O mercado de planos de saúde para animais de estimação no Brasil é um tema polêmico e em constante debate. Com a crescente popularidade dos pets como membros da família, a demanda por serviços de saúde para animais de estimação tem aumentado significativamente. No entanto, a falta de regularização tem gerado preocupações entre os tutores e os profissionais da área veterinária. Neste artigo, vamos discutir os desafios enfrentados por esse mercado e propor soluções para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos.
Um dos principais problemas enfrentados pelos planos de saúde para pets no Brasil é a falta de transparência na cobertura e nos preços. Muitos tutores (atualmente chamados de responsáveis) se sentem enganados ao descobrir que alguns serviços não estão incluídos na cobertura ou que os preços são mais elevados do que o esperado. Além disso, o repasse para os veterinários é muito pequeno, o que pode levar a uma diminuição da qualidade assistencial oferecida, além do aumento da carga horária e da menor remuneração do profissional médico-veterinário.
Outro ponto importante é a falta de regularização. Ao contrário do mercado de saúde humana, que é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o mercado de saúde para pets não tem uma entidade reguladora específica. Isso significa que as empresas que oferecem planos de saúde para pets não precisam seguir padrões mínimos de qualidade e transparência.
No entanto, é importante destacar que os planos de saúde para pets também têm pontos positivos. Para os pets, o acesso à medicina veterinária é um benefício importante, pois permite que eles recebam cuidados médicos, com ênfase também na medicina preventiva. Para os veterinários, a diminuição da ociosidade nas clínicas e nos hospitais é um ponto positivo, gerando mais receita e previsibilidade de faturamento. Um ponto importante a destacar é que esse aumento de rotina na clínica ou no hospital muitas vezes resulta em um aumento do custo operacional (contratação de recepcionista, veterinário, etc.). É importante que esse cálculo seja feito para avaliar o custo-benefício da diminuição da ociosidade.

Para solucionar os desafios enfrentados pelo mercado de planos de saúde para pets no Brasil, é necessário que haja maior transparência e regularização. As empresas que oferecem planos de saúde devem ser obrigadas a fornecer informações claras e precisas sobre a cobertura, preços, critérios de credenciamento e descredenciamento, entre outros. Além disso, é importante que haja uma entidade reguladora específica que possa estabelecer padrões mínimos de qualidade e transparência.
Por fim, e não menos importante, é fundamental que os veterinários sejam remunerados de forma justa e que os tutores sejam informados sobre os serviços incluídos na cobertura. Com essas medidas, é possível melhorar a qualidade dos serviços oferecidos e aumentar a satisfação dos responsáveis pelos animais de estimação e dos profissionais da área veterinária.
Fabiano de Granville Ponce é médico-veterinário, formado pela Universidade de São Paulo (USP), com MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral (FDC) e Pós-MBA em Oxford (USA). Cofundador da Hovet Pompéia e Diretor Comercial da VetFamily Brasil, comunidade internacional de médicos-veterinários.
Por: Fabiano de Granville Ponce





Durante a atividade, os estudantes participaram de palestras sobre a formação de cáries, orientações sobre escovação correta, aplicação tópica de flúor, além de momentos de descontração com teatro de fantoches, músicas, brincadeiras e desenhos. Ao final da ação, cada criança recebeu um kit de higiene bucal, com produtos da Colgate, para reforçar os cuidados em casa.









Na Saúde, será possível ter acesso a exames de rotina e especializados, consultas com médicos especialistas, aferição de pressão arterial e glicemia, atendimento odontológico, serviços da Farmácia no Interior e o exame de ecocardiograma. Na área do social, a população vai contar com atualização das informações do Cadastro Único inclusão de novos beneficiários. emissão da Identidade Jovem (ID Jovem), emissão da carteirinha de identificação da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA Municipal) e o cartão de prioridade para pessoa com Fibromialgia.