Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quarta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (23). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Feijão Verde por R$ 5,00 o litro; Inhame por R$ 175,00 a caixa com 25kg; Pepino por R$ 70,00 a caixa com 20kg; Pimentão por R$ 30,00 a caixa com 12kg; Tomate 1ª por R$ 105,00 a caixa com 26kg e Abacaxi por R$ 275,00 o cento. A cotação completa segue em anexo.

Comissão do Senado aprova regulamentação de criptomoedas

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (22) um projeto que reconhece e regula o mercado de criptomoedas no Brasil. O colegiado acolheu o substitutivo do senador Irajá (PSD-TO) a três matérias apresentadas pelos senadores Flávio Arns (Podemos-PR), Soraya Thronicke (PSL-MS) e Styvenson Valentim (Podemos-RN). Caso não haja recurso para votação em Plenário, o texto poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados.

As moedas digitais usam sistemas de criptografia para a realização de transações. Ao contrário do dinheiro soberano — emitido por governos, como o real ou o dólar —, as criptomoedas são lançadas por agentes privados e negociadas exclusivamente na internet. O detentor de uma moeda virtual só pode resgatá-la usando um código fornecido por quem vendeu.

Segundo Irajá, quase 3 milhões de pessoas estão registradas em corretoras de criptomoedas. O número se aproxima da quantidade de investidores na bolsa de valores. “As empresas negociadoras de criptoativos não estão sujeitas nem à regulamentação, nem ao controle do Banco Central ou da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que torna mais difícil ao poder público identificar movimentações suspeitas”, alerta.

— A intenção do projeto é coibir ou restringir práticas ilegais, como a lavagem de dinheiro, evasão de divisa e tantos outros crimes nesse segmento. Há um mercado que é lícito, legal que é a grande maioria desse mercado, mas há exceções — afirmou Irajá, que destacou o papel do Banco Central de fiscalizar as empresas e garantir que o criptoativo possa ser, de fato, uma boa opção de investimento e as criptomoedas, uma alternativa de meio de pagamento, como hoje acontece com o Pix.

Em 2018, foram negociados R$ 6,8 bilhões em moedas virtuais no Brasil, tendo sido criadas 23 novas exchanges (corretoras). Em 2019 já eram 35 empresas agindo livremente, sem a supervisão ou fiscalização dos órgãos do sistema financeiro, como o Banco Central ou as bolsas de valores.

O que diz o substitutivo

O substitutivo recomenda a aprovação do PL 3.825/2019, do senador Flávio Arns. Irajá considera prejudicados os PLs 4.207/2020 e 3.949/2019, sugeridos por Soraya Thronicke e Styvenson Valentim. O substitutivo traz regras e diretrizes tanto para a prestação de serviços relacionados a ativos virtuais quanto para o funcionamento das corretoras.

Irajá entende que o criptoativo não é um título mobiliário. Portanto, não fica submetido à fiscalização da CVM, que supervisiona o mercado de ações. A exceção é para o caso de oferta pública de criptoativos para captação de recursos no mercado financeiro.

O relator considera como prestadora de serviços de ativos virtuais a empresa que executa, em nome de terceiros, pelo menos um dos serviços: resgate de criptomoedas (troca por moeda soberana); troca entre uma ou mais criptomoedas; transferência de ativos virtuais; custódia ou administração desses ativos ou de instrumentos de controle de ativos virtuais; ou participação em serviços financeiros relacionados à oferta por um emissor ou à venda de ativos virtuais.

Regulação

As propostas de Soraya Thronicke e Flávio Arns estabeleciam a Receita Federal e o Banco Central como reguladores do mercado de moedas virtuais. O relator atribui ao Poder Executivo a responsabilidade de definir quais órgãos devem normatizar e fiscalizar os negócios com criptomoedas.

O substitutivo de Irajá fixa algumas diretrizes: a regulação do mercado de criptomoedas deve promover a livre iniciativa e a concorrência; obrigar o controle e a separação dos recursos dos clientes; definir boas práticas de governança e gestão de riscos; garantir a segurança da informação e a proteção dos dados pessoais; proteger e defender consumidores e usuários e a poupança popular; e garantir a solidez e eficiência das operações.

De acordo com o texto, o Poder Executivo deve criar normas alinhadas aos padrões internacionais para prevenir a lavagem de dinheiro e a ocultação de bens, assim como combater a atuação de organizações criminosas, o financiamento do terrorismo e da produção e comércio de armas de destruição em massa. Pelo texto, cabe aos órgãos indicados pelo Poder Executivo autorizar o funcionamento das corretoras e definir quais serão os ativos regulados.

O texto admite a possibilidade de um procedimento simplificado para obtenção da licença de funcionamento. O órgão pode autorizar a prestação de outros serviços direta ou indiretamente relacionados à atividade da exchange. O regulador indicado pelo Poder Executivo pode autorizar a transferência de controle, fusão, cisão e incorporação da corretora; estabelecer condições para o exercício de cargos de direção; e autorizar a posse e o exercício de pessoas nesses cargos.

Segundo o PL 3.825/2019, o órgão fica livre para decidir se as empresas terão que atuar exclusivamente no mercado de ativos virtuais ou não. As hipóteses de inclusão das transações no mercado de câmbio e a necessidade de submissão delas à regulamentação de capitais brasileiros no exterior e capitais estrangeiros no país também precisam ser definidas pelo regulador.

De acordo com o substitutivo, o funcionamento irregular sujeita a corretora e seus donos a todas as penas previstas na lei dos crimes de colarinho branco (Lei 7.492, de 1986). O regulador deve definir condições e prazos para o registro das corretoras existentes, e elas devem se adequar em até seis meses depois que a proposta virar lei.

Lavagem de dinheiro

O órgão indicado pelo Poder Executivo deve supervisionar as corretoras e aplicar as mesmas regras que a Lei 13.506, de 2017, estabelece para as empresas fiscalizadas pela CVM e pelo Banco Central. Ele deve estabelecer normas para o cancelamento da licença de funcionamento, por iniciativa própria ou a pedido, em caso de desobediência à legislação.

O projeto também submete as corretoras às regras da lei de lavagem de dinheiro (Lei 9.613, de 1998). Elas ficam obrigadas a registrar todas as transações que ultrapassem os limites fixados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o órgão brasileiro de combate à lavagem de dinheiro.

O texto propõe que as empresas sejam consideradas instituições financeiras e submetidas a todas as normas da lei de crimes financeiros (Lei 7.492, de 1986); e também ao Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990).

Segundo o senador Flávio Arns, o Coaf já alertou para os riscos de lavagem de dinheiro em negócios com criptomoedas. Ele informa que, em 2017, o Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal identificaram um grupo criminoso praticando pirâmide financeira com uma moeda virtual fictícia (kriptacoin). Em 2019, a Polícia Federal no Rio Grande do Sul indiciou 19 pessoas que captavam dinheiro de prefeituras para investimento em criptomoedas, prometendo rendimentos elevados.

Arns lembra que, na União Europeia, exchanges e carteiras digitais devem ser registradas nos órgãos financeiros de cada país. Estados Unidos, Japão e Austrália já regulam operações com criptomoedas e têm sistemas de licenciamento de corretoras. Além de uma série de informações sobre o negócio e os sócios, os países exigem das empresas a prevenção a fraudes e lavagem de dinheiro e mecanismos de compliance e gerenciamento de riscos, além de demonstrações contábeis auditadas.

Isenções fiscais

O substitutivo prevê a redução a zero das alíquotas de determinados tributos devidos por pessoas jurídicas. O benefício vale até 31 de dezembro de 2029 e se aplica a empresas que comprem máquinas (hardware) e ferramentas computacionais (software) para processamento, mineração e preservação de ativos virtuais.

O incentivo foi sugerido por meio de emenda do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) e acolhida pelo relator, senador Irajá. Se as máquinas ou ferramentas forem adquiridas por meio de importação, serão zeradas as alíquotas de PIS, Cofins Importação, IPI Importação e Imposto de Importação. Se forem adquiridas no mercado nacional, serão zeradas as alíquotas de contribuição para o PIS, Cofins e IPI.

Têm direito às alíquotas zeradas os empreendimentos que utilizem em suas atividades 100% de fontes de energia renováveis e neutralizem 100% das emissões de gases de efeito estufa provenientes dessas atividades. Um ato do Poder Executivo deve definir a competência para autorizar e fiscalizar a concessão da isenção.

Cadastro de políticos

Uma novidade no texto foi sugerida pela senadora Soraya Thronicke e acolhida por Irajá: a criação de um Cadastro Nacional de Pessoas Expostas Politicamente (CNPEP), a ser normatizado por ato do Poder Executivo e publicado pelo Portal da Transparência. A mudança deve ser feita também na lei da lavagem de dinheiro.

Os órgãos e as entidades de quaisquer Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios devem encaminhar ao gestor CNPEP informações atualizadas sobre seus integrantes ou ex-integrantes classificados como pessoas expostas politicamente na legislação e regulação vigentes. O órgão gestor do CNPEP deve indicar órgãos e entidades que deixem de cumprir essa obrigação.

As instituições reguladas pelo Banco Central devem consultar o CNPEP para executar políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e avaliar o risco de crédito, por meio de convênio com o órgão responsável pelo cadastro definido em comum acordo. Outras instituições podem aderir ao convênio com o CNPEP visando combater e prevenir a lavagem de dinheiro.

Fraude

O parecer inclui na lei de crimes financeiros (Lei 7.492, de 1986) a prestação de serviços de ativos virtuais sem prévia autorização. A pena prevista é de reclusão de um a quatro anos e multa.

O texto também insere no Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940) a fraude em prestação de serviços de ativos virtuais, tipificada como “organizar, gerir, ofertar carteiras ou intermediar operações envolvendo ativos virtuais, com o fim de obter vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”. A pena é de reclusão de quatro a oito anos.

Fonte: Agência Senado

Exportações pernambucanas apresentaram desempenho histórico para o mês de janeiro

A balança comercial de Pernambuco apresentou um desempenho expressivo no mês de janeiro, segundo dado mais recente divulgado pelo Ministério da Economia. É que as exportações do Estado registraram um aumento de 70,2%, enquanto as importações pontuaram uma elevação de 20,5%. Com isso, o mês em questão entra para a história como o janeiro que mais movimentou as vendas no mercado internacional.

De acordo com análise da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), em números absolutos, o saldo foi de US$ 236,5 milhões em vendas externas. Já o das importações foi de US$ 486,2 milhões. Porém, mesmo com um bom comportamento das vendas para o exterior, o saldo final da balança comercial do Estado continua deficitário, em US$ 250 milhões. Em 2021, era de US$ 265 milhões.

“Essa discrepância no percentual entre os crescimentos das exportações e das importações foi suficiente para reduzir o déficit em 5,7% no saldo final da balança do Estado”, afirmou o analista do Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEPE, Vinicius Torres.

Segundo Torres, apesar do persistente desarranjo logístico do comércio internacional, com a alta dos fretes e a escassez de containers, alguns fatores contribuíram para dar mais dinamismo às vendas internacionais, entre eles estão a manutenção do dólar ainda em patamares elevados – que deixou os produtos locais mais competitivos –, os sinais de recuperação da economia global e a diversificação de parceiros comerciais.

Nas exportações, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de óleo combustível com destino à Singapura e de açúcares para Angola e Togo, com elevação de 316,7% e 157,7% respectivamente, em relação a janeiro de 2021.

Considerado um dos parceiros mais importantes de Pernambuco, o desempenho das vendas para a Argentina subiu 2,7% nesse mesmo período, mesmo com a queda na comercialização de automóveis, que registrou retração de 47,6%. “Embora as vendas de automóveis tenham caído, a comercialização de poli tereftalato de etileno (+722,6%) e de rolhas, tampas e acessórios para embalagens (+268%) foram as responsáveis por segurar o bom comportamento das exportações para o país”, explicou o analista.

Com relação às importações, foram protagonistas o querosene de aviação (US$ 64,4 milhões), os propanos liquefeitos (US$ 57 milhões) e as caixas de marcha (US$ 27,9 milhões), vindos de países como os Estados Unidos, Índia e China, e também, uma pequena fatia, vinda do Japão.

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além da FIEPE – que realiza a defesa de interesse do setor produtivo – conta ainda com o SESI, o SENAI e o IEL. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. O SENAI-PE, além de formação profissional, atua em metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

CLAS Comunicação & Marketing

Assaí Atacadista em Petrolina deve ser inaugurado em breve 

Em breve os petrolinenses poderão contar com os benefícios do Assaí Atacadista, que será inaugurado ainda neste trimestre no município e permitirá à população local encher o carrinho gastando pouco. Além das vantagens de compra para os comerciantes, transformadores e consumidores finais, a nova unidade também agrega para a economia local e gera renda às famílias de Petrolina. Esta será a primeira loja da Companhia no Vale do São Francisco e, para compor o time da nova unidade, o Assaí já selecionou 297 pessoas para trabalharem na loja. Destes, 75% são de moradores e moradoras da cidade e o restante de municípios vizinhos.

Para capacitá-los(as), a Companhia já iniciou a programação de treinamentos. O novo time do Assaí Petrolina trabalhará nas mais diversas áreas da unidade, como chefe de seção, fiscal de prevenção de perdas, repositor de mercadorias, operador de caixa, auxiliar de manutenção, operador de empilhadeira, auxiliar de cozinha, nutricionista, entre outras funções. Todas as vagas eram disponíveis também para pessoas com deficiência.

“Na formação de nosso time, sempre privilegiamos pessoas que morem próximas à localização da loja, privilegiando e gerando renda à comunidade local. Além disso, sempre prezamos pela formação de um time diverso e plural, que retrate ao máximo a nossa sociedade. Estamos muito felizes com essa inauguração, que marcará a nossa chegada no município e em podermos apresentar aos petrolinenses o nosso modelo de negócios que reúne preços baixos e variedade de produtos “, detalha Fábio Santos, Diretor Regional do Assaí Atacadista.

O Assaí é uma empresa de atacarejo (junção das palavras atacado e varejo) que atende pequenos e médios comerciantes e consumidores em geral que buscam economia em suas compras. Para isso, a Companhia trabalha com uma política de dois preços. Isto é, o “preço de atacado” (quando adquire grandes volumes de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional – ideal para a economia de comerciantes e consumidores finais petrolinenses.

Além disso, o Assaí também conta com uma variedade de produtos – cada loja possui, em média, 8 mil itens das mais diversas categorias, como alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis.

A Companhia também conta com diversas facilidades de pagamento e opera com cartões de crédito das principais bandeiras e possui, ainda, uma bandeira própria, o Passaí, que permite ao cliente pagar o ‘preço de atacado’ mesmo se levar um único produto.

Assaí Petrolina faz parte da última geração de lojas da Companhia, caracterizada por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja.

A inauguração desta primeira unidade em Petrolina faz parte do plano de expansão da empresa, que mais que dobrou sua presença no território nacional nos últimos seis anos. Esta será a terceira inauguração no Estado em um curto período de tempo – no mês de dezembro, o Assaí inaugurou sua primeira unidade em Cabo de Santo Agostinho e mais uma unidade em Recife – e chegará a marca de 12 lojas na região pernambucana.

Sobre o Assaí 

O Assaí é uma empresa de atacarejo que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral que buscam economia tanto na compra de itens unitários, como em grande volume. Com crescimento de 30% em receita bruta em 2020, está presente nas cinco regiões do País com 212 lojas distribuídas em 23 estados, mais o Distrito Federal. É um dos dez maiores empregadores do segmento privado do país com mais de 57 mil colaboradores e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2021 passou a ser listado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), sendo a ação mais valorizada no mês de estreia das negociações, com alta de 402%. Além disso, é negociada também na bolsa de Nova York (NYSE). O Assaí está entre as 20 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Interbrand e está na 17ª colocação entre os maiores faturamentos em receitas líquidas do país. 

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (18). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Coco Verde por R$ 165,00 o cento; Goiaba por R$ 45,00 a caixa com 20kg; Laranja por R$ 27,50 o cento; Maçã Nacional por R$ 115,00 a caixa com 18kg; Limao Comum por R$ 30,00 o saco com 20kg e Manga Tommy 1ª por R$ 46,50 a caixa com 26kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Inauguração simultânea: Grupo Mateus expande para Pernambuco e Bahia e abre duas lojas no mesmo dia

Neste dia 10 de fevereiro de 2022 entrou para a história do Grupo Mateus. Neste dia, a empresa, que figura como a quarta maior do varejo alimentar do país, abriu suas primeiras lojas em Pernambuco e na Bahia. As cidades de Petrolina e Juazeiro receberam, simultaneamente, lojas de atacarejo. Os municípios foram escolhidos para o início da expansão da companhia que já estava presente no Maranhão, Pará, Piauí e Ceará e, agora, avança para 6 novos estados do Nordeste.

“Petrolina e Juazeiro são municípios com muitas oportunidades de mercado, que possuem uma cultura agrícola forte. Ambas são regiões promissoras do Vale do São Francisco e abrir as lojas, ao mesmo tempo, demonstra o nosso respeito pelos dois estados”, ressaltou Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

A abertura das duas lojas representa a geração de mais de 600 empregos diretos na região. Colaboradores que passam a integrar um quadro de mais de 45 mil pessoas. Com a inauguração em Petrolina e Juazeiro, o Grupo Mateus soma 210 lojas, considerando as bandeiras de atacado, varejo e eletro. Como suporte à essa operação gigantesca, a empresa – que já possuía 9 Centros de Distribuição em localizações estratégicas – investiu recentemente na instalação de dois novos CD’s, um em Cabo de Santo Agostinho-PE e outro em Feira de Santana-BA.

A história do Grupo Mateus teve início em 1986, na cidade de Balsas, Maranhão. Ao longo de 35 anos, a empresa vem consolidando sua presença no mercado do varejo alimentar, vindo a realizar um dos maiores IPO’s do ano de 2020. A companhia levantou R$ 4,6 bilhões, recursos investidos exclusivamente na estruturação logística e abertura de novas lojas. Somente em 2021, o Grupo inaugurou 45 unidades de negócio.

“Nossos pilares para crescimento são: logística, tecnologia, pessoas e serviços. Temos trabalhado arduamente e com muita responsabilidade para honrar a confiança depositada pelos investidores. Queremos, nos próximos 10 anos, consolidar nossa presença em todos os estados do Nordeste de forma muito assertiva”, pontuou Ilson Mateus.

Para dar esse largo passo, a companhia se cercou de profissionais com grande experiência no varejo para compor a equipe da Regional Nordeste e inaugurou sedes administrativas em Recife e Salvador. “Montamos um time robusto e com grande conhecimento sobre os hábitos de consumo e peculiaridades de cada estado onde passaremos a atuar. Iniciaremos a expansão por Pernambuco e Bahia, mas já temos obras em andamento em Sergipe (Aracaju), Alagoas (Maceió), Paraíba (Souza e Guarabira) e Bahia (Teixeira de Freitas)”, contou Sandro Oliveira, Diretor Executivo do Grupo Mateus.

Localizado em pontos estratégicos de cada uma das cidades, o Mix Mateus de Petrolina e Juazeiro possuem, 6.869,78m2 e 5.823,55m2 de área de venda, respectivamente. Com projeto moderno, as lojas atendem os clientes na modalidade varejo e, também, atacado com um mix de mais de mais de 10 mil SKU’s, entre eles marcas próprias das indústrias de panificação e de fatiamento do Grupo Mateus.

Como diferencial, a operação de atacarejo possui hortifrúti, açougue, peixaria e padaria. Outra inovação são dois pontos de venda externos onde o cliente pode comprar ferramentas, ração e peças automotivas (Mix Mais) e bebidas geladas (Boteco Gelado) sem precisar entrar na loja.

O Mix Mateus, em Petrolina e Juazeiro, abriu as portas para os clientes nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, às 7h.

GRUPO MATEUS EM NÚMEROS

Histórico: Início em 1986, Balsas – MA

Total de lojas: 210

Total por estado: 120 no MA; 73 no PA; 13 no PI, 2 no CE, 1 na BA e 1 em PE

Total por bandeira: 45 lojas de atacado, 66 de varejo e 101 de eletro

Presença: Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia

Colaboradores: + 45 mil

IPO: 13 de outubro de 2020

Receita bruta 9M 21: R$ 12,9 bilhões

EBITDA 9M 21: R$ 747 milhões

Lucro líquido 9M 21: R$ 561 milhões

Mix Mateus Juazeiro: 310 colaboradores; 5.823,55m2; vagas moto: 184 motos; vagas carro: 489

Mix Mateus Petrolina: 213 colaboradores; 6.869,78m2; vagas moto: 149 motos; vagas carro: 508

Em importante período de expansão, o Grupo Mateus inaugura dois novos atacarejos em Petrolina e Juazeiro

Unidade em Petrolina-PE
Unidade em Petrolina-PE

Dois anos após ter feito a abertura de capital na bolsa de valores, a maior rede varejista do Norte e Nordeste e a quarta maior rede de varejo alimentar do Brasil quer abrir novas lojas em mais seis estados brasileiros. A previsão é de 45 a 50 lojas por ano, com presença forte do formato atacarejo, que já virou assinatura do Grupo e tem sido a principal estratégia para desbravar novas regiões.

A expansão para os novos estados inicia já no mês de fevereiro, com a abertura das primeiras lojas em Pernambuco e na Bahia.

Serão dois atacarejos, um em Petrolina (PE) e outro em Juazeiro (BA) que serão inaugurados nesta quinta-feira (10). O início da expansão pelo Vale do São Francisco, importante pólo produtor de frutas, tem importância estratégica e é um marco na história do Grupo Mateus. De lá, a perspectiva para os próximos anos é alcançar, além de cidades próximas, estados como Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba.

“Estamos vendo possibilidades muito grandes de expansão e crescimento, considerando o tamanho dos mercados que temos para atender com o nosso modelo de negócios, que foi muito testado e desenvolvido ao longo dos anos em que já trabalhamos”, avaliou o head de relações com investidores do Grupo Mateus, Marcelo Korber.

Segundo Korber, o sucesso da política de expansão é resultado do multiformato, com lojas nos modelos atacarejo, hipermercados, supermercados menores e eletro, além de um sistema de logística próprio que, ao favorecer o abastecimento em cidades menores, se tornou uma importante vantagem competitiva.

“Quando vamos abrir uma nova loja, pensamos na constituição de uma rota, instalando um centro de distribuição local e abrindo uma loja de atacarejo. Daí, aproveitamos o trajeto que os caminhões já fazem e vamos abrindo lojas de bandeiras menores. Assim, ganhamos em eficiência logística e financeira”, explicou.

ESTRATÉGIAS
Lojas de atacarejo, bem como de supermercados para cidades menores, deverão ser a tônica dessa expansão nos próximos anos. “Nos últimos anos, estamos vendo o formato cash and carry ganhar relevância. Vamos surfar essa onda de crescimento, temos uma visão de longo prazo dela”, afirmou Korber.

A estratégia abrange ainda bandeiras menores, de supermercados para cidades pequenas, com um nível de concorrência mais brando que o das grandes capitais. “A gente olhava para as cidades do interior e via essas localidades completamente desabastecidas, com as pessoas tendo que dirigir 45, 50 minutos para fazer a sua compra da semana. O nosso diferencial logístico permite atender a essas localidades”, afirmou.

Outro ponto importante dessa política de crescimento é o formato digital – um processo que foi acelerado com a pandemia da Covid-19 e que agora tem bases prontas. Em 2021, as diversas plataformas de atendimento ao consumidor foram agrupadas no Mateus Mais. Hoje, o aplicativo conta com a carteira digital com cashback, delivery, eletro e as vendas para empresas. O Grupo também já dialoga com parceiros para desenvolver serviços financeiros, como contas digitais.

Mesmo considerando temas como a inflação e a pandemia da Covid-19, o cenário ainda é considerado otimista. “A gente vê um cenário mais otimista que a média geral. Acreditamos na melhora do ambiente de consumo nas cidades do Nordeste e vemos o ano de 2022 com muito otimismo. Será um marco importantíssimo para o futuro da empresa”, concluiu.

Nesta manhã de terça-feira (8) fomos convidados por Juliana Silveira, Assessora de Comunicação do Grupo Mateus para nos apresentar toda a estrutura da unidade de Petrolina.

Juliana Silveira, Assessora de Comunicação

 

Pesquisa da Facape aponta que alimentos estão mais caros em Juazeiro do que em Petrolina (PE)

A Faculdade de Petrolina- Facape, divulgou nesta segunda – feira (7), a pesquisa do custo da cesta básica que é realizada em Petrolina e Juazeiro a cada mês. O trabalho acadêmico é realizado pelo Colegiado de Economia.
De acordo com o boletim de janeiro, tomate, café em pó, banana, açúcar, pão francês e óleo de soja foram os produtos com maior aumento nos preços. O tomate teve aumento de 7,49%, o café em pó, 7,12%, a banana, 5,26%, o açúcar, 3,35%, pão francês, 3,31% e óleo de soja, 2,03%.

O DIEESE justifica o aumento nos preços dos produtos da cesta básica com a redução da oferta, com diminuição de área plantada com tomate; baixa oferta de açúcar por causa da entressafra da cana; aumento da demanda externa por soja e óleo bruto de soja, reduzindo a oferta no Brasil; expectativa de nova queda na safra do café, pressionando as cotações no mercado mundial; baixa oferta de banana, que estava em entressafra no mês de janeiro, segundo o CEPEA. O reajuste no pão francês foi provocado pelo preço das matérias primas como o trigo e a margarina.

Diferenças de preços entre Petrolina e Juazeiro
O custo da cesta básica em Juazeiro, cidade baiana foi de R$ 498,40, enquanto a de Petrolina, sertão de Pernambuco, foi de R$ 497,45. A pesquisa comparou os dados dos últimos 12 meses e constatou que alimentos acumulam alta de 21,17% em Juazeiro. No mesmo período, o percentual foi de 12,95% em Petrolina, ficando mais barato comprar alimentos na cidade pernambucana.
O boletim observou que o aumento de preços em Juazeiro chegou a 7,29% comparando ao mês de dezembro de 2021. Em Petrolina o aumente foi menor, 2,40%.

Assessoria de Comunicação da Facape

GNV: o combustível do futuro já está ao seu alcance em Petrolina (PE)

Mais barato, mais seguro e menos poluente. Essas são algumas das principais vantagens do GNV frente aos combustíveis líquidos e também algumas das características que fazem com que o gás seja conhecido como o “combustível do futuro”.

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“A queima do GNV é reconhecidamente uma das mais limpas, praticamente sem emissão de monóxido de carbono. Por não possuir enxofre em sua composição, a queima do gás natural não lança compostos que produzam chuva ácida quando em contato com a umidade atmosférica, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade de vida da população.”

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Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (31). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Inhame por R$ 175,00 a caixa com 25; Jerimum por R$ 1,50 o Kg; Repolho por R$ 130,00 o saco com 40kg; Tomate 1ª por R$ 100,00 a caixa com 26kg; Abacaxi por R$ 300,00 o cento e Acerola por R$ 45,00 a caixa com 20kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA