Diretoria da Facape emite Nota

A diretoria da Facape vem através de nota à imprensa, tornar mais uma vez públicos, o empenho e o compromisso com a educação do Vale do São Francisco em 43 nos anos de Instituição. Em meio à pandemia do coronavírus, reconhecendo as dificuldades de todos, os diretores trabalham incansavelmente para manter o atendimento ao aluno.

Desde o início do isolamento, a faculdade montou um Comitê de Gerenciamento de Covid-19. A preocupação sempre foi preservar a saúde de alunos, professores e funcionários, e manter nossa modalidade pedagógica de ensino, que é o presencial, com aulas remotas, como tantas instituições estão fazendo. Investimos na capacitação do corpo docente, e mantemos um estreito contato dos colegiados com os estudantes. O calendário acadêmico foi adequado à situação emergencial para as 608 turmas da IES.

Na parte administrativa, implantamos o sistema de rodízio e reduzimos o número de funcionários. Estamos apenas mantendo o mínimo para o funcionamento do prédio e o atendimento ao público, que está acontecendo quase na totalidade pelo telefone e e-mail. Para dar segurança aos estudantes nesse novo momento, nos reunimos duas vezes com representantes do DCE, DA’s e outros movimentos estudantis do Campus, compartilhando as medidas que estavam sendo tomadas pela instituição. Na medida do possível, atendemos as reivindicações dos alunos, como a prorrogação do prazo de apresentação dos trabalhos de conclusão de curso, prorrogação do prazo do pagamento das mensalidades com descontos, e dispensamos juros e multas das mensalidades em atraso nos meses de março, abril e ainda para o mês de maio.

A solicitação de redução do valor da mensalidade foi compreendida pela Facape, que reconhece a dificuldade de todos. Mas a faculdade é regida pela lei da Autarquia Municipal, muito diferente de uma instituição privada de ensino. A Autarquia é parte da administração direta, e não pode, como uma faculdade particular, demitir professores e funcionários para reduzir custos, nem dá descontos quanto quiser. Os servidores são concursados.

O desconto de mensalidade é uma prática difícil, porque é preciso indicar a substituição dessa receita, que é a fonte para o pagamento de funcionários. A inadimplência chegou a 60% em abril. Individualmente, cada aluno em dificuldade pode negociar com a faculdade. Mas coletivamente, não é possível, pela lei que rege a Autarquia, e porque a receita da Facape vem das mensalidades.

Por: Assessoria de Comunicação da Facape

Boi invade casa lotérica e surpreende clientes ao entrar na fila do auxílio emergencial

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Ouvidoria do Estado recebe quase 1.500 manifestações sobre a Covid-19 em dois meses

A Ouvidoria-Geral do Estado (OGE) registrou, entre março e abril, quase 1.500 manifestações relacionadas ao novo coronavírus. De acordo com levantamento realizado pela Coordenação da Rede de Ouvidorias do Poder Executivo, esse número representa perto de 10% do total de manifestações recebidas nesse período, que somou 15.753. Fazendo um recorde dos meses, as demandas praticamente dobraram, passando de 490 em março para 965 no mês seguinte. Em termos percentuais, o total de manifestações referentes à Covid-19 subiu de 5% para 16% do total de contatos recebidos pela rede.

Os assuntos mais procurados pela população foram informações gerais sobre a doença e sobre as ações do Governo do Estado no combate à pandemia (45%), dúvidas sobre o auxílio emergencial do Governo Federal (14%), cartão-alimentação destinado aos estudantes da rede estadual de ensino (5%) e seguro-desemprego (4%).

Para a secretária da Controladoria-Geral do Estado e Ouvidoria-Geral, Érika Lacet, esses números são bastante expressivos, uma vez que refletem a necessidade da população de buscar informações em fontes confiáveis. “Num momento em que existem tantas fake news circulando, as pessoas sabem que podem ter uma resposta séria e precisa da gestão estadual. E o governador Paulo Câmara já determinou que esse trabalho de atendimento ao cidadão nos casos relacionados à Covid-19 é sempre uma prioridade”, destacou.

ORIENTAÇÕES GERAIS – 
Com o objetivo de agilizar o atendimento das manifestações relacionadas ao novo coronavírus, a OGE recomenda que as demandas sejam realizadas diretamente por meio dos telefones 190, da Secretaria de Defesa Social (SDS), e 136, do Ministério da Saúde. No primeiro número, devem ser comunicadas apenas as situações que precisam de atuação policial. Já no outro, chamado de Disque Saúde, é possível receber informações gerais sobre a doença.

Para os demais assuntos, a OGE, vinculada à Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE), orienta que os cidadãos utilizem as plataformas online disponibilizadas pela Rede Estadual de Ouvidorias: o site (www.ouvidoria.pe.gov.br) ou o e-mail (ouvidoria@ouvidoria.pe.gov.br). Também é possível ser atendido pelo número 162 (ligação gratuita de telefone fixo e celular), que está funcionando das 10h às 16h, de segunda a sexta-feira.

Dentro das ações de enfrentamento ao novo coronavírus, a Ouvidoria-Geral do Estado informa que foram suspensos temporariamente os atendimentos presenciais.

Entidades de Segurança Pública e MP se articulam para reforçar isolamento social e prevenção à Covid-19 em Petrolina (PE)

A partir da próxima segunda-feira (11) todos os órgãos de segurança pública, dentre eles, a Polícia Rodoviária Federal, a Guarda Civil de Petrolina, a Polícia Militar, a Polícia Civil, e o Corpo de Bombeiros, com apoio do Ministério Público, passarão a atuar em conjunto no apoio às medidas de isolamento social em Petrolina.

A operação consistirá na realização de diligências por todo o território da cidade para garantir que todas as medidas de restrição possam ser efetivamente cumpridas. O foco principal é a prevenção de vidas, já que os órgãos internacionais de saúde recomendam o isolamento como uma das medidas mais estratégicas no enfrentamento ao coronavírus.

Toda a operação está amparada em decretos do Governo do Estado e do Poder Municipal. Aqueles que descumprirem as medidas de restrição poderão ser detidos, nos termos do Artigo 268, do Código Penal Brasileiro.

O maior rigor objetiva aumentar o índice de isolamento em Petrolina, hoje na casa dos 40%, quando o recomendado por especialistas em saúde é acima de 60%. Serão fiscalizadas áreas de maior circulação de público como o centro comercial, orla e avenidas com pistas para caminhadas e uso de bicicleta. A atuação enérgica dos órgãos de segurança pública buscará a proteção da saúde pública de todos, sendo de suma importância a colaboração da população.

Desempregada descobre ser “presidente da República” ao ter auxílio negado

Apesar de estar desempregada desde o ano passado, Adeyula Dias Barbosa Rodrigues, de 31 anos e moradora do Espírito Santo, teve seu pedido de auxílio emergencial negado. O motivo? Dois empregos em aberto. Um deles, inclusive, para um cargo que ela jamais pleiteou: presidente da República, pela Secretaria de Estado de Educação (Sedu).

O outro vínculo que a impede de ser beneficiada é o de auxiliar de secretaria pela Prefeitura de Vila Velha. De acordo com o jornal A Gazeta, a mulher, de fato, trabalhou na Sedu. Porém, o contrato de cuidadora infantil foi encerrado em agosto de 2019. Antes, Adeyula exerceu o cargo de auxiliar de secretaria pela Prefeitura de Vila Velha.

Mesmo que o vínculo tenha sido encerrado, ainda consta na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) que ela é servidora municipal. A base de dados é usada para analisar quem vai receber o auxílio emergencial. A mulher procurou os Recursos Humanos (RH) da prefeitura, mas não foi atendida.

Também buscou a Sedu, na esperança de descobrir o motivo do cargo “presidente da República” constar na carteira de trabalho dela. Porém, também não foi ouvida. “Acabei sendo prejudicada devido aos erros de vários órgãos. Ninguém dá um direcionamento do que devo fazer. Eu ligo para o 111 (número do auxílio emergencial) e eles alegam que não tenho direito ao auxílio emergencial. Segundo eles, estou trabalhando. Porém, estou desempregada de agosto de 2019. Você procura vários meios de conseguir uma informação, mas eles ficam em um jogo de empurra-empurra”, disse Adeyula ao jornal.

Sem acesso ao auxílio

Em análise”, diz o aplicativo do auxílio emergencial de R$ 600 da Caixa Econômica Federal. A mensagem referente à situação do cadastro aparece ininterruptamente desde 7 de abril para cerca de 38 mil brasileiros. O número parece quase inexpressivo, diante dos 50 milhões de benefícios já pagos, mas é ampliado a cada dia: se acrescidos os trabalhadores que fizeram o cadastro nas duas semanas seguintes, até 22 de abril, a cifra dos “sem resposta” salta para 1 milhão de solicitações.

Nesta quinta-feira (07/05), esses 38 mil trabalhadores informais completam um mês sem qualquer resposta do governo federal sobre a conclusão do pagamento do benefício. E, para muitos deles, cada dia a mais sem o benefício é um dia adicional de sofrimento – até para conseguir o que comer.

O número se refere aos brasileiros que fizeram o cadastro no aplicativo entre 7 e 10 do mês passado, ou seja, nos quatro primeiros dias após o lançamento da plataforma pela Caixa Econômica.

Via: Metropoles

Justiça nega pedido do Ministério Público que solicitava lockdown em Pernambuco

A Justiça de Pernambuco negou a recomendação do Ministério Público (MPPE) que solicitava a determinação do lockdown no Estado. A decisão, tomada pelo juiz Breno Duarte Ribeiro de Oliveira, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, baseia-se no argumento de que cabe às autoridades locais decidir quais são as medidas mais eficazes para o combate à pandemia.

Na decisão, o juiz afirma que a decisão do MPPE se caracteriza como uma interferência no princípio de separação dos poderes e que tal interferência não se justifica no contexto atual. “A mitigação das faculdades, poderes e ônus exercidos nas raias da atribuição constitucional, relativamente à questão sanitária tratada, afrontaria o princípio federativo e da separação dos poderes”.

Segundo o juiz, qualquer de decisão deve ser tomada “com critérios pretensamente técnicos, pelos poderes constituídos pelos poderes constituídos para o desempenho de tais funções”, eventuais decisões do tipo devem ser tomadas pelo executivo.

O pedido apresentado nesta quarta-feira (7) pelo MPPE sugeria um período de 15 dias de lockdown, suspendendo principalmente o funcionamento e atendimento ao público, ainda que através de entrega em domicílio, de todas as atividades e serviços não essenciais.

A citação, reforçada pela apresentação dos números relacionados ao novo coronavírus no Estado, defendia que a maioria das ações realizadas até aqui têm caráter de recomendação e que essa postura teria levado ao colapso do sistema público de saúde uma vez que “razoável parcela da população não tem seguido a orientações do poder público no sentido de permanência em seus lares”.

Em Pernambuco, A medida, no entanto, já é considerada pelos governantes. O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), já declarou que a prefeitura não descarta a possibilidade de lockdown na cidade e classificou como “natural” o caminho para o aperto das restrições para conter o avanço do novo coronavírus. No âmbito estadual, o secretário de Saúde, André Longo, já afirmou que pretende intensificar o isolamento social em Pernambuco, principalmente na Região Metropolitana do Recife (RMR), epicentro da Covid-19 no Estado.

Até o último boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) na última quarta-feira, Pernambuco totaliza 9.881 pessoas infectadas com o novo coronavírus com diagnóstico laboratorial. Estima-se que o número real seja maior devido à subnotificação. O estado contabiliza um total de 803 mortes causadas pela Covid-19. Já o número de recuperados é de 1.370.

Lockdown
A medida mais severa de isolamento social já foi adotada em três capitais brasileiras. Em São Luís, capital do Maranhão, e em outros três municípios as medidas começaram a vigorar nesta terça-feira. O Pará determinou as medidas a partir da quinta-feira na capital, Belém, e em outras nove cidades. Fortaleza, capital do Ceará, adotará as medidas na sexta-feira.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), o lockdown é o “nível mais alto de segurança e que pode ser necessário em situação de grave ameaça ao sistema de saúde”

A medida consiste no fechamento de uma região através da interdição de vias públicas, proibindo deslocamentos não essenciais. No lockdown, a circulação fica proibida, a não ser que ela seja justificada como necessária, por exemplo, para compra de alimentos, transporte de doentes ou para a realização de serviços de segurança. Mesmo nesse tipo de isolamento, os serviços considerados essenciais poderão continuar funcionando. O descumprimento da medida pode resultar em multas ou em penas criminais.

Por: FolhaPe

Estabelecimentos comerciais descumprem decretos e são interditados no centro de Petrolina (PE)

Mais de 15 estabelecimentos comerciais foram interditados nesta quarta-feira (6) no centro de Petrolina. Os lojistas estavam descumprindo o decreto do Governo do Estado que proíbe o funcionamento do comércio até o dia 15 de maio. A maioria deles já havia sido notificada anteriormente pela fiscalização da prefeitura.

A ação foi realizada pelas equipes de Disciplinamento Urbano da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação e da Guarda Civil Municipal. Lojas de diversos segmentos que não são considerados essenciais, como de roupas, acessórios, produtos importados e eletrodomésticos, estavam funcionando normalmente.

A prefeitura reforça que conforme prevê o Código de Posturas do município, os estabelecimentos que descumprirem os decretos emergenciais podem ter a licença de funcionamento cassada, por cometer infração contra a saúde pública e, a partir de agora, a fiscalização será mais rígida. Além disso, colocar em risco a saúde pública é crime passível de multa e prisão. A população pode denunciar o descumprimento dessas medidas pela Central de Atendimento da Secretaria Executiva de Segurança Pública, 153 ou (87) 98106-7310 (WhatsApp).

Transforma Petrolina convoca voluntários para atuar com trabalho remoto durante a pandemia

Neste período de isolamento social que tal praticar a solidariedade? O Transforma Petrolina iniciou uma campanha de convocação de voluntários de diversas áreas para ajudar pessoas que estão precisando, desde, máscaras até uma ligação com uma palavra de incentivo. A ação chamada de Cidadão Solidário visa amenizar os impactos sociais provocados pela covid-19 e estimular na população esperança e engajamento voluntário.

Quem tiver interesse poderá colaborar sem precisar sair de casa. As vagas são para trabalho remoto, em casa. A campanha buscará voluntários para a divulgação de informações nas redes sociais (Facebook, Instagram e Whatsapp) a fim de aumentar a arrecadação de alimentos. Também serão mobilizadas pessoas para a confecção de máscaras de tecido cujo destino será instituições sociais e comunidades de baixa renda.

Uma outra frente de atuação será no acompanhamento, por telefone, de idosos em situação de vulnerabilidade. Para essas vagas, o voluntário precisa ter nível superior em Psicologia. Segundo a psicóloga do programa Vovô Amigo, Ana Beatriz Parente, muitos idosos estão em casa desassistidos e precisam ser acompanhados devidamente. “Estamos ligando diariamente para os idosos do programa e fazendo um atendimento psicológico, procurando saber como estão, orientando sobre a pandemia e reforçando os cuidados físicos e mentais. Eles ficam felizes com o serviço, mesmo que por telefone, e como a demanda aumentou achamos necessário pedir auxílio dos voluntários para atender todo mundo”, explica a profissional.

Para se inscrever no Cidadão Solidário precisa ser maior de 18 anos, morar em Petrolina e se cadastrar na plataforma do Transforma Petrolina, através do link https://transforma.petrolina.pe.gov.br/acao/cidadao-solidario. Para mais informações é só entrar em contato pelo telefone 87 3864-4611 ou no Instagram @transformapetrolina.

O Transforma Petrolina é um programa que incentiva a solidariedade e o voluntariado em projetos sociais e ambientais sem fins lucrativos. O programa faz a ponte entre Organizações não governamentais (ONGs) e voluntários através de uma plataforma online. As ações realizadas pelo Transforma beneficiam pessoas em vulnerabilidade social.

Texto: Fernanda Marins – assessora de Comunicação do Transforma Petrolina

Dia do trabalho: diferentes profissionais se expõem durante pandemia

Nesta sexta-feira, 1º de maio, comemora-se o Dia do Trabalho em diversos lugares do mundo. Diante do cenário delicado vivido em todo o planeta por conta da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas perderam seus empregos durante o isolamento social. Mas boa parte continua na ativa para que diversos setores continuem funcionando, mesmo com o temor de contaminação, como os profissionais da saúde, bombeiros e policiais. Mas há também os porteiros, caixas, cuidadores de idosos, veterinários, frentistas, bancários, taxistas, jornalistas, trabalhadores da construção civil e indústria, entre outros, quem mantêm os serviços funcionando.

É o caso da caixa de padaria Ângela Maria dos Santos Silva. Ela conta que está sendo um período bem difícil. “A gente fica com medo de se contaminar, mesmo usando máscara e álcool gel. O tempo todo limpamos a máquina de cartão e o balcão, mas a parte mais difícil tem sido lidar com os clientes que têm sido bastante ignorantes com a gente, sem paciência, porque não deixam a gente pegar nos produtos deles para fazer a leitura do preço, ou não deixam pegar no cartão. Tem que ter muita paciência e calma”, relata Ângela que trabalha há três anos na padaria que fica na zona leste de São Paulo. “Mas preciso trabalhar e ainda pegar o transporte público todo dia”, lamenta a caixa.

Entre os que continuam na ativa, há ainda os pequenos empresários, comerciantes e autônomos. É o caso do comerciante Mateus da Silva Oliveira, que tem uma loja de produtos agropecuários em Viçosa (MG), onde vende ração animal, insumos, e material hidráulico e elétrico. Ele ficou cerca de um mês com as portas fechadas, fazendo apenas entrega de produtos. Mas na semana passada a prefeitura autorizou a abertura das lojas, porém cercada de regras. A loja dele só pode atender três pessoas ao mesmo tempo e o atendimento foi dividido pelo final do CPF, sendo assim, não é toda a população que pode ser atendida todo dia, e é feito um rodízio para atendimento.

“Neste momento o movimento comercial está até melhor do que antes, porque teve comércio que não se adequou e não pode abrir. Estamos todos de máscara, na entrada da loja tem álcool em gel para quem entra e foi preciso colocar um vidro no caixa. Mesmo assim me sinto inseguro, mas tenho que trabalhar né?”, disse o comerciante. Ele disse ainda que a população está respeitando as regras. “Todos andam de máscara, aqui é obrigatório, além do álcool em gel que a gente sempre vê as pessoas com o próprio [vasilhame do produto]. Por enquanto só tivemos três casos, porque as pessoas têm respeitado as regras.”

Para o motorista de caminhão Leonardo Soares, que trabalha nas estradas há anos, o movimento está pior do que antes da pandemia. “O serviço deu uma boa parada, está bem difícil. Quando trabalho uso máscara, sempre levo álcool gel no caminhão, estão todos os caminhoneiros de máscara, mantendo a distância física, mas espero que isso passe logo, porque atrapalha muito a gente, dificulta mais o serviço e diminui a demanda, já que faço mais entrega de roupas”, lamentou Leonardo.

Já a locutora de rádio Elizabeth Silva, de Belo Horizonte, acredita que a data esse ano terá um novo significado. “Hoje quando se fala Dia do Trabalho se tem uma conotação nova, diferente, a gente reflete inclusive se vai ter trabalho amanhã. O que o trabalhador tem enfrentado é um desafio e tanto. Eu me desloco para o trabalho todos os dias e preciso pegar dois ônibus. Na volta, como saio de madrugada, volto com carros de aplicativo, então, não tem jeito o risco é iminente, estou exposta o tempo todo, o que me dá medo”, lamenta.

Ela diz que faz uso dos equipamentos de proteção, mas que ainda se sente insegura. “Vou de máscara, levo o álcool em gel, é o que dá para fazer. Seguro 100% a gente sabe que não está. E tem que se colocar em risco porque o seu trabalho é essencial, no meu caso comunicação faz parte da rotina das pessoas, também porque preciso trabalhar para me sustentar, mas agradeço porque ainda tenho um trabalho”, explica a locutora.

Ela conta que, apesar de manter o emprego, teve redução de jornada e salário.  “Passamos por reajustes, a empresa precisou diminuir o salário e fizemos um acordo pelo menos para os próximos três meses, reduziu-se a renda e a carga horária para poder manter o nosso trabalho, enfim, é a nossa luta, mas tenho certeza de que vamos passar por essa”, finalizou.

O descanso do feriado do Dia do Trabalho não será sentido e comemorado como nos anos anteriores, mas o esforço de quem ainda pode trabalhar para manter a sociedade ativa e daqueles que podem manter-se em isolamento colaboram para que, em 2021, a data possa ser celebrada de forma festiva.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira – Agência Brasil

Radares de velocidade voltam a ser instalados na BR-407 em frente ao bairro Jardim Amazonas e Cohab Massangano, em Petrolina (PE)

Após 1 ano desativados, o DNIT volta instalar radares de velocidade na BR-407 em frente ao bairro Jardim Amazonas e Cohab Massangano. Os radares de velocidade estão instalados nos dois sentidos, para quem vai sentido aeroporto e quem vai sentido centro de Petrolina-PE

Esse local é de grande fluxo de pedestres, principalmente alunos que se deslocam do bairro Jardim Amazonas para o bairro da Cohab Massangano.

Dia de feira livre nos sábados na Cohab Massangano, o fluxo de pedestres atravessando a BR é intenso. Os pedestres chegam na faixa e ficam esperando a boa vontade do motorista parar, para que eles possam atravessar.

Nas faixas de pedestres, o veículo para e as vezes vem outro atrás despercebido e bate na traseira do que está na frente dando passagem ao pedestre, como ocorreu uma fatalidade no sábado (25). Um acidente com vítima fatal na BR-407. Uma mulher morreu ao ser atropelada ao lado de uma faixa de pedestre na BR-407 que atravessa do Jardim Amazonas para Cohab Massangano, em Petrolina, Sertão pernambucano.

Edição: Nelson Fontes – Divulga Petrolina