O desenvolvimento de Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco, foi pauta de encontro entre a prefeitura de Lagoa Grande e uma comitiva da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE).
A comitiva liderada pelo presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, Bernardo Peixoto, saiu impressionada com a estrutura e o grande potencial de Lagoa Grande. “A gente veio aqui pra conhecer Lagoa Grande, e não imaginava que a cidade era tão dinâmica. Juntos, nós do sistema Fecomércio, Sesc e Senac de Pernambuco, com a prefeitura, faremos boas parcerias para impulsionar cada vez mais esse desenvolvimento”, disse o presidente.
A agenda da comitiva foi articulada pelo senador Fernando Dueire e o deputado estadual Jarbas Filho. Os dois parlamentares, juntamente com o prefeito Vilmar Cappellaro, estão pleiteando a instalação de um Hotel Escola do Senac para formar mão de obra qualificada para o Sertão pernambucano e para o enoturismo.
O prefeito Vilmar Cappellaro destacou que Lagoa Grande está pronta para receber novos investimentos e ações voltadas ao turismo e incentivo ao comércio e serviços. “Nosso intuito é buscar apoio para potencializar a economia e o turismo na Capital da Uva e do Vinho de Pernambuco”, declarou o prefeito. 
Além do presidente Bernando Peixoto e do prefeito Vilmar Cappellaro, a agenda contou com a presença de vários empresários, entres eles, Jorge Garziera e Roberto Ferreira; além de Joaquim de Castro, 1º vice-presidente da Fecomércio e presidente do Sindilojas Petrolina; Cleide Pimentel, Diretora executiva; Regivan Dantas, Diretor regional do Senac; Lucila Nastassia, Assessora da Presidência da Fecomércio, e vários empresários.
ASCOM – PMLG
FOTOS: ISAEL CORDEIRO







A medida, publicada no último dia 19 no Diário Oficial da União, foi adotada depois que a agência recebeu um comunicado da própria fabricante relatando o recolhimento voluntário das balas, devido ao risco de contaminação por Salmonella Muenchen.



“O Censo, como qualquer operação estatística, conta com algum nível de imprecisão. Não estamos falando só do censo do Brasil, mas de qualquer censo do mundo. É uma operação muito complexa, com mão de obra gigantesca, com as complexidades que o Brasil tem, pelo nosso tamanho e complexidade territorial, e que envolve muitas camadas. Então é razoável supor que algum nível de erro ocorra”, afirma a pesquisadora do IBGE Juliana de Queiroz.
