PECs do fim da escala 6×1 e da segurança pública chegam à CCJ do Senado

De acordo com Otto, o senador Weverton (PDT-MA) apresentará o relatório para a indicação no dia 3 de dezembro. Depois da leitura, Otto concederá vista coletiva de uma semana para os membros da Comissão. Depois desse prazo, a CCJ votará a indicação no dia 10, encaminhando a decisão ao Plenário do Senado.

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, despachou na tarde desta sexta-feira (21) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) duas propostas de emenda à Constituição (PECs): a que trata do fim da escala 6×1 (PEC 221/2019) e a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025).

No último dia 14, Davi já havia apontado as duas matérias entre as prioridades da pauta do Senado. Na CCJ, a PEC do fim da escala 6×1 terá como relator o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a PEC da Segurança Pública terá o senador Rogério Carvalho (PT-SE) na relatoria.

Fim da 6×1

A PEC do fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio. O texto tem o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) como primeiro signatário. A proposta altera a Constituição para reduzir a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais.

A PEC também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sem diminuição de salário. A mudança será aplicada progressivamente e inclui exceções para trabalhadores com regimes diferenciados e para aqueles com salários mais elevados e diploma de nível superior.

Prazos

A PEC prevê que 60 dias após a promulgação da nova emenda constitucional, a jornada semanal no país passará para 42 horas, já com dois dias de repouso remunerado por semana – um deles, preferencialmente, no domingo. Depois de 12 meses, a nova carga máxima de trabalho por semana será definitivamente de 40 horas.

O texto aprovado preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas, inclusive para regimes diferenciados, como a escala 12×36 (12 horas trabalhadas por 36 horas de descanso) atividades essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana. Além disso, estabelece que lei futura poderá definir regras especiais, nesses casos, para a jornada de trabalho e os dias de folga.

Segurança

A PEC 18/2025, aprovada na Câmara dos Deputados no dia 4 de março, reorganiza o sistema de segurança pública no país. A proposta redefine as fontes de financiamento do setor, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário.

A proposta assegura como competência comum a todos os órgãos de segurança pública encaminhar, por meio de sistema eletrônico integrado, o registro das infrações penais de menor potencial ofensivo diretamente ao Judiciário. Regras de cooperação e compartilhamento de informações também estão entre os pontos tratados na PEC, que é de iniciativa do Executivo.

Quórum

Se aprovadas na CCJ, as PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário, onde precisam conquistar o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos, no mínimo, em dois turnos. Depois de aprovada, a emenda é promulgada em sessão solene do Congresso Nacional.

Fonte: Agência Senado

Provas do Encceja são realizadas neste domingo em todo o país

© Divulgação/ MEC

 

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2026 é aplicado neste domingo (23) em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

As provas são aplicadas nos turnos da manhã e da tarde. No primeiro turno, as provas começam às 9h e terminam às 13h. Já no segundo turno, a aplicação da tarde começa às 15h30 e vai até as 20h30.

O exame destina-se às pessoas residentes no Brasil ou no exterior que pretendem obter a certificação dos ensinos fundamental ou médio.

Para a certificação do ensino fundamental, é necessário ter, no mínimo, 15 anos completos na data de realização do exame. Para a certificação do ensino médio, é exigida idade mínima de 18 anos completos na data de aplicação.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as provas do Encceja são elaboradas com base nos requisitos estabelecidos para os ensinos fundamental e médio pela legislação vigente.

O exame é composto por quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, além de uma prova de redação. 

A aplicação ocorre em um único dia, nos turnos matutino e vespertino. As datas de aplicação do exame no Brasil, no exterior e nas edições destinadas às pessoas privadas de liberdade ou sob medida socioeducativa privativa de liberdade são definidas em editais específicos.

As orientações para os candidatos que vão fazer o exame estão disponíveis no site do MEC.

Fonte: Agência Brasil

Humberto Costa faz giro pelo interior e amplia palanque com novos apoios

O senador Humberto Costa (PT) intensificou sua agenda no interior de Pernambuco e colheu uma série de novos apoios em favor de sua reeleição para o Senado Federal. Em um giro que percorreu municípios da Mata Sul e do Agreste, o petista esteve ao lado de lideranças locais, prefeitos, ex-prefeitos e candidatos, consolidando alianças estratégicas para a disputa eleitoral.

A primeira parada do sábado (22) foi em Ribeirão, na Mata Sul, onde Humberto se encontrou com a prefeita Carol Jordão (PSD) e, em seguida, participou de agenda ao lado do candidato ao governo do estado, João Campos (PSB), do vice Carlos Costa (Republicanos) e da candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT).

De Ribeirão, o senador seguiu para Sirinhaém, onde foi recebido pelo prefeito Manoel da Retífica (Podemos), ampliando a base de sustentação do senador na Mata Sul.

No Agreste Meridional, Humberto desembarcou em Águas Belas, onde se reuniu com o ex-prefeito Luiz Aroldo (PT) e participou de um ato político ao lado do prefeito Dr. Marques (Republicanos), do deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) e do candidato a deputado estadual Bruno Marques (PSB). O evento reuniu apoiadores e marcou a oficialização de mais uma aliança importante para o senador no interior do estado.

O senador Humberto Costa também recebeu mais uma adesão de peso. Aleudo Benedito (PSD), prefeito de Serrita, no Sertão Central, anunciou apoio à reeleição de Humberto Costa. O gesto amplia a presença do senador no Sertão pernambucano e fortalece o palanque do petista em uma região estratégica para a disputa eleitoral.

A maratona de agendas reforça a estratégia de Humberto Costa de seguir percorrendo todo o estado, dialogar com diferentes forças políticas e construir uma ampla frente de apoio. Com a aproximação de lideranças de partidos diversos, o senador busca consolidar sua candidatura e reforçar a base eleitoral para a sua candidatura.

DNIT alerta para interdição total de ponte sobre o Rio Brígida no km 43,84 da BR-428 no município de Orocó, em Pernambuco

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) alerta os usuários da rodovia BR-428/PE que a partir da próxima segunda-feira (24), será realizada a interdição total do tráfego sobre a ponte sobre o Rio Brígida localizada no km 43,84 da rodovia, no município de Orocó, Sertão de Pernambuco.

A interrupção é uma medida preventiva que visa garantir a segurança dos usuários da via. A medida permanecerá em vigor até a conclusão das avaliações técnicas e a adoção das providências necessárias para assegurar condições adequadas e seguras de circulação na estrutura.

Os motoristas que necessitarem trafegar pela região deverão utilizar as seguintes rotas alternativas:

Desvio Rota Norte: (em ambos os sentidos)
Orocó – Lagoa Grande – Parnamirim – Salgueiro – Cabrobó:
BR-428/PE (Orocó – Lagoa Grande) – BR-122/PE – PE-555 – BR-316/PE (Parnamirim) – BR-232/PE (Salgueiro) – BR-116/PE (Trevo do Ibó) – BR-428/PE (Cabrobó)

Desvio Rota Sul: (em ambos os sentidos)
Cabrobó/PE – Trevo do Ibó – Bendegó/BA – Juazeiro/BA – Petrolina/PE – Lagoa Grande/PE – Orocó/PE:
BR-428/PE (Cabrobó) – BR-116/PE (Trevo do Ibó – Div. PE/BA) – BR-116/BA (Bedegó) – BR-235/BA (Juazeiro) – BR-407/BA (Juazeiro) – BR-407/PE (Petrolina) – BR-428/PE (Orocó)

O DNIT orienta os motoristas a planejarem seus deslocamentos com antecedência e a redobrarem a atenção durante o trajeto.

Desvio Rota Sul
Desvio Rota Sul
Desvio Rota Norte
Desvio Rota Norte

Fonte: DNIT

“A gente tirou o governo do Palácio e colocou nas ruas trabalhando pelo nosso povo”, afirma Raquel durante grande caminhada em Camaragibe

Na manhã deste sábado (22), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), contou com a força de uma verdadeira multidão para caminhar pelas ruas de Camaragibe. Raquel destacou que a continuidade do trabalho em Pernambuco levará o Estado aos melhores quatro anos de sua história. A vice-governadora e companheira de chapa, Priscila Krause (PSD); o candidato a senador, Túlio Gadêlha (PSD), e o prefeito do município, Diego Cabral (PSD), estiveram ao lado da gestora no ato.

“Eu prometi à população que me veriam mais no chão do que na televisão, e é assim que estamos fazendo. Tiramos o Governo do Palácio e colocamos nas ruas, trabalhando por quem mais precisa”, afirmou Raquel.

A candidata também reforçou o pedido de confiança à população para continuar transformando Pernambuco. “Conto com o voto de Camaragibe para que a gente possa continuar falando de amor e futuro. Estão tentando fazer muita fake news, mas vocês sabem que eu sou uma mulher trabalhadora e de respeito. Peço a confiança desse povo, que nunca faltou, para fazermos os melhores quatro anos da nossa história”, completou.

O prefeito de Camaragibe, Diego Cabral (PSD), destacou a parceria com Raquel e afirmou que a população do município retribuirá nas urnas a gratidão pelas entregas. “Nunca o povo de Camaragibe viu tanta coisa sendo feita em tão pouco tempo, por isso, tenho a certeza de que será uma lapada, não só aqui, mas em Pernambuco inteiro. Nosso time está unido e pronto para dar total apoio a Raquel”, pontuou.

Raquel também esteve acompanhada pelo candidato a deputado federal, Daniel Coelho (PSD), pelo deputado estadual João de Nadegi (PV), além de outros candidatos da chapa proporcional, como a candidata à Câmara Federal, Juliana Gouveia (PSD), e os candidatos a estadual, Ni do Badoque (PSD), Chef Negralinda (PSD) e Dr. Tarcisio Reis (PP), bem como da ex-prefeita de Camaragibe, Dra. Nadegi, e a vereadora licenciada do Recife, Flávia de Nadegi.

Alcolumbre envia PEC que prevê fim da escala 6×1 para CCJ do Senado

© Lula Marques/Agência Brasil.

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou, nesta sexta-feira (21), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O relator da matéria na CCJ será o senador Omar Aziz (PSD-AM).

Na semana passada, após conversas com o presidente Lula, Alcolumbre havia sinalizado que iria destravar o andamento da proposta no Senado.

A PEC do fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio e reduz a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais. A proposta estabelece ainda dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.

PEC da Segurança Pública

A PEC da Segurança Pública (18/2025) também foi enviada para a CCJ do Senado. O relator da proposta será o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Aprovada pela Câmara em março, o texto reorganiza o sistema de segurança pública do país e destina parcialmente a arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário.

Se aprovadas na Comissão de Constituição e Justiça, as duas PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário do Senado, onde precisam conquistar, no mínimo, o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos –, em dois turnos.

*Com informações da Agência Brasil e da Agência Senado


Fonte: Agencia Brasil

Conhecida como olho do dragão, fruta exótica pode virar aposta dos pomares

Tradicional em países como China, Tailândia e Vietnã, a fruta ainda aparece de forma tímida no mercado brasileiro. Essa raridade, porém, pode funcionar como um dos seus principais atrativos, sobretudo entre produtores que buscam diversificar o cultivo e alcançar públicos interessados em novidades.

O que é a longan e por que ela lembra a lichia – Cientificamente chamada de Dimocarpus longan, a fruta pertence à família das sapindáceas, o mesmo grupo botânico que reúne a lichia e o rambutã. Originária do sul da Ásia, a espécie tem registros de cultivo que ultrapassam dois mil anos e ocupa lugar de destaque tanto na culinária quanto na medicina tradicional chinesa.

 

O apelido “olho de dragão” resume bem sua aparência: sob uma casca fina e amarronzada, a polpa translúcida envolve uma semente escura, criando um efeito visual que lembra um olho. Cada fruto pesa entre 6 e 19 gramas e tem tamanho próximo ao de uma azeitona grande ou uma uva.

A longan mantém semelhanças visuais e botânicas com a lichia, o que pode facilitar sua apresentação ao consumidor. Mesmo assim, possui identidade própria: o sabor é descrito como doce e levemente almiscarado, com quem já provou comparando a experiência a uma mistura entre lichia e melão. 

Sabor doce e ficha nutricional chamam atenção – O sabor delicado e naturalmente adocicado aparece entre os principais pontos de interesse da fruta. A aparência também desperta curiosidade imediata, principalmente entre pessoas que têm contato com o fruto pela primeira vez.

Além do paladar, a longan carrega um perfil nutricional robusto. A cada 100 gramas, a fruta oferece cerca de 84 mg de vitamina C, valor que supera a recomendação diária do nutriente. O fruto também concentra potássio, cobre, magnésio, fósforo, manganês e vitaminas do complexo B, incluindo o ácido fólico. Estudos apontam ainda a presença de compostos antioxidantes, como polifenóis, que contribuem para a proteção das células contra o estresse oxidativo.

A composição baixa em gordura e sódio, somada ao alto teor de açúcares naturais, reforça o apelo da longan como opção de consumo doce e ao mesmo tempo nutritiva. Ainda que pessoas com restrição de açúcar devam consumi-la com moderação.

Um nicho de mercado ainda em formação – Por ainda ser pouco conhecida no país, a longan pode encontrar espaço em mercados que valorizam produtos raros. Feiras especializadas, empórios de luxo, mercados gourmet e restaurantes ligados à alta gastronomia surgem como possíveis caminhos para a comercialização.

O cultivo da fruta acompanha um movimento de produtores que procuram alternativas fora das commodities tradicionais. Em vez de depender apenas de culturas já consolidadas, a introdução de espécies exóticas amplia a variedade dos pomares e abre novas possibilidades de renda.

A raridade do produto ajuda a construir um apelo comercial ligado à exclusividade. Consumidores interessados em sabores diferentes e ingredientes pouco comuns tendem a formar o público inicial desse tipo de cultivo. No cenário internacional, o quadro é distinto: a longan figura entre as frutas tropicais de menor porte com maior volume de produção global, com exportação relevante de polpa seca, suco e conserva para Europa, América do Norte e Austrália. Um indicativo do potencial que o produto ainda pode desenvolver por aqui.

 

Ainda assim, o mercado brasileiro permanece em fase de formação. Não existem dados consolidados sobre o volume total produzido, a área ocupada pelas plantações ou a comercialização em larga escala no país. Sem números amplos, o cultivo deve ser visto como uma experiência promissora, mas ainda inicial. O avanço dependerá da aceitação dos consumidores e do interesse de outros agricultores em testar a espécie. 

Adaptação ao clima brasileiro exige cuidados – A longan precisa de atenção durante todo o ciclo de cultivo até a colheita. O manejo específico da planta faz parte dos desafios enfrentados por quem decide introduzir a fruta em uma propriedade. Na origem, a árvore pode ultrapassar 30 metros de altura, o que também influencia decisões sobre espaçamento e manejo em pomares comerciais.

Experiências de plantio já realizadas indicam que a espécie consegue se adaptar a determinadas condições encontradas no país. Esse resultado inicial aumenta o interesse de produtores que acompanham a expansão de frutas exóticas no Brasil.

A adaptação, no entanto, não garante que o cultivo em grande escala vingue. Como a produção ainda é limitada, o comportamento da cultura precisa ser observado ao longo do tempo, em diferentes regiões e condições de solo e clima.

Potencial comercial e diversificação no campo – A aparência incomum pode ajudar a longan a ganhar destaque em pontos de venda. Em feiras e empórios, a fruta tende a chamar atenção pelo simples fato de ser diferente das opções mais conhecidas pelo consumidor brasileiro.

O sabor doce também favorece a aproximação com o público. A relação com a lichia oferece uma referência conhecida, embora a longan mantenha identidade própria. Restaurantes e estabelecimentos voltados à gastronomia representam outra oportunidade: ingredientes exóticos costumam despertar o interesse de cozinhas que buscam apresentar novas experiências aos clientes.

A presença da longan em propriedades rurais mostra como frutas raras podem integrar estratégias de diversificação. A espécie não precisa substituir culturas tradicionais, mas pode dividir espaço com elas e ampliar o número de produtos oferecidos por um mesmo produtor.

Esse modelo permite testar a aceitação do mercado sem depender exclusivamente de uma cultura ainda pouco conhecida. Caso a procura aumente, o plantio pode ganhar novas áreas e alcançar outros produtores.

Por enquanto, a longan permanece como uma aposta. Seu sabor doce, o visual exótico, a riqueza nutricional e a proximidade com a lichia formam os principais elementos capazes de atrair consumidores. A fruta ainda tem um longo caminho até conquistar presença regular no mercado brasileiro. Mesmo assim, o interesse já despertado mostra que espécies asiáticas pouco conhecidas podem abrir espaço entre agricultores e compradores que procuram alternativas fora do comum.

*Matéria do AgroEmCampo/Henrique Rodarte – 11/08/2026. Fotos: Kabsik Park/Flickr/Kate Walton/Flickr/Fruitnet/ Flickr

Fonte: Revista da Fruta

 

Fonte: CNN

Dia D de Multivacinação acontece neste sábado (22)

Unidades básicas de Saúde e postos de vacinação ficarão abertos neste sábado (22) em todo o país para que crianças e adolescentes menores de 15 anos atualizem a caderneta vacinal.  É o Dia D da Campanha de Multivacinação, que começou no início do mês e segue até 1º de setembro.Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV.

Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos.

Até a última quarta-feira (18), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tríplice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.

No Dia D, amanhã, as seguintes vacinas poderão ser aplicadas (conforme faixa etária, histórico vacinal e indicação):

– BCG;

– hepatite B;

– penta (DTP/Hib/HB);

– poliomielite (VIP);

– rotavírus humano;

– pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;

– meningocócica C;

– influenza;

– covid-19;

– febre amarela;

– meningocócica ACWY;

– tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);

– varicela;

– DTP;

– hepatite A;

– dT;

– HPV4;

– dengue tetravalente.

Sarampo

Diante do aumento de casos de sarampo nas Américas e do registro de casos importados no Brasil, o ministério mantém a estratégia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos (SP), São Bernardo do Campo (SP) e na capital paulista.

Dados da pasta mostram que, de 3 a 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos – o equivalente a 16,5% das aplicações.

Fonte: Agência Brasil

Em relatório, IFI aponta que despesas do governo continuam crescendo

O RAF traz, mensalmente, avaliações conjunturais sobre a macroeconomia, receitas e despesas públicas, e o ciclo orçamentário. Duas vezes por ano, em maio e novembro, o RAF também traz atualizações das projeções macrofiscais da IFI para os próximos anos, na forma de cenários base, otimista e pessimista.

O principal desafio atual do Brasil é fazer avançarem as políticas públicas de setores essenciais, como educação, saúde e segurança pública, e ao mesmo tempo ampliar os investimentos em infraestrutura e ciência e tecnologia, em um quadro de “extremo engessamento orçamentário”. A observação consta do Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de agosto, publicado pela Instituição Fiscal Independente (IFI) nesta quinta-feira (20).

O documento aponta que continuam crescendo “contínua e velozmente” as despesas do governo, tanto as obrigatórias quanto as “discricionárias rígidas”, aquelas que não são obrigatórias, mas que na prática o governo não pode cortar.

Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (20), o diretor da IFI, Alexandre Andrade, disse que o relatório aponta uma piora do déficit primário estrutural ao longo dos dois primeiros trimestres de 2026, basicamente por causa de uma pressão maior de despesas, apesar do crescimento da receita.

— Os números mostram que o cumprimento da meta fiscal de 2026 ficou um pouco mais folgado. Os números das avaliações bimestrais anteriores já mostravam que o governo conseguiria cumprir a meta fiscal. Isso ficou um pouco facilitado depois do choque do preço do petróleo, em razão do conflito no Irã, porque as receitas do governo aumentaram muito, principalmente em maio, junho e julho. Então, devem garantir um cumprimento com relativa folga — afirmou.

Andrade avaliou que, com um cenário de petróleo mais caro e receitas mais favoráveis, o governo deverá cumprir a meta do ano.

— A questão maior que se coloca é para o ano que vem. Isso tende a se esgotar ao longo do tempo. As receitas não vão conseguir crescer indefinidamente nos próximos anos — previu.

“Horizonte desejável” 

A IFI, órgão vinculado ao Senado, estima um déficit estrutural de 1,4% do PIB até o segundo trimestre de 2026. A instituição reconhece no relatório que a equipe econômica vem se empenhando na gestão do cotidiano da execução orçamentária para melhorar os resultados fiscais. Destaca, no entanto, que o horizonte desejável para o futuro do país impõe um ajuste estrutural mais profundo e sustentável.

O estudo da IFI concentra a análise nos dados e informações do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) relativo ao terceiro bimestre de 2026. Esse documento embasa as projeções constantes do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2027), a ser enviado à Comissão Mista de Orçamento (CMO) até o próximo dia 31.

De acordo com a IFI, o quadro geral permanece inalterado, apesar de afetado por fatores específicos – aceleração do pagamento de emendas parlamentares em função da legislação eleitoral; queda das despesas com o Bolsa Família; e o aumento das receitas derivadas da alta dos preços do petróleo, a partir de maio, consequência do conflito no Oriente Médio.

O governo central produziu um déficit primário efetivo, nos sete primeiros meses do ano, de R$ 81,2 bilhões. Se, por um lado, a receita líquida registrou aumento significativo de 6,0%, acima da inflação, por outro as despesas subiram 6,3%, em termos reais, aponta o relatório. Tanto a IFI quanto o governo projetam um déficit primário efetivo em torno de 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026.

O cumprimento formal da meta fixada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 será alcançado após as deduções legais de despesas, que somam entre R$ 62,8 bilhões (governo) e R$ 69,8 bilhões (IFI), além do uso do intervalo de tolerância legalmente previsto. O centro da meta deste ano corresponde a um superávit primário de 0,25% do PIB, ou R$ 34,3 bilhões.

Fonte: Agência Senado

Transforma Petrolina vai comemorar aniversário de 7 anos com diversos serviços na Vila 12

O programa de voluntariado Transforma Petrolina promove, neste sábado (22), a programação oficial do aniversário de sete anos. A ação itinerante será realizada das 8h às 12h, na Escola em Tempo Integral Camila Branco de Almeida, na Vila 12, zona rural de Petrolina.

O evento vai oferecer vários serviços gratuitos, entre eles estão atendimento médico, odontológico, psicológico, assistência jurídica, vacinação, aferição de pressão e teste glicemia, terapias integrativas, teste rápido, mercado solidário, recreação para crianças, Cadastro Único e outros.

Além das famílias da Vila 12, a ação vai reunir moradores da Serra da Santa, Sítio Boa Ventura, N11, Sítio Pau D’Arco, Serrote Pelado, Capim, Vila Lagoa e Mirador. Para a coordenadora voluntária do Transforma Petrolina, Alinne Durando, o evento tem o objetivo de celebrar todo o trabalho do programa de voluntariado realizado ao longo dos últimos anos. “Estamos muito felizes em mobilizar tanta gente nesse dia tão especial. Temos certeza que centenas de vidas serão impactadas através dessa ação”, comemora.

Texto: Nayra Lima