Ademicon marca presença no Bahia Farm Show 2024

As exportações do agronegócio atingiram um valor recorde de US$ 15,24 bilhões em abril de 2024, conforme divulgado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), representando um aumento de 3,9% em comparação com mesmo período do ano anterior. Sempre de olho no setor e atenta às demandas do agro, a Ademicon, maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos, estará no evento Bahia Farm Show 2024, que acontece de 11 a 15 de junho, no município de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia.

A feira contará com a participação de grandes empresas de máquinas, implementos, insumos, aviação e serviços do Brasil. “Nossa presença na Bahia Farm Show é muito estratégica, pois estamos dedicados a oferecer soluções para acelerar o desenvolvimento e a eficiência no setor agrícola. Isso porque o consórcio traz diversas oportunidades para a aquisição de bens e serviços relativos ao segmento”, afirma a CEO da Ademicon, Tatiana Schuchovsky Reichmann.

Pontos positivos do consórcio no agro

O consórcio se destaca como uma solução vantajosa para os produtores e empresários na expansão de seus negócios. Essa forma de crédito, já reconhecida por facilitar a obtenção de equipamentos agrícolas, veículos, imóveis rurais e outros, por não possuir entrada e nem juros, também tem se tornado uma aliada para aqueles que necessitam adquirir estruturas como silos, sistemas de irrigação ou investir em infraestrutura destinada à pecuária, por exemplo.

“Há ainda os que aderem à modalidade para a compra de aeronaves, especialmente voltadas ao manejo da lavoura – aplicação de fertilizantes, sementes, combate às pragas e até combate a incêndios. Já com o consórcio de imóveis, por exemplo, o crédito pode ser utilizado para a aquisição de imóveis rurais, construção de galpões e outras instalações nas propriedades, bem como nas áreas de confinamento e reprodução. Tudo a partir de planos oferecidos de acordo com a necessidade do cliente”, explica a CEO.

Setor aquecido

O desempenho positivo do agronegócio está ainda alinhado com a expansão do setor de consórcio de veículos pesados, que reúne caminhões, tratores, implementos rodoviários e agrícolas no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o consórcio de pesados, que conta com 9,5% de participantes no setor de automotores, apresentou crescimento de 18,6% nos participantes ativos, em abril.

Serviço

Bahia Farm Show 2024

Data: 11 a 15 de junho
Local: BA 020/242 no KM 535, em Luís Eduardo Magalhães-BA

Sobre a Ademicon

A Ademicon tem 33 anos de atuação e é a maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos. A companhia entende o consórcio como uma ferramenta de planejamento financeiro e também um investimento, que possibilita a conquista de bens e serviços com foco na geração de novos negócios, na formação do patrimônio e na realização de projetos de vida dos clientes. Por meio da Ademicon Consórcio e Investimento, a empresa comercializa consórcio nos segmentos de imóveis, veículos (leves e pesados) e serviços. Já com a Ademicon Administradora, outro braço da holding, opera o consórcio de grandes marcas parceiras, como New Holland, Iveco, Librelato, Mitsubishi e Suzuki. Além disso, administra o Consórcio Coxa, resultado da parceria com o Coritiba Foot Ball Club, o Consórcio do Peixe, com o Santos Futebol Clube, o Consórcio SPFC, com o São Paulo Futebol Clube, o Consórcio do Vitória, com o Esporte Clube Vitória, o Compre Náutica, fruto da união com a consultoria de compras de produtos náuticos, e o PopCon Consórcio, da parceria com o Grupo Massa. A companhia também tem parcerias estratégicas com o BTG Pactual e banco BV, a partir das quais oferece o consórcio aos clientes dos bancos. Seu portfólio conta ainda com o home equity, car equity e cota equity, comercializados pela Ademicon Crédito, e seguros. A empresa, que tem atuação nacional e os fundos Treecorp Investimentos e 23S Capital em sua estrutura acionária, conta atualmente com 194 unidades de negócio distribuídas em 22 estados e no Distrito Federal.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta terça-feira, 11 de junho

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O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta terça-feira (11). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos, a partir das 21h.

O consumidor que for à Ceasa ao longo do dia pode encontrar o saco de maxixe, com 10 kg, por R$ 130,00. A caixa de chuchu, com 20 kg está a R$ 60,00 . A caixa de caju, com 20 kg, está a R$ 100,00.

A cotação completa segue anexo em PDF.

SAD implanta nova ferramenta para facilitar o Cadastro de Fornecedores

Para aumentar a celeridade e a eficiência nas contratações públicas, a Secretaria de Administração (SAD), por meio da Secretaria Executiva de Transformação Digital (SETD) e da Gerência de Suporte as Contratações Públicas (GESUC), implantará uma ferramenta de peticionamento eletrônico para o Cadastro de Fornecedores do Estado de Pernambuco (CadFor). Operacionalizado via Sistema Eletrônico de Informações (SEI), a funcionalidade entrará em operação na próxima segunda-feira (03 de junho).

A novidade permitirá às empresas, cadastradas como usuários externos no SEI, iniciar processos ou inserir documentos em processos já existentes de forma simples e ágil. Desta forma o peticionamento eletrônico permitirá que os próprios fornecedores do Governo do Estado enviem os documentos em formato digital, individualmente, como um checklist, evitando inconsistências e retrabalho.

Além disso, a ferramenta aumenta a celeridade na execução das atividades e encaminhamentos internos dos servidores da SAD. “Temos um ganho importante com essa ferramenta em termos de fluidez e rastreabilidade, uma vez que as etapas internas foram aperfeiçoadas e sintetizadas, agilizando o fluxo do início ao fim”, ressalta Nayllê Siqueira, secretária Executiva de Contratações Públicas da SAD, área responsável pelo CadFor.

Para o gerente de Suporte às Contratações Públicas, Pedro Leite, “o objetivo principal desta inovação no Cadastro de Fornecedores (CADFOR) é proporcionar uma experiência mais independente aos fornecedores, permitindo que eles próprios gerenciem e acompanhem seus processos de cadastro. Esta mudança não apenas otimiza o procedimento de inscrição no cadastro de fornecedores, mas também confere maior autonomia aos usuários externos, reduzindo a dependência de canais de comunicação tradicionais, como e-mails”, afirmou.

A chefe do Núcleo de Inovação de Serviços ao Cidadão da SETD, Vanessa Cândido, enfatiza os ganhos de produtividade com a digitalização do processo. “O peticionamento eletrônico possibilita que o cidadão dê entrada em processos de forma 100% digital, sem a necessidade de se dirigir ao órgão. Agilizamos o retorno dos processos para os cidadãos e temos um melhor controle das solicitações por meio de indicadores”, destaca.

No site da SAD, em Cadastro de Fornecedores, há um Guia explicativo sobre o novo fluxo, bem como instruções de cada etapa e acesso.

Sobre o peticionamento eletrônico — A ferramenta possibilita que pessoas cadastradas e habilitadas como usuárias externas do SEI possam iniciar processos ou inserir documentos em processos que já existem. Atualmente, o peticionamento eletrônico já está disponível para processos de Usucapião Extrajudicial.

Sobre o SEI — O Sistema Eletrônico de Informação (SEI) foi criado e cedido gratuitamente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Em Pernambuco, a gestão da ferramenta é compartilhada entre a SAD e a ATI.

Mercado Popular de Petrolina é uma ótima opção de compras de presentes para o Dia das Mães

O próximo domingo (12) será marcado pelas comemorações alusivas ao Dia das Mães. E como tradição, filhos e filhas presenteiam aquela a quem dedicam amor e carinho. Nessa busca por algo especial, uma opção de compras em Petrolina é o Mercado Popular Jonas Amaro Ferreira, localizado na Rua Dom Vital, área central da cidade. Lá é possível encontrar roupas, calçados, eletroeletrônicos e artesanato.

Há 24 anos trabalhando no comércio informal, a senhora Rita Dias criou uma pequena loja de roupas. “O Dia das Mães nos traz uma expectativa bastante positiva de fluxo. Estamos aqui com muitas opções lindas de roupas e de tamanhos variados. Além do mais, aqui os preços são bem acessíveis, diferente de grandes lojas, onde os produtos muitas vezes têm valores mais elevados. Aqui é possível encontrar opções de presente para todos os bolsos, sem comprometer a qualidade do produto”, ressaltou Rita.

Também atuando com venda de roupas, a comerciante Silvaneide Lima ressalta as expectativas de vendas nesse período de datas comemorativas. “A gente tem percebido um comportamento positivo do consumidor. Acredito que teremos um crescimento em relação ao ano passado. Ao escolher comprar com a gente aqui, não apenas encontrarão o presente perfeito, mas vocês também estarão apoiando os pequenos empreendedores locais”, pontuou Silvaneide.

O Mercado Popular Jonas Amaro Ferreira é organizado e fiscalizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs), e funciona de segunda-feira a sexta-feira, de 8h às 18h, e, excepcionalmente neste sábado (11), funcionará das 8h às 15h. O local reúne cerca de 196 comerciantes.

Finep apresenta oportunidades de financiamento para empresas em Petrolina

Um evento para impulsionar a ciência, tecnologia e inovação, além da criação de oportunidades de financiamento para empresas de Petrolina. Este é o Finep Day, que o SENAI Petrolina vai receber no próximo dia 16, às 9h.

O evento, em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão) e a FIEPE, vai apresentar as chamadas públicas do Finep Mais Inovação, bem como as linhas de financiamento para crédito e programas de investimento da Finep Mais.

Na primeira parte da programação, estarão no foco do Finep Day empresas em parceria com ICTs: energias renováveis, bioeconomia, cadeias agroindustriais renováveis, mobilidade urbana, resíduos, saneamento e moradia, tecnologias digitais, semicondutores e aviação sustentável. No segundo momento, serão apresentadas as linhas de financiamento.

Segundo estimativas do Finep Day, um total de R$ 500 milhões em investimentos estão disponíveis em crédito, numa parceria da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) com o Banco do Nordeste por meio do InovaCred. Este montante pode chegar aos R$ 41 bilhões até 2026. A aplicação dos recursos deve focar nos temas prioritários da nova indústria do Brasil, como inteligência artificial, combustíveis sustentáveis, hidrogênio de baixa emissão de carbono, sementes sintéticas para cana-de-açúcar, entre outros.

De acordo com o diretor de inovação e tecnologia do SENAI- PE, Oziel Alves, o Finep Day chega a Petrolina para fomentar a competitividade e a inovação nas empresas do Vale do São Francisco. “O evento tem o objetivo de estabelecer uma ponte entre os recursos oferecidos pela Finep e os empreendedores que desejam investir em seus negócios, visando melhorar seus processos produtivos, ampliar ganhos e reduzir custos”, pontua.

As inscrições podem ser realizadas pelo Sympla por meio do link: https://www.sympla.com.br/finep-day-petrolina__2446501

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além do SENAI – que atua na formação profissional e oferece serviços de metrologia e ensaios, consultorias e inovação – conta ainda com a FIEPE, o SESI e o IEL. A Federação realiza a defesa de interesse do setor produtivo e contribui com o processo de internacionalização das indústrias. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. Já o IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

Por: CLAS Comunicação & Marketing

Caixa leiloa mais de 50 imóveis na região Nordeste com descontos de até 50%

Na terceira fase do leilão, que teve início em março, a Caixa Econômica Federal, em parceria com a Globo Leilões – referência no país -, está leiloando 226 imóveis com descontos de até 50% em todo o país. Deste total, 52 oportunidades, entre apartamentos, casas e terrenos, estão localizadas na região Nordeste. As ofertas estarão liberadas a partir das 10h00 do dia 2 de maio, por meio do site https://globoleiloes.com.br/.

Neste leilão, o pagamento deve ser feito exclusivamente à vista, embora em alguns casos seja possível utilizar o FGTS como parte do valor. No entanto, é essencial verificar as condições específicas para cada lote.

Todos os imóveis estarão livres de dívidas, garantindo uma aquisição segura e transparente para os interessados. Nesta terceira fase, os lances são ainda mais reduzidos e as condições se tornam mais flexíveis, ampliando as oportunidades para os participantes.

“A oportunidade deste leilão abre caminho não só para investidores, mas também para aqueles que almejam realizar o sonho da casa própria por um preço mais convidativo”, ressalta Joabe Balbino, leiloeiro da Globo Leilões, com mais de duas décadas de experiência no mercado imobiliário.

Especificamente no Nordeste, estão disponíveis imóveis em Alagoas (2), Bahia (3), Ceará (6), Paraíba (14), Pernambuco (13), Piauí (5), Rio Grande do Norte (7) e Sergipe (2). Entre as opções disponíveis, uma casa localizada em Itaberaba, BA, com 259,35 m² de área total, três quartos e quatro vagas de garagem, com valor a partir de R$ 200 mil. Em Maceió, AL, um apartamento de 71,75 m² de área total, dois quartos, área de serviço, dois banheiros e vaga de garagem, com lance inicial de R$ 64 mil. Já em Jaboatão dos Guararapes, PE, um apartamento de 91,78 m² de área total, com três quartos, área de serviço, dois banheiros e vaga de garagem, por R$ 288 mil.

Os interessados em opções de outras localidades, podem conferir os demais lotes distribuídos pelas regiões Norte – Pará (8), Rondônia (1) e Tocantins (1) -, Centro-Oeste – Goiás (28) e Mato Grosso (6) -, Sudeste – Espírito Santo (2), Minas Gerais (38), Rio de Janeiro (17) e São Paulo (37) – e Sul – Paraná (12), Santa Catarina (2) e Rio Grande do Sul (22). No total, são 136 apartamentos, 80 casas e 10 terrenos.

“Com minha vasta experiência em leilões ao longo dos anos, percebo que em períodos de alta demanda, a competitividade no mercado se intensifica naturalmente. Portanto, estar atento às oportunidades é essencial para assegurar um negócio vantajoso. Nesta terceira fase do leilão, as expectativas estão altas, e essa é uma excelente oportunidade para investidores em busca de bons negócios”, ressalta Cássia Balbino, leiloeira da Globo Leilões.

Empreendedores do Sertão aproveitam 11ª ExpoRajada para ampliar negócios

A produção de ovinos e caprinos é uma das atividades econômicas mais importantes do Sertão do São Francisco. A espécie de fácil adaptação compõe uma população de quase 2,1 milhões de cabeças, segundo dados da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Essa importante atividade econômica ganhou um evento especialmente dedicado a fomentar os negócios. É a 11ª Exporajada, que acontece entre os dias 19 e 21 de abril, no Distrito de Rajada, em Petrolina. Para muitos empreendedores apoiados pelo Sebrae/PE na região, o evento traz oportunidades como turbinar os lucros, conquistar novos clientes e adquirir novos conhecimentos para aperfeiçoar a produção.

A ExpoRajada é voltada para a comercialização de ovinos e caprinos de alto padrão genético e à divulgação de técnicas de produção de rebanho de boa genética. Aberto ao público, o evento reúne também representantes de instituições ligadas ao setor agropecuário e produtores – incluindo criadores de ovinos que atuam com melhoramento genético, com apoio do Sebrae/PE. A Unidade Regional do Sebrae em São Francisco, cuja sede é em Petrolina, também terá um estande na feira com exposição de produtos, jogos temáticos e palestras sobre temas como “Sanidade do Rebanho”.

Para muitos produtores, a feira marca a estreia no mercado da ovinocultura. Este é o caso dos jovens empreendedores de artesanato em couro, ligados à Escola Estadual Malaquias Mendes da Silva do Distrito de Rajada, que devem comercializar os produtos nesse evento pela primeira vez. Prestes a concluírem o Ensino Médio, muitos deles já preocupados com a geração de renda, encontraram neste setor uma chance de faturar. Para a ExpoRajada, eles vão levar bolsas, carteiras masculinas e femininas, porta-celular e porta-moeda, além dos acessórios para vaquejada.

Os jovens estudantes identificaram o potencial econômico e aprenderam a lidar com o artesanato em couro ao participar do Programa Agente Local de Inovação (ALI), promovido pelo Sebrae/PE. O analista do Sebrae/PE Gledson Mattos considera que a ExpoRajada traz benefícios de curto, médio e longo prazo para os produtores. “A feira é uma possibilidade de acesso aos mercados que acaba gerando negócios, mesmo após o seu encerramento. O produtor lucra em dinheiro e em conhecimento sobre como produzir um rebanho de alto padrão genético”, ex

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quarta-feira, 17

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (17). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos, a partir das 21h.

O consumidor que for à Ceasa ao longo do dia pode encontrar o saco de cenoura, com 20 kg, por R$ 100,00. O cento de laranja está a R$ 45,00. A caixa de jiló, com 20 kg, está a R$ 90,00.

A cotação completa segue anexo logo abaixo em PDF.

Sobre o Mercado do Produtor de Juazeiro-BA

O mercado produtor de Juazeiro é uma referência na região, recebendo produtores de diversas partes do país para comercialização de suas safras. O Ceasa (Centrais de Abastecimento) de Juazeiro é um dos principais locais onde ocorre a comercialização desses produtos, sendo um ponto de referência para o abastecimento de frutas e hortaliças não só para a própria cidade, mas também para outras regiões da Bahia e estados vizinhos.

 

Procura por peixes na Semana Santa movimenta tradicional mercado central em Petrolina

Semana Santa chegou e os petrolinenses já começaram a se movimentar para garantir o tradicional peixe da Sexta-feira da Paixão e da Páscoa. Os comerciantes da Praça do Peixe estão na expectativa de aumento das vendas neste período.

Os pescados mais procurados podem ser encontrados em diferentes valores. Quem for até o local, pode comprar Tambaqui, Dourado, Tilápia, Piau, Surubim e Bacalhau, os preços estão variando entre R$ 25,00 e R$ 50,00.

Cerca de cinco famílias comercializam os pescados na Praça. Durante a quaresma a procura aumenta cerca de 50%, por ano são comercializadas aproximadamente 15 toneladas de peixe. “Começamos a semana bem movimentada e a procura está boa. Estamos abastecendo nosso setor com peixes de qualidade e bem frescos”, pontuou dona Dalva.

Funcionamento – A Praça do Peixe fica localizada na Rua Coronel Amorim, Centro. Esta semana, o espaço vai funcionar até quinta-feira (28), das 6h às 14h. Na Sexta-feira Santa (29) não haverá funcionamento, os atendimentos serão retomados no sábado (30).

Brasil bate recorde de receita e exportação com manga produzida no Nordeste

Em 2023, a manga brasileira atingiu a marca história de US$ 315 milhões de faturamento em exportações.

Volume exportado foi de 266 mil toneladas, 15% maior em relação ao ano anterior.
Vale do São Francisco respondeu por mais de 90% da produção, especialmente Bahia (47,36%) e Pernambuco (45,42%).

Quebra de safra no Peru e aumento do preço internacional estão entre as causas.
Ano de 2024 começou ainda melhor que 2023: 24,5 mil toneladas ante 16,8 mil t no ano passado.

As exportações de manga brasileira atingiram marcas históricas em 2023, gerando um faturamento de aproximadamente US$ 315 milhões. O valor ultrapassou os US$ 249 milhões de 2021, o ano mais rentável até então. Os volumes exportados tiveram um aumento de 15% em relação ao ano anterior, com cerca de 266 mil toneladas. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e foram reprocessados pelo Observatório do Mercado da Manga da Embrapa.

Cerca de 93% da manga exportada pelo País foi oriunda do Vale do São Francisco, na região Nordeste, em especial nos estados da Bahia e Pernambuco, que respondem por 47,36% e 45,42% da exportação, respectivamente. O restante veio dos estados de São Paulo (3,25%), Rio Grande do Norte (2,54%) e Ceará (0,79%).

Os bons resultados foram alcançados mesmo tendo uma leve redução na produção nacional em 2023, que foi estimada em 1,2 milhão de toneladas – pouco menos que os 1,5 milhão de toneladas do ano de 2022.

De acordo com o coordenador do Observatório do Mercado da Manga, o pesquisador João Ricardo Ferreira de Lima, da Embrapa Semiárido (PE), o sucesso da exportação nacional da fruta se deu devido a diversos fatores. Ele destaca, em especial, a quebra de safra causada pela onda de calor que afetou outros países concorrentes, como Peru e o Equador, aliada à possibilidade de produção de frutas no Vale do São Francisco durante todos os meses do ano.

Lima ressalta que, no segundo semestre, o Brasil apresentou menor produção, o que, combinado com a demanda internacional robusta, acabou elevando os preços para o produtor.

Foi assim que a empresa Agrodan conseguiu um “aumento substancial na receita e no lucro”, de acordo com seu diretor-presidente Paulo Dantas (foto à esquerda), depois de ter passado por um dos piores anos da história – 2022 –, principalmente em função da guerra na Rússia e Ucrânia. Em 2023, o preço médio de venda e também o lucro anual da empresa cresceram em torno de 40%, mesmo tendo exportado igual volume de mangas em relação ao ano anterior.

A empresa enviou para o exterior 30 das 33 mil toneladas de manga que produziu em cerca de 1,3 mil hectares de área plantada. Todas as fazendas são localizadas na bacia do Rio São Francisco, nos municípios de Belém do São Francisco, em Pernambuco, e em Curaçá e Abaré, na Bahia. Embora tenha a intenção de crescer no mercado interno, cerca de 97% da receita da empresa ainda é de exportação.

Perspectivas para 2024
De acordo com Lima, “a tendência para 2024 aponta para um primeiro semestre com preços favoráveis e exportações em alta, mas com menor volume de frutas produzidas na região”. Somente nesses dois primeiros meses do ano foram exportadas 24,5 mil toneladas. Em 2023, no mesmo período, foram 16,8 mil toneladas. Isto representa um aumento de 45,6% em relação ao ano anterior.

“Esse ano começou muito melhor. De janeiro a março já está sendo bem melhor que foi o segundo semestre do ano passado”, afirma o produtor Paulo Dantas, lembrando que esta é, ainda, uma consequência da quebra de safra no Peru, em função dos eventos climáticos naquele país. “Com essa redução do volume do Peru, os preços subiram muito, e isso incentiva o pessoal a exportar mais”, analisa.

Segundo dados do Observatório da Manga, a variedade Palmer, mais exportada nos meses de janeiro e fevereiro desse ano, teve preço ao produtor de até R$ 5,50, enquanto em fevereiro de 2023 os preços estavam em aproximadamente R$ 1,90.

“A torcida é pra que continue assim”, brinca Dantas. Já o pesquisador da Embrapa avalia que, “para o segundo semestre, espera-se um aumento na produção, porém sujeito a condições climáticas que podem afetar tanto o Brasil quanto outros grandes produtores como Peru, Equador, México e Espanha”. Lima considera, no entanto, improvável que se repita o cenário extremamente favorável de 2023.

A manga no Brasil e no mundo
O Brasil ocupa a sexta posição entre os maiores produtores mundiais de manga, atrás apenas da Índia (26 milhões de toneladas), Indonésia (4,1 milhões), China (3,8 milhões), Paquistão (2,8 milhões) e México (2,5 milhões de toneladas).

Cerca de 80% da produção nacional de manga é destinada ao consumo interno, e 20% vai para o mercado internacional. O principal mercado da manga brasileira é a União Europeia, com o maior volume indo para a Holanda (45,3% em 2023), devido ao porto de Roterdã. O segundo país que mais comprou a manga brasileira foi os Estados Unidos, com 18,35%, seguido da Espanha (17,93%), Reino Unido (6,06%) e Portugal (3,95%).

Apesar de a manga estar presente em todo o País, as regiões mais relevantes para o mercado são o Nordeste e o Sudeste, que concentram 99% da produção nacional. Entre essas, destaca-se especialmente o Nordeste, com 82% da produção.

A região Nordeste lidera o mercado de manga não somente pelo volume de produção, como também pela elevada produtividade. “Enquanto a média nacional é de 20 toneladas por hectare, de acordo com Lima, a região do Vale do São Francisco, que abrange parte dos estados de Pernambuco e Bahia, apresentam produtividade média superior a 30 toneladas por hectare. Em áreas mais adensadas, a produtividade supera as 50 toneladas por hectare”.

A produção de manga no Nordeste também é responsável por mais de 11,5 mil empregos, enquanto o Sudeste não passa de 500 empregos. Nos últimos anos, a região também impulsionou um crescimento considerável da oferta, tendo dobrado sua área plantada em menos de uma década, aliado ao aumento na densidade dos pomares.

“Essa expansão, no entanto, resultou em um desequilíbrio entre oferta e demanda. Com um consumo per capita de aproximadamente dois quilos por ano, o Brasil enfrenta um excedente de oferta, o que impacta negativamente nos preços tanto no mercado interno quanto externo”, avalia Lima.

De acordo com o pesquisador, uma das principais vantagens competitivas da região é a produção contínua ao longo do ano, graças à irrigação, à abundância de sol durante todo o ano no Semiárido e muita tecnologia. Já o Norte de Minas Gerais e São Paulo concentram suas colheitas em meses específicos. “Isso é favorável porque os mercados exigem constância na oferta e quando qualquer região ou país tem quebra de safra, o Vale do São Francisco tem condições de abastecer o mercado.”

O sucesso do Nordeste
O agrônomo e pesquisador da Embrapa Semiárido Francisco Pinheiro Neto, explica que o que torna a mangicultura do Semiárido competitiva é a associação de fatores como as condições climáticas da região, a disponibilidade de água e infraestrutura para irrigação, com a aplicação de tecnologias apropriadas para a cultura nesse ambiente.

Segundo ele, as altas temperaturas médias associadas aos baixos índices pluviométricos registrados na região semiárida – concentrados em períodos específicos do ano – proporcionam o rápido desenvolvimento das plantas e menor ocorrência de problemas fitossanitários.

Somado a isso, o intenso uso de tecnologias permite uma elevada produtividade, englobando estratégias de manejo eficiente de água, manejo de podas no decorrer das diferentes fases fenológicas da cultura, do processo de indução floral – que permite o planejamento da produção em qualquer época do ano -, a nutrição mineral – que proporciona a disponibilização dos nutrientes necessários durante as etapas de desenvolvimento das plantas e de produção dos frutos – e o controle das principais doenças detectadas na região.

Para a pesquisadora e chefe-geral da Embrapa Semiárido, Maria Auxiliadora Coelho de Lima, a contribuição determinante da pesquisa científica e tecnológica é um diferencial no estabelecimento da mangicultura no Semiárido, bem como o desempenho crescente obtido ao longo dos anos, tornando-a referência de produtividade e qualidade.

Ela ressalta que “o investimento em tecnologia é marcado também pela modernização e constante atualização dos sistemas de produção, orientados para os preceitos de sustentabilidade, atendendo aos rigorosos protocolos de certificação de diferentes países”.

Observatório do Mercado da Manga
Visando oferecer subsídios para as decisões estratégicas dos produtores de manga, a Embrapa faz uma compilação de dados, a partir de diferentes bases, e oferece um serviço de análise deles, disponibilizando semanalmente as informações na forma de gráficos.

“Com essas informações facilmente acessíveis, os produtores conseguem acompanhar os preços, a evolução do comportamento do mercado e as tendências e sazonalidades, o que pode auxiliar na tomada de decisão, por exemplo, sobre as melhores semanas para produzir”, afirma o coordenador do Observatório do Mercado da Manga, João Ricardo Lima (foto à esquerda).

Para os dados sobre exportações, o Observatório utiliza informações do ComexStat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Para cada mês, são inseridas informações como o volume exportado, receita de exportação e o preço da caixa com quatro quilos.

Já para os dados do mercado interno, as informações utilizadas são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), organizados em diferentes gráficos – um para a variedade Tommy e outro para Palmer.

O Observatório também analisa dados gerais da cultura, como produção, produtividade, área plantada, entre outros, com base na Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).