Micro e pequenas empresas têm até segunda para aderir ao Simples

As micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais (MEI) têm até amanhã (31) para pedirem a inclusão no Simples Nacional – regime especial de tributação para os negócios de pequeno porte. Apesar de o governo ter aprovado a prorrogação do prazo para quitar pendências até o fim de março, o prazo para pedir o enquadramento no regime especial não pode ser alterado, porque a data no último dia de janeiro é fixada por lei complementar.

Tradicionalmente, quem não pagou os débitos até 30 dias depois da notificação é retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro de cada ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro de cada ano para pedirem o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências – de cadastro ou de débitos em atraso.

Como medida de ajuda aos pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19, o Comitê Gestor do Simples Nacional decidiu prorrogar o prazo de regularização de pendências até 31 de março. Mesmo assim, o contribuinte precisa pedir a adesão no Portal do Simples Nacional.

O processo de regularização deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal (e-CAC), requerendo certificado digital ou código de acesso. O devedor pode pagar à vista, abater parte da dívida com créditos tributários (recursos que a empresa tem direito a receber do Fisco) ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa.

Caso o débito esteja inscrito em dívida ativa, a regularização deverá ser feita no Portal Regularize-se, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Pendências cadastrais podem ser resolvidas no Portal Redesim.

Histórico

Neste ano, o governo tomou duas medidas para compensar o veto à lei que criaria um programa especial de renegociação para os contribuintes do Simples. No último dia 11, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional criou dois programas para renegociar débitos do Simples inscritos na dívida ativa, quando o contribuinte é negativado e passa a ser cobrado na Justiça. Em 21 de janeiro, o Comitê Gestor do Simples aprovou o alongamento do prazo para resolver as pendências.

No último dia 7, o presidente Jair Bolsonaro vetou a renegociação de dívidas com o Simples Nacional. Na ocasião, o presidente alegou falta de medida de compensação (elevação de impostos ou corte de gastos) exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a proibição de concessão ou de vantagens em ano eleitoral.

O projeto vetado beneficiaria 16 milhões de micro e pequenas empresas e de microempreendedores individuais. A renegociação da dívida ativa abrangerá um público menor: 1,8 milhão de contribuintes, dos quais 1,64 são micro e pequenas empresas e 160 mil são MEI.

Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado por estados e pelo Distrito Federal, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Em vez de pagar uma alíquota para cada tributo, o micro e pequeno empresário recolhe, numa única guia, um percentual sobre o faturamento que é repassado para os três níveis de governo. Somente as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano podem optar pelo regime.

Edição: Lílian Beraldo – Agência Brasil

Secretaria de Saúde de Petrolina orienta como proceder sobre sintomas gripais e COVID-19

Com o aumento gradual dos casos de pessoas com sintomas gripais em Petrolina, a Secretaria de Saúde repassa à população a importância de fazer no período correto o teste contra a COVID-19. Pacientes que apresentam algum sintoma gripal devem esperar o terceiro dia para realizar o teste, já em casos de pessoas que tiveram contato com caso positivo para o novo coronavírus a quantidade de dias aumenta para cinco, sendo necessário buscar um ponto de testagem a partir desse período por ser mais confiável o resultado.

Para o diretor médico da Secretaria de Saúde, Erick Oliveira, o cumprimento dos prazos para testagem e isolamento são essenciais para a contenção do vírus. “Estamos revivendo o cenário inicial da pandemia, onde os casos estão aumentando diariamente. Dessa vez com menos gravidade, tendo em vista a vacinação. No entanto, o que chamamos a atenção da população é para com a responsabilidade dos dias de sintomas, é obrigatório seguir três dias com sintomas e cinco de contato com caso positivo. Não vai ser se testando todo dia que você ficará aliviado, ou com menos preocupação”, explicou.

Em Petrolina, o teste para detecção da COVID-19 está disponível no Centro de Convenções, Unidade Básica de Saúde Lia Bezerra, José e Maria, e na Unidade Básica de Saúde Otília Nunes Barros, Nova Petrolina. Os pontos funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. Os atendimentos para quem está com sintomas podem acontecer nas unidades mais próximas das residências ou pelo Atende em Casa, através do link www.atendeemcasa.pe.gov.br.

Chuvas colocam barragens em alerta, 3 anos após ruptura em Brumadinho

As chuvas das primeiras semanas de 2022 em Minas Gerais têm colocado a mineração em alerta, ao mesmo tempo em que moradores de áreas próximas às minas e às barragens voltam a temer a repetição de tragédias como a de Brumadinho (MG). O episódio que tirou a vida de 270 pessoas completa exatos três anos nesta terça-feira (25).

De lá para cá, o setor e o poder público anunciaram medidas que prometiam trazer maior segurança à população. No entanto, um dossiê divulgado na semana passada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mostra que o cenário atual segue oferecendo preocupações. Constatou-se que 18 das 31 estruturas de mineração em situação de emergência no estado precisam de medidas emergenciais.

O relatório é fruto de uma parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), órgão ambiental vinculado ao governo mineiro. Foram reunidas informações como a pluviosidade média que incidiu em cada barragem, a existência ou não de plano para o período chuvoso, a avaliação da performance do sistema de drenagem, as referências a anomalias e patologias registradas, além de ações planejadas de manutenção e monitoramento.

O levantamento, considerado preventivo, foi anunciado como uma resposta aos últimos acontecimentos em meio às chuvas torrenciais. Em algumas localidades, foram registrados mais de 200 milímetros em apenas dois dias.

Segundo o MPMG, as mineradoras tiveram um prazo de cinco dias para apresentar documentos e prestar esclarecimentos. Expostas ao alto volume pluviométrico, as 18 estruturas precisarão de algum tipo de intervenção específica para prevenir novas intercorrências.

No dia 8 de janeiro, um dique da mina de Pau Branco, pertencente à mineradora francesa Vallourec, transbordou em Nova Lima (MG). Não houve ruptura da estrutura e nem mortes, mas a rodovia federal BR-040 foi atingida e ficou interditada por quase dois dias. A Vallourec recebeu do governo de Minas Gerais uma multa de R$ 288 milhões.

Um dia depois, o susto foi em Pará de Minas (MG). A população do entorno da represa da Usina Hidrelétrica do Carioca foi orientada a deixar suas casas às pressas diante do risco de rompimento, embora a estrutura da companhia têxtil Santanense não se seja uma barragem de mineração e sim de água.

Em Congonhas (MG), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) justificou a suspensão dos trabalhos no domingo (9) pelo aumento do volume de chuva. Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou há duas semanas o envio de fiscais da Defesa Civil para averiguar a situação, próxima à barragem Casa de Pedra.

A mineradora assegura que os deslizamentos são na área externa de barragem e que está trabalhando para conter o problema. A CSN também elevou, no dia 11 de janeiro, o alerta para a barragem B2 da Mina de Fernandinho, em Rio Acima (MG).

Já no dia 13 de janeiro, a Vale comunicou a alteração das condições de segurança em duas estruturas: a barragem Área IX, da Mina da Fábrica em Ouro Preto (MG), e o Dique Elefante, da Mina Água Limpa no Rio Piracicaba (MG).

“A companhia já iniciou estudos e ações corretivas em ambos os casos. Não há a ocupação permanente de pessoas nas zonas de autossalvamento correspondentes”, informou a mineradora na ocasião.

Diante da força das chuvas, as operações em diversas minas foram suspensas. O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as maiores empresas do setor, emitiu uma nota dizendo que o setor age com cautela diante dos fenômenos naturais e que as paralisações eram medidas temporárias de precaução para minimizar riscos.

“Se esta intensidade de chuvas perdurar por um curto período, o Ibram estima que não haverá reflexos na variação do preço dos minérios e na oferta. Todas as estruturas que compõem as empresas – como barragens de rejeitos – estão sendo monitoradas 24h ao dia e a qualquer sinal de anormalidade as autoridades são imediatamente comunicadas e medidas de emergência, como alertas, são tomadas imediatamente”, informou a entidade.

Projeto

Para o engenheiro Marcos Massao Futai, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), vazamentos ou rompimentos podem indicar problemas de projeto. “Se ele for bem feito, com premissas bem estabelecidas, isso não era pra acontecer”, avalia.

Ele explica que uma fase dos estudos envolve o levantamento hidrológico. “Há um estudo estatístico que leva em conta o período de recorrência, que é uma premissa do projeto. Para barragens muito importantes, esse estudo é feito para uma chuva decamilenar. Ou seja, qual é a maior chuva que poderia acontecer em dez mil anos? Aquela barragem vai ser projetada para suportar isso”, diz.

Depois da tragédia de Brumadinho, o descomissionamento de barragens que utilizam o método de alteamento a montante se tornou obrigatório no país. A Lei Estadual 23.291/2019, que tornou a medida obrigatória, fixou um prazo de três anos, que se completará no próximo mês.

Em âmbito nacional, a Agência Nacional de Mineração (ANM) editou uma resolução com determinação similar mas estabeleceu outras datas: agosto de 2021 para estruturas inativas e agosto de 2023 para aquelas que ainda estavam em operação.

Em todo caso, nem o prazo mais alargado deve ser cumprido. Até agora, menos de 20% das estruturas alteadas a montante no estado tiveram seu processo concluído. Após a rompimento da sua barragem em Brumadinho, a Vale anunciou o descomissionamento de nove estruturas.

Com base nas determinações legais fixadas posteriormente, ela passou a listar 30. Apenas sete delas já estão com o processo concluído. A última, que teve a finalização anunciada em novembro do ano passado, foi o Dique 5, em Itabira (MG).

Diante dos riscos associados às barragens alteadas a montante, o descomissionamento muitas vezes passou a ser acompanhado por uma medida emergencial: a construção de muros de contenção, que atuariam como uma barreira para bloquear a passagem de uma onda de rejeitos. Essas obras costumam ser pactuadas entre mineradora e poder público nos casos mais críticos, quando há alto risco de rompimento.

Em meio ao alto volume pluviométrico, no entanto, consequências indesejadas foram relatadas por moradores da comunidade de Macacos, em Nova Lima, onde foi erguida uma dessas estruturas com cerca de 40 metros de altura para frear o impacto de uma eventual ruptura na barragem B3/B4. Mas com a retenção de água da chuva, ocorreu um alagamento nos acessos ao local e a população ficou ilhada.

Por meio de nota, a Vale afirma que o muro foi projetado para permitir a passagem do fluxo da água a partir de seu vertedouro e suas comportas. “Entretanto, devido ao elevado volume de chuvas – superior a 520 mm desde o início deste ano e acima da capacidade da estrutura –, a contenção acabou contribuindo para alagamentos nas vias próximas à estrutura. Com a melhora da situação climática e gradual liberação dos acessos nas áreas afetadas, as equipes técnicas da Vale já se mobilizam para executar uma avaliação aprofundada e identificar melhorias necessárias na estrutura”, garante a mineradora.

Futuro

Um movimento que vem ocorrendo no Brasil é a adoção de métodos do empilhamento à seco, conhecido também pela expressão em inglês dry stacking: a água filtrada é reutilizada no processo produtivo enquanto o rejeito é disposto em pilhas, dispensando assim o uso das barragens.

Essa alternativa, embora seja mais custosa, tem se tornado atraente em meio às mudanças na legislação ambiental brasileira. Muitas das grandes mineradoras que atuam no país têm caminhado nessa direção.

A Vale, por exemplo, iniciou em 2011 um projeto piloto em Vargem Grande (MG) e estima alcançar uma investimento de R$ 1,5 bilhão na implantação desta tecnologia em outras minas no período entre 2020 e 2023.

No mês passado, a Usiminas anunciou a inauguração de um sistema dry stracking em Itatiaiuçu (MG). “A nova planta permitirá à empresa encerrar o ciclo de uso das barragens para a disposição dos rejeitos gerados no processo de beneficiamento de minério”, assegura a mineradora, que aponta ainda outra vantagem do sistema: a recirculação da água reduz a necessidade de captação em rios ou poços.

Apesar do otimismo publicamente manifestado pelas mineradoras, o episódio ocorrido na mina de Pau Branco levanta o alerta. A Vallourec utiliza o sistema de disposição a seco no local. O transbordamento ocorreu no dique que capta a água da chuva que passa pela pilha de rejeitos. O nível da água se elevou porque parte do material empilhado escorregou para o reservatório.

“São coisas para se estudar. Essas pilhas estão começando a ser construídas e vão atingir alturas consideráveis. Mas deve demorar algumas décadas para chegarmos nesse cenário”, diz Marcos Massao Futai.

Ele alerta que é preciso aprofundar os conhecimentos para evitar novos problemas. “Em alguns países de clima mais árido, esse sistema funciona bem. Em locais onde chove pouco, não se vê muito problema. No nosso caso, com o passar do tempo, pode-se criar nível freático dentro dessas montanhas artificias de rejeito”, pontua.

Para o engenheiro, o caminho é melhorar a tecnologia constantemente e encontrar formas mais seguras de depositar o rejeito. “Independente do método, ele precisa ser bem projetado, bem construído, bem monitorado e ser preparado para um dia fechar. Chega um momento que não é possível mais por material. E aí é possível devolver para a sociedade de forma que sejam áreas reutilizáveis. É possível prever por exemplo que, depois do empilhamento, seja construído um parque com revegetação. Envolve um esforço amplo, não só da engenharia”.

Barragens em emergência

Das 31 barragens em situação de emergência no estado, uma pertence à ArcelorMittal e uma à CSN. As outras 29 são de responsabilidade de Vale, inclusive as três que se encontram atualmente no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura: a B3/B4 em Nova Lima, a Sul Superior em Barão de Cocais (MG) e a Forquilha III em Ouro Preto.

Essa lista cresceu após um pente-fino impulsionado por órgãos de controle em resposta à tragédia de Brumadinho. Diversas barragens perderam suas declarações de estabilidade, o que exige sua paralisação e o acionamento automático do nível 1 de emergência.

Nos casos em que a gravidade da estrutura atinge nível de emergência 2 ou 3, é obrigatória a evacuação de todo o perímetro que seria alagado em caso de um rompimento.

A retirada de milhares de moradores de suas casas, em diversas cidades mineiras, foi uma realidade durante os meses que se seguiram após o rompimento da barragem de Brumadinho.

No ano passado, ainda houve ocorrências pontuais. Os atingidos, na maioria dos casos, costumam ser levados para imóveis alugados pela mineradora responsável. A reparação dos danos causados a essas populações vêm sendo discutida em diversas ações judiciais.

A Vale já chegou a ter quatro barragens no nível de emergência 3 e seis no nível de emergência 2. Por outro lado, é frequente a entrada de barragens na lista daquelas que demandam atenção.

Em abril do ano passado, por exemplo, o MPMG foi à Justiça para cobrar inspeções e pedir a paralisação das operações em 14 barragens da Vale que eram consideradas fantasma.

Elas haviam sido cadastradas pela mineradora em 2020 e até então não eram conhecidas dos órgãos competentes. Três dessas tiveram acionamento do nível de emergência 1, diante da falta de informações sobre as condições de estabilidade.

Edição: Denise Griesinger – Agência Brasil

Prefeitura de Lagoa Grande incentiva esporte ao levar atletas para avaliação no clube paulista Mogi Mirim

Por acreditar no esporte como ferramenta de transformação social, a Prefeitura de Lagoa Grande, por meio da Coordenadoria de Esporte, vinculado à Secretaria de Educação, Cultura e Esportes, tem investido e incentivado ações esportivas e culturais e colocado o município em posição de destaque.

Um exemplo disso será a avaliação que alguns jovens atletas serão submetidos nos próximos dias na cidade de Mogi Mirim, no estado de São Paulo. Os garotos fazem parte do Projeto Social Escolinha Jovem do Futuro, organização completamente legalizada, a qual representa as Escolinhas de Futebol do Município.

Serão quatro dias de avaliações e o embarque está programado para esse sábado, dia 22. Os atletas do sub-15 ao sub-21 serão acompanhados por Salvador Filho, popularmente conhecido por Dozinho, Coordenador do Setor Esportivo do Município. O grupo ficará alojado no Centro de Treinamentos (CT) do Mogi Mirim. “Fizemos o convite às Escolinhas para enviar seus atletas para a avaliação”, disse Dozinho.

O prefeito recebeu o grupo e disse que os atletas possuem todos os perfis para obter sucesso nas avaliações. “Tenham força de vontade, os sonhos de vocês não serão realizados sem a força de vontade de cada um. Se dediquem nas escolas, estudem, tirem boas notas, fujam do mundo das drogas e do álcool e sejam exemplos para outros jovens”,  destacou o chefe do executivo.

A prefeitura de Lagoa Grande criou uma lei e foi aprovada pelos vereadores, para incentivar a prática de esporte e cultura. É através desta lei que as organizações devidamente legalizadas têm acesso aos recursos por meio das vias legais.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Lagoa Grande

Sindsemp retoma treinos da escolinha de futebol depois do recesso

Luiz Eduardo Novaes, tem 12 anos e é jogador da escolinha desportiva do Sindsemp deste 2015. Apaixonado por futebol, é nos gramados do Clube de Campo e Lazer do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Petrolina, que ele corre atrás de um grande sonho.” Eu quero ser jogador de um grande clube, como o Flamengo no Brasil e ir pra Europa, jogar no Barcelona,” contou Luiz Eduardo.

Luiz Eduardo é um dos 20 jogadores treinados pelo professor de educação física Aprígio Souza que retomou os treinos depois do recesso de dezembro.

O coordenador da escolinha desportiva do servidor e diretor de esporte cultura e lazer do Sindsemp, Ernui Dantas, tem planos para os atletas. “Nós pretendemos fazer pelo menos um amistoso por mês com outras escolinhas de futebol, principalmente as que a gente apoia com o acesso ao clube. Também planejamos realizar a cada semestre campeonatos nas categorias sub-10, sub-12 e sub-14,” explicou Dantas.

A escolinha desportiva do Sindsemp funciona aos sábados das 8h às 10h para crianças de 6 a 14 anos, dependentes de servidores públicos municipais de Petrolina.

Assessoria de Comunicação do Sindsemp

Patrulha Ambiental de Petrolina apreende aves mantidas em cativeiro na Compesa

A Patrulha Ambiental, juntamente com o setor de fiscalização e projetos da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) de Petrolina, identificou, nesta sexta-feira (21), 10 aves silvestres na sede da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A empresa não tinha autorização para criar animais silvestres. A operação apreendeu em flagrante pássaros das espécies Sabiá, Cardeal, Azulão, Caboclinho e Rolinha – todos eram mantidos em cativeiro de forma ilegal.

“Estávamos realizando uma operação para averiguar o lançamento de esgoto na Orla e ao entrar na Compesa, verificamos duas gaiolas com aves silvestres no estacionamento. Com isso, a Patrulha fez buscas no prédio e acabou encontrando nos depósitos mais aves, gaiolas e alçapão”, explicou o diretor de Projetos Ambientais da AMMA, Victor Flores.

Victor ressaltou ainda que de imediato o IBAMA foi acionado e prontamente atendeu a ocorrência. “É triste ver aves silvestres nessa situação, presas em depósitos e banheiros em péssimas condições. É o retrato da falta de compromisso da empresa com o meio ambiente”, pontuou.

A Compesa foi multada no valor de R$ 5 mil. Após a apreensão, os animais serão avaliados. “Tudo indica que estas aves foram capturadas da natureza ou compradas de criadores ilegais. Agora, vamos avaliar as condições de cada uma e vamos soltá-las. Reforçamos o compromisso que a AMMA tem com o meio ambiente e vamos intensificar cada vez mais as fiscalizações para que essas práticas deixem de existir”, frisou o diretor-presidente, Geraldo Miranda.

Denúncia 

A população que identificar algum tipo de crime ambiental pode realizar as denúncias de forma anônima através do telefone da AMMA: (87) 3866-2779.

Fotos: Prefeitura de Petrolina

Aluno do SENAI Petrolina compete por uma vaga na 46ª edição da WorldSkills, na China

Estudante do curso de Manutenção Automotiva do SENAI Petrolina, Yago Amaro da Silva terá, na próxima semana, um importante desafio pela frente: representar Pernambuco nas seletivas que definirão os competidores brasileiros na 46ª edição da WorldSkills, mundial de profissões técnicas que acontecerá em Xangai, na China, em outubro deste ano. Ao longo desta semana, o competidor estará no Recife (PE) para um treinamento intensivo e, em seguida, embarcará para Taquatinga (DF), onde participará, de 24 a 28 deste mês, da seletiva nacional.

Durante a etapa nacional, que seria realizada no primeiro semestre de 2021 e foi adiada devido a pandemia do novo coronavírus, Yago será o representante pernambucano na modalidade Tecnologia Automotiva (#33). Ao todo, precisará enfrentar outros cinco oponentes, oriundos de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e do próprio Distrito Federal. Após a realização de oito provas para avaliação de conhecimentos nas áreas de injeção eletrônica, gerenciamento de motores, suspensão, direção e freio, apenas um competidor será selecionado para representar o Brasil na WorldSkills.

O representante do Estado na modalidade Tecnologia Automotiva é petrolinense, tem 21 anos e, apesar de todas as dificuldades devido à pandemia, vem se preparando para esse momento há mais de dois anos. “Estou me dedicando exclusivamente com o propósito de trazer essa importante conquista para Pernambuco, para nossa Petrolina”, pontuou. Yago Amaro da Silva também destacou que o SENAI Pernambuco vem dando todo apoio, equipamentos, acompanhamento dos professores e suporte motivacional para todas as etapas da sua preparação.

De acordo com o docente Alexandre Lorêto, que vem acompanhando o aluno desde o início do treinamento e também vai para Taguatinga, Yago Amaro reúne todas as condições para ser o representante brasileiro na modalidade Tecnologia Automotiva. “Estamos muito otimistas e confiantes em todo o treinamento realizado e nas respostas apresentadas por Yago durante as etapas. Nosso representante conhece bem as habilidades técnicas, os padrões internacionais de qualidade e está devidamente preparado”, afirmou.

CALENDÁRIO DAS SELETIVAS

Ao todo, Pernambuco está participando da fase nacional em seis áreas. Na próxima semana, além de Yago, os competidores das modalidades de Redes de Cabeamento Estruturado (#02) e Refrigeração e Ar-Condicionado (#38) também participarão das suas provas, que ocorrerão no Recife. Já em março, será a vez dos competidores de Desenho Mecânico em CAD (#05), Tecnologia Laboratorial Química (#52) e Tecnologia da Água (#55) disputarem uma vaga no mundial.

PERNAMBUCO NA WORLDSKILLS 

A WorldSkills foi criada em 1950, após a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de incentivar os jovens a adquirirem os conhecimentos necessários para a reconstrução de um mundo assolado pelas guerras. O SENAI participa do evento desde 1983 e, a cada edição, o Brasil vem ganhando mais destaque na competição. A primeira participação do SENAI Pernambuco ocorreu em 1997. A primeira medalha foi conquistada em 2003, ano em que Eduardo Alcântara garantiu o bronze na modalidade Mecânica de Precisão, na Suíça. Ao todo, o Estado soma quatro medalhas: uma de ouro, uma de prata e duas de bronze.

Morre a mãe de Bolsonaro, aos 94 anos, no interior de São Paulo

Olinda Bonturi Bolsonaro, mãe do presidente Jair Bolsonaro (PL), morreu na madrugada desta sexta-feira (21) aos 94 anos. A informação foi compartilhada pelo presidente em suas redes sociais.

“Com pesar o passamento da minha querida mãe. Que Deus a acolha em sua infinita bondade. Nesse momento me preparo para retornar ao Brasil”, escreveu o presidente.

O presidente, que está no Suriname em sua primeira viagem diplomática de 2022, anunciou que se prepara para retornar ao Brasil. Ele chegou ao país nesta quinta-feira (20), onde se encontrou com o presidente Chandrikapersad Santokhi. Nesta sexta (21), Bolsonaro viajaria para à Guiana.

Também nas redes sociais, a ministra Damares Alves prestou homenagem à Olinda. “Orando agora pelo nosso Presidente. Dona Olinda Bolsonaro, a mãe que ele tanto amou e honrou, foi para o céu. Que Deus console toda família. O senhor foi um filho extraordinário Presidente. Força Michelle! Força meninos! Descanse em paz Dona Olinda!”

Palmeiras é eleito o melhor do mundo, título inédito para o país

O Mundial de Clubes da FIFA só começa no dia 3 de fevereiro, mas o Palmeiras já pode dizer que é o melhor time do planeta. Isto porque a Federação Internacional de Histórias e Estatísticas do Futebol (IFFHS, sigla em inglês) elegeu o Alviverde como o vencedor do ranking de 2021. Em 16 edições, esta foi a primeira vez que um clube brasileiro conquistou o prêmio.

Em 2020, o Palmeiras tinha ficado na segunda colocação, atrás do Bayern de Munique. O maior vencedor é o Barcelona (cinco vezes), seguido de Real Madrid (quatro) e Liverpool (três). Manchester United, Sevilla, Milan, Inter de Milão e Juventus levaram duas vezes. Roma, Ajax, PSG, Valencia, Atlético de Madrid e Atlético Club Nacional foram eleitos em uma oportunidade.

De acordo com a entidade, o ranking pretende estabelecer qual a equipe mais forte do mundo entre todas as competições, nacionais e internacionais. O resultado é definido pela soma de todos os pontos em cada competição, de janeiro a dezembro. O Palmeiras venceu duas Libertadores em 2021, a da edição de 2020, contra o Santos, no Maracanã, e a edição 2021, contra o Flamengo, em Montevidéu. Além disso, também levantou a Copa do Brasil de 2020, com final disputada contra o Grêmio em março de 2021.

Além do Palmeiras, outros brasileiros aparecem entre os primeiros da lista. O Atlético-MG, campeão brasileiro e da Copa do Brasil, foi o segundo colocado. O poderoso Manchester City, de Pep Guardiola, ficou em terceiro. Chelsea e Flamengo empataram na quarta posição. Destaque também para o Athletico-PR, que conquistou a Copa Sul-Americana e terminou na décima colocação. Confira o ranking completo da IFFHS.

Conversões para Gás Natural Veicular batem recorde na Bahia

Os freqüentes aumentos nos preços dos combustíveis provocaram uma corrida para o GNV (Gás Natural Veicular). Segundo levantamento do Detran-BA, a procura por conversões de veículos para o GNV aumentou exponencialmente nos últimos dois anos. Em 2019, foram realizadas 811 conversões, já em 2020 esse número pulou para 3.387. No ano passado, 16.307 carros instalaram o kit GNV, um crescimento de 2.010% em relação a 2019.

O motivo para a busca desenfreada por GNV é óbvio: redução de custos. ‘No ano de 2021, a concessionária de gás baiana reajustou o percentual do valor do GNV em 51,8%, o que representou um incremento de R$ 0,9860/m³. Porém, o mais interessante neste produto é sua estabilidade no preço, que somente sofre reajustes por períodos trimestrais’, explica o superintendente de Gás e Energia, da Petrobahia, Clécio Santana. O preço médio do GNV em Salvador é R$ 4,072/m³.

De acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do GNV em Salvador foi R$ 4,089/m³, no período de 09/01/2022 a 15/01/2022, segundo a agência. Ao passo que o preço médio da gasolina comum em Salvador foi R$ 6,680/L, no período de 09/01/2022 a 15/01/2021, enquanto o valor médio do etanol foi 5,395/L, no mesmo período, segundo a agência. Nesse caso, a economia do custo de combustível em relação ao etanol seria em média de 45% e de 25% em relação à gasolina.

‘Ao aplicarmos a métrica comparativa entre preço e autonomia, na situação atual justifica a conversão para o GNV apenas para os veículos que rodam acima de 1.000 quilômetros/mês’, explica o superintendente Clécio Santana.

O especialista explica quando não é aconselhável fazer a conversão do veículo para GNV: ‘Quando o motorista roda pouco com o veículo; quando precisa usar 100% do porta-malas do carro; quando se trata de veículo leve a diesel ou se no trajeto de viagem regular não há postos com GNV’, adverte Santana.

O valor médio do investimento para instalar um kit gás em Salvador é de R$ 5 mil. Quem roda 1.000km/mês obtém o retorno do investimento em 11,5 meses, considerando a média entre os preços e as autonomias dos combustíveis (etanol e gasolina), esclarece o especialista da Petrobahia, Clécio Santana.

Fila de espera

O preço médio da gasolina vendida nos postos do país avançou 46% no acumulado de 2021, segundo levantamento da ANP. O valor médio do litro do etanol, por sua vez, registrou alta de 58% no ano passado, de acordo com a agência.

‘Antes do aumento substancial do preço da gasolina em 2021, existia uma demanda reprimida de motoristas que procuravam veículos com GNV, após os aumentos de preço, se tornou uma procura recorrente. Tivemos fila de espera para atender essa demanda, que antes não existia em tal proporção’, resume Bruna Pitanga, diretora de empresa que atua no segmento de gestão e terceirização de frotas. ‘Nossos clientes relatam que é cerca de 60% a 70% mais econômico abastecer a gás, em comparação com a gasolina’, diz.

Segurança

Além de pensar na economia, é preciso priorizar a segurança na hora da conversão do veículo. Escolher uma rede instaladora de qualidade e que seja homologada no Inmetro para assegurar um serviço dentro de rigorosas especificações de segurança. ‘Além disso, é preciso observar alguns detalhes do kit: a tubulação que vem do cilindro não deve estar exposta a choques com quebra-molas, valetas e outras elevações da pista e a válvula de segurança deve estar em boas condições de funcionamento, o usuário deve acioná-la ao primeiro sinal de vazamento’, explica Santana.

O professor titular da Escola Politécnica da Ufba Ednildo Torres afirma que rodar com carro movido a GNV, de fábrica, ou com instalação do kit, é seguro. ‘Desde que sejam obedecidas todas as regras, de instalação e manutenção’. ‘No mundo todo existe GNV, que funciona bem, se observadas as normas de segurança’. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determina a obrigatoriedade da inspeção anual dos veículos com kit GNV nas instituições técnicas licenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Vistoria

A Resolução 262/07 do Contran exige uma vistoria obrigatória a cada 12 meses, como forma de prevenção a possíveis acidentes. Na vistoria realizada por empresas credenciadas pelo Inmetro, além do kit gás, são avaliados itens como suspensão, direção, freio, sistema de emissão de poluentes e parte elétrica. ‘A vistoria anual é uma forma de garantir a segurança e integridade da instalação e componentes do kit gás, evitando o seu comprometimento. Os cilindros devem ser requalificados a cada 05 anos (NBR 12790)’, complementa Clécio Santana.

Logo depois da conversão, é importante fazer a inspeção no Detran-BA, para garantir a emissão do novo CRV (Certificado de Registro do Veículo), vez que o carro sofreu uma modificação do seu projeto original, ou seja, alterou as suas características de fábrica.

Fonte: A Tarde Autos

Foto: Felipe Iruatã | Ag. A TARDE