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Caixa leiloa mais de 50 imóveis na região Nordeste com descontos de até 50%
Na terceira fase do leilão, que teve início em março, a Caixa Econômica Federal, em parceria com a Globo Leilões – referência no país -, está leiloando 226 imóveis com descontos de até 50% em todo o país. Deste total, 52 oportunidades, entre apartamentos, casas e terrenos, estão localizadas na região Nordeste. As ofertas estarão liberadas a partir das 10h00 do dia 2 de maio, por meio do site https://globoleiloes.com.br/.
Neste leilão, o pagamento deve ser feito exclusivamente à vista, embora em alguns casos seja possível utilizar o FGTS como parte do valor. No entanto, é essencial verificar as condições específicas para cada lote.
Todos os imóveis estarão livres de dívidas, garantindo uma aquisição segura e transparente para os interessados. Nesta terceira fase, os lances são ainda mais reduzidos e as condições se tornam mais flexíveis, ampliando as oportunidades para os participantes.
“A oportunidade deste leilão abre caminho não só para investidores, mas também para aqueles que almejam realizar o sonho da casa própria por um preço mais convidativo”, ressalta Joabe Balbino, leiloeiro da Globo Leilões, com mais de duas décadas de experiência no mercado imobiliário.
Especificamente no Nordeste, estão disponíveis imóveis em Alagoas (2), Bahia (3), Ceará (6), Paraíba (14), Pernambuco (13), Piauí (5), Rio Grande do Norte (7) e Sergipe (2). Entre as opções disponíveis, uma casa localizada em Itaberaba, BA, com 259,35 m² de área total, três quartos e quatro vagas de garagem, com valor a partir de R$ 200 mil. Em Maceió, AL, um apartamento de 71,75 m² de área total, dois quartos, área de serviço, dois banheiros e vaga de garagem, com lance inicial de R$ 64 mil. Já em Jaboatão dos Guararapes, PE, um apartamento de 91,78 m² de área total, com três quartos, área de serviço, dois banheiros e vaga de garagem, por R$ 288 mil.
Os interessados em opções de outras localidades, podem conferir os demais lotes distribuídos pelas regiões Norte – Pará (8), Rondônia (1) e Tocantins (1) -, Centro-Oeste – Goiás (28) e Mato Grosso (6) -, Sudeste – Espírito Santo (2), Minas Gerais (38), Rio de Janeiro (17) e São Paulo (37) – e Sul – Paraná (12), Santa Catarina (2) e Rio Grande do Sul (22). No total, são 136 apartamentos, 80 casas e 10 terrenos.
“Com minha vasta experiência em leilões ao longo dos anos, percebo que em períodos de alta demanda, a competitividade no mercado se intensifica naturalmente. Portanto, estar atento às oportunidades é essencial para assegurar um negócio vantajoso. Nesta terceira fase do leilão, as expectativas estão altas, e essa é uma excelente oportunidade para investidores em busca de bons negócios”, ressalta Cássia Balbino, leiloeira da Globo Leilões.
- Serviço: Leilão online
- Data: 02 de maio, a partir das 10h
- Contato: (11) 3181-6109 | (11) 94490-6874 | https://globoleiloes.com.br/
Tarifa zero para uvas brasileiras na União Europeia amplia competitividade e abre novas oportunidades de exportação
A partir desta sexta-feira (1º), a uva brasileira passa a contar com tarifa de importação zerada para entrada no mercado da União Europeia, com o início da vigência provisória da etapa comercial do Acordo União Europeia–Mercosul. A medida representa um marco para a fruticultura nacional e fortalece a competitividade da uva brasileira em um dos mercados mais estratégicos e exigentes do mundo.
O Acordo União Europeia–Mercosul é um tratado de livre comércio firmado entre os países do Mercosul, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e os 27 países da União Europeia, com o objetivo de facilitar o comércio, ampliar investimentos e criar regras mais previsíveis para os negócios entre os blocos. Embora sua vigência ainda seja provisória, já permite que benefícios comerciais, como a redução tarifária, comecem a ser aplicados enquanto o acordo segue em tramitação para aprovação definitiva pelos parlamentos europeus.
A nova fase do acordo prevê a eliminação gradual de tarifas para cerca de 93% dos produtos exportados pelo Mercosul à Europa em até dez anos. Já neste primeiro momento, cerca de 39% dos produtos agropecuários brasileiros passam a ter tarifa zero, especialmente aqueles em que o Brasil já possui forte presença internacional, como a uva.
Em 2025, a uva brasileira manteve trajetória de crescimento no mercado internacional. Segundo dados do setor, os embarques superaram mais de 62 mil toneladas, crescimento de 5,62% comparado ao ano de 2024, com faturamento de US$ 158,7 milhões. O bom desempenho reforça a importância da cadeia produtiva dentro do agronegócio nacional e evidencia o potencial de expansão diante de novas condições comerciais.
A produção brasileira de uva tem papel estratégico na fruticultura nacional, com forte impacto econômico, social e geração de empregos no campo. De acordo com os dados mais recentes do setor, Pernambuco lidera a produção nacional, com 755,2 mil toneladas e participação de 41,5% do volume total produzido no país, consolidando o protagonismo do Vale do São Francisco na produção de uva de mesa voltada ao mercado interno e à exportação. Em seguida, o Rio Grande do Sul responde por 686,6 mil toneladas, o equivalente a 37,7% da produção nacional, com forte presença tanto na indústria de vinhos e sucos quanto no mercado in natura.
O cenário reforça a força da cadeia produtiva brasileira e a capacidade de abastecimento contínuo, fator estratégico para ampliar a competitividade da uva nacional no mercado internacional.
A Europa já figura entre os principais destinos da uva brasileira, com destaque para mercados como Países Baixos (Holanda), Reino Unido e Espanha. Além do consumo direto, alguns países funcionam como plataformas logísticas de redistribuição para outros mercados europeus, ampliando o alcance da fruta brasileira dentro do continente.
Para o diretor executivo da Abrafrutas, Eduardo Brandão, a nova condição comercial fortalece a posição do Brasil no mercado europeu.
“O Brasil já é reconhecido pela qualidade e regularidade da sua produção, e a retirada da tarifa amplia nossa competitividade frente a outros grandes exportadores mundiais. É uma oportunidade concreta de crescer em volume, ampliar mercados e gerar mais valor para toda a cadeia produtiva”, afirma.
Segundo ele, o momento também reforça a importância de agendas ligadas à sustentabilidade e à conformidade com os padrões internacionais.
“O consumidor europeu está cada vez mais atento à origem do alimento, às práticas ambientais e à responsabilidade social na produção. O Brasil está preparado para atender essa demanda e seguir avançando”, completa.
Além da uva de mesa, que teve a tarifa de 11,5% zerada imediatamente com a entrada em vigor da fase comercial do acordo, outras frutas estratégicas da pauta exportadora brasileira também serão beneficiadas pela redução gradual de tarifas no mercado europeu.
O abacate terá sua tarifa de 4% eliminada em até quatro anos; limão e lima, que atualmente enfrentam tarifa de 12,8%, terão desgravação total em sete anos; o melão e a melancia, hoje taxados em 8,80%, também terão tarifa zerada no mesmo prazo; e a maçã terá a alíquota de 10% eliminada em até dez anos.
Conselho da Petrobras aprova volta da distribuição de gás de cozinha
A Petrobras informou, na noite desta quinta-feira (7), que o conselho de administração da estatal aprovou a volta ao negócio de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente chamado de gás de cozinha ou botijão.
A empresa tinha aberto mão do setor durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022). Em 2020, a companhia vendeu a empresa Liquigás para dois grupos privados: Copagaz – Distribuidora de Gás S.A. e a Nacional Gás Butano Distribuidora.
No comunicado desta quinta-feira, a empresa não detalha como seria à volta ao mercado de distribuição de gás, por exemplo, se seria na venda direta de botijão para consumidores residenciais.
A decisão estratégica acontece em um cenário em que o governo, principal acionista e controlador da estatal, tem manifestado preocupação com o preço do botijão de gás.
No fim de maio, durante a inauguração de obra da transposição do Rio São Francisco, em Cachoeira dos Índios, sertão da Paraíba, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expôs a contrariedade com o preço do botijão que chegava às famílias.
“A Petrobras manda o gás de cozinha a R$ 37. Quando é que chega aqui? Cento e dez reais, R$ 120, tem estado que é R$ 140. E eu posso dizer para vocês que está errado. Vocês não podem pagar R$ 140 por uma coisa que custa R$ 37 da Petrobras. Está certo que tem o custo do transporte, mas não precisa pagar tanto”, reclamou na ocasião.
Privatização em 2020
No governo passado, quando decidiu pela privatização da Liquigás, o então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendia que a estatal estava abrindo mão de atuação em determinadas áreas para se concentrar na redução de dívidas e na exploração e produção de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas.
À época, a Liquigás tinha presença em todos os estados, 23 centros de operação e uma rede de aproximadamente 4,8 mil revendedores autorizados. A subsidiária da Petrobras detinha 21,4% de participação de mercado, ou seja, de cada cinco botijões vendidos, um era da Liquigás.
Gasolina
A venda direta de gasolina, ou seja, nas bombas dos postos, não foi citada pela decisão do conselho de administração. Também no governo anterior, a estatal decidiu pela venda da BR Distribuidora para a Vibra Energia S.A. ─ também com a justificativa em otimizar o portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia.
A venda incluiu licença para a compradora manter a marca BR até 28 de junho de 2029. Ou seja, apesar da exibirem a marca BR, os postos espalhados pelo país não são de propriedade da companhia, que assinou também um termo de non-compete (sem competição, no jargão dos negócios), impedindo a companhia de concorrer com a Vibra. A Petrobras é apenas fornecedora do combustível.
Em janeiro de 2024, no entanto, a Petrobras comunicou à Vibra que não tem interesse em renovar a licença para uso da marca após 2029. “A não renovação da licença permitirá a eventual avaliação de novas estratégias de gestão de marca e oportunidades de negócios para a Petrobras”, justificou a estatal.
Em maio, a presidente da petrolífera, Magda Chambriard, lamentou o fato de a Petrobras não atuar mais na venda diretamente nas bombas e lamentou ver postos com bandeira BR vendendo combustíveis com preços mais caros do que ela considera justo.
“Nos preocupa, sim, ter a nossa marca divulgada e espalhada pelo Brasil, vendendo uma gasolina acima do preço, incorporando margem”, declarou.
Lucro e dividendos
A decisão do conselho de voltar à distribuição de gás de cozinha foi no mesmo dia em que a Petrobras anunciou o balanço do segundo trimestre de 2025. A empresa registrou lucro líquido de R$ 26,7 bilhões. O resultado é 24,3% menor que o apurado no trimestre anterior, mas superior ao do mesmo período de 2024, quando a companhia teve prejuízo de R$ 2,6 bilhões.
A empresa anunciou também a distribuição de R$ 8,66 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) para acionistas. Tanto os dividendos como os JCP são formas de uma empresa dividir parte do lucro com os acionistas.
No caso da Petrobras, o governo federal deve receber cerca de 29% do valor, uma vez que detém essa proporção das cotas. Outros 8% vão para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), banco público de fomento do governo federal.
Edição: Agência Brasil
IP Vale do São Francisco inicia degustações técnicas dos vinhos
O dia 29 de outubro de 2024 é um novo marco na história da vitivinicultura tropical. É nesta data que iniciam as degustações técnicas dos vinhos que visam à obtenção do selo da Indicação Geográfica de Procedência (IP) Vale do São Francisco. A primeira sessão será realizada das 14h às 17h no Laboratório de Enologia do Senac Petrolina (PE), onde um comitê de degustação formado por profissionais do setor fará uma rigorosa avaliação sensorial de amostras de vinhos.
“Estamos a um passo de colocar essa certificação à disposição dos consumidores de vinho”, comenta o vice-diretor do Conselho Regulador da IP Vale do São Francisco, o enólogo Rodrigo Fabian. “A indicação de procedência é um ganho para todos: para os produtores, que garantem que o vinho tenha origem e controle de qualidade; e para o consumidor, que terá a certeza de que o vinho passou por um comitê de degustação, foi aprovado e apresenta qualidade. Com isso, o setor, a sociedade e o consumidor saem ganhando”, complementa.
O rigor da IP Vale do São Francisco
Todo o processo de aprovação na IP Vale do São Francisco é gerido pelo Conselho Regulador. Trata-se de um órgão constituído de acordo com os estatutos do Instituto do Vinho do Vale do São Francisco (Vinhovasf), associação privada e sem fins lucrativos que reúne as vinícolas da região delimitada.
Dessa comissão, participam quatro membros entre as vinícolas associadas, dois representantes de instituições técnico-científicas com conhecimento em viticultura e enologia, e mais um representante de órgãos de divulgação ligado ao setor vitivinícola nacional. São eles: Miguel Almeida (Vinícola Terranova), Rodrigo Fabian (Tropical Vitivinícola), Ricardo Henriques (Vinícola Rio Sol), Mateus Pogeere (Zanrolenzi Bebidas), Ana Paula Barros (IFSertãoPE – Instituto Federal do Sertão Pernambucano), Patrícia Coelho (Embrapa Semiárido) e Paula Theotonio (Jornal Correio).
A prova dos vinhos, no entanto, é somente uma das etapas avaliativas. As amostras são analisadas ainda quanto à adequação aos padrões vitícolas e enológicos estabelecidos no Caderno de Especificações Técnicas da IP, e também passam por análises físico-químicas laboratoriais.
Esses dados são arquivados em uma plataforma digital própria, desenvolvida para otimizar o processo desde a inscrição das amostras, seguindo à risca o Plano de Controle do Caderno de Especificações Técnicas. “Esse documento é basicamente a espinha dorsal da IP, e seguir essas diretrizes de ponta a ponta é fundamental”, comenta o secretário executivo da IP Vale do São Francisco, o enólogo Euclides Neto.
Quando um vinho é aprovado em todas as fases, recebe do Conselho Regulador um Atestado de Conformidade, que qualifica o vinho à obtenção do selo.
Tipicidade dos vinhos da IP Vale do São Francisco
Indicações geográficas (IGs) são ferramentas de propriedade industrial que identificam a origem de um produto ou serviço, atribuindo-lhe valor, reputação e identidade própria. No mundo do vinho há várias reconhecidas, como Champagne e Vinhos Verdes.
No Brasil há dois tipos de IGs, que precisam ser registradas junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A Indicação de Procedência (IP) é mais abrangente e se aplica às regiões demarcadas que se tornaram reconhecidas pela produção ou extração de um determinado produto/serviço. A Denominação de Origem (DO), por sua vez, designa produto/serviço cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.
Protocolada em 2020 pelo Vinhovasf junto ao INPI e aprovada em novembro de 2022, a IP Vale do São Francisco é o resultado de um trabalho de duas décadas de organização do setor. Os estudos para tipificação da região demarcada envolveram o próprio Vinhovasf, Embrapa Semiárido, Embrapa Uva e Vinho, Universidade de Caxias do Sul e Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE).
“Esse tempo foi necessário porque nossa região é realmente singular e precisava ser caracterizada, sem sombra de dúvidas, não apenas na elaboração dos vinhos, mas também na demonstração do porquê e de como são diferentes”, avalia o presidente do Vinhovasf, José Gualberto de Freitas Almeida, que acompanhou a criação da IP desde o início dos anos 2000.
A IP Vale do São Francisco é a primeira a englobar vinhos finos e espumantes elaborados em zonas tropicais do globo. Nessas regiões, pode ocorrer mais de um ciclo vegetativo da videira por ano, diferentemente de vinhos elaborados em áreas temperadas. No Vale, isso é possível graças à irrigação e ao clima tropical semiárido, com temperaturas elevadas que viabilizam a produção de uvas e vinhos de janeiro a dezembro, com até duas safras e meia por videira. Além, ainda, de possibilidades de colheitas escalonadas ao longo do ano nas diferentes parcelas de vinhedos.
Essa indicação geográfica é a primeira no Brasil fora da região Sul e a integrar municípios de dois estados: Lagoa Grande, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista, em Pernambuco; e Casa Nova e Curaçá, na Bahia.
Atualmente, nove empresas vitivinícolas estão associadas ao Vinhovasf e podem submeter seus vinhos à avaliação do Conselho: Vinícola Bianchetti Tedesco, Vinícola Quintas de São Braz, Vitivinícola Santa Maria (Rio Sol), Vinícola Terroir do São Francisco (Garziera), Vinícola Tropical (Fazenda Milano), Vinícola Vale do São Francisco (Botticelli) e Vinícola Zanlorenzi em Pernambuco; e Vinícola Terranova (Miolo Wine Group) e Vinícola VSB (Vinum Sancti Benedictus) na Bahia.
Os vinhos da região apresentam características bem variadas, devido inclusive às diferenças nas safras dentro de um só ano. Vão desde brancos leves de aromas florais a barricados com nuances de frutas tropicais e de caroço, passando por rosés diversos, tintos leves e jovens e chegando até aos mais encorpados, aptos ao envelhecimento, com aromas de frutas vermelhas ou negras maduras. Os espumantes, por sua vez, são na maioria jovens, secos, demi-sec (meio-secos) ou moscatéis.
Vale do São Francisco: crescimento imobiliário exige corretores mais preparados e atentos às oportunidades
Combinando belezas naturais, produção agrícola pujante e uma valorização imobiliária crescente, o Vale do São Francisco tem se consolidado como um dos mercados mais promissores do país. Cidades como Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) lideram esse movimento, impulsionadas por um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico, expansão da infraestrutura e crescimento do turismo.
Localizada estrategicamente entre Salvador e Recife, a região se destaca pelo dinamismo do setor agroindustrial, com destaque para a exportação de frutas como uva, manga e para a produção de vinhos que já conquistam reconhecimento internacional. Esse crescimento tem impulsionado a procura por imóveis residenciais, comerciais e rurais, abrindo um leque de oportunidades para investidores — e, principalmente, para os profissionais do setor imobiliário.
A valorização dos imóveis acompanha o ritmo do desenvolvimento. Com a chegada de novos empreendimentos constantes e melhorias em infraestrutura, o Vale do São Francisco se firma como um território fértil para investimentos estratégicos.”
Nesse cenário, cresce também a responsabilidade dos corretores de imóveis, que precisam estar capacitados para atender um público cada vez mais exigente e diverso — desde o investidor urbano em busca de rentabilidade até o empresário rural que deseja expandir suas terras produtivas.
Para o professor e corretor Túlio Malta, a qualificação profissional é fundamental nesse cenário promissor. Diretor da escola de formação de profissionais de TTI, a Interface, ele destaca a importância de profissionais especializados para atuar no setor que mais cresce na região. Não basta conhecer o imóvel. O corretor precisa entender o potencial econômico da região, as tendências de mercado e os perfis de clientes. Esse conhecimento é o que transforma uma oportunidade em venda concretizada”, conclui Túlio
Além da força do agronegócio, o turismo de experiência — com destaque para o enoturismo e o ecoturismo — aquece o mercado de hospedagem e imóveis de temporada. A nova malha aérea regional, que inclui o voo direto Recife–Petrolina anunciado recentemente, fortalece ainda mais a posição do Vale como polo de conexão nacional e internacional.
Com imóveis ainda abaixo do valor praticado em capitais nordestinas e uma perspectiva clara de valorização, o momento é ideal não apenas para quem deseja investir, mas também para os corretores que querem se destacar no setor, se especializando e ampliando sua atuação em uma região de alta competitividade e transformação.
O Vale do São Francisco é uma joia do semiárido brasileiro — hoje, é sinônimo de oportunidade, e os profissionais preparados serão protagonistas desse novo ciclo de crescimento.
Petra e Black Princess conquistam medalhas de ouro e bronze na III Copa Sul-Americana de Cerveja
Cervejas especiais do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – conquistaram medalhas de ouro e bronze na III Copa Sul-Americana de Cerveja, um dos principais concursos internacionais de cerveja realizado no Brasil, em Bento Gonçalves (RS). Na noite de premiação realizada na sexta-feira (06), a Petra Origem Premium ganhou a medalha de ouro na categoria American-Style Dark Lager, enquanto a Black Princess Doctor Weiss conquistou bronze na categoria South German-Style Kristal Weizen.
Organizado pela Revista da Cerveja, a premiação reconhece os melhores rótulos da América do Sul, que são analisados às cegas por um corpo de jurados formado por especialistas nacionais e internacionais. As análises das cervejas seguem critérios rigorosos da Brewers Association e do Beer Judge Certification Program (BJCP), que consideram características como estilo, proposta, aroma e qualidade sensorial, garantindo imparcialidade e excelência técnica.
“Temos muito orgulho de ver o reconhecimento da qualidade de nossas cervejas especiais em um evento tão importante para o mercado sul-americano. A Doctor Weiss é uma cerveja premiadíssima, tanto nos concursos nacionais quanto em internacionais, um sucesso. Já a Petra Origem Premium mostra a criatividade de nossos mestres cervejeiros em harmonizar uma cerveja que é doce e amarga ao mesmo tempo, perfeita para quem aprecia uma bebida mais intensa”, comenta Cristiane Rosa, Head de Marketing Categorias e Consumer Insights do Grupo Petrópolis.
Nos últimos anos, as cervejas do Grupo Petrópolis ganharam mais de 40 prêmios em concursos nacionais e internacionais e os rótulos especiais têm forte presença nessa lista. Este ano, a Doctor Weiss recebeu medalhas de ouro e prata nos Concursos Brasileiros de Cerveja de Santa Catarina. Em 2023 e 2022, ela ganhou medalha de bronze no Brasil Beer Cup, um dos maiores concursos técnicos de cervejas da América Latina. A Doctor Weiss também já conquistou dois prêmios internacionais: medalha de ouro no Australian International Beer Awards (2019) e melhor cerveja brasileira no World Beer Awards no Reino Unido (2018), ambos na categoria South German-Style Kristal Weizen. A Petra Origem Premium também tem recebido prêmios nos últimos anos, como a medalha de bronze no Concurso Brasileiro de Cerveja de Blumenau (SC), o mais tradicional concurso de cerveja do país.
Conheça mais dos rótulos premiadas:
Black Princess Doctor Weiss
A Black Princess Doctor Weiss é uma cerveja de trigo com coloração dourada brilhante e espuma extremamente cremosa, reconhecida pelo frescor, leveza e sabor marcante. Com notas frutadas e de especiarias que são percebidas tanto no aroma quanto no paladar, apresenta amargor de 16 IBU, teor alcoólico de 5,2% e corpo médio no estilo Kristall Weizen. Na degustação manifesta notas de maltes especiais, ideal para harmonizar com frutos do mar, peixes e torta de banana como sobremesa. Os copos ideais para apreciá-la são: Pint e Weizen.
Petra Origem Premium
A Petra Origem Premium recebeu, no ano de seu lançamento, o prêmio London International Awards. É uma cerveja escura com sabor encorpado em uma mistura de doce e amargo, que apresenta leve aroma de malte torrado – quase achocolatado ou cafeinado. Elaborada com água de Petrópolis, malte europeu torrado e malte claro de alta qualidade, possui amargor de 13 IBU e teor alcoólico de 4,4% no estilo Dark American Lager, perfeita para quem aprecia uma cerveja mais intensa. Para apreciá-la da melhor forma, os copos americano, caldereta e lager são ideais.
Petrolina se consolida como uma das melhores cidades do Brasil para fazer negócios no agro
Petrolina, no Sertão de Pernambuco, tem se destacado nacionalmente como um dos principais polos do agronegócio brasileiro. Com forte vocação para a fruticultura irrigada e uma cadeia produtiva cada vez mais estruturada, o município reúne condições estratégicas que o colocam entre os destinos mais promissores do país para investir no setor de agronegócios.
Localizada às margens do Rio São Francisco, a cidade abriga um dos mais importantes perímetros irrigados do Brasil, o que possibilita a produção agrícola durante todo o ano. Petrolina é referência na produção e exportação de frutas, especialmente manga e uva, que chegam a diversos mercados internacionais, fortalecendo a economia local e ampliando a presença do Vale do São Francisco no cenário global.
Além das condições naturais favoráveis, o município conta com uma infraestrutura logística estratégica, com aeroporto internacional, malha rodoviária que facilita o escoamento da produção e proximidade com importantes centros de distribuição. Esses fatores tornam Petrolina um ambiente atrativo para investidores, produtores e empresas ligadas ao agronegócio.
Outro diferencial é o ambiente de inovação e conhecimento presente na região. Instituições de pesquisa, universidades e centros tecnológicos desenvolvem soluções voltadas para o campo, contribuindo para o aumento da produtividade e da competitividade das cadeias produtivas.
Esse cenário também é reconhecido nacionalmente. No ranking “Melhores Cidades para Fazer Negócios”, elaborado pela Urban Systems e publicado pela revista Exame no ano passado, Petrolina foi apontada como a melhor cidade do Brasil para fechar negócios na área.
A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, também atua no fortalecimento do ambiente de negócios, incentivando a atração de investimentos, apoiando produtores e promovendo o município em feiras e eventos nacionais e internacionais do setor.
Com produção consolidada, tecnologia no campo, logística estratégica e forte presença no mercado internacional, Petrolina reafirma sua posição como um dos principais territórios do agronegócio brasileiro e um destino estratégico para quem deseja investir e crescer no agro.
Pernambuco transforma talento em oportunidade. SEDEPE anuncia empreendimentos que irão representar Pernambuco na Fenearte 2026
Empreendimentos da economia solidária conquistam espaço na Fenearte 2026, levando identidade, tradição e inovação para novos mercados
O talento, a criatividade e o compromisso com a sustentabilidade já têm lugar garantido na Fenearte 2026. A Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco (SEDEPE) divulgou, nesta terça-feira (12), o resultado final da seleção dos Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) que irão compor o estande institucional da pasta na 26ª edição do evento, que será realizada de 8 a 19 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco.
Ao todo, 20 empreendimentos foram escolhidos por meio de chamada pública para participar gratuitamente da feira, uma conquista que valoriza iniciativas marcadas pela qualidade, inovação e compromisso com práticas sustentáveis. A ação reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com o fortalecimento da economia criativa e do empreendedorismo solidário em todas as regiões do estado.
O secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Diogo Alexandre, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento da economia solidária no estado.
“Participar da Fenearte é uma oportunidade transformadora para esses empreendimentos. Estamos falando de iniciativas que carregam identidade, tradição e inovação e que, agora, terão a chance de ampliar seus mercados e fortalecer sua atuação. Essa seleção reforça o nosso compromisso em apoiar quem empreende de forma coletiva e sustentável, gerando renda e desenvolvimento em todas as regiões de Pernambuco.”
Mais do que uma feira, a Fenearte é um espaço de oportunidades reais, onde talentos ganham visibilidade, histórias são valorizadas e produtos alcançam novos públicos, promovendo conexões e ampliando mercados.
O secretário executivo de Micro e Pequena Empresa e Fomento ao Empreendedorismo, Sandoval Figueiredo, também ressaltou o impacto da ação.
“A presença desses empreendimentos na Fenearte representa mais do que visibilidade: é a abertura de novos caminhos para o crescimento sustentável. Estamos fortalecendo pequenos negócios que fazem a diferença em seus territórios, estimulando a geração de renda, a autonomia e o protagonismo de quem constrói a economia solidária no dia a dia.”
RESULTADO FINAL
Conheça os 20 empreendimentos selecionados para representar a economia solidária pernambucana no estande institucional da SEDEPE durante a Fenearte 2026:
ATELIER ALUIZIO FERNÃ
A SANTOS MACRAMÊ
ASSOCIAÇÃO DE MULHERES PRODUTORAS DE CULTURA E ARTE DE ABREU E LIMA
ANA FONTOURA PONTILHISMO
ASSOCIAÇÃO DA AGRICULTURA E RENDA FAMILIAR NOVO CAJUEIRO
ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃOS DE FEIRA NOVA
ASSOCIAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS BEM VIVER
ASSOCIAÇÃO DOS APICULTORES DE SERRA TALHADA
ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES PRODUTORAS DE OLINDA
ATELIÊ MAR ARTES
BELAS ARTES
COLETIVO CULTURAL PLANT’ ART
FORMIGAS EM AÇÃO
FLOR DE CHITA
INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL DA SERRA GRANDE
JUVENTUDE ARTESÃ
MARIA’S ACESSÓRIOS
REDE SOLIDÁRIA DE ARTERRECICLADORES E ARTESÃOS DE PERNAMBUCO
SONHO DE BISCUIT
V&G PRODUTOS ARTESANAIS
FENEARTE
Em cada peça, uma história. Em cada artesão, a força de Pernambuco que transforma talento, tradição e identidade em oportunidades e desenvolvimento. Em 2026, mais uma vez, o estado reafirma sua potência criativa e cultural diante do Brasil e do mundo.
Texto: Mônica Dias
Foto: Gabriel Santana
Gerência de Comunicação: Mônica Dias
Fonte: SEDEPE










