Crianças acompanhadas pela APAE em Petrolina recebem primeira dose da vacina contra Covid-19

Nesta quarta-feira (19), as crianças que são atendidas pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) tiveram uma manhã diferenciada. É que a Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, levou a vacina contra a COVID-19 para imunizar todas as crianças de 5 a 11 anos que possuem comorbidades.

As equipes levaram doces e muitos brinquedos para deixar o momento mais lúdico e agradável para todas as crianças presentes. Acompanhadas pelos pais, cerca de 10 crianças receberam a primeira dose do imunizante da Pfizer, a segunda dose deve ser realizada com o intervalo de 8 semanas.

Para a avó de Artur, Josefa Maria dos Santos, esse momento é muito importante para a saúde do neto. “Estou muito feliz de ver ele tomando a primeira dose da vacina. É muito importante para a saúde dele, me deixa mais despreocupada. Quero agradecer primeiramente a Deus, e depois a toda equipe de enfermeiros e a APAE, que proporcionou esse momento em um lugar que ele já está habituado, que é bem recebido. Ele ficou muito mais tranquilo para receber a vacina”, destaca Josefa.

A imunização contra a COVID-19 para as crianças segue nas Unidades Básicas de Saúde e estão sendo aplicadas no mesmo turno das vacinas da rotina. As crianças de 5 a 11 anos que possuem comorbidades podem procurar a UBS mais próxima da residência acompanhadas dos pais ou responsáveis, é necessário levar RG ou certidão de nascimento, CPF ou cartão do SUS e um laudo médico que comprove a comorbidade.

Exercícios físicos ajudam na prevenção da osteoporose

Os ossos dão estabilidade, proteção, equilíbrio e força. Dependemos deles para a realização de qualquer atividade e funcionamento de nossos músculos, órgãos e movimentos. O problema é que, quando a massa óssea começa a diminuir, deixa a nossa estrutura mais fina, sensível e fraca: é a osteoporose. E é importante saber que os hábitos de vida influenciam diretamente na saúde da massa óssea.

A osteoporose aumenta a suscetibilidade de ocorrer uma fratura, podendo ser causada não só por quedas, mas também por movimentos corporais simples, como se curvar e tossir. A atividade física aumenta a força muscular sobre os ossos, sendo um estímulo fundamental para a manutenção e o aumento da massa óssea.

Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana, com intervalo entre as sessões de 24 a 48 horas. É muito importante que esses exercícios sejam realizados com o paciente suportando o seu próprio peso, em função da força que os músculos exercem sobre os ossos da coluna e dos membros inferiores.

“O benefício primário da atividade física é evitar a perda óssea que ocorre com a inatividade, o que de certa maneira pode reduzir o risco de fraturas. Fazer exercícios e manter uma dieta balanceada são fundamentais para prevenir essa doença”, explica Danillo Santana, Coordenador Geral, na Rede Alpha Fitness. Entretanto, Danillo alerta que é fundamental consultar um ortopedista antes de qualquer conduta.

Esse profissional pode aconselhar qual o tipo de exercício, frequência e intensidade em que deverá ser feito para estimular a formação de massa óssea.

Médicos alertam para alta incidência de pedras nos rins no verão

A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alerta para o aumento de casos de pedras nos rins em até 30% durante o verão, já que há o aumento da transpiração e, em alguns casos, sem a hidratação adequada para supri-la. Além disso, a entidade aponta maior risco de cistite, uma infecção na bexiga, também nessa época.

Para prevenir a incidência das pedras nos rins, a SBU afirma que é preciso adotar alguns hábitos, como aumentar o consumo de água, diminuir o sal da comida, fazer atividade física e comer menos carne vermelha. Aumentar a ingestão de sucos cítricos também é uma forma de proteger o corpo da formação de cálculos renais, apontou a SBU.

“Estima-se que 1 em cada 10 pessoas, no Brasil, sofra de cálculo renal e, geralmente, acomete jovens entre os 20 a 35 anos, sendo mais frequente em homens. Cerca da metade destas pessoas terão um novo episódio de cálculo ao longo dos 10 anos”, informou a entidade.

Outro alerta da sociedade médica é relacionado à negligência ou tratamento inadequado, o que pode evoluir para deterioração dos rins, redução em sua função e até casos de nefrectomias – retirada do órgão – decorrentes de obstrução devido à presença da pedra ou a infecções renais associadas aos cálculos.

Já em relação à cistite, que também é favorecida pelo calor e a umidade típicos do verão, costuma causar sensação de bexiga cheia, urgência para urinar e ardência no canal uretral.

Hábitos que podem ajudar a prevenir tal condição incluem evitar ficar longos períodos sem urinar; tomar líquidos em quantidades apropriadas; combater a constipação intestinal; fazer a adequada higiene íntima; praticar exercícios físicos; e evitar ficar com roupa de banho molhada por longos períodos.

Edição: Valéria Aguiar

Petrolina atualiza boletim com dados sobre a COVID-19

O boletim epidemiológico dessa quinta-feira (13) informa que dos 120 leitos de UTI disponíveis para a Rede PEBA, 54 continuam ocupados. Dessa forma, a taxa de ocupação permanece em 45%.

O boletim apresenta 119 novos casos, assim, o município está com 38.814 pessoas já infectadas pelo novo coronavírus. Desse total, 36.917 já estão recuperadas, isso representa 95,1% de cura clínica. O município está com 1.279 casos ativos do novo coronavírus.

Não há registro de óbitos, com isso, o município mantém 618 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

Brasil recebe primeiro lote de vacinas contra covid-19 para crianças

Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).
O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.
Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.
Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.
A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):
Região Centro-Oeste (8,17%)
Distrito Federal – 1,30%

Goiás – 3,55%

Mato Grosso do Sul – 1,47%

Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

Espírito Santo – 1,93%

Minas Gerais – 9,02%

Rio de Janeiro – 7,49%

São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

Paraná – 5,25%

Rio Grande do Sul – 4,73%

Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

Alagoas – 1,77%

Bahia – 7,07%

Ceará – 4,42%

Maranhão – 4,02%

Paraíba – 1,89%

Pernambuco – 4,80%

Piauí – 1,62%

Rio Grande do Norte – 1,67%

Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

Acre – 0,57%

Amazonas – 2,77%

Amapá – 0,55%

Pará – 4,99%

Rondônia – 0,93%

Roraima – 0,38%

Tocantins – 0,86%

Edição: Graça Adjuto – Agência Brasil

Onda de gripe e covid pega SUS ‘reduzido’ e superlota urgências pelo país

Hospitais e UPAs de todo país estão enfrentando superlotação e atendendo acima da capacidade máxima para dar conta de assistir os pacientes com síndromes gripais que buscam as unidades.

Em meio ao apagão de dados de internações no país, a alta de casos pegou o SUS (Sistema Único de Saúde) desprevenido após a desabilitação de leitos e de unidades de atendimento por causa da redução dos casos de covid após a vacinação. Agora, em muitos municípios, leitos e locais de atendimento estão sendo abertos novamente para dar conta da demanda.

O cenário gerado pelo surto da Influenza H3N2 (tipo que não está incluído na vacina contra a gripe) e a circulação da variante ômicron está causando uma demanda similar à dos picos de covid, com a diferença de serem casos mais leves.

Ministério da Saúde inclui crianças de 5 a 11 anos na vacinação contra covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fala sobre a inclusão de crianças de 5 a 11 anos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.

O governo federal anunciou hoje (5) a inclusão de crianças de 5 a 11 anos no plano de operacionalização de vacinação contra a covid-19. As primeiras doses de vacinas contra a doença destinadas a crianças de 5 a 11 anos deverão chegar ao Brasil no dia 13 de janeiro. Está prevista uma remessa de 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer – o único aprovado até o momento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Brasil receberá, no primeiro trimestre de 2022, 20 milhões de doses pediátricas destinadas a este público-alvo, que é de cerca de 20,5 milhões de crianças. O Ministério da Saúde receberá, ainda em janeiro, um lote de 3,74 milhões de doses de vacina.

O esquema vacinal será com duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações. O tempo é superior ao previsto na bula da vacina da Pfizer. Na indicação da marca, as duas doses do imunizante poderiam ser aplicadas com três semanas de diferença.

Segundo o Ministério da Saúde, será preciso que a criança vá vacinar acompanhada dos pais ou responsáveis ou leve uma autorização por escrito.

O Ministério também recomendará uma ordem de prioridade, privilegiando pessoas com comorbidades e com deficiências permanentes; indígenas e quilombolas; crianças que vivem com pessoas com riscos de evoluir para quadros graves da covid-19; e em seguida crianças sem comorbidades.

Infertilidade masculina é tabu e precisa ser investigada, diz médico

No mundo, estima-se que entre 10% e 15% dos casais em idade reprodutiva enfrentem alguma dificuldade para engravidar, o que é definido quando uma gravidez não ocorre após um ano de tentativas. Esse tempo diminui em seis meses para casais quando a mulher tem mais de 35 anos. Em um terço destes casos, a infertilidade é causada por fatores exclusivamente relacionados ao homem.

Apesar disso, a infertilidade masculina ainda é tabu, disse o médico Guilherme Wood, especialista em reprodução assistida na Huntington Medicina Reprodutiva, em entrevista à Agência Brasil. “Quando se compara os exames que a mulher tem que fazer com os do homem para começar a investigação de infertilidade, o exame do homem é bem mais simples, que é basicamente o espermograma. Mesmo assim, não é raro o casal chegar na clínica de reprodução depois de focar muito tempo na saúde da mulher, na investigação e nos exames mais difíceis e, muitas vezes, mais caros e mais chatos de serem feitos e até mesmo dolorosos. A mulher chega ao consultório já tendo feito toda a investigação e o homem demora a fazer isso porque achava que não tinha nenhum problema”, explicou.

Entre as principais causas da infertilidade masculina estão a varicocele e o uso de anabolizantes, mas ela pode ocorrer também pelo hábito de deixar o notebook no colo ou por exageros nas bebidas alcoólicas. “Entre as causas mais graves estão as genéticas, que podem causar a azoospermia, quando não tem nenhum espermatozoide no fluido ejaculado; e o uso de alguns medicamentos, principalmente anabolizantes, que traz diminuição ou até pode zerar a produção de espermatozoides. Há também as doenças hormonais e a varicocele, que é uma das principais causas e que é basicamente as varizes nos testículos”, disse.

Até mesmo a utilização de plásticos pode trazer implicações na produção do espermatozoide. “O que a gente recomenda sempre é evitar o consumo de alimentos em plásticos quentes porque pode liberar alguma substância que tenha um efeito prejudicial principalmente no balanço hormonal, que pode prejudicar a produção de espermatozoide”.

Um dos exames que pode ajudar no diagnóstico da infertilidade é o espermograma. “O espermograma é reflexo da saúde do homem. Tudo o que você faz que não seja saudável, vai piorar a produção de espermatozoide. Pacientes obesos, tabagistas, sedentários, tudo isso pode prejudicar a saúde do homem e consequentemente diminuir a produção de espermatozoide”, explicou Wood.

O espermograma é um exame simples e o mais comum de ser feito nesta situação. “É um exame que é feito com coleta de sêmen por masturbação. É feito nas clínicas ou laboratórios. Ele vai te dar a quantidade e qualidade do sêmen. É um exame base, o primeiro a ser feito e que pode te guiar ou aprofundar a investigação [sobre a fertilidade]”, explicou Wood. “Espermograma é um exame simples. Pode ser um pouco constrangedor porque o homem vai ter que ejacular no laboratório, mas é um exame rápido. E é muito importante para a investigação”.

Depois de identificada a causa e o grau da infertilidade, o médico pode então avaliar as possibilidades de tratamento para o homem. Mas se este tratamento não for efetivo, os métodos de reprodução assistida, tais como inseminação artificial e fertilização in vitro, poderão ser aplicados.

“Se há uma causa genética, geralmente ela não é reversível. Mas mesmo nas causas genéticas, você pode fazer um tratamento de reprodução assistida. Mas nas outras causas, como as hormonais e o uso de anabolizantes, você pode reverter esse uso e voltar a estimular a produção de espermatozoide. E, no caso da varicocele, você pode operar e aguardar a melhora espontânea no espermograma também”, falou.

O ideal, segundo o médico, é que as causas relacionadas à infertilidade sejam diagnosticadas o quanto antes. “O diagnóstico precoce ajuda muito. Não demorar para procurar um especialista faz muita diferença [nesses casos]”, observou.

Edição: Valéria Aguiar – Agência Brasil

“A equipe nos dá segurança na hora do parto e rapidamente tive minha bebê”, agradece mãe à equipe da Maternidade de Juazeiro

A três dias para encerrar o ano de 2021, a pequena Elisa resolveu vir ao mundo. A mamãe Angelina Araújo de Jesus estava com 36 semanas e 4 dias quando sentiu as primeiras contrações. Ao chegar à Maternidade de Juazeiro, prontamente foi atendida pela equipe, que deu todo o suporte necessário para o nascimento do segundo amor de Angelina. De parto normal e rápido, mãe e filha se conheceram e vão poder entrar 2022 agarradinhas. A comerciante ficou encantada com o atendimento que ela e sua princesa receberam na unidade de saúde.

“Tive meu primeiro filho aqui na Maternidade de Juazeiro e já foi muito bom. Mas este parto foi melhor ainda. A equipe me tratou muito bem. Quando cheguei me avaliaram e viram que eu já estava com boa dilatação. Já subi e fui direto para a sala de parto”, disse Angelina.

A mamãe chegou à Maternidade de Juazeiro por volta das 12h desta terça-feira (28) e uma hora depois já estava com a pequena Elisa nos braços. “Rapidamente eu tive a minha bebê. Os enfermeiros dão segurança para a gente na hora do parto. Eles não induzem o parto, eles nos dizem como a gente deve agir para ser mais rápido e não ter muita dor. Isso me ajudou muito”, declarou.

“O objetivo da Maternidade de Juazeiro é atender as mulheres que chegam aqui sempre da melhor forma, sem distinção, fazendo com que todas se sintam acolhidas e seguras. Temos o intuito de estar sempre melhorando o nosso atendimento”, destacou a diretora da Maternidade de Juazeiro, Érica Goes.

Triagem Neonatal na Maternidade de Juazeiro

Nesta quarta-feira (29) a pequena Elisa mamou e foi cedo fazer o teste da orelhinha. Os bebês que nascem na Maternidade de Juazeiro já recebem alta com este e outros testes, que integram a triagem neonatal, já realizados. Isso traz mais comodidade às mães. Os recém-nascidos também já são liberados com as primeiras vacinas, BCG e Hepatite B, aplicadas.

Texto: Amanda Franco – Ascom Sesau PMJ

Ômicron: 3ª dose da AstraZeneca aumenta em 2,7 vezes os anticorpos

Pesquisa realizada por investigadores de diferentes instituições, incluindo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade de Oxford, revela que a terceira dose da vacina AstraZeneca aumenta significativamente os níveis de anticorpos neutralizantes contra a variante Ômicron do novo coronavírus. Os resultados foram publicados na plataforma bioRxiv nesta quinta-feira (23) e divulgados na página da Fiocruz.

“Como temos observado, a variante Ômicron é capaz de infectar pessoas com o esquema vacinal completo, assim como as que foram previamente infectadas por outras variantes. Os dados apresentados neste estudo mostram que a terceira dose é capaz de aumentar a presença de anticorpos neutralizantes contra Ômicron [foram aumentados em 2,7 vezes após a terceira dose da AstraZeneca], resgatando a capacidade de neutralização dos soros das pessoas vacinadas, como observado em relação às outras variantes, de preocupação após a segunda dose”, explicou o vice-presidente de Produção e Inovação da Fiocruz, Marco Krieger.

O soro obtido de indivíduos um mês após a aplicação da dose de reforço neutralizou a variante Ômicron em níveis semelhantes aos observados para a neutralização das variantes Alfa e Delta depois da segunda dose. Os pesquisadores da publicação consideraram o resultado encorajador, pois, mesmo frente ao desafio da nova variante, foi possível obter resposta protetora.

O experimento incluiu amostras de 41 indivíduos que receberam três doses da AstraZeneca. Como salientado no estudo, “os anticorpos neutralizadores contra a Ômicron são reforçados após uma terceira dose da vacina, significando que a campanha para fornecer doses de reforço deve adicionar considerável proteção extra contra a infecção pela Ômicron”.