5G da Brisanet chega à Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)

A empresa, que já atua com fibra óptica na cidade, passa a operar também com telefonia móvel, unindo tecnologia de ponta e preço acessível

Líder no segmento banda larga fixa em todo o Nordeste, a Brisanet inicia neste mês de setembro a operação do 5G nas cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). Presente nos dois municípios desde 2022, a telecom oferta agora telefonia móvel de alta performance, unindo tecnologia de ponta e maior estabilidade de rede.

Para marcar a chegada da telefonia móvel em Petrolina e Juazeiro, a Brisanet lança um combo especial com 500 Mega de internet fibra óptica e 1 chip móvel com 20 GB de internet 5G no valor de R$ 84,90 mensais. Com o chip Brisanet, os clientes terão acesso à internet móvel em velocidades que podem atingir 1 Gb/s.

“Mais do que ampliar a velocidade da internet móvel, a chegada do 5G na região de Juazeiro e Petrolina abre caminho para novas oportunidades de transformação digital, facilitando o dia a dia das pessoas, empresas e órgãos públicos”, destaca Jordão Estevam, diretor Comercial da Brisanet.

Crescimento contínuo na telefonia móvel
Atualmente, a Brisanet contabiliza mais de 600 mil clientes móveis (4G/5G) em todo o Nordeste. Com as ativações em Petrolina e Juazeiro, a operadora está presente agora em mais de 280 cidades nordestinas, alcançando cerca de 13,5 milhões de habitantes com seus serviços de telefonia móvel.

CPRH emite licença prévia da primeira fábrica de metanol verde do Brasil

Por meio da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), o Governo de Pernambuco emitiu a Licença Prévia (LP) da primeira fábrica de metanol verde que será instalada no Complexo de Suape, no município do Cabo de Santo Agostinho, no Litoral Sul do Estado. O documento foi liberado na quarta-feira (27/8) com validade de um ano, prorrogável por até cinco anos. A indústria, considerada a segunda do mundo para produção desse segmento, é a primeira das Américas, produzirá o metanol verde para uso como combustível de navios e representa investimento de R$ 2 bilhões e a geração de 1.500 empregos durante a fase de obras. Com chegada do empreendimento em Pernambuco, será possível iniciar o processo de transição da matriz energética, diminuindo o uso do combustível fóssil para introduzir o metanol verde.

A licença prévia é a primeira das três etapas do processo de licenciamento do empreendimento, que ainda passará pela Licença de Instalação e Licença de Operação. Para adquirir a LP, o empreendimento precisou cumprir algumas exigências. Entre os pré-requisitos foi necessário a apresentação do projeto executivo, do plano básico ambiental, inventário florestal e as anuências do município e de Suape. Em linhas gerais, a LP atesta que a empresa está ambientalmente habilitada para se instalar na área pretendida, inclusive, com planos mitigadores, caso venha a ocorrer algum dano.

Para o diretor-presidente da CPRH, José de Anchieta Santos, a liberação da LP é mais um passo na evolução ambiental do estado. “É uma nova etapa para Pernambuco, uma virada de chave no quesito ambiental, que traz mudança de paradigmas e tecnologias modernas para o desenvolvimento ambiental, atendendo o programa definido pela governadora Raquel Lyra”, salienta. Denominada EE Metanol do Brasil Ltda, empresa do grupo European Energy, a fábrica de Suape terá produção prevista de 15 toneladas por hora de metanol verde, também chamado de e-metanol.

Quando estiver em operação, a estimativa de movimentação é de 100 mil toneladas por ano. A planta vai utilizar uma área de 10 hectares. Para o diretor-presidente de Suape, Armando Monteiro Bisneto, a licença expedida pela CPRH é um passo muito importante para a consolidação do Cluster Suape de Transição Energética. “Passaremos a ofertar ao mercado marítimo combustíveis de fontes limpas, com efeitos bastante positivos no transporte de cargas por navios, consolidando o Porto de Suape como referência para o Brasil e para o mundo”, pontua.

ETAPAS
Com a Licença Prévia, a empresa precisará seguir algumas determinações, num prazo de 180 dias, como encaminhamento para as próximas etapas. O prazo é finalizado, caso a solicitação da Licença de Instalação ocorra primeiro. Entre as exigências estão: projeto de instalação de energia elétrica, declaração da Compesa de viabilidade hídrica, projeto de drenagem, projeto pra estação de tratamento de efluentes sanitários e de efluentes industriais, além de planos ambientais e diversos programas específicos por setores.

“Com a licença, atestamos a viabilidade conceitual e locacional do empreendimento e seguimos para os estudos e projetos de engenharia”, enfatiza o diretor de Relações Institucionais da EE Metanol do Brasi, Alexandre Groszmam. A empresa é subsidiária integral da European Energy A/S, que centraliza investimentos de Power-to-X no Brasil”.

No início de agosto, uma equipe da CPRH realizou visita técnica à European Energy, com sede em Copenhague, Dinamarca, para conhecer os planos ambientais e de controle adotados pela empresa. Os analistas conheceram, ainda, a primeira fábrica do mundo de produção de metanol verde, unidade inaugurada em maio de 2025, na cidade de Kasso.

“A equipe de licenciamento sentiu a necessidade de conhecer a empresa em funcionamento, para dar mais segurança no processo de licenciamento em curso em Pernambuco e, também, para o monitoramento do empreendimento”, comentou o diretor de Licenciamento Ambiental da CPRH, Eduardo Elvino.

Programa ‘Meu Bairro Empreendedor’ chega a duas comunidades de Petrolina neste sábado

Neste sábado (30), a Prefeitura de Petrolina, por meio da Agência Municipal de Empreendedorismo (AGE Petrolina), promove duas edições do programa ‘Meu Bairro Empreendedor’, iniciativa que tem fortalecido a economia local e ampliado as oportunidades de geração de renda por toda cidade.
A partir das 14h, acontece a I Feira do Empreendedor da localidade de Icó de Né Gomes, zona rural de Petrolina, na sede da Associação de Moradores. O evento contará com a comercialização de produtos da agricultura familiar e apresentações culturais que prometem animar o público, incluindo shows de Lázaro do Acordeon, Forró URPM, Swing Moleque e Gilmar Forrozeiro.
Mais tarde, às 16h, será a vez do bairro Loteamento Recife, zona urbana da cidade, sediar a III Feira do Empreendedor, na praça principal. Nesta edição, os visitantes poderão conferir uma diversidade de produtos e serviços nos segmentos de culinária, artesanato, moda, beleza e economia criativa, fortalecendo os pequenos negócios locais e estimulando a inovação comunitária.
Meu Bairro Empreendedor
 
O programa, idealizado pela gestão municipal, disponibiliza R$ 10 mil para associações de moradores ou entidades representativas, com o objetivo de viabilizar a realização de feiras e exposições que promovam os produtos e serviços de pequenos empreendedores — formais e informais — que atuam dentro das próprias comunidades. A iniciativa busca estimular o empreendedorismo local, gerar renda e impulsionar o desenvolvimento econômico nos bairros, criando oportunidades concretas para que comerciantes e artesãos tenham visibilidade em seus próprios territórios. As associações interessadas em participar do programa devem procurar a AGE Petrolina, localizada na Avenida Fernando Góes, 1009, Centro, para obter informações sobre os critérios de adesão.

Empreendedoras impulsionam transformação econômica em Petrolina

Petrolina tem se consolidado como um dos polos de estímulo a negócios liderados por mulheres. Até julho de 2025, a Prefeitura de Petrolina, por meio da Agência Municipal de Empreendedorismo (AGE Petrolina), registrou mais um feito: 50% dos empréstimos concedidos foram destinados a mulheres, totalizando mais de R$ 540 mil. Além disso, nas edições já realizadas das Vilas do Empreendedor, cerca de 80% da presença tem sido feminina. Esse marco reforça o compromisso da gestão municipal em impulsionar a autonomia financeira feminina, gerar oportunidades e fortalecer a economia local.

Um exemplo inspirador dessa transformação é a história de Edilaine Alves, de 38 anos, microempreendedora no ramo de comida fitness. Apaixonada por gastronomia, Edilaine criou a empresa após passar por um processo de emagrecimento e sentir falta de opções de alimentação saudável e congelada na região. O negócio, que começou pequeno, hoje é referência no Vale do São Francisco, oferecendo refeições fit, sucos e sopas detox. “Toda grande jornada começa com um pequeno passo. O meu foi acreditar que saúde e sabor podem caminhar juntos, e com o apoio da AGE consegui ampliar a produção e atender cada vez mais pessoas”, destaca Edilaine.

A AGE Petrolina foi decisiva nesse processo, concedendo crédito e apoio técnico para que a empreendedora pudesse expandir sua capacidade de produção e atender à crescente demanda. Essa parceria entre poder público e iniciativa privada tem possibilitado que histórias como a de Edilaine se multipliquem na cidade.

O fortalecimento do empreendedorismo feminino em Petrolina também acompanha uma tendência nacional. Segundo levantamento do Sebrae, o Brasil já conta com 10,35 milhões de mulheres donas de negócios. No entanto, os desafios ainda são grandes: as mulheres enfrentam desigualdade de renda, dificuldade de acesso a crédito e a jornada dupla de trabalho. Diante desse cenário, iniciativas locais que oferecem suporte concreto, como as desenvolvidas pela Prefeitura e pela AGE, tornam-se fundamentais.

Abrafrutas apoia plano e pede atenção a pequenos produtores

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) classificou como “avanço” o pacote apresentado nesta quarta-feira (13) pelo governo federal de socorro às empresas brasileiras prejudicadas pelo tarifaço estadunidense.
Segundo a Abrafrutas, as medidas anunciadas estão alinhadas com as demandas da entidade.

A ABERTURA DE R$ 30 BILHÕES EM LINHAS DE CRÉDITO, A PRORROGAÇÃO DE PRAZOS NO DRAWBACK [REGIME ADUANEIRO ESPECIAL], O DIFERIMENTO DE TRIBUTOS E A CONCESSÃO DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS ESPECÍFICOS PARA EXPORTADORES ESTÃO ALINHADOS COM ALGUNS DOS PLEITOS JÁ APRESENTADOS PELA ENTIDADE”, DIZ A NOTA DA ASSOCIAÇÃO.

A Abrafrutas também considerou positivas as iniciativas que ampliam o acesso a seguros de crédito à exportação e a possibilidade de compras públicas para absorção da produção afetada, “medida que poderá mitigar parte das perdas imediatas”.

Pequenos produtores

A entidade ressalvou, no entanto, que o conjunto de ações apresentado ainda não contempla plenamente a cadeia produtiva da fruticultura.

O PEQUENO PRODUTOR, QUE COMERCIALIZA SUA PRODUÇÃO PARA EMPRESAS EXPORTADORAS, CORRE O RISCO DE FICAR DESAMPARADO, UMA VEZ QUE OS INSTRUMENTOS ANUNCIADOS PRIORIZAM DIRETAMENTE O EXPORTADOR DIRETO. SEM MEDIDAS QUE CHEGUEM EFETIVAMENTE À BASE DA PRODUÇÃO, HÁ RISCO DE RETRAÇÃO NAS COMPRAS E PREJUÍZO À RENDA E À PERMANÊNCIA DESSES PRODUTORES NO CAMPO.”

O governo federal lançou nesta quarta-feira um pacote de medidas para apoiar o setor produtivo afetado pelo tarifaço de 50% imposto pelo governo dos Estados Unidos. O plano de apoio prevê R$ 30 bilhões em crédito e será viabilizado por meio de uma  medida provisória.

Os recursos para as medidas de ajuda virão por meio de crédito extraordinário ao Orçamento, usados em situações de emergência fora do limite de gastos do arcabouço fiscal. Esse sistema foi usado no ano passado para socorrer as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

Conselho da Petrobras aprova volta da distribuição de gás de cozinha

A Petrobras informou, na noite desta quinta-feira (7), que o conselho de administração da estatal aprovou a volta ao negócio de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente chamado de gás de cozinha ou botijão.

A empresa tinha aberto mão do setor durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022). Em 2020, a companhia vendeu a empresa Liquigás para dois grupos privados: Copagaz – Distribuidora de Gás S.A. e a Nacional Gás Butano Distribuidora.

No comunicado desta quinta-feira, a empresa não detalha como seria à volta ao mercado de distribuição de gás, por exemplo, se seria na venda direta de botijão para consumidores residenciais.

A decisão estratégica acontece em um cenário em que o governo, principal acionista e controlador da estatal, tem manifestado preocupação com o preço do botijão de gás.

No fim de maio, durante a inauguração de obra da transposição do Rio São Francisco, em Cachoeira dos Índios, sertão da Paraíba, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expôs a contrariedade com o preço do botijão que chegava às famílias.

“A Petrobras manda o gás de cozinha a R$ 37. Quando é que chega aqui? Cento e dez reais, R$ 120, tem estado que é R$ 140. E eu posso dizer para vocês que está errado. Vocês não podem pagar R$ 140 por uma coisa que custa R$ 37 da Petrobras. Está certo que tem o custo do transporte, mas não precisa pagar tanto”, reclamou na ocasião.

Privatização em 2020
No governo passado, quando decidiu pela privatização da Liquigás, o então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendia que a estatal estava abrindo mão de atuação em determinadas áreas para se concentrar na redução de dívidas e na exploração e produção de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas.

À época, a Liquigás tinha presença em todos os estados, 23 centros de operação e uma rede de aproximadamente 4,8 mil revendedores autorizados. A subsidiária da Petrobras detinha 21,4% de participação de mercado, ou seja, de cada cinco botijões vendidos, um era da Liquigás.

Gasolina
A venda direta de gasolina, ou seja, nas bombas dos postos, não foi citada pela decisão do conselho de administração. Também no governo anterior, a estatal decidiu pela venda da BR Distribuidora para a Vibra Energia S.A. ─ também com a justificativa em otimizar o portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia.

A venda incluiu licença para a compradora manter a marca BR até 28 de junho de 2029. Ou seja, apesar da exibirem a marca BR, os postos espalhados pelo país não são de propriedade da companhia, que assinou também um termo de non-compete (sem competição, no jargão dos negócios), impedindo a companhia de concorrer com a Vibra. A Petrobras é apenas fornecedora do combustível.

Em janeiro de 2024, no entanto, a Petrobras comunicou à Vibra que não tem interesse em renovar a licença para uso da marca após 2029. “A não renovação da licença permitirá a eventual avaliação de novas estratégias de gestão de marca e oportunidades de negócios para a Petrobras”, justificou a estatal.

Em maio, a presidente da petrolífera, Magda Chambriard, lamentou o fato de a Petrobras não atuar mais na venda diretamente nas bombas e lamentou ver postos com bandeira BR vendendo combustíveis com preços mais caros do que ela considera justo.

“Nos preocupa, sim, ter a nossa marca divulgada e espalhada pelo Brasil, vendendo uma gasolina acima do preço, incorporando margem”, declarou.

Lucro e dividendos
A decisão do conselho de voltar à distribuição de gás de cozinha foi no mesmo dia em que a Petrobras anunciou o balanço do segundo trimestre de 2025. A empresa registrou lucro líquido de R$ 26,7 bilhões. O resultado é 24,3% menor que o apurado no trimestre anterior, mas superior ao do mesmo período de 2024, quando a companhia teve prejuízo de R$ 2,6 bilhões.

A empresa anunciou também a distribuição de R$ 8,66 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) para acionistas. Tanto os dividendos como os JCP são formas de uma empresa dividir parte do lucro com os acionistas.

No caso da Petrobras, o governo federal deve receber cerca de 29% do valor, uma vez que detém essa proporção das cotas. Outros 8% vão para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), banco público de fomento do governo federal.

Edição: Agência Brasil

Aciaj e Conselho Regional dos Técnicos da Bahia avançam em parceria para qualificação profissional em Juazeiro-BA

Na tarde desta terça-feira (05), o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Juazeiro (Aciaj), George Falcão, recebeu Gleidson Ramos, representante do Conselho Regional dos Técnicos da Bahia (CRT-BA), para mais uma etapa da parceria entre as duas instituições, voltada à valorização e capacitação dos profissionais técnicos da região, inicialmente os técnicos da construção civil.

O encontro teve como principal objetivo o fortalecimento da cooperação técnica entre a Aciaj e o CRT-BA. O acordo prevê a realização conjunta de ações voltadas ao desenvolvimento econômico local, à qualificação profissional e ao fortalecimento institucional das entidades.

Para o presidente George Falcão, a parceria é estratégica para o crescimento sustentável da região. “Nosso objetivo com esse convênio é abrir caminhos para que os técnicos da construção civil tenham acesso a mais qualificação, oportunidades de atuação e reconhecimento. Juazeiro precisa desses profissionais bem preparados para continuar se desenvolvendo com inovação e competitividade,” destaca.

Gleidson Ramos também enfatiza a relevância da iniciativa. “Essa união entre o CRT-BA e a Aciaj representa um avanço significativo para os técnicos da região. Estamos comprometidos em oferecer suporte técnico, capacitação e visibilidade para esses profissionais, que são fundamentais no processo produtivo e no desenvolvimento econômico local,” afirma.

A iniciativa reafirma o compromisso das instituições com o fortalecimento do mercado de trabalho regional e a valorização dos técnicos como agentes essenciais do progresso. O CRT-BA representa atualmente 186 categorias profissionais, abrangendo uma ampla gama de serviços técnicos no Estado da Bahia.

Mônia Ramos – Jornalista
Ascom Aciaj Juazeiro

Tarifaço de 50% sobre exportações brasileiras entra em vigor nesta quarta-feira

Petrolina (PE), 06 de agosto de 2025 – Entrou em vigor nesta quarta-feira (6) o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre parte significativa das exportações brasileiras. A medida estabelece uma alíquota de 50% para diversos produtos, incluindo café, carne bovina, frutas e açúcar, o que deve impactar fortemente setores do agronegócio e da indústria de alimentos.

A tarifa é resultado de uma combinação de medidas anunciadas pelo governo norte-americano desde abril, com acréscimos determinados por uma declaração de emergência nacional assinada pelo presidente Donald Trump. A taxação atinge aproximadamente 36% das exportações brasileiras destinadas aos EUA, o que representa cerca de 4% de toda a pauta exportadora nacional.

Produtos como suco de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes, aeronaves civis, plumas de madeira e metais preciosos ficaram de fora da nova alíquota, segundo informou o Itamaraty. No total, cerca de 694 produtos brasileiros foram isentos da tarifa.

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que um plano emergencial está sendo elaborado para mitigar os efeitos econômicos do tarifaço. O ministro Fernando Haddad declarou que irá se reunir virtualmente com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, na próxima semana, para discutir alternativas diplomáticas.

O setor agroexportador já demonstra preocupação. Representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) alertaram para possíveis demissões e prejuízos bilionários. Estimativas da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) apontam que o impacto direto pode chegar a R$ 25,8 bilhões no PIB nacional.

Apesar das dificuldades, o governo brasileiro destaca que o país mantém diversificação de mercados e que a China, principal destino das exportações, absorve atualmente mais de 28% da produção brasileira destinada ao exterior.

A expectativa é que os efeitos da medida sejam sentidos de forma mais intensa nos próximos meses, sobretudo entre pequenos e médios produtores. Entidades do setor cobram do governo agilidade na adoção de políticas compensatórias.

Energia Solar em Alta: crescimento impulsiona setor no Sertão

O setor de energia solar segue em ritmo acelerado de crescimento em Pernambuco, especialmente no Sertão. A alta incidência solar da região, aliada aos incentivos e à busca por fontes renováveis, tem atraído investimentos e transformado a realidade de residências, comércios e produtores rurais.

Em Petrolina, o uso de placas fotovoltaicas já é comum em diversos bairros e propriedades rurais. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) mostram que o município está entre os líderes em geração distribuída no estado.

Além da economia na conta de luz, o uso da energia solar tem contribuído para a sustentabilidade e fortalecimento da economia verde. Especialistas apontam que a tendência é de crescimento contínuo, com mais projetos em andamento e ampliação do acesso ao crédito para instalação dos sistemas.

Quer fazer um orçamento? clique nesse link: https://linktr.ee/sublimesolar?fbclid=PAQ0xDSwLxwdpleHRuA2FlbQIxMQABp0hG565mULgYIejhKqyfH6pCQfopMhVJEm6S9uM6_kRCtf2By31GeJN2F8og_aem_abVHsz60pIb2j3ulYtgVCwFale com equipe Sublime Solar, a EMPRESA Nº 1 EM ENERGIA SOLAR.

Da redação do Divulga Petrolina

Grupo Petrópolis investe em iniciativas ambientais e gera impacto positivo no Nordeste

Com forte presença no Nordeste, o Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – tem investido em soluções sustentáveis que geram benefícios diretos para o meio ambiente e para as comunidades locais. A empresa mantém na região duas de suas oito fábricas, localizadas em Itapissuma (PE) e Alagoinhas (BA), que são referências em práticas ambientais de excelência, com foco na valorização de resíduos e na educação socioambiental.

Um dos principais projetos da companhia é o Aterro Zero, criado há 10 anos, que visa a devida gestão dos resíduos produzidos pela cervejaria na produção de bebidas. Atualmente, somente 0,17% (cerca de 500 kg) dos resíduos gerados em todas as unidades são enviados para aterros sanitários. Todo o restante é reaproveitado de forma responsável, em parcerias com empresas que dão uma nova função a materiais como bagaço de malte, leveduras e plástico.

Em Alagoinhas, houve uma redução de 23,5% na geração de resíduos industriais. Já em Itapissuma, a empresa encontrou uma nova opção para reutilizar os resíduos plásticos, que são de difícil reciclagem. “Com essa inovação, está sendo possível transformar os resíduos em produtos, como telhas, que além de sustentáveis têm bom valor agregado”, afirma Alaercio Nicoletti, Gerente de Sustentabilidade e Inovação do Grupo Petrópolis.

Esse projeto foi elaborado a partir de dados críticos sobre o meio ambiente, especialmente no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), o Brasil gera aproximadamente 77 milhões de toneladas de resíduos por ano, e cerca de 40% desse volume acaba em aterros sanitários. Outro dado alarmante vem do estudo do Blue Keepers, projeto ligado ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), que mostra o Brasil como responsável por 3,44 milhões de toneladas de plástico que chegam aos oceanos todos os anos. Estima-se que há de 86 a 150 milhões de toneladas desses resíduos acumulados nas águas.

Além das ações operacionais, a companhia conta com outro importante programa de sustentabilidade que aposta na formação de consciência socioambiental para estudantes de escolas municipais da região. Por meio do nosso Programa de Sustentabilidade “Bem GP”, que envolve a Educação Socioambiental, mais de 2.950 alunos de 52 escolas municipais foram impactados com conteúdo sobre descarte correto de resíduos, uso consciente de água e energia, e mudanças climáticas. Considerando as famílias e amigos, cerca de 12 mil pessoas foram impactadas pelo Programa.

O objetivo da iniciativa é atuar no desenvolvimento social, cultural e ambiental das comunidades próximas à Itapissuma e Alagoinhas. Os conteúdos são transmitidos por cartilhas, vídeos e acesso a uma plataforma online.

“O resultado foi tão positivo que levamos o projeto para Maragogi, em Alagoas, onde foi rebatizado como ‘Petra em Rotas Sustentáveis’. Nesses três municípios, falamos sobre o descarte correto de resíduos sólidos, o uso consciente da água e da energia elétrica, além de abordarmos as mudanças climáticas. A partir daí, realizamos ações socioambientais e desafiamos os estudantes a desenvolver trabalhos sobre o assunto”, comenta Nicoletti.

O Nordeste tem papel estratégico para o Grupo Petrópolis – tanto no que se refere à produção quanto ao relacionamento com as comunidades. Por isso, as iniciativas ambientais ganham força e escala na região, reforçando o compromisso da companhia com o futuro do planeta e das próximas gerações.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS

O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; os drinks prontos Cabaré Ice, Crystal Ice, Fest Drinks e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy Drink e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; o isotônico TNT Sport Drink; e a água mineral Petra.

O Grupo possui oito fábricas em seis Estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais no link e em @grupo.petropolis nas redes sociais.