Deputada Dulci e Odacy Amorim repudiam os ataques à democracia promovidos no 7 de Setembro

Depois das declarações do presidente da República contra as instituições democráticas do país, durante as comemorações do 7 de Setembro, a deputada estadual Dulci Amorim (PT-PE) e o ex- deputado Odacy Amorim (PT-PE) utilizaram as redes sociais para comentar o episódio. Para os petistas, essa foi mais uma afronta à democracia brasileira feita pelo atual presidente.

A deputada Dulci destacou que o país está voltando rapidamente ao estado de miséria, desde a saída forçada de Dilma Rousseff da presidência. “O brasileiro não aguenta mais tanta miséria. Desde o golpe a Dilma, estão desmontando a saúde, a educação e, por fim, trazendo novamente a fome”, declarou.

Já Odacy Amorim pediu que a democracia seja respeitada e defendida, ainda mais levando em conta a crise entre os poderes gerada pelo próprio presidente. “Chega desse governo de morte, de guerra, de dor e de desemprego. São quase 600 mil mortos pela Covid-19, são 243 milhões em medicamentos vencidos, enquanto o povo sofre abandonado. Diariamente ameaçam nossa democracia, tentam sequestrar nossa bandeira e nosso hino. Usam nossas cores para afrontar a constituição”, lamentou.

Dulci e Odacy acreditam que é urgente a retomada do crescimento do país, mas sem deixar de lado uma outra guerra que o mundo enfrenta: a luta contra a Covid-19. “Precisamos de vacina, educação, saúde, emprego e comida no prato”, resumiu Dulci.

Projeto de Eduardo da Fonte zera impostos federais sobre medicamentos para idosos, aposentados e pensionistas

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) apresentou uma proposta (PL 3077/21) para zerar as alíquotas de tributos federais sobre medicamentos de uso contínuo para idosos, pensionistas e aposentados. O parlamentar destaca que a medida deve trazer um alívio no orçamento doméstico e ajudará nos efeitos da crise econômica agravada pela pandemia.

“Sabemos que há famílias que destinam mais da metade do seu orçamento mensal para comprar remédios. Precisamos reconhecer os esforços feitos por esses brasileiros pelo nosso país e encontrar formas de reduzir o preço destes medicamentos que é o que faz diferença na saúde dessas pessoas. A medida é um alívio para as famílias e para o sistema de saúde pública”, explicou Eduardo da Fonte.

Pela proposta, seriam zerados os impostos de importação, o IPI, a Contribuição para o PIS/PASEP, a Contribuição para o PIS/PASEP-Importação; e a contribuição da COFINS e da COFINS-Importação.

Fux responde ataques de Bolsonaro em nome do STF nesta quarta-feira

As ameaças do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) contra o Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 7 de setembro foram recebidas com indignação pelos ministros da Corte. O presidente do tribunal, ministro Luiz Fux, fará um pronunciamento no início da sessão nesta quarta-feira (8), para rebater os mais novos ataques do chefe do Executivo.

Fux vai rebater o aviso dado por Bolsonaro de que não cumprirá qualquer determinação proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, principal alvo dos discursos do presidente da República e relator de inquéritos que o investigam no STF.

De acordo com o Globo, o presidente da Corte deixará claro que, caso de fato desrespeite ordem judicial do Supremo, seja de qual for o ministro, Bolsonaro vai incorrer em crime de responsabilidade – o que pode ensejar um pedido de impeachment.

O fato de adiar o pronunciamento e falar por todos os ministros tem como objetivo dar um caráter institucional ao movimento, como já ocorreu em episódios semelhantes.

A decisão do pronunciamento foi tomada em reunião virtual com nove dos dez integrantes do tribunal – apenas Dias Toffolli não compareceu. Durante o encontro, palavras como “absurdo” “golpista” “fascista” foram usadas para classificar os discursos de Bolsonaro.

Bolsonaro sanciona com vetos texto que revoga Lei de Segurança Nacional

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, o projeto que revoga a Lei de Segurança Nacional e que cria um capítulo no Código Penal para crimes contra o Estado Democrático de Direito. O texto foi publicado hoje no Diário Oficial da União e entra em vigor em 90 dias.

Bolsonaro vetou o trecho que previa punição para quem praticasse a “comunicação enganosa em massa”, as fake news. O argumento é que ele contraria o interesse público por não deixar claro o objeto da criminalização, se a conduta daquele que gerou a notícia ou daquele que a compartilhou (mesmo sem intenção de massificar), ou se haveria um “tribunal da verdade” para definir o que pode ser entendido por inverídico. Além disso, provocaria “enorme insegurança jurídica” diante da dúvida sobre se o crime seria continuado ou permanente.

“A redação genérica teria o efeito de afastar o eleitor do debate político, reduzindo sua capacidade de definir suas escolhas eleitorais, inibindo o debate de ideias, limitando a concorrência de opiniões, indo de encontro ao contexto do Estado Democrático de Direito, o que enfraqueceria o processo democrático e, em última análise, a própria atuação parlamentar”, diz a mensagem encaminhada ao Congresso.

Os parlamentares farão a análise dos vetos e poderão mantê-los ou derrubá-los. O texto do projeto foi aprovado em maio na Câmara e em agosto pelo Senado.

Outro trecho vetado dizia respeito ao atentado ao direito de manifestação. Nesse caso, segundo o argumento apresentado por Bolsonaro, a dificuldade seria caracterizar o que viria a ser manifestação pacífica, o que também poderia gerar “grave insegurança jurídica para os agentes públicos das forças de segurança responsáveis pela manutenção da ordem”.

“Isso poderia ocasionar uma atuação aquém do necessário para o restabelecimento da tranquilidade, colocando em risco a sociedade, uma vez que inviabilizaria uma atuação eficiente na contenção dos excessos em momentos de grave instabilidade, tendo em vista que manifestações inicialmente pacíficas podem resultar em ações violentas, que precisam ser reprimidas pelo Estado”, explicou.

O presidente também vetou o trecho que previa que militares que cometerem crime contra o Estado de Direito teriam a pena aumentada pela metade, além da perda do posto e da patente ou graduação. A justificativa é de que isso violaria o princípio da proporcionalidade, “colocando o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais, além de representar uma tentativa de impedir as manifestações de pensamento emanadas de grupos mais conservadores”.

Do mesmo modo, foi vetado o dispositivo que aumentava a pena em um terço caso o crime fosse cometido com violência ou grave ameaça com uso de arma de fogo ou por funcionário público, que seria punido, ainda, com a perda da função. Para Bolsonaro, “não se pode admitir o agravamento pela simples condição de agente público em sentido amplo, sob pena de responsabilização penal objetiva, o que é vedado”.

Também foi barrado o dispositivo que permitia que partidos políticos com representação no Congresso movessem ação contra envolvidos em crimes contra o funcionamento das instituições democráticas nas eleições caso o Ministério Público não o fizesse no prazo estabelecido em lei.

O argumento é de que a medida não é “razoável para o equilíbrio e a pacificação das forças políticas no Estado Democrático de Direito, levando o debate da esfera política para a esfera jurídico-penal, tendente a pulverizar iniciativas para persecução penal em detrimento do adequado crivo do Ministério Público”. “Nesse sentido, não é atribuição de partido político intervir na persecução penal ou na atuação criminal do Estado”, diz a justificativa encaminhada ao Congresso.

Crimes contra a democracia

Criada em 1983, no final da ditadura militar, a Lei de Segurança Nacional, agora revogada, estabelecia, por exemplo, que caluniar ou difamar os presidentes de poderes pode acarretar pena de prisão de até quatro anos.

A nova lei, sancionada por Bolsonaro, prevê que não constitui crime previsto no Código Penal “a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais”.

O texto acrescenta à legislação a tipificação de oito crimes contra a democracia: atentados à soberania e à integridade nacional, espionagem, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, interrupção de processo eleitoral, violência política e sabotagem. Entenda cada um desses crimes:

– Atentado à soberania: Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra contra o país ou invadi-lo. Pena de reclusão, de três a oito anos. Aumenta-se a pena de metade até o dobro, se declarada guerra em decorrência das condutas previstas. Se o agente participa de operação bélica com o fim de submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país, a pena vai de quatro a 12 anos.

– Atentado à integridade nacional: Praticar violência ou grave ameaça com a finalidade de desmembrar parte do território nacional para constituir país independente. Pena de reclusão, de dois a seis anos, além da pena correspondente à violência.

– Espionagem: Entregar a governo estrangeiro, a seus agentes, ou a organização criminosa estrangeira, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, documento ou informação classificados como secretos ou ultrassecretos nos termos da lei, cuja revelação possa colocar em perigo a preservação da ordem constitucional ou a soberania nacional. Pena de reclusão, de três a 12 anos. Incorre na mesma pena quem presta auxílio a espião, conhecendo essa circunstância, para subtraí-lo à ação da autoridade pública. Se o documento, dado ou informação for transmitido ou revelado, com violação do dever de sigilo, a pena sobe para de seis a 15 anos.

Facilitar a prática de qualquer dos crimes previstos nesta tipificação mediante atribuição, fornecimento ou empréstimo de senha, ou de qualquer outra forma de acesso de pessoas não autorizadas a sistemas de informações, a pena é de um a quatro anos.

Não constitui crime a comunicação, a entrega ou a publicação de informações ou de documentos com o fim de expor a prática de crime ou a violação de direitos humanos.

– Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais. Pena de reclusão, de quatro a oito anos, além da pena correspondente à violência.

– Golpe de Estado: Tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído. Pena de reclusão de quatro a 12 anos, além da pena correspondente à violência.

– Interrupção do processo eleitoral: Impedir ou perturbar a eleição ou a aferição de seu resultado, mediante violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação estabelecido pela Justiça Eleitoral. Pena de reclusão de três e seis ano e multa.

– Violência política: Restringir, impedir ou dificultar, com emprego de violência física, sexual ou psicológica, o exercício de direitos políticos a qualquer pessoa em razão de seu sexo, raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena de reclusão de três a seis anos e multa, além da pena correspondente à violência.

– Sabotagem: Destruir ou inutilizar meios de comunicação ao público, estabelecimentos, instalações ou serviços destinados à defesa nacional, com o fim de abolir o Estado Democrático de Direito. Pena de reclusão, de dois a oito anos.

Edição: Denise Griesinger – Agência Brasil

Em Brasília, Guilherme Coelho pede apoio do Ministério da Agricultura no combate à mosca-das-frutas no Vale do São Francisco

O propósito de transformar a região do Vale do São Francisco uma zona livre da mosca-das-frutas motivou Guilherme Coelho, presidente da Associação Brasileira de Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), a solicitar apoio em Brasília. Nesta semana, o presidente participou de reuniões com a ministra Tereza Cristina e representantes de instituições parceiras do agronegócio, como o Sebrae e o CNA/Senar, que garantiram incentivos à iniciativa.

De acordo com Guilherme Coelho, essa é uma meta possível de ser alcançada. “Temos regiões no Brasil que já estão livres da mosca-das-frutas. O Vale do São Francisco é referência em fruticultura, somos responsáveis pela produção de 90% de toda uva e manga exportada pelo Brasil. Não temos mais espaço para essa praga”, argumentou o presidente da Abrafrutas.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, garantiu que a pauta terá toda atenção da pasta. “Esse é um assunto importantíssimo para o MAPA e tem todo o meu apoio. Neste ano trabalhamos duro e juntos, com certeza, vamos vencer esse problema e deixar o Vale do São Francisco livre da mosca-das-frutas”, afirmou.

O diretor presidente do Sebrae, Carlos Melles, e o presidente do CNA, João Martins, também se colocaram à disposição. “O Sebrae já está participando desse projeto”, afirmou Carlos Melles. O presidente do CNA, por sua vez, destacou que é preciso ter a ação de todos os atores do processo. “Não é simplesmente um trabalho de combate à mosca-das-frutas, é um trabalho de consciência do produtor, que tem que monitorar essa praga”, concluiu João Martins.

FOTO 1:CHARLES DAMASCENO

FOTO 2: ABRAFRUTAS

FOTO 3:  WENDI ARAÚJO

Texto: Andréa Meireles

Assessora de Imprensa de Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas

Fernando Monteiro e Arthur Maia apresentam relatório da PEC-32

Foi protocolado, nesta terça-feira (31), na Câmara dos Deputados, o parecer do relatório da PEC 32/2020, que tem o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) como presidente da comissão especial que analisou o tema. A proposta de emenda, originalmente apresentada pelo Executivo, foi elaborada com modificações após uma série de 15 audiências públicas, com mais de 80 convidados e debates em mais de dez estados. Ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e do relator da proposta, o deputado Arthur Maia (DEM-BA), Fernando Monteiro enfatizou que a comissão prezou pelo diálogo e discutiu exaustivamente o tema.

“Sempre destaquei a soberania do Congresso Nacional para a realização das alterações necessárias, e muitas foram feitas. Foram mais de 50 horas ouvindo diversas categorias e especialistas. Depois de um trabalho exaustivo, trouxemos um texto moderno, amplo, embasado, capaz de melhorar o serviço público, respeitando os servidores e os cidadãos que usufruem dos seus serviços pagando uma alta carga de impostos para isto”, afirmou Fernando Monteiro.

Entre as principais mudanças feitas no texto está a garantia de estabilidade para os atuais e futuros servidores públicos. “A estabilidade está integralmente preservada, não como direito do servidor, mas como uma garantia da sociedade”, completou o relator Arthur Maia. A proposta também determina que qualquer tipo de demissão estará submetida à avaliação de desempenho também pelos usuários do serviço através de plataformas digitais. Caso seja mal avaliado, o servidor terá espaço para defesa. As novas regras não serão aplicadas aos servidores já na ativa.

“No diálogo, na transparência e no debate respeitoso também conseguimos manter o atual Regime Jurídico Único, outra importante vitória para os servidores públicos do país. Também mantivemos a realização de concurso público para a contratação de servidores, mantendo a contratação de comissionados para cargos em comissão e o contrato temporário”, afirmou Fernando Monteiro.

Estes e outros tópicos da proposta serão lidos e discutidos pelos membros da comissão especial nesta quarta-feira (1º) para o início dos debates para a inclusão de emendas modificativas. O texto deve ser votado entre os dias 15 e 16 de setembro na comissão especial. Após esta fase, seguirá para o plenário da Câmara, onde passará por votação em dois turnos e, se aprovado, segue para o Senado.

“Petrolina vive uma nova era na Educação”, afirma vice-prefeito Simão Durando

Muitos avanços têm alavancado Petrolina para os melhores índices e rankings de administração pública, economia, saúde e educação. Além de figurar em primeiro lugar no IDEB e SAEPE de Pernambuco entre cidades com mais de 100 mil habitantes, a gestão do prefeito Miguel Coelho tem garantido também uma revolução na infraestrutura física e tecnológica das escolas da rede municipal de ensino.

Na noite dessa segunda-feira (30), o prefeito assinou o Projeto de Lei que determina a criação do “auxílio tecnológico” para os trabalhadores da educação, o qual será encaminhado para a aprovação dos vereadores da Casa Plínio Amorim. A ação poderá garantir o uso de verba, que será adicionada ao salário de cerca de 2.600 profissionais, para compra de equipamentos como celulares, notebooks, tablets, impressoras, entre outros materiais que fortaleçam a qualidade do ensino remoto. Caso seja aprovado na íntegra, o incentivo vai garantir R$ 8 mil para os professores efetivos; R$ 4 mil para os professores temporários; e R$ 4 mil para os secretários escolares.

“Mais uma importante ferramenta de aprendizagem que chega a todos os professores, facilitando cada vez mais a interação com os alunos. A pandemia acelerou o processo das salas virtuais e a necessidade de implantação do ensino remoto que demanda dos professores um suporte tecnológico maior. Sendo aprovado o projeto, serão R$ 15 milhões investidos para esse apoio aos professores. Com a chegada desse auxílio inauguramos uma nova era na educação na relação entre professores e nossos alunos em Petrolina. Essa turminha hoje já nasce com o chamado ‘DNA digital’ e muito mais atraídos e conectados a essa interação”, ressaltou o vice-prefeito Simão Durando.

Texto: Jaquelyne Costa – Assessora de Imprensa do Vice-prefeito

Deputada Dulci e Odacy Amorim recebem a visita de Doriel Barros em Petrolina (PE)

Nesta segunda-feira (30), a deputada estadual Dulci Amorim (PT) e o ex-deputado Odacy Amorim (PT) receberam a visita do presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) e deputado estadual, Doriel Barros. Na pauta do encontro estavam os cenários políticos estadual e nacional, que se configuram para o pleito de 2022.

“Doriel reforçou a mensagem de que o nosso partido precisa estar unido para o bem maior, que é a garantia da democracia e a vitória de um projeto popular. Por isso, vamos sim trabalhar nas bases para conquistar a vitória das pessoas, representadas pelo nosso presidente Lula”, comentou Odacy após o encontro.

Para Dulci, colega de bancada de Doriel, mais uma vez, o PT de Pernambuco será protagonista na eleição de 2022. “Nosso projeto é popular e não de poder de um grupo político. E nós, como integrantes do PT, vamos assegurar que a melhor escolha será feita. Nosso trabalho é ajudar a corrigir os rumos do Brasil a partir do nosso lugar, da nossa região”, finalizou a parlamentar sertaneja.

Deputada Dulci Amorim celebra aprovação de PL que garante distribuição gratuita de absorventes para mulheres em vulnerabilidade social

A deputada estadual Dulci Amorim (PT-PE) utilizou as redes sociais para comemorar a aprovação do Projeto de Lei que prevê a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes dos ensinos fundamental e médio, mulheres em situação de vulnerabilidade e detidas. “Já havíamos apresentado um projeto de lei nesse sentido aqui em Pernambuco. Fico feliz que, em âmbito federal, também estejam trabalhando para assegurar cada vez mais dignidade menstrual para as nossas mulheres”, declarou Dulci Amorim.

A parlamentar sertaneja é autora de outro projeto que visa justamente garantir a distribuição do produto higiênico para as mulheres pernambucanas em situação de vulnerabilidade social. Por isso, ela comemorou que essa pauta tenha ganhado repercussão nacional.

De acordo com o texto aprovado em Brasília-DF, de autoria da deputada federal Marília Arraes (PT-PE) e outros 34 parlamentares, um Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual beneficiará principalmente as estudantes de baixa renda matriculadas em escolas da rede pública de ensino. Também receberão o produto as mulheres em situação de rua ou de vulnerabilidade social extrema, presidiárias e adolescentes internadas em unidades para cumprimento de medida socioeducativa.

A faixa etária das mulheres beneficiadas varia de 12 a 51 anos. Além disso, as cestas básicas entregues no âmbito do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) deverão conter o absorvente higiênico feminino como item essencial.

Agora o projeto aprovado na Câmara dos Deputados seguirá para o Senado Federal e, se aprovado, vai para a sanção presidencial.

Jordávio Ramos participa da Comemoração de Aniversário do Residencial Juazeiro I, no bairro Itaberaba

O Residencial Juazeiro I, no bairro Itaberaba, está completando seis anos, neste sábado (28). Durante a manhã, os moradores do local celebraram o aniversário com muita alegria, na presença da prefeita de Juazeiro (BA), Suzana Ramos. Jordávio Ramos também estava presente na festividade e foi bem recebido pelas pessoas que participaram do evento.

Os moradores do Residencial comemoraram os seis anos do bairro, com bolo de aniversário, muita música e café da manhã. Além da prefeita do município e Jordávio, também estiveram presentes na homenagem, a gerente Operacional da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb), Angélica Barbosa e a presidente do bairro, Yara Evangelista.

Este é o primeiro aniversário que os moradores do Residencial recebem homenagem.  A iniciativa da comemoração contou com a colaboração da presidente do bairro. Yara Evangelista, alguns parlamentares, a gerente da Semaurb e comerciantes do local. Yara falou da sua satisfação em receber Suzana e Jordávio homenagem. “É uma satisfação imensa poder estar ao lado da nossa prefeita e desse jovem, Jordávio Ramos, disposto e cheio de garra, inteirado em tudo que envolve o município, o qual ele nasceu e está vivendo até hoje. O governo de Suzana Ramos tem sido referência para nossa cidade,” frisou Yara.

Jordávio Ramos também expressou sua alegria por ter participado da homenagem, junto com os moradores do Residencial. “É um prazer imenso comemorar, pela primeira vez, o aniversário do Residencial Juazeiro I. Agradeço o carinho de todos os envolvidos. Fui muito bem recepcionado pelos participantes e espero poder festejar outros aniversários e conquistas, com os moradores do local”, Ressaltou Jordávio.

ASCOM Jordávio Ramos