Salário mínimo deve ser reajustado no dia 1º maio, diz ministro do Trabalho, Luiz Marinho; Confira

Informações recentes divulgadas pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmaram que o salário mínimo poderá passar por um novo reajuste ainda em 2023.

O atual salário mínimo de R$1.302 em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2023, foi previsto pelo Orçamento aprovado no Congresso Nacional, com base em proposta enviada pelo ex-presidente da República, Jair Bolsonaro.

A proposta de salário mínimo feita pelo atual chefe do Executivo Federal, Luiz Inácio Lula da Silva, chega a R$ 1.320, a partir de 1º de maio. Contudo, as centrais sindicais requerem a concessão de um valor maior, em torno de R$ 1.342, embora a quantia seja incompatível com o equilíbrio das contas públicas.

Tarifa de ônibus e transporte complementar sofrerão reajustes a partir de quarta-feira 1º de fevereiro em Petrolina; Confira os valores

Como resultado da alta acumulada anual dos insumos que compõem os custos do transporte coletivo e complementar, especialmente as variações do óleo diesel e da mão de obra, a Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA) autorizou a atualização nos valores das tarifas do transporte público de Petrolina, a partir da meia-noite da próxima quarta-feira (1º).

Com a atualização a tarifa do transporte coletivo mudará de R$ 4,10 para R$ 5,00. Estudante pagará R$ 2,50. De modo a reduzir o valor repassado aos usuários e manter descontos e gratuidades para idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência, o município também subsidia o serviço de transporte público. 

A atualização das tarifas, publicada no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira (27), segue decisão contratual de reajuste anual do transporte coletivo e determinação do decreto municipal do transporte complementar. 

Confira os novos valores das tarifas do transporte complementar: 

ASSOCIAÇÃO/ 

CONCESSIONÁRIA 

LINHA 

TARIFA REAJUSTADA 

ATPI 

Projetos N1, N2, N3 e C1 

R$ 8,00 

ATAPE 

Projetos N6, N7, N9 e C3 

R$ 8,00 

ATACIPE PROJETOS 

Projetos N4, N5, C2 e Ass. Água Viva 

R$ 8,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Projeto N11 

R$ 8,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Projeto N10 

R$ 8,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Projeto N8 

R$ 8,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Terra da Liberdade 

R$ 8,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Assentamento Mandacaru

R$ 8,00 

COOTRASCOMPE 

Bebedouro e Nova Descoberta 

R$ 13,50 

COOTRASCOMPE 

Izacolândia 

R$ 15,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Pedrinhas 

R$ 9,00

COOPERTRANSERTÃO 

Serrote do Urubu 

R$ 9,00

COOPERTRANSERTÃO 

Pedra Grande 

R$ 9,00

COOPERTRANSERTÃO 

Muquém 

R$ 9,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Roçado 

R$ 7,50

ATACIPE 

Tapera 

R$ 9,00 

ATACIPE 

Agrovila Massangano 

R$ 7,50

ATACIPE 

Roçado / Rodeadouro 

R$ 7,50

COOPERTRANSERTÃO 

Projeto Maria Tereza 

R$ 10,00 

COOPERTRANSERTÃO 

Morada Nova 

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Barra Franca 

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Satisfeito I e II 

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Sitio Cabaceira 

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Sitio Divisa 

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Sitio Queimada Nova

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Pontal Lajedo 

R$ 19,50 

COOPERTRANSERTÃO 

Ponta de Serra 

R$ 10,50

COOPERTRANSERTÃO 

Bom Jardim 

R$ 13,00 

ATAIPETRO 

Aranzel 

R$ 24,50 

ATAIPETRO 

Caroá 

R$ 25,50 

ATAIPETRO 

Vila Nova 

R$ 30,50 

ATAIPETRO 

Sitio Riacho 

R$ 12,00 

ATAIPETRO 

Icozeiro 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Vira Beiju 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Sitio Garcinha 

R$ 17,00 

ATAIPETRO 

Santa Fé 

R$ 17,00 

ATAIPETRO 

Simpatia 

R$ 24,50 

ATAIPETRO 

Cristália 

R$ 24,50 

ATAIPETRO 

Sitio Almas 

R$ 24,50 

ATAIPETRO 

Jataí 

R$ 19,50 

ATAIPETRO 

Sítio Alegria 

R$ 24,00 

ATAIPETRO 

Marizinho 

R$ 24,00 

ATAIPETRO 

Porteira 

R$ 24,00 

ATAIPETRO 

Caititu/ Atalho 

R$ 24,00 

ATAIPETRO 

Sitio Miradouro 

R$ 24,00 

ATAIPETRO 

Sitio Manteiga 

R$ 15,50 

ATAIPETRO 

Assentamento N. Sra. de Fátima / Lindolfo Silva 

R$ 19,50 

ATAIPETRO 

Sítio Santo Antônio 

R$ 23,50 

ATAIPETRO 

Sitio Lagoa do Angico 

R$ 25,50 

ATAIPETRO 

Uruás 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Cruz de Salinas 

R$ 18,00 

ATAIPETRO 

Terra Nova 

R$ 10,50 

ATAIPETRO 

Inhuma 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Faxeiro 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Curral Queimado 

R$ 10,50 

ATAIPETRO 

Assentamento Santa Maria 

R$ 19,50   

ATAIPETRO 

Cacimba do Bonfim 

R$ 18,00 

ATAIPETRO 

KM 45 

R$ 10,50 

ATAIPETRO 

Assentamento Santa Tereza 

R$ 25,75 

ATAIPETRO 

São Bento 

R$ 25,75 

ATAIPETRO 

Água Branca 

R$ 22,50   

ATAIPETRO 

Baixa Alegre 

R$ 22,50   

ATAIPETRO 

Assentamento Maricy Amador 

R$ 12,50   

ATAIPETRO 

Malhadinha 

R$ 18,50 

ATAIPETRO 

Amargosa 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Sitio Poço 

R$ 15,00 

ATAIPETRO 

Tanquinho 

R$ 15,00 

Foto: Prefeitura de Petrolina 

Petrobras anuncia aumento de 7,47% no preço da gasolina a partir de amanhã

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (24/01) que a partir de amanhã, quarta-feira (25/01), o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro, um aumento de R$ 0,23 por litro. O valor é 7,47% maior do que o atual. A última vez que o preço da gasolina tinha sido reajustado foi em 6 de dezembro, quando sofreu uma redução de 6,1%.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,42 a cada litro vendido na bomba. O valor final repassado ao consumidor varia de acordo com os postos.

Segundo a estatal, o aumento “acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

A Petrobras adota como referência para os reajustes dos combustíveis o PPI (Preço de Paridade de Importação), que considera as variações do petróleo no mercado internacional, além da cotação do dólar.

Desemprego recua para 8,1% no trimestre encerrado em novembro; diz IBGE

A taxa de desocupação ficou em 8,1% no trimestre terminado em novembro. O percentual representa recuo de 0,9 ponto percentual (p.p.) na comparação com os três meses anteriores, quando atingiu 8,9%. É, ainda, o menor resultado desde o trimestre de fevereiro a abril de 2015. Com a queda para 8,7 milhões, o número de desempregados alcançou o menor contingente desde o trimestre encerrado em junho de 2015. Ao todo, são 953 mil pessoas a menos em busca de emprego no país, ou recuo de 9,8%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a pesquisa, há seis trimestres móveis consecutivos, que a taxa de desocupação vem caindo de forma significativa. Para a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, o motivo da retração no trimestre encerrado em novembro é o aumento de 0,7% na ocupação no período, que mais uma vez chegou ao maior nível da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O percentual equivale a um acréscimo de 680 mil pessoas no mercado de trabalho.

“Embora o aumento da população ocupada venha ocorrendo em um ritmo menor do que o verificado nos trimestres anteriores, ele é significativo e contribui para a queda na desocupação”, observou.

Ainda segundo a coordenadora, as quedas sucessivas na taxa de desocupação foram também um reflexo do aumento no número de ocupados, durante a recuperação do mercado de trabalho que foi verificada desde 2021. “A partir desse momento, houve essa expansão da população ocupada, primeiramente dos trabalhadores informais e, depois, do emprego com carteira assinada nos mais diversos grupamentos de atividades, como comércio e indústria. Mais recentemente, também houve aumento nos serviços, que exercem um papel importante na recuperação da população ocupada no país”.

Com carteira

Com a ampliação do seu contingente em 2,3% ou 817 mil pessoas a mais, a categoria de empregados com carteira assinada no setor privado provocou o principal impacto para o aumento da ocupação no trimestre de agosto a novembro. Adriana Beringuy informou que desde o segundo semestre de 2021, se verifica o crescimento dessa categoria. “É um registro importante, uma vez que não apenas indica o aumento do número de trabalhadores, mas também sinaliza a redução na informalidade da população ocupada”.

A pesquisa indica que, no ano, o contingente de trabalhadores com carteira no setor privado cresceu 7,5%, o que significa mais 2,6 milhões de pessoas.

Sem carteira

O número de empregados sem carteira no setor privado ficou estável em relação ao trimestre anterior. No trimestre até novembro, o contingente era equivalente a 13,3 milhões de pessoas. No entanto, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, houve avanço de 9,3% ou 1,1 milhão de pessoas. Também no mercado de trabalho informal, os empregadores sem CNPJ permaneceram estáveis frente ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2021. O número de trabalhadores por conta própria sem CNPJ teve movimento diferente e recuou 2,9% frente ao trimestre anterior e foram menos 563 mil pessoas e 4,1% em relação ao trimestre terminado em novembro de 2021 ou menos 796 mil.

Informalidade

De acordo com o IBGE, esses resultados provocaram impacto de 0,8 p.p. da taxa de informalidade, que chegou a 38,9%, sendo a menor desde o trimestre terminado em novembro de 2020 ou 38,7%. A proporção corresponde a um contingente de 38,8 milhões de trabalhadores informais. “Nesse período, houve uma expansão do emprego com carteira de trabalho e também uma retração do trabalhador por conta própria, que responde por parte significativa do trabalho informal. A queda nesse número acabou influenciando a taxa de informalidade”, disse a coordenadora.

Na soma de trabalhadores formais e informais, a categoria ficou estável na comparação com os três meses anteriores, mas apresentou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2021. O número sofreu impactos, principalmente, do crescimento de 12,5% no número de empregadores com CNPJ, o que equivale a 389 mil pessoas.

A pesquisa mostrou também que a partir do aumento do número de trabalhadores, o nível da ocupação, o percentual de ocupados na população em idade de trabalhar, foi estimado em 57,4%. Isso representa uma variação de 0,3 p.p. se comparado ao trimestre anterior, quando ficou em 57,1%.

Desalentados

A população fora da força de trabalho cresceu 1% no trimestre. Com este percentual, são 660 mil pessoas sem emprego. No caso das pessoas que não estavam ocupadas nem procuravam uma vaga no mercado, mas tinham potencial para se transformarem em força de trabalho, ou que formam a força de trabalho potencial, foi registrado um recuo houve uma redução de 454 mil pessoas ou de 5,8%. A estimativa é que no mesmo período, os desalentados somam 4,1 milhões. Frente ao último trimestre, houve redução de 4,8% ou menos 203 mil pessoas.

Entre os grupamentos de atividades analisados pela pesquisa, houve alta de 2,6%, ou mais 307 mil pessoas, no contingente de trabalhadores dos setores de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas. Já nas de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais a elevação ficou em 1,8%, ou mais 319 mil pessoas. Nesta categoria, os segmentos de saúde e educação se destacaram no avanço da ocupação.

Embora o setor comercial, geralmente ofereça mais oportunidades de trabalho com a proximidade das festas de fim de ano, foi um dos que não avançaram significativamente na comparação com o trimestre anterior. “Além do comércio, os outros grupamentos de atividades pesquisados também ficaram estáveis no trimestre”, informou.

Rendimento

A Pnad Contínua estimou o rendimento médio real em R$ 2.787, o que representa um aumento de 3% em relação ao trimestre encerrado em agosto. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento ficou em 7,1%. Houve avanço também na massa de rendimento nas duas comparações e chegou a R$ 273 bilhões, atingindo mais uma vez um recorde na série histórica da pesquisa. Em relação ao trimestre anterior, a elevação ficou em 3,8%, ou mais R$10,1 bilhões. Na comparação com o mesmo trimestre de 2021, houve aumento de 13%, um acréscimo de R$ 31,4 bilhões.

“A massa de rendimento vem crescendo ao longo do ano. No trimestre encerrado em novembro, o crescimento foi influenciado simultaneamente pela expansão no número de trabalhadores e pelo aumento do rendimento médio real”, explicou.

PNAD Contínua

Segundo o IBGE, a amostra da pesquisa, considerada como o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país, é feita por trimestre no Brasil e corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. O trabalho de pesquisa envolve cerca de 2 mil entrevistadores em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

“Em função da pandemia de covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta de forma presencial. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante”, informou.

Aluguel residencial no país sobe 16,55% em 2022 e tem a maior alta em 11 anos

O preço médio de locação de imóveis residenciais no país subiu em 2022 quase três vezes acima da inflação do ano passado (5,79%), de acordo com o índice FipeZap+.

Quanto o aluguel subiu? 

  • O aumento acumulado de 16,55% em 2022 é o maior resultado apurado pelo índice desde 2011 (17,30%).
  • Todos os municípios pesquisados ficaram com o aluguel mais caro em 2022. Nas 11 capitais monitoradas, a alta superou a inflação oficial do país, medida pelo IPCA.
  • Em dezembro do ano passado, o preço médio da locação foi de R$ 36,65 o metro quadrado.

Os dados da pesquisa foram levantados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e incluem os preços de aluguel de imóveis residenciais (apenas apartamentos) em 25 cidades brasileiras com base em anúncios na internet.

O que explica o aumento e o que esperar para 2023

Segundo o economista do DataZap+ Pedro Tenório, entre os fatores que explicam a escalada de preços, estão:

  • o aquecimento do mercado de trabalho, a partir da retomada das atividades na pandemia de covid-19, e repasse da inflação para o aluguel
  • a alta acima da média em cidades como Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Goiânia (GO), que vivem um momento de valorização imobiliária.

Para 2023, a expectativa é que o cenário de avanço dos preços de locação seja freado, uma vez que a inflação deve ser mais contida.

Maiores altas nos aluguéis entre as capitais.

  1. Goiânia (GO): 32,93%
  2. Florianópolis (SC): 30,56%
  3. Curitiba (PR): 24,47%
  4. Fortaleza (CE): 21,33%
  5. Belo Horizonte (MG): 20,01%
  6. Rio de Janeiro: 17,93%
  7. Recife (PE): 17,07%
  8. Salvador (BA): 16,56%
  9. São Paulo: 14,63%
  10. Porto Alegre (RS): 11,14%.

Maiores altas fora das capitais.

  1. São José (SC): 42,41%
  2. Barueri (SP): 23,27%
  3. São José dos Campos (SP): 20,9%
  4. Campinas (SP): 19,68%
  5. Niterói (RJ): 18,44%
  6. Ribeirão Preto (SP): 17,83%
  7. São José do Rio Preto (SP): 16,27%
  8. Praia Grande (SP): 16,12%
  9. Santo André (SP): 12,43%
  10. Santos (SP): 12%.

Cidades com preço médio de aluguel por m² mais caro (em R$). 

  1. Barueri (SP): 50,56
  2. São Paulo: 45,50
  3. Recife (PE): 41,68
  4. Santos (SP): 38,96
  5. Florianópolis (SC): 38,81
  6. Rio de Janeiro: 37,78
  7. Brasília (DF): 37,11
  8. São José (SC): 34,72
  9. São José dos Campos (SP): 32,68
  10. Praia Grande (SP): 32,27.

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Edição: Economia.uol

Petrobras reduz preço do gás natural em 11,1%

A Petrobras anunciou hoje (10) que vai atualizar o valor do gás natural. O preço de venda para as distribuidoras vai cair, em média, 11,1% por metro cúbico, a partir do dia 1º de fevereiro, conforme prevê os contratos de distribuição por dutos. A redução é em relação ao valor praticado no trimestre novembro-dezembro-janeiro.

De acordo com a estatal, os contratos preveem atualizações trimestrais e vinculam a variação do preço do gás às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio.

“Durante esse período, o petróleo teve queda de 11,9%; e o câmbio teve depreciação de 0,2% [isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar aumentou 0,2%]. Houve ainda, conforme previsto nos contratos celebrados no final de 2021 e com vigência de 01/01/2022 a 31/12/2025, redução na fórmula de precificação que passou de 16,75% do Brent para 14,40% do Brent”, justificou a empresa.

Preço final

A redução no preço para as distribuidoras, contudo, não significa repasse imediato para o consumidor final.

Segundo a Petrobras, o preço final do gás natural depende também do portfólio de suprimento de cada distribuidora, das margens das empresas e dos postos de revenda, além dos tributos federais e estaduais.

As tarifas ao consumidor também dependem de aprovação pelas agências reguladoras estaduais.

Impostos pagos por brasileiros em 2022 passam de R$ 2,8 trilhões

Os impostos pagos pelos contribuintes brasileiros em todo o país em 2022 totalizaram R$ 2.890.489.835.290,32, de acordo com o Impostômetro, painel instalado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) na região central da capital paulista. Em 2021, o mesmo painel registrou aproximadamente R$ 2,6 trilhões, aumento de 11,5% de um ano para o outro.

O montante é a soma do valor arrecadado pelos governos federal, estadual e municipal incluindo taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária.

“O avanço em 2022 aconteceu pela maior arrecadação de tributos federais, apesar das desonerações promovidas pelo governo, como foi o caso dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. E ainda tivemos inflação em níveis elevados, o que encarece produtos e serviços”, disse o economista do Instituto Gastão Vidigal da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa.

Edição: Kleber Sampaio – Agência Brasil

Mudanças no Pix começam a valer a partir de hoje; veja quais são as novas regras

As novas regras começam a valer nesta segunda-feira (2) e mudam os limites de Pix.

Transferir todo o limite diário 

  • Será possível transferir todo o limite diário em um único envio.
  • Se uma pessoa tinha um limite diário total de R$ 3.000, mas um limite de R$ 1.000 por transação, precisava fazer três transferências. A partir de segunda, poderá fazer uma única transferência de R$ 3.000.

Pix saque e troco têm limite maiores.

  • Limite do Pix Saque e Troco: passou de R$ 500 para R$ 3.000 no período diurno, e de R$ 100 para R$ 1.000 durante a noite. Horário noturno.

Horário noturno

  • O horário do limite noturno poderá ser flexível e definido pelo cliente, se o banco oferecer essa opção. Hoje é das 20h às 6h, mas poderá começar às 22h, se o cliente quiser.
  • O banco não é obrigado a oferecer essa opção, e fica liberado pelo BC para decidir isso ou não. Segundo nota da assessoria do BC, essa mudança pode ser aplicada até 3 de julho de 2023.
  • O limite noturno é menor que o do dia e foi estabelecido para evitar ação de criminosos, como roubos e sequestros relâmpagos.

Mudança de limite não muda

  • Uma regra que continua a mesma é a mudança de limite no valor. Se o consumidor quiser reduzir seus limites de Pix, a solicitação tem que ser atendida imediatamente.
  • Caso deseje aumentar em algum momento, o banco tem um prazo de 24 horas a 48 horas para avaliar o pedido e aceitá-lo ou não.
  • Isso já era válido antes.

Agronegócio brasileiro exportou US$ 148 bilhões em 2022

O agronegócio brasileiro exportou, segundo os últimos dados do Ministério da Agricultura, US$ 148 bilhões, em 2022 e, segundo o chefe da assessoria especial de assuntos estratégicos da pasta, Guilherme Bastos é exportado aquilo que não é consumido no Brasil.  Bastos foi entrevistado nesta sexta-feira (23) no programa A Voz do Brasil.

“Se há um problema de gente ainda com insegurança alimentar, é um problema de uma composição de uma malha de programas sociais que devem acessar essas pessoas, mas em termos de produção nós produzimos o suficiente para abastecer o mercado interno e também exportar. E se exportamos, é por alguma questão. Tem preço competitivo, que atrai o mercado internacional para comprar os nossos produtos, qualidade no produto, e com isso nós continuamos acessando e abrindo cada vez mais mercados”, disse Bastos.

A China é o principal mercado dos produtos agropecuários brasileiros, respondendo por 1/3 das exportações, e, segundo Bastos, foram abertos mais de 200 mercados em mais de 50 países.

Bastos também comentou sobre a questão da sustentabilidade na agricultura brasileria. “O ministério tem trabalhado as ferramentas para que você possa promover essa rastreabilidade dentro das cadeias produtivas, estamos trabalhando também com indicadores socioambientais, para disponibilizar isso para a sociedade, para que as certificações possam ser facilitadas e habilitadas. Esse não é um processo… O pessoal esquece da dimensão continental não só do Brasil, como da nossa agropecuária, então é um processo que tem uma cadência.”

Foto Divulgação: Comprerural

Ele destacou também o plano safra de R$ 340 bilhões que foi colocado à disposição da agropecuária brasileira, sendo 70% destinado para a agricultura familiar. “Isso é muito mal interpretado, [com as pessoas] achando que é recurso público. Desse volume, o que você tem de recurso público efetivamente colocado são R$ 12,4 bilhões, que é exatamente o volume de recurso que vai para pagar a diferença da taxa de juros do mercado com a taxa de juros acordada no Plano Safra”.

Edição: Fábio Massalli – Agência Brasil

CDL de Juazeiro-BA espera movimento aquecido no comércio a partir deste sábado (17)

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Juazeiro-BA está otimista em relação ao crescimento nas vendas do comércio varejista neste Natal. A expectativa é de aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.
“Muitos comerciantes vêm investindo no abastecimento de suas lojas para as compras de fim de ano desde o mês de setembro, alguns até antes disso. Isso mostra que existe um clima de otimismo e isso é muito bom para o comércio”, pontuou, Éliton Souza, gerente da CDL.
Éliton explicou ainda, que existe a tradição  das pessoas acabarem deixando as compras de Natal para a segunda quinzena de dezembro, especialmente quando há a injeção da segunda parcela do 13° salário,  que deve ser paga aos trabalhadores até o dia 20.
“Não tem jeito! O brasileiro sempre deixa tudo para a última hora, mas não esquece de presentear as pessoas mais próximas nessa época. O que a gente deseja é que as pessoas escolham o comércio de Juazeiro na hora das compras,” completou.
Vale lembrar que a data é a mais importante do varejo, e sempre movimenta setores como o de roupas, calçados, brinquedos, eletrônicos, jogos, celulares, eletrodomésticos, alimentos, serviços, entre outros.
A convenção coletiva de trabalho deste ano, autoriza o funcionamento do comércio em horário especial neste mês. De segunda à sexta, das 8h as 21h e aos sábados das 9h as 16h, desde que seja paga a hora extra com adicional determinado na convenção. O dia de Natal (25) é feriado e o comércio não deve funcionar.
Para atrair os clientes, as lojas investem em decoração natalina e sorteios. A CDL incentiva e promove a Campanha Natal de Prêmios, que este ano traz uma das maiores premiações da história da campanha, como explica o presidente da CDL, Murilo Matos.”Este ano teremos um carro Fiat Argo zero km, 3 TVs de 40″ e um caminhão de prêmios. Até o dia 24, véspera de Natal, todo cliente que comprar a partir de R$ 50,00 (cinquenta reais) vai participar dos sorteios.”
 Mais de 200 lojas, inclusive as do Juá Garden Shopping, estão participando da campanha. Cada R$ 50,00 vale um cupom, que precisa ser preenchido pelo cliente e colocado na urna da campanha.
Os sorteios vão acontecer no dia 30/12, a partir das 10h, na praça  Cordeiro de Miranda,  próximo a estátua de Santiago Maior, no centro.

A campanha realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas conta com o  patrocínio do Sebrae, Agrovale, Rede Mastercard e apoio da ACIAJ, Sindilojas e Prefeitura de Juazeiro.