A Itália conquistou a medalha de bronze da Liga das Nações de Vôlei Feminino (VNL) ao vencer a China por 3 sets a 1 neste domingo (26). A partida, que garantiu o terceiro lugar, ocorreu em Macau, depois da derrota italiana para o Brasil na semifinal.
As italianas iniciaram o jogo com tranquilidade, fechando o primeiro set em 25-16. A China reagiu no set seguinte, levando a melhor em um duelo apertado por 25/23. O terceiro set também foi equilibrado, mas a vitória ficou com a Itália.
A Itália voltou a dominar no quarto e último set, fechando a partida com facilidade em 25-13. O grande destaque do confronto foi a ponteira italiana Antropova, que marcou impressionantes 26 pontos para sua equipe.
VNL: Brasil encara Turquia na grande final
Apesar de ser tricampeã da Liga das Nações, esta é a primeira vez que a seleção italiana conquista a medalha de bronze. A grande final da VNL será disputada ainda neste domingo (26), colocando frente a frente o Brasil e a Turquia em busca do título.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Dias após confirmar a aplicação de uma tarifa de 25% sobre a maior parte dos produtos brasileiros de madeira processada, o governo dos Estados Unidos anunciou um investimento de US$ 80 milhões para ampliar a capacidade da indústria madeireira americana e fortalecer o manejo florestal no país.
O aporte foi anunciado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e será destinado a projetos nos estados de Oregon e Nevada, por meio do Programa de Empréstimo Garantido para Expansão da Produção de Madeira e do Programa de Empréstimo Garantido para Empresas e Indústrias.
Segundo o USDA, os recursos fazem parte da estratégia do governo Donald Trump para ampliar em 25% a produção doméstica de madeira, reduzir o risco de incêndios florestais e fortalecer a cadeia industrial do setor.
Em nota, o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, afirmou que os investimentos devem reforçar a indústria madeireira americana, ampliar a capacidade de processamento de madeira, gerar empregos em áreas rurais e contribuir para o manejo das florestas.
O subsecretário interino do USDA, Todd Lindsey, disse que os financiamentos para serrarias e unidades de processamento representam uma forma de estimular a economia rural ao mesmo tempo em que reduzem o material combustível responsável por incêndios florestais.
Do total anunciado, US$ 50 milhões serão destinados à Tahoe Forest Products, em Nevada, para ampliar a capacidade de processamento de madeira da empresa. O projeto prevê novos secadores, uma serraria e uma linha de serragem, permitindo a produção de madeira beneficiada para atender distribuidores e grandes construtoras.
Outros US$ 30 milhões serão direcionados à Clatskanie Scion LLC, no estado de Oregon, para a construção de uma nova serraria e expansão da fabricação de produtos industriais de madeira. A expectativa é que o empreendimento gere pelo menos 35 empregos.
Desde a criação do programa, o USDA informou ter investido US$ 165,2 milhões em projetos de expansão da indústria madeireira em dez estados americanos.
Tarifa preocupa setor brasileiro
O anúncio ocorre em meio à crescente preocupação da indústria brasileira de madeira processada com as novas tarifas impostas pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos).
A medida do órgão atinge praticamente todos os principais produtos do segmento, com tarifas de 25% para produtos florestais incluídos na investigação da Seção 301 e de 12,5% para itens envolvidos na acusação de trabalho forçado.
Segundo a Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), o setor possui forte dependência do mercado americano. Cerca de 80% da produção nacional é destinada às exportações, e metade desse volume tem como destino os Estados Unidos.
Na prática, aproximadamente 40% de toda a produção brasileira de madeira processada é vendida ao mercado americano.
A entidade estima que as tarifas aplicadas anteriormente, de 50% em 2025, provocaram perdas de cerca de US$ 500 milhões no comércio ao longo daquele ano.
Diante da queda na demanda, algumas indústrias recorreram a férias coletivas para reduzir a produção e minimizar os impactos das restrições comerciais.
O novo investimento anunciado pelo governo americano reforça a estratégia dos Estados Unidos de ampliar a oferta doméstica de madeira ao mesmo tempo em que endurece as barreiras à entrada de produtos importados, movimento que tende a aumentar a pressão sobre os exportadores brasileiros do setor.
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap/PE), por meio do Patronato Penitenciário de Pernambuco, realizou, nesta sexta-feira (24/07), a entrega de 25 refeições para crianças do Serviço de Acolhimento Lar Nova Aurora, no bairro de Afogados. A iniciativa fez parte da conclusão do curso de cozinheiro destinado a 50 egressos do regime aberto e livramento condicional – realizada em parceria com o Centro de Capacitação e Formação Pública (Cefop) e com o Instituto Pró Cidadão – na sede do Patronato, no bairro de São José.
O curso, que iniciou no começo do mês de julho, visou ampliar as oportunidades de qualificação profissional no mercado de trabalho e contou com aulas teóricas e práticas, nos turnos da manhã e tarde. Os alunos tiveram acesso a conteúdos sobre higiene e segurança alimentar, técnicas básicas de corte e cocção, organização da cozinha profissional, preparo de refeições, entre outros assuntos.
Além disso, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer tanto a política de acolhimento quanto o processo de reinserção social, como conta a superintendente do Patronato, Anna Rafaella: “A gente fica muito feliz com esse trabalho, porque, de alguma forma, por meio da mão de obra dos reeducandos e dos cursos de qualificação ofertados pelo Patronato, consegue contribuir para uma melhor assistência a essas crianças. A nossa intenção é dar continuidade a esse tipo de parceria ao longo dos próximos cursos que serão realizados dentro do Patronato”, afirmou.
O cardápio preparado foi parmegiana de frango, servido para as 25 crianças e adolescentes acolhidos pela instituição. Para a gerente de Proteção Social Especial de Alta Complexidade da Secretaria de Assistência Social de Pernambuco, Juliana Fialho, a iniciativa representa uma oportunidade de transformação para quem produz e para quem recebe as refeições. “Os reeducandos sabem para onde está sendo destinado o que produzem, e nós, enquanto serviço de acolhimento institucional, também mostramos aos nossos acolhidos que essa alimentação é fruto de um trabalho realizado com dedicação. Essa parceria entre as secretarias fortalece o trabalho de todos os envolvidos. Estamos de braços abertos para novas iniciativas como essa”, destacou Fialho.
O Patronato Penitenciário realizará, até o final de 2026, cursos profissionalizantes, com mais três turmas de cozinheiro e cinco de auxiliar de cozinha, a primeira delas com início já nesta terça-feira (28/07).
Fotos: Laura Albuquerque/Seap
Sonora: Anna Rafaella
A safra 2026 de manga do Vale do São Francisco destinada ao mercado norte-americano já começou, mas os cuidados fitossanitários exigidos por esse importador devem ser rigorosamente cumpridos pelos produtores da região que participam do Programa Brasileiro de Exportação de Mangas para os Estados Unidos.
Entre as exigências está o monitoramento de moscas-das-frutas, atividade essencial para acompanhar o Índice MAD (Moscas/Armadilha/Dia), indicador que mede o nível de infestação da praga nas áreas de produção. Para atender às exigências do mercado americano, o índice deve permanecer abaixo de 1.
As auditorias e fiscalizações realizadas pelas autoridades norte-americanas estão cada vez mais rigorosas, tornando o monitoramento uma etapa indispensável para a manutenção das exportações. O descumprimento dos protocolos fitossanitários pode comprometer a permanência de áreas produtoras no programa, como já ocorreu em outros países.
De acordo com a engenheira agrônoma e coordenadora do Programa de Armadilhamento e Controle (PAC) da Moscamed Brasil, Itala Damasceno, o monitoramento deve fazer parte da rotina dos produtores durante todo o ano. “Os cuidados fitossanitários, entre eles o monitoramento de moscas-das-frutas, precisam ser mantidos continuamente. O produtor deve estar atento, porque essa praga representa um grande risco para a fruticultura, e o mercado está cada vez mais rigoroso. Estamos à disposição para orientar e apoiar os produtores nesse processo”, afirmou.
Há mais de 21 anos, a Moscamed Brasil realiza o monitoramento de moscas-das-frutas no Vale do São Francisco, contando com equipe técnica especializada, estrutura laboratorial e experiência consolidada no atendimento aos programas de exportação.
Uma cidade que transformou o semiárido em oportunidade
Durante décadas, o sertão nordestino foi associado às dificuldades impostas pelo clima semiárido. Baixa disponibilidade de água, longos períodos de estiagem e limitações naturais pareciam restringir o desenvolvimento econômico da região. Petrolina, entretanto, percorreu um caminho diferente. Aproveitando o potencial do Rio São Francisco, investimentos em irrigação, tecnologia agrícola e infraestrutura transformaram o município em um dos maiores exemplos brasileiros de desenvolvimento regional baseado em inovação e produtividade.
Hoje, Petrolina vai muito além da imagem tradicional ligada às frutas. A cidade consolidou um ambiente empresarial diversificado, onde convivem grandes produtores rurais, exportadores, transportadoras, centros de distribuição, universidades, hospitais, empresas de tecnologia e milhares de pequenos e médios negócios que sustentam uma economia dinâmica durante todo o ano. Atividades como o transporte rodoviário de cargas, o comércio atacadista, e os serviços especializados passaram a formar uma cadeia econômica altamente integrada.
Essa transformação fez com que Petrolina ampliasse significativamente sua área de influência. Empresas instaladas no município atendem produtores rurais, comerciantes, indústrias e consumidores distribuídos por Pernambuco, Bahia e diversos estados do Nordeste. O município tornou-se um dos principais polos de geração de riqueza do interior brasileiro, funcionando como centro de decisões empresariais para toda a região do Vale do São Francisco.
Compreender Petrolina significa compreender como inovação, recursos naturais, empreendedorismo e planejamento de longo prazo podem transformar uma economia regional. Hoje, o município figura entre os principais motores econômicos do interior nordestino e desempenha papel estratégico no desenvolvimento de Pernambuco.
O Rio São Francisco mudou a história econômica de Petrolina
Poucas cidades brasileiras tiveram sua trajetória econômica transformada de maneira tão profunda quanto Petrolina. Durante boa parte do século XX, o sertão era visto como uma região limitada pelas condições climáticas. A presença permanente do Rio São Francisco, entretanto, permitiu o desenvolvimento de projetos de irrigação que modificaram completamente o potencial produtivo do município e deram origem a um dos mais importantes polos agrícolas do país.
Com a expansão da agricultura irrigada, áreas antes improdutivas passaram a produzir frutas durante praticamente todo o ano. Diferentemente de outras regiões brasileiras, onde a produção depende fortemente das estações, Petrolina desenvolveu uma capacidade única de controlar os ciclos produtivos, permitindo colher em períodos estratégicos para atender tanto o mercado nacional quanto o internacional. Atividades como o transporte rodoviário de cargas e o comércio atacadista tornaram-se referências mundiais em produtividade e qualidade.
Esse crescimento não beneficiou apenas os produtores rurais. Ao redor das fazendas surgiu uma extensa cadeia empresarial formada por empresas de irrigação, fabricantes de embalagens, transportadoras refrigeradas, exportadores, laboratórios agrícolas, consultorias técnicas, fornecedores de máquinas, distribuidores de insumos, instituições financeiras e prestadores de serviços especializados. Cada nova área cultivada passou a gerar demanda para dezenas de outras atividades econômicas.
A irrigação não transformou apenas a agricultura de Petrolina. Ela criou um ambiente empresarial capaz de integrar produção, tecnologia, logística e comércio em uma única cadeia econômica.
Com o aumento da produção, Petrolina consolidou-se como um dos maiores centros brasileiros de exportação de frutas frescas. Manga e uva produzidas no Vale do São Francisco chegam regularmente aos mercados da Europa, América do Norte e Oriente Médio, inserindo empresas locais em cadeias globais de comércio e elevando o nível de profissionalização de toda a economia regional.
Ao analisar as empresas de Petrolina, percebe-se que a força econômica do município vai muito além da produção agrícola. Indústria, comércio, serviços, logística, tecnologia e atividades ligadas ao agronegócio formam uma rede empresarial altamente integrada, responsável por impulsionar o desenvolvimento de grande parte do interior nordestino.
Duas cidades, um único polo econômico no Vale do São Francisco
Separadas apenas pela Ponte Presidente Dutra e pelas águas do Rio São Francisco, Petrolina e Juazeiro construíram uma relação econômica que ultrapassa os limites administrativos entre Pernambuco e Bahia. Na prática, empresas, trabalhadores, estudantes e consumidores circulam diariamente entre os dois municípios, formando um dos maiores polos urbanos e produtivos do interior nordestino.
Essa integração permite que negócios instalados em uma cidade atendam clientes localizados na outra com absoluta naturalidade. Hospitais recebem pacientes de ambos os lados do rio, universidades concentram estudantes de toda a região, empresas compartilham fornecedores e profissionais especializados, enquanto centros de distribuição utilizam a infraestrutura das duas cidades para ampliar sua capacidade operacional. O resultado é uma economia regional muito mais dinâmica do que aquela observada quando cada município é analisado isoladamente.
A agricultura irrigada fortaleceu ainda mais essa integração. Grandes produtores rurais mantêm operações distribuídas entre Pernambuco e Bahia, compartilhando áreas de cultivo, estruturas de armazenamento, packing houses, transportadoras e canais de exportação. Essa complementaridade produtiva aumenta a competitividade do polo e reduz custos logísticos, favorecendo empresas de diferentes portes que atuam em toda a cadeia do agronegócio.
Poucos municípios brasileiros apresentam um nível de integração econômica tão elevado quanto Petrolina e Juazeiro. Juntas, as duas cidades funcionam como um único ambiente de negócios voltado para produção, comércio, logística e exportação.
Além da fruticultura, essa conexão impulsiona diversos outros segmentos. Empresas de transporte, manutenção industrial, tecnologia agrícola, embalagens, consultorias, instituições financeiras, comércio atacadista e serviços especializados encontram um mercado consumidor significativamente maior graças à atuação conjunta das duas cidades. O crescimento de um município gera oportunidades imediatas para empresas instaladas no outro, fortalecendo todo o Vale do São Francisco, especialmente pela integração entre empresas de transporte rodoviário de cargas em Juazeiro e comércio atacadista em Juazeiro.
Essa posição estratégica também faz de Petrolina uma importante porta de entrada para empresas interessadas em atender o interior de Pernambuco, o norte da Bahia e parte do sertão nordestino. Ao mesmo tempo, Juazeiro amplia esse alcance ao conectar o polo econômico aos mercados baianos, criando uma rede empresarial que ultrapassa fronteiras estaduais e consolida a região como uma das mais relevantes economias do interior brasileiro.
Muito além do campo: comércio, saúde, educação e serviços impulsionam o crescimento
Embora a produção agrícola tenha sido o principal catalisador do desenvolvimento regional, a economia de Petrolina tornou-se muito mais ampla ao longo das últimas décadas. O aumento da renda, da população e da atividade empresarial estimulou a expansão do comércio, da construção civil, dos serviços especializados e de diversos segmentos que hoje desempenham papel essencial na geração de empregos e riqueza para toda a região.
Empresas ligadas ao comércio atacadista, supermercados, instituições financeiras, concessionárias, prestadores de serviços, escritórios de engenharia, empresas de tecnologia e consultorias passaram a atender uma área de influência que ultrapassa as fronteiras de Pernambuco. Milhares de consumidores provenientes de cidades vizinhas utilizam Petrolina como principal centro de compras, negócios e serviços especializados.
A saúde também se consolidou como um dos pilares da economia local. Hospitais, clínicas, laboratórios e centros de diagnóstico recebem diariamente pacientes de dezenas de municípios do Sertão pernambucano, do norte da Bahia e de outras regiões do Vale do São Francisco. Essa demanda fortalece uma extensa cadeia econômica formada por profissionais da saúde, fornecedores de equipamentos, distribuidoras de medicamentos e empresas de apoio ao setor hospitalar.
O crescimento de Petrolina demonstra que uma economia forte não depende apenas da produção. Ela exige um ambiente capaz de oferecer comércio, educação, saúde, tecnologia e serviços que sustentem o desenvolvimento de toda uma região.
Outro fator decisivo é a presença de universidades, institutos federais e centros de pesquisa que ajudam a formar profissionais qualificados para atender uma economia cada vez mais diversificada. Cursos voltados ao agronegócio, engenharia, administração, tecnologia, medicina, logística e ciências da saúde abastecem o mercado regional com mão de obra especializada, fortalecendo empresas já estabelecidas e incentivando o surgimento de novos negócios.
Esse ambiente urbano favorece o empreendedorismo e amplia a capacidade de inovação das empresas locais. Negócios ligados ao comércio eletrônico, tecnologia agrícola, automação, consultoria empresarial, marketing, logística e serviços digitais encontram em Petrolina um mercado em expansão, impulsionado pela integração econômica com Juazeiro e por uma área de influência que alcança centenas de municípios do interior nordestino.
Ao consultar a lista de empresas de Petrolina, percebe-se uma economia muito mais diversificada do que normalmente se imagina. O município reúne milhares de organizações distribuídas entre agronegócio, comércio, indústria, saúde, educação, tecnologia, logística e serviços especializados, formando um ambiente empresarial que continua atraindo investimentos e ampliando sua relevância nacional.
Uma rede de empresas que transforma produção em desenvolvimento
O sucesso econômico de Petrolina não pode ser explicado apenas pelo desempenho das propriedades rurais. A verdadeira força do município está na capacidade de conectar diferentes atividades econômicas em uma mesma cadeia produtiva. Cada safra movimenta milhares de empresas responsáveis por produzir insumos, transportar mercadorias, fabricar embalagens, oferecer crédito, desenvolver tecnologias e prestar serviços especializados ao agronegócio.
Uma fazenda produtora de manga ou uva depende diariamente de fornecedores de fertilizantes, sistemas de irrigação, máquinas agrícolas, assistência técnica, transporte refrigerado, certificação de qualidade, laboratórios, instituições financeiras e empresas de tecnologia. Ao redor da produção agrícola desenvolveu-se um ambiente empresarial altamente integrado, onde o crescimento de um setor estimula diretamente a expansão de dezenas de outros segmentos econômicos.
Essa dinâmica também impulsiona atividades urbanas. Escritórios de contabilidade, consultorias ambientais, empresas de desenvolvimento de software, seguradoras, operadores logísticos, oficinas especializadas, distribuidores de equipamentos e prestadores de serviços corporativos encontram em Petrolina um mercado consolidado e em constante expansão. A diversificação reduz riscos econômicos e fortalece a capacidade da cidade de continuar crescendo mesmo diante das oscilações naturais do mercado agrícola. Também se destacam atividades como armazenagem, manutenção de máquinas e equipamentos e desenvolvimento de software, que ampliam a competitividade das empresas locais.
A riqueza gerada em Petrolina não permanece apenas no campo. Ela circula por toda a economia regional, fortalecendo empresas de comércio, indústria, logística, tecnologia, educação, saúde e serviços especializados.
Outro diferencial competitivo é a presença de instituições de pesquisa e ensino voltadas ao agronegócio e à inovação. Universidades, centros tecnológicos e programas de capacitação ajudam empresas a incorporar novas técnicas de produção, automação, agricultura de precisão e gestão eficiente dos recursos hídricos. Essa interação entre conhecimento científico e atividade empresarial aumenta a competitividade das organizações locais e favorece o desenvolvimento de soluções voltadas às características do semiárido brasileiro.
A proximidade com Juazeiro amplia ainda mais esse ambiente de negócios. Muitas empresas operam simultaneamente nos dois municípios, compartilham fornecedores, mão de obra especializada e infraestrutura logística, formando um mercado consumidor significativamente maior do que o observado em cidades de porte semelhante. Essa integração fortalece o Vale do São Francisco como um dos principais polos empresariais do interior do país.
Ao explorar as empresas de Petrolina, torna-se evidente que o município construiu muito mais do que um grande polo agrícola. Desenvolveu um ecossistema econômico completo, capaz de integrar produção, comércio, indústria, inovação e serviços em uma estrutura que continua atraindo investimentos e ampliando sua relevância nacional.
Os próximos desafios de uma economia que continua crescendo
Assim como acontece com os principais polos econômicos brasileiros, Petrolina enfrenta novos desafios à medida que amplia sua importância regional. Se nas últimas décadas o grande objetivo foi transformar o potencial agrícola em desenvolvimento econômico, agora a prioridade passa a ser aumentar a competitividade, incorporar novas tecnologias e agregar ainda mais valor aos produtos e serviços gerados no Vale do São Francisco.
Um dos principais desafios está relacionado à gestão dos recursos hídricos. O Rio São Francisco continua sendo o principal fator de sustentação da agricultura irrigada, tornando indispensáveis investimentos permanentes em eficiência no uso da água, modernização dos sistemas de irrigação e adoção de práticas sustentáveis capazes de preservar a capacidade produtiva da região para as próximas gerações.
Outro movimento importante envolve a agregação de valor à produção agrícola. Além da exportação de frutas in natura, cresce o potencial para ampliar atividades ligadas ao processamento de alimentos, fabricação de bebidas, embalagens, armazenamento refrigerado e logística internacional. O fortalecimento dessas cadeias produtivas permite que uma parcela maior da riqueza gerada permaneça na própria região, impulsionando novas oportunidades para empresas e trabalhadores.
O futuro de Petrolina dependerá cada vez menos do volume produzido e cada vez mais da capacidade de transformar conhecimento, inovação e tecnologia em vantagem competitiva para toda a economia regional.
A transformação digital também ganha espaço no agronegócio. Empresas especializadas em agricultura de precisão, monitoramento climático, inteligência artificial, automação, sensores, drones e análise de dados passam a integrar a rotina de produtores rurais e exportadores. Esse movimento cria oportunidades para empresas de tecnologia e amplia a participação de atividades de maior intensidade tecnológica na economia local.
A infraestrutura logística continuará desempenhando papel decisivo nesse processo. A eficiência das rodovias, do aeroporto, dos centros de distribuição e das conexões com os portos brasileiros influencia diretamente a competitividade das empresas instaladas em Petrolina. Melhorias nessas áreas reduzem custos operacionais, ampliam mercados consumidores e fortalecem toda a cadeia exportadora do Vale do São Francisco.
Ao mesmo tempo, o crescimento das universidades, dos centros de pesquisa e dos programas de formação profissional contribui para preparar mão de obra qualificada em áreas como engenharia, tecnologia, logística, comércio exterior, administração e agronegócio. Essa combinação entre capital humano, inovação e ambiente empreendedor tende a consolidar Petrolina como um dos principais polos econômicos do interior brasileiro nas próximas décadas.
A experiência construída ao longo dos últimos anos demonstra que Petrolina possui capacidade para continuar evoluindo. O município transformou uma vantagem natural em um ambiente empresarial diversificado, inovador e competitivo, preparado para aproveitar novas oportunidades de desenvolvimento em uma economia cada vez mais integrada aos mercados nacionais e internacionais.
Petrolina em números: indicadores que ajudam a compreender sua importância econômica
A posição de destaque conquistada por Petrolina pode ser observada tanto pela força do agronegócio quanto pela diversidade de sua economia urbana. O município reúne milhares de empresas distribuídas entre agricultura, comércio, indústria, logística, saúde, educação, tecnologia e prestação de serviços, formando um dos maiores mercados consumidores do interior nordestino e exercendo influência sobre uma extensa área do Vale do São Francisco.
Indicador
Informação
Estado
Pernambuco
Empresas ativas
41.425 registros empresariais ativos
Empresas totais
96.896 registros empresariais
Empresas inativas
55.471 registros empresariais inativos
CNAEs identificados
947
Bairros
2.199 bairros com registros empresariais
Renda média formal
R$ 2.369,59
Taxa de alfabetização
91,8%
Índice IBE
69 — potencial de consumo
Principais vocações econômicas
Agronegócio irrigado, exportação de frutas, comércio, logística, saúde, educação superior e serviços especializados.
Área de influência
Principal polo econômico do Vale do São Francisco, atendendo municípios de Pernambuco, Bahia e outras regiões do Nordeste.
Os indicadores reforçam aquilo que se observa na dinâmica econômica regional. Petrolina consolidou uma economia diversificada, capaz de combinar a força do agronegócio com um ambiente empresarial moderno, formado por milhares de empresas que atuam em diferentes segmentos e sustentam um mercado consumidor em constante expansão.
Essa capacidade de integração explica por que o município atrai diariamente produtores rurais, empresários, estudantes e consumidores de cidades como Juazeiro, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Casa Nova e diversos outros municípios que compartilham a economia do Vale do São Francisco.
Os dados oficiais utilizados nesta análise podem ser consultados diretamente no IBGE, enquanto informações detalhadas sobre empresas, setores econômicos, CNAEs e indicadores municipais estão disponíveis no Busca de Empresas.
Compreender Petrolina é compreender uma das economias mais inovadoras do interior brasileiro
A história econômica de Petrolina demonstra que o desenvolvimento regional não depende apenas de vantagens naturais. Embora o Rio São Francisco tenha sido decisivo para tornar possível a agricultura irrigada, foi a capacidade de transformar esse recurso em um ambiente empresarial diversificado que consolidou o município como um dos principais polos econômicos do Nordeste.
Hoje, produção agrícola, exportação, logística, comércio, saúde, educação superior, tecnologia e serviços especializados formam uma economia integrada que ultrapassa os limites do Sertão pernambucano. Empresas instaladas em Petrolina participam de cadeias produtivas nacionais e internacionais, abastecem mercados consumidores em diferentes regiões do país e contribuem para gerar oportunidades que beneficiam milhares de trabalhadores e empreendedores.
A integração permanente com Juazeiro tornou o Vale do São Francisco um dos exemplos mais bem-sucedidos de desenvolvimento regional do Brasil. Em vez de competir, as duas cidades construíram uma relação de complementaridade econômica que fortalece o agronegócio, amplia a oferta de serviços especializados e cria um ambiente favorável para novos investimentos.
Mais do que um grande produtor de frutas, Petrolina consolidou-se como um dos principais ecossistemas econômicos do interior brasileiro, demonstrando que inovação, planejamento e integração regional podem transformar desafios naturais em oportunidades de desenvolvimento sustentável.
Ao longo das últimas décadas, o município mostrou que crescimento econômico depende da capacidade de conectar diferentes setores produtivos. O fortalecimento das cadeias ligadas ao agronegócio impulsionou comércio, logística, tecnologia, educação, saúde e serviços especializados, criando uma economia resiliente e preparada para continuar evoluindo nos próximos anos.
Pep Guardiola, ex-técnico do Manchester City e alvo da seleção italiana • 20/12/2025 REUTERS/Phil Noble
Pep Guardiola está perto de recusar a seleção da Itália.
O presidente da Federação Italiana de Futebol, Giovanni Malagò, mantém o treinador espanhol como principal alvo para assumir o comando da seleção italiana, mas admite que as chances de concretizar a negociação diminuíram. A informações são do jornal La Gazzetta dello Sport.
Guardiola, que já comandou Barcelona, Bayern de Munique e Manchester City, recebeu da federação um projeto de longo prazo que vai além da seleção principal.
A proposta prevê que o treinador tenha papel central na reformulação do futebol italiano, incluindo a implementação de uma nova filosofia de trabalho desde as categorias de base — um plano alinhado ao perfil do técnico espanhol.
O principal entrave, no entanto, é financeiro. Embora a federação esteja disposta a oferecer cerca de 10 milhões de euros por temporada (cerca de $S 58 milhões), a pedida de Guardiola seria o dobro desse valor — 20 milhões de euros (aproximadamente R$ 116 milhões) —, tornando o acordo cada vez mais difícil.
Enquanto as negociações seguem sem definição, outros nomes permanecem no radar da entidade. Andrea Pirlo é uma das alternativas consideradas, assim como Antonio Conte e Roberto Mancini.
Os dois últimos contam com maior experiência e amplo conhecimento do futebol italiano, mas, neste momento, não aparecem como as opções preferidas da cúpula da federação.
No próximo dia 31, a Secretaria de Administração do Estado (SAD) promoverá o 7º Leilão de Bens Móveis de 2026, disponibilizando carros, motocicletas e caminhões com lances iniciais a partir de R$ 2 mil, R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil, respectivamente. No certame virtual, que será realizado no endereço http://www.aragaoleiloes.com.br, também serão leiloadas mercadorias apreendidas, sucatas de veículos e de materiais diversos. Ao todo, 66 lotes estarão disponíveis e a expectativa de arrecadação é de R$ 272,9 mil.
Pessoas físicas e jurídicas de qualquer natureza poderão ofertar lances para veículos recuperáveis. Quanto às sucatas aproveitáveis e sucatas aproveitáveis com motor inservível, a participação é restrita aos Centros de Desmanches de Veículos Automotores, Comércio de Peças Usadas e Reciclagem de Sucata (CDV), registrados operacionais ou credenciados pelo Detran/PE.
Além disso, também poderão ofertar lances para sucatas aproveitáveis e sucatas aproveitáveis com motor inservível, as empresas de outras Unidades da Federação que tenham como atividade a desmontagem de veículos automotores terrestres destinados à comercialização de partes, peças e acessórios automotivos, entre outras condições que podem ser conferidas no edital, disponível no site http://www.aragaoleiloes.com.br.
Nos dias 29 e 30 de julho, os interessados poderão participar de visitação pública para conferir os itens por meio de avaliação visual, registro fotográfico e em vídeo. A localização de cada lote pode ser consultada no edital, disponível no site do leiloeiro (http://www.aragaoleiloes.com.br). Para participar do leilão de bens móveis, é necessário realizar cadastro nesse endereço eletrônico, informando um endereço de e-mail para comunicação e envio de documentos.
Bandeira do Partido dos Trabalhadores • Reprodução: Flickr
A sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros entra em vigor nesta quarta-feira (22) e o PT (Partido dos Trabalhadores) lança a campanha “O Brasil Não Se Entrega“.
Trata-se de uma tentativa de se posicionar como legenda que defende a soberania nacional, a economia brasileira, os empregos e o direito do povo de decidir o próprio destino.
A iniciativa se soma a estratégia do PT em tentar associar o tarifaço à família Bolsonaro. As pesquisas apontam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o principal adversário de Lula (PT) na corrida presidencial.
Nas próximas semanas, o partido do presidente apresentará conteúdos sobre oPIX. Há uma tentativa de adotar linguagem simples para a mensagem ser compreendida pelos brasileiros.
Outro eixo da mobilização será a defesa da indústria nacional, do comércio e dos setores afetados pelo tarifaço norte-americano.
A campanha destaca ainda a necessidade de preservar as terras raras e demais riquezas minerais estratégicas do Brasil.
A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de Pernambuco (Arpen-PE) destaca que é falsa a informação que circula nas redes sociais afirmando que 49 bebês foram registrados com o nome “Erling Haaland” em Pernambuco. Os dados oficiais da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) apontam que, desde 2020, 89 crianças em todo o Brasil receberam o nome Haaland. Os registros estão distribuídos da seguinte forma: 4 em 2020, 6 em 2021, 7 em 2022, 41 em 2023, 20 em 2024, 8 em 2025 e 3 em 2026.
Além disso, o levantamento da Arpen-Brasil refere-se ao nome “Haaland”, e não ao nome completo “Erling Haaland”, como afirma a publicação falsa. A influência de atletas, artistas e personalidades na escolha de nomes para recém-nascidos é um fenômeno conhecido e recorrente ao longo da história. Grandes ídolos do esporte frequentemente inspiram famílias brasileiras, refletindo momentos marcantes da cultura e do cenário esportivo mundial.
Para o presidente da Arpen-PE, Marcos Torres, essa relação entre acontecimentos culturais e os registros civis faz parte da história dos cartórios brasileiros. “Os registros civis também refletem o momento vivido pela sociedade. Ao longo das décadas, grandes jogadores de futebol inspiraram famílias na escolha dos nomes dos filhos, seja por admiração, conquistas esportivas ou identificação com seus ídolos. É um fenômeno que acompanha gerações e demonstra como o Registro Civil também registra aspectos da cultura e da memória coletiva do país”, pontua Marcos.
Diante da circulação de informações falsas, a Arpen-PE reforça a importância da consulta a fontes oficiais antes do compartilhamento de dados sobre registros civis. Segundo Marcos Torres, a transparência é um compromisso permanente dos cartórios de Registro Civil de Pernambuco. “Os cartórios de Registro Civil atuam com responsabilidade, segurança jurídica e transparência. Sempre que há interesse público em informações estatísticas, buscamos divulgar dados oficiais e confiáveis, contribuindo para combater a desinformação. É fundamental que a população consulte fontes reconhecidas, como a Arpen, para ter acesso a informações corretas”, destaca o presidente da entidade.
Pátio da fábrica da General Motors em Gravataí (RS) • 30/05/2025REUTERS/Diego Vara
A GM (General Motors) registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 1,305 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 31,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O lucro ajustado por ação avançou para US$ 3,57, ante US$ 2,53 um ano antes. O resultado superou a projeção de analistas consultados pela FactSet, de US$ 3,19 por ação.
Já a receita avançou 1,9%, para US$ 48,0 bilhões, acima das expectativas, de US$ 47,01 bilhões.
Apesar do recuo do lucro contábil, o EBIT ajustado cresceu 29,8%, para US$ 3,94 bilhões. A margem EBIT ajustada aumentou de 6,4% para 8,2%, refletindo a melhora da rentabilidade operacional.
Com o desempenho, a montadora elevou pela segunda vez neste ano sua projeção para 2026. A empresa passou a prever EBIT ajustado entre US$ 14 bilhões e US$ 16 bilhões, ante faixa anterior de US$ 13,5 bilhões a US$ 15,5 bilhões.
A estimativa para o lucro ajustado por ação foi elevada para US$ 12 a US$ 14, enquanto a projeção de fluxo de caixa livre ajustado da divisão automotiva subiu para US$ 9,5 bilhões a US$ 11,5 bilhões.
Por outro lado, a companhia reduziu sua expectativa de lucro líquido atribuível aos acionistas para o ano, agora estimado entre US$ 8,4 bilhões e US$ 9,8 bilhões, refletindo ajustes extraordinários relacionados ao reposicionamento estratégico da operação de veículos elétricos e à reestruturação das atividades na China.
O conselho de administração também aprovou o pagamento de dividendo trimestral de US$ 0,18 por ação, com pagamento previsto para 17 de setembro.
Às 7h53 (de Brasília), no pré-mercado de Nova York, a ação da General Motors caía 1,08%, mas operava com forte volatilidade entre ganhos e perdas.
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