Fernando Monteiro leva demandas de Ibimirim e Serra Talhada aos ministérios do Desenvolvimento Regional e da Saúde

O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) esteve, nesta quarta-feira (11), com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, levando demandas de Ibimirim, no Sertão pernambucano. Na agenda, que se estendeu ao Ministério da Saúde, as conversas incluíram também necessidades de Serra Talhada, representada pela secretária de Saúde da cidade, Lisbeth Rosa.

Acompanhado pelo prefeito de Ibimirim, Welliton Siqueira, o deputado conversou com o ministro do Desenvolvimento Regional sobre a recuperação emergencial do perímetro irrigado Moxotó, que beneficiará diretamente pequenos produtores familiares dos municípios de Ibimirim e Inajá, gerando emprego, renda e qualidade vida para os sertanejos da região. No encontro também foram encaminhados projetos de pavimentação para a liberação de recursos para o município.

SAÚDE
Na sequência, no Ministério da Saúde, foi entregue a demanda sobre a reestruturação do Requalifica UBS em Ibimirim, programa federal que tem como objetivo criar incentivo financeiro para reforma, ampliação e construção de unidades básicas de saúde. Com a secretária de Saúde de Serra Talhada, Fernando Monteiro levou projetos para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na cidade.

Deputada Dulci comemora investimentos para o Sertão que serão anunciados pelo governador

A deputada estadual Dulci Amorim vai recepcionar o governador Paulo Câmara em Petrolina e integrar a comitiva, que cumprirá agenda no Sertão nesta quinta (12) e sexta-feira (13).

Nesta quinta-feira (12), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara desembarcará em Petrolina para anunciar uma série de investimentos para o Sertão. A deputada estadual Dulci Amorim (PT) e o ex-deputado Odacy Amorim (PT) estão confirmados na comitiva. Um dos compromissos será a inauguração da PE-635, que liga os municípios de Afrânio e Dormentes.

Nas redes sociais, Dulci Amorim comemorou que vários pleitos levados por ela ao governo estadual devem ser atendidos. “São várias obras que serão feitas no nosso Sertão. Entre elas, a reconstrução das estradas dos perímetros irrigados Senador Nilo Coelho e Maria Tereza. Teremos também reconstrução da Estrada da Tapera”, destacou a parlamentar.

A deputada celebrou ainda a inclusão dos bairros Henrique Leite e Vila Vitória no projeto da Bacia do Jatobá. “Já temos o aceno positivo do governo que irá fazer o projeto e irá também contemplar esses bairros com o saneamento básico”, pontuou Dulci.

Atendimento ao cidadão

O governo estadual vai promover em Petrolina, na quinta-feira, das 8h às 12h, ações de cidadania, através do programa Governo Presente. A pedido da deputada Dulci, o bairro João de Deus sediará o mutirão.

Entre os serviços gratuitos ofertados à população estão: emissão de RG e CPF; 2ª via de certidões de nascimento, casamento e óbito; Defensoria Pública e Procon; Serviços da Compesa e Detran; além da difusão de informações sobre a Lei Maria da Penha, PROERD, Alerta Celular e Patrulha Escolar.

Paulo Câmara cumpre agenda em municípios do Sertão do São Francisco

O governador Paulo Câmara visitará, nesta quinta-feira (12.08), municípios do Sertão do São Francisco. Em Petrolina, o governador assina várias ordens de serviço de infraestrutura, incluindo a contratação das obras da PE-655, e nas áreas de educação e desenvolvimento econômico.

No município de Afrânio, Paulo Câmara inaugura os 33 quilômetros de extensão da PE-635, que segue até Dormentes, requalificados por meio do Programa Caminhos de Pernambuco, com investimento na ordem de R$ 25 milhões. Finalizando a agenda, o governador visita a prefeitura de Dormentes e o trecho da PE-635 situado no município.

Presidente da CMJ, Berg da Carnaíba, reforça  importância de os poderes trabalharem harmonicamente

Na reabertura dos trabalhos legislativos da Casa Aprígio Duarte, na última terça (10), o presidente da mesa diretora, o vereador Berg da Carnaíba, reforçou a importância de os poderes exercerem seus papéis harmonicamente mesmo com funções independentes.

Durante a abertura dos trabalhos do segundo semestre, Berg frisou que “pretendemos trabalhar mais ainda pelo social em nosso município, buscando criar projetos que possam beneficiar mais a quem precisa”.

Ele reforçou o compromisso de continuar buscando melhorias para Juazeiro, de forma que o Executivo Municipal invista cada vez mais na infraestrutura da cidade. “Em Carnaíba foi realizado um velho sonho dos moradores através da pavimentação asfáltica. Com relação às estradas vicinais, antes se fazia apenas o patrolamento, hoje tem o cascalhamento. Quem mora no interior e visita as comunidades sabe das necessidades de trafegar em estradas vicinais quando necessitam de atendimento à saúde quando na maioria das vezes a pessoa é obrigada a se deslocar para sede.

No entanto, já foi iniciado o patrolamento e cascalhamento em Itamotinga, Maniçoba, Salitre – e agora pretendemos chegar à Carnaíba, Massaroca, Pinhões, Abóbora, assim como todo o interior de Juazeiro. Nossa missão é propor, fiscalizar e cobrar obras e ações para a nossa querida Juazeiro, e me comprometo mais uma vez em continuar cumprindo minha missão”, pontua Berg.

As sessões ordinárias da Câmara Municipal de Juazeiro acontecem às terças e quartas-feiras a partir das 09h e estão sendo transmitidas no canal do Youtube Câmara de Juazeiro.

Mônia Ramos Jornalista Ascom presidência da CMJ 

Fotos Fábio Martins

Voto impresso: confira quais deputados votaram SIM e quais votaram NÂO

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou no plenário a Proposta de Emenda à Constituição 135/19, conhecida como PEC do voto impresso na noite desta terça-feira (10).

Apesar do placar favorável de 229 contra 218, com uma abstenção, o número de votos não atingiu os dois terços necessários em plenário para a aprovação de uma PEC.

Confira abaixo quem votou SIM e quem votou NÃO:

VOTOU SIM

Aline Sleutjes (PSL-PR)
Aluisio Mendes (PSC-MA)
André Ferreira (PSC-PE)
Aroldo Martins (Republican-PR)
Átila Lins (PP-AM)
Benes Leocádio (Republican-RN)
Bia Cavassa (PSDB-MS)
Bia Kicis (PSL-DF)
Bibo Nunes (PSL-RS)
Boca Aberta (PROS-PR)
Cacá Leão (PP-BA)
Cap. Alberto Neto (Republican-AM)
Capitão Augusto (PL-SP)
Capitão Wagner (PROS-CE)
Carla Dickson (PROS-RN)
Carla Zambelli (PSL-SP)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Carlos Gaguim (DEM-TO)
Carlos Gomes (Republican-RS)
Carlos Jordy (PSL-RJ)
Carmen Zanotto (Cidadania-SC)
Caroline de Toni (PSL-SC)
Celina Leão (PP-DF)
Célio Silveira (PSDB-GO)
Celso Maldaner (MDB-SC)
Celso Russomanno (Republican-SP)
Cezinha Madureira (PSD-SP)
Charlles Evangelis (PSL-MG)
Chris Tonietto (PSL-RJ)
Christiane Yared (PL-PR)
Clarissa Garotinho (PROS-RJ)
Claudio Cajado (PP-BA)
Cleber Verde (Republican-MA)
Coronel Armando (PSL-SC)
Coronel Tadeu (PSL-SP)
CoronelChrisóstom (PSL-RO)
Da Vitória (Cidadania-ES)
DaLua do Rota (PSC-AP)
Daniel Freitas (PSL-SC)
Daniel Trzeciak (PSDB-RS)
Darci de Matos (PSD-SC)
David Soares (DEM-SP)
DelAntônioFurtado (PSL-RJ)
Deleg. Éder Mauro (PSD-PA)
Delegado Marcelo (PSL-MG)
Delegado Pablo (PSL-AM)
Diego Andrade (PSD-MG)
Diego Garcia (Podemos-PR)
Dimas Fabiano (PP-MG)
Domingos Sávio (PSDB-MG)
Dr Zacharias Calil (DEM-GO)
Dr. Frederico (Patriota-MG)
Dr. Jaziel (PL-CE)
Dr. Luiz Ovando (PSL-MS)
Dra. Vanda Milani (Solidaried-AC)
Dra.Soraya Manato (PSL-ES)
Edna Henrique (PSDB-PB)
Eduardo Costa (PTB-PA)
EduardoBolsonaro (PSL-SP)
Eli Borges (Solidaried-TO)
Emanuel Pinheiro N (PTB-MT)
Emidinho Madeira (PSB-MG)
Enrico Misasi (PV-SP)
Eros Biondini (PROS-MG)
EuclydesPettersen (PSC-MG)
Evair de Melo (PP-ES)
Expedito Netto (PSD-RO)
Fabio Reis (MDB-SE)
Fabio Schiochet (PSL-SC)
Felício Laterça (PSL-RJ)
FelipeFrancischini (PSL-PR)
Filipe Barros (PSL-PR)
Francisco Jr. (PSD-GO)
Franco Cartafina (PP-MG)
Fred Costa (Patriota-MG)
General Girão (PSL-RN)
General Peternelli (PSL-SP)
Geovania de Sá (PSDB-SC)
Gilberto Abramo (Republican-MG)
GilbertoNasciment (PSC-SP)
Gilson Marques (Novo-SC)
Giovani Cherini (PL-RS)
Giovani Feltes (MDB-RS)
Glaustin da Fokus (PSC-GO)
Greyce Elias (Avante-MG)
Guiga Peixoto (PSL-SP)
Guilherme Derrite (PP-SP)
Gurgel (PSL-RJ)
Gutemberg Reis (MDB-RJ)
Haroldo Cathedral (PSD-RR)
Heitor Freire (PSL-CE)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Hélio Costa (Republican-SC)
Hélio Leite (DEM-PA)
Helio Lopes (PSL-RJ)
Henrique Paraíso (Republican-SP)
Hercílio Diniz (MDB-MG)
Hugo Leal (PSD-RJ)
Igor Kannário (DEM-BA)
Iracema Portella (PP-PI)
Jaqueline Cassol (PP-RO)
Jefferson Campos (PSB-SP)
Jerônimo Goergen (PP-RS)
Jéssica Sales (MDB-AC)
Jesus Sérgio (PDT-AC)
João Campos (Republican-GO)
JoaquimPassarinho (PSD-PA)
Jorge Braz (Republican-RJ)
Jose Mario Schrein (DEM-GO)
José Medeiros (Podemos-MT)
Josivaldo JP (Podemos-MA)
Juarez Costa (MDB-MT)
Julian Lemos (PSL-PB)
Júlio Cesar (PSD-PI)
Julio Cesar Ribeir (Republican-DF)
Júlio Delgado (PSB-MG)
Junio Amaral (PSL-MG)
Júnior Ferrari (PSD-PA)
Laercio Oliveira (PP-SE)
Lafayette Andrada (Republican-MG)
Lauriete (PSC-ES)
Leandre (PV-PR)
Léo Moraes (Podemos-RO)
Léo Motta (PSL-MG)
Leur Lomanto Jr. (DEM-BA)
Lincoln Portela (PL-MG)
Liziane Bayer (PSB-RS)
Loester Trutis (PSL-MS)
Lourival Gomes (PSL-RJ)
Lucas Gonzalez (Novo-MG)
Lucas Redecker (PSDB-RS)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Lucio Mosquini (MDB-RO)
Luiz Lima (PSL-RJ)
Luiz Nishimori (PL-PR)
Luiz P. O.Bragança (PSL-SP)
Magda Mofatto (PL-GO)
Major Fabiana (PSL-RJ)
Mara Rocha (PSDB-AC)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Marcelo Brum (PSL-RS)
Marcelo Moraes (PTB-RS)
Márcio Biolchi (MDB-RS)
Márcio Labre (PSL-RJ)
Márcio Marinho (Republican-BA)
Marcos Pereira (Republican-SP)
Marcos Soares (DEM-RJ)
Maria Rosas (Republican-SP)
Mariana Carvalho (PSDB-RO)
Marina Santos (Solidaried-PI)
Marlon Santos (PDT-RS)
Marx Beltrão (PSD-AL)
Maurício Dziedrick (PTB-RS)
Mauro Nazif (PSB-RO)
Miguel Lombardi (PL-SP)
Misael Varella (PSD-MG)
Moses Rodrigues (MDB-CE)
Nelson Barbudo (PSL-MT)
Neri Geller (PP-MT)
Neucimar Fraga (PSD-ES)
Nicoletti (PSL-RR)
Nivaldo Albuquerq (PTB-AL)
Norma Ayub (DEM-ES)
Olival Marques (DEM-PA)
Osires Damaso (PSC-TO)
Osmar Terra (MDB-RS)
Ossesio Silva (Republican-PE)
Otoni de Paula (PSC-RJ)
Ottaci Nascimento (Solidaried-RR)
Pastor Eurico (Patriota-PE)
Pastor Gil (PL-MA)
Paula Belmonte (Cidadania-DF)
Paulo Bengtson (PTB-PA)
Paulo Ganime (Novo-RJ)
Paulo Martins (PSC-PR)
Paulo V. Caleffi (PSD-RS)
Pedro Lupion (DEM-PR)
Pedro Vilela (PSDB-AL)
Policial Sastre (PL-SP)
Pompeo de Mattos (PDT-RS)
Pr Marco Feliciano (Republican-SP)
Professor Alcides (PP-GO)
Professor Joziel (PSL-RJ)
Renata Abreu (Podemos-SP)
Ricardo Barros (PP-PR)
Ricardo Guidi (PSD-SC)
Ricardo Izar (PP-SP)
Ricardo Silva (PSB-SP)
Ricardo Teobaldo (Podemos-PE)
Ricardo da Karol (PSC-RJ)
Roberto Alves (Republican-SP)
Rodrigo Coelho (PSB-SC)
Rogério Peninha (MDB-SC)
Roman (Patriota-PR)
Rosana Valle (PSB-SP)
Rosangela Gomes (Republican-RJ)
Rose Modesto (PSDB-MS)
Rossoni (PSDB-PR)
Ruy Carneiro (PSDB-PB)
Sanderson (PSL-RS) –
Sargento Fahur (PSD-PR)
Sergio Souza (MDB-PR)
Severino Pessoa (Republican-AL)
Shéridan (PSDB-RR)
Silas Câmara (Republican-AM)
Silvia Cristina (PDT-RO)
SóstenesCavalcante (DEM-RJ)
Stefano Aguiar (PSD-MG)
Stephanes Junior (PSD-PR)
SubtenenteGonzaga (PDT-MG)
Ted Conti (PSB-ES)
Tia Eron (Republican-BA)
Tiago Dimas (Solidaried-TO)
Tito (Avante-BA)
ToninhoWandscheer (PROS-PR)
Uldurico Junior (PROS-BA)
Vavá Martins (Republican-PA)
Vermelho (PSD-PR)
Vitor Hugo (PSL-GO)
Weliton Prado (PROS-MG)
Zé Vitor (PL-MG)

VOTOU NÃO

NÃO Adriana Ventura (Novo-SP)
Aelton Freitas (PL-MG)
Afonso Florence (PT-BA)
Afonso Motta (PDT-RS)
Airton Faleiro (PT-PA)
Alcides Rodrigues (Patriota-GO)
Alencar S. Braga (PT-SP)
Alessandro Molon (PSB-RJ)
Alex Manente (Cidadania-SP)
Alexandre Frota (PSDB-SP)
Alexandre Leite (DEM-SP)
Alice Portugal (PCdoB-BA)
Aliel Machado (PSB-PR)
Altineu Côrtes (PL-RJ)
André Figueiredo (PDT-CE)
André Janones (Avante-MG)
André de Paula (PSD-PE)
Antonio Brito (PSD-BA)
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
Átila Lira (PP-PI)
Augusto Coutinho (Solidaried-PE)
Áurea Carolina (PSOL-MG)
Aureo Ribeiro (Solidaried-RJ)
Bacelar (Podemos-BA)
Baleia Rossi (MDB-SP)
Benedita da Silva (PT-RJ)
Beto Faro (PT-PA)
Beto Pereira (PSDB-MS)
Beto Rosado (PP-RN)
Bira do Pindaré (PSB-MA)
Bohn Gass (PT-RS)
Bosco Costa (PL-SE)
Bosco Saraiva (Solidaried-AM)
Bozzella (PSL-SP)
Camilo Capiberibe (PSB-AP)
Cap. Fábio Abreu (PL-PI)
Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Carlos Veras (PT-PE)
Carlos Zarattini (PT-SP)
Célio Moura (PT-TO)
Célio Studart (PV-CE)
Chico D´Angelo (PDT-RJ)
Chiquinho Brazão (Avante-RJ)
Christino Aureo (PP-RJ)
Cristiano Vale (PL-PA)
Dagoberto Nogueira (PDT-MS)
Damião Feliciano (PDT-PB)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Daniel Coelho (Cidadania-PE)
Daniela Waguinho (MDB-RJ)
Danilo Cabral (PSB-PE)
David Miranda (PSOL-RJ)
Delegado Waldir (PSL-GO)
Domingos Neto (PSD-CE)
Dr.Luiz Antonio Jr (PP-RJ)
Dulce Miranda (MDB-TO)
Edilazio Junior (PSD-MA)
Edio Lopes (PL-RR)
Eduardo Barbosa (PSDB-MG)
Eduardo Bismarck (PDT-CE)
Eduardo Cury (PSDB-SP)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Eli Corrêa Filho (DEM-SP)
Elias Vaz (PSB-GO)
Enio Verri (PT-PR)
Erika Kokay (PT-DF)
Fábio Henrique (PDT-SE)
Fábio Trad (PSD-MS)
Fausto Pinato (PP-SP)
Felipe Carreras (PSB-PE)
Félix Mendonça Jr (PDT-BA)
Fernanda Melchionna (PSOL-RS)
Fernando Coelho (DEM-PE)
Fernando Monteiro (PP-PE)
Flávio Nogueira (PDT-PI)
Frei Anastacio (PT-PB)
Gastão Vieira (PROS-MA)
Genecias Noronha (Solidaried-CE)
Geninho Zuliani (DEM-SP)
Gervásio Maia (PSB-PB)
Gil Cutrim (Republican-MA)
Glauber Braga (PSOL-RJ)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Guilherme Mussi (PP-SP)
Gustavo Fruet (PDT-PR)
Gustinho Ribeiro (Solidaried-SE)
Helder Salomão (PT-ES)
Henrique Fontana (PT-RS)
Idilvan Alencar (PDT-CE)
Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
Israel Batista (PV-DF)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
João C. Bacelar (PL-BA)
João Daniel (PT-SE)
João Maia (PL-RN)
Joenia Wapichana (Rede-RR)
Joice Hasselmann (PSL-SP)
Jorge Solla (PT-BA)
José Airton (PT-CE)
José Guimarães (PT-CE)
José Nelto (Podemos-GO)
José Priante (MDB-PA)
José Ricardo (PT-AM)
José Rocha (PL-BA)
Joseildo Ramos (PT-BA)
Josimar Maranhãozi (PL-MA)
Junior Lourenço (PL-MA)
Júnior Mano (PL-CE)
Kim Kataguiri (DEM-SP)
Leo de Brito (PT-AC)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Leônidas Cristino (PDT-CE)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lucas Vergilio (Solidaried-GO)
Luciano Bivar (PSL-PE)
Luis Miranda (DEM-DF)
Luiz Carlos Motta (PL-SP)
Luiz Antônio Corrêa (PL-RJ)
Luiza Erundina (PSOL-SP)
Luizão Goulart (Republican-PR)
Luizianne Lins (PT-CE)
Marcelo Aro (PP-MG)
Marcelo Calero (Cidadania-RJ)
Marcelo Freixo (PSB-RJ)
Marcelo Nilo (PSB-BA)
Marcelo Ramos (PL-AM)
Marcio Alvino (PL-SP)
Marco Bertaiolli (PSD-SP)
Marcon (PT-RS)
Marcos A. Sampaio (MDB-PI)
Margarete Coelho (PP-PI)
Marília Arraes (PT-PE)
Mário Heringer (PDT-MG)
Mário Negromonte Jr (PP-BA)
Marreca Filho (Patriota-MA)
Merlong Solano (PT-PI)
Milton Coelho (PSB-PE)
Natália Bonavides (PT-RN)
Nereu Crispim (PSL-RS)
Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
Nilson Pinto (PSDB-PA)
Nilto Tatto (PT-SP)
Odair Cunha (PT-MG)
Odorico Monteiro (PSB-CE)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Otto Alencar (PSD-BA)
Padre João (PT-MG)
Patrus Ananias (PT-MG)
Paulão (PT-AL)
Paulo Guedes (PT-MG)
Paulo Magalhães (PSD-BA)
Paulo Pereira (Solidaried-SP)
Paulo Pimenta (PT-RS)
Paulo Ramos (PDT-RJ)
Paulo Teixeira (PT-SP)
Pedro A Bezerra (PTB-CE)
Pedro Augusto (PSD-RJ)
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB)
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA)
Pedro Paulo (DEM-RJ)
Pedro Uczai (PT-SC)
Perpétua Almeida (PCdoB-AC)
Profª Dorinha (DEM-TO)
Prof Marcivania (PCdoB-AP)
Profª Rosa Neide (PT-MT)
Professora Dayane (PSL-BA)
Rafael Motta (PSB-RN)
Raimundo Costa (PL-BA)
Raul Henry (MDB-PE)
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Rejane Dias (PT-PI)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Rodrigo Agostinho (PSB-SP)
Rodrigo Maia (S.Part.-RJ)
Rodrigo de Castro (PSDB-MG)
Rogério Correia (PT-MG)
Rubens Bueno (Cidadania-PR)
Rubens Otoni (PT-GO)
Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA)
Rui Falcão (PT-SP)
Samuel Moreira (PSDB-SP)
Sebastião Oliveira (Avante-PE)
Sérgio Brito (PSD-BA)
Sergio Toledo (PL-AL)
Sidney Leite (PSD-AM)
Silvio Costa Filho (Republican-PE)
Tabata Amaral (PDT-SP)
Tadeu Alencar (PSB-PE)
Talíria Petrone (PSOL-RJ)
Tereza Nelma (PSDB-AL)
Tiago Mitraud (Novo-MG)
Tiririca (PL-SP)
Totonho Lopes (PDT-CE)
Túlio Gadêlha (PDT-PE)
Valdevan Noventa (PL-SE)
Valmir Assunção (PT-BA)
Valtenir Pereira (MDB-MT)
Vander Loubet (PT-MS)
Vanderlei Macris (PSDB-SP)
Vicentinho (PT-SP)
Vicentinho Júnior (PL-TO)
Vilson da Fetaemg (PSB-MG)
Vinicius Gurgel (PL-AP)
Vinicius Poit (Novo-SP)
Vitor Lippi (PSDB-SP)
Vivi Reis (PSOL-PA)
Waldenor Pereira (PT-BA)
Walter Alves (MDB-RN)
Wellington (PL-PB)
Wolney Queiroz (PDT-PE)
Zé Carlos (PT-MA)
Zé Neto (PT-BA)
Zeca Dirceu (PT-PR)

ABSTENÇÃO

Aécio Neves (PSDB-MG)

Com informações: CNNBrasil 

Deputado Fernando Monteiro conduz debate sobre governança pública

O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) moderou, nesta terça-feira (10), em Brasília, o seminário “Pessoas à Frente: A Chave de Governos Responsivos”. Ao lado da secretária de Relações Internacionais da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos e do presidente da Casa Legislativa, deputado Arthur Lira, o parlamentar conduziu os debates sobre governança pública sob a perspectiva das recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O encontro foi o primeiro de uma série de seis debates promovidos pela Câmara dos Deputados, pela OCDE e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). “Somos a Casa onde o dever de ouvir, aprender, compartilhar e dialogar é o alicerce para o ‘fazer’ e o ‘transformar’. A democracia é fortalecida quando fortalecemos a capacidade de gestão e eficiência de nossas instituições, de nossas políticas e das pessoas que cuidam delas e, sobretudo, dos nossos cidadãos. Como presidente da Comissão Especial da Reforma Administrativa, reforço também a importância dos debates aqui expostos para esta iniciativa”, afirmou Fernando Monteiro.

Também participaram da mesa o deputado e relator da Comissão Especial da Reforma Administrativa, Arthur Maia, o diretor-adjunto de Governança Pública da OCDE, Jaños Bertok; a representante do PNUD no Brasil, Katyna Argueta; além do representante do terceiro setor em nome do Movimento Pessoas à Frente, Chico Gaetani. Na ocasião, o chefe da Equipe de Emprego Público e Gestão, Divisão de Gestão Pública e Orçamento e Diretoria de Governança Pública da OCDE, Daniel Gerson; a secretária nacional de Inovação e Modernização Administrativa de Portugal, Maria de Fátima Fonseca, e o líder de Governança para América Latina e Caribe do PNUD, Jairo Acuña-Alfaro, compartilharam experiências internacionais e do órgão da ONU.

Vice-prefeito Leonardo Bandeira participa da abertura do segundo período legislativo da Câmara de Juazeiro e volta a ressaltar harmonia entre os poderes

Representando a prefeita Suzana Ramos, o vice-prefeito Leonardo Bandeira esteve no plenário da Câmara Municipal de Juazeiro para acompanhar a abertura do segundo período legislativo, durante reunião ordinária na manhã desta terça-feira (10).

Em sua mensagem aos parlamentares, o vice-prefeito voltou a defender a harmonia entre os poderes e expressou o desejo de que os projetos encaminhados à Câmara sejam aprovados, em especial os que tratam do interesse da parcela da população que mais depende do setor público.

“A prefeita Suzana Ramos e eu estamos à inteira disposição dos vereadores, como também solicitamos aos secretários que estejam sempre à disposição de todos, atendendo suas demandas que são sempre voltadas para beneficiar a população. O nosso governo respeita e é parceiro dos poderes, que são independentes, mas precisamos conviver em harmonia. Desejo sorte a todos os vereadores nesse segundo semestre e no restante da legislatura”, enfatizou Leonardo.

O presidente da Câmara, Berg da Carnaíba, lembrou que o bom relacionamento dos vereadores com o Executivo é um desejo da sociedade. “Vamos dar continuidade ao trabalho que já vem sendo feito desde o início, com dedicação, em prol do povo, e com relação harmônica com o Executivo Municipal. Continuaremos trabalhando pelo bem comum, representando o povo”, expressou o presidente.

Comissão especial aprova proposta que altera regras eleitorais

A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre mudanças nas regras eleitorais (PEC 125/11) aprovou, na noite desta segunda-feira (10), o texto da relatora, deputada Renata Abreu (Pode-SP). A proposta ainda vai passar por dois turnos de votação no Plenário da Câmara antes de seguir para a análise do Senado.

O texto original da PEC tratava apenas do adiamento das eleições em datas próximas a feriados, mas, no quarto substitutivo ao texto, a relatora incluiu vários temas a fim de “aumentar o leque de propostas” levadas para a apreciação do Plenário. O texto-base da relatora foi aprovado por 22 votos a 11 na comissão.

Para a eleição de 2022, por exemplo, está prevista a adoção do sistema eleitoral majoritário na escolha dos cargos de deputados federais e estaduais. É o chamado “distritão puro”, no qual são eleitos os mais votados, sem levar em conta os votos dados aos partidos, como acontece no atual sistema proporcional.

Esse sistema seria uma transição para o “distritão misto”, a ser adotado nas eleições seguintes para Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e câmaras municipais. Porém, os deputados aprovaram um destaque do PCdoB para retirar esse item do texto.

Para a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), a escolha do sistema eleitoral definitivo a partir de 2024 ainda depende de mais debates futuros. “Nós achamos que essa é uma situação em que ainda há muita dúvida entre parlamentares e até no próprio eleitor. Então, nós pedimos a supressão desse item do relatório”, explicou.

Voto preferencial
Outra novidade no texto de Renata Abreu é o chamado “voto preferencial” nas eleições para presidente da República, governadores e prefeitos, a partir de 2024. A ideia de Renata Abreu, já adotada na Irlanda e no estado de Nova Iorque (EUA), é dar ao eleitor a possibilidade de indicar até cinco candidatos em ordem de preferência.

Na apuração, serão contadas as opções dos eleitores até que algum candidato reúna a maioria absoluta dos votos para chefe do Executivo.

“Você não é obrigado a listar a sua ordem de preferência. Você pode colocar a sua ordem de preferência. A eleição se torna muito mais barata. Trouxemos o que tem de maior inovação na política no mundo, mas tomamos o cuidado de não aplicar nas próximas eleições exatamente para não acharem que é um casuísmo”, disse Renata Abreu.

Coligações
Em relação às coligações, que foram proibidas nas últimas eleições municipais, a relatora disse prestigiar a autonomia partidária e autorizar os partidos a decidirem a forma de se coligar tanto nas eleições majoritárias quanto nas proporcionais.

Renata Abreu ainda fez um ajuste de última hora para revogar o artigo da Constituição que trata do caráter nacional dos partidos políticos. “Atendendo o princípio geral de liberdade de criação de partidos, entendemos que os partidos regionais têm um papel importante a desempenhar na democracia brasileira”.

Cláusula de desempenho
O texto de Renata Abreu também tem novidade na cláusula de desempenho, que trata dos limites mínimos de votos e parlamentares eleitos para que um partido político tenha acesso ao Fundo Partidário e à propaganda gratuita.

Além do percentual mínimo de votos válidos (1,5% a 3%, conforme regra de transição prevista na Emenda Constitucional 97, de 2017) e do número mínimo de deputados federais eleitos (11 a 15) em pelo menos um terço das unidades da Federação, também passa a ser considerado o mínimo de cinco senadores eleitos, incluindo aqueles que já estiverem em exercício na primeira metade do mandato no dia da eleição.

Para a eleição de 2022, a relatora prevê a criação de uma cláusula de “habilitação”, exigindo um quociente mínimo de votos para que o partido possa ter acesso às cadeiras no Legislativo. O limite previsto é de 25% do quociente eleitoral da eleição na respectiva circunscrição.

Também haverá exigência de quociente individual mínimo para os suplentes, “de forma a evitar que candidatos sem votos possam ocupar as cadeiras, o que contraria o princípio do sistema”.

O texto mantém a estratégia de reforço da fidelidade partidária, mas, além das justas causas para a troca de legenda já previstas em lei, acrescenta a possibilidade de migração desde que haja a concordância do partido.

Participação popular
Há ainda incentivos à maior participação da população na política. Um dos artigos prevê que os votos dados em mulheres e negros para a Câmara dos Deputados vão contar em dobro para a distribuição do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral.

Também será reduzido, de 1 milhão para 100 mil, o número mínimo de assinaturas para a apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular na Câmara dos Deputados.

Outra novidade é a possibilidade de consultas populares sobre questões locais durante as eleições municipais ou gerais. Para essa espécie de “plebiscito municipal”, o tema da consulta deve ser aprovado pela Câmara de Vereadores e encaminhado à Justiça Eleitoral até 90 dias antes da data da eleição.

Fundações partidárias de estudo e pesquisa, doutrinação e educação política poderão ampliar o leque de atividades de ensino e formação política, oferecendo cursos de capacitação e formação profissional, juntamente com os de educação política.

Data de posse
Também está prevista mudança na data de posse dos chefes do Executivo, que atualmente ocorre em 1º de janeiro. A relatora propõe posse em 5 de janeiro para presidente da República e em 6 de janeiro para governadores e prefeitos. Essa regra passaria a valer nas posses de 2027 em diante.

A proposta ainda determina que decisões do Judiciário sobre regras eleitorais obedeçam ao mesmo “princípio da anterioridade” já imposto às decisões legislativas sobre eleições, ou seja: só poderão ser efetivamente aplicadas um ano após sua publicação.

Debate na comissão
Distritão, voto preferencial e coligações dominaram os debates na comissão nesta segunda-feira. Vários deputados afirmaram que essas medidas fragilizam os partidos políticos, enfraquecem a representatividade da sociedade no Parlamento e favorecem a eleição de celebridades.

O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) alertou que haverá futuros recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a proposta.

O deputado Ivan Valente (Psol-SP) criticou fortemente o texto aprovado, em especial a adoção do voto preferencial, que ele considera que vai confundir o eleitor diante da profusão de candidatos ao Executivo. “Isso é uma vergonha e um escárnio. O que está acontecendo aqui são parlamentares e partidos que estão pensando na sua reeleição e não na ideia de uma democracia e de uma disputa de ideias e projetos de Nação”, afirmou.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) se queixou do acordo que viabilizou a votação na comissão especial. “O Brasil fez um plebiscito para descartar o parlamentarismo e, agora, com meia hora de relatório pronto, querem alterar o sistema de voto para a eleição presidencial e para deputados federais. Participei dos acordos para não obstrução, mas querem colocar tudo que o grupo do ‘distritão’ queria – ou seja, ‘distritão’ e volta das coligações – e o lado que eu represento não coloca nada nesse acordo. Que acordo é esse?”, questionou.

Já a deputada Bia Kicis (PSL-DF) saiu em defesa do texto, e do “distritão” em particular. “Realmente há, na Casa, essa grande predominância do ‘distritão’, porque entendemos que devemos alterar o sistema para que o próprio eleitor possa entender melhor o sistema eleitoral e para que prepondere a vontade do eleitor”, declarou.

Para o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), a aprovação do texto na comissão será seguida por uma discussão mais ampla no Plenário. “Nós estamos ficando sem tempo, neste momento, e precisamos ir para o Plenário para que uma eventual mudança no nosso sistema político possa acontecer. E quero frisar aqui a sugestão do voto preferencial, corajosamente incluído pela relatora.”

A aprovação definitiva da reforma político-eleitoral depende de, no mínimo, de 257 votos de deputados e 41 de senadores nos dois turnos de votação nos Plenários da Câmara e do Senado. As medidas previstas para as eleições de 2022 precisam ser aprovadas até outubro, um ano antes do pleito.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Bolsonaro entrega a Lira a MP que cria o Auxílio Brasil, em substituição ao Bolsa Família

O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta segunda-feira ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a Medida Provisória que reformula o programa Bolsa Família, ampliando o valor e o número de beneficiados, e a proposta de emenda constitucional que prevê o parcelamento de precatórios a serem pagos pela União. O novo programa se chama Auxílio Brasil e seu valor será definido até setembro.

Lira afirmou que as propostas terão rito rápido na Casa e serão votadas com responsabilidade pelos parlamentares. “A Câmara vai se dedicar a fazer o melhor, com responsabilidade elevada. Essa matéria (novo Bolsa Família) tem urgência, como também a PEC dos precatórios, antes do envio do Orçamento, para que haja previsibilidade nas ações do Poder Executivo para o ano de 2022”, explicou Lira.

Segundo Bolsonaro, o governo tem atuado com responsabilidade e preocupação social. “São propostas para dar transparência e responsabilidade aos gastos, incluindo aí o viés social do nosso governo. Sabemos que a pandemia trouxe uma inflação para alimentos para o mundo inteiro e não podemos deixar desassistidos os mais vulneráveis”, disse Bolsonaro.

Cerimônia de entrega da MP do Auxílio Brasil e da PEC dos Precatórios

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que PEC dos precatórios cria previsibilidade dos gastos e regulariza a capacidade de pagamento das dívidas da União. “Estamos disciplinando a execução e a exequibilidade do Orçamento da República e a proposta traz uma conexão com os programas sociais. Não só assegura os programa sociais, como permite a transformação do Estado brasileiro”, afirmou Guedes.

O ministro da Cidadania, João Roma, destacou que MP vai reformular os programas de transferência de renda e ampliar a proteção social do governo. “Vamos seguir as trilhas de emancipação do Estado brasileiro, essa MP apresentada representa um novo passo para a questão social do povo brasileiro”, disse.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Não vai ser um ou dois ministros do STF que vão decidir o destino de uma nação; diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender hoje a impressão de votos no Brasil, embora siga sem apresentar provas de que há fraudes no sistema eleitoral. Após “motociata” em Florianópolis (SC), transmitida pelas redes sociais, ele discursou para apoiadores.

“Venho advertindo que temos que ter eleições limpas no Brasil. Quem não quer eleições limpas e contagem pública de votos pode ser tudo, mas não é democrata, e quem não é democrata não tem espaço no nosso Brasil”, afirmou Bolsonaro.

Ele defendeu novamente o voto impresso e auditável. “Quem decide as eleições são vocês. Não vai ser um ou dois ministros do STF que vão decidir o destino de uma nação. Quem tem legitimidade além do presidente (da República) é o Congresso Nacional”, declarou.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda o sistema de votação foi derrotada na comissão especial, mas o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), disse ter decidido levar para o plenário a discussão sobre o voto impresso.

Bolsonaro falou sobre venezuelanos que vieram para o Brasil e ironizou que “centenas de pessoas por dia fogem do paraíso socialista da Venezuela” para cá. “Nós sabemos como aquele regime começou, quem apoiou aquele regime, não preciso dizer que é o bandido de nove dedos”, disse, sob gritos de “Lula ladrão”, referindo-se ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).