Hospital Dom Malan em Petrolina faz mutirão de mamografia atendendo 40 mulheres por dia

O Hospital Dom Malan (HDM) Ismep em Petrolina,  pertencente à rede estadual de saúde em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, realizou nesta terça-feira (24), mutirão de exames de mamografia na unidade. Quarenta mulheres,  reguladas VIII Gerência Regional de Saúde (GERES), que envolve Petrolina, Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó e Santa Maria da Boa Vista fizeram o exame que é indispensável para a prevenção ao câncer de mama.

A auxiliar de serviços gerais, Maria da Glória Oliveira, de 54 anos, mora em Santa Maria da Boa Vista. “Eu vim fazer a mamografia porque eu já tirei um nódulo no peito, mas infelizmente há quatro anos que eu não fazia esse exame,” contou.

O mutirão da mamografia também foi bom para Maria Edleuza da Silva. A agricultora de 52 anos veio da zona rural de Santa Maria da Boa Vista. “Eu fiz esse exame há uns dois anos. A médica pediu novamente e eu consegui hoje através desse mutirão,” relatou Edileuza.

A recepcionista Nadja Santos, de 41 anos, moradora do Loteamento Recife em Petrolina ficou feliz em conseguir a mamografia. “Eu fiz a consulta no posto de saúde e já estou fazendo o exame hoje. O primeiro que eu fiz foi pago e custou caro. Esse mutirão ajuda muito,” ressaltou.

O Hospital Dom Malan já realizou mutirão de mamografia para as colaboradoras. “Em dois dias de mutirão interno, nós fizemos oitenta exames de mamografia. Esse é o primeiro mutirão aberto à população da VIII Gerência Regional de Saúde, com um equipamento de última geração que a nossa unidade recebeu do Governo do Estado, melhorando muito o auxílio diagnóstico para as mulheres que moram nos municípios da nossa regional de saúde. Um investimento do governo de mais de hum milhão e quatrocentos mil reais em equipamentos aqui para o HDM. Vamos continuar fazendo novos mutirões para zerar a fila de espera por esse exame que é tão importante para a prevenção e saúde feminina, “ frisou a diretora geral do Hospital Dom Malan Ismep, Daniele Moreno.

Mutirão do Ministério da Saúde atende mulheres neste fim de semana

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi

O Ministério da Saúde realiza neste final de semana um mutirão inédito destinado exclusivamente a mulheres. Centenas de hospitais públicos, privados e filantrópicos localizados em todas as regiões do país abrirão as portas neste sábado (21) e domingo (22) para a realização de exames, cirurgias e procedimentos de diversas especialidades programados antecipadamente.

“Trata-se de uma união de esforços para a realização de todos os atendimentos previamente agendados”, informou o ministério em nota.

De acordo com o ministério, ao longo dos dois dias de atendimento, serão ofertados exames essenciais para o diagnóstico precoce de doenças, além de procedimentos como tomografias, ressonâncias magnéticas e ultrassonografias, necessários para a definição de condutas médicas.

Também foram agendadas cirurgias ginecológicas como histerectomia, reconstrução mamária, retirada de tumor no útero e laqueadura; e gerais, como cirurgias de catarata, tratamento cirúrgico de varizes e retirada de hérnia, de vesícula e de tumores na pele.

O público-alvo do mutirão são crianças, adolescentes, jovens, adultas e idosas previamente agendadas pelos gestores de saúde de seus municípios, de acordo com critérios das centrais de regulação.

Integram a lista de instituições mobilizadas para participar do atendimento santas casas e outras instituições filantrópicas; seis hospitais federais; o Instituto Nacional de Cardiologia (INC); o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into); o Instituto Nacional de Câncer (INCA); e 45 hospitais universitários federais de 25 estados.

Segundo a pasta, os locais também vão ofertar a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) 3,8 mil implantes de Implanon, método contraceptivo subdérmico considerado mais vantajoso que os demais em razão de sua alta eficácia e pela duração de três anos.

Transporte gratuito

Ainda segundo a pasta, o mutirão vai ofertar transporte gratuito para que 36 mil pacientes que vivem em localidades mais distantes possam chegar a hospitais e clínicas onde os procedimentos vão ocorrer.

“Viabilizada por uma parceria firmada entre a pasta e o aplicativo de mobilidade urbana 99, a iniciativa conta com 73 mil vouchers de deslocamentos – ida e volta – no valor de até R$ 150”, informou o ministério.

Com uso entre 20 e 23 de março, os cupons terão validade nas 40 cidades para as quais a parceria foi fechada, sendo 21 capitais. Os vouchers serão distribuídos pelas secretarias de saúde locais.

Cada paciente contemplada receberá um código de acesso exclusivo, além de um material explicativo com o passo a passo para instalar o aplicativo da 99, ativar o cupom e utilizá-lo para deslocamento até a unidade de atendimento.

Hospedagem para mulheres indígenas

A pasta informou que organizou também transporte e hospedagem gratuitos nas Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casais) para mulheres indígenas que moram em locais de difícil acesso e longe dos centros urbanos.

Elas serão atendidas por hospitais universitários que ficam perto desses territórios em Boa Vista, Brasília, Goiânia, Manaus, Belém, São Luís, Maceió, Macapá, Cuiabá, Araguaína (TO), Campo Grande (MS) e Dourados (MS).

“Esses hospitais já ofertam atendimento à saúde indígena ao longo do ano, permitindo respostas mais rápidas e qualificadas às demandas de saúde, garantindo atendimento humanizado e resolutivo para essa população.”

Fonte: Agência Brasil

Vice-presidente e diretora de administração e infraestrutura da Ebserh visitam HU-Univasf para acompanhar melhorias estruturais

O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) recebeu, na última terça-feira, 17, a visita técnica do vice-presidente e da diretora de Administração e Finanças da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Daniel Beltrammi e Odete Gialdi, respectivamente. O encontro teve como objetivo central o acompanhamento dos processos hospitalares e de melhorias estruturais, a exemplo da obra de reforma e ampliação do bloco cirúrgico, com vistas ao aprimoramento das condições de atendimento e ambiências para usuários, trabalhadores e estudantes.

A comitiva liderada pelos membros do Colegiado Executivo do HU-Univasf percorreu áreas estratégicas do hospital onde intervenções físicas estão em curso ou planejadas. Beltrammi destacou que a modernização dos espaços físicos é fundamental para a segurança do paciente e a eficiência clínica. “O hospital possui uma responsabilidade enorme com o cuidado, a produção de ciência e o ensino de alta qualidade. Por isso, necessitamos propor soluções que repercutam positivamente no momento atual e também a longo prazo, beneficiando toda a população do Vale do São Francisco”, ressaltou o vice-presidente.

A presença da alta gestão da Ebserh reforça a importância do HU-Univasf como instituição de referência na Macrorregião Interestadual de Saúde (Pernambuco e Bahia). Com o avanço das obras e o refinamento dos fluxos, a expectativa é que o hospital amplie sua capacidade resolutiva, tendo melhorias significativas no giro de leitos, que compreende o fluxo de entrada e saída de pacientes. “Recebermos a visita de membros da equipe da gestão central da Ebserh é importante porque, além da visita propriamente dita, eles têm a oportunidade de conhecer, de permear todos os nossos espaços, de interagir com nossas equipes profissionais, com os nossos pacientes, sentindo o dia a dia da nossa unidade hospitalar, e a partir daí propor ações para melhorarmos ainda mais as atividades do nosso hospital universitário”, explicou o superintendente do HU-Univasf, Julianeli Tolentino.

“Nossa visita possibilitou conhecer o hospital com mais profundidade, ajudando a governança do hospital a desenhar soluções que tragam mais conforto para os pacientes e para as nossas equipes aqui. Parabenizo e ressalto o excelente trabalho que vem sendo desenvolvido e vamos continuar apoiando a produção de mais saúde, ensino e inovação”, pontuou a diretora de Administração e Finanças, Odete Gialdi.

HU-Univasf/Ebserh oferta cerca de 300 exames, consultas e cirurgias no maior mutirão da história do SUS com foco na saúde da mulher

O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), realiza neste sábado (21/03) o “Dia E do programa Ebserh em Ação”. A iniciativa integra um esforço coordenado da estatal em parceria com os ministérios da Educação e da Saúde para a realização simultânea de cirurgias eletivas, consultas, exames e procedimentos terapêuticos nos 45 hospitais universitários federais da Rede Ebserh. Estão previstos mais de 42 mil atendimentos em todo o Brasil, marcando o “Dia E Ebserh em Ação” deste sábado como o maior mutirão da história do SUS com foco na saúde da mulher.
No HU-Univasf, a previsão é receber quase 300 pacientes para a realização de procedimentos cirúrgicos, consultas e exames de diagnóstico por imagem, cujos usuários serão encaminhados, via regulação, pelas secretarias de saúde da rede interestadual. Nesse sentido, o superintendente do HU-Univasf, Julianeli Tolentino, reforça a importância da mobilização para a redução de filas. “Teremos uma atuação robusta na ortopedia, especialidade mais demandada do hospital. Além disso, estamos focados em dar vazão à demanda reprimida de exames diagnósticos, levando também serviços para além dos muros da instituição. Nossas equipes estão preparadas para garantir que cada atendimento resulte em mais saúde e dignidade para os pacientes”, acrescenta.
Ainda de acordo com o gestor, a ação traduz o empenho em promover uma melhor prestação de serviços aos usuários do SUS. “Essa iniciativa representa um esforço concentrado do HU-Univasf para ampliar o acesso da população a serviços especializados e reduzir o tempo de espera em áreas críticas. Nossa expectativa é de um impacto positivo imediato na rede de saúde do Vale do São Francisco”, afirma.
Além das atividades no hospital universitário e na Policlínica da Univasf, o mutirão “Dia E – Ebserh em Ação” contará com uma ação alusiva ao Dia Mundial do Rim, celebrado em março. Haverá estandes de atendimento ao público no River Shopping, das 10h às 14h (área externa, na entrada da Farmácia Drogasil). A iniciativa é realizada em parceria com a Sociedade Brasileira de Nefrologia. Na ocasião, os interessados poderão aferir a pressão arterial, realizar testes de creatinina e glicemia, além de receber orientações nutricionais voltadas à saúde da mulher.
Dia E – Ebserh em Ação
 
O Dia “E” faz parte do programa Ebserh em Ação, uma iniciativa da Ebserh em parceria com os ministérios da Educação e da Saúde. Trata-se de uma ação estratégica com o objetivo de ampliar o acesso da população brasileira a cirurgias eletivas e procedimentos diagnósticos e terapêuticos em todo o país. Alinhado ao programa Agora Tem Especialistas, lançado pelo presidente Lula com o Ministério da Saúde, o projeto contribui diretamente para a redução das filas e do tempo de espera no Sistema Único de Saúde (SUS).
Em 2025 foram três edições nacionais que realizaram quase 100 mil atendimentos no país, visando reduzir o tempo de espera da população por procedimentos assistenciais no SUS. Em 2026, o programa segue em todo o Brasil. Os 45 hospitais da Rede Ebserh estarão, ao mesmo tempo, realizando cirurgias eletivas, consultas, exames e demais procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Todas as ações envolvem residentes e graduandos, investindo em uma formação voltada a um cuidado qualificado e conectado com as necessidades da população.

Ministério abre 310 vagas de especialização em enfermagem neonatal

Foto: Ingrid Anne/Prefeitura de Manaus

O Ministério da Saúde lançou edital com 310 vagas para a Especialização em Enfermagem Neonatal, voltada a profissionais que atuam em unidades neonatais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento previsto é de R$ 2,6 milhões.As inscrições ocorrem de 16 de março a 6 de abril, por meio da plataforma SIGA-LS. A iniciativa prioriza profissionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde há maior carência desse tipo de especialização.

Objetivo

Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa busca ampliar a qualificação da força de trabalho no SUS e melhorar o atendimento a mulheres e recém-nascidos.

“Nosso objetivo é fortalecer e valorizar a enfermagem no âmbito do SUS, além de qualificar a oferta dos serviços. Ao atacar desigualdades históricas, fortalecemos a resolutividade nas redes regionais”, afirmou em nota o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço.

A ampliação do número de especialistas em enfermagem neonatal busca melhorar o atendimento aos recém-nascidos no SUS. Entre os benefícios esperados estão identificação precoce de riscos, manejo clínico adequado e intervenções seguras, o que pode contribuir para a redução de óbitos evitáveis.

Formação

O curso será executado pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz.

Com duração de 14 meses, a especialização integra o Programa Agora Tem Especialistas e pode aumentar em mais de 30% o número de enfermeiros neonatais que atuam no SUS.

Distribuição

Das 310 vagas ofertadas:

  • 206 são destinadas a capitais (66%);
  • 104 a municípios do interior (34%).

A distribuição regional prevê:

  • 56 vagas no Centro-Oeste;
  • 182 vagas no Nordeste;
  • 72 vagas no Norte.

Os profissionais selecionados atuarão em 64 hospitais distribuídos em 36 municípios. O edital também reserva 172 vagas para ações afirmativas.

Saúde feminina

A formação faz parte de um conjunto de ações do Ministério da Saúde voltadas ao fortalecimento da assistência obstétrica e neonatal.

Em 2025, a pasta destinou R$ 17 milhões para a Especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne.

O curso reúne 760 profissionais de enfermagem, em parceria com 38 instituições de ensino.

A iniciativa é executada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com apoio da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras, e prioriza profissionais que atuam em regiões interiorizadas e na Amazônia Legal, com foco na ampliação do acesso à formação especializada.

Fonte: Agência Brasil

Março Lilás reforça prevenção ao câncer do colo do útero e destaca importância do diagnóstico precoce 

O mês de março é marcado pela campanha Março Lilás, dedicada à conscientização e prevenção do câncer do colo do útero, um dos tipos de câncer mais incidentes (3º câncer mais comum) e a 4ª causa de morte por câncer entre mulheres no Brasil. A mobilização ganhou força no país a partir da década de 2010, ampliando ações educativas e reforçando a importância do diagnóstico precoce e da vacinação contra o HPV.

O câncer do colo do útero está diretamente relacionado à infecção persistente pelo HPV, Papilomavírus Humano, vírus sexualmente transmissível bastante comum. Ele possui mais de 200 tipos e, embora muitos não causem câncer, dois deles, os tipos 16 e 18, são responsáveis por cerca de 70% dos casos da doença no país, segundo estudo do Governo Federal, o que reforça o papel da vacinação como estratégia central de prevenção.

De acordo com Marcel Hisano, médico ginecologista e docente IDOMED, Instituto de Educação Médica, a prevenção é simples e altamente eficaz quando feita de forma regular. “Estamos falando de um câncer que pode ser evitado através de vacina e que tem grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente. O exame preventivo é uma ferramenta fundamental nesse processo”, destaca.

Quando é preciso começar a se preocupar? 

A recomendação do Ministério da Saúde é que mulheres entre 25 e 64 anos, que já tenham iniciado a vida sexual, realizem o exame preventivo, conhecido como Papanicolau. Após dois exames anuais consecutivos com resultado normal, o intervalo pode passar a ser de três em três anos, conforme orientação médica. Em 2024 a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) aprovou a incorporação do teste de HPV-DNA ao SUS, exame este que consegue detectar a presença do vírus na paciente possibilitando um cuidado mais direcionado nas portadoras deste agente e de uma frequência menor de coleta de exames para as pacientes com resultado negativo.

A vacinação contra o HPV é indicada prioritariamente para meninas e meninos entre 9 e 14 anos, antes do início da vida sexual, fase em que a resposta imunológica é mais eficaz e que há menor probabilidade de ter entrado em contato com o vírus. Adultos também podem se vacinar, mediante avaliação profissional.

Formas de prevenção 

Entre as principais medidas preventivas estão: Vacinação contra o HPV; Realização periódica do exame Papanicolau; Uso de preservativo nas relações sexuais; Acompanhamento ginecológico regular.

Além disso, manter hábitos de vida saudáveis e não abandonar consultas de rotina contribui para o cuidado integral com a saúde da mulher.

Para Dr. Marcel, a informação ainda é a principal aliada no enfrentamento da doença. “Muitas mulheres procuram atendimento apenas quando surgem sintomas, mas o câncer do colo do útero pode levar anos para apresentar sinais. Por isso, o acompanhamento regular é essencial”, reforça.

O medo também precisa ser enfrentado 

Embora as orientações médicas sejam amplamente divulgadas, aspectos emocionais ainda representam um obstáculo significativo para muitas mulheres. Vergonha, insegurança, ansiedade e o receio de um possível diagnóstico positivo fazem com que o exame preventivo seja adiado ou até evitado.

Para Andresa Souza, professora de Psicologia da Estácio, esse comportamento está diretamente ligado à forma como lidamos com situações que envolvem incerteza e vulnerabilidade. “Quando o medo se instala, é comum que a pessoa adote estratégias de esquiva, acreditando que, ao não realizar o exame, estará afastando o problema. Psicologicamente, isso funciona como um alívio momentâneo, mas pode trazer consequências mais graves a longo prazo”, explica.

Segundo a docente, enfrentar o medo é parte fundamental do cuidado com a saúde. “Buscar informação confiável, conversar com profissionais de saúde e compreender que o exame preventivo é uma atitude de responsabilidade consigo mesma ajudam a reduzir a ansiedade. O autocuidado não deve ser associado à culpa ou punição, mas à proteção e ao amor-próprio”, afirma.

Ela destaca ainda que campanhas como o Março Lilás também têm um papel emocional importante. “Quando o tema é tratado de forma aberta e acolhedora, diminuímos o estigma e fortalecemos a coragem para que mais mulheres priorizem sua saúde”, conclui.

Governadora Raquel Lyra entrega requalificação da UTI Pediátrica do Hospital Barão de Lucena, no Recife

Após a entrega da Sala Vermelha e dos 6º e 8º andares do Hospital da Restauração (HR), a governadora Raquel Lyra inaugurou mais uma requalificação no Hospital Barão de Lucena (HBL), no Recife, nesta quarta-feira (11). A gestora entregou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica da unidade de saúde. O espaço passou por recuperações que possibilitam um melhor atendimento às crianças assistidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Por muito tempo, esse hospital que cuida de gerações não passou por requalificações estruturadoras. Agora, estamos trazendo investimentos na compra de máquinas, de equipamentos novos e poltronas para os acompanhantes, a renovação da parte elétrica, hidráulica, o piso, o forro, o teto, as iluminações. A gente trata da saúde pública com investimento e com cuidado”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.

A UTI fica situada no 3º andar do HBL, e conta com novos oito leitos destinados a pacientes pediátricos em estado crítico. A intervenção incluiu adequações na estrutura física e modernização das instalações, conforme as normas técnicas e sanitárias vigentes, como detalha a secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti.

“O Barão de Lucena é um hospital de referência em alta complexidade pediátrica, amparando todo o Estado, então é mais uma entrega muito importante para reforçar o atendimento às nossas crianças. Esta é a terceira vez que a governadora Raquel Lyra vem ao HBL para entregar UTIs pediátricas, reforçando a preocupação da gestão com a saúde em todas as idades”, ressaltou a secretária.

As melhorias implementadas também contemplaram os espaços assistenciais, disponibilizando poltronas para acompanhantes, garantindo melhores condições de trabalho às equipes e mais conforto às famílias. 

Para o deputado estadual Antônio Moraes, a gestão tem feito ações importantes para a saúde. “Esse é um governo que se preocupa com todas as áreas, mas a saúde tem sido uma prioridade ainda maior. Hoje pude acompanhar a entrega de dois andares no Hospital da Restauração, e agora mais essa ala no Barão de Lucena”, pontuou.

A atual gestão está investindo aproximadamente R$ 90 milhões no HBL. Já foram entregues pelo governo, por exemplo, a requalificação da UTI Neonatal e novos elevadores, e está em andamento um processo de reforma na fachada e outros ambientes.

Fotos: Yacy Ribeiro/Secom

Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.

Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo).

O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.

Fonte: Agência Brasil

HU-Univasf realiza mutirão de cirurgias e consultas ortopédicas para reduzir filas do SUS

Na última sexta-feira (06/03), o Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), promoveu um mutirão de cirurgias e consultas em ortopedia geral, com o objetivo de reduzir as filas de atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os procedimentos tiveram como foco atender o público idoso vítima de quedas e com indicação de diferentes intervenções cirúrgicas, como as de quadril e tíbia, totalizando 9 operações. Já as consultas médicas com ortopedista geral (mãos, joelhos, ombros, entre outros) ocorreram na Policlínica da Univasf e atenderam 152 pessoas. Todos os atendimentos foram destinados a pacientes do próprio hospital, em um esforço do HU-Univasf para diminuir a fila por procedimentos e consultas.

Ao todo, além das equipes regulares, a iniciativa contou com o reforço de 12 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e técnicos em radiologia, formando duas equipes extras para os atendimentos.

Leonel Batista, chefe do Setor do Paciente Crítico, reforça a importância do mutirão para mitigar a superlotação no HU-Univasf. “Nosso objetivo é alcançar os pacientes que estão em leitos extras. Com isso, a ação buscou ampliar os turnos cirúrgicos para elevar a taxa de produção, o que impacta na taxa de ocupação. Nosso dever é prestar assistência e garantir que esses pacientes voltem para suas residências com melhores condições de saúde”, afirmou.

Vigilância Sanitária de Petrolina alerta sobre riscos à saúde ao usar canetas emagrecedoras falsificadas

A Agência Municipal de Vigilância Sanitária de Petrolina alerta a população sobre os riscos causados pelo uso das chamadas “canetas emagrecedoras”, medicamentos injetáveis indicados originalmente para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. O alerta ocorre diante do aumento da oferta de produtos falsificados ou sem registro sanitário, principalmente em redes sociais e canais informais de venda.

As canetas contêm substâncias como semaglutida e tirzepatida, e atuam no controle do apetite e da glicemia. Apesar dos benefícios terapêuticos comprovados quando prescritas e acompanhadas por profissionais de saúde, o uso indiscriminado ou a aquisição fora das farmácias autorizadas pode trazer sérios prejuízos à saúde. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), medicamentos sem registro não passam por avaliação de qualidade, segurança e eficácia. Isso significa que produtos falsificados podem apresentar composição desconhecida, dosagem inadequada ou até substâncias contaminantes.

Entre os riscos à saúde, a aplicação desses medicamentos sem controle sanitário *pode gerar* náuseas intensas, vômitos, diarreia, desidratação e complicações mais graves, como pancreatite aguda. Há ainda o perigo de interações medicamentosas e agravamento de doenças pré-existentes quando o uso ocorre sem acompanhamento médico. A legislação sanitária brasileira determina que todo medicamento comercializado no país deve possuir registro na ANVISA.

A Vigilância Sanitária reforça que as canetas emagrecedoras regularizadas só podem ser vendidas com prescrição médica, geralmente com retenção de receita, garantindo maior controle e rastreabilidade. A comercialização sem autorização, assim como a importação e a propaganda irregular, configura infração sanitária e pode resultar em multas, apreensão dos produtos e responsabilização criminal.

A população deve ficar alerta as promessas de emagrecimento rápido, preços muito abaixo do mercado e vendas realizadas exclusivamente pela internet. As denúnicas podem ser feitas pelo telefone (87) 98844-2540, Vigilância Sanitária. Ao iniciar qualquer tratamento para perda de peso, é indispensável a orientação médica.