Abrafrutas realiza posse da nova diretoria durante a Fruit Attraction São Paulo

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) realizará, no próximo dia 25, às 17h, a cerimônia de posse da nova diretoria. O evento acontecerá durante a Fruit Attraction São Paulo, reunindo autoridades, produtores, exportadores e representantes do setor em um coquetel institucional no estande da entidade.

Realizada em meio à programação da Fruit Attraction São Paulo, a cerimônia ganha ainda mais relevância ao se inserir em um ambiente onde o setor se encontra, troca experiências e gera negócios. A escolha do momento e do local reflete a atuação da Abrafrutas em estar próxima dos principais movimentos da fruticultura, fortalecendo conexões e impulsionando novas oportunidades para as frutas brasileiras no mercado global.

A Abrafrutas inicia um novo ciclo sob a liderança de Waldyr Promicia, que assume a presidência em um momento de expansão e maior protagonismo da fruticultura brasileira no cenário internacional. Com trajetória consolidada no agronegócio, o novo presidente chega com o compromisso de dar continuidade ao trabalho construído pela entidade, fortalecendo sua atuação institucional e ampliando as oportunidades para o setor.

“Assumir a Abrafrutas é assumir a responsabilidade de representar um setor que vem crescendo e ganhando cada vez mais espaço no mundo. A entidade tem um papel fundamental nessa construção, conectando produtores, abrindo mercados e dando voz à fruticultura brasileira. Nosso desafio agora é seguir avançando, com diálogo, união e visão de futuro, para ampliar oportunidades e consolidar ainda mais a presença das nossas frutas no cenário internacional”, afirma Waldyr Promicia.

A cerimônia de posse simboliza essa transição e marca o início de uma nova etapa, construída sobre os avanços recentes do setor. A nova diretoria assume com o compromisso de manter o ritmo de crescimento, ampliar a competitividade e seguir fortalecendo a presença da fruticultura brasileira no mercado global.

Nova diretoria da Abrafrutas

  • Presidente: Waldyr Sérgio Promícia
  • Vice-Presidente: Luiz Eduardo Raffaelli
  • Diretor Administrativo: Moisés Lopes de Albuquerque
  • Diretor Financeiro: Paulo Álvaro Roriz Dantas
  • Diretor Comercial: Roberto Cavalcanti de Morais Júnior
  • Diretora de Marketing: Adriana Ribeiro do Prado
  • Diretora de Relações Institucionais: Lara Teobaldo Secchi Coelho
  • Diretor de Relações Internacionais: Nelson Mayrinck Cabral da Costa Filho
  • Diretor Técnico: Edson Luiz Brok
  • Diretor de Logística: Bruno Carneiro Farias
  • Diretora de ESG: Priscilla Nasrallah

Conselho Fiscal:

  • Ulisses Brambini Rivolta de Oliveira
  • Amrit Mohanani

Suplentes:

  • Fernando Barbosa Ferreira
  • Adriano Daniel Thielke

Crystal Ice lança bebida inédita sabor caju, feita com suco da fruta do Nordeste

A Crystal, marca do Grupo Petrópolis, lança uma novidade no mercado de bebidas prontas para o consumo: a Crystal Ice Caju. A novidade chega ao mercado como a primeira bebida pronta, ou RTD (na sigla em inglês, ready to drink), feita com suco de caju proveniente de produtores do Nordeste.

Com distribuição a partir de abril, a bebida será comercializada em todo o território nacional, com foco no Nordeste do Brasil. Como o caju é uma fruta muito apreciada na região, os estados do Nordeste irão receber cerca de metade da produção do Crystal Ice Caju. O novo produto passa a integrar a linha Crystal Ice, que já conta com os sabores Limão, Frutas Vermelhas e Frutas Amarelas.

Com sabor leve e refrescante, a Crystal Ice Caju é um drink produzido com vodca, saquê e o suco natural de caju, com 5% de teor alcoólico.  A escolha do sabor reforça a proposta da marca em valorizar a regionalidade e os ingredientes brasileiros, destacando uma fruta típica do Nordeste e com forte valor cultural e afetivo.

A categoria de bebidas prontas para consumo tem registrado um crescimento nos últimos anos. Em 2025, o segmento foi o que mais cresceu entre todas as categorias de bebidas alcóolicas em comparação com o ano anterior, com aumento de 11% em volume, segundo dados da Nielsen. Até 2030, a expectativa é que o mercado global de RTDs movimente cerca de US$ 85 bilhões, impulsionado principalmente pelos novos hábitos de consumo da Geração Z. A tendência reflete a busca dos consumidores por praticidade e novas experiências de consumo. O novo lançamento da linha Crystal Ice acompanha essa tendência.

“Estamos lançando um novo sabor de Crystal Ice acompanhando a tendência do crescimento de RTDs em todo o mercado de bebidas alcóolicas. Como estratégia da companhia, queremos reforçar as nossas marcas nessa categoria para atrair novos consumidores e estamos muito felizes com o lançamento exclusivo do sabor caju, uma fruta típica do Nordeste”, aponta Cristiane Rosa, Head de Marketing de Categorias e Consumer Insights do Grupo Petrópolis. “Além disso, o uso do suco da fruta de caju vinda do Nordeste reforça nosso olhar para a valorização de ingredientes nacionais e para a diversidade de sabores do país”, conclui.

A Crystal Ice Caju será produzida nas fábricas de Itapissuma (PE), Boituva (SP), Uberaba, Teresópolis (RJ) e Rondonópolis (MT), e estará disponível em garrafa transparente de 275ml, com uma tampa que não necessita de abridor.

Energia solar se torna a grande aposta em 2024 para a redução de gastos com energia elétrica e ampliação do uso da energia limpa entre os consumidores

É verdade que um sistema mínimo ainda chega a custar entre R$ 12 mil a R$ 15 mil, entretanto as empresas do segmento como, a Nordeste Solar Engenharia com sede em Sento – Sé/BA, bancos e até os governos, têm iniciado estudos e organizado incentivos financeiros para promover a expansão deste tipo energia, limpa, renovável e inesgotável.

A energia solar é uma fonte de energia renovável que tem ganhado cada vez mais espaço na matriz energética do Brasil e em muitas partes do mundo. Considerada uma forma ambientalmente limpa de geração de energia, pois não emite poluentes na atmosfera, a energia solar pode ser considerada uma fonte de energia inesgotável, uma vez que é um recurso oferecido pela natureza.

E em se tratando do Nordeste, especificamente do Sertão nordestino, a matéria prima para a produção da energia solar existe de sobra. Fonte de energia promissora e com grande potencial de crescimento, com o avanço da tecnologia, espera-se que os custos de produção diminuam e que a capacidade de armazenamento aumente, tornando a energia solar ainda mais acessível e eficiente.

Segundo o empresário Luís Vinícius Bispo, que criou a Nordeste Solar Engenharia em plena pandemia, os sistemas de energia fotovoltaica conquistou o mercado porque além de uma série de vantagens, são implantados sob medida para cada cliente.

“O projeto é feito sob medida para o cliente e se adequa à realidade de cada projeto solicitado. Então o tamanho depende do consumo de cada cliente que varia de 250 Kwts até projetos gigantes, de 30 a 40 mil kwts. Por exemplo, se tem um cliente que consume média de 130 Kwts por mês e ele quer colocar um sistema para dispor de dois ar-condicionados em casa, o projeto vai se adequar a essa realidade”, explicou o empresário Luís Vinicius é jovem, mas promissor neste mercado. Sua empresa atende todo o Nordeste.

Conforme Luís, a Nordeste Solar Engenharia nasceu em fevereiro de 2022 em Sento Sé/BA, no Norte da Bahia, com um cenário sanitário e econômico, incertos também. Mas ele diz que não pensou duas vezes quando apostou no segmento e escolheu abrir o negócio em sua terra natal pelo potencial que Sento Sé possui especialmente na matéria prima utilizada na produção da energia fotovoltaica.

Portanto, o empresário concorda com as projeções dos analistas do setor que realmente o avanço da energia solar integrará um mercado bastante aquecido em 2024. E se ele já cresceu de uma maneira tão rápida sem essa projeção tão bem definida, deve acompanhar as boas energias das previsões para o mercado de energia solar e atender ainda mais consumidores, promovendo o crescimento de sua empresa, gerando mais empregos e compromisso com o meio ambiente.

“A gente já preparava a nossa expansão física em 2024 com a instalação de duas novas unidades da marca com uma loja em Petrolina e outra em Fortaleza. Na Bahia, além de Sento – Sé e todo o Norte baiano, temos atendido demandas de sistemas para a região de Brumado e Feira de Santana, mas o foco da Nordeste é toda a região”, considerou Luís Vinícius.

Na avaliação do jovem empresário, além de trazer economia na conta de luz, a energia solar proporciona conforto, fora ser energia limpa fruto de uma matriz renovável de uma fonte inesgotável.
“Por isso que empresas como a nossa vem tendo resultados tão positivos e em tão pouto tempo. A gente não mediu esforços para colocar a empresa no mercado. Temos ainda que consolidar o negócio, mas temos um diferencial por atuar bem próximo ao nosso cliente, procurando não deixa-lo na mão após a instalação do sistema. Nosso acompanhamento é constante”, assinalou o empresário baiano.

ENERGIA SOLAR AINDA CUSTA CARO?

O custo da energia solar no Brasil ainda é considerado elevado, principalmente devido ao alto custo dos equipamentos e da instalação, isso é fato. Mas, conforme Luís, o valor de um sistema fotovoltaico varia conforme diversos fatores, tais como a complexidade e o tamanho da instalação.

Em uma análise no mercado, feito por nossa reportagem, vimos que para imóveis de pequenas dimensões, o valor médio de se dispor de energia solar em casa, varia entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. No entanto, Luís Vinícius revela que é importante ressaltar que o custo da energia solar vem diminuindo nos últimos anos, tornando-a cada vez mais acessível.

“É uma aposta extremamente certeira e não provoca surpresas nas contas de luz. Seja residencial seja empresarial. É um ganhou econômico importantíssimo. Um valor que se paga comparado com a taxa mínima das concessionárias de energia”, acrescentou Luiz Vinícius Bispo.

O empresário acredita que com o avanço da tecnologia, os custos de produção devem diminuir e a capacidade de armazenamento vai aumentar, tornando a energia solar ainda mais acessível e eficiente. Além disso, Luís Vinícius aposta em incentivos financeiros por parte dos governos, o que deverá promover a geração de energia solar por meio de políticas públicas.

“Pra mim o maior benefício da energia solar é a qualidade de vida, além de ambientalmente necessária, claro, proporciona redução de custos com energia”, complementa.

POTENCIAL CRESCENTE

De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a energia solar representa apenas 1,9% da matriz elétrica no Brasil. Um número ainda baixo perto da energia hídrica, principal fonte de energia utilizada no país, com 59,3%.

No entanto, estudos das entidades relevam uma estimativa de que, em 2050, a energia solar irá ultrapassar a energia hídrica e se tornar a principal fonte, quando chegará a 32,2% da eletricidade gerada, enquanto a gerada a partir da água diminuirá até chegar a 30,2%.

“Tenho dito que esse é um mercado tímido ainda. Temos ainda muito a crescer e proporcionar a alguém que durante 20 anos de vida nunca pode colocar um ar-condicionado em casa porque energia elétrica é cara. Agora com a energia solar, está tendo esse conforto. Sem falar que ainda ajudamos na promoção de um mundo mais sustentável e livre de CO2”, concluiu Luís Vinícius.

Sobre a Nordeste Solar Engenharia

A Nordeste Solar Engenharia, empresa especializada em sistemas solares fotovoltaicos, inaugurou seu escritório de engenharia e vendas na cidade de Sento Sé/BA, reforçando seu compromisso com a economia, a sustentabilidade e o conforto no ambiente corporativo. Localizada na Rua 7 de Setembro, número 34, no centro de Sento Sé, esse novo anexo tem por objetivo criar uma melhor distribuição dos espaços de trabalho, proporcionando mais conforto no ambiente corporativo.

Com atuação no mercado há quase 2 anos, a Nordeste Solar Engenharia é referência em qualidade, proporcionando equipamentos de primeira linha e garantindo excelência na instalação e no rendimento dos sistemas solares, que possuem vida útil de mais de 25 anos. Além disso, a empresa conta com uma equipe altamente capacitada e apaixonada pelo mercado de energia, priorizando a satisfação do cliente.

O CEO-Fundador da empresa, Luís Vinicius Bispo, afirmou que a escolha por Sento Sé para a inauguração do escritório não foi aleatória: “Não escolhemos Sento Sé foi Sento Sé que nos escolheu. A cidade se destaca por seu potencial de geração de energia solar e pelo compromisso com a sustentabilidade, o que faz dela um polo importante para a Nordeste Solar Engenharia”.

A empresa oferece financiamentos em até 84 vezes, 4 meses de carência, atendimento personalizado, equipe técnica capacitada, entre outros benefícios.

Com a instalação de placas solares em residências, comércios e indústrias, a Nordeste Solar Engenharia garante uma economia de até 95% na conta de energia elétrica, contribuindo para a preservação do meio ambiente e para a redução dos custos dos consumidores.

A empresa se destaca por sua preocupação com a sustentabilidade e com a qualidade de seus produtos e serviços, tornando-se uma referência no mercado de energia solar no Nordeste.

Para solicitar um orçamento grátis, basta ir ao escritório ou entrar em contato pelo WhatsApp 74 9 8140 5555. As atividades da empresa, sistemas instalados e depoimentos de clientes são compartilhados no Instagram @nordeste_solar_engenharia

Exportações brasileiras de frutas em contêineres cresceram 20,4% no primeiro semestre

Além da carga conteinerizada, o Brasil exportou 48.846 toneladas de frutas em navios frigoríficos convencionais (reefers). Considerando, em peso, os embarques realizados tanto em contêineres quanto em navios reefer, as exportações brasileiras de frutas totalizaram 498.915 toneladas no primeiro semestre de 2026 – volume 29,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

“Os números provisórios da Datamar estão em linha com as estatísticas oficiais do Comex Stat e mostram que 2026 caminha para ser mais um ano recorde para as exportações brasileiras de frutas. O crescimento observado no primeiro semestre é particularmente relevante porque a maior parte dos embarques de algumas das principais frutas exportadas pelo Brasil acontece no segundo semestre”, afirma o CEO da empresa, Andrew Lorimer.

De acordo com o levantamento, melões e melancias foram a maior categoria em volume conteinerizado no primeiro semestre de 2026, com 9.825 TEUs. As mangas vieram logo atrás, com 9.399 TEUs, enquanto limões e limas chegaram a 8.849 TEUs. Juntos, esses grupos formaram o núcleo das exportações brasileiras de frutas em contêineres.

Os dados por destino também mostram que neste primeiro semestre o comércio brasileiro de frutas ainda é concentrado. Os Países Baixos receberam 20.321 TEUs de frutas brasileiras, ou 55,6% do total capturado pelo DataLiner. A Espanha ficou em segundo lugar, com 5.499 TEUs e 15,1% de participação. O Reino Unido veio em seguida, com 5.218 TEUs, ou 14,3%. Juntos, esses três mercados responderam por cerca de 85% das exportações brasileiras de frutas em contêineres.

“A Europa é há muito tempo um parceiro comercial muito importante para a fruticultura brasileira. Uma das grandes vantagens do Brasil é a complementaridade das safras: em produtos como melão, manga e uva, conseguimos abastecer o mercado europeu justamente em períodos de menor oferta local. No caso do melão, por exemplo, o Brasil ganha espaço durante o inverno europeu, quando a produção espanhola é muito menor. Isso cria uma relação comercial bastante complementar, sem impedir que o Brasil continue desenvolvendo outros mercados”, avalia Lorimer.

“Outro ponto interessante é que o crescimento não está restrito ao transporte em contêineres. Nossos dados indicam que, no primeiro semestre, cerca de 10% das exportações marítimas de frutas foram transportadas em navios reefer convencionais. É um modal que ganhou importância nos últimos anos e continua representando uma parcela relevante e crescente dos embarques, mostrando que o avanço das exportações brasileiras de frutas é mais amplo do que os números de contêineres, isoladamente, sugerem”, destaca o executivo.

Fonte: Datamar / Notícias Agrícolas

Fonte: CNN

Exportação de frutas brasileiras bate recordes e rastreabilidade se torna chave para conquistar mercados globais

 

Mercado externo: exigência por rastreabilidade transforma competitividade da fruta brasileira

A exportação de frutas brasileiras segue em expansão no mercado internacional e estabelece novos desafios para produtores e empresas do setor. Além da qualidade do produto, compradores estrangeiros passaram a exigir maior transparência sobre a origem, os processos produtivos e o controle de cada etapa da cadeia.

No primeiro trimestre de 2026, o Brasil exportou 330,6 milhões de quilos de frutas, movimentando US$ 351,1 milhões, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). O resultado representa crescimento de 13% no volume embarcado e avanço de 25% na receita em comparação com igual período de 2025.

Entre os produtos que mais contribuíram para o desempenho estão manga, melão e limão, culturas que vêm ampliando presença nos mercados internacionais.

O avanço confirma uma mudança estrutural no comércio global: para acessar mercados mais valorizados, a fruticultura brasileira precisa entregar não apenas qualidade, mas também comprovação de origem, padronização e segurança alimentar.

Nesse cenário, a rastreabilidade agrícola passou a ser um diferencial estratégico para exportadores.

Mercado interno: digitalização fortalece gestão da cadeia pós-colheita

O crescimento das exportações brasileiras de frutas vem acompanhado por uma transformação dentro das propriedades rurais e unidades de beneficiamento.

Em 2025, o setor alcançou US$ 1,45 bilhão em exportações, registrando o terceiro recorde anual consecutivo, de acordo com a Abrafrutas. O desempenho consolidou o Brasil como um fornecedor relevante de frutas frescas no comércio internacional.

Para sustentar essa expansão, empresas têm investido em sistemas digitais capazes de acompanhar todas as etapas da operação, desde o recebimento da fruta até a expedição final.

Processos como:

  • classificação;
  • beneficiamento;
  • embalagem;
  • armazenagem;
  • controle de qualidade;
  • transporte internacional;
  • passaram a exigir maior integração de informações e monitoramento em tempo real.

A rastreabilidade permite registrar o histórico completo de cada lote, facilitando auditorias, reduzindo riscos comerciais e aumentando a confiança dos compradores internacionais.

Segundo especialistas do setor, o mercado externo busca cada vez mais previsibilidade operacional e segurança nas informações, tornando o controle digital uma ferramenta essencial para a competitividade.

Preços e mercado: frutas brasileiras ganham valor com controle e certificação

A valorização das frutas brasileiras no exterior está diretamente relacionada à capacidade do setor em atender padrões internacionais de qualidade.

Produtos com maior controle de origem e histórico produtivo documentado tendem a conquistar melhores oportunidades comerciais, especialmente em mercados mais exigentes da Europa, América do Norte e Ásia.

A rastreabilidade também contribui para reduzir perdas econômicas ao longo da cadeia, permitindo:

  • identificação rápida de problemas;
  • redução de desperdícios;
  • melhor aproveitamento dos lotes;
  • maior eficiência logística;
  • planejamento mais preciso das entregas.

Além de uma exigência regulatória, o controle de informações passou a funcionar como uma ferramenta para agregar valor ao produto brasileiro.

Indicadores: tecnologia já representa participação relevante nas exportações de frutas

Levantamentos da Senior mostram a presença crescente de tecnologias de gestão em importantes cadeias exportadoras brasileiras.

Empresas que utilizam soluções digitais da companhia representam aproximadamente:

  • 39% das exportações brasileiras de manga;
  • 28% das exportações de banana;
  • 11% das exportações de melancia;
  • 9% das exportações de melão;
  • 8% das exportações de uva fresca, considerando os volumes registrados em 2025.

No primeiro trimestre de 2026, as empresas atendidas pela Senior responderam ainda por:

  • 58% do volume de abacates exportados pelo Brasil;
  • 14% das exportações de melão;
  • 15% das exportações de melancia.

Os dados reforçam a importância da transformação digital em cadeias que dependem de controle rigoroso, padronização e eficiência logística.

Análise: rastreabilidade se consolida como passaporte da fruta brasileira no comércio global

A expansão da exportação de frutas brasileiras mostra que o setor vive uma nova fase, na qual tecnologia, gestão de dados e transparência passaram a ser fatores decisivos para competir internacionalmente.

A rastreabilidade deixou de ser apenas uma obrigação para atender normas sanitárias e passou a representar uma vantagem estratégica para empresas que buscam ampliar mercados.

Com consumidores e importadores cada vez mais atentos à origem dos alimentos, a capacidade de comprovar a trajetória de cada lote — da produção ao embarque — torna-se um diferencial competitivo.

“A transformação digital das operações pós-colheita acompanha uma demanda crescente dos mercados globais por rastreabilidade e confiabilidade das informações. Hoje, não se trata apenas de cumprir requisitos regulatórios, mas de gerar valor para toda a cadeia produtiva”, destaca Gustavo Almeida, Head de Agronegócio da Senior.

A tendência é que a rastreabilidade avance ainda mais nos próximos anos, impulsionada pela necessidade de maior segurança alimentar, sustentabilidade e eficiência nas cadeias de exportação.

Para a fruticultura brasileira, o controle digital passa a funcionar como um verdadeiro passaporte para novos mercados internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: CNN

Agência do Empreendedor comemora avanços em 2024

Terceira maior cidade do estado, Petrolina tem registrado a cada ano a abertura e instalação pequenos novos negócios informais e formais. Atualmente, mais de 31.624 empresas estão ativas no município, destas 89,8% são micro e pequenas empresas. A Prefeitura Municipal tem comemorado os avanços das ações e serviços promovidos em 2024 por meio da Agência Municipal do Empreendedor, que neste ano conquistou a primeira colocação por ponto de atendimento no estado de Pernambuco, com cerca de 9 mil atendimentos a empreendedores.

O órgão também celebra a assinatura de centenas de contratos e concessões de créditos no valor de mais de R$ 1,5 milhões de reais aos microempreedores de diversos setores da economia local. Entre os serviços oferecidos pela AGE destaca-se a “Sala do Empreendedor”, que foi criada em parceria com o SEBRAE Petrolina, e tem disponibilizado informações, orientações e qualificações necessárias para o sucesso dos pequenos negócios e regularização das suas atividades.

Além de simplificar todo processo de constituição, alteração, baixa e licenciamento de empresas, a AGE realizou neste ano outras ações de incentivo ao fomento.  Foram realizadas e apoiadas, por exemplo, 42 feiras e eventos de empreendedorismo, que beneficiaram diretamente mais de 840 microempresas. Outra melhoria foi a aquisição de novos equipamentos e a mudança de endereço para um espaço mais amplo, oferecendo melhor infraestrutura e conforto aos clientes da instituição.

A AGE funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, localizada na Avenida Fernando Menezes de Góes, n⁰ 1009, Centro, próximo a Biblioteca Municipal. Os microempreendedores interessados em conhecer serviços da AGE, podem ligar para o Alô AGE, através do (WhatsApp) 87 98165-8270 e agendar a sua visita.

Fotos: Deivid Menezes
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Marco Cerqueira – Assessor de Comunicação da AGE

Banco do Nordeste inaugura nova unidade do Crediamigo em Juazeiro (BA)

O Banco do Nordeste (BNB) inaugura nesta quinta-feira, 7, a mais nova unidade do Crediamigo no município de Juazeiro (BA). Com a presença do presidente do BNB, Paulo Câmara, diretores e superintendentes, o evento ocorrerá a partir das 11h, no estacionamento do Mix Mateus, onde funcionará a loja estruturada do programa.

A nova unidade do Crediamigo em Juazeiro, maior programa de microcrédito produtivo e orientado da América do Sul, reforça o compromisso do Banco do Nordeste com o desenvolvimento econômico e social da região, ampliando o acesso ao crédito para pequenos empreendedores. Durante o evento, serão apresentados dados atualizados sobre as contratações de crédito realizadas até o momento, com destaque para o impacto do programa na geração de emprego e renda.

Até a posição de setembro, o Crediamigo havia aplicado na Bahia R$ 1,3 bilhão, distribuídos em mais de 420 mil operações. Comparado ao mesmo período de 2023, esses valores representam acréscimo de 14,7% no número de operações e de 22% em valores aplicados no estado.

De acordo com o superintendente estadual do Banco do Nordeste na Bahia, Pedro Lima Neto, esses números representam a intensificação da atuação do Banco com os microempreendedores e a concretização da expansão do programa no estado. “O projeto de expansão do Crediamigo se concretiza na inauguração das novas unidades e na geração de cada vez mais negócios. Somente em 2023, o Crediamigo foi responsável por R$ 2,1 bilhões em valores adicionados à economia”, destaca o superintendente.

SERVIÇO
Inauguração da loja Crediamigo em Juazeiro
Quando: 07 de novembro de 2024
Horário: 11h
Local: Estacionamento do Mix Mateus Juazeiro (Av. Epitácio Pessoa, s/n, Gleba C, Alto Aliança, Juazeiro-BA).

Seguro rural tem novas regras após sanção com vetos; veja as mudanças

Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A nova lei que estabelece regras para o seguro rural no Brasil foi sancionada com vetos. Publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU), a Lei nº 15.526, de 29 de setembro de 2026, amplia mecanismos de proteção aos produtores rurais e estabelece mudanças na contratação, regulação e pagamento de indenizações.

Entre os principais pontos mantidos estão a definição de prazos para o pagamento de indenizações, a integração do seguro às garantias do crédito rural e a obrigatoriedade das despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural, observados os limites orçamentários.

O texto, no entanto, recebeu vetos do Executivo antes da sanção. Entre os dispositivos barrados estão pontos relacionados à isenção de tributos federais nas operações de seguro rural e à possibilidade de aquisição de Letras de Risco de Seguro (LRS) pelo fundo destinado à cobertura suplementar dos riscos do setor.

Os vetos foram encaminhados ao Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los.

O que foi vetado?

Um dos vetos atingiu dispositivo que tratava do alcance da isenção de tributos federais relacionada às operações de seguro rural.

Na justificativa encaminhada ao Congresso, o governo argumentou que a medida poderia resultar em renúncia de receita sem a apresentação da estimativa do impacto orçamentário e financeiro e das medidas de compensação exigidas pela legislação fiscal.

Também foi vetada a possibilidade de o fundo de cobertura suplementar do seguro rural adquirir Letras de Risco de Seguro (LRS).

Segundo a justificativa do Executivo, a medida poderia expor o patrimônio do fundo a riscos de terceiros sem relação com as obrigações e coberturas para as quais o mecanismo foi criado.

O que muda nas indenizações?

A nova legislação determina que os contratos de seguro rural informem de forma clara quais documentos serão exigidos para a análise dos sinistros e estabelece prazos para a conclusão dos processos.

Nos casos em que não houver necessidade de vistoria presencial após a colheita, o corte ou a liberação da área, a regulação do sinistro deverá ser concluída em até 15 dias após a comunicação feita pelo produtor.

Já o pagamento das indenizações deverá ocorrer em até 30 dias após a entrega dos documentos exigidos ou a realização da vistoria técnica, quando necessária, considerando-se o evento que ocorrer por último.

Seguro rural poderá ser usado como garantia do crédito

Outra mudança é a integração do seguro rural ao conjunto de garantias das operações de crédito rural.

A legislação permite que instituições financeiras estabeleçam cláusulas para a cessão dos direitos da apólice como garantia da operação. Em caso de sinistro, as indenizações poderão ser destinadas prioritariamente ao agente financeiro, conforme as condições estabelecidas.

O governo federal também deverá definir condições para estimular a contratação do seguro rural pelos produtores.

A lei amplia os incentivos para operações de crédito rural protegidas por seguro.

Entre os benefícios previstos estão condições mais favoráveis de financiamento, prioridade na obtenção de crédito e acesso preferencial à prorrogação ou renegociação de dívidas rurais.

A legislação também permite que sejam estabelecidas condições favorecidas relacionadas a taxas de juros, prazos e limites para operações protegidas pelo seguro.

Subvenção ao seguro rural passa a ter despesa obrigatória

Outro ponto mantido na sanção determina que as despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural sejam obrigatórias, respeitados os limites estabelecidos no Orçamento Federal.

A subvenção permite que o governo arque com parte do custo da apólice contratada pelo produtor rural.

Para acessar o benefício federal, os produtores deverão fornecer informações sobre suas atividades agropecuárias, em formato que ainda será definido pelo Poder Executivo.

Lei prevê mais transparência

A nova legislação também prevê medidas para ampliar a transparência das operações de seguro rural.

Entre elas está a disponibilização, na internet, de bancos de dados públicos com informações sobre as operações realizadas no país.

Também deverá ser disponibilizado um manual com as regras e os procedimentos relacionados à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural. As novas regras já passam a valer a partir desta quarta-feira (30).

Fonte: Canal Rural

Fonte: CNN

Carlos Prado, fundador da Itaueira, lança biografia inédita durante a PEC Brasil 2026 

 

A trajetória de um dos maiores nomes do agronegócio brasileiro será celebrada em um momento histórico durante a PEC Brasil 2026.  

No dia 26 de junho, o empresário Carlos Prado, fundador da  Cemag – Ceará Máquinas Agrícolas Ltda, da Itaueira Agropecuária S/A, dentre outras, realizará o lançamento oficial da sua autobiografia: “Carlos Prado: Histórias do Criador do Melão Rei®”, obra que reúne relatos inéditos, memórias e bastidores de uma vida marcada pelo pioneirismo e pela transformação do agro nacional. 

Escrito em parceria com Francílio Dourado Filho e publicado pela E2 Editora, o livro apresenta ao público uma narrativa inspiradora sobre coragem, visão empreendedora e perseverança frente a inúmeros desafios. Ao longo das páginas, a obra revisita desde os primeiros passos de Carlos Prado pelo interior de São Paulo na pioneira mecanização da colheita do amendoim e do feijão, nos idos de 1970, com máquinas introduzidas pela Importadora Prudentina de Máquinas Agrícolas Ltda., por ele fundada, e sua chegada ao sertão nordestino, até a consolidação da marca Rei® como referência nacional e internacional em qualidade, inovação e ética. 

Patrocinado pela FIEC – Federação da Indústria do Ceará, em agradecimento aos serviços prestados pelo autor durante suas inúmeras participações nas diretorias e vice-presidências da entidade, o livro também relata a experiência da figura do industrial empreendedor com visão de futuro e que nunca se acomodou frente aos reveses que a vida lhe apresentou e que sempre contribuiu para o engrandecimento do país.  

O lançamento durante a PEC Brasil 2026 à convite da FAEC – Federação da Agricultura e Pecuária do estado do Ceará reforça a importância da trajetória de Carlos Prado para o desenvolvimento do agronegócio, que, na CNA, presidiu a Comissão Nacional de Fruticultura e também a Câmara Setorial de Fruticultura do MAPA, além de ter sido um dos fundadores da ABRAFRUTAS – Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas. 

Mais do que uma biografia empresarial, “Histórias do Criador do Melão Rei” registra a caminhada de um homem que enxergou potencial onde muitos viam limitações. A obra revela episódios marcantes da vinda de Presidente Prudente  em 1973, para apresentar as máquinas de colheita de amendoim para os produtores de caju, o convite para abrir a Cemag em Fortaleza, a fundação da Itaueira Agropecuária nas chapadas do centro-sul do Piauí; em terras até então secas e improdutivas; os muitos desafios enfrentados ao longo das décadas de trabalho e as decisões que ajudaram a posicionar o melão brasileiro entre os destaques do mercado internacional. 

Com uma narrativa envolvente, o livro também evidencia o impacto social e econômico gerado pela atuação do Carlos Prado, especialmente no Nordeste, por meio da geração de empregos, inovação no campo e fortalecimento da agricultura irrigada. Entre histórias pessoais, conquistas empresariais, contribuições aos órgãos de classe e aprendizados de vida, a publicação oferece ao leitor um retrato humano e inspirador de um dos empresários mais influentes do setor.  

O lançamento da obra promete ser um dos momentos marcantes da PEC Brasil 2026, reunindo convidados, parceiros, produtores e admiradores da trajetória de Carlos Prado em uma celebração ao legado, inovação e força do agronegócio brasileiro.  Considerado um dos eventos mais relevantes do setor no país, a feira reúne empresários, produtores, especialistas e lideranças do agro, sendo o cenário ideal para apresentar uma obra que carrega parte da história e da evolução da agricultura nacional. 

“Carlos Prado: Histórias do Criador do Melão Rei” chega ao público como um testemunho de visão, trabalho e transformação, eternizando uma história que ultrapassa os limites do campo e se conecta diretamente com o desenvolvimento do Brasil. 

O autor estará autografando o livro para os convidados presentes  durante o evento de lançamento do livro no dia 26 de junho, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. 

Fonte: CNN

Sanidade vegetal é fator decisivo para o crescimento das exportações de frutas brasileiras

A mosca-das-frutas é uma das principais pragas monitoradas pelos sistemas de defesa agropecuária em todo o mundo. Além dos impactos na produção, sua presença pode gerar barreiras fitossanitárias e comprometer o comércio internacional de frutas, tornando seu controle uma prioridade para os países exportadores.

A ocorrência dessa praga pode causar perdas significativas na produção, comprometer a qualidade dos frutos e gerar restrições comerciais capazes de impactar diretamente o acesso aos mercados internacionais.

No Brasil, a fruticultura possui papel relevante na economia nacional. O país é o terceiro maior produtor mundial de frutas, com uma produção superior a 40 milhões de toneladas por ano, cultivadas em cerca de 2,5 milhões de hectares. O setor gera aproximadamente 6 milhões de empregos diretos e indiretos e abastece tanto o mercado interno quanto o externo.

Diante da importância econômica da atividade, a defesa agropecuária torna-se um instrumento estratégico para garantir a sanidade da produção e a competitividade do setor. O sistema brasileiro de defesa agropecuária, composto pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e pelas agências estaduais de defesa sanitária, realiza o monitoramento contínuo das áreas produtoras, o controle do trânsito vegetal, a vigilância fitossanitária e a execução de programas voltados à prevenção, detecção e controle de pragas e doenças.

No caso específico da mosca-das-frutas, as ações incluem monitoramento por armadilhas, inspeções em campo, levantamentos fitossanitários e programas de mitigação de risco, fundamentais para manter áreas livres ou de baixa prevalência da praga. Esse trabalho é essencial não apenas para proteger os pomares brasileiros, mas também para atender aos requisitos fitossanitários exigidos pelos países importadores.

As questões fitossanitárias figuram entre os principais fatores que limitam o comércio internacional de frutas. Uma carga que apresente vestígios de pragas ou não atenda aos protocolos sanitários pode ser rejeitada, devolvida ou até destruída no destino, gerando prejuízos econômicos e riscos à reputação do país exportador. Por isso, a defesa agropecuária funciona como uma importante barreira de proteção, evitando tanto a entrada de pragas exóticas no território nacional quanto a disseminação de organismos nocivos entre os estados produtores.

Para o diretor executivo da Abrafrutas, Eduardo Brandão, a defesa agropecuária é um dos principais pilares para o crescimento sustentável da fruticultura brasileira.

“A defesa agropecuária é o que nos dá segurança para produzir e exportar. É ela que monitora e acompanha as lavouras, prevenindo a entrada de pragas exóticas no país e evitando que problemas fitossanitários se espalhem entre as regiões produtoras. As questões fitossanitárias estão entre as principais causas de perdas de produção e também são um dos maiores desafios para a exportação de frutas. Sem um sistema de defesa forte e eficiente, o Brasil teria muito mais dificuldade para acessar e manter mercados internacionais”, destaca Brandão.

Com o objetivo de debater os avanços, desafios e perspectivas da sanidade agropecuária no país, está acontecendo no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a 9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA), considerada um dos mais importantes fóruns nacionais sobre o tema. Neste ano, a Abrafrutas participa como patrocinadora do evento.

A entidade também integrou a programação técnica da conferência ao lado do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), participou do painel dedicado à mosca-das-frutas. O debate abordou os impactos da praga na produção e nas exportações brasileiras, além da importância das ações de monitoramento, controle e vigilância fitossanitária para a manutenção da competitividade do setor.

O evento que encerra amanhã (18), reúne representantes engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas, técnicos em agropecuária, auditores e fiscais agropecuários, produtores rurais, professores universitários, estudantes de ciências agrárias, representantes de órgãos públicos, empresários e profissionais do setor agropecuário.

Por: Telma Martes, comunicação Abrafrutas

Fonte: CNN