Vigilância Sanitária de Petrolina apreende medicamentos e psicotrópicos comercializados de forma irregular

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Na tarde desta terça-feira, 24, os fiscais da Agência Municipal de Vigilância Sanitária de Petrolina (AMVS) interditou uma farmácia no bairro Jardim Amazonas, zona norte de Petrolina, que comercializava de forma irregular psicotrópicos (substâncias psicoativas que agem no sistema nervoso central) e medicamentos de controle especial, além de realizar aplicação de injetáveis sem autorização.

“O estabelecimento não tinha autorização sanitária para a venda de nenhum desses produtos, dessa forma a farmácia foi interdita e os produtos apreendidos. Tivemos o apoio da Polícia Militar e o proprietário, o técnico de enfermagem e o responsável técnico foram conduzidos para a Polícia Civil para serem tomadas as medidas cabíveis”, explicou o diretor-presidente da AMVS Jarbas Costa.

Como várias fiscalizações do órgão esta também motivada pela população após denúncia. “Sempre menciono a importância da parceria da população para o sucesso de nossas fiscalizações, porque sem o apoio e auxilia deles muitas irregularidades poderiam passar despercebidas. Por isso, se há alguma irregularidade referentes às questões sanitárias nas áreas de alimentos, medicamentos, exercício profissional e saneamento em estabelecimentos comerciais de seu bairro denuncie. Lembrando que a denúncia é anônima”, afirmou Jarbas.

A população pode registrar sua denúncia através do número (87) 3864-2738 ou ir até a sede do órgão que fica no prédio da AME Manoel Possídio, localizada na Rua Estados Unidos, s/n, Areia Branca, ou por outros meios como a Ouvidoria do Município, através do 156, sistema aplicativo COLAB ou MP-PE. A agência funciona de segunda a sexta-feira no horário das 7h às 18h.

Juiz do Piauí manda tirar Whatsapp do ar em todo o país

O juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI) manda tirar Whatsapp do ar em todo o país.

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Uma decisão judicial pode tirar o Whatsapp do ar em todo o país. O juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), determinou que uma empresa de telefonia “suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial (…), em todo território nacional, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net e whatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net e whatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados”.

A decisão do juiz Luiz Moura Correia é ainda mais ampla. Ele diz que a empresa de telefonia deve “garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multi-plataforma denomidada Whatsapp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional”. O processo corre em segredo de Justiça.

A empresa de telefonia luta para cassar a decisão, tomada pelo juiz Luiz Moura Correia em 11 de fevereiro, antes de ser obrigada a cumpri-la. A empresa de telefonia foi comunicada da decisão de Moura Correia em 19 de fevereiro por meio de um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.

 

 

Fonte:
Revista Época

Parentes de pacientes internados no HU fazem protesto por melhorias

A cobrança é por falta de médicos e material cirúrgico no hospital.
Com cartazes, parentes de pacientes expõe a situação da unidade.

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Em Petrolina um grupo de parentes de pacientes internados no Hospital Universitário (HU) realizou um protesto na noite de terça-feira (24) pra pedir melhorias na unidade. A manifestação foi motivada por várias denúncias de que faltam médicos e material cirúrgico

Com cartazes na entrada do Hospital Universitário (HU), muitos parentes foram à porta da unidade.  A dona de casa Marta Guedes está indignada com a demora no atendimento e as condições oferecidas. “Está um estado de calamidade em Petrolina. Nós viemos de preto, porque é luto contra a saúde pública”.

Edinalva Brito conta que existem muitos pacientes sem atendimento, nos corredores e cadeiras.“Estou com uma amiga que está com a clavícula quebrada e sentada em uma cadeira. A gente não pode  esperar que aconteça um milagre. Nós temos que reivindicar e não podemos ficar calado”.

Manifestação HU (Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
Manifestação HU (Foto: Reprodução)

A principal reclamação está relacionada a demora na realização de cirurgias. Aldeni está preocupada com a saúde do pai, que está internado há um mês. “A gente mora em Paulo Afonso, na Bahia, e não somos daqui e ele está lá abandonado só aguardando. Ele ficou um mês no corredor, esperando para subir e ai já é outra espera, realmente estamos sem aguentar”.

A auxiliar de enfermagem, Josi Almeida, também passa por uma situação parecida. O filho dela sofreu um acidente e está no hospital precisando de uma cirurgia. “ São 17 dias internados. Meu filho ainda não foi operado, quebrou o fêmur e está criando uma ferida. Eu gostaria que tomassem uma providência, a gente quer que ele faça a cirurgia, não tem condições de ficar naquele corredor só encostando doente lá e não são operados”.

O tema também foi pauta de uma audiência pública realizada também na terça-feira (24), na Câmara de vereadores de Petrolina. A vereadora Cristina Costa comentou o assunto.“Como parlamentar temos a responsabilidade de discutir o problema, buscar transparência e principalmente unir forças para que a cidade de Petrolina tenha uma saúde de qualidade”.

O vereador Zenildo Nunes falou também da situação da unidade.“Alguns pacientes se encontram há mais de 30 dias aguardando uma cirurgia ortopédica. Então, a gente espera que realmente seja dada uma resposta a sociedade”.

O reitor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Julianeli Tolentino de Lima, disse que muitos investimentos estão sendo realizados.“Muitos deles relacionados a investimentos em equipamentos que já foram comprados e estão sendo instalados. Também a contratação de novos servidores através de concurso público, que estão entrando no hospital para repor os servidores que estão saindo e que estavam com contratos precarizados, pessoas que vão atuar a serviço desse grande público”, ressalta.

Juiz federal anula acordo de 24 anos feito pela CHESF que prejudicou atingidos pela barragem de Itaparica

Juiz federal anula acordo de 24 anos feito pela CHESF que prejudicou atingidos pela barragem de Itaparica.

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Além de declarar a nulidade do acordo de 1991, o magistrado determinou o pagamento das diferenças apuradas, desde 1991, entre a verba paga e o valor de 2,5 salários mínimos, corrigidos e acrescidos de juros moratórios para cada família que recebeu ou ainda recebe a VMT.

O juiz federal João Paulo Pirôpo de Abreu, titular da Subseção Judiciária de Paulo Afonso, em ação civil pública movida pelo MPF, declarou nulo aditivo firmado em 1991 entre a CHESF e os representantes do Polo Sindical dos Trabalhadores Rurais do Submédio do São Francisco que modificou o valor da Verba de Manutenção Temporária pago aos reassentados da Usina de Itaparica.

A CHESF promovera, nos anos 80, a desocupação de grande área de terra nos municípios de Glória, Rodelas, Chorrochó (os três na Bahia), Petrolândia, Itacuruba, Belém de São Francisco e Floresta (esses em Pernambuco) para permitir as obras da usina hidrelétrica de Itaparica. Em 1986, após grande pressão da comunidade interessada e até mesmo paralisação das atividades do canteiro de obras, foi celebrado acordo entre a ré e a população atingida pela construção de hidrelétrica de Itaparica, e estipulada uma remuneração mensal, intitulada de Verba de Manutenção Temporária (VMT) para garantir a subsistência do grupo familiar atingido pela barragem, até que houvesse a primeira colheita nos respectivos locais de reassentamento.

O acordo foi reformulado em 1991 com a assinatura de somente um dos “representantes” da população, o Polo Sindical do Submédio do São Francisco. A alteração se deu no cálculo da Verba de Manutenção Temporária o que, segundo o MPF, prejudicou as partes não acordantes, vez que, dentre outras mudanças, transformou em itens de uma cesta básica a parcela mensal de 2,5 salários mínimos o que representou grande defasagem ao longo dos anos.

O Ministério Público Federal alegou que o Pólo Sindical do Submédio do São Francisco não possuía legitimidade para modificar, sozinho, o termos do acordo de 1986 e pediu a declaração de inexistência do acordo de 1991 e o pagamento, pela ré, das diferenças apuradas.

O magistrado entendeu que o Polo Sindical não estava devidamente constituído quando do acordo, vez que só veio a se constituir juridicamente em 1994. “Não possuindo personalidade jurídica, não haveria como contrair obrigações ou transacionar, principalmente em nome de terceiros. Se não era pessoa jurídica não estava apta a representar legalmente outras pessoas”. declara a sentença.

E continua o julgado: “Entendo que o fato de não estar constituída legalmente invalida completamente o negócio jurídico firmado, devendo ser considerado nulo para todos os efeitos, em razão da ausência de capacidade da parte que manifestou a vontade, sendo este um vício insanável”.

Além de o Polo Sindical não se encontrar constituído legalmente como pessoa jurídica, não era legitimado a representar os trabalhadores, uma vez que se encontravam ausentes os demais sindicatos de cada município, legitimados a representarem àqueles no acordo de 1991.

O juiz também não considerou pocedente a fundamentação da CHESF para justificar e legitimar a mudança de cálculo da VMT com a alegada vedação constitucional de fixação de qualquer valor vinculado ao salário mínimo. “Entendo inexistir qualquer inconstitucionalidade na fixação do valor da Verba de Manutenção Temporária em salários mínimos, até mesmo porque tal vedação constitucional não é absoluta.” explica.

Segundo o magistrado, diversas leis têm como base o salário mínimo, como a Lei dos Juizados Especiais, cuja competência nas Justiças Estadual e Federal é de causas com valores até 40 e até 60 salários mínimos, e nem por isso sua constitucionalidade foi questionada. “A vedação constitucional dessa vinculação teve por finalidade acabar com a indexação da economia, sendo que, no presente caso, tal vinculação é incapaz de gerar esse efeito”.

E continua: “Ademais, tal acordo foi realizado antes da Constituição de 1988, conforme a livre vontade das partes acordantes, não podendo o Poder Judiciário intervir no pacto legitimamente formulado pelas partes em 1986. Mesmo que fosse considerado inconstitucional, tal irregularidade deveria ser sanada em comum acordo, para fixar outro valor como parâmetro da VMT, sob pena de ser violado o princípio da autonomia da vontade das partes”.

Além de declarar a nulidade do acordo de 1991, o magistrado determinou o pagamento das diferenças apuradas, desde 1991, entre a verba paga e o valor de 2,5 salários mínimos, corrigidos e acrescidos de juros moratórios para cada família que recebeu ou ainda recebe a VMT, pelo respectivo período que tenha recebido e que pertençam à competência territorial da Subseção Judiciária, ressalvada as parcelas atingidas pela prescrição quinquenal.

Agricultores do Sertão de PE recebem palma mais resistente à praga

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Planta serve para alimentação de rebanho durante a estiagem.
Agricultores também estão aumentando a renda familiar com o plantio.

Uma alternativa para alimentação forrageira do rebanho, a palma, uma espécie de planta da Caatinga, é muito utilizada durante os períodos de estiagem no Sertão pernambucano. Porém com o ataque da principal praga, a colchonilha, parte do plantio era dizimado. Para tentar solucionar o problema, o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) desenvolveu há três anos uma variedade modificada da planta, mais resistente à seca e à praga.

Animais alimenta-se da planta no período da estiagem (Foto: IPA Petrolina/Divulgação)
Animais alimenta-se da planta no período da estiagem (Foto: IPA Petrolina/Divulgação)

A nova palma é a Orelha de Elefante Mexicana e a variedade já começou a ser distribuída aos criadores de animais neste ano. As raquetes ou mudas são entregues anualmente pelo Instituto que atua em seis municípios: Petrolina, Orocó,Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande,Dormentes e Afrânio, todos no Sertão do estado.

Este ano foram cortadas e estocadas 216 mil raquetes e somente em Petrolina, estão sendo distribuídas 36 mil. Os interessados em adquirir as mudas devem fazer o cadastro nas associações de sua cidade ou ir à sede do IPA. A prioridade é que as plantas sejam voltadas para criadores da agricultura familiar que morem em área de sequeiro.

Palma é plantada por agricultores para aumentar a renda familiar (Foto: IPA Petrolina/Divulgação)
Palma é plantada por agricultores para aumentar a renda familiar (Foto: IPA Petrolina/Divulgação)

Além de servir como forragem, as palmas Orelha de Elefante Mexicana também estão servindo para aumentar a renda de agricultores. Alguns deles estão destinando parte da área para a plantação da variedade. “Temos um exemplo de um agricultor que pegou conosco apenas uma folha e atualmente planta um hectare da palma. Ele alimenta seu rebanho, dá parte aos vizinhos que não têm e ainda consegue vender a R$ 1 cada folha. Ele já conseguiu comercializar duas mil folhas”, disse o supervisor regional do IPA, Marcos Henrique Jerônimo.

A distribuição das raquetes de palma é feita uma vez ao ano, segundo Jerônimo, e acontece sempre neste período quando começa a chover no Sertão pernambucano. A previsão é de que todo o estoque seja distribuído até o início de março.

Estudantes do Sertão se preparam para repetir bom resultado na OBMEP

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Inscrições da OBMEP podem ser feitas até o dia 31 de março.
Em 2014, foram 27 medalhistas no Sertão, sendo um ouro para Petrolina.

As inscrições para a 11ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) estão abertas em todo o país e seguem até o dia 31 de março. A região do Sertão de Pernambuco é uma das que mais se destaca na competição, em 2014, foram 27 medalhistas, sendo um ouro para Petrolina. Os interessados em participar da edição de 2015 devem se inscrever pelo site da OBMEP.

A Olimpíada é dividida em três níveis. O nível 1 é para os alunos matriculados nos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental. O nível 2 é destinado àqueles que cursam os 8º e o 9º anos. A categoria 3 abrange os estudantes do Ensino Médio, Técnico Integrado ao Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Podem competir apenas os discentes da rede pública municipal, estadual ou federal

Os estudantes petrolinenses que desejam participar da OBMEP podem optar por participar de um curso preparatório realizado no campus Petrolina da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). A inscrição para o curso é gratuita e acontece no dia 14 de março, mesmo dia do início das aulas.

Segundo o coordenador do curso, o professor Severino Cirino de Lima Neto, a preparação vai seguir até o mês de setembro. “O treinamento que disponibilizamos é para os três níveis da Olimpíada. Serão abordados os conteúdos que são cobrados nas provas, como Aritmética, Contagem e Geometria”, contou.

De acordo com o coordenador, um diferencial do curso é que os alunos podem continuar estudando mesmo se não conseguirem a classificação para a segunda fase. “Outra diferença do preparatório é que serão oferecidas oficinas onde os alunos aprendem de forma prática. Eles pegam um material reciclável, como uma garrafa de iogurte, por exemplo, e explicamos como a Geometria pode ser aplicada nas dimensões da embalagem. Outra aplicação é estudar números de CPF ou códigos de barras que têm relação com Criptografia e Aritmética Modular”, explicou o professor.

As provas da OBMEP vão acontecer em duas fases. A primeira será no dia 2 de junho, os alunos com as melhores pontuações seguem para a segunda etapa, que será no dia 12 de setembro. O resultado final, com a relação dos vencedores, deve ser divulgado no dia 27 de setembro.

Os participantes com as pontuações mais altas recebem medalhas, que podem ser de ouro, prata ou bronze. Aqueles com notas próximas ao dos medalhistas de bronze recebem certificados. Os primeiros colocados recebem também uma bolsa de iniciação científica.

Outras informações sobre o curso da Univasf podem ser adquiridas pelo telefone (74) 2102-7649 e pelo e-mail: nupemat@gmail.com.

LAVA JATO AFETA OBRA DA TRANSPOSIÇÃO QUE DEMITE CERCA DE 2,5 MIL FUNCIONÁRIOS

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A Construtora Mendes Júnior demitiu cerca de 2,5 mil funcionários que trabalhavam nas obras da Transposição do São Francisco. A empresa estaria com dificuldades para receber repasses do Governo Federal em função de ser uma das empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato da Polícia Federal que investiga denúncias de desvios e corrupção na Petrobras.

De acordo com matéria veiculada pelo JC Online, a Mendes Júnior é responsável pelas obras do Lote 8 da transposição, que registra 86,9% de execução física e abrange a construção de três estações de bombeamento do chamado Eixo Norte, entre os municípios de Cabrobó e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. O Eixo Norte da Transposição liga Cabrobó a cidade de jati, no Ceará.

Segundo o Ministério da Integração Nacional, não há registro de atrasos nos pagamentos por parte do Governo Federal e o cronograma está dentro da normalidade. O ministério informou, ainda, que a obra está com sua execução total em 70,7% e a previsão é que esteja totalmente concluído e em funcionamento em 2016.

 

(Fonte): B247pe

Empresário reage a assalto é baleado, mata o ladrão e recebe voz de prisão

Após reagir a um assalto, ser baleado e matar um assaltante, um empresário recebeu voz de prisão, em flagrante, por porte ilegal de arma.

Após reagir a um assalto, ser baleado e matar um assaltante, um empresário recebeu voz de prisão, em flagrante, por porte ilegal de arma. Ele só não ficou preso porque conseguiu um habeas corpus. O caso aconteceu no sábado, em Cubatão, no litoral sul de São Paulo.

Além do empresário, a mulher dele também recebeu voz de prisão e chegou a ficar algumas horas detida na Cadeia Feminina de Santos. O pedido de habeas corpus para o casal foi encaminhado à Justiça de Cubatão ontem, por um advogado contratado pela família, com solicitação de relaxamento do pedido de prisão e atualização do caso para legítima defesa. A informação foi confirmada por parentes das vítimas.

O empresário, que é dono de uma loja de informática, colecionador de armas e integrante de um clube de tiro, estava com a mulher quando foi abordado por cinco criminosos ao chegar, de carro, à casa de parentes, na Rua José Teixeira, no Parque São Luís, em Cubatão. De acordo com a polícia, o empresário tem permissão para transportar, sem munição, a pistola calibre .40 que usou contra os assaltantes, mas não autorização para porte e uso.

A pistola estava carregada no momento da abordagem e o comerciante trocou tiros com os bandidos. Um dos assaltantes foi baleado e morreu. O carro do empresário foi alvejado nove vezes. O comerciante acabou atingido de raspão na cabeça e também foi baleado na perna. Encaminhado para o Pronto-Socorro de Cubatão, foi submetido a uma cirurgia para retirada da bala e levado para outro hospital da região, onde permanece internado, sem risco de morrer. A polícia reforçou nesta segunda-feira a segurança na região da Via Anchieta, após protestos contra a morte de um suposto bandido em operação da PM no sábado. Manifestantes chegaram a queimar ônibus.

 

(Fonte): Agencia Estado

Câmara aprova e vai à sanção projeto que criminaliza venda de bebidas a menores

Projeto de lei prevê detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil pelo descumprimento da proibição.

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A Câmara dos Deputados aprovou, no início da noite desta terça-feira (24), projeto de lei do Senado, que tipifica como crime a venda de bebidas alcóolicas a menores de 18 anos. O projeto prevê detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil pelo descumprimento da proibição. Como o texto já havia sido aprovado no Senado e não foi alterado na votação dos deputados, ele segue agora à sanção presidencial.

O projeto aprovado altera a o Estatuto da Criança e do Adolescente para tornar crime vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar, ainda que gratuitamente, de qualquer forma, a criança ou adolescente, bebida alcóolica ou, sem justa causa, outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica. O texto estabelece como medida administrativa a interdição do estabelecimento comercial até o recolhimento da multa.

Produtores de frutas do Vale do São Francisco focam no mercado interno

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Com estiagem, produtores vendem para o sul e sudeste do país.
Preço da manga passou de R$0,80 neste mesmo período para R$1,10.

A cidade de Petrolina é conhecida pela fruticultura irrigada e ser um polo de exportação de frutas. Por conta da estiagem, os produtores locais estão também com as vendas direcionadas no mercado interno e em outras regiões do país.

A colheita de manga deve aumentar no Vale do São Francisco. A região é que está abastecendo os mercados do sul e sudeste do país. As mangas embaladas na fazenda Robson Araújo já tem venda certa. Por dia, saem em média 50 toneladas da fruta. “Hoje a gente abastece 80% da nossa produção vai para o Rio de Janeiro e os 20% mandamos para qualquer outro estado que nos faz o pedido de frutas e fazemos o fornecimento”, destaca o produtor.

Frutas abastecem mercado interno (Foto: Luana Bernardes/ TV Grande Rio)
Frutas abastecem mercado interno (Foto: Luana Bernardes)

Com a grande procura pela manga, o preço da fruta aumentou, passou de R$0,80 neste mesmo período de 2014, para R$1,10. O valor anima os produtores como Josivan Cardoso, que também acredita que a fruta pode ser ainda mais valorizada o mercado. “A gente fica assim esperando que os preços aumentem mais, porque melhor nunca tá. Quanto mais cara é melhor para nós. A nossa expectativa é que alcance o valor de R$1,50 ou até mais que esse valor.

Já a uva  não está em momento bom de venda no mercado interno. Isso acontece porque já tem concorrentes externos. “O nosso foco é voltado ao mercado do sudeste e a gente enfrenta a concorrência com as uvas importadas do Chile e da Argentina. A perspectiva é que a gente consiga pelo menos pagar esse custo do primeiro semestre”, conta o produtor Edis Matsumoto.

Mangas do Vale do São Francisco (Foto: Luana Bernardes/ TV Grande Rio)
Mangas do Vale do São Francisco (Foto: Luana Bernardes)

O produtor rural está otimista e para investir ainda mais no mercado interno, Edis Matsumoto também investe em outra cultura.“Eu tenho investido também em maracujá e dependendo do período tem sido um excelente negócio”, comenta.

De acordo com o membro da Câmara de Fruticultura Irrigada do Vale do São Francisco, Walter Rocha, as expectativas não são as melhores. “Deveria ser boa e o que nós produzimos estão sem ter quem compre por conta da crise hidríca. As pessoas estão deixando de comprar frutas para comprar Caixa d´agua”, ressalta.