Prêmio para mulheres e meninas cientistas abre inscrições até outubro

© USP/Divulgação

As inscrições para o Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulheres estão abertas até o dia 30 de outubro. O objetivo é reconhecer jovens talentosas cujas pesquisas de iniciação científica demonstrem criatividade, rigor metodológico e potencial para contribuir para o futuro da ciência no país.

Promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a 8ª edição do prêmio será dedicada à categoria “Meninas na Ciência”.

Desde 2019, o Prêmio Carolina Bori já reconheceu 37 cientistas. Nesta edição, a premiação será voltada a estudantes do ensino Médio e da graduação que desejam seguir carreira científica.

Serão selecionadas seis vencedoras: três estudantes do ensino médio e três da graduação, distribuídas entre as três grandes áreas do conhecimento: 

  • Humanidades, 
  • Biológicas e saúde e 
  • Engenharias, exatas e ciências da Terra.

As vencedoras serão anunciadas até 15 de janeiro de 2027. 

Prêmios para as vencedoras:

  • Troféu 
  • Prêmio em dinheiro (R$ 10 mil na categoria Ensino Médio e R$ 13 mil na graduação) 
  • Apresentação de seus trabalhos durante a 79ª Reunião Anual da SBPC
  • Participação em mentoria exclusiva com pesquisadores renomados

As informações sobre as regras de participação estão disponíveis no edital do prêmio. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo formulário online

Fonte: Agência Brasil

TSE conclui assinatura digital e lacração de sistemas das urnas

© Luiz Roberto/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta-feira (4), em Brasília, a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas urnas eletrônicas durante as eleições gerais deste ano. O ato foi conduzido pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, com a participação de representantes da Polícia Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público Federal.

A assinatura digital equivale a um selo eletrônico, que cria uma identificação única para cada sistema e permite conferir depois se o programa usado na urna é o mesmo aprovado pelo tribunal. A partir de agora, os programas ficam congelados, ou seja, nenhuma instituição pode alterá-los. O procedimento encerra um trabalho de dois anos, iniciado após as eleições municipais de 2024.

Nesta semana, os sistemas foram compilados, traduzidos para a linguagem que as urnas conseguem executar e assinados por técnicos de oito entidades fiscalizadoras, entre elas o Senado Federal, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, resumiu o que essa assinatura representa na prática:

“Nenhuma das instituições pode, a partir desse momento, alterar nada dos sistemas eleitorais. Eles estão congelados. Foi firmado um contrato entre as instituições que assinaram digitalmente, e isso é uma segurança do processo de que não haverá nenhum tipo de alteração nesses sistemas.”

Fiscalização

O ciclo eleitoral brasileiro prevê, ao todo, 40 oportunidades de fiscalização a cada dois anos, e as identificações dos sistemas já lacrados serão publicadas no portal do TSE. A próxima etapa é a geração das mídias com os dados dos candidatos. Na véspera da votação, será feita a verificação dos sistemas de totalização e transmissão dos resultados.

Durante a cerimônia, o ministro Kassio Nunes Marques reforçou o papel do tribunal diante do eleitor:

“A justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição. E o nosso dever é garantir a vontade soberana do povo brasileiro.”

As mídias gravadas foram guardadas na sala-cofre do TSE.

O primeiro turno das eleições acontece em 4 de outubro. Se houver segundo turno, a votação será em 25 de outubro.


Fonte: Agencia Brasil

Volta à Câmara proposta de proteção a crianças expostas a violência doméstica no exterior

 

Autoridades brasileiras podem ficar desobrigadas de ordenar a repatriação de criança ou adolescente ao país onde moravam com o pai, quando houver indícios de que a mãe brasileira ou seus filhos foram vítimas de violência doméstica naquele país.

É o que prevê um projeto de lei aprovado nesta quinta (3) pelo Senado. Devido às alterações feitas no texto (PL 565/2022), a proposta retornará à Câmara dos Deputados, onde sua tramitação teve início.

A matéria contou com o parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que promoveu alterações no projeto original. Ela participou de uma comissão do Senado que analisou por seis meses casos de mulheres brasileiras que, após terem residido no exterior, voltaram ao Brasil com seus filhos para escapar das agressões de seus maridos — e acabaram sendo acusadas por eles de sequestro internacional.

Atualmente, a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Criança (que faz parte da Convenção de Haia) determina o retorno da criança ou do adolescente. Por isso, o objetivo do projeto é evitar que as autoridades brasileiras se vejam obrigadas a devolver esses filhos a pais acusados de agressão.

Mara Gabrilli reitera que a principal inovação da proposta é reconhecer que a violência doméstica pode constituir risco suficiente para autorizar a autoridade brasileira a ignorar a regra de retorno da criança ou do adolescente ao país estrangeiro. Segundo ela, isso permite que situações de violência, mesmo quando dirigidas contra a mãe, sejam juridicamente consideradas fatores de risco à criança.

O texto aprovado no Senado lista uma série de situações que podem configurar indícios de violência doméstica em outro país — e que desobrigariam as autoridades judiciais e administrativas brasileiras de ordenar o retorno dos filhos —, como denúncias apresentadas no país onde vive o pai; laudos médicos, psicológicos ou relatórios de serviços sociais; depoimentos de testemunhas ou das próprias vítimas; contatos com consulados brasileiros em busca de apoio; etc.

Fonte: Agência Senado

Justiça Eleitoral determina retorno de Instagram de candidata baiana após suspensão por erro em cadastro

A candidata a deputada federal Manuella Tyler (PSB-BA) obteve nesta sexta-feira (4) uma decisão favorável para recuperar seu perfil oficial no Instagram, que havia sido suspenso por determinação da Justiça Eleitoral. A conta foi alvo de uma denúncia anônima registrada no aplicativo Pardal, que apontou omissão e irregularidade nas informações prestadas pela campanha ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O bloqueio ocorreu devido a um erro formal e burocrático no momento do registro das plataformas digitais da candidata. Em vez de fornecer o link completo (URL) da página, como exige o sistema do tribunal, a equipe da campanha preencheu o formulário apenas com o nome de usuário (“@manuellatyler“).

A falha, no entanto, durou pouco. De acordo com a decisão judicial assinada hoje pelo juiz Antônio Marcelo Oliveira Libonati, do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a defesa da candidata comprovou a regularização do cadastro. A informação correta foi incluída no processo de Registro de Candidatura (RCand) na última quinta-feira, 3 de setembro.

Com o erro sanado, o magistrado deferiu o pedido da campanha e determinou a expedição de ofício à Meta Platforms, responsável pelo Instagram, para que o perfil “https://www.instagram.com/manuellatyler” seja restabelecido no prazo de 24 horas.

O peso do aplicativo Pardal

O caso de Manuella Tyler reflete a força da fiscalização popular neste pleito. Em agosto de 2026, o TSE informou que o aplicativo Pardal recebeu mais de 3,4 mil denúncias de irregularidades em campanhas por todo o Brasil em apenas um mês. A ferramenta tem se mostrado o principal canal para que eleitores e adversários apontem falhas que vão desde propagandas irregulares até inconsistências em dados de registro.

Em nota divulgada logo após a suspensão, a assessoria de comunicação de Manuella Tyler minimizou o episódio, classificando-o como um “erro estritamente material”, e afirmou que a campanha mantém “compromisso inegociável com a lisura, a transparência e o estrito cumprimento das regras eleitorais”.

Simão Durando autoriza reforma  que vai transformar creche do João de Deus em tempo integral

Mais crianças terão acesso a um ambiente amplo, seguro, moderno e preparado para uma jornada educacional mais completa em Petrolina. O prefeito Simão Durando assinou, nesta quinta-feira (3), a Ordem de Serviço para a reforma e ampliação da  creche Nossa Infância João de Deus.

Com investimento de R$ 2,3 milhões em recursos próprios do município, a unidade passará a funcionar em tempo integral após a conclusão das intervenções e terá capacidade para atender até 350 crianças. O anúncio da obra faz parte do conjunto de investimentos e novas ações que marcam as comemorações pelos 131 anos de Petrolina, celebrados neste mês de setembro.

Com previsão de conclusão até agosto do próximo ano, o projeto prevê a construção de sete salas de aula climatizadas, todas com banheiros, além de um novo pátio coberto. Também serão realizadas melhorias nas instalações elétricas e hidrossanitárias, pintura geral, remoção da salinidade das paredes, troca de pisos e revestimentos, além de intervenções para reforçar a segurança da unidade.

Para o prefeito Simão Durando, investir na educação é preparar Petrolina para continuar avançando e criar novas oportunidades para as futuras gerações. “Quando a gente olha para uma escola e enxerga 350 crianças tendo a oportunidade de aprender, brincar, conviver e passar mais tempo em um ambiente preparado para elas, a gente entende que está construindo muito mais do que uma obra. Estamos construindo futuro. Petrolina tem mostrado que, quando existe planejamento, trabalho e compromisso, o impossível acontece. E é assim que queremos seguir: cuidando das pessoas e preparando nossa cidade para o futuro”, pontuou o prefeito.

Avião da Azul interrompe decolagem após problema técnico em Petrolina

Um avião da Azul, que faria o voo AD 4299, com destino ao Recife, teve a decolagem interrompida na manhã desta sexta-feira (4), no Aeroporto de Petrolina.

A aeronave estava prevista para decolar às 10h40, mas apresentou um problema técnico durante o procedimento. Diante da situação, os passageiros foram orientados a desembarcar da aeronave.

Por volta das 14h recebemos a informação que o voo foi cancelado.

SES-PE e Ministério da Saúde promovem oficina para fortalecer cuidado a crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus

SES-PE e Ministério da Saúde promovem oficina para fortalecer cuidado a crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) foi sede nesta quinta-feira (03/09) da 4ª e última Oficina Ação Zika nos Territórios, promovida pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com a pasta estadual. A atividade é promovida pelo Ministério da Saúde (MS) e teve como objetivo discutir as necessidades atuais de crianças afetadas pela Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZV) e construir estratégias para qualificar a linha de cuidado destinada a esse público.

A iniciativa faz parte de um conjunto de oficinas promovidas pelo órgão de gestão da saúde nacional, com apoio do Instituto Fernandes Figueira, nos estados mais acometidos pela epidemia de Zika. Os encontros buscaram identificar as principais demandas das crianças e de suas famílias e discutir soluções para aprimorar a assistência oferecida pela rede de saúde, considerando as mudanças nas necessidades desse público ao longo dos anos.

Em 2015, o Brasil viveu uma epidemia de Síndrome Congênita do Zika Vírus, situação que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a classificar, em 2016, o cenário como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Desde então, os esforços resultaram numa redução significativa na incidência da síndrome. Ao mesmo tempo, a ampliação da assistência à saúde possibilitou a maior sobrevida das crianças, trazendo novas demandas e a necessidade de atualização e fortalecimento das linhas de cuidados.

Nesta última oficina, o principal foco foi a construção do Projeto Terapêutico Singular (PTS), estratégia que permite organizar um plano de cuidado individualizado de acordo com as necessidades de cada paciente. Para isso, foram apresentados dois casos clínicos reais de crianças com Síndrome Congênita do Zika acompanhadas em Pernambuco.

Os participantes foram divididos em grupos para analisar os casos e elaborar propostas de projetos específicos de cuidado. A ideia é que a experiência desenvolvida durante a oficina possa ser disseminada posteriormente para outros profissionais e serviços da rede, contribuindo para a construção de PTS para outras crianças no Estado.

“Na oficina de hoje, nosso principal objetivo é trabalhar a construção do Projeto Terapêutico Singular (PTS), a partir de dois casos clínicos reais de crianças com Síndrome Congênita do Zika em Pernambuco. Os participantes vão discutir os casos e construir projetos específicos de cuidado, que posteriormente poderão ser utilizados como referência para a assistência de outras crianças no Estado”, explicou a pediatra da Gerência de Atenção à Saúde da Criança da SES-PE, Mayra Dias.

Além da discussão dos casos clínicos, a oficina também abordou a continuidade das ações de qualificação dos profissionais que atuam na assistência às crianças com SCZV. Entre os encaminhamentos está a expectativa pela definição, por parte do Ministério da Saúde, de um cronograma para a realização de um curso na modalidade de Educação a Distância (EAD), voltado à assistência a esse público.

A atividade reuniu representantes de diferentes áreas da saúde e de outras políticas públicas, incluindo Saúde da Criança e do Adolescente, Saúde da Mul

Fonte: Portal Saúde

Candidatos à Presidência da República fazem campanha pelo país

© Arte EBC

O fim da escala 6X1 e a segurança pública foram temas de destaques nos atos de campanha dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (3).

Romeu Zema, do Novo, esteve na sabatina da rádio Jovem Pan e classificou o fim da escala 6×1 como uma medida populista em ano eleitoral. O candidato afirmou que trabalhadores deveriam ter liberdade para definir a própria carga horária.

“O que eu quero é que cada um faça a sua escala de trabalho, como já acontece em outros países: contrato de trabalho por hora. Quem quer trabalhar 20 horas, trabalha; 10, 50, 60, de acordo com a energia, com a disponibilidade. Nós temos hoje um mercado informal gigantesco que, com o trabalho por hora, nós temos condição de estar formalizando.”

Ronaldo Caiado, do PSD, concedeu entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, para a série Presidenciáveis. Ao falar sobre a redução dos gastos públicos e a elevada carga tributária, Caiado criticou a pressão para votar mudanças na jornada de trabalho, como a PEC da escala 6×1, ainda durante o primeiro turno. Segundo o candidato, a discussão precisa considerar também os efeitos sobre os pequenos negócios, responsáveis por grande parte dos empregos formais.

“Você tem uma carga tributária que hoje está empobrecendo todo mundo. Você está vendo um baixo poder aquisitivo, uma inflação enorme hoje no custo de vida das pessoas, seja na alimentação, na conta de luz, na conta de água, no colégio do filho, no seguro de vida. Então, você tem isso aqui acumulado. De repente, você tem uma outra carga sobre quem absorve a mão de obra formal, que é o micro e o pequeno empresário.”

Renan Santos, da Missão, falou pela manhã ao portal de notícias Brado. Na parte da tarde concedeu entrevista ao podcast Show do Bacci, onde defendeu uma ofensiva contra áreas dominadas por facções criminosas com participação das Forças Armadas, das polícias e de órgãos de inteligência. A proposta inclui decretar Estado de Defesa ou Garantia da Lei e da Ordem em regiões consideradas estratégicas para o crime organizado.

“Eu já vou juntar o Estado-Maior das Forças Armadas, eu vou chamar os comandantes de todas as polícias militares, todos os governadores eleitos e vou falar: ‘Estou montando um Estado-Maior, nós estamos em guerra’. E eu farei uma intervenção nos estados que não quiserem cooperar.”

Augusto Cury, do Avante, concentrou o dia no eleitorado evangélico paulista. Pela manhã, concedeu entrevistas e depois foi até a Assembleia de Deus de São Paulo, no bairro do Belenzinho. À noite, participou de um evento em Ribeirão Preto.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, não teve agenda de campanha nesta quinta-feira.

Flávio Bolsonaro, do PL, não teve agenda ao longo do dia. À noite, fez uma transmissão ao vivo no YouTube.

Clariana Barão, do DC, concedeu entrevista à TV Leo Dias.

Hertz Dias, do PSTU, esteve em Aracaju, onde participou de entrevistas em emissoras de rádio e realizou panfletagem no centro da capital sergipana.

Rui Costa Pimenta, do PCO, criticou a atuação do Judiciário na condução do caso do Banco Master, em entrevista ao canal Rádio Causa Operária.

Edmilson Costa, do PCB, cumpre agenda partidária em Lisboa.

Samara Martins, da UP, não divulgou compromissos até o fechamento desta reportagem.

Wilson Grassi, do Democrata, fez campanha no Distrito Federal. Pela manhã, visitou o Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre e o Hospital Veterinário Anclivepa, ambos na cidade de Taguatinga.  À tarde, correu ao redor da sede do TSE, em protesto contra a decisão da Justiça Eleitoral que suspendeu seus canais digitais de campanha.

Pablo Marçal, do PRTB, segue sem agenda pública. O TSE proibiu, por unanimidade, seus atos de campanha. A decisão também barrou sua participação em debates e vetou o acesso do candidato aos fundos eleitoral e partidário. A Corte decidiu pela inelegibilidade de Marçal até 2032.


Fonte: Agencia Brasil

Exportações brasileiras de frutas em contêineres cresceram 20,4% no primeiro semestre

Além da carga conteinerizada, o Brasil exportou 48.846 toneladas de frutas em navios frigoríficos convencionais (reefers). Considerando, em peso, os embarques realizados tanto em contêineres quanto em navios reefer, as exportações brasileiras de frutas totalizaram 498.915 toneladas no primeiro semestre de 2026 – volume 29,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

“Os números provisórios da Datamar estão em linha com as estatísticas oficiais do Comex Stat e mostram que 2026 caminha para ser mais um ano recorde para as exportações brasileiras de frutas. O crescimento observado no primeiro semestre é particularmente relevante porque a maior parte dos embarques de algumas das principais frutas exportadas pelo Brasil acontece no segundo semestre”, afirma o CEO da empresa, Andrew Lorimer.

De acordo com o levantamento, melões e melancias foram a maior categoria em volume conteinerizado no primeiro semestre de 2026, com 9.825 TEUs. As mangas vieram logo atrás, com 9.399 TEUs, enquanto limões e limas chegaram a 8.849 TEUs. Juntos, esses grupos formaram o núcleo das exportações brasileiras de frutas em contêineres.

Os dados por destino também mostram que neste primeiro semestre o comércio brasileiro de frutas ainda é concentrado. Os Países Baixos receberam 20.321 TEUs de frutas brasileiras, ou 55,6% do total capturado pelo DataLiner. A Espanha ficou em segundo lugar, com 5.499 TEUs e 15,1% de participação. O Reino Unido veio em seguida, com 5.218 TEUs, ou 14,3%. Juntos, esses três mercados responderam por cerca de 85% das exportações brasileiras de frutas em contêineres.

“A Europa é há muito tempo um parceiro comercial muito importante para a fruticultura brasileira. Uma das grandes vantagens do Brasil é a complementaridade das safras: em produtos como melão, manga e uva, conseguimos abastecer o mercado europeu justamente em períodos de menor oferta local. No caso do melão, por exemplo, o Brasil ganha espaço durante o inverno europeu, quando a produção espanhola é muito menor. Isso cria uma relação comercial bastante complementar, sem impedir que o Brasil continue desenvolvendo outros mercados”, avalia Lorimer.

“Outro ponto interessante é que o crescimento não está restrito ao transporte em contêineres. Nossos dados indicam que, no primeiro semestre, cerca de 10% das exportações marítimas de frutas foram transportadas em navios reefer convencionais. É um modal que ganhou importância nos últimos anos e continua representando uma parcela relevante e crescente dos embarques, mostrando que o avanço das exportações brasileiras de frutas é mais amplo do que os números de contêineres, isoladamente, sugerem”, destaca o executivo.

Fonte: Datamar / Notícias Agrícolas

Fonte: CNN

Caixa passa a oferecer modalidade de Pix parcelado

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

A Caixa Econômica está oferecendo aos clientes pessoa física a possibilidade de parcelamento de transferências e pagamentos feitos por Pix. A nova funcionalidade, anunciada nesta quinta-feira (3), está disponível para as transações feitas diretamente no App CAIXA.

A medida é realizada por meio de contratação de crédito, no momento da transação. A CAIXA já disponibiliza outras ferramentas como Agendamento Pix, Pix Automático, Pix por Aproximação via Google Pay.

O banco público informou que para os clientes com limite disponível, os valores para contratação variam entre R$ 300 e R$ 50 mil, com prazo de pagamento de até 12 meses e taxas de juros conforme relacionamento com o banco.

As condições da operação estão disponíveis no aplicativo do banco. O cliente pode concluir a transação e realizar a transferência Pix com uma autenticação, mas é necessário atualizar o App CAIXA para a versão mais recente.

“Antes da confirmação da operação, o cliente visualiza informações sobre taxa de juros, valor das parcelas, Custo Efetivo Total (CET) e IOF, podendo comparar e avaliar de forma transparente o impacto da operação em seu orçamento. A disponibilização da linha de crédito ocorre mediante análise de risco realizada pela CAIXA e depende da existência de limite disponível para contratação”, informou a Caixa.

Ainda de acordo com o banco, os clientes que ainda não têm a opção habilitada podem manter seus dados cadastrais atualizados e utilizar regularmente os produtos e serviços da CAIXA para ampliar o relacionamento e destravar a funcionalidade em avaliações futuras, conforme os critérios de crédito e análise de risco adotados pela Caixa.

“O Parcelar Pix amplia o acesso a soluções financeiras digitais integradas, combinando conveniência, transparência e uso consciente do crédito. Na prática, o recebedor terá acesso ao valor integral da operação de forma instantânea, enquanto o pagador pode parcelar o desembolso de acordo com sua capacidade financeira”, disse a Caixa.

Fonte: Agência Brasil