Neste mês de novembro, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) está comemorando seus 18 anos de atuação em Petrolina. O trabalho das equipes consiste em desenvolver ações para chegar às vítimas de forma mais rápida, após alguma situação de urgência ou emergência.
O principal papel da SAMU é proteger a vida das pessoas garantindo a qualidade no serviço do SUS. Neste ano de 2022, as equipes já realizaram cerca de 48.599 atendimentos, as principais ocorrências são acidentes de carro, moto, casos clínicos, surtos e partos. Atualmente o SAMU conta com 115 funcionários.
De acordo com coordenadora do SAMU, Ana Kátia, o grau de importância que tem a equipe para a comunidade é incalculável. “O que seria da cidade sem esses profissionais que chegam na hora mais importante, de mais necessidade, estamos em constante evolução, com energia para realizar as tarefas, trabalhando em equipe, 24 horas por dia, sempre prontos para salvar vidas”, destaca.
O SAMU
O SAMU é um serviço pré-hospitalar móvel, ou seja, atendimento móvel de urgência. Atua buscando chegar precocemente à vítima após ter ocorrido um agravo à saúde (de natureza clínica, cirúrgica, traumática, psiquiátrica ou obstétrica), que possa levar ao sofrimento, sequelas ou até mesmo à morte, sendo necessário prestar atendimento ou transporte adequado a um serviço de saúde devidamente hierarquizado e integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS).













O SINPOL-PE vem a público externar mais uma vez a indignação e preocupação com o aumento no número de roubos e furtos de carros no Estado de Pernambuco. A Polícia Civil contabiliza em 2022 aproximadamente 14 mil ocorrências nos últimos nove meses. Entre janeiro e setembro foram registrados 8.436 roubos, quando existe violência, e 5.376 furtos de veículos, quando esses veículos estão estacionados. O crescimento comparado com o mesmo período do ano passado é de mais de 15%. O clima de insegurança tem pairado sobre o Estado e a cada dia que passa somos surpreendidos por crimes que escancaram a falta de investimento na Segurança Pública.
“Eles (os criminosos) estão se sentindo mais à vontade para praticar os crimes e mais a vontade ainda pela certeza da impunidade. A Polícia Civil não tem condições de investigar cada caso desses por mais que tenham, muitas vezes, elementos e provas que facilitem a investigação, como por exemplo, imagens dos criminosos. Não conseguimos dar conta por causa da total falta de estrutura, desmotivação e déficit de efetivo para dar conta dessas investigações”, explica o Presidente do SINPOL-PE, Rafael Cavalcanti.