A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH), realizará a campanha ‘Não é Não!’ durante o Carnaval da cidade. O objetivo é conscientizar a população contra o assédio e a importunação sexual durante os festejos carnavalescos.
As ações estão programadas para acontecer durante o período de 09 a 13 de fevereiro, tendo início nesta sexta-feira (09), durante o bloquinho ‘Acolher é nossa alegria’, que irá contar com a presença dos usuários da Assistência Social do município.
As equipes da Secretaria Executiva da Mulher, em parceria com a Secretaria de Saúde, estarão com um estande em um dos polos do Carnaval com a distribuição de materiais informativos – em formato de folders, leques e adesivos do “Não é Não!”. A ideia é alertar que importunação sexual é crime e a denúncia precisa ser feita.
Como denunciar:
Independentemente de se tratar de importunação ou assédio sexual, qualquer prática de violação aos direitos da mulher deve ser denunciada. Ao ser vítima de importunação sexual ou presenciar o crime, você pode chamar a Patrulha da Mulher, da Guarda Municipal, através do número: 153; ou procurar a delegacia especializada para fazer o boletim de ocorrência, como a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Petrolina no número: (87) 3866-6625.
Texto: Irislane Pacheco – Assessora de Imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH)
Fotos: Prefeitura de Petrolina






Segundo detalhamento do Censo 2022, do total de endereços, 579,8 mil são relativos a finalidades religiosas, independente de qual seja a crença. Isso inclui igrejas, sinagogas, templos, centro espíritas e terreiros, por exemplo.




A ideia é prestar apoio e viabilizar políticas públicas a comunidades em situação de vulnerabilidade e que são alvos de preconceito. Segundo o secretário de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos, Ronaldo dos Santos, até o momento a caravana escutou famílias das etnias Calon (a mais expressiva do país) e Rom. “A gente precisaria conhecer de perto os povos ciganos, ouvir o que querem dizer, conhecer a diversidade porque muito pouco se sabe sobre esses povos”, afirmou o secretário.

Segundo a Receita Federal, até quarta-feira (24), dos 739.679 processos de opção iniciados, foram atendidos 258.620. Os outros 481.059 permaneciam pendentes por apresentarem irregularidades com a União, estados, Distrito Federal ou município.