Tradição japonesa traz excelência à avocado hass made in Brazil

Grupo Tsuge – Produção do abacate Hass atende o mercado nacional e internacional

 

O Grupo Tsuge mantém no Brasil uma tradição japonesa que prega o cuidado com cada detalhe para produzir avocados hass de excelência.

Naohito Tsuge, 0 fundador de Grupo Tsuge

A dedicação da família à agricultura começou ainda no Japão há mais de um século e chegou ao Brasil em 1954, após a Segunda Guerra Mundial.

Atualmente, o Grupo Tsuge aplica esse princípio na região de São Gotardo, estado de Minas Gerais, onde o cultivo da fruta ganhou escala e padrão internacional.
A fazenda opera com produção verticalizada, reunindo viveiros de mudas, pomares, laboratório para controle biológico, packing-house e câmaras frias.
Mais de 200 colaboradores participam do cultivo ao longo de todo o ano, em um sistema que busca qualidade, padronização e rastreabilidade em cada etapa.

“Cultivamos abacates de maneira ética para trazer sabor e benefício para a saúde das pessoas, mas também para gerar impacto positivo na sociedade e natureza. Aprendemos a fazer assim há muitos anos e este é um valor para nossa família”, afirma Paulo Tsuge, diretor do Grupo.

Esse modelo produtivo atende aos mercados mais exigentes do Brasil e do exterior, com exportações para diversos países da Europa, além de Argentina, Chile e Uruguai.
Entre os destinos na União Europeia (UE), estão Holanda, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, bem como Noruega e Suíça.

Packing-house garante a seleção dos melhores frutos

 

Certificações – Nesse cenário, o Brasil e o Grupo Tsuge são vistos como potenciais grandes fornecedores no mercado global.

“Podemos fazer frente ao desafio de fornecer mais avocado para o mercado internacional com um padrão elevadíssimo em qualidade e sustentabilidade”, afirma Paulo Tsuge.

A base dessa inserção internacional está nas certificações. A empresa mantém há mais de uma década selos como Global Gap e Rain Forest Alliance, IFS, Leaf Marque, Nurture, além de contar com Grasp e HACCP, entre outros, que abrangem práticas ambientais, sociais e de segurança alimentar.

No caso da Rain Forest Alliance, auditorias anuais avaliam aspectos como manejo de água, preservação da vegetação e condução das atividades agrícolas.

Já a certificação Grasp trata das condições de trabalho, enquanto a HACCP foca na análise de riscos ao longo da produção.

Pomares – Hoje, o Grupo cultiva mais de 800 hectares com variedades como avocado Hass, Quintal, Fortuna, Margarida, Breda e Geada, distribuídas ao longo do calendário para garantir oferta contínua.

A diversificação também atende diferentes mercados e perfis de consumo.

Colheita de avocado hass no Grupo Tsuge – A produção inclui ainda pequenas áreas de outras culturas, como lichia, mas o foco permanece no abacate, especialmente na variedade Hass, que concentra a maior demanda internacional. A produção da fruta também se destaca pela adaptação às condições brasileiras de solo, clima e disponibilidade hídrica.

Pós-colheita – O controle de qualidade se estende à pós-colheita. Os abacates são colhidos, levados ao packing-house, onde passam por limpeza, classificação e embalagem, e seguem para câmaras frias antes da distribuição.

Tecnologias de gestão e monitoramento acompanham o processo, incluindo sistemas de mecanização e uso de ferramentas digitais.

A padronização permite atender tanto redes varejistas brasileiras quanto compradores internacionais.

A qualidade consistente levou o Grupo Tsuge a se tornar fornecedor exclusivo de marcas como Turma da Mônica e Hello Kitty & Friends.

Além de desenvolver sua própria marca, o grupo também tem parcerias sólidas com importadores internacionais como a Westfalia, Avor, Halls, entre outras.

A associação reforça o posicionamento em torno de confiança e padronização.

Grupo Tsuge produz os abacates da Turma da Monica

Superfood – Do ponto de vista de mercado, o avanço do consumo de avocado hass sustenta a estratégia.
Dados indicam crescimento expressivo no consumo da fruta no Brasil e no exterior ao longo da última década, impulsionado pelo reconhecimento de suas propriedades nutricionais.
Considerado um “superfood”, o avocado hass reúne antioxidantes, magnésio, vitaminas A, C e E, além de minerais e gorduras saudáveis.
Estudos apontam benefícios associados à redução de colesterol, controle da pressão arterial e melhora da absorção de nutrientes.

A combinação entre valor nutricional, versatilidade culinária e apelo funcional ampliou o espaço do fruto nas gôndolas e nas dietas.

O avocado hass passou a integrar preparações diversas, de pratos salgados a sobremesas, além de produtos voltados ao consumo rápido.

Fonte: Jornal da Fruta

Fonte: CNN

A redução tarifária foi imediata: passamos de tarifas de até 14% para zero.”

A entrada em vigor do acordo Mercosul-União Europeia marca um ponto de virada para as exportações brasileiras de uva de mesa. Após mais de 20 anos de negociações, o setor comemora a eliminação imediata das tarifas europeias sobre esse produto, medida que melhora a competitividade do Brasil em relação a outros fornecedores que já gozavam de condições preferenciais no mercado da UE.
Foto: Wenderson-CNA

“A fruticultura brasileira tornou-se muito mais competitiva com a entrada em vigor do acordo. No caso da uva, a importância foi ainda maior, já que a redução tarifária foi imediata, passando de tarifas que podiam chegar a 14% para zero”, afirma Jorge de Souza, gerente de projetos da Abrafrutas.

No entanto, De Souza enfatiza que o acordo por si só não garante um crescimento automático das exportações.

“O setor deve continuar trabalhando em inovação e qualidade, já que a competitividade só é igualada em termos tarifários”, alerta.

A União Europeia continua sendo o principal destino das uvas brasileiras, embora a Abrafrutas ressalte que o Brasil também é uma importante região produtora.

“As uvas importadas apenas complementam o abastecimento da Europa quando a produção nacional não é possível ou atende apenas parcialmente à demanda”, explica De Souza.

Portanto, não esperam uma expansão rápida das vendas para o bloco europeu. Segundo De Souza, o aumento das exportações deverá ser moderado e dependerá também de fatores externos, como as condições climáticas dentro e fora da Europa.

Entre os pontos fortes do Brasil, De Souza destaca a capacidade produtiva do país. “A principal vantagem do Brasil sobre seus principais concorrentes na produção de uvas de mesa reside na sua capacidade de produzir mais de uma safra por ano e ainda ter considerável espaço para crescimento na produção e na produtividade.”

No entanto, a organização ressalta que a concorrência internacional continuará intensa. Fatores como genética vegetal, qualidade da fruta, logística e acesso ao mercado continuarão sendo cruciais para a conquista de participação de mercado.

Em relação às tendências de consumo, as variedades sem sementes continuam a liderar as preferências dos consumidores europeus, especialmente nos segmentos premium . Além disso, fatores como sustentabilidade, comércio justo e segurança alimentar estão se tornando cada vez mais importantes nas decisões de compra.

As projeções iniciais para 2026 apontavam para um crescimento de quase 10% nas exportações brasileiras de uva. No entanto, a incerteza geopolítica e logística continua a afetar as perspectivas do setor.

“A logística desempenha um papel fundamental na capacidade de entregar o produto desejado ao seu destino, com a qualidade e o prazo acordados”, enfatiza De Souza, acrescentando que a evolução do contexto geopolítico global será crucial para a competitividade futura.

“Atualmente, existe um grau razoável de otimismo no setor frutícola brasileiro”, afirma De Souza. “Queremos aumentar nossas exportações de frutas e vamos conseguir, mas estamos cientes dos desafios e das áreas em que precisamos melhorar para atingir esse objetivo.”

Fonte: Fresh Plaza

Fonte: CNN

Sanidade vegetal é fator decisivo para o crescimento das exportações de frutas brasileiras

A mosca-das-frutas é uma das principais pragas monitoradas pelos sistemas de defesa agropecuária em todo o mundo. Além dos impactos na produção, sua presença pode gerar barreiras fitossanitárias e comprometer o comércio internacional de frutas, tornando seu controle uma prioridade para os países exportadores.

A ocorrência dessa praga pode causar perdas significativas na produção, comprometer a qualidade dos frutos e gerar restrições comerciais capazes de impactar diretamente o acesso aos mercados internacionais.

No Brasil, a fruticultura possui papel relevante na economia nacional. O país é o terceiro maior produtor mundial de frutas, com uma produção superior a 40 milhões de toneladas por ano, cultivadas em cerca de 2,5 milhões de hectares. O setor gera aproximadamente 6 milhões de empregos diretos e indiretos e abastece tanto o mercado interno quanto o externo.

Diante da importância econômica da atividade, a defesa agropecuária torna-se um instrumento estratégico para garantir a sanidade da produção e a competitividade do setor. O sistema brasileiro de defesa agropecuária, composto pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e pelas agências estaduais de defesa sanitária, realiza o monitoramento contínuo das áreas produtoras, o controle do trânsito vegetal, a vigilância fitossanitária e a execução de programas voltados à prevenção, detecção e controle de pragas e doenças.

No caso específico da mosca-das-frutas, as ações incluem monitoramento por armadilhas, inspeções em campo, levantamentos fitossanitários e programas de mitigação de risco, fundamentais para manter áreas livres ou de baixa prevalência da praga. Esse trabalho é essencial não apenas para proteger os pomares brasileiros, mas também para atender aos requisitos fitossanitários exigidos pelos países importadores.

As questões fitossanitárias figuram entre os principais fatores que limitam o comércio internacional de frutas. Uma carga que apresente vestígios de pragas ou não atenda aos protocolos sanitários pode ser rejeitada, devolvida ou até destruída no destino, gerando prejuízos econômicos e riscos à reputação do país exportador. Por isso, a defesa agropecuária funciona como uma importante barreira de proteção, evitando tanto a entrada de pragas exóticas no território nacional quanto a disseminação de organismos nocivos entre os estados produtores.

Para o diretor executivo da Abrafrutas, Eduardo Brandão, a defesa agropecuária é um dos principais pilares para o crescimento sustentável da fruticultura brasileira.

“A defesa agropecuária é o que nos dá segurança para produzir e exportar. É ela que monitora e acompanha as lavouras, prevenindo a entrada de pragas exóticas no país e evitando que problemas fitossanitários se espalhem entre as regiões produtoras. As questões fitossanitárias estão entre as principais causas de perdas de produção e também são um dos maiores desafios para a exportação de frutas. Sem um sistema de defesa forte e eficiente, o Brasil teria muito mais dificuldade para acessar e manter mercados internacionais”, destaca Brandão.

Com o objetivo de debater os avanços, desafios e perspectivas da sanidade agropecuária no país, está acontecendo no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a 9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA), considerada um dos mais importantes fóruns nacionais sobre o tema. Neste ano, a Abrafrutas participa como patrocinadora do evento.

A entidade também integrou a programação técnica da conferência ao lado do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), participou do painel dedicado à mosca-das-frutas. O debate abordou os impactos da praga na produção e nas exportações brasileiras, além da importância das ações de monitoramento, controle e vigilância fitossanitária para a manutenção da competitividade do setor.

O evento que encerra amanhã (18), reúne representantes engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas, técnicos em agropecuária, auditores e fiscais agropecuários, produtores rurais, professores universitários, estudantes de ciências agrárias, representantes de órgãos públicos, empresários e profissionais do setor agropecuário.

Por: Telma Martes, comunicação Abrafrutas

Fonte: CNN

Fruticultura é aposta para diversificar a renda de produtores da Zona da Mata

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), em parceria com prefeituras de municípios da da Zona da Mata, vai promover na próxima terça-feira (16/6) o encontro do Circuito Frutifica Minas, em Rio Pomba. A iniciativa busca incentivar a diversificação da produção agropecuária e ampliar as oportunidades de geração de renda para agricultores familiares da região, onde a pecuária de leite e de corte ainda é a principal atividade econômica.

O evento será realizado a partir das 13 horas, no auditório do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais – Campus Rio Pomba, e deverá reunir entre 150 e 200 participantes, entre produtores rurais, técnicos, estudantes e profissionais ligados ao setor agropecuário.

Além de Rio Pomba, participam da mobilização os municípios de Piraúba, Tocantins, Tabuleiro, Silveirânia, Mercês e Guarani. A proposta surgiu a partir da demanda das administrações municipais por alternativas capazes de ampliar as fontes de renda no campo, reduzir a dependência de uma única atividade econômica e criar condições para fortalecer a permanência das famílias rurais, especialmente dos jovens.

Segundo o coordenador técnico regional de Culturas da Emater-MG, Filipe Sandin do Carmo, a fruticultura apresenta características que a tornam uma alternativa estratégica para a agricultura familiar da Zona da Mata.

“A maioria dos municípios da região é caracterizada pela predominância de pequenas propriedades rurais. A fruticultura se destaca por ser uma atividade capaz de gerar boa produtividade e rentabilidade mesmo em áreas reduzidas, quando conduzida com planejamento e manejo adequados”, destaca.

A programação do encontro inclui palestras sobre o cenário da fruticultura regional, o cultivo da goiaba como oportunidade de negócio, os desafios no manejo do maracujazeiro e as possibilidades de comercialização por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

A Zona da Mata reúne condições favoráveis para a expansão da atividade. Entre os fatores apontados pela Emater-MG estão o clima e os solos adequados ao cultivo de frutas, a proximidade dos grandes mercados consumidores de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, além da localização estratégica próxima a centros de distribuição e indústrias processadoras de frutas e polpas.

A região já possui exemplos de sucesso. Tocantins se destaca pela produção de tangerina Ponkan e Piraúba pela cultura da goiaba. Também há potencial para expansão de outras frutas, como laranja, limão, banana, maracujá, abacate e pitaya, produtos que podem agregar valor à produção das propriedades familiares.

Para Filipe Sandin, a diversificação produtiva é um caminho importante para aumentar a sustentabilidade econômica das propriedades rurais. “A iniciativa busca demonstrar aos produtores e aos jovens do meio rural que a fruticultura representa uma importante oportunidade de geração de renda, criação de empregos e desenvolvimento das propriedades. Ao incentivar a diversificação da produção e a adoção de novas alternativas produtivas, também estimulamos as famílias a permanecerem no campo e a melhorarem sua qualidade de vida”, afirma.

Foto: Divulgação Emater-MG

Fonte: CNN

Fruticultura brasileira fortalece produção, consumo e presença internacional

A fruticultura brasileira desempenha papel estratégico na segurança alimentar, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico do país. Com produção superior a 40 milhões de toneladas por ano e uma das maiores diversidades de frutas do mundo, o Brasil reúne condições únicas para atender tanto o mercado interno quanto a crescente demanda internacional por alimentos saudáveis, seguros e sustentáveis.

Presente em todas as regiões do país, a atividade gera mais de 5 milhões de empregos diretos e indiretos, movimenta economias locais e contribui para a inclusão produtiva de milhares de famílias. Além de sua relevância econômica, a fruticultura ocupa posição de destaque na promoção da saúde e da qualidade de vida da população, ao disponibilizar alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes.

Apesar da ampla oferta de frutas no mercado nacional, especialistas apontam a necessidade de ampliar o consumo entre os brasileiros. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária de pelo menos 400 gramas de frutas, legumes e verduras como parte de uma alimentação equilibrada. Nesse contexto, o incentivo ao consumo de frutas representa uma oportunidade de promover hábitos alimentares mais saudáveis e, ao mesmo tempo, fortalecer toda a cadeia produtiva.

Segundo o técnico de projetos da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Jorge de Souza, ampliar a presença das frutas na alimentação da população traz benefícios que vão além da saúde.

“As frutas são alimentos essenciais para uma dieta equilibrada e desempenham papel importante na prevenção de doenças. Além dos benefícios para a população, o aumento do consumo fortalece toda a cadeia produtiva, gera empregos, movimenta a economia das regiões produtoras e valoriza o trabalho realizado pelos fruticultores brasileiros”, destaca.

A força da produção nacional também se reflete no comércio exterior. Em 2025, o Brasil exportou aproximadamente 1,07 milhão de toneladas de frutas frescas e alcançou receita de US$ 1,45 bilhão. Manga, melão, melancia, uva, limão e mamão permanecem entre os principais produtos da pauta exportadora, consolidando a presença brasileira em mercados estratégicos da Europa, América do Norte e Oriente Médio.

Além dos mercados já consolidados, a América Latina apresenta oportunidades importantes para a expansão dos negócios. A proximidade geográfica, a complementaridade das cadeias produtivas e o crescimento da demanda por alimentos frescos favorecem o fortalecimento das relações comerciais entre os países da região, ampliando o intercâmbio de produtos, tecnologias e conhecimento.

Nesse cenário de crescimento, inovação e integração comercial, a ABRAFRUTAS participa da 31ª edição da Hortitec em 2026 com o objetivo de fortalecer a fruticultura nacional, incentivar o consumo de frutas e ampliar as oportunidades de negócios para o setor.

Considerada uma das principais feiras de horticultura, cultivo protegido e culturas intensivas da América Latina, a Hortitec reúne produtores, empresas, pesquisadores e lideranças do agronegócio em um ambiente voltado à inovação, tecnologia e geração de negócios.

Nesta edição, a ABRAFRUTAS participa institucionalmente por meio da marca Fresh Brasil, iniciativa que reúne também o Instituto Brasileiro de Floricultura (IBRAFLOR) e o Instituto Brasileiro de Horticultura (IBRAHORT). A parceria tem como objetivo integrar esforços de toda a cadeia de alimentos frescos do país, promovendo a produção nacional, fortalecendo a segurança alimentar e incentivando o consumo de frutas, flores, hortaliças e demais produtos frescos.

O estande será compartilhado ainda com a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM) e a International Fresh Produce Association (IFPA), reforçando a união do setor em prol do desenvolvimento e da competitividade da produção brasileira.

A ABRAFRUTAS convida todos os visitantes da Hortitec 2026 a conhecerem o estande institucional e participarem das discussões sobre os desafios, as oportunidades e o futuro da fruticultura brasileira.

 

Fonte: CNN

Primeiro embarque de caqui brasileiro para a Costa Rica

Em menos de quatro meses, negociação evolui para primeiro embarque e abriu novas oportunidades para a fruticultura nacional

A fruticultura brasileira alcançou mais uma importante conquista no mercado internacional com a realização do primeiro embarque de caqui brasileiro para a Costa Rica. A operação marca a entrada oficial da fruta no mercado costarriquenho e representa mais um resultado concreto dos esforços de promoção comercial, abertura de mercados e articulação institucional desenvolvidos para ampliar a presença das frutas brasileiras no exterior.

As exportações brasileiras de caqui vêm apresentando crescimento expressivo nos últimos anos. Em 2025, o Brasil exportou 890 toneladas da fruta, gerando uma receita de US$ 1,8 milhão. Em relação a 2024, o resultado representa um aumento de 95,64% no volume exportado e de 83,53% no valor das exportações, demonstrando o avanço da presença do caqui brasileiro nos mercados internacionais.

A atuação da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) foi decisiva para a concretização dessa conquista. Em fevereiro de 2026, durante uma rodada de negócios promovida pela Adidância Agrícola do Brasil e pelo Setor de Promoção Comercial (SECOM) da Embaixada do Brasil em San José, a entidade, representada pelo diretor executivo, Eduardo Brandão, apresentou a qualidade, a diversidade e o potencial da fruticultura brasileira a importadores costarriquenhos. A iniciativa despertou o interesse comercial pelo caqui brasileiro e abriu caminho para a realização do primeiro embarque da fruta para a Costa Rica.

A partir desse contato, foram iniciadas as tratativas técnicas e fitossanitárias necessárias para viabilizar as exportações. O processo avançou de forma ágil e culminou na publicação dos requisitos fitossanitários para a importação do produto pelas autoridades da Costa Rica. Em menos de um mês após a conclusão das exigências regulatórias, foi realizado o primeiro embarque comercial da fruta.

Para Eduardo Brandão, diretor executivo da Abrafrutas, o resultado demonstra a importância do trabalho contínuo de abertura de mercados e da atuação conjunta entre setor produtivo, governo brasileiro e parceiros internacionais.

“Esse primeiro embarque para a Costa Rica reforça o potencial da fruticultura brasileira e a importância do trabalho de promoção comercial realizado pela Abrafrutas para ampliar mercados e oportunidades para os exportadores brasileiros”, afirma Brandão.

Segundo o diretor executivo, a diversificação dos destinos de exportação é um dos pilares para o crescimento sustentável da fruticultura nacional, ao reduzir dependências comerciais com ampliação da presença das frutas brasileiras em mercados com potencial de consumo.

A operação foi realizada pela MBR Company, empresa associada da Abrafrutas e uma das principais exportadoras brasileiras de frutas frescas. Para o CEO da empresa, Renato Miralla, a chegada do caqui brasileiro à Costa Rica representa um marco estratégico tanto para a companhia quanto para o setor.

“A importância dessa operação é muito grande. É o primeiro país da América Central para o qual a MBR exporta em seus 22 anos de história. Entendemos que é um mercado promissor, com interesse crescente por frutas brasileiras. Todo o processo foi conduzido de forma extremamente profissional, envolvendo a Abrafrutas, o importador e as autoridades competentes dos dois países”, afirma.

Segundo Miralla, os principais desafios envolveram o cumprimento das exigências regulatórias dentro da curta janela da safra do caqui e os entraves logísticos para a região. Apesar disso, o embarque foi realizado com sucesso e recebeu boa receptividade dos compradores costarriquenhos. A expectativa da empresa é estruturar um programa regular de fornecimento para os próximos anos.

Por: Telma Martes, comunicação Abrafrutas

Fonte: CNN

NOTA OFICIAL: ABRAFRUTAS manifesta preocupação com veto ao Projeto dos Safristas

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS) manifesta preocupação com o veto integral ao Projeto de Lei nº 715/2023, conhecido como Projeto dos Safristas, e declara apoio à posição da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em defesa da revisão da medida.

A fruticultura brasileira está entre as atividades agrícolas que mais geram empregos no campo e depende, de forma significativa, da contratação de trabalhadores temporários durante os períodos de safra. Nesse contexto, o projeto representa um importante avanço para a formalização das relações de trabalho, a ampliação das oportunidades de renda e o fortalecimento da segurança jurídica para trabalhadores e empregadores.

A proposta aprovada pelo Congresso Nacional não retira direitos nem compromete a proteção social dos trabalhadores. Ao contrário, busca criar condições para que brasileiros possam ingressar no mercado formal de trabalho durante as safras, contribuindo para a inclusão produtiva, a geração de renda e o desenvolvimento econômico das regiões produtoras.

A manutenção do veto tende a aprofundar um dos principais desafios enfrentados pela fruticultura e por outras cadeias do agronegócio: a escassez de mão de obra temporária em períodos estratégicos da produção. Além de limitar oportunidades de trabalho formal, a medida dificulta a competitividade do setor e impacta diretamente a capacidade produtiva do campo.

A ABRAFRUTAS entende que proteção social e trabalho formal devem caminhar juntos. O Brasil precisa de políticas públicas que incentivem a geração de empregos, estimulem a formalização e fortaleçam setores essenciais para a economia nacional e para a segurança alimentar da população.

Por essa razão, a entidade apoia os esforços pela revisão do veto ao Projeto dos Safristas, em defesa dos trabalhadores rurais, dos produtores e do desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira.

Waldyr Promicia
Presidente da ABRAFRUTAS

Fonte: CNN

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados nesta quinta (11)

A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA), divulgou nesta quarta-feira (10) a cotação atualizada dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro com destaque para o milho, o grande protagonista das festas juninas no Brasil.

O milho é a base de quase todos os pratos típicos juninos. Quando o mês de junho chega, a culinária é dominada pelo aroma característico das receitas à base de milho verde. Entre os quitutes mais tradicionais, destacam-se a Pamonha e Curau, iguarias doces feitas diretamente com o milho ralado; a Canjica e o mungunzá; o Bolo de Milho ou mesmo Milho Cozido ou Assado, Consumido puro, quentinho e com manteiga nas tradicionais fogueiras.

Nesta quarta-feira (11) o cento do milho está sendo comercializado a R$ 37,50, e a unidade por R$ 1,25.

A lista completa com todos os produtos e valores pode ser consultada clicando aqui.

Texto: Márcio Reges – ASCOM PMJ

Maçã premium: pingo de mel é destaque na safra de SC em 2026

A maçã Fuji produzida em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul está mais doce e com a cor diferente. A safra brasileira 2025/2026 vem chamando atenção por uma característica pouco comum nos pomares nacionais: o chamado “pingo de mel”. Resultado de condições climáticas especialmente favoráveis durante a maturação das frutas, o fenômeno indica maçãs com maior concentração natural de açúcares, sabor mais intenso e textura mais suculenta. 

Visualmente, o pingo de mel aparece como áreas translúcidas na polpa próximas ao miolo da fruta. Apesar do nome, não se trata da presença de mel, mas de um acúmulo natural de açúcares que ocorre especialmente nas maçãs Fuji em anos de ciclo tardio de colheita e quando baixas temperaturas atingem as macieiras.

Veja como é a Maçã Pingo de Mel:

Segundo o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Moisés Lopes de Albuquerque, a maior incidência de pingo de mel nesta safra está relacionada às condições registradas especialmente durante a fase final de maturação das frutas.

“Tivemos um ciclo mais alongado, com colheita ocorrendo de forma mais tardia e sob temperaturas mais baixas favorecendo o acúmulo natural de açúcares na polpa, o que contribuiu para uma presença mais expressiva do pingo de mel nesta safra.

O resultado são maçãs com sabor mais intenso, maior doçura bem equilibrada pela acidez natural da fruta e excelente qualidade sensorial”, afirma. A característica é especialmente apreciada no Japão, país de origem da variedade Fuji. Em diversos mercados asiáticos, maçãs com pingo de mel são associadas a frutas premium e frequentemente alcançam maior valorização comercial em razão do sabor mais intenso.

Conforme estimativa da ABPM, a safra brasileira deve ficar entre 1,1 milhão e 1,2 milhão de toneladas, acima das aproximadamente 850 mil toneladas registradas no ciclo anterior. Santa Catarina e Rio Grande do Sul seguem concentrando a maior parte da produção nacional. A colheita deve ficar entre 650 mil e 700 mil toneladas em Santa Catarina, já no Rio Grande do Sul, a expectativa é de uma safra entre 550 mil e 600 mil toneladas.

Fonte: CNN

Presidente da Abrafrutas participa da Naturaltech em debate sobre regeneração consciência e sustentabilidade

A conexão entre a produção sustentável de alimentos, a regeneração ambiental e o desenvolvimento humano estaráem destaque na programação da Naturaltech, um dos maiores eventos da América Latina, que ocorrerá de 10 a 13 de junho, voltados para produtos naturais, orgânicos e práticas sustentáveis.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e CEO da Itacitrus, Waldyr Promicia, participará do painel “Biologia da Consciência: onde a Terra e a Mente se regeneram”, realizado dentro da programação especial “Regeneração em Pauta”.

O debate que acontece no dia 10, das 15h às 15h50, na Wellnow Arena 1, reunirá especialistas de diferentes áreas para discutir como práticas regenerativas podem transformar não apenas os sistemas produtivos, mas também a relação das pessoas com o meio ambiente, a saúde e a qualidade de vida.

Ao lado de Waldyr Promicia estarão o renomado psiquiatra, pesquisador e escritor Augusto Cury, considerado um dos autores mais lidos do mundo, e Valdecir Queiroz Filho, fundador da Terra Ecológica Consultoria e referência em agricultura orgânica e regenerativa.

Para Waldyr Promicia, a fruticultura brasileira tem papel fundamental nessa discussão, especialmente diante da crescente demanda mundial por sistemas produtivos mais sustentáveis e alinhados às práticas de conservação dos recursos naturais.

A participação do presidente da Abrafrutas na Naturaltechtem como finalidade reforçar o compromisso da fruticultura com o fortalecimento de uma agricultura cada vez mais inovadora, sustentável e conectada às novas exigências dos consumidores e mercados internacionais.

Reconhecida como a principal feira de negócios da América Latina voltada ao universo dos produtos naturais, orgânicos e de promoção da saúde, a Naturaltech reúne anualmente empresas, especialistas, produtores e lideranças para debater tendências, inovação e sustentabilidade, consolidando-se como um espaço estratégico para a construção de soluções voltadas ao futuro da produção de alimentos.

 

Fonte: CNN