Em importante período de expansão, o Grupo Mateus inaugura dois novos atacarejos em Petrolina e Juazeiro

Unidade em Petrolina-PE
Unidade em Petrolina-PE

Dois anos após ter feito a abertura de capital na bolsa de valores, a maior rede varejista do Norte e Nordeste e a quarta maior rede de varejo alimentar do Brasil quer abrir novas lojas em mais seis estados brasileiros. A previsão é de 45 a 50 lojas por ano, com presença forte do formato atacarejo, que já virou assinatura do Grupo e tem sido a principal estratégia para desbravar novas regiões.

A expansão para os novos estados inicia já no mês de fevereiro, com a abertura das primeiras lojas em Pernambuco e na Bahia.

Serão dois atacarejos, um em Petrolina (PE) e outro em Juazeiro (BA) que serão inaugurados nesta quinta-feira (10). O início da expansão pelo Vale do São Francisco, importante pólo produtor de frutas, tem importância estratégica e é um marco na história do Grupo Mateus. De lá, a perspectiva para os próximos anos é alcançar, além de cidades próximas, estados como Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba.

“Estamos vendo possibilidades muito grandes de expansão e crescimento, considerando o tamanho dos mercados que temos para atender com o nosso modelo de negócios, que foi muito testado e desenvolvido ao longo dos anos em que já trabalhamos”, avaliou o head de relações com investidores do Grupo Mateus, Marcelo Korber.

Segundo Korber, o sucesso da política de expansão é resultado do multiformato, com lojas nos modelos atacarejo, hipermercados, supermercados menores e eletro, além de um sistema de logística próprio que, ao favorecer o abastecimento em cidades menores, se tornou uma importante vantagem competitiva.

“Quando vamos abrir uma nova loja, pensamos na constituição de uma rota, instalando um centro de distribuição local e abrindo uma loja de atacarejo. Daí, aproveitamos o trajeto que os caminhões já fazem e vamos abrindo lojas de bandeiras menores. Assim, ganhamos em eficiência logística e financeira”, explicou.

ESTRATÉGIAS
Lojas de atacarejo, bem como de supermercados para cidades menores, deverão ser a tônica dessa expansão nos próximos anos. “Nos últimos anos, estamos vendo o formato cash and carry ganhar relevância. Vamos surfar essa onda de crescimento, temos uma visão de longo prazo dela”, afirmou Korber.

A estratégia abrange ainda bandeiras menores, de supermercados para cidades pequenas, com um nível de concorrência mais brando que o das grandes capitais. “A gente olhava para as cidades do interior e via essas localidades completamente desabastecidas, com as pessoas tendo que dirigir 45, 50 minutos para fazer a sua compra da semana. O nosso diferencial logístico permite atender a essas localidades”, afirmou.

Outro ponto importante dessa política de crescimento é o formato digital – um processo que foi acelerado com a pandemia da Covid-19 e que agora tem bases prontas. Em 2021, as diversas plataformas de atendimento ao consumidor foram agrupadas no Mateus Mais. Hoje, o aplicativo conta com a carteira digital com cashback, delivery, eletro e as vendas para empresas. O Grupo também já dialoga com parceiros para desenvolver serviços financeiros, como contas digitais.

Mesmo considerando temas como a inflação e a pandemia da Covid-19, o cenário ainda é considerado otimista. “A gente vê um cenário mais otimista que a média geral. Acreditamos na melhora do ambiente de consumo nas cidades do Nordeste e vemos o ano de 2022 com muito otimismo. Será um marco importantíssimo para o futuro da empresa”, concluiu.

Nesta manhã de terça-feira (8) fomos convidados por Juliana Silveira, Assessora de Comunicação do Grupo Mateus para nos apresentar toda a estrutura da unidade de Petrolina.

Juliana Silveira, Assessora de Comunicação

 

Pesquisa da Facape aponta que alimentos estão mais caros em Juazeiro do que em Petrolina (PE)

A Faculdade de Petrolina- Facape, divulgou nesta segunda – feira (7), a pesquisa do custo da cesta básica que é realizada em Petrolina e Juazeiro a cada mês. O trabalho acadêmico é realizado pelo Colegiado de Economia.
De acordo com o boletim de janeiro, tomate, café em pó, banana, açúcar, pão francês e óleo de soja foram os produtos com maior aumento nos preços. O tomate teve aumento de 7,49%, o café em pó, 7,12%, a banana, 5,26%, o açúcar, 3,35%, pão francês, 3,31% e óleo de soja, 2,03%.

O DIEESE justifica o aumento nos preços dos produtos da cesta básica com a redução da oferta, com diminuição de área plantada com tomate; baixa oferta de açúcar por causa da entressafra da cana; aumento da demanda externa por soja e óleo bruto de soja, reduzindo a oferta no Brasil; expectativa de nova queda na safra do café, pressionando as cotações no mercado mundial; baixa oferta de banana, que estava em entressafra no mês de janeiro, segundo o CEPEA. O reajuste no pão francês foi provocado pelo preço das matérias primas como o trigo e a margarina.

Diferenças de preços entre Petrolina e Juazeiro
O custo da cesta básica em Juazeiro, cidade baiana foi de R$ 498,40, enquanto a de Petrolina, sertão de Pernambuco, foi de R$ 497,45. A pesquisa comparou os dados dos últimos 12 meses e constatou que alimentos acumulam alta de 21,17% em Juazeiro. No mesmo período, o percentual foi de 12,95% em Petrolina, ficando mais barato comprar alimentos na cidade pernambucana.
O boletim observou que o aumento de preços em Juazeiro chegou a 7,29% comparando ao mês de dezembro de 2021. Em Petrolina o aumente foi menor, 2,40%.

Assessoria de Comunicação da Facape

GNV: o combustível do futuro já está ao seu alcance em Petrolina (PE)

Mais barato, mais seguro e menos poluente. Essas são algumas das principais vantagens do GNV frente aos combustíveis líquidos e também algumas das características que fazem com que o gás seja conhecido como o “combustível do futuro”.

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Mas não para por aí. O GNV não possui impurezas e não é tóxico. Sua queima é mais limpa que a de seus concorrentes. Segundo a Petrobras Distribuidora:

“A queima do GNV é reconhecidamente uma das mais limpas, praticamente sem emissão de monóxido de carbono. Por não possuir enxofre em sua composição, a queima do gás natural não lança compostos que produzam chuva ácida quando em contato com a umidade atmosférica, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade de vida da população.”

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Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (31). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Inhame por R$ 175,00 a caixa com 25; Jerimum por R$ 1,50 o Kg; Repolho por R$ 130,00 o saco com 40kg; Tomate 1ª por R$ 100,00 a caixa com 26kg; Abacaxi por R$ 300,00 o cento e Acerola por R$ 45,00 a caixa com 20kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (21). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Uva Itália (1ª) por R$ 100,00 a caixa com 20kg; Tangerina Murcot por R$ 85,00 a caixa com 18kg; Morango por R$ 27,00 o Kg; Melão Amarelo por R$ 1,75 o Kg; Melancia por R$ 0,80 o Kg e Maracujá 1ª por R$ 42,50 a caixa com 16kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Coco verde continua sendo destaque no Mercado do Produtor de Juazeiro (BA)

O verão chegou e com ele a vontade de combater o calor das mais diversas maneiras. Nessas horas, nada como matar a sede com uma água de coco bem geladinha, não é verdade? Pois é, esse soro natural é a cara dessa estação quente do ano, e não poderia ser melhor!

No Mercado do Produtor de Juazeiro ele nunca perde seu destaque. Nesta  sexta-feira (14), o coco verde está sendo comercializado em média no atacado por R$ 1,10/unidade. A região é produtora de coco e o entreposto tem os melhores produtos.

Com boa oferta entre setembro a março, em 2021 deram entrada no Mercado do Produtor de Juazeiro, neste período, mais de 1.200 toneladas da fruta.

Benefícios do coco

A água do coco verde é um isotônico natural, segundo especialistas, que hidrata por ser rica em sais minerais (sódio, potássio, fósforo, cálcio, magnésio e vitamina C). Além disso, ajuda a limpar a pele, melhorar a digestão, combater a ressaca ao repor minerais e vitaminas eliminados na urina, a controlar a pressão arterial e o colesterol.

A polpa do coco é mais rica em nutrientes do que a própria água. Por conter bastante gordura boa e fibras, ajuda na saciedade e pode ser um aliado na perda de peso.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Petrobras aumenta preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras

A partir de amanhã (12), a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. O anúncio foi feito hoje (11) pela companhia, em nota à imprensa.

Segundo a empresa, os últimos aumentos ocorreram em 26 de outubro do ano passado. Desde então, o preço cobrado pela Petrobras para a gasolina chegou a ser reduzido em R$ 0,10 litro, em 15 de dezembro. Já o preço do diesel ficou estável.

Com a decisão de hoje, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro”, explicou a companhia, na nota.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será elevada de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba, mostrando variação de R$ 0,24 por litro.

Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais em 2021

Foto: Nelson Fontes - Divulga Petrolina

O valor da cesta básica aumentou em 2021 nas 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Segundo os dados, na comparação de dezembro de 2021 com o mesmo mês do ano anterior, as altas mais expressivas ocorreram em Curitiba (16,3%), Natal (15,42%), Recife (13,42%), Florianópolis (12,02%) e Campo Grande (11,26%). As menores taxas acumuladas foram as de Brasília (5,03%), Aracaju (5,49%) e Goiânia (5,93%).

A Pesquisa mostrou que, de novembro para dezembro de 2021, o valor da cesta básica subiu em oito cidades, com destaque para Salvador (2,43%) e Belo Horizonte (1,71%). A redução mais importante foi registrada em Florianópolis (-2,95%).

Em dezembro de 2021, o maior custo da cesta foi o de São Paulo (R$ 690,51), seguido de Florianópolis (R$ 689,56) e Porto Alegre (R$ 682,90). Entre as cidades do Norte e Nordeste, localidades onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 478,05), João Pessoa (R$ 510,82) e Salvador (R$ 518,21).

Segundo as estimativas do Dieese, em dezembro de 2021, o salário-mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 5.800,98 o que representa 5,27 vezes o atual salário-mínimo, de R$ 1.100.

Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 5.969,17 ou 5,43 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2020, o salário-mínimo necessário foi de R$ 5.304,90, ou 5,08 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 1.045,00.

Produtos

Os dados mostram que entre dezembro de 2020 e de 2021 tiveram alta acumulada de preços em quase todas as capitais pesquisadas a carne bovina de primeira (de 5% em Aracaju a 18,76%, em Porto Alegre), açúcar (entre 32,12% em Fortaleza e 73,25% em Curitiba), óleo de soja (de 8,94% em Goiânia a 11,68% em Campo Grande), pó de café (entre 39,42% em São Paulo a 112,44% em Vitória) e o tomate – com variações expressivas em Natal (102,29%), Vitória (58,53%), Florianópolis (43,85%), Rio de Janeiro (42,39%) e Belo Horizonte (36,76%).

Também aumentaram o pão francês (altas que variaram entre 1,42%, em Florianópolis e 14,14% em Curitiba), a manteiga (entre 0,51% em Belo Horizonte a 27,03% em Vitória), o leite integral longa vida (de 5,24% em Curitiba a 9,52% em Florianópolis), a farinha de trigo (de 33,82% em Curitiba a 17,2% em Porto Alegre), e a mandioca, que variou no Norte e Nordeste entre 0,65% em João Pessoa a 13,14%, em Natal.

No sentido contrário, registraram queda na maior parte das capitais a batata (com taxas entre -33,57% em Belo Horizonte e -13,36% em Brasília), o arroz agulhinha (de -21% em São Paulo a -19,01% em Goiânia) e o feijão (entre -11,65% em Goiânia e -0,51% em Recife).

Edição: Denise Griesinger

Abóbora e jerimun estão com preços em baixa esta semana no Mercado do Produtor de Juazeiro

A chegada de novas safras ao Mercado do Produtor de Juazeiro registrou oscilações nos preços de alguns produtos. É o que mostra o comparativo semanal, elaborado pelo setor de Cotação e Estatística do entreposto.

A queda ocorreu na categoria das verduras, principalmente no preço da Abóbora, que estava sendo comercializada na semana passada por R$ 1,40 o kg e hoje o consumidor pode encontrar o produto por R$ 1,20 o quilo. O jerimum também teve o preço reduzido, passando de R$ 1,60 o quilo para R$ 1,40.

Um outro legume que sofreu queda foi a batata. Na semana passada o saco de 50kg custava R$ 170,00 e hoje está sendo vendido por R$ 150,00.

De acordo com o setor de Cotação e Estatística, o excesso de produção dos três itens foi a causa para a redução dos preços.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quarta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (05). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Uva Itália (1ª) por R$ 82,50 a caixa com 20kg; Pêra por R$ 215,00 a caixa com 18kg; Morango por R$ 22,50 o Kg; Melão Amarelo por R$ 1,40 o Kg; Melancia por R$ 0,80 o Kg e  Maracujá 1ª por R$ 50,00 a caixa com 16kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA