Prefeito Cleivynho Sampaio assinará na próxima sexta-feira (14), às 18:30h, na Câmara de Vereadores, a ordem de serviço para o início da construção de uma adutora na região do sequeiro onde estão localizadas as comunidades de Canaã, Tatauí 1, 2, 3, 4, 5 Santa Tereza e Santa Maria.
O projeto, fruto de uma parceria entre o Governo da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), conta com um investimento inicial de mais de R$ 3.201,597,97, sendo R$ 2.880.597,97 como aporte do governo do Estado e R$ 321.000,00 do município. Serão aproximadamente 18 quilômetros, contando com tubulação principal e ramificações. Mais de 300 famílias serão beneficiadas já na primeira etapa da obra.
Assim, a gestão municipal atende a uma antiga reivindicação das Associações de Área de Sequeiro, melhorando as condições de vida para as famílias rurais.
“Quero convidar a todos para comparecerem nesta sexta-feira (14), na Câmara de Vereadores de Sobradinho, para celebrar esta importante conquista. Agradeço ao Governador Jerônimo Rodrigues por atender uma demanda antiga das comunidades de sequeiro do nosso município. A implementação dessa adutora marca não apenas um avanço em termos de infraestrutura, mas também representa a concretização de um sonho para as comunidades rurais de Sobradinho. O início da primeira etapa da obra, é um marco significativo que sinaliza um futuro mais promissor para os moradores locais, que há tempos clamavam por essa melhoria em seu abastecimento hídrico. Já encaminhamos ao Governo do Estado o projeto que prevê a segunda etapa da obra. Essa parceria entre o município e o Governo do Estado, ressalta a importância da união de esforços e recursos para viabilizar projetos que impactem positivamente a vida dos cidadãos. A adutora não apenas beneficiará os agricultores do interior, mas também fortalecerá a economia local e promoverá o desenvolvimento sustentável dessas comunidades,” explicou o Prefeito Cleivynho Sampaio.
O governo federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), vai destinar R$ 5,5 bilhões para a consolidação e expansão das universidades e dos hospitais universitários federais. O investimento é parte do novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e será dirigido à criação de dez novos campi, espalhados pelas cinco regiões do País, e a melhorias na infraestrutura de todas as 69 universidades federais. Além disso, serão repassados recursos para 31 hospitais universitários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), sendo oito novos.
Expansão – Os novos campi serão construídos nas cidades de São Gabriel da Cachoeira (AM); Rurópolis (PA); Cidade Ocidental (GO); Baturité (CE); Estância (SE); Jequié (BA); Sertânia (PE); Ipatinga (MG); São José do Rio Preto (SP); e Caxias do Sul (RS). As localidades foram escolhidas com o objetivo de ampliar a oferta de vagas da educação superior em regiões com baixa cobertura de matrículas públicas nessa etapa de ensino. O investimento na construção das unidades será de R$ 600 milhões.
Consolidação – Para consolidação da rede federal de universidades e melhoria da qualidade da educação superior, serão repassados R$ 3,17 bilhões, destinados a 338 obras, das quais: 223 serão iniciadas; 95, retomadas; e 20, que estão em andamento, concluídas. Com isso, serão beneficiados, direta e indiretamente, mais de 1 milhão de estudantes universitários do Brasil. As obras visam ao fortalecimento da graduação (salas de aula, laboratórios, bibliotecas, auditórios, estruturas acadêmicas e complexos esportivos e culturais) e à assistência estudantil (refeitórios, moradias, equipamentos de saúde e centros de convivência).
Haverá 52 obras nas universidades da Região Norte, totalizando R$ R$ 271 milhões; 116 no Nordeste, com R$ 808 milhões investidos; 76 no Sudeste, com R$ R$ 815 milhões; 58 no Sul, com R$ 322 milhões; e 35 no Centro-Oeste, que vão demandar R$ 205 milhões.
Hospitais universitários – Aos hospitais universitários foi destinado um montante de R$ 1,5 bilhão, em agosto de 2023. Neste ano, o programa de investimentos do governo federal vai garantir recursos adicionais de R$ 250 milhões para os hospitais da Rede Ebserh/MEC, totalizando R$ 1,75 bilhão. O valor será usado para melhoria das condições e do funcionamento dessas unidades de saúde. São 2 hospitais no Centro-Oeste, com um investimento de R$ 66 milhões; 14 no Nordeste, onde o repasse chegará a R$ 572 milhões; 3 no Norte, onde serão investidos R$ 160 milhões; 7 no Sudeste, onde o custo previsto é de R$ 550 milhões; e 5 no Sul, a R$ 385 milhões. Oito hospitais são novos e estão ligados às Universidades Federais de Pelotas (RS); de Juiz de Fora (MG); de Lavras (MG); do Acre; de Roraima; do Rio de Janeiro; de São Paulo; e do Cariri (CE).
Custeio – Além dos investimentos em obras, as instituições de ensino federais serão beneficiadas com novos recursos. Em maio de 2024, o MEC já tinha feito uma recomposição do corte realizado no orçamento, no valor de R$ 347 milhões, sendo R$ 242 milhões para as universidades e R$ 105 milhões para os institutos federais (IFs). Agora, haverá nova ampliação do orçamento, na ordem de R$ 400 milhões, para custeio de despesas das instituições federais de ensino. A suplementação será de R$ 279 milhões para as universidades, que terão um total de R$ R$ 6,38 bilhões para custeio após a ampliação do orçamento. Quanto aos institutos, a ampliação é de R$ 120,7 milhões, com orçamento para custeio chegando a R$ 2,72 bilhões. Esse repasse será destinado ao funcionamento e à manutenção das instituições, podendo ser utilizado em gastos, por exemplo, com contratos terceirizados, serviços concessionários (água, energia etc.) e manutenções e reparos de estruturas.
Assistência estudantil – Para garantir a permanência dos estudantes na educação superior, o MEC também está ampliando o Programa Bolsa Permanência (PBP) em 5.600 novas vagas, por meio de um aporte de mais R$ 35 milhões, o que deixa o programa com um orçamento de R$ 233 milhões (um aumento de 135% em relação a 2022 e de quase 60% em relação a 2023). Com isso, todos os estudantes indígenas e quilombolas de universidades e institutos federais passarão a ser atendidos pelo programa. Atualmente, cerca de 13 mil alunos nesse perfil fazem parte do PBP. A partir deste ano, a cobertura ultrapassará 18 mil beneficiários. O valor da bolsa para esse grupo de estudantes é de R$1.400, desde 2023.
Fortalecimento – Os novos anúncios reforçam uma série de ações que o governo federal vem realizando desde 2023 para o fortalecimento das instituições federais de ensino. No ano passado, o MEC fez um acréscimo de R$ 2,4 bilhões no orçamento das universidades e dos institutos federais, sendo R$ 1,7 bilhão para custeio e R$ 730 em novos investimentos.
Na educação superior e pós-graduação, foi feito um reajuste de bolsas de até 75%, um investimento de R$ 2,38 bi. O MEC também lançou o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) do Ceará; e o ImpaTech, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), no Rio de Janeiro. O Ministério participou da atualização da Lei de Cotas, que permitiu a inclusão de mais de 23 mil estudantes oriundos de escolas pública; tornou o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) um processo seletivo único para o ano todo; lançou o Fies Social, do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), garantindo a 13 mil estudantes um financiamento de 100%; e permitiu a renegociação de dívidas por meio do Desenrola Fies, que já teve 328 mil contratos já renegociados.
Para a educação profissional e tecnológica (EPT), foram anunciados investimentos de R$ 3,9 bilhões, por meio do Novo PAC. O valor vai financiar a construção de 100 novas unidades, que gerarão mais de 140 mil novas vagas, e a consolidação dos 685 atuais campi dos IFs, que comemoraram 15 anos de criação. O MEC ainda retomou o Programa Mulheres Mil, com 54 mil vagas, e iniciou uma série de preparativos para implementar novas ações, após a sanção da lei que criou a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica.
No Brasil, no ano passado, ocorreram 2.089 acidentes elétricos, incluindo choques, incêndios e raios. Em comparação com 2022, quando foram registrados 1.828 casos, houve um aumento de 261 ocorrências. Dos 2.089 casos de acidentes elétricos em 2023, 781 resultaram em óbitos. Esses dados foram compilados no novo Anuário Estatístico de Acidentes de Origem Elétrica, realizado pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos de Eletricidade (Abracopel).
Dos acidentes registrados, 674 foram causados por choque elétrico, 67 por incêndios devido a sobrecarga de energia e 40 por descargas atmosféricas (raios). Um dado que chamou atenção é que os locais com maior incidência de mortes por choque elétrico continuam sendo as redes aéreas, totalizando 418 ocorrências, com 267 mortes. Nas residências, foram registradas 274 ocorrências, resultando em 210 mortes. Entre os acidentes residenciais, 37 mortes foram causadas por fios desprotegidos dentro de casa, 31 por eletrodomésticos e 24 devido à manutenção doméstica inadequada. Esses foram os principais fatores por trás dos acidentes residenciais.
Ainda em relação aos acidentes por choque elétrico, a região Nordeste foi a que registrou o maior número de ocorrências, com um total de 291 acidentes, representando 29,5% do total. Em seguida, vem a região Sul, com 233 casos, seguida pelo Sudeste com 189, Centro-Oeste com 146 e Norte com 127. Em termos de óbitos, a distribuição foi a seguinte: Nordeste (218), Sul (136), Sudeste (118), Centro-Oeste (94) e Norte (108). Isso significa que, no Nordeste, 73 pessoas sobreviveram aos acidentes de choque elétrico, enquanto no Sul foram 97, no Sudeste 71, no Centro-Oeste 52 e no Norte apenas 19.
“Uma notícia preocupante do Anuário deste ano é que o número de registros de mortes por choques elétricos, que em 2022 tinha diminuído, voltou a aumentar, crescendo 13,7% em relação ao ano anterior. No período acumulado de cinco anos (2019-2023), foi observada uma redução de 3,3% no número de fatalidades, entretanto, um aumento de 7,2% no número total de acidentes. Mesmo com a leve redução no número de vítimas, este não é um motivo para comemoração, pois os números continuam elevados”, explica Vinicius Ayrão Franco, presidente da Abracopel.
É importante seguir medidas de segurança ao lidar com eletricidade, como desligar a fonte de alimentação antes de fazer reparos ou manutenções, usar equipamentos de proteção individual adequados e garantir que as instalações elétricas estejam em boas condições. Além disso, é fundamental evitar o contato com água ao manusear aparelhos elétricos e jamais sobrecarregar as tomadas. Em caso de choque elétrico, é importante buscar ajuda médica imediatamente e nunca tentar tocar na pessoa enquanto ela estiver em contato com a corrente elétrica.
Fabio Amaral, sócio-diretor da Engerey, especializada na fabricação de painéis elétricos, ainda ressalta “As pessoas devem estar atentas também a utilização do Dispositivo Diferencial Residual (DR) em instalações elétricas, juntamente com a presença de sistemas de aterramento funcionais, condutores de proteção (fio terra), pontos de tomada e ter uma instalação elétrica que atenda às normas técnicas vigentes. Esses são elementos essenciais para garantir a segurança mínima necessária em instalações elétricas de baixa tensão, e é o que reduzirá as chances de acidentes causados por choques elétricos dentro de casas e edifícios”.
Fábio Amaral, CEO da Engerey
Marco A. Stoppa, dirigente da Reymaster Materiais Elétricos, reforça a importância da seleção adequada de materiais elétricos e da manutenção regular para garantir o funcionamento seguro de toda a instalação.
Além disso, Stoppa também chama atenção para a realização de inspeções periódicas que devem ser conduzidas exclusivamente por profissionais qualificados. “Somente eles podem detectar possíveis falhas e garantir a segurança do sistema elétrico como um todo. A manutenção preditiva em instalações elétricas é comparável a uma revisão de carro: é essencial para o funcionamento ideal a longo prazo e para evitar gastos desnecessários com reparos futuros. Investir em prevenção é investir na segurança e eficiência das instalações elétricas residenciais.”
Em relação à faixa etária, a maioria dos acidentes por choque elétrico envolve pessoas com idades entre 31 e 40 anos, totalizando 286 ocorrências e 182 óbitos. Em seguida, estão as pessoas de 41 a 50 anos, com 192 acidentes, seguidas pelas de 51 a 60 anos, com 97 ocorrências. O especialista observa que, assim como nos Estados Unidos, os acidentes envolvem principalmente indivíduos que trabalham com eletricidade, independentemente de sua experiência no assunto.
Portanto, tanto para Fábio Amaral quanto para Marco Stoppa, é fundamental investir em campanhas educativas e medidas de prevenção voltadas para faixas etárias mais propensas a esses acidentes.
Incidências de choques elétricos
As áreas de geração e distribuição de energia lideraram em incidências de choques elétricos, totalizando 418 casos e 267 mortes. Em seguida, as áreas residenciais foram apontadas como a segunda maior causa de acidentes e fatalidades, com 274 registros, dos quais 210 resultaram em óbito. “É crucial que as pessoas estejam cientes dos cuidados necessários ao lidar com eletricidade em casa e, ao detectarem sinais de problemas, busquem imediatamente ajuda especializada para evitar riscos à sua integridade física e à conservação do patrimônio”, destaca Fábio Amaral.
Segundo a avaliação da Abracopel, os acidentes residenciais geralmente são causados pela energização acidental de equipamentos elétricos com partes metálicas externas, pelo envelhecimento e pela falta de manutenção adequada dos equipamentos, pela ausência de aterramento elétrico adequado e pela falta do dispositivo Diferencial Residual (DR) nas instalações, como indicado pelas investigações.
Importância do Dispositivo Residual
O Dispositivo DR desempenha um papel fundamental na segurança das pessoas e na proteção dos equipamentos elétricos nas instalações. atua detectando correntes de fuga que podem causar choques elétricos ou incêndios, interrompendo instantaneamente o circuito e prevenindo acidentes graves. Essa tecnologia é essencial para garantir um ambiente elétrico seguro e confiável em residências, empresas e outros locais.
No Brasil, o uso do Dispositivo DR é regulado pela norma técnica NBR 5410, que define as condições apropriadas para a instalação elétrica de baixa tensão em edifícios, residências, estabelecimentos comerciais, industriais e outras áreas. Essa norma estabelece diretrizes específicas para garantir a segurança elétrica e a proteção contra choques elétricos, incêndios e outros riscos associados à eletricidade.
Contudo, apesar de ser de uso obrigatório desde 1997, sua exigência não é seguida na maioria das residências, principalmente em construções antigas que não foram modernizadas. Segundo o Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre) apenas 27% dessas edificações possuem DR.
“O dispositivo reconhece que por determinada fiação está vazando um percentual de corrente elétrica diferente do habitual, como no caso de uma criança colocando uma chave na tomada. Assim, o DR desarma os circuitos que estão ligados a ele, interrompendo o choque elétrico”.
Comparativo Internacional
O Brasil registrou 781 mortes por acidentes elétricos em 2023, e se aproxima dos EUA, que tem 1 mil por ano.
Nos Estados Unidos, os acidentes elétricos causam cerca de 1.000 mortes por ano, sendo aproximadamente 400 decorrentes de alta tensão. Em relação aos raios, eles resultam em 50 a 300 mortes anualmente. Essas estatísticas são da National Library of Medicine, a maior biblioteca médica do mundo, operada pelo governo federal norte-americano.
Segundo a instituição, há pelo menos 30 mil incidentes de choque por ano que não resultam em morte. Anualmente, aproximadamente 5% de todas as admissões em unidades de queimados em hospitais nos Estados Unidos são devido a lesões com causas elétricas. Cerca de 20% de todos os acidentes acontecem em crianças (com mais frequência em casa) enquanto em adultos, são mais comuns em ambientes de trabalho e representam a quarta causa de morte traumática relacionada ao trabalho.
A 11ª Feira do Bode de Itamotinga encerrou na tarde deste domingo (9) sendo considerada um grande sucesso, superando as expectativas em termos de público e negócios realizados. O evento foi no Parque Emídio Rodrigues Rosa, no povoado de Cacimba do Silva, e é uma iniciativa da Prefeitura de Juazeiro, através da Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária (Adeap), em parceria com a Cooperativa dos Empreendedores Rurais de Cacimba do Silva e Região (Coopercar) e patrocínio do Banco do Nordeste e governo federal.
O pecuarista, Adailton Almeida, celebrou o sucesso da Feira do Bode de Itamotinga.
“Estamos extremamente satisfeitos com os resultados desta edição. Nós, como produtores, tivemos um espaço de negócios e confraternização que valoriza a nossa caprinovinocultura. Muito conhecimento foi trocado e a participação da comunidade foi essencial,” avaliou o pecuarista.
A inovação no torneio leiteiro e a grande presença de diversas raças, especialmente a Anglo-Nubiana e White Dorper, foram destaques. Melhorias na infraestrutura, como iluminação e disposição dos estandes foram implementadas com base nas demandas da comunidade. A feira também contou com ações específicas de apoio aos produtores, como a coleta de sangue para exames de artrite encefalite caprina (CAE). O evento movimentou significativamente a economia local, desde a venda de produtos até a participação de escolas e comunidades, promovendo a difusão de conhecimento e tecnologia.
O secretário da Adeap, Vinicius Alves, ressalta os resultados positivos da Feira do Bode. “Tivemos cerca de cinco a seis mil visitantes durante os três dias de feira e a participação de mais de trinta expositores de caprinos e ovinos. A feira contribui para o desenvolvimento econômico de várias formas, desde a venda de materiais e alimentos até a movimentação do comércio local, como roupas, perfumes, artesanato e calçado”, destacou o gestor.
A Prefeitura de Juazeiro vem aprimorando a infraestrutura com melhorias implementadas a cada feira, de acordo com as demandas dos pecuaristas. Além disso, oferece a coleta de sangue para exames de CAE aos produtores, reduzindo o custo desses exames para tornar o processo mais acessível. “Tivemos uma grande participação no torneio leiteiro, com muitos animais de alta produtividade, reforçando o apoio da Prefeitura em termos de premiação e incentivo aos produtores. Também destaco a visitação das escolas, como os alunos da Escola Agrotécnica de Juazeiro e a parceria com as universidades que proporcionam um terreno fértil para troca de saberes do campo”, concluiu diretor de pecuária da Adeap, José Wilson Chaves.
Petrolina participou do Dia D da Vacinação contra a Poliomielite, no último sábado (8), registrando um importante avanço na proteção das crianças contra a doença. Mais de mil doses de vacinas do tipo VIP (Vacina Inativada Poliomielite) e VOP (Vacina Oral Poliomielite) foram administradas, totalizando 1.064 doses aplicadas. Esse esforço da Prefeitura Municipal significa mais crianças protegidas contra a poliomielite, uma doença que pode causar graves complicações.
A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença viral que pode levar à paralisia permanente, insuficiência respiratória e, em casos extremos, à morte. A vacina contra a poliomielite está prevista no calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para todas as crianças menores de cinco anos, e é a única maneira eficaz de prevenir a disseminação do vírus, protegendo as crianças de suas consequências devastadoras. A Secretaria de Saúde tem sempre mostrado compromisso com a saúde pública ao realizar ações como essa, na qual disponibilizou 16 pontos de vacinação, abrangendo tanto a zona urbana quanto a rural. Entre os locais de vacinação, destacaram-se as Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de um drive-thru na Avenida da Integração e um ponto no River Shopping.
Esse esforço faz parte de uma estratégia maior da gestão municipal para ampliar a cobertura vacinal das crianças na faixa etária prescrita para a vacinação contra a poliomielite. A mobilização e a ampla disponibilidade de pontos de vacinação são essenciais para garantir que o maior número possível de crianças do município receba a vacina, fazendo com que elas fiquem protegidas e contribuindo para a erradicação da doença. A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite segue até dia 14 de junho.
O sucesso do Dia D de Vacinação contra a Paralisia Infantil em Petrolina é um reflexo do empenho da administração municipal e da comunidade, trabalhando juntos para garantir um futuro saudável para todas as crianças. A prefeitura continua incentivando os pais a manterem o calendário de vacinação dos filhos em dia, reforçando que a prevenção é a melhor forma de combater a poliomielite, e que vacinas salvam vidas.
Foram lançados os editais dos programas de iniciação Científica (PIC) e Tecnológica (PIT). A iniciativa da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), oferece 615 vagas (369 via PIC e 246 pelo PIT) para estudantes de graduação que desejam participar de projetos que envolvem ensino, pesquisa e inovação nos hospitais universitários federais administrados pela Rede Ebserh.
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Destas, 15 serão destinados ao Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), sendo 09 de PIC e 06 pelo PIT. Em ambas as iniciativas, as bolsas dos graduandos selecionados terão a vigência de 12 meses. Ao total, o investimento da Ebserh nas iniciativas é de aproximadamente R$ 5,4 milhões.
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As inscrições dos programas iniciam na segunda-feira, 10, e seguem até o dia 27 de junho. Nos editais estão os links para participação tanto do PIC quanto do PIT. O resultado final de ambos está previsto para 29 de julho.
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Neste ano, 164 bolsas do PIC e 123 do PIT serão direcionadas a ações afirmativas. Dentro do percentual, estão os candidatos com renda familiar bruta inferior a um salário-mínimo (RF), Pessoas Negras ou Pardas (PNP), Pessoas com Deficiência (PCD), Pessoas Indígenas (PI), Pessoas Quilombolas (PQ), e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escola pública.
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Outra novidade do processo é a publicação de editais centralizados para os programas, elaborados pela sede da Ebserh. Haverá um edital único para cada programa, válido para todos os hospitais da rede. As seleções dos bolsistas continuam a cargo dessas unidades.
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Objetivos
Dentre os objetivos do PIT e do PIC, estão a promoção do contato de estudantes de graduação com técnicas e métodos científicos/tecnológicos aplicados à área da saúde, além do estímulo ao desenvolvimento pessoal, profissional e o pensamento crítico do aluno, que será orientado por um(a) pesquisador(a) experiente e atuante em sua área do conhecimento.
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Ambos os programas enfatizam a contribuição para a formação científica e tecnológica de recursos humanos entre os beneficiários de políticas de ações afirmativas; a ampliação do acesso e a integração desses estudantes à cultura científica e tecnológica, além do fortalecimento das políticas afirmativas nas instituições públicas.
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Inclusão e diversidade em números
Promulgada em 2012, a lei nº 12.711 é conhecida com a lei das cotas, e dispõe sobre o ingresso de estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. O documento determina que 50% das vagas deverão ser reservadas aos alunos membro de famílias cuja renda per capita seja igual ou inferior a 1 (um) salário mínimo. Ao aplicar esta mesma proporção, os editais do PIC e PIT mostram-se antenados a esta política.
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O sistema de cotas, após quase 12 anos, permitiu que o número de ingressos no ensino superior da Rede Federal saltasse de 40 mil estudantes em 2012 para 108 mil em 2022. Dados do Governo Federal indicam que, por exemplo, sem as subcotas étnico-raciais, o número de graduandos pretos, pardos ou indígenas seria, em 2019, de 19 mil, e, graças a essa modalidade, 55 mil estudantes passaram a cursar o ensino superior.
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Neste mesmo ano, 45 mil estudantes de baixa renda iniciaram graduações na Rede Federal. Sem as cotas, a quantidade seria reduzida para pouco mais de um terço, 19 mil. Quando se considera pessoas com deficiência, o sistema tornou possível que 6,8 mil PCDs ingressassem nas instituições de ensino federais. Do contrário, seriam apenas 66 pessoas, ou seja, 1% do total.
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Inclusão fomenta diversidade. É o que resume a diretora de Ensino, Pesquisa e Inovação, Cristiane Melo, que ressalta esse primeiro conceito, ao explicar que o uso de cotas já é utilizado no Exame Nacional de Residência Médica (Enare) e, ao fazê-lo no PIC e PIT, permite agregar uma parcela estudantil desfavorecida. “O grande intuito é fazer com que os projetos e processos de estímulo à pesquisa estejam acessíveis a um público diversificado e que muitas vezes não participa desses processos de iniciação científica ou tecnológica, para que eles falem um pouco mais e melhor, trazendo à tona outras visões de mundo e o respeito às diferenças. Enquanto Ebserh, quanto mais pudermos incluir as pessoas, estaremos fazendo isso em todos os projetos que ela se coloca a realizar nas suas unidades hospitalares e na sede”, concluiu.
A cobertura da dTpa, ou tríplice bacteriana acelular, foi de apenas 75% em 2023. Essa é uma vacina aplicada quase exclusivamente em grávidas e deve ser tomada em todas as gestações, justamente para proteger os recém-nascidos da coqueluche. Mas ela também protege a gestante e o bebê contra o tétano e a difteria. Muitas mulheres em fase de gestação, no entanto, não estão se vacinando.
A jornalista e atriz Natália Gadioli, está grávida pela segunda vez e vai tomar a dTpa assim que atingir o tempo recomendado, de 20 semanas de gestação. Ela alerta, no entanto, sobre o que pode estar afastando as gestantes das salas de vacina. “Infelizmente, a gente vê muita fake news, muita desinformação, que tenta assustar as pessoas. E isso acaba prejudicando individualmente e coletivamente. É uma pena, sempre que posso tento combater de alguma forma e defender a vacina para todos. Especialmente nessa fase de gestação, quando é muito importante a gente se cuidar e proteger o bebê”.
O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha, explica que a chamada hesitação vacinal é causada por muitos fatores. O maior deles é a falta de percepção de risco. No auge da pandemia, com 4 mil mortes por dia, todo mundo queria se vacinar contra a covid-19, por exemplo. Hoje, que o número de vítimas é menor, mas ainda soma centenas por semana, é difícil atingir a cobertura das doses de reforço. Cunha chama a atenção para o desafio da comunicação em tempos de infodemia – a pandemia de desinformação. Especialmente porque até profissionais da saúde têm disseminado discurso contra as vacinas, o que tem atingido em cheio as grávidas e os responsáveis por crianças.
“Se eu chego a ter 70%, 75% [de cobertura], significa que tenho ali uns 20% hesitantes. E é com esses hesitantes que a gente tem que falar. Por isso, é preciso preparar muito bem os profissionais da rede, que têm que saber responder, têm que estar bem informados. Se um médico te diz que não deve fazer de jeito nenhum e você chega a uma unidade de saúde e repassa essa informação, como é que o profissional vai questionar isso? Ele tem que estar muito bem informado”, afirma Cunha.
A última vez que o Brasil teve um surto de coqueluche foi em 2014, mas o Ministério da Saúde alertou, na semana passada, que vários países têm registrado aumento de casos e essa onda pode chegar por aqui. Até o começo de abril, foram 31 infecções comprovadas, e mais de 80% delas em bebês de até seis meses. O Sistema Único de Saúde (SUS) também vacina os bebês contra a coqueluche, mas apenas a partir dos dois meses de idade, completando o esquema aos seis meses. Ou seja, as maiores vítimas da coqueluche dependem totalmente da vacinação na gravidez para não adoecer.
Para a ginecologista Nilma Neves, os profissionais que acompanham o pré-natal devem não somente prescrever as vacinas, mas também conferir se elas foram tomadas e questionar as grávidas sobre suas dúvidas e receios. Até porque muitas têm medo de tomar qualquer substância ou remédio e acabar afetando o bebê. Nilma é vice-presidente da Comissão de Vacinas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e chama a atenção para outro grande problema que tem afetado as coberturas vacinais
“As salas de vacinas dos postos de saúde não abrem aos sábados e muitas gestantes trabalham. Ela não consegue ir durante a semana. E até mesmo quando vão fazer o pré-natal, acontece de alguns postos só terem a técnica de enfermagem especializada em vacinas, de manhã ou só à tarde. Então, isso dificulta o acesso da gestante para tomar as vacinas”.
No caso da vacina contra a gripe, nem o chamado Dia D, com aplicação aos sábados, consegue fazer com que a meta de cobertura seja alcançada. Atualmente, as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste estão em campanha. Mais de 1,7 milhão de grávidas fazem parte do público alvo e nem um quarto delas se vacinou. O imunizante protege contra três cepas do vírus Influenza. Ao contrário do que muitos pensam, não é só um resfriadinho. A influenza é um dos principais causadores da Síndrome Respiratória Aguda Grave, que pode levar à morte, especialmente de pessoas vulneráveis, como bebês e grávidas.
Outro grande causador da síndrome é a covid-19, que também pode provocar inflamação em diversas partes do corpo. Há evidências de relação entre a covid e efeitos como aborto espontâneo, restrição de crescimento no útero e parto prematuro. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já identificou que o número de mortes entre grávidas ou pessoas que acabaram de dar à luz nos dois primeiros anos da pandemia foi quase 70% a mais do que o habitual. Ainda assim, a vacina contra a covid-19 encontra grande resistência. Gestantes e puérperas devem tomar a nova vacina monovalente xbb da Moderna, que está sendo aplicada pelo SUS.
A diretora médica de vacinas da América Latina da Adium, farmacêutica que distribui o imunizante no Brasil, Glaucia Vespa, explica por que elas não devem ter medo. “Quando a gente desenvolve uma vacina, temos etapas. A primeira é o que chamamos de pré-clínica, que é quando fazemos as pesquisas no laboratório, aí começamos com a fase clínica que é onde a vacina é estudada em seres humanos. Concluído o desenvolvimento clínico, é feito um dossiê submetido às agências regulatórias. Quando o produto chega [à população], continuamos acompanhando. Por isso, as vacinas não mentem: sua eficácia e segurança são comprovadas em estudos”.
De acordo com o Ministério da Saúde, desde o início da vacinação contra a doença em 2021, quase 2,3 milhões de mulheres se vacinaram. Mas esse número é inferior à previsão de gestantes e puérperas que devem se vacinar somente este ano, cerca de 2,24 milhões. O gerente médico de vacinas da Farmacêutica GSK, Marcelo Freitas, destaca a importância do envolvimento familiar para que a estratégia vacinal das gestantes avance. Quando a família toda se vacina, é mais difícil que um indivíduo fique para trás, além de formar um círculo de proteção para o bebê. No caso da coqueluche, é inclusive recomendada a estratégia Coccoon, ou casulo.
“A coqueluche é uma infecção altamente contagiosa, e sabemos que as pessoas em volta da criança, que convivem mais com ela, têm papel fundamental na transmissão. Coccoon é justamente você cercar a criança de pessoas vacinadas, bloquear a transmissão. É preciso lembrar que as vacinas têm efeito muito importante individualmente – reduzem infecção, impedem a progressão para quadros graves, a hospitalizações e óbitos, mas também têm papel fundamental coletivamente, o de redução de transmissão de doenças em surtos e epidemias”.
O calendário básico de vacinação do SUS também recomenda que as gestantes recebam a vacina contra a hepatite B, caso não tenham sido imunizadas anteriormente, ou completem o esquema de três doses se ele estiver incompleto. Também é preciso iniciar ou completar a imunização com a DT, que protege contra tétano e difteria em três doses, com reforço a cada dez anos.
Nilma Neves reforça que o ideal é que antes mesmo de engravidar, as famílias confiram o cartão de vacinas da gestante. “É muito importante que ela receba a tríplice viral, por exemplo, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e não pode ser tomada na gestação”.
A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, informa que as inscrições para o ‘Lounge da Acessibilidade’ do São João de Petrolina foram prorrogadas até esta quarta-feira (12).
Estão sendo disponibilizadas 20 vagas por cada noite de festa, totalizando 200 vagas. Ainda tem vagas disponíveis em todas as noites, exceto o dia 22 de junho. Para realizar as inscrições é necessário apresentar original e cópia do RG, CPF, comprovante de residência de Petrolina e laudo médico comprovando a deficiência. A documentação deve ser entregue na sede da Secretaria Executiva de Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade (SEDHMA), das 8h às 12h. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (87) 3983-6478.
O ‘Lounge da Acessibilidade’ é um espaço para as pessoas com deficiência aproveitarem os shows do melhor São João do Brasil dentro do ‘PNZ Lounge’ de forma gratuita e com fácil acesso e locomoção.
Serviço:
Inscrições para o Lounge da Acessibilidade
Período: até quarta-feira (12)
Horário: das 8h às 12h
Local: SEDHMA (Avenida Gilberto Freire, S/Nº, Vila Mocó – ao lado do SENAC)
O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (10). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos, a partir das 21h.
O consumidor que for à Ceasa ao longo do dia pode encontrar o cento de banana prata, por R$48,00. A caixa de maçã nacional, com 18 kg, está a R$ 115,00. A caixa de manga palmer, com 26 kg, está a R$ 100,00.
A cotação completa segue anexo em PDF.
Sobre o Mercado do Produtor de Juazeiro-BA
O mercado produtor de Juazeiro é uma referência na região, recebendo produtores de diversas partes do país para comercialização de suas safras. O Ceasa (Centrais de Abastecimento) de Juazeiro é um dos principais locais onde ocorre a comercialização desses produtos, sendo um ponto de referência para o abastecimento de frutas e hortaliças não só para a própria cidade, mas também para outras regiões da Bahia e estados vizinhos.
A alegria, o brilho e a reverência à cultura nordestina marcaram o Concurso de Quadrilhas 2024 e o encerramento da terceira edição do Santo Antônio das Tradições, na Orla II de Juazeiro. Em quatro dias de festa, o evento, promovido pela Prefeitura de Municipal, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), reuniu uma diversidade de artistas da região para celebrar a identidade do povo juazeirense.
Atenta à evolução das quadrilhas, a prefeita Suzana Ramos lembrou a importância de resgatar os festejos juninos para a autoestima da comunidade juazeirense. “É uma felicidade imensa encerrar mais uma edição do Santo Antônio das Tradições com as apresentações belíssimas dessas quadrilhas, inclusive com a participação e premiação de grupos da nossa cidade. Isso representa um resgate da nossa cultura. Juazeiro passou muitos anos sem São João, mas quando chegamos à Prefeitura, resgatamos o Santo Antônio das Tradições e o Concurso de Quadrilhas. Juazeiro é uma cidade muito rica culturalmente e eu fico muito satisfeita em retomar essa festa e ver a alegria das pessoas”, disse a prefeita.
E a alegria dos quadrilheiros contagiou também o público, que lotou a Orla II para assistir às apresentações. Residente em São Paulo, a técnica de enfermagem, Judinilce Gomes Marques, está em Juazeiro visitando a família e se encantou com as quadrilhas. “Foi tudo muito lindo e criativo. Os participantes souberam valorizar muito a cultura regional. Foi maravilhoso e eu estou extremamente agradecida por vivenciar esse momento e por toda essa beleza que eu pude presenciar”, avaliou Judinilce.
Campeãs
Um traço comum entre as quadrilhas apresentadas foi a busca por uma narrativa regional, que contasse a história e as lendas do povo nordestino. Assim, foi a apresentação da grande campeã da noite, a Junina Danado de Bom (Petrolina/PE), que homenageou a Bahia e recebeu o premio de R$ 8 mil. “A Danado de Bom veio com o propósito de homenagear essa terra maravilhosa, onde o Brasil foi descoberto. A Bahia e a nossa capital, foi onde o Brasil começou. Estamos felizes em homenagear os 40 anos da nossa quadrilha na Bahia”, frisou o coordenador da Danado de Bom, Valdemar Nogueira da Silva.
A segunda colocação no concurso ficou com a Junina Majestade (R$ 6 mil), de Petrolina (PE), e o terceiro lugar foi para a Junina Encantos do Vale (R$ 4 mil), de Juazeiro. O concurso também premiou a quadrilha Encantos do vale como Destaque em animação (R$ 2 mil), a melhor rainha (R$ 1 mil) foi da Junina Danado de Bom e o melhor marcador foi da quadrilha Buscapé (R$ 1 mil).
Em 2024, o Santo Antônio das Tradições contou com o apoio cultural das empresas Agrovale e do Mix Mateus.