O Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco (CESVASF) está com inscrições abertas para o Vestibular 2019.1

O Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco (CESVASF) está com INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O VESTIBULAR 2019.1.

Realize a sua inscrição através do site www.cesvasf.com.br até o dia 09 de janeiro de 2019.
Taxa de inscrição: R$35,00 (para efetuar a sua inscrição realize o pagamento).
Confira os Editais do Vestibular: https://goo.gl/oykMbP

Estude entre as melhores! Escolha o seu curso: o Vestibular CESVASF 2019.2 acontecerá no Dia 28 De Julho

BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO CESVASF – O bacharelado nessa área forma profissionais capazes de analisar o ambiente social e propor atividades físicas de forma a melhorar a qualidade de vida das pessoas, como ocorre, por exemplo, nas academias e nos clubes esportivos. Se o seu talento está na área de Educação Física, o CESVASF prepara-lhe para atuar, de forma dinâmica e competente, nos diversos segmentos profissionais que envolvem essa atividade, pautado por uma missão educativa que visa ao tratamento ético e à preocupação com o ser humano de tal forma que você possa, através da sua atividade profissional, promover a qualidade de vida das pessoas por meio do exercício físico, sempre consciente e responsável.

BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO NO CESVASF – O profissional em Administração deve estar apto a compreender as questões científicas, técnicas, culturais e econômicas da administração de empresas, engajado com assimilação de novas informações para desenvolver gerenciamento qualitativo; e, secundariamente, capaz de aplicar princípios de eficiência também na administração e na gestão pública com consciência da legalidade e do “etlhos” público.

BACHARELADO EM FARMÁCIA NO CESVASF – O curso de Farmácia habilitará o profissional para a formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde com sólidas bases no rigor científico e intelectual. Esse profissional deverá ser capaz de exercer atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises: clínicas e toxicológicas e ao controle, produção e análise de alimentos, pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade.

BACHARELADO EM ENGENHARIA AGRONÔMICA NO CESVASF – A agronomia é uma das principais atividades econômicas brasileiras. Ela abrange a produção de grãos, frutas, verduras, carnes, aves e outros commodities ligados à alimentação envolvendo tudo que seja proveniente do uso da terra. Já o Agronegócio é toda relação comercial e industrial que envolve a cadeia produtiva agronômica. O agronegócio no Brasil é um dos setores que mais movimentam o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, responsável por empregar mais de 20 milhões de pessoas.

faculdade de Engenharia Agronômica é toda baseada em disciplinas das áreas de exatas e biológicas, porém o foco da formação profissional é nas etapas da agropecuária, criação de rebanhos e plantio. Ou seja, a grade curricular de Engenharia Agronômica é mais destinada a preparar o estudante para ter um maior conhecimento de atuação voltada para as Ciências Biológicas.

VESTIBULAR 2019.2
Inscrições Online até o dia 24 de julho de 2019 | www.cesvasf.com.br
DATA DA PROVA: 28 de julho, das 8h às 12h.

USE A SUA NOTA DO ENEM para ingressar no CESVASF!
Inscrições até 27 de julho de 2019.

SESI-PE está com inscrições abertas para 300 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional

O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (SESI-PE) está com inscrições abertas para 300 vagas em dois cursos gratuitos voltados para a qualificação profissional, sendo 150 vagas para “Satisfação do Cliente” e outras 150 para “Habilidades para Falar em Público”. As inscrições podem ser feitas pelo site pe.sesi.org.br na seção “Educação Continuada” até o dia 19 de outubro ou até as vagas serem preenchidas. Os interessados devem ter a partir de 16 anos de idade, e-mail, acesso à internet e noções básicas de internet. Após a realização da matrícula, os alunos terão 30 dias para estudar o conteúdo e concluir o curso desejado.

Considerando que todo serviço ou produto ofertado passa pelo crivo da clientela, o curso “Satisfação do Cliente” irá promover o conhecimento dos estudantes com foco na satisfação do cliente. Entre os conteúdos que abordados, estão Conceito de cliente; Necessidades e desejos; Produtos ou serviços? Qual a diferença; Definindo a satisfação do cliente; Atendimento ao cliente; O que é administrar; Uso das ferramentas de marketing. O curso tem uma carga horária de 40h.

Já em “Habilidades para Falar em Público”, o objetivo é desenvolver habilidades para a apresentação de projetos no ambiente de trabalho. Os temas que serão trabalhados em aula são medo de falar em público; Sintomas físicos e pensamentos negativos; Estratégias para aprender a lidar com a ansiedade; Expressão corporal; A mente e o medo; O poder do foco; Perda de controle; Falar em público na empresa. A carga horária é de 8h.

Após o cumprimento da carga horária do curso realizado, o aluno participará de uma avaliação na plataforma educacional e, após atingir 70 pontos ou mais no exame, receberá a Certificação de Conclusão. Para outras informações, basta entrar em contato pelo WhatsApp (81) 8151-8375 ou pelo e-mail educacao.distancia@pe.sesi.org.br.

CESVASF está com inscrições abertas para o Vestibular Simplificado 2023.2 – Sede Belém do São Francisco – Vagas Limitadas

Estão abertas as inscrições gratuitas para o VESTIBULAR SIMPLIFICADO 2023.2 do CESVASF – Sede Belém do São Francisco, mediante nota do Enem, da análise do histórico escolar, como portador de diploma e por meio de transferência externa.

VAGAS LIMITADAS para os cursos de Bacharelado em Administração, Educação Física, Engenharia Agronômica e Farmácia e de Licenciatura em Pedagogia.

Faça a sua inscrição gratuita até 7 de agosto de 2023 no site cesvasf.com.br ou de forma presencial na Secretaria da sede do CESVASF!
https://www.cesvasf.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=150:vestibular-simplificado-2023-2-campus-belem&catid=2

CESVASF: educação de qualidade e excelência ao alcance de todos!

Abertos cursos sobre educação étnico-racial e quilombola

Foto: Divulgação/MEC

Já estão abertas as inscrições para o Curso de Extensão, Formação para Docência e Gestão para a Educação das Relações Étnico-aciais (Erer) e Educação Escolar Quilombola (EEQ). A iniciativa é uma parceria do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entidade vinculada à pasta, e faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). 

Podem participar dos cursos professores e gestores que atuam nas escolas de educação básica de todo o país. As inscrições devem ser feitas nos sites das próprias instituições de ensino superior que ofertarão o curso. A relação das 40 instituições que aderiram ao curso está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes.  

Em quatro instituições, as inscrições já estão abertas: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)Universidade Federal do Pará (UFPA); e  Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 

O objetivo do curso é fomentar o letramento racial desses profissionais, contribuir para a formação de professores e gestores de acordo com os princípios da Erer e EEQ, além de promover o desenvolvimento de conhecimentos, saberes e práticas pedagógicas que valorizem tradições, culturas e línguas ancestrais. 

As aulas terão início em março de 2025. A formação será realizada por meio da UAB em parceria com a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Com carga de 120 horas, o curso será ofertado na modalidade a distância do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes.  

Há quatro módulos na composição: Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro; Culturas e Territorialidades; Educação Antirracista na Prática; e Gestão Democrática para a Diversidade. Durante a formação, além da discussão sobre sistemas de avaliação e criação de projetos políticos pedagógicos, será desenvolvida uma proposta educacional antirracista que inclui atividades pedagógicas para transformar o ambiente escolar e as relações entre os professores, os alunos e a comunidade. 

O conteúdo está em conformidade com os marcos legais dessas modalidades de educação, assim como com as pesquisas e os estudos científicos que orientam a inclusão desse público nos sistemas de ensino no Brasil.  

Pneerq A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi criada pela Portaria nº 470/2024. Seu objetivo é implementar ações e programas educacionais destinados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público-alvo é formado por gestores, professores, funcionários, alunos, abrangendo toda a comunidade escolar. 

São compromissos da política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade EEQ, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas) e nas instituições de educação superior. 

 Por: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Capes 

FATI: Facape abre inscrições para cursos gratuitos que promovem inclusão para a terceira idade 

A Faculdade de Petrolina (Facape) vem se destacando por promover a inclusão e o aprendizado para a terceira idade por meio do Programa Faculdade Aberta à Terceira Idade (Fati). A iniciativa que garante oportunidade para os idosos se engajarem em atividades educacionais já está com inscrições abertas para novas turmas.  

As inscrições seguem abertas até o dia 11 de agosto, no setor de Pós-graduação da Facape das 8h às 12h. São oferecidas 30 vagas gratuitas, em cada módulo, em disciplinas como: Direito; Alfabetização e Letramento; Inclusão Digital; Dermatologia na melhor idade e Biblioterapia, Língua e Saúde.  

O FATI conta com parceria com a UPE e tem como objetivo principal promover a integração e o desenvolvimento educacional e sociocultural dos idosos através de atividades onde os participantes têm a chance de ampliar seus conhecimentos. Para fazer parte do FATI é necessário ter no mínimo 50 anos de idade, ensino fundamental completo ou equivalente e ter disponibilidade de tempo para os horários das aulas.  

No ato da inscrição o aluno deverá preencher a ficha e apresentar cópia dos seus documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência e comprovante da formação escolar em nível fundamental completo equivalente. Em caso de dúvidas o candidato pode acessar o edital disponível no site da facape www.facape.br ou pelo telefone (87) 3866-3275. 

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Por: Magnólia Costa – Assessora de Comunicação da Facape      

O CESVASF informa que as matrículas dos aprovados no Vestibular 2019.1 segue até 25 de janeiro

MATRÍCULAS ABERTAS para os APROVADOS e ingressantes na 2ª ENTRADA do Vestibular CESVASF 2019.1, de 16 até 25 de janeiro.

Confira a documentação necessária: https://goo.gl/KBbjW5

Venha garantir sua vaga na faculdade que é o caminho certo para o seu futuro!

MEC lança protocolo para retorno às aulas em instituições federais

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (1º) um protocolo de biossegurança para retorno das aulas nas 69 universidades federais e 41 institutos federais do país. Esse protocolo traz diretrizes de distanciamento social coletivo em ambientes acadêmicos, além de medidas básicas de prevenção ao novo coronavírus.

O protocolo orienta, dentre outras coisas, o escalonamento das equipes, o trabalho remoto para funcionários do grupo de risco, o respeito ao distanciamento mínimo de 1,5 metro entre uma pessoa e outra e a aferição de temperatura de todos que entrarem nos prédios e nas salas.

O documento também traz orientações já comuns nos tempos atuais, como o uso constante de máscara e higienização das mãos, além de desinfecção com álcool em gel.

“O protocolo não é uma regra engessada, é uma diretriz para as instituições fazerem o retorno às aulas. Tem medidas protetivas individuais e coletivas, [para] salas de aula, laboratórios, transportes coletivos, atividades laborais, entre outros”, disse o secretário de Ensino Superior do MEC, Wagner Vilas Boas, em entrevista coletiva realizada hoje (1º).

Segundo ele, as orientações são para minimizar os riscos de contaminação e garantir segurança necessária a estudantes, docentes e funcionários.

O protocolo completo pode ser acessado na página especial dedicada ao coronavírus no portal do MEC.

O documento foi elaborado por uma equipe do ministério composta por médicos, biólogos e sanitaristas, seguindo orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar de ser direcionado às instituições federais, o protocolo pode servir de guia também para instituições de ensino municipais e estaduais.

O ministério já se posicionou favorável ao retorno das aulas, desde que consideradas as recomendações do protocolo. “O desafio é o retorno às aulas e o ministério defende esse retorno. Os institutos e as universidades vão ter que conciliar ensino presencial e a distância”, disse o secretário executivo da pasta, Antônio Paulo Vogel.

Edição: Lílian Beraldo

SEAP e Senac levam mais de 30 cursos profissionalizantes aos detentos do Estado

Uma parceria da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) está possibilitando a oferta de 34 cursos profissionalizantes para os apenados do sistema prisional. A ação, que faz parte do Programa Novos Passos da secretaria, tem o objetivo de oferecer qualificação profissional para que facilite a reinserção social da pessoa presa.

Os cursos ocorrem até o final deste ano em todas as unidades prisionais, com 20 alunos por turma, e aulas ministradas por equipes do Senac. São contempladas as áreas de corte e costura, gastronomia, corte de cabelo e escova e de barbeiro. A execução do projeto é da Gerência de Educação e Esportes da SEAP (GEE/SEAP).

A ação reforça o olhar do governo do estado para a educação, o trabalho e a qualificação profissional como pilares importantes no processo de ressocialização. Essa é uma estratégia do Plano Juntos pela Segurança no âmbito do sistema prisional”, afirmou o secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização, Paulo Paes.

CERTIFICADOS – Entre as unidades beneficiadas com a parceria estão a Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR) e o Centro de Observação e Triagem Criminológica Everardo Luna (Cotel), que entregaram, nesta quarta-feira (25.06), certificados a 36 detentos no Curso Básico de Corte de Cabelo e Escova. Todos os participantes têm direito à remição de pena.

Fotos: Divulgação/SEAP

Câmara aprova projeto que cria a Universidade Federal Indígena

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6132/25, do Poder Executivo, que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), em Brasília, podendo ser constituída de forma multicêntrica, com campi nas regiões do Brasil para atender as especificidades da presença dos povos indígenas no país.

O texto contou com parecer favorável da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), e será enviado ao Senado.

A deputada afirmou que a nova universidade propõe um modelo de conhecimento alinhado aos desafios contemporâneos do Brasil, como a garantia da justiça climática, a proteção dos biomas, a sustentabilidade dos territórios, a valorização das línguas indígenas e a produção científica interepistêmica (a várias mãos) e intercultural. “Reconhecer um espaço de educação superior construído a partir dessas epistemologias reafirma o protagonismo indígena na construção de respostas aos desafios contemporâneos, em especial à crise climática”, disse.

Para a deputada, a criação da universidade representa um marco histórico na consolidação de uma política de Estado voltada à efetivação dos direitos educacionais, culturais, territoriais e epistêmicos (de ser levado a sério) dos povos indígenas do Brasil. “É uma reparação histórica e epistemológica ao direito dos povos indígenas a terem acesso aos espaços formais de produção, validação e circulação do conhecimento científico”, afirmou Célia Xakriabá.

O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Finalidades
De acordo com o projeto, a nova universidade terá como objetivos, entre outros:

  • ministrar ensino superior, desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover extensão universitária;
  • produzir conhecimentos científicos e técnicos necessários ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental e à garantia dos direitos indígenas, em diálogo com sistemas de conhecimentos e saberes tradicionais;
  • valorizar e incentivar as inovações tecnológicas apropriadas aos contextos ambientais e sociais dos territórios indígenas;
  • promover a sustentabilidade socioambiental dos territórios e dos projetos societários de bem-viver dos povos indígenas; e
  • valorizar, preservar e difundir os saberes, as culturas, as histórias e as línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.

Imóveis da União
Além de outros bens, legados e direitos doados, a Unind contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente.

A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.

Reitor temporário
O ministério nomeará o primeiro reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.

Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Deputados aprovaram o projeto na sessão do Plenário desta terça-feira

Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.

Os cargos de reitor e vice-reitor serão ocupados obrigatoriamente por docentes indígenas.

Concurso público
Após autorização de lei orçamentária, a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.

No entanto, haverá critérios específicos que assegurem percentual mínimo de seleção de candidatos indígenas, observadas regras da Lei de Cotas (Lei 15.142/25).

A Unind poderá ainda estabelecer processos seletivos próprios, ouvidas as comunidades indígenas e consideradas as diversidades linguística e cultural.

Debate em Plenário
Durante o debate sobre o projeto, o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC), ressaltou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) permite a criação de universidades especializadas por campo de saber. “Permite o campo do saber da sabedoria ancestral, para fazer justiça com os povos originários e o conhecimento ancestral, cientificamente comprovado.”

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) lembrou que os Estados Unidos criou sua primeira universidade indígena em 1884. “Tem 142 anos de atraso que os povos indígenas no Brasil aguardam”, disse.

Já o deputado Tião Medeiros (PP-PR) questionou o que viu como segregação ao criar a instituição. “Por que fazer uma segregação? Por que não podem estar em uma universidade com os outros? Tem de criar uma coisa separada”, criticou.

Essa foi a mesma argumentação do deputado Bibo Nunes (PL-RS). “Nada contra indígena, mas faça o seu curso em qualquer universidade. Universidade é para todos”, defendeu.

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que os povos indígenas estão na sociedade brasileira, mas com sua especificidade. “Essa universidade vai valorizar um saber único, específico, com o qual nós, dito civilizados, temos muito de aprender”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias