Pesquisas sobre tecnologia de pós-colheita em sementes, grãos e hortaliças desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido (PPGDiDeS), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), despertaram o interesse da Associação Desafio Integral e Associados (DIA), sediada em Luanda, na Angola, em estabelecer parceria com a Universidade. Esta aproximação com a Univasf resultou na realização de uma visita técnica do professor do PPGDiDeS Acácio Figueiredo no país. Entre os dias 20 e 24 de novembro, o docente realizou reuniões com os produtores agrícolas locais e um treinamento com agricultores de uma comunidade da Província do Bengo, que fica a 30 quilômetros de Luanda.
O convite para a visita técnica aconteceu em setembro deste ano, com o objetivo inicial de aproximar a Associação DIA a uma instituição brasileira, que estivesse inserida no semiárido, para discutir futuras parcerias de treinamento nas comunidades agrícolas de Angola. “A ideia era ter uma reunião com estes produtores e saber quais as nossas pesquisas e resultados publicados que poderiam ser adaptados para a região destas comunidades”, conta o docente. Foram identificadas afinidades com os temas de secagem solar, produção sustentável para hortaliças e estudo do caminho dos alimentos.
O treinamento realizado por Figueiredo teve a participação de 12 agricultores da Província do Bengo e tratou sobre hortas periurbanas, uma agricultura sustentável com o cultivo de plantas perto das cidades, ou seja, próximo do centro de consumo. “Os produtores gostaram muito, fizeram muitas perguntas e ficaram interessados por algumas práticas agrícolas”, relata o professor.
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Figueiredo ressalta a relevância da realização de ações desse tipo, que visem ao compartilhamento de informações com populações de outros países. “É de extrema importância, pois mostra que a pesquisa desenvolvida na Univasf não fica apenas no papel, mas é utilizada para melhorar a vida das pessoas”, afirma. A visita também resultou na prospecção de demandas das comunidades da região de Luanda, com a possibilidade de realização de outras ações a serem desenvolvidas futuramente.
O docente, que também integra o quadro do Colegiado de Engenharia Agrícola e Ambiental (Cenamb), destaca que esta parceria, além de possibilitar o compartilhamento de conhecimentos na área de gestão da qualidade em produtos agrícolas, fortalece o processo de internacionalização da Univasf. “A parceria fortalece uma das atividades fins da universidade que é a divulgação do conhecimento, além de consolidar e colocar na prática o papel da internacionalização em nossa instituição”, ressalta.







As novas diretrizes entram em vigor em dezembro e definem que os relatórios, já previstos na lei, serão elaborados pelo governo com dados fornecidos pelo empregador, em um novo campo no Portal Emprega Brasil, que tratará exclusivamente de informações sobre igualdade salarial e critérios remuneratórios. Também serão usadas informações do Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).



Segundo o Sintect-SP, a luta é por correção de inconsistências deixadas pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no texto do Acordo Coletivo 2023-2024. “Essas inconsistências não eram para existir. Os Sindicatos filiados à FINDECT [Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Correios] as identificaram na minuta do acordo. Mostraram para a direção da ECT e negociaram a correção com o presidente da empresa e seus assessores”, diz a nota.

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