Sinpol-PE lamenta os índices de tiroteios e disparos de armas de fogo em Pernambuco

O SINPOL-PE lamenta profundamente os alarmantes índices de tiroteios e disparos de arma de fogo que assolam o Grande Recife em 2023. Os dados divulgados pelo Instituto Fogo Cruzado mostram que a crescente criminalidade está refletida nessa quantidade de eventos violentos, acarretando no aumento do número de vítimas inocentes. Para reverter essa triste realidade, é imprescindível fortalecer os mecanismos de combate à violência, investindo em uma estrutura mais eficiente e valorizando os Policiais.É extremamente preocupante constatar que, dos 1.000 tiroteios, aproximadamente 97% resultaram em vítimas fatais ou feridos. Esse cenário trágico evidencia a necessidade de atacar o nascedouro da criminalidade, combatendo a desigualdade social e implementando políticas sociais efetivas e perenes que possam gerar oportunidades e perspectivas de um futuro melhor para toda a população.“A criminalidade em Pernambuco está sendo refletida nessa quantidade de tiroteios, e consequentemente no aumento no número de vítimas. É crucial que o Estado exerça de maneira efetiva seu papel, fortalecendo as instituições de segurança e implementando políticas públicas abrangentes, que atuem de forma integrada em diversos aspectos sociais”, afirma o presidente do SINPOL-PE, Rafael Cavalcanti.

STF retoma julgamento sobre descriminalização do porte de drogas

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (2) o julgamento sobre a descriminalização do porte de pequenas quantidades de drogas para consumo pessoal.

O processo sobre o assunto estava previsto para ser julgado em junho deste ano, mas foi adiado em função das sessões destinadas ao julgamento do ex-presidente Fernando Collor.

A descriminalização do porte começou ser analisada em 2015, mas o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.

O caso trata da posse e do porte de drogas para consumo pessoal, infração penal de baixa gravidade que consta no Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006). As penas previstas são advertência sobre os efeitos das drogas, serviços comunitários e medida educativa de comparecimento à programa ou curso sobre uso de drogas.

Até o momento, três ministros – Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Gilmar Mendes – votaram, todos a favor de algum tipo de descriminalização da posse de drogas.

O recurso sobre o assunto tem repercussão geral reconhecida, devendo servir de parâmetro para todo o Judiciário brasileiro.

Banco de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno do Hospital Dom Malan em Petrolina completa 28 anos com programação especial

O Banco de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno do Hospital Dom Malan em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, comemorou nesta terça-feira (01) 28 anos de implantação. Numa celebração especial, profissionais de saúde e mães atendidas pelo BIAMA dentro do HDM, participaram do momento de comemoração na Praça do Jambo, com direito a bolo e a mascote do banco.

A comemoração inicia oficialmente a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Este ano, o tema é: “Apoie a Amamentação: faça a diferença para mães e pais que trabalham.  Para marcar a data, foram distribuídos laços dourados simbolizando o leite materno como “ouro” que alimenta.

O Hospital Dom Malan tem uma maternidade que recebe mães de alto risco e tem os bebês prematuros que ficam internados na UTI Neonatal, na UCI Neonatal, no berçário externo e no alojamento canguru recebem leite doado ao BIAMA. Além disso, nossa equipe dá todo apoio e orientação às mães em dificuldade para amamentar, não só do hospital, mas de toda a cidade“, enfatiza a coordenadora do BIAMA,  a pediatra Flávia Guimarães.

Doadoras

O BIAMA precisa de doadoras para manter o estoque regular e garantir leite para os bebês prematuros do HDM. As mulheres interessadas em fazer doações de leite ao Biama podem ligar para o telefone da instituição através do número (87) 3202-7002. Também é possível ir até o Banco de Leite com o cartão de gestante que funciona no Hospital Dom Malan, das 7h às 18h. Após o cadastro, a doadora receberá um kit, toucas, potes de vidros e máscaras, além de orientações para realizar a coleta e armazenamento de leite.

Funcionamento do BIAMA

O Banco de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno (BIAMA) do HDM funciona todos os dias para apoiar as mães com dificuldade de amamentação. O banco também recebe doação de leite humano de doadoras voluntárias, que é pasteurizado e alimenta os recém-nascidos prematuros internados no Hospital Dom Malan.

Programação Semana Mundial do Aleitamento Materno

A Semana Mundial do Aleitamento Materno prossegue dos dias 2 a 4 com o I Simpósio Regional do Banco de Leite Humano do Hospital Dom Malan/ ISMEP no Auditório da Biblioteca da UNIVASF. No dia 2, no horário das 14h às 16h30. No dia 3 o evento acontecerá das 8h às 17h.

O encerramento acontecerá dia 4 num momento cultural: O “Forró do Peito”, com apresentação da Quadrilha Junina Chora Não Bebê, no Espaço de Convivência do Hospital Dom Malan.

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Assessoria de Comunicação do HDM / ISMEP 

Unicred Ponto Capital inicia operação em Petrolina, Sertão PE

Instituição financeira cooperativa com 25 anos de mercado, a Unicred Ponto Capital segue estruturado plano de expansão para novos mercados e inaugura, nesta sexta-feira (28), operação na cidade de Petrolina-PE. Pertencente ao Sistema Unicred, que conta atualmente com mais de 340 unidades de negócios e mais de 261 mil cooperados, a instituição tem proposta diferenciada, unindo o propósito cooperativo com a experiência de serviços qualificada e assessoria financeira de excelência.

A Unicred Ponto Capital inova no mercado local com conceito exclusivo e abordagem única em termos de relacionamento com os cooperados e soluções voltadas ao segmento premium, em produtos e serviços. Localizada na Avenida Integração Ayrton Senna, nº805, no bairro Vila Eduardo, a agência apresenta projeto moderno, alinhado aos mais altos padrões mundiais do setor, e ambientes especialmente planejados para proporcionar vivências únicas aos cooperados, e seus convidados. Entre os espaços exclusivos, destaque para a área gourmet com churrasqueira e quadra de beach tennis.

“Após nossas inaugurações bem-sucedidas no Recife-PE, em 2020, e Caruaru, em 2021, seguimos para mais uma cidade em Pernambuco, Petrolina, que tem reconhecido potencial social e econômico. Assim, oferecemos para um novo público nossos serviços exclusivos e de excelência, com os quais trabalhamos há 25 anos no Rio Grande do Sul. Além disso, também trazemos projetos inovadores e eficientes, que proporcionarão aos nossos cooperados novas oportunidades de lazer e vivência social, colaborando com o desenvolvimento da cidade”, pontua Flávio Cabreira Jobim, presidente do Conselho de Administração da Unicred Ponto Capital.

Com sede na cidade de Santa Maria (RS) e mais de oito mil cooperados, a Unicred Ponto Capital conta com ampla área de abrangência em todo o Brasil, estando presente em mais de 69 municípios e com 18 pontos de atendimento. Ao todo, a instituição contabiliza mais de R$ 858 milhões em recursos administrados e mais de R$ 922 milhões em ativos totais. Entre as principais soluções da instituição, estão opções diferenciadas de investimentos, linhas de financiamento, previdência privada exclusiva do sistema Unicred, consórcio, cartões e seguros, com atendimento presencial e digital.

Na sequência à inauguração em Petrolina-PE, a Unicred Ponto Capital iniciará mais uma operação no interior de Pernambuco, na cidade de Garanhuns-PE, no dia 1º de agosto de 2023.

UNICRED CENTRAL GERAÇÃO – A Unicred é uma instituição financeira cooperativa que atua no âmbito financeiro, concedendo empréstimos, financiamentos, aplicações financeiras, seguros, previdência e cartões aos seus cooperados por meio de uma gestão participativa, democrática e transparente. O Sistema Unicred Geração possui 10 cooperativas e 103 pontos de atendimento, que representam mais de 88 mil cooperados, R$ 7,6 bilhões de ativos e 4,6 bilhões na carteira de crédito. Para mais informações, acesse www.unicred.com.br/centralgeracao.

Mercado do Produtor de Juazeiro parabeniza agricultores pelo seu dia

Na data de hoje, 28 de julho se comemora o Dia do Agricultor. O Mercado do Produtor de Juazeiro, segundo maior entreposto do Brasil, aproveitou a data para parabenizar os trabalhadores que, de forma pujante e guerreira, ajudaram a construir essa história. São Homens e Mulheres que trazem sua produção para serem comercializadas no entreposto e garantir que alimentos de boa qualidade cheguem à mesa do povo juazeirense.

“Falar dos agricultores é falar da grandeza de homens e mulheres, que todos os dias, faça sol ou chuva, estão no campo, semeando a terra para colher alimentos. É falar da valorização de um trabalho que se utiliza da terra para prover a alimentação de toda a população. Parabéns aos agricultores pelo seu dia”, disse a prefeita de Juazeiro Suzana Ramos.

 “A homenagem aos agricultores além de justa é necessária já que faz referência a um dos serviços mais importantes prestados à sociedade e que pertence ao setor primário da economia. O Agricultor tem sua devida relevância e faz parte da nossa história”, parabenizou o diretor da Autarquia Municipal de Abastecimento- AMA, Britoaldo Bessa.

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Texto: Welington Alves – Ascom AMA/PMJ

Pesquisa reunirá dados sobre saúde mental de 3,5 mil pessoas LGBTI+

Estudo piloto da pesquisa Smile, liderada pela Universidade Duke, dos Estados Unidos, que investiga a saúde mental de pessoas identificadas como minorias raciais e de gênero, gerou fundamentos para a segunda etapa de um trabalho que está em andamento. A coordenadora do estudo no Brasil é a professora Jaqueline Gomes de Jesus, vinculada ao Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O projeto piloto, realizado em 2017 em seis países (Brasil, Quênia, Vietnã, Índia, Camboja e El Salvador), atingiu 2 mil pessoas. A nova etapa, mais aprofundada, tem foco no Brasil, Quênia e Vietnã, em função de financiamento aprovado pelo governo norte-americano para apenas essas nações. A meta é obter a participação de 3,5 mil pessoas da população LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais/travestis e intersexo) em cada um dos três países. No Brasil, elas poderão responder a um questionário online disponível neste endereço.

A segunda etapa do estudo aprofunda o que foi pesquisado na primeira fase, disse nesta quinta-feira (27) Jaqueline Gomes de Jesus à Agência Brasil. Para a professora, a nova pesquisa dará “precisão gigantesca” às demandas em saúde e à intervenção em nível de políticas públicas.

O questionário, que inclui questões sobre saúde mental, focadas em ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, autoestima, ‘suicidalidade’ e apoio social, demora cerca de 15 minutos para ser respondido. “Esse tempo é necessário para termos uma avaliação aprofundada, não só um relatório sobre bem-estar da população LGBTI+.” O questionário, não  busca apenas dados, mas presta vários serviços, disse Jaqueline.

Há, por exemplo, uma lista de entidades que a pessoa pode procurar se achar necessário. ”Se ela tiver alguma indicação de risco de suicídio, pode responder a um documento que a gente chama planejamento de segurança, autoinstrucional. A pessoa vai avaliar a sua rede de apoio, contatos, com quem ela pode contar, para diminuir os riscos ligados ao suicídio.” Essa orientação não faz parte do questionário. É uma prestação de serviço, acrescentou a professora.

Aplicabilidade

Dados globais de diferentes estudos mostram que cerca de 52% dos jovens LGBTI+ já se automutilaram, contra 35% de jovens cis héteros; pessoas trans apresentam taxas mais altas de problemas de saúde mental do que pessoas cisgêneras LGB; 44% das pessoas LGBTI+ pensaram em suicídio, contra 26% de cis héteros; 92% dos jovens trans tiveram pensamentos suicidas e 84% se automutilaram.

Quanto às tentativas de suicídio, os números revelam que o percentual é de 5% entre lésbicas; mulheres bissexuais (7%); mulheres lésbicas ou bissexuais com deficiência (10%); gays (11%); homens bissexuais (16%); pessoas não binárias (36 a 38%); mulheres trans e travestis (42%); homens trans e pessoas trans masculinas (46%) e população em geral (1,2%).

Com base nos dados globais, Jaqueline de Jesus disse que será possível verificar a aplicabilidade de tais informações que já vieram de outros estudos no Brasil. “A gente vai ter dados que não existem ainda, com foco no Brasil. Um estudo desse tipo nunca foi feito no país”. As informações serão coletadas em 2024 e os resultados devem ser obtidos a partir de 2025. De acordo com a professora, as conclusões poderão ser usadas na elaboração de políticas públicas que atendam a essa parcela da população, que sejam baseadas em dados oriundos de pesquisas. A pesquisa científica é necessária para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para tratamentos em saúde mental baseados em evidências, acrescentou.

Segundo Jaqueline, além da coleta de dados, haverá abordagens de grupos focais. “Com isso, a gente consegue precisar, em cada país, no caso, o Brasil, que tipo de cuidado é mais importante em termos de foco em ansiedade ou depressão para cada grupo, por exemplo”. Essa abordagem permitirá determinar cientificamente o tipo de intervenção necessária, tornará possível definir o tratamento que funciona melhor para cada pessoa, de acordo com seu grupo, ou região, por exemplo, porque tem uma questão cultural envolvida. Isso significa que o que pode funcionar no Brasil pode não funcionar em outro país: “depende de questões culturais também”.

Violência

O Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+ revela que, no ano passado, o Brasil registrou 273 mortes violentas de pessoas desse grupo. A Rede Nacional de Pessoas Trans (Rede Trans) registrou 100 assassinatos de indivíduos desse grupo em 2022, em todo o país, além de 15 suicídios e de três vítimas letais da aplicação clandestina de silicone industrial.

De acordo com a Rede Trans, 97,3% das vítimas eram mulheres trans ou travestis; 77,8% eram pessoas negras; 43,7% tinham entre 26 e 35 anos; 43% residiam na Região Nordeste e metade das vítimas eram profissionais do sexo.

No período de 2017 a 2022, levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) informa que 912 pessoas trans foram mortas no Brasil, violência acaba afetando a saúde mental das pessoas LGBTI+.

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Edição: Nádia Franco -Agência Brasil

Censo 2022: Brasil tem 1,32 milhão de quilombolas

O Censo Demográfico 2022 mostrou que a população quilombola residente no Brasil é de 1.327.802 pessoas, correspondendo a 0,65% da população. Há 1.696 municípios com população quilombola e 473.970 domicílios particulares permanentes com moradores quilombolas. Dados da pesquisa Censo 2022 – Quilombolas: Primeiros Resultados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A região que concentra a maior quantidade é o Nordeste, com 905.415 quilombolas, correspondendo a 68,2% da população quilombola, seguida do Sudeste com 182.305 pessoas e o Norte com 166.069 pessoas, ambas contabilizando 26,24% da população quilombola. Com 5,57% da população quilombola, as regiões Centro-Oeste e Sul têm 44.957 e 29.056 pessoas, respectivamente.

A Bahia é o estado com maior quantitativo de população quilombola – 397.059 pessoas –,o que corresponde a 29,90% da população quilombola recenseada. Em seguida vem o Maranhão, com 269.074 pessoas, o que corresponde a 20,26% da população quilombola recenseada. Somando a população quilombola da Bahia e do Maranhão, tem-se 50,17% da população quilombola concentrada nesses dois estados. Roraima e Acre não têm presença quilombola.

Dos 5.568 municípios brasileiros, 1.696 tinham moradores quilombolas. Senhor do Bonfim (BA) destaca-se por ser o município com a maior quantidade absoluta de pessoas quilombolas, com 15.999, seguido de Salvador, com 15.897, Alcântara (MA) com 15.616 e de Januária (MG) com 15 mil pessoas.

Segundo Marta Antunes, responsável pelo Projeto de Povos e Comunidades Tradicionais do IBGE, a distribuição geográfica dos quilombos tem vínculo com todo o processo de colonização e escravização, mas também com a resistência a essa situação histórica que levou a várias ocupações territoriais com concentração perto e ao longo dos rios.

“A população quilombola se identifica não só pelo processo de escravização, mas principalmente pela resistência à opressão histórica como está no Decreto 4887”, disse.

Do universo de 72,4 milhões domicílios particulares permanentes ocupados recenseados no Brasil, 473.970 têm pelo menos um morador quilombola, correspondendo a 0,65% dos domicílios do país. Nas residências onde há pelo menos uma pessoa quilombola, a média de moradores é mais alta (3,17) do que no total de domicílios do país (2,79).

No universo das pessoas quilombolas residentes no país, as pessoas localizadas nos 494 territórios quilombolas oficialmente delimitados representam 12,59% dessa população (167.202 pessoas), de modo que 1.160.600 (87,41%) pessoas quilombolas encontram-se fora de áreas formalmente delimitadas e reconhecidas

Amazônia Legal

Foram contabilizadas 426.449 pessoas quilombolas nos municípios da Amazônia Legal, o que representa 1,60% da população residente total da região, sendo 32,11% do total da população quilombola residente no Brasil.

Foram recenseados 80.899 quilombolas residindo em territórios oficialmente delimitados, o que representa 48,38% da população quilombola nacional residindo em áreas oficialmente delimitadas, o que mostra um maior avanço do processo de regularização fundiária na Amazônia Legal em relação ao restante do país.

A presença da população quilombola residente na Amazônia Legal nos territórios oficialmente delimitados é superior ao cenário nacional: enquanto na Amazônia Legal 18,97% da população quilombola reside em territórios delimitados, para o conjunto do país esse percentual é de 12,59%

“Pela primeira vez em um levantamento censitário brasileiro, a população quilombola foi identificada, enquanto grupo étnico, no mais importante retrato demográfico, geográfico e socioeconômico do país”, disse, em nota, o presidente substituto do IBGE, Cimar Azeredo.

coleta de informações contou com o apoio das lideranças comunitárias quilombolas (https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-10/quilombolas-respondem-pela-primeira-vez-ao-censo-demografico), que atuaram no apoio ao mapeamento das comunidades e como guias para os recenseadores, garantindo que todos os territórios fossem visitados.

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Edição: Maria Claudia – Agência Brasil

Transforma Petrolina abre vagas de voluntariado para médicos

O voluntariado médico  permite que os profissionais empreguem sua formação e conjuntos de habilidades específicas para o bem comum, enquanto desfrutam dos efeitos edificantes de ajudar os outros. Para incentivar o engajamento dessa categoria  em  atividades voluntárias, o Transforma Petrolina abre vagas para o  projeto “Médicos do Bem”. A  iniciativa tem por objetivo ofertar serviços de saúde para famílias que residem em comunidades situadas na  zona rural da cidade.A primeira  ação do projeto conta com o apoio do Lions Clube e será realizada  no dia 12 de agosto, no distrito de Nova Descoberta, durante a edição  do Programa “Bora Petrolina”, que reúne poder público e iniciativa privada  com diversos serviços nas áreas da saúde,  assistência social, assistência jurídica e outros.As vagas são destinadas para as especialidades de cardiologista, otorrinolaringologista, ginecologista, pneumologista dentre outros.  O médico interessado deve se cadastrar   na plataforma www.transformapetrolina.com.br  e em seguida escolher a vaga da especialidade que atua. Após a inscrição aprovada, a equipe do Transforma Petrolina entrará em contato para organizar a logística.Para a coordenadora voluntária do Transforma Petrolina, Alinne Durando, o envolvimento desses profissionais no serviço voluntário impacta a vida deles e na de muitas pessoas. “Os médicos podem fazer  a diferença para aqueles que  são atendidos  e para o seu próprio futuro ao mesmo tempo. Nenhuma tarefa é pequena demais quando se trata de ajudar os outros”, afirma.

Abertas as inscrições para o III Workshop de Citricultura com ênfase na limeira ácida ‘Tahiti’

Estão abertas as inscrições para o III Workshop sobre Citros, com ênfase na Limeira Ácida ‘Tahiti’. O evento é organizado pela Embrapa Semiárido (Petrolina-PE) e Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas-BA) e será realizado no dia 9 de agosto, em Petrolina, dentro da programação da Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri). O workshop busca discutir o cultivo de citros no Semiárido e os avanços e desafios para a adaptação da cultura na região. As inscrições poderão ser feitas no site da Fenagri: www.fenagri2023.com.br .

O evento é coordenado pelos pesquisadores da Embrapa Débora Bastos e Orlando Passos, com carga horária de 8 horas. A programação conta com várias palestras, que abordarão temas como o cenário da citricultura no Semiárido, os porta-enxertos e as cultivares copa para a limeira ácida ‘Tahiti’, pragas e doenças dos citros, implantação e manejo do pomar, nutrição, comercialização, entre outros assuntos importantes para a cadeia.

As palestras serão realizadas no Cineteatro da UNIVASF, em Petrolina, a partir das 8h, com encerramento previsto para às 17h. Podem se inscrever produtores, técnicos, estudantes e demais interessados no tema.

A lima ácida ‘Tahiti’ é a quinta fruta mais exportada do Brasil, considerada de grande relevância para a economia brasileira.  De acordo com a pesquisadora Débora Bastos, da Embrapa Semiárido, após vários experimentos e pesquisas, foi constatado que os citros se adaptaram bem na região do Vale do São Francisco. Ela destaca a limeira ácida ‘Tahiti’, as laranjas, os pomelos, os limões verdadeiros e as tangerinas dentre as possibilidades de expansão de cultivos e investimentos para a região.

Serviço:

  • III Workshop sobre Citros no Semiárido
  • Data:  09/08/2023
  • Horário: 8h às 17h
  • Local: Cineteatro da UNIVASF, Av. José de Sá Maniçoba, S/N, Campus Sede UNIVASF, Petrolina-PE.
  • Inscrições: www.fenagri2023.com.br
  • Carga horária: 8h

     

Após reunião com Governo e sem proposta alguma para a categoria, Policiais Civis decidem em Assembleia engrossar o movimento

A primeira reunião da mesa de negociação ocorrida na tarde desta terça-feira (25) entre o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE) e o Governo do Estado, na Secretaria de Administração (SAD), não obteve avanço, frustrando assim toda a categoria. O Governo não apresentou proposta para os Policiais Civis do estado, muito menos uma data definida para uma próxima reunião.
 Entre as reivindicações que foram apresentadas ao Governo do Estado estão a valorização salarial e funcional do Policial Civil de Base, a melhoria nas condições de trabalho e nas delegacias de todo o Estado, o cuidado com a saúde mental da categoria, dentre outros pontos.
Após a reunião com o Governo, os Policiais Civis realizaram na sede do SINPOL, no bairro de Santo Amaro, uma assembleia para deliberação da categoria sobre as pautas da campanha salarial e funcional e os rumos do movimento.  A assembléia teve início às 18h45, onde a categoria deliberou pela realização de uma Operação Padrão em todo estado de Pernambuco no mês de Agosto, uma grande passeata com data marcada para o dia 28 de agosto para deliberar em assembleia na frente ao Palácio do Governo sobre o início da Operação Padrão e uma campanha publicitária do SINPOL para expor à sociedade a situação dos trabalhadores da base.“Não vamos parar enquanto não houver uma valorização justa e condizente com nossas reais funções, pois valorizando o Policial Civil está se investindo na Segurança Pública do nosso Estado. Chegaram ao absurdo de pedir paciência aos Policiais Civis na mesa de negociação. Não dá mais para esperar, pois boa parte da categoria está adoecendo, com a saúde mental afetada, não há valorização para esses profissionais há tempo, temos um déficit muito grande no quadro da Polícia Civil, o que dificulta o combate à criminalidade, é por isso que a população pernambucana está sofrendo com essa violência desenfreada. Por isso a categoria, indignada, decidiu se unir e ir às ruas novamente, em busca da valorização salarial e funcional ” enfatizou Rafael Cavalcanti, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, SINPOL-PE.