Além de proteger bens, serviços e instalações, uma das atribuições da Guarda Municipal de Petrolina é realizar o patrulhamento preventivo na cidade. Presente em todas as regiões do município com rondas e efetivo nos prédios e espaços públicos, a Guarda Civil Municipal (GCM) também atua com grupamentos especializados: a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), Patrulhas da Mulher, Ambiental e Escolar.
De acordo com o secretário executivo de Segurança Pública, Marcondes Inácio, o patrulhamento tem acontecido 24h por dia em várias áreas da cidade. “Estamos atuando de forma efetiva e coibindo algumas irregularidades tanto na área central, como também nos bairros de Petrolina. A meta do prefeito Simão Durando é que nossa cidade continue sendo o melhor lugar para se viver no Nordeste e com tranquilidade e segurança”, frisou Marcondes.
O secretário explica ainda que a criação dos grupamentos foi motivada pela necessidade de ter guardas municipais para atender as demandas mais específicas. Para ele, a atuação dos grupamentos agem de forma mais inteligente e planejada para identificar e resolver os problemas. “A GCM identificou na época que para determinados assuntos era necessário ter um grupamento mais específico e com isso, temos uma resposta mais rápida e positiva”, pontuou Marcondes.
Denúncias
A população pode acionar a Secretaria Executiva de Segurança Pública através da Central de Atendimentos no telefone 153.







Paulo Câmara destacou o histórico da PMPE, que atua há quase 200 anos em favor da população. “A Polícia Militar é uma instituição secular, que agora conta com mais um reforço de novos profissionais. A responsabilidade é de continuar trabalhando em favor do cidadão, em favor de um futuro de paz para o nosso Estado”, pontuou.
Os novos praças cumpriram 1.074 horas-aula em 46 disciplinas curriculares. Os primeiros colocados foram os soldados Maria Iara de Morais Rosendo, Érica Priscila Carneiro Ouriques Vasconcelos e João Rodrigo Farias. A partir de agora, eles passarão pelo estágio prático e, em seguida, serão distribuídos às suas respectivas unidades operacionais.

De acordo com o diretor-presidente da Agência Municipal de Vigilância Sanitária, Marcelo Gama, os estabelecimentos interditados apresentavam sérias irregularidades. “Os fiscais constataram que a cozinha não estava de acordo com as normas da vigilância sanitária. Os responsáveis tem um prazo para fazer a regularização. O funcionamento só voltará após nova visita da fiscalização, até que seja constatada a regularidade do estabelecimento”, explicou Marcelo.


