Vigilância Sanitária interdita restaurante em Petrolina

Na manhã desta segunda-feira (11) a Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS) interditou um restaurante, após receber denúncias. A equipe foi até o local e identificou uma série de imprudências que estavam sendo praticadas. O espaço não possuía os alvarás do Corpo de Bombeiros e Sanitário, não apresentou certificado de dedetização, os alimentos estavam sem o acondicionamento necessário e vários insetos foram encontrados na cozinha.

O espaço foi interditado e só pode ser reaberto após cumprir todas as exigências necessárias. O proprietário do estabelecimento precisará ir até a Vigilância Sanitárias para que as medidas sejam tomadas. Para o diretor-presidente da AMVS, Marcelo Gama, a participação da população em ações desse tipo é fundamental. “Nós precisamos contar com a ajuda de todos. Foi possível identificar e interditar o local graças a colaboração e denúncia da população. Vamos seguir trabalhando de forma conjunta para que o município siga avançando”, afirma Marcelo Gama.

As denúncias podem ser feitas através da Ouvidoria Municipal, 156. A Vigilância Sanitária está localizada na rua das Camélias, bairro Areia Branca, e funciona das 7h às 13h.

Sobe para 142 o número de casos de varíola dos macacos

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Os órgãos sanitários brasileiros confirmaram 36 novos casos de varíola dos macacos (monkeypox) nas últimas horas. No total, já foram registrados 142 casos da doença viral causada pelo vírus hMPXV (sigla para Human Monkeypox Vírus).

Segundo o Ministério da Saúde, a maioria (98) dos casos foi confirmada no estado de São Paulo. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 28 ocorrências da doença, Minas Gerais (oito), Ceará (duas), Paraná (duas), Rio Grande do Sul (duas), Distrito Federal (uma) e Rio Grande do Norte (uma).

Em nota divulgada à imprensa na manhã de hoje (7), a pasta reafirma que está em contato direto com as secretarias de Saúde estaduais, monitorando os casos e rastreando as pessoas com quem os pacientes tiveram contato.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), tradicionalmente, a varíola dos macacos é transmitida principalmente por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões na pele ou mucosas de animais infectados. A transmissão secundária ou de pessoa a pessoa pode acontecer por contato próximo com secreções infectadas das vias respiratórias ou lesões na pele de uma pessoa infectada, ou com objetos contaminados recentemente com fluidos do paciente ou materiais da lesão. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias. Não há evidência de que o vírus seja transmitido por via sexual.

Tratamento

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões, de acordo com a Opas. O maior risco de agravamento ocorre, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

Edição: Maria Claudia – Agência Brasil

Dia do Cooperativismo é comemorado em Petrolina com doação para o Hospital Dom Tomás

O sétimo princípio do cooperativismo, que é a preocupação com a comunidade e o bem estar social, foi evidenciado em Petrolina – PE, no último sábado (02), com a doação de 12 ar-condicionados para o Dom Tomás (HDT), hospital de referência no tratamento de câncer no Vale do São Francisco. A ação, promovida por cooperativas regionais dos segmentos de saúde, agrícola e de crédito, marcou as comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo.

De acordo com o diretor executivo do Sicredi Vale do São Francisco, Albérico Pena, a doação, que totaliza R$ 30 mil, será destinada aos leitos que farão parte da nova área de expansão do hospital. “Fortalecer o trabalho desta entidade que auxilia a população em vulnerabilidade social faz parte dos princípios cooperativistas e do propósito que norteia o Sicredi Vale do São Francisco”, ressaltou.

O presidente da Unimed Vale do São Francisco, Francisco Otaviano, também destacou a importância do Dom Tomás, enfatizando a necessidade da participação e apoio de toda a comunidade para o bom andamento dos trabalhos no hospital. “Acompanhamos de perto os esforços realizados pela equipe de saúde do HDT para oferecer assistência humanizada e integral aos pacientes com câncer e seus familiares. E, a cada dia, vibramos com as conquistas a exemplo da realização crescente de procedimentos em oncologia”, concluiu.

Alem do Sicredi e da Unimed Vale do São Francisco, participaram também da doação, as cooperativas Coopexvale, Copexfruit, Cerpel, Valexfruit, Coana e Sicredi Pernambucred. Segundo o diretor técnico-médico do hospital, Alan Ribeiro, a contribuição e o apoio das cooperativas é um estímulo para que a instituição continue atendendo mensalmente, a 1.500 pacientes em tratamento contra o câncer de 60 municípios do entorno de Petrolina, incluindo o norte da Bahia. São, ao todo, dois milhões de pessoas beneficiadas pela unidade, que é o principal hospital oncológico do Vale do São Francisco.

Celebrado sempre no primeiro sábado do mês de julho, a comemoração pelo Dia Internacional do Cooperativismo, em Petrolina, contou ainda com dinâmicas de grupo e oficinas sobre cooperativismo e solidariedade realizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco (Sescoop/PE). A entidade, que integra o Sistema S, é parceira das cooperativas no âmbito de iniciativas nas áreas de promoção social, formação profissional e monitoramento. O município, que fica no Sertão do São Francisco, representou, pela primeira vez, o estado de Pernambuco na campanha nacional Dia de Cooperar (Dia C). Considerado o maior movimento de voluntariado cooperativista do Brasil, o Dia C beneficiou mais de 5 milhões de pessoas, somente em 2021. Só em Pernambuco foram mais de 15 mil beneficiários com 20 ações realizadas pelas cooperativas pernambucanas.

Clas Comunicação e Marketing

Total de casos de varíola dos macacos no Brasil sobe para 37

O número de casos de varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil chega a 37, segundo informações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. A secretaria confirmou ontem o sexto caso no estado. Agora, são cinco ocorrências na capital e uma na cidade de Maricá, no Grande Rio.

Já Minas Gerais confirmou o seu primeiro caso, um homem com 33 anos, que esteve na Europa no período entre 11 e 26 deste mês. Segundo a Secretaria de Saúde mineira, trata-se de um caso importado.

“O paciente está estável, em isolamento domiciliar. Os contactantes estão sendo monitorados e, até o momento, não houve identificação de caso secundário”, informa a nota.

Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo tem 28 casos confirmados. Somando-se os dois registros do Rio Grande do Sul e os do Rio, o Brasil chega a 37 casos.

Saiba o que é e como tratar a Esclerose Múltipla, a doença que ficou conhecida após acometer alguns famosos

Após o recente relato da atriz Guta Stresser – que participou da série “A Grande Família” por muito tempo na televisão – sobre seu quadro de saúde, a doença esclerose múltipla passou a ser um dos temas mais comentados nas redes sociais. Além dela, as também atrizes Claudia Rodrigues, Ana Beatriz Nogueira, Selma Blair e Christina Applegate são portadoras da mesma patologia. Para auxiliar a compreensão do assunto, o Dr. Silvio Pessanha Neto – neurologista/neurofisiologista e diretor executivo nacional do IDOMED (Instituto de Educação Médica) – informa que a Esclerose Múltipla é uma doença neurológica caracterizada por um processo inflamatório onde o sistema imunológico passa a não reconhecer estruturas do sistema nervoso como próprias e passa a agredi-las. O principal foco deste ataque imunológico é uma célula responsável pela produção de uma “capa protetora” dos prolongamentos dos nossos neurônios, equivalentes a “fios elétricos”, comprometendo as suas funções. As áreas mais afetadas são o cérebro e a medula espinhal. Por esse motivo, os sintomas mais comuns estão associados a anormalidades na visão e movimento dos olhos, dormências, fraqueza, rigidez muscular, disfunção urinária e sintomas cognitivos leves.

“Não há um agente causador reconhecido, sendo classificado como uma doença sem uma causa específica, mas existem fatores que aumentam o risco de desenvolvimento e gravidade da doença. Ter sofrido infecções virais severas; concentrações insuficientes de vitamina D por baixo grau de exposição a luz solar e ser tabagista, estão entre os principais fatores. Trata-se de uma condição mais comum nas mulheres, com idade de início variando de 15 a 60 anos, tipicamente de 20 a 40 anos, e costuma evoluir com surtos e remissões, ou seja, momentos de “crise” e outros sem ou com poucos sintomas. Em um grupo menor de pessoas, a condição pode já começar evoluindo com muitas sequelas ou passar para esse estágio progressivo no decorrer dos anos, principalmente se o paciente não estiver corretamente diagnosticado, acompanhado e medicado”, comenta Dr. Silvio Pessanha Neto.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, e Federação Internacional de Esclerose Múltipla, no Brasil aproximadamente 40 mil pacientes têm o diagnóstico de esclerose múltipla. Para adequada realização do diagnóstico, ao surgimento de qualquer um dos sintomas descritos anteriormente, o paciente precisa procurar um neurologista a realização de um exame físico neurológico minucioso, para descartar outras causas e solicitar exames complementares, caso necessário. O diagnóstico definitivo se baseia em resultados dos exames de ressonância magnética do crânio e da coluna, além do exame do liquor, que é o líquido que protege a medula espinhal e é coletado na região lombar.

Vale destacar que a maior incidência da Esclerose Múltipla em certas famílias e a presença de genes a ela relacionados, sugerem uma condição cuja predisposição ou suscetibilidade genética esteja presente. Como se trata de uma condição que não tem cura ou uma forma clara de prevenção, é muito importante observarmos e estabelecermos alguns cuidados para garantir que os pacientes tenham uma melhor qualidade de vida por mais tempo. A ciência mostrou que os mais importantes pilares neste sentido são a alimentação saudável e a realização de atividade física regular, além, obviamente, do diagnóstico precoce e de um acompanhamento neurológico contínuo e qualificado, buscando retardar as eventuais sequelas causadas pela doença.

Por Dr. Silvio Pessanha Neto, neurologista/neurofisiologista e diretor executivo nacional do IDOMED

Período Chuvoso: Prefeitura de Petrolina orienta sobre cuidados com a dengue

A Prefeitura de Petrolina faz um alerta para a população nesse período chuvoso, já que o ambiente fica propício para a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A secretaria de Saúde orienta que a população faça uma vistorias nos quintais afim de eliminar qualquer recipiente que possa acumular água.

“Nesse mês de junho, um mês que é marcado pelas chuvas intermitentes, a gente reforça o pedido de colaboração da população para que redobre os cuidados, uma vez que estudos apontam que 80% dos casos estão dentro das próprias residências”, destaca o diretor da Vigilância Epidemiológica, Acácio Andrade.

As medidas para o controle do mosquito transmissor das doenças devem ser permanentes, entre elas estão: manter recipientes fechados com tampas; as garrafas devem ser armazenadas com a boca para baixo; pneus e caixas d’água devem ser mantidos sempre cobertos; evitar o acúmulo de lixo; e trocar a água dos vasos de planta. Além disso, também é necessário ter atenção aos ralos domésticos, ambientes com água limpa e propícias a proliferação do mosquito.

Brasil registra terceiro caso de varíola dos macacos

O Brasil tem mais um caso de varíola dos macacos diagnosticada. Na noite desse domingo (12), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul notificou uma ocorrência de “caso importado” da doença.

O diagnóstico foi confirmado laboratorialmente, no domingo, pelo Instituto Adolf Lutz de São Paulo. Trata-se de um paciente residente em Porto Alegre, do sexo masculino, 51 anos, que viajou para Portugal, com retorno ao Brasil no dia 10 deste mês.

“O paciente está em isolamento domiciliar, junto com os seus contatos, apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas secretarias de Saúde do estado e do município”, diz nota divulgada pelo Ministério da Saúde.

O ministério acrescenta que “todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox [varíola dos macacos, em inglês], com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.

Casos no país

De acordo com o ministério, no momento, o Brasil registra três casos confirmados, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação seis casos suspeitos. Todos seguem isolados e em monitoramento.

Edição: Kelly Oliveira – Agência Brasil

Petrolina ganha nova clínica para tratamento de dependentes químicos

Com experiência de mais de 10 anos atuando no tratamento clínico hospitalar de pessoas com dependência química, o Grupo Elo chega à Petrolina.

Trazendo a expertise da equipe de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, o grupo trabalha de forma multidisciplinar, com profissionais que conhecem bem os transtornos da dependência química e suas consequências para o paciente e para os familiares. Médico clínico geral, psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, terapeuta ocupacional, médico clínico geral, fisioterapeuta e nutricionista, que oferecem tratamento humanizado, buscando o bem estar do paciente que busca uma mudança de vida sem o uso de drogas.

“Sendo a primeira clínica hospitalar para o tratamento de dependentes e drogas psicoativas aqui na região, com certeza trará muitos benefícios tanto para os pacientes quanto para os familiares. Vai proporcionar a ressocialização dessas pessoas porque nós vamos estar perto, acompanhando a evolução do tratamento,” destacou o sócio proprietário da Clínica Elo Petrolina, Antonio Habib.

Elo Petrolina

A Clínica Hospital Elo está abrigada numa área de dois hectares e meio, aproximadamente 25 mil metros quadrados, às margens do Rio São Francisco em Petrolina. A chácara, cercada de verde, oferece infraestrutura diferenciada.
Com 600 metros quadrados de área construída, a clínica tem capacidade para receber 37 pacientes. São dois consultórios, recepção, administração, escritório, salão polivalente para cinema e eventos, piscina, área verde de jardim quadra poliesportiva.

A Elo de Petrolina funciona na Clínica Vida Serena, na Rodovia Centro Pedrinhas –Condomínio Recanto das Águas, Chácara Vida Serena, 620.O espaço fica aberto 24 horas de domingo a domingo.

Assessoria de Comunicação

Psicologia: ferramenta indispensável no tratamento da dependência química

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a dependência química como um estado psíquico e, às vezes, físico, decorrente do consumo de substâncias psicoativaspor um indivíduo. O uso, pode resultar em mudanças comportamentais e outras reações que levam à necessidade de consumo cada vez mais frequente. A Associação Americana de Psiquiatria reza em seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), que caracteriza a dependência química como um padrão mal adaptativo do consumo de substâncias, o que leva a algumdano clínico importante e que é acompanhado por elementos.

Consequências

A dependência química pode causar depressão, pois as drogas interagem diretamentecom o sistema nervoso central e, ao longo do tempo, podem provocar um desequilíbrio químico grave. Além disso, também há a dependência emocional da droga, vista algumas vezes pelo usuário como sua ‘salvação’. Os dependentes químicos têm “tolerância”. Para entender, eles acostumam à mudançano humor de usar drogas. Por causa da tolerância e do aumento da raiva esofrimento, usam drogas com frequência e de forma perigosa nesta fase dedesenvolvimento da doença.

A psicologia no tratamento

Por exigir muito dos outros e de si mesmo, a psicoterapia é uma ferramenta importante no tratamento da dependência química. O dependente acumula sentimentos negativos e muita ansiedade. A Síndrome de Abstinência quando ficasem a droga, produz frustração, aflição e sem a compreensão desses sentimentos, recorrer ao uso de drogas é o mais comum.“A contribuição da Psicologia no tratamento da Dependência Química visa possibilitar o equilíbrio biopsicossocial do paciente, objetivando ofortalecimento emocional, a compreensão e ressignificação de conflitos internose familiares, controlar níveis de ansiedade e melhor se encaminhar diante dasexpectativas do futuro. Elaborar seus sentimentos advindos do passado, quepodem influenciar o tratamento tanto a nível positivo, quanto negativo. É importante para a promoção das relações interpessoais e coletivas saudáveis, buscando o desenvolvimento de uma boa comunicação, um comportamento cordial,amigável e respeitável”, a explica a psicóloga do Grupo Elo Clínica Hospitalar, Elisangela Santos.

Na terapia, individual ou coletiva, o relevante é o fortalecimento dos vínculoscom a rede social que circula o paciente, de forma que este possa considerar ossentimentos dos outros e, também, validar os próprios. “Exercitar o pedidode ajuda, e ofertá-lo também, busca compartilhar as dificuldades, em meio aogrande grupo, e sempre que estiver desmotivado recorrer a ferramentas internas,como mecanismo de defesa e não mais utilizar as substâncias químicas como formade fuga da realidade ou para anestesiar seus sentimentos,” finaliza Elisangela.

Grupo Elo Clínica Hospitalar

A Clínica Hospitalar Elo tem o profissional de psicologia como parte da equipemultidisciplinar. Elo tem ampla experiência no tratamento de pessoas com dependência química.

O Grupo Elo está com uma nova clínica em Petrolina, trazendo a expertise daatuação no município de Gravatá, no Agreste de Pernambuco. O espaço é umachácara com infraestrutura de hospedagem, consultório, enfermaria, piscina,quadra de esporte de areia, num ambiente acolhedor e cercado de muito verde.A Elo de Petrolina funciona na Clínica Vida Serena, na Rodovia Centro Pedrinhas –Condomínio Recanto das Águas, Chácara Vida serena, 620.O espaço fica aberto 24 horas de domingo a domingo.

 Assessoria de Comunicação

Pacientes em tratamento do câncer recebem atendimento especializado em Petrolina (PE)

Quem luta contra o câncer na região do Vale do Submédio São Francisco passou a contar com o tratamento em um ambulatório específico de Cuidados Paliativos, que é ofertado no Hospital Dom Tomás (HDT), em Perolina, no Estado de Pernambuco. O Cuidado Paliativo é reconhecido como uma forma inovadora de assistência à saúde e ganhou, nas últimas décadas, espaço no Brasil.

O atendimento diferencia-se, fundamentalmente, da medicina curativa por focar no cuidado integral, através da prevenção e do controle de sintomas para todos os pacientes que tratam doenças graves.

O HDT é referência no tratamento do câncer na região e atende pacientes de municípios que integram a Rede PEBA, sigla que faz referência aos dois estados vizinhos, Pernambuco e Bahia. Atualmente, apenas pacientes atendidos no HDT passam pelos cuidados do ambulatório de Cuidados Paliativos. São pacientes diagnosticados, na maioria dos casos, tardiamente, que apresentam poucas chances de cura. No local, eles recebem um atendimento diferenciado, realizado por uma equipe multidisciplinar. 

O ambulatório, que funciona nas terças e sextas-feiras, é coordenado pelo médico Welberton Dias, especialista em Cuidados Paliativos e professor do curso de Medicina do IDOMED – Juazeiro, e conta com o apoio dos estudantes no atendimento aos pacientes. “A implantação do ambulatório no segundo semestre de 2021 trouxe mais conforto e uma atenção ainda maior para os pacientes que tanto precisam. Proporcionar aos nossos alunos de medicina esse contato, é ensinar na prática a importância do atendimento humanizado”, afirma o professor Welberton Dias.

Além do aprendizado no ambulatório, os estudantes também acompanham a área de cirurgia oncológica no hospital, acompanhados da médica e docente do IDOMED, Sandra Lodi. “Por meio da experiência de acompanhar as consultas e cirurgias de pacientes com patologias oncológicas, passíveis de tratamento cirúrgico, é possível dar a base que os alunos precisam aprender sobre o tratamento multiprofissional do paciente cirúrgico e com câncer”, completa a professora Sandra Lodi.