, Garanhuns e Salgueiro participaram do I Encontro Estadual de Qualificação da Assistência à Pessoa com Ostomia nesta quarta-feira (17). Promovido pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), o evento reforçou o compromisso do Governo do Estado com estratégias focadas em uma assistência humanizada, segura e de excelência para as pessoas ostomizadas.

A iniciativa proporcionou a troca de experiências, o alinhamento de condutas e a atualização de práticas assistenciais, contribuindo para a qualificação do cuidado ofertado aos usuários do SUS.

Para Mayara Vasconcelos, coordenadora de Cuidados Interdisciplinares da UPAE Escada, o encontro representa um importante avanço para a assistência. “O cuidado à pessoa com ostomia exige acolhimento, empatia e escuta qualificada. Esses momentos fortalecem nossa atuação e refletem diretamente na qualidade do atendimento prestado”, destacou.

De acordo com Talita Grangeiro, enfermeira da UPAE Salgueiro, esse foi um momento para compartilhar os desafios diários e aprender novas estratégias de cuidado. “É essa integração que nos permite voltar para as nossas unidades ainda mais preparados para oferecer não apenas segurança clínica, mas dignidade e qualidade de vida para esses pacientes”, completa.

Fonte: Portal Saúde

De quem é canção que embala drama de Adriana em “Quem Ama Cuida”? Conheça

Adriana (Leticia Colin) foi presa em cenas que foram ao ar em "Quem Ama Cuida"  • undefined

O drama de Adriana (Leticia Colin) em “Quem Ama Cuida”, da TV Globo, tem sido embalado por uma música lançada recentemente, e que era pouco conhecida pelo brasileiros em geral até então. A canção “Sexo, Violencia y Llantas”, da espanhola Rosalía, tem sido usada com frequência em cenas decisivas da trama da mocinha.

Lançada em 7 de novembro de 2025 no álbum “Lux”, a canção abre os trabalhos do quarto disco da artista.

Seu uso em “Quem Ama Cuida” em cenas que mostram as dificuldades enfrentadas por Adriana acabou chamando atenção do público.

A cena da prisão da mocinha na última quarta-feira (17) ganhou elogios de internautas graças à atmosfera criada pela música de Rosalía.

Adriana indo pro presídio ao som de Rosalía. Essa virou a música central da novela. Criou uma identidade real como há tempos não víamos em trilhas de novelas”, escreveu um usuário do X.

Adriana entrando no presídio ao som de Rosalia. Essa música já é totalmente a cara da personagem!”, apontou outro telespectador.

Essa musica da Rosalía nas cenas do Pedro e Adriana está incrível”, elogiou outro fã da trama.

Confira reações e escute à música:

 

 



Fonte: CNN