Univasf recebe inscrições para Feira de Mulheres Empreendedoras do Julho das Pretas 2026

Mulheres empreendedoras do Vale do São Francisco já podem se inscrever para participar da Feira de Mulheres Empreendedoras, que integra a programação do evento “Univasf na Rua: Julho das Pretas”, promovido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). O evento será realizado no dia 10 de julho de 2026, das 14h às 22h, na Praça da Bandeira, localizada no Centro de Juazeiro (BA). A iniciativa oferecerá um espaço para divulgação e comercialização de produtos, além da prestação de serviços. As inscrições para expositoras podem ser realizadas até o dia 29 de junho.

Para se inscrever, é necessário preencher um formulário on-line. As empreendedoras poderão se inscrever em uma das seguintes áreas: moda e acessórios; beleza e estética; artesanato e economia criativa; alimentação; agricultura familiar e produtos naturais; arte e cultura; saúde e bem-estar; e serviços.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo feminino, promover a autonomia econômica das mulheres e valorizar a produção local e regional. Poderão participar mulheres empreendedoras que atuem individualmente ou por meio de associações, cooperativas, grupos produtivos, projetos comunitários, organizações de mulheres ou como microempreendedoras individuais (MEI).

Entre os produtos e serviços que poderão ser apresentados estão roupas femininas, moda afro, bijuterias, artesanato, produtos alimentícios, itens da agricultura familiar, obras artísticas, terapias integrativas, consultorias, serviços de comunicação, fotografia, design gráfico, assessoria jurídica, contabilidade, entre outros. A ação integra a programação do Julho das Pretas, campanha que celebra a luta, a resistência e as conquistas das mulheres negras, além de promover debates e iniciativas voltadas à igualdade racial, ao enfrentamento das desigualdades e ao fortalecimento das políticas de inclusão e diversidade.

O evento é promovido pelo Grupo de Pesquisa Observatório das Políticas Afirmativas Raciais (Opará) e pela Diretoria de Gênero e Diversidade (DGD), vinculada à Superintendência de Políticas Afirmativas, Antirracismo e Diversidade (Spaadi) da Univasf, em parceria com a Secretaria da Mulher e Juventude de Juazeiro (BA).

Entre tarifas dos EUA e oportunidades na Europa e Ásia, Abrafrutas projeta US$ 2 bilhões em exportações de frutas brasileiras

A estratégia de diversificação também inclui mercados de menor porte, mas com potencial de crescimento. Segundo Brandão, o Brasil abriu recentemente o mercado da Costa Rica para o caqui paulista e já realizou os primeiros embarques da fruta.

“Abrimos em 4 meses e já exportamos Caqui Paulista para Costa Rica.”

Dependência de poucos mercados preocupa

Apesar das perspectivas positivas, a Abrafrutas avalia que a concentração das exportações em poucos destinos ainda representa um risco para o setor.

Atualmente, cerca de 70% das vendas externas têm como destino a União Europeia, enquanto o Reino Unido responde por aproximadamente 15% e os Estados Unidos por cerca de 12%.

“Se somar esses três aí, vai dar mais ou menos 80 e poucos por cento concentrado em três destinos. Para mim isso é um risco.”

Por isso, a abertura de novos mercados passou a ocupar posição estratégica dentro da entidade.

Logística ainda limita competitividade do Brasil

Além das barreiras comerciais, a logística continua sendo um dos principais desafios para o avanço das exportações brasileiras de frutas.

Segundo Brandão, os exportadores enfrentam dificuldades relacionadas aos custos de transporte, à disponibilidade de embarques e à dependência de rotas compartilhadas com outros tipos de cargas.

Como o volume exportado pelo Brasil ainda é inferior ao de concorrentes como Chile e Peru, os embarques de frutas normalmente ocupam apenas parte dos contêineres transportados pelos navios.

Na prática, isso reduz o poder de negociação dos exportadores brasileiros junto aos armadores. Em alguns casos, mesmo após o agendamento da carga, alterações operacionais podem impedir o embarque dos contêineres previstos, obrigando produtores a redirecionar a produção ao mercado interno e comprometendo relações comerciais construídas ao longo de anos com compradores internacionais.

O transporte aéreo surge como alternativa para produtos de maior valor agregado ou com menor vida útil, mas os custos são significativamente mais elevados. Enquanto o frete marítimo para a Europa gira em torno de US$ 0,58 por quilo, o transporte aéreo pode superar US$ 1,80 por quilo, reduzindo as margens dos exportadores.

O cenário reduz a competitividade do Brasil frente a concorrentes como Chile e Peru, que operam volumes maiores e contam com estruturas logísticas mais eficientes para atender mercados estratégicos, especialmente na Ásia.

A localização geográfica também favorece esses países em algumas rotas internacionais. Situados na costa do Pacífico, Chile e Peru possuem acesso mais rápido aos mercados asiáticos e embarcam volumes suficientes para operar navios dedicados ao transporte de frutas, sem depender de rotas compartilhadas com outros segmentos.

Para ilustrar a diferença de competitividade, Brandão faz uma comparação direta entre os principais exportadores da América do Sul. Segundo o executivo, os US$ 1,45 bilhão exportados pelo Brasil em frutas em 2025 equivalem aproximadamente ao faturamento obtido pelo Chile apenas com as exportações de cereja e pelo Peru somente com avocado, evidenciando o espaço para crescimento da fruticultura nacional.

A entidade também acompanha projetos de infraestrutura voltados à ampliação da competitividade logística do setor. Entre eles está a Rota Bioceânica, corredor que pretende conectar o Centro-Oeste brasileiro aos portos chilenos no Pacífico, reduzindo distâncias para mercados asiáticos. A expectativa é que iniciativas desse tipo contribuam para diminuir custos e ampliar a presença das frutas brasileiras em países como China, Japão e Coreia do Sul.

Fonte: Agrofy News

 

Fonte: CNN

Candidatos ao Enem têm até a noite desta segunda para pagar inscrição

© Sam Balye/Unsplash

 

Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 até as 23 horas e 59 minutos desta segunda-feira (22) para pagar os R$ 85 da taxa de inscrição.

A Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) pode ser obtida na Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os participantes devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

Meios de pagamento

O pagamento pode ser feito em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários, por meio de pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança.

Não serão aceitos pagamentos de inscrições por depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.

Sem devolução de valor

O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, se realizado em duplicidade ou se for diferente de R$ 85.

Assim como não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.

O edital do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

Isentos do Enem

No Enem 2026, o Inep concedeu gratuidade para pessoas dos seguintes perfis e, por isso, não será gerada GRU Cobrança para pagamento:

  • alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
  • estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;
  • participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).
  • pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
  • aqueles que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico.

Cronograma do Enem 2026

O Ministério da Educação (MEC) e o Inep decidiram ampliar o prazo para pagamento da taxa. Assim, um novo calendário foi elaborado:

  • novo prazo para pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 22 de junho;
  • resposta à solicitação de atendimento especializado: 26 de junho;
  • recurso à negativa de atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;
  • resultado do recurso: 10 de julho;
  • aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Fonte: Agência Brasil

Mercado eleva projeção de inflação e vê Selic em 14% ao ano em 2026

© Marcello Casal JrAgência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,3% para 5,33% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Mesmo após o anúncio de acordo para o fim da guerra no Oriente Médio, que vem pressionando o preço dos combustíveis e de alimentos, a previsão para o IPCA até o fim deste ano foi elevada pela décima quinta semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em maio, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,58%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora do teto da meta de inflação.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela terceira vez seguida, apesar das tensões em torno do fim da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom iniciou o corte dos juros em março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificultou a queda da taxa em ritmo mais elevado.

Nessa reunião, o Copom apontou a permanência de incertezas sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados e as consequências dos efeitos já materializados como determinantes para a decisão de reduzir a Selic. O comitê informou ainda que o tamanho total do ajuste dos juros dependerá dos próximos dados econômicos, com o objetivo de garantir que a inflação volte à meta.

Nesta edição do Focus, os analistas de mercado elevaram a estimativa para a taxa básica até o fim de 2026, de 13,75% ao ano para 14% ao ano. O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 4 e 5 de agosto, quando, para o mercado, deverá ocorrer a última redução do juro no ano.

Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,25% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.

Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,96% para 1,98%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,27.

 

Fonte: Agência Brasil

Famílias celebram nova realidade após entrega do Residencial Dom Avelar I em Petrolina

A entrega das unidades habitacionais do Residencial Dom Avelar I, na última semana, marcou um momento de emoção e conquista para as 200 famílias beneficiadas pelo Programa do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida em Petrolina. Desde a etapa de inscrição, conduzida pela Prefeitura por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs), até a entrega das chaves, o processo foi acompanhado para garantir que os imóveis chegassem a quem mais precisa. Para muitos, a realização do sonho da casa própria representa mais do que um novo endereço: é o início de uma vida com mais segurança, estabilidade e dignidade.

Entre os contemplados, histórias de superação e esperança dão o tom da conquista. Mãe de cinco filhos, Maria Vanderlúcia celebrou o fim de anos pagando aluguel e as novas possibilidades que a casa própria proporciona. “É um sentimento de muita alegria receber minha casa própria. Tenho cinco filhos e não é fácil pagar aluguel. Não tenho nem como explicar. Além da casa ser melhor, ainda tem espaço para as crianças brincarem. É mais qualidade de vida”, disse emocionada.

A dona de casa Leilane de Oliveira, mãe de oito filhos, também destacou a importância da conquista. Para ela, sair do aluguel significa um alívio financeiro e a chance de oferecer melhores condições de vida aos filhos. “Agora, com certeza, a vida vai ser muito mais fácil”, celebrou com as chaves na mão.

As unidades entregues contam com estrutura adequada para atender as necessidades das famílias, proporcionando mais conforto e contribuindo para a construção de um futuro mais digno. O empreendimento contou com investimento total de cerca de R$ 30,5 milhões e dispõe de apartamentos com varanda, playground e áreas de convivência, garantindo mais conforto, lazer e bem-estar para as famílias beneficiadas.

Texto: Fabiana Diniz – Assessora de Comunicação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs)

ABIOVE projeta processamento recorde de soja para 2026

A associação considera um intervalo no volume exportado entre 14,9 milhões e 16,6 milhões de toneladas de soja, a depender do ritmo dos portos.  • REUTERS

A ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), atualizou as estatísticas do complexo soja e revisou suas projeções para 2026.

O novo balanço aponta continuidade do avanço do processamento doméstico, sustentado pelo bom tamanho da safra e pela demanda por derivados.

As estimativas para 2026 foram revisadas em relação ao levantamento anterior, com o processamento de soja no país devendo alcançar 63 milhões de toneladas, alta de 0,8%.

Esse avanço na atividade industrial se reflete diretamente na oferta de produtos de maior valor agregado, com a produção de farelo de soja estimada em 48,1 milhões de toneladas e a de óleo de soja em 12,55 milhões de toneladas.

A produção total de soja está estimada em 180,25 milhões de toneladas, conforme dados da Conab, enquanto as importações projetadas são de 900 mil toneladas do grão e 125 mil toneladas de óleo de soja.

Exportações em alta

A atualização reforça a capacidade de resposta da indústria brasileira diante do volume da safra e das demandas do mercado.

O avanço do esmagamento amplia a agregação de valor à produção agrícola nacional e contribui para a previsibilidade do abastecimento e para a competitividade do setor. No comércio exterior, a exportação de soja em grão está projetada em 114,1 milhões de toneladas.

As exportações de farelo devem atingir 24,95 milhões de toneladas, alta de 0,6% em relação à projeção anterior. Já as exportações de óleo de soja devem alcançar 1,65 milhão de toneladas, crescimento de 3,1%.

Em valores, o complexo soja deve gerar cerca de US$ 60 bilhões em exportações.

Os dados mensais de abril de 2026 confirmam o ritmo operacional do setor, com o processamento no mês somando 5,09 milhões de toneladas, o que representa aumento de 0,2% em relação a março de 2026 e alta de 6,7% na comparação com abril de 2025, quando ajustado pelo percentual amostral.

No acumulado do ano, o processamento foi de 18,124 milhões de toneladas, aumento de 10,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando ajustado pelo percentual amostral.

Fonte: CNN

João Gomes coloca multidão para dançar e celebra a força da nova geração do forró no São João de Petrolina

A terceira noite do São João de Petrolina foi marcada pela energia contagiante de João Gomes. Uma das atrações mais aguardadas deste domingo (21), o artista subiu ao palco do Pátio de Eventos Ana das Carrancas e levou uma multidão a cantar e dançar ao som dos seus maiores sucessos.

A abertura do show contou com uma participação especial do poeta e escritor Bráulio Bessa, que emocionou o público. O encontro entre os dois artistas deu o tom da apresentação, unindo poesia, música e identidade regional em um momento marcante da festa.

Na sequência, João Gomes foi recebido com entusiasmo pelos forrozeiros, que acompanharam cada música em coro. Ao longo do show, o cantor apresentou um repertório repleto de sucessos que marcaram sua trajetória e consolidaram seu nome como um dos principais representantes da nova geração da música nordestina.

Misturando piseiro, forró e elementos da cultura popular do Nordeste, o artista transformou o Pátio Ana das Carrancas em uma grande celebração das tradições regionais.

Texto: Irislane Pacheco – Assessora de Comunicação da Prefeitura de Petrolina
Fotos: Deivid Menezes

Exposição do Cemafauna Caatinga aproxima público da biodiversidade da Caatinga em Santaluz na Bahia 

O Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna Caatinga), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), participou da Semana do Meio Ambiente da CMOC Brasil 2026, realizada no município de Santaluz, na Bahia. A ação aconteceu na primeira semana de junho e contou com a exposição de animais taxidermizados que integram o acervo do Museu de Fauna da Caatinga (MFC), despertando a curiosidade e ampliando o conhecimento de cerca de 200 visitantes ao longo do dia.

“A participação do Cemafauna Caatinga reforça o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Centro ao promover educação ambiental e na difusão do conhecimento científico sobre a biodiversidade do bioma Caatinga. Por meio de iniciativas itinerantes, a instituição leva informação, ciência e conscientização para diferentes públicos, contribuindo para a formação de uma sociedade mais comprometida com a conservação dos recursos naturais”, destacou a coordenadora do Centro, professora Patrícia Nicola.

A Semana do Meio Ambiente em Santaluz é resultado de uma articulação entre a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, e a CMOC Brasil, empresa que tem investido em ações voltadas à educação ambiental, incluindo parcerias com escolas locais para a realização de oficinas de reciclagem e atividades de conscientização climática. Nesse contexto, a presença do Cemafauna Caatinga enquanto equipamento da Universidade Federal do Vale do São Francisco fortalece o diálogo entre ciência, educação e comunidade, evidenciando a importância da conservação da fauna e dos ecossistemas da Caatinga para as atuais e futuras gerações.

Texto: Jaquelyne Costa

Assessora de Comunicação do Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (cemafauna/Univasf)
Fotos: Arquivo Cemafauna

Simão Durando celebra lotação máxima na segunda noite do São João de Petrolina

Uma multidão tomou conta do Pátio Ana das Carrancas neste sábado (20), na segunda noite do São João de Petrolina 2026. Com capacidade máxima atingida, cerca de 100 mil pessoas, o principal polo da festa ficou completamente lotado desde cedo, confirmando o sucesso de mais uma noite marcada por grandes atrações, muita animação e um público que cantou do início ao fim os sucessos de alguns dos maiores nomes da música nacional.

Um dos momentos mais aguardados da noite foi o show de Gusttavo Lima, que levou o público ao delírio e fez milhares de pessoas cantarem em coro seus maiores sucessos. Pablo emocionou os fãs da sofrência, enquanto Toque Dez, Zé Vaqueiro e Jonas Esticado garantiram o romantismo e a animação que mantiveram o pátio vibrando até a madrugada.

Para Simão Durando, o resultado da segunda noite reforça o protagonismo de Petrolina no calendário junino brasileiro.

“Ver o pátio completamente lotado, com pessoas de todas as idades vivendo essa experiência, é a confirmação de que Petrolina realiza o maior São João do Brasil. Estamos com uma cidade pulsando, celebrando a nossa cultura e recebendo pessoas de todos os cantos do país. É uma alegria imensa acompanhar a felicidade do público e ver o São João de Petrolina cada vez mais forte, consolidado como uma das maiores festas do Brasil”, concluiu.

Com lotação máxima, São João de Petrolina reúne cerca de 100 mil pessoas em noite marcada por grandes shows e diversidade musical

O São João de Petrolina mostrou mais uma vez por que é considerado um dos maiores e mais animados festejos juninos do Brasil. Na noite deste sábado (20), cerca de 100 mil pessoas lotaram o Pátio de Eventos Ana das Carrancas em uma mistura de cores, ritmos e muita animação ao som de arrocha, piseiro, sertanejo e forró.

Entre o público, era fácil encontrar gente de várias partes do país, muitos visitando a cidade pela primeira vez e impressionados com a dimensão da festa. “A gente já ouviu falar que era grande, mas só vivendo pra entender. É muita gente, muita energia, tudo muito organizado. Petrolina tá de parabéns”, comentou Bianca Andrade que veio da Bahia especialmente para curtir o evento.

No palco, os shows também ajudaram a construir uma noite inesquecível. A banda Toque Dez fez sua estreia no São João de Petrolina e conquistou o público com um repertório animado e cheio de interação. Já Pablo, velho conhecido da festa, levou romantismo e fez muita gente cantar junto do início ao fim.

Zé Vaqueiro trouxe um momento especial ao relembrar sua história com a cidade, onde deu os primeiros passos na carreira. Hoje, como um dos grandes nomes do piseiro, emocionou o público não só com suas músicas, mas também com sua trajetória.

Um dos pontos altos da noite foi o show de Gusttavo Lima, que reuniu uma multidão em coro, transformando o pátio em um verdadeiro espetáculo coletivo. Para muitos turistas, foi um dos momentos mais marcantes. “Nunca vi um público cantar assim, parece um só. É emocionante demais”, disse Amanda Cursino que veio de Minas Gerais para o São João ee Petrolina.

Encerrando a programação, Jonas Esticado manteve o clima lá em cima com um show animado que seguiu até o amanhecer. Nem o cansaço desanimou o público, que continuou dançando ao som do tradicional “dois pra lá e dois pra cá”.

Com uma estrutura grandiosa e uma programação que agrada diferentes públicos, o São João de Petrolina segue encantando quem mora na cidade e quem vem de fora, se consolidando como uma das festas mais vibrantes e inesquecíveis do Brasil.

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Texto: Débora Sousa