Para estimular economia, começa nesta sexta a Semana do Brasil

Começa hoje (6) e vai até o próximo dia 15 a campanha Semana do Brasil, movimento lançado pelo governo que visa a incentivar o consumo e estimular a economia do país. Até o momento, 4.680 empresas e entidades estão mobilizadas e vão participar da semana oferecendo descontos, promoções aos consumidores.

A semana, que aproveita as comemorações do 7 de setembro, data em que se celebra a Independência do Brasil, tem como mote “Vamos valorizar o que é nosso” e é inspirada em campanhas de varejo de outros países, como os Estados Unidos, que costumam realizar promoções em feriados nacionais. A proposta pretende gerar um ambiente de confiança para este e os próximos meses de 2019.

Uma parceria do governo com o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) ajudou a mobilizar, nos últimos meses, diferentes segmentos do varejo, comércio e serviços, para que buscassem as melhores formas de viabilizar as ações promocionais.

Além de empresários varejistas, também participarão das ações entidades representativas da indústria e comércio e veículos de comunicação, como a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), empresa pública do governo federal. Esses meios de comunicação vão veicular mensagens publicitárias com o mote “Vamos valorizar o que é nosso”. Para saber quem está participando da iniciativa basta acessar o site da Semana do Brasil:

Para as próximas edições, a ideia é estimular ainda mais o comércio por meio do compromisso da iniciativa privada com o desenvolvimento do País”, diz o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos.

De acordo com o governo, a criação e o lançamento da campanha foram estrategicamente elaborados visando a realçar o mês de setembro como mais um período de promoções que, a exemplo do Natal, poderá contribuir para aquecer a economia, movimentando o comércio e estimulando o turismo interno.

Com informações da Agência Brasil

Codevasf executará R$ 4 milhões de emendas do deputado Fernando Filho

Foto: Divulgação

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba foi escolhida pelo deputado federal Fernando Filho (DEM) para a execução de R$ 4 milhões de emendas parlamentares. A empresa pública, destinada ao progresso das regiões ribeirinhas, fará ações como perfuração de poços e aquisição de equipamentos como máquinas e retroescavadeiras. Doze cidades foram contempladas: Afogados da Ingazeira, Betânia, Bonito, Carnaubeira da Penha, Custódia, Flores, Itacuruba, Petrolândia, Tabira, Tacaratu, Triunfo e Tupanatinga.

“Este ano fizemos a opção de executar uma parte das nossas emendas parlamentares junto à Codevasf, que tem sido parceira no nosso trabalho de fomentar o desenvolvimento do São Francisco. Lideranças dessas doze cidades já se reuniram com o superintendente da Codevasf, Aurivalter Cordeiro, estabelecendo o cronograma, e esses recursos chegarão em breve e já serão utilizados para benefício da população desses municípios”, destacou Fernando Filho.

Por: Assessoria de Imprensa deputado federal Fernando Filho

Terceira etapa dos seminários, “Todos por Pernambuco” inicia nesta quinta; confira os locais

Terceira etapa dos seminários, “Todos por Pernambuco” inicia nesta quinta-feira (5) no Recife. Na sexta-feira (6) estará em Garanhuns e em Caruaru.  Até agora, já foram mais de 15 mil interações feitas presencialmente na cabine digital, na ilha de propostas ou pelo site www.participa.pe.gov.br

Venha fazer parte desse movimento você também! Nos dias 21, 22 e 23 de agosto será a vez dos sertões do São Francisco, do Araripe e Central.

A primeira etapa aconteceu nos sertões do Pajeú, do Moxotó e de Itaparica. Em todos os lugares teve muita gente e uma boa participação.

Alepe homenageia Portugal e Estados Unidos através de iniciativa do deputado Antonio Coelho (DEM)

A Assembleia Legislativa de Pernambuco homenageou, na noite desta segunda-feira (3), Portugal e Estados Unidos com o prêmio País Amigo de Pernambuco. Por iniciativa do deputado Antonio Coelho (DEM), a nação portuguesa foi indicada à honraria e aprovada pela Comissão de Assuntos Internacionais. A indicação americana foi feita pela deputada Fabíola Cabral (PP).  A solenidade foi presidida pelo deputado Eriberto Medeiros (PP),  presidente da Alepe.

“Portugueses e brasileiros são dois povos separados por um oceano, mas unidos pela comunhão de uma língua, de uma religião e de laços sanguíneos. E acima de tudo, compartilhamos um intenso anseio pela liberdade e um forte espírito republicano. Também tivemos as turbulências do século XX, quando os dois países viveram regimes repressivos. Mas a perspectiva do século XXI é muito mais promissora. Hoje temos um espírito de solidariedade entre as nações, Pernambuco em especial, pois há um intercâmbio muito grande tanto de portugueses que vieram para cá, quanto de conterrâneos nossos que decidiram firmar moradia lá, e em ambos os casos há um acolhimento fruto desses laços”, destacou Coelho.

O vice-cônsul de Portugal em Pernambuco, Marco Ferreira de Melo, recebeu a premiação e agradeceu em nome de toda a comunidade portuguesa no Estado. “Nosso país sempre acreditou em Pernambuco e apostou num desenvolvimento comum. Em 1967, fomos o primeiro país a estabelecer uma ligação direta entre Pernambuco e a Europa. Um marco histórico que possibilitou abrir novas portas ao turismo do exterior, bem como facilitar e permitir novos investimentos e parcerias comerciais. Esta honraria nos orgulha e nos traz ainda mais responsabilidade. Mas Pernambuco poderá contando com Portugal, este país irmão de sangue, como parceiro estratégico”, afirmou Ferreira de Melo. O país americano foi representado pelo cônsul John Barret.

Por: Assessor de Imprensa do deputado Antonio Coelho

Lucas Ramos e Vilmar Cappellaro fecham parceria com o governo do Estado para a VinhuvaFest 2019

Na noite desta terça-feira (03) o deputado estadual Lucas Ramos e o prefeito de Lagoa Grande Vilmar Cappellaro, foram recebidos pelo Governador Paulo Câmara para fechar a participação do Estado na 9ª edição da VinhuvaFest, que acontecerá em novembro.” O evento é estratégico para o desenvolvimento econômico do Sertão do São Francisco, ao promover atração de novos investidores, divulgar a qualidade da vitivinicultura da região e impulsionar o Enoturismo,” afirmou Lucas Ramos.

São esperados nos três dias de evento, mais de 120 mil visitantes. Através da VinhuvaFest, Lagoa Grande, capital da uva e do vinho no Nordeste, mostra sua força como centro de produção nacional e polo de inovação no setor.

Por que Miguel é, disparado, o melhor para Petrolina?

Não é segredo para ninguém que as prefeituras das cidades brasileiras amargam problemas imensos para custear e financiar suas obrigações legais. Investimento, às vezes, é apenas um plano de desejo, embora as necessidades surjam indefinidamente.

Em Petrolina é diferente. Enquanto a administração anterior conveniou 149 milhões ao longo dos seus oito anos, Miguel conquistou 159 milhões já no seu segundo ano. Ou seja, em apenas dois anos já se conveniou mais que todos os oito do antigo governo. Em números absolutos 10.107.180,25 (dez milhões, cento e sete mil, cento e oitenta reais e vinte cinco centavos).

Tais números revelam que o jovem prefeito expressa uma capacidade na gestão pública digna de um estadista. Com o apoio do Senador Fernando Bezerra, do Deputado Federal Fernando Filho e do Deputado Estadual Antônio Coelho, Miguel comprova que a população de Petrolina acertou muito em elegê-lo. Sua gestão apresenta marcas que encantam e comprovam que o trabalho comprometido, inteligente e com articulação política consegue entregar os avanços que a população tanto deseja, necessita e merece.

Mesmo com a economia nacional ainda em recuperação, a cidade já comemora a autoestima e a referência de desenvolvimento regional historicamente conquistada. Ao longo de 2019 as conquistas permanecem e mais recursos estão garantidos. Petrolina continuará experimentando um volume extraordinário de empreendimento público. Bem gerida, manterá sua vocação para ser uma ótima cidade para passear, morar e viver com qualidade.

Plínio Amorim
Secretário de Planejamento e Gestão

Bolsonaro define quatro vetos à Lei de Abuso

Opresidente Jair Bolsonaro já concordou em vetar a restrição ao uso de algemas e outros três pontos específicos do projeto de lei de abuso de autoridades, segundo auxiliares que acompanham as discussões no Palácio do Planalto. Estão na lista os trechos que tratam de prisão “em desconformidade com a lei”, de constrangimento a presos e o que pune criminalmente quem desrespeitar prerrogativas de advogados.

A aprovação na Câmara dos Deputados do projeto que endurece punição a juízes, procuradores e policiais, no dia 15 de agosto, provocou uma reação de parlamentares, entidades de classe e até do ministro da Justiça, Sérgio Moro, que pressionam Bolsonaro a vetar trechos do texto. A medida é vista como uma reação do mundo político à Lava Jato, pois dá margem para criminalizar condutas adotadas na operação.

Bolsonaro tem repetido que vai atender a quase todos os pedidos de veto feitos pelo ministro da Justiça. “Moro pediu dez (vetos). Nove já estão garantidos”, disse o presidente nesta segunda-feira, 2, pela manhã, ao sair do Palácio da Alvorada, sem, no entanto, revelar sobre qual veto ainda tem dúvida. Ele tem até a quinta-feira para decidir quais artigos vai tentar derrubar no projeto.

O veto de maior consenso é o que trata do uso de algemas quando o preso não oferece resistência à ação policial, que está previsto no artigo 17.º do texto aprovado na Câmara. O presidente, segundo auxiliares, já decidiu vetar também o artigo 9.º, que prevê punição ao agente público que prender alguém em “desconformidade com hipóteses legais”. Defensores da derrubada deste item argumentam que o projeto não descreve quais parâmetros podem ser considerados como “desconformidade” para sua aplicação, abrindo margem para punir interpretações de magistrados.

Outro artigo em que já há consenso no Planalto para ser alvo de veto, segundo interlocutores do presidente, é o 13.º, que trata do “constrangimento de preso ou detento com violência, grave ameaça ou redução da capacidade de resistência”. O argumento também é a subjetividade, que pode prejudicar o trabalho policial.

Na lista dos possíveis vetos presidenciais também está o artigo 43.º, que prevê punição criminal para a autoridade que desrespeitar prerrogativas de advogados, como poder falar com seu cliente em particular, ser atendido pelo magistrado e ter acesso à íntegra dos processos.

Dúvidas

Estes itens fazem parte da lista de vetos pedidos por Moro. Há pontos, porém, em que ainda não há definição, como o trecho que prevê punição por buscas em residências “mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma ostensiva e desproporcional” – e o que trata sobre prolongamento de tempo de prisões.

É o caso também do artigo 16.º, que estabelece pena de seis meses a dois anos de detenção para a autoridade que deixar de se identificar durante uma prisão. No Planalto, um dos envolvidos na discussão lembrou que essa identificação pode atrapalhar missões específicas de investigadores e expor policiais de grupos de elite.

Moro também propõe a alteração da redação do artigo 20.º, que prevê detenção de 6 meses a 2 anos e multa para quem “impedir, sem justa causa, a entrevista pessoal e reservada do preso com seu advogado”. A sugestão do ministro é que não seja punida a autoridade que fizer essa prática com base em autorização legal ou judicial.

Não está decidido ainda o que o presidente vai anunciar em relação ao artigo 25.º, que trata da obtenção de prova por meio ilícito, já que o artigo incluiu o uso da evidência com prévio conhecimento da ilicitude. Da mesma forma, ainda em fase de discussão estão os artigos 26.º – indução de flagrantes – e o 30.º – sobre investigações sem causa fundamentada ou contra inocente.

O trecho que trata da perda do cargo como resultado da condenação também poderá ser vetado, mas ainda estão sendo analisadas ponderações feitas pelo Ministério da Justiça. Neste caso, o veto não foi pedido por Moro, mas em documento entregue a Bolsonaro pelo líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Produtores do Vale do São Francisco participam de campanha com a bandeira nacional no 7 de setembro

Os produtores agrícolas de Petrolina e região vão comemorar a Independência do Brasil, no próximo dia 7 de setembro, hasteando uma bandeira nacional na porta das propriedades rurais. A iniciativa, que partiu da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, recebeu a adesão do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina a partir do chamamento da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina: “Vamos mostrar para o mundo que o agronegócio brasileiro é unido, que a nossa agricultura é pujante e sustentável”, afirmou.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina, Jailson Lira, a campanha no município já começou com a mobilização dos representantes do agronegócio regional. “A exemplo da nossa ministra, que vem conclamando o setor agropecuário a se unir diante das dificuldades e críticas, temos que ajudar o Ministério para melhorar o ambiente de negócios, reduzir a burocracia e abrir mercados”, ressaltou.

Jailson Lira enfatizou ainda que durante toda a Semana da Pátria os produtores estarão utilizando os meios de comunicação e as redes sociais para divulgação de material alusivo à campanha que traz como marca principal o símbolo máximo de representação da nação perante os outros países. “Vamos fotografar e compartilhar nas mídias sociais nossas equipes e pomares de frutas com as cores da bandeira nacional e mostrar a força do agro brasileiro”, convocou.

Bolsonaro vai passar por nova cirurgia no abdômen

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) submeteu-se à avaliação médica neste domingo (01/09/2019) ao chegar a São Paulo e foi informado de que deverá passar por cirurgia de médio porte para a retirada de uma hérnia que se formou no seu abdômen, local em que levou uma facada em 6 de setembro do ano passado, durante campanha eleitoral.

O chefe do Executivo federal já passou por duas cirurgias na mesma região devido ao ataque em Juiz de Fora (MG).

O presidente postou no Twitter, na manhã deste domingo, uma foto com os médicos que acompanham seu tratamento no Hospital Albert Einstein, na capital paulista: Antônio Luiz de Macedo e Leandro Echenique. “Pelo que tudo indica ‘curtirei’ uns 10 dias de férias com eles brevemente”, escreveu o mandatário do país, sem entrar em detalhes. O filho Carlos respondeu à postagem dizendo “Tudo vai dar certo! Estarei junto!”.

A assessoria de comunicação da Presidência da República confirmou a consulta médica e o diagnóstico, mas não a data da cirurgia. O procedimento deve ocorrer no próximo domingo (08/09/2019).

Bolsonaro saiu de Brasília pela manhã. A avaliação médica ocorreu no próprio aeroporto de Congonhas. Depois, o chefe do Executivo federal foi ao Templo de Salomão, da Igreja Universal, em evento com a presença do bispo Edir Macedo.

Bolsonaro diz que indulto de Natal terá ‘nomes surpreendentes’

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 30, que o próximo indulto de Natal terá “nomes surpreendentes”. Ele voltou a dizer que pretende beneficiar policiais condenados por “pressão da mídia”, mas não quis citar exemplos.

“Tem muito policial no Brasil, civil e militar, que foi condenado por pressão da mídia. E esse pessoal no final do ano, se Deus me permitir e eu estando vivo, vai ser indultado. Nomes surpreendentes, inclusive. Pessoas que honraram a farda, defenderam a vida de terceiros, e foram condenados por pressão da mídia”, afirmou em conversa com jornalistas no Palácio da Alvorada, pela manhã. “A caneta Compactor, não é mais BIC, vai funcionar”, disse.

Na quinta-feira, 29, em transmissão nas redes socais, Bolsonaro afirmou que o próximo indulto de Natal deve beneficiar “colegas policiais que estão presos injustamente” e que espera que o “pessoal” o abasteça com sugestões de nomes.

O indulto é concedido por decreto presidencial para perdoar presos condenados a determinados crimes não violentos. Em 2018, o ex-presidente Michel Temer desistiu de editar o decreto, pois o Supremo Tribunal Federal (STF) não havia julgado validade do decreto assinado no ano anterior, que reduzia as restrições e incluir condenados por corrupção entre os beneficiados. Em maio deste ano o Supremo declarou constitucionalidade do indulto de Temer.