A Faculdade de Petrolina – Facape, recebeu nesta quarta-feira (16), o Selo de Qualidade OAB. O selo é um reconhecimento da qualidade do curso de Direito, figurando entre os 90 melhores do Brasil.
O Professor Carlos Romeiro, Coordenador do Colegiado de Direiro da Facape, representou a instituição no recebimento do selo OAB em uma cerimônia em Brasília.
O ‘Selo de Qualidade OAB Recomenda’ é entregue a cada três anos e leva em consideração a aprovação de alunos no Exame da Ordem e a performance no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).
O objetivo é certificar os cursos que cumpriram os critérios de excelência estabelecidos, visando contribuir com a valorização do ensino jurídico de qualidade. As avaliações são feitas conforme critérios estabelecidos pela Comissão Especial para Elaboração do ‘Selo OAB Recomenda’, comissão que faz parte do Conselho Federal da OAB.
“Esse reconhecimento é de extrema importância, porque é um sinal de que a Facape tem compromisso com a formação profissional e cidadã dos nossos alunos. Essa é uma prova do empenho dos nossos professores e da instituição com o ensino superior.” frisou Romeiro.
O curso já havia recebido a premiação em 2011, com o professor José Ivan Galvão à frente do Colegiado.
Assessoria de Comunicação da Facape











O estudante do curso de Medicina da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) Manoel Pereira Guimarães conquistou o 1º lugar no 76º Congresso Brasileiro de Cardiologia, realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) com um trabalho realizado no âmbito do Projeto de Aterosclerose Indígena (PAI). O discente é autor principal do trabalho intitulado “O impacto do processo de urbanização sobre a saúde cardiovascular: Uma análise com as populações indígenas do interior do Nordeste brasileiro” e teve como orientador o professor do Colegiado de Medicina do Campus Sede Anderson Armstrong, coordenador do PAI. A pesquisa foi apresentada na categoria Melhores Temas Livres Pôsteres – Iniciação Científica.
Guimarães conta é uma honra ser o interlocutor de anos de coletas e análises. “Ser agraciado com o primeiro lugar da categoria em que concorremos foi mais um fator para valorizarmos a Ciência em nosso país. Para nós, pessoas que fazem do estudo PAI o maior envolvendo povos indígenas no Nordeste, consideramos a premiação um reconhecimento de muito trabalho. A oportunidade de mostrar dados relevantes para a epidemiologia e a saúde pública brasileira deixa todos os membros do grupo orgulhosos”, ressalta.