O fofurômetro atingiu o nível máximo nesse domingo (21) na 20ª Corrida Tiradentinhos. A Rua Tiradentes foi tomada por uma explosão de alegria e muita diversão com cerca de 400 atletas mirins que participaram do evento. A Corrida Tiradentinhos é organizada pela Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte (Seculte), em parceria com a Associação de Moradores da Rua Tiradentes. O deputado Jordávio Ramos, amante dos esportes, prestigiou o evento.
Às 8h, os pequenos atletas deram a largada. Os três primeiros colocados de cada categoria levaram para casa bicicletas, troféus e brindes, além de medalhas as quais foram entregues a todos os participantes. A estudante, Evelyn Hadassa, levou a melhor na categoria de 7 a 8 anos. Feliz, ela celebrou sua conquista. “Estou muito alegre e ainda sem acreditar que fui a campeã. Essa corrida é muito legal, porque a gente se diverte e ainda ganha vários presentes”, destacou Evelyn, com o sorriso estampado no rosto.
A gestão Suzana Ramos não tem medido esforços no apoio do esporte na sede e no interior do município. “O mês de abril é um dos meses em que mais temos eventos esportivos. No último domingo, tivemos a grande final do Interdistrital em Maniçoba. Hoje, realizamos esse grande e lindo evento voltado para as crianças. No próximo domingo (28), estaremos em mais uma edição da Meia Maratona Tiradentes. Quero agradecer ao incansável apoio da prefeita Suzana Ramos nas ações da área esportiva do município”, destacou o secretário da Seculte, Rogério Rêgo.
A 20ª Corrida Tiradentinhos teve o apoio das Secretarias de Saúde (Sesau), Serviços Públicos (Sesp), Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Serviço de Água e Saneamento Ambiental (Saae), Guarda Civil Municipal, além da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Marcaram presença no evento, os vereadores Lourival Quirino e Aníbal, além de secretários municipais.
A 11° Feira de Caprinos e Ovinos reúne criadores da região e de outros estados em comemoração aos 93 anos de fundação da comunidade. O evento gera uma grande movimentação entre os criadores de animais da região, através da comercialização dos animais e da distribuição de prêmios, e ainda anima os visitantes e petrolinenses com shows. Na segunda noite de festa, muita emoção e alegria marcaram os shows da ExpoRajada 2024.
No sábado (20), a primeira atração a subir no palco foi o filho da terra Adãozinho de Rajada, que ao lado do seu irmão e companheiro de palco, Catin, e de toda banda, fizeram uma grande festa, com um repertório recheado de muitos sucessos do forró das antigas preparado especialmente para os seus conterrâneos. “É, e sempre será, uma honra e uma imensa alegria cantar para o nosso povo, para a nossa família. É um momento de comemoração e confraternização para nossa gente de Rajada”, enfatizou o cantor Adãozinho.
Com 32 anos de carreira e uma das mais tradicionais bandas de forró do país, Brasas do Forró foi a segunda atração da noite. Os cantores Assum Preto, Zé Airton e Piu Cantor sacudiram o público ao ritmo do autêntico forró de vaneirão, marca registrada do grupo, cantando seus grandes sucessos, como “Pra recomeçar”, “Irreverência” e “Todo tempo é pouco pra se amar”. E por falar em irreverência, o cantor dos hits “Ameaça”, “Revoada no Colchão”, “Rolê” e “Parada Louca”, Marcynho Sensação foi a última atração. O cantor trouxe ao palco o ritmo envolvente e dançante do piseiro, mantendo assim a animação do público que dançou e cantou junto com o artista os seus maiores sucessos.
A ExpoRajada encerra nesse domingo (21) com concurso leiteiro e concursos de animais e grande campeonato.
Nesta sexta-feira (19), por volta das 14h, durante a Operação Impacto Integrado, Policiais Militares do 5° BPM foram acionados pelo Copom para averiguação de um homicídio no Povoado do Muquém, zona rural de Petrolina.
Já no local, após a chegada de familiares, a companheira indagada sobre sobre o comportamento da vítima informou que o mesmo era agressivo e que havia escondido uma arma de fogo numa despensa do lado de fora da roça onde era caseiro, situada no Sítio Laginha, próximo ao local do homicídio.
No local foi localizada uma espingarda calibre 12 de fabricação caseira, junto com 02 munições intactas do mesmo calibre e uma deflagrada dentro da espingarda, bem como uma pequena quantidade de Maconha, objetos apreendidos e apresentados à Delegacia de Polícia Civil para adoção das providências legais cabíveis.
O União Brasil de Petrolina deu a largada para a pré-campanha e reuniu, nesta sexta-feira (19), os pré-candidatos que irão buscar vagas para o legislativo do município neste ano. Estiveram presentes o presidente do partido Antonio Coelho, o vice-presidente e prefeito Simão Durando, o deputado federal Fernando Filho e o ex- prefeito Miguel Coelho.
A legenda formou uma das chapas mais competitivas para o pleito deste ano em Petrolina. Serão ao todo 24 candidatas e candidatos do UB em busca de uma das 23 vagas na Casa Plínio Amorim.
O prefeito Simão Durando destacou que, com o encerramento do prazo para filiação partidária, que ocorreu na última semana, agora é hora de iniciar o trabalho da pré-campanha. Simão parabenizou e frisou que o grupo está composto por homens e mulheres comprometidos com administração da cidade.
“O período de pré-candidatura é o momento para se apresentar a população e se preparar para lançar sua campanha após as convenções partidárias. Após o prazo de inscrições, essa é a primeira vez que nos reunimos para tratarmos da futura campanha, o que é possível fazer, as limitações que temos, os cuidados que temos e questões internas que serão discutidas para tirar dúvidas. São nomes competitivos e comprometidos com a cidade”, destacou o prefeito Simão.
O deputado Antonio Coelho defendeu a unidade dentro da legenda, além da fidelidade e empenho na futura disputa eleitoral, com engajamento para garantir que o partido consiga eleger diversos vereadores. O presidente ainda ressaltou que o objetivo também é enaltecer o trabalho do prefeito e fortalecer ainda mais seu nome na busca da reeleição.
A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Educação e Juventude (Seduc), garantiu a participação de cerca de 200 servidores da rede municipal de ensino no II Simpósio sobre Autismo do Vale do São Francisco, iniciado nesta sexta-feira (19). O evento tem como objetivo promover a conscientização e o entendimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e contribuir com a capacitação de profissionais e familiares para uma abordagem inclusiva e empática, visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas com TEA.
Com o tema “Uma abordagem interdisciplinar”, o Simpósio, que é realizado no auditório da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) de Juazeiro até este sábado (19), é realizado pela médica otorrinolaringologista, Karine Lustosa, e pela mestre em Educação, Luciana Souza, duas mães atípicas, com apoio da Prefeitura de Juazeiro e de outras instituições da região. “Nós temos, em Juazeiro, um compromisso com a educação de qualidade e isso passa pela formação dos professores. Com um número crescente de crianças neuroatípicas em nossa rede, é de extrema importância o nosso apoio e participação em eventos como esse para garantir a inclusão e um atendimento cada vez mais qualificado aos nossos estudantes”, frisou o secretário de Educação e Juventude, Wank Medrado, sobre a participação dos servidores no evento.
A Prefeitura de Juazeiro está presente no Simpósio com professores e auxiliares de Atendimento Educacional Especializado (AEE), com a equipe do Núcleo de Apoio Psicossocial e Inclusivo (Napsi) e do Espaço Humanizar, com os professores de salas comuns, formadores da Seduc, coordenadores pedagógicos e gestores. “Ao reunir todos esses profissionais, a gestão Suzana Ramos demonstra que está trabalhando, diuturnamente, para atender indistintamente todos os estudantes, a partir das suas singularidades, compreendendo cada pessoa a partir da sua forma de ser e para promover a conscientização de todos os profissionais. Esses dois dias serão muito importantes para esclarecer dúvidas e ajudar a rede municipal no que diz respeito ao atendimento dos estudantes com autismo”, pontuou a coordenadora do Napsi, Jumária Monteiro.
Nos dois dias de evento, o Simpósio discute temas como as contribuições da otorrinolaringologia para identificação do autismo, vivências de mães atípicas, autismo e políticas públicas, a importância da brincadeira para o desenvolvimento infantil, TEA e estratégias de aprendizagem e o desenvolvimento do autista por meio da psicomotricidade, entre outros temas. Todo o Simpósio está sendo transmitido pela TV Escola Juazeiro, no YouTube (https://www.youtube.com/@SEDUCJuazeiroBA).
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta sexta-feira (19) por manter a proibição aos cigarros eletrônicos no Brasil. Com isso, continua proibida a comercialização, fabricação e importação, transporte, armazenamento e propaganda desses produtos. Os cinco diretores votaram para que a vedação, em vigor desde 2009, continue no país.
Os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), conhecidos como cigarros eletrônicos, são chamados também de vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido).
Com a decisão, a Anvisa informa que qualquer modalidade de importação desses produtos fica proibida, inclusive para uso próprio ou na bagagem de mão do viajante.
De acordo com a agência, a norma não trata do uso individual, porém veda o uso dos dispositivos em ambiente coletivo fechado. O não cumprimento é considerado infração sanitária e levará à aplicação de penalidade, como advertência, interdição, recolhimento e multa.
Dados do Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia (Covitel 2023) revelam que 4 milhões de pessoas já usaram cigarro eletrônico no Brasil, apesar de a venda não ser autorizada.
Relator
O diretor-presidente da Anvisa e relator da matéria, Antonio Barra Torres, votou favorável à manutenção da proibição desses dispositivos.
“O que estamos tratando, tanto é do impacto à saúde como sempre fazemos, e em relação às questões de produção, de comercialização, armazenamento, transporte, referem-se, então, à questão da produção de um produto que, por enquanto, pela votação, que vamos registrando aqui vai mantendo a proibição”.
Antonio Barra Torres leu por cerca de duas horas pareceres de 32 associações científicas brasileiras, os posicionamentos dos Ministérios da Saúde, da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda e citou a consulta pública realizada entre dezembro de 2023 e fevereiro deste ano, mesmo que os argumentos apresentados não tenham alterado as evidências ratificadas pela diretoria em 2022.
Presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, vota pela manutenção de proibição de cigarros eletrônicos. Foto: Youtube/Anvisa
Em seu relatório, Barra Torres se baseou em documentos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da União Europeia, em decisões do governo da Bélgica de proibir a comercialização de todos os produtos de tabaco aquecido com aditivos que alteram o cheiro e sabor do produto. Ele citou que, nesta semana, o Reino Unido aprovou um projeto de lei que veda aos nascidos após 1º de janeiro de 2009, portanto, menores de 15 anos de idade, comprarem cigarros.
Ele mencionou ainda que a agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (U.S Food and Drug Administration) aponta que, mesmo com a fiscalização, há comércio ilícito desses produtos.
O diretor ainda apresentou proposições de ações para fortalecimento do combate ao uso e circulação dos dispositivos eletrônicos de fumo no Brasil.
Manifestações pela proibição
Durante a reunião da diretoria da Anvisa, foram ouvidas diversas manifestações a favor e contra a manutenção da proibição do consumo de dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil. Foram exibidos 80 vídeos de pessoas físicas e jurídicas de diversas nacionalidades.
A maior parte dos argumentos favoráveis à manutenção da proibição foram relativos aos danos à saúde pública. A secretária da Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e seus Protocolos (Coniq) da Organização Mundial da Saúde (OMS), Adriana Blanco, manifestou preocupação com a saúde pública dos países que liberaram o consumo destes produtos e com o marketing estratégico da indústria do tabaco, especialmente com o aumento do consumo por jovens.
“Ainda não temos uma resposta clara sobre os impactos do longo prazo de utilização dos DEFs ou da exposição a seus aerossóis, mas as evidências já nos mostram que não são isentos de riscos e que são prejudiciais à saúde humana, especialmente para crianças, jovens e grupos vulneráveis.”
A representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), no Brasil, Socorro Gross, apontou que o Brasil é reconhecido internacionalmente pela política interna de controle do tabaco desde o século passado. “Essa medida protege, salva vidas, promove efetivamente a saúde pública e é um passo crucial para um ambiente mais saudável e seguro para todas as pessoas”.
O presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Mohamad, fez comparações sobre a piora da situação epidemiológica e o incremento do contrabando em alguns dos mais de 100 países onde a comercialização do produto foi liberada. “Constatamos um grande número de dependência especialmente das novas formas de nicotina que a indústria tem empregado. E em localidades onde foram liberados, como nos Estados Unidos, a maior parte vendida no comércio é de produtos ilegais”.
O ex-diretor da Anvisa e ex-ministro da Saúde (2006-2007) José Agenor Álvares da Silva, relembrou o contexto em que o Brasil conseguiu banir a adição de flavorizantes que favorecem a adesão da população jovem ao fumo e inviabilizou a propaganda dos produtos fumígenos nos pontos de venda. “A Anvisa, que tanto deu exemplo na condução da discussão sobre as vacinas contra a Covid, tem agora uma oportunidade clara de mostrar para o Brasil e para o mundo o seu compromisso com a saúde pública do povo brasileiro”, fez o apelo à diretoria da agência.
A diretora de análise epidemiológica e vigilância de doenças não transmissíveis do Ministério da Saúde, Letícia de Oliveira Cardoso, apontou que não existem estudos científicos que comprovem que os cigarros eletrônicos protegem, substituem ou amenizam os efeitos nocivos dos cigarros normais “Tanto os cigarros eletrônicos como os cigarros convencionais de tabaco apresentam riscos à saúde e não devem ser consumidos pela população. Esta precisa ser informada sobre os riscos de dispositivos eletrônicos de fumar”.
O ex-fumante Alexandre Carlos Vicentini deu seu depoimento sobre como ficou viciado no produto. “Além das várias cores e sabores, o pior de tudo é o teor de nicotina que tem dentro desses aparelhinhos. O que é simplesmente um fator de dependência terrível para mim.”
Contra a proibição
Também foram apresentados argumentos pedindo a regulamentação do consumo pela Anvisa e pela venda dos produtos, apontando a redução de danos aos fumantes de cigarro comum, combate à venda de ilegal de produtos irregulares, sem controle toxicológico e de origem desconhecida. A gestora nas áreas de assuntos regulatórios, qualidade e logística Alessandra Bastos Soares defendeu a regulamentação adequada ao consumo de cigarros eletrônicos para que os consumidores que decidiram pelo uso possam fazê-lo em segurança. “Desejo que, no futuro, nenhum cidadão levante o seu dedo em riste acusando a Anvisa de omissão por não ter uma regra adequada para cuidar de um tema que já é tratado como pandemia do Vape”, alertou.
Já o diretor da British American Tobacco (BAT) – Brasil, anteriormente conhecida como Souza Cruz, Lauro Anhezini Júnior, afirmou que consumidores estão sendo tratados como cidadãos de segunda classe. O representante da indústria de cigarros brasileira pediu que as decisões sejam tomadas com base na ciência. “Não é a ciência apenas da indústria, é a ciência independente desse país que também comprova que se tratam de produtos de redução de riscos. Cigarros eletrônicos são menos arriscados à saúde do que continuar fumando cigarro comum”.
O diretor de Comunicação da multinacional Philip Morris Brasil (PMB), Fabio Sabba, defendeu que a atual proibição dos DEFs tem se mostrado ineficaz frente ao crescente mercado ilícito e de contrabando no país. “Ao decidir pela manutenção da simples proibição no momento que o mercado está crescendo descontroladamente, a Anvisa deixa de cumprir o seu papel de assegurar que esses 4 milhões de brasileiros ou mais consumam um produto enquadrado em critérios regulatórios definidos. É ignorar que o próprio mercado está pedindo regras de qualidade de consumo”.
Além de representantes da indústria de tabaco, houve manifestações de proprietários de casas noturnas, bares e restaurantes e de usuários dos cigarros eletrônicos. O representante da Livres, uma associação civil sem fins lucrativos delicada à promoção da liberdade individual, Mano Ferreira, condenou a proibição anterior que não conseguiu erradicar o consumo desses produtos e, ao contrário, impulsionou o mercado ilegal e informal, especialmente entre os jovens. “Uma regulamentação eficaz permitiria não apenas uma fiscalização mais vigorosa, excluindo os produtos mais perigosos do mercado, mas também facilitaria a transição de fumantes tradicionais para alternativas menos nocivas”.
O usuário de vapes Preslei Aaron Bernardo Ribeiro, de 36 anos, garante perceber melhora em seu quadro geral de saúde. “Por 20 anos, fui fumante e utilizei métodos tradicionais, mas não consegui cessar o meu tabagismo. Mas, com o uso do cigarro eletrônico, consegui parar de fumar o cigarro tradicional de uma forma muito eficiente, rápida e fácil”.
A preocupação do presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas, Fábio Bento Aguayo, foi a dominação do comércio desse produto pelo crime organizado, facções criminosas e milícias. “O estado brasileiro deixa de ganhar, deixa de arrecadar recurso [com tributos] para combater essas atividades ilegais. Brigamos pela regulamentação para defender a sociedade para ter um produto que tem a garantia sobre a procedência dele”.
Histórico
Desde 2009, uma resolução da Anvisa proíbe a comercialização dos dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil. Porém, produtos ilegais podem ser adquiridos pela internet, em estabelecimentos comerciais regularizados e pelas mãos de ambulantes mesmo com a proibição de venda. O consumo, sobretudo entre os jovens, tem aumentado.
Em fevereiro deste ano, a Anvisa encerrou a consulta pública para que a sociedade pudesse contribuir para o texto sobre a situação de dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil. A proposta de resolução colocada em discussão pela agência foi a de manutenção da proibição já existente. Durante a consulta pública, foram enviadas 13.930 manifestações, sendo 13.614 de pessoas físicas e 316 de pessoas jurídicas. Deste total, contribuições de fato, com conteúdo, aos dispositivos propostos pelo texto da consulta pública, foram 850.
Em 2022, a Anvisa aprovou, por unanimidade, relatório técnico que recomendou a manutenção das proibições dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF) no Brasil e a adoção de medidas para melhorar a fiscalização para coibir o comércio irregular, bem como a conscientização da população sobre os riscos destes dispositivos.
O que são
Desde 2003, quando foram criados, os equipamentos passaram por diversas mudanças. Os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) envolvem diferentes equipamentos, tecnologias e formatos, tais como cigarros eletrônicos com sistema aberto (onde a pessoa manipula os líquidos a serem utilizados), com sistema fechado (refis padronizados e fechados), com tabaco aquecido (dispositivo eletrônico utilizado com refil de folhas de tabaco), com sistema fechado tipo pod (semelhantes a pen drives), e vaporizadores de ervas, dentre outros.
A maioria dos cigarros eletrônicos usa bateria recarregável com refis. Estes equipamentos geram o aquecimento de um líquido para criar aerossóis (popularmente chamados de vapor) e o usuário inala o vapor.
Os líquidos (e-liquids ou juice) podem conter ou não nicotina em diferentes concentrações, além de aditivos, sabores e produtos químicos tóxicos à saúde, como que contém, em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes.
No site da Anvisa, é possível ter mais informações sobre os cigarros eletrônicos.
Este sábado (20/04), será de plantão no ambulatório do Hospital Dom Malan, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, no mutirão de consultas pediátricas e ginecológicas para pacientes da área da VIII Gerência Regional de Saúde, que envolve as populações de Petrolina, Afrânio,Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó e Santa Maria da Boa Vista. A ação é resultante do Programa Cuida PE, que tem por finalidade ofertar procedimentos e tratamento cirúrgico oportuno à população visando à redução do tempo de espera por cirurgias eletivas.
No primeiro dia, vão ser realizadas 40 consultas pré-cirúrgicas pediátricas e 23 ginecológicas. No sábado, dia 27, haverá um outro mutirão que vai ofertar o mesmo número de consultas. A previsão é que os procedimentos cirúrgicos iniciem no dia 04 de maio e sigam sendo executados a cada final de semana, até o dia 25 de maio.
“Nossa missão aqui no Estado tem começo, meio, mas não tem fim. O Cuida PE, programa criado pelo Governo de Raquel Lyra para diminuir as filas de cirurgias eletivas, exames e consultas, é um eixo importante da gestão da Secretaria de Saúde de Pernambuco. Além de reduzir filas históricas de procedimentos, nosso objetivo é fazer com que os pernambucanos possam ser atendidos próximos de casa, por isso, este sábado, estamos com mais uma ação do Cuida PE em Petrolina”, afirma a secretária de saúde, Zilda Cavalcanti.
“Serão dois mutirões de consultas pré-cirúrgicas, que acontecerão neste e no próximo sábado, dia 27 de abril, como parte da programação de atendimento às mulheres e crianças que estão na fila de cirurgias eletivas da VIII Geres. A iniciativa desse mutirão de consultas é do Governo do Estado, por meio do Programa Cuida PE, que além de cirurgias ginecológicas, oferece consultas e exames. As cirurgias já começarão em maio” explicou a diretora geral do HDM Ismep, Daniele Moreno.
A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Educação e Juventude (Seduc), segue apresentando o projeto “Gestão 360°” nas escolas da rede municipal de ensino. Nesta sexta-feira (19), foi a vez de escolas municipais localizadas nos bairros São Geraldo, Jardim Universitário, Coréia e Alagadiço receberem a equipe da Superintendência de Gestão Escolar, Programas e Projetos da Seduc.
O projeto “Gestão 360°” tem como objetivo proporcionar uma visão panorâmica do percurso do estudante na rede municipal de ensino de Juazeiro, através da Plataforma EducaJuá, um sistema que vai reunir todos os dados dos estudantes matriculados na rede municipal de ensino. “Estamos caminhando pelas escolas do nosso município, dando apoio técnico aos profissionais de educação, para que, com eficiência e eficácia, possamos acompanhar todos os meninos e meninas da rede municipal de ensino. Neste sentido, compreendemos que é a partir dessas informações e estatísticas, sobre os estudantes e suas necessidades, que conseguimos estabelecer cooperações técnicas com o Ministério da Educação e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)”, pontuou a superintendente de Gestão Escolar, Programas e Projetos da Seduc, Alexandrina Araújo.
A gestora da Escola Municipal Professora Maria de Lourdes Duarte, Leide Patrícia de Santana Costa, ressaltou a importância da aproximação entre a gestão municipal e as unidades escolares. “Com essas visitas, nós temos a oportunidade de esclarecer nossas dúvidas sobre o projeto e isso vai nos ajudar muito na sistematização dos dados dos estudantes”.
Gestão 360°
O projeto prevê, através da Plataforma EducaJuá, um sistema de gestão integrada, informatizado, que centraliza todas as informações relacionadas aos alunos, desde o seu cadastro inicial até seus registros acadêmicos, comportamentais e de frequência, garantindo o acesso fácil e seguro às informações relevantes para todos os envolvidos no processo educacional. Além disso, também é possível o monitoramento contínuo das informações e a intervenção personalizada.
Segundo o analista em Educação do Setor de Informações de Educação de Juazeiro (SIEJ), Charles Alexandre, a iniciativa vai permitir a melhoria do desempenho escolar e comportamental dos estudantes, a redução da evasão escolar e o aumento da taxa de conclusão do ensino básico, mais eficiência na alocação de recursos educacionais, maior envolvimento e participação dos pais no processo educacional dos alunos e ainda a promoção de uma cultura de dados e evidências na gestão educacional de Juazeiro.
A governadora Raquel Lyra se posicionou contra a liberação de cigarros eletrônicos no Brasil em uma consulta pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a regulamentação da venda dos produtos, popularmente conhecidos como “vapes”. A Diretoria Colegiada da agência vai apreciar, nesta sexta-feira (19), uma proposta de resolução que pretende manter a proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar. Raquel foi a única gestora estadual a se manifestar na consulta.
Em sua manifestação, em nome do Governo do Estado de Pernambuco, a governadora defende a manutenção da regra vigente no Brasil, que já proíbe esses produtos. “Manter essa medida é de extrema importância para evitar inúmeros malefícios para a saúde pública do país, especialmente no combate ao tabagismo. É consenso na comunidade científica que ele é a maior causa de adoecimentos e mortes precoces em todo o mundo. O Brasil não pode retroceder nesse aspecto”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
A consulta pública da Anvisa (nº 1.222/2023) buscou colher sugestões ao texto da proposta de Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de dispositivos eletrônicos no território brasileiro. A consulta foi aberta em dezembro de 2023 e encerrada em fevereiro deste ano.
Em 2022, a Anvisa aprovou um relatório que indicava não só a necessidade de manter a proibição dos dispositivos, mas também a adoção de novas medidas para reprimir o comércio irregular. Desde 2009, os cigarros estão proibidos por meio de uma resolução da própria agência (nº 46/2009). A decisão se baseou no Princípio da Precaução, devido à inexistência de dados científicos que comprovassem eficiência, eficácia e segurança no uso dos produtos.
O projeto social Escolinhas de Atletismo Inclusivo, da Associação Petrolinense de Atletismo (APA), terá um novo patrocinador oficial a partir de 2024. A Livelo, maior empresa de recompensas do país, firmou parceria com o clube do Sertão pernambucano e será uma das financiadoras do projeto pelos próximos dois anos.
A parceria entre as instituições foi estabelecida por meio da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) do Governo Federal, que possibilita o direcionamento de recursos de renúncia fiscal para projetos esportivos e paradesportivos.
“Estamos muito felizes em contar com a Livelo em nosso time de empresas parceiras. Esse apoio será fundamental para fortalecer as atividades de nosso projeto, permitindo que mais crianças e jovens tenham acesso ao esporte e a oportunidades de desenvolvimento. Só temos a agradecer à Livelo pela confiança e temos a certeza de que essa parceria renderá grandes frutos”, celebrou o presidente da APA, Domingos Rodrigues.
O projeto Escolinhas de Atletismo Inclusivo está em operação desde 2022, com dois núcleos na sede de Petrolina (Campus Petrolina IFSertãoPE e no Sesi Petrolina). A partir deste ano, o programa será expandido para cinco polos, com a implantação de mais dois núcleos na zona rural e um na cidade de Juazeiro (BA). No total, o programa beneficiará 350 alunos, com e sem deficiência.