Preço da cebola dispara no Mercado do Produtor de Juazeiro por causa das chuvas na região

Em apenas uma semana a cotação da cebola subiu 40%. A saca de 20kg da cebola branca caixa 3, o tipo maior,  fechou a semana cotada a R$ 140,00, ou seja, no atacado o quilo já sai a R$ 7,00. Segundo os comerciantes, a elevação brusca no preço do produto foi provocada pelas chuvas que caíram na semana passada, impactando a agricultura da região, especialmente em Irecê, um dos maiores produtores de cebola.   A oferta de cebola estava em baixa há alguns meses, por causa da redução das áreas plantadas na região em relação ao ano passado, mas as chuvas agravaram  a situação. “No sábado passado chegaram apenas 4 caminhões de cebola aqui no Mercado do Produtor, quando o normal é de vinte a trinta”, contou o comerciante Damião Tavares. Segundo ele, teve leilão entre os compradores e o preço subiu rapidamente. Lucivaldo Torres, outro comerciante, acredita que os preços devem se manter elevados  até o mês que vem. “Em dezembro começa a sair a safra do sudeste, o que deve regularizar a situação, mas hoje eu não sei se atingimos o teto da cotação, a cebola ainda pode subir mais” afirmou.

Texto e foto: Rinaldo Lima – Assessor de Imprensa da AMA

Aprovada MP que garante crédito para auxílio de R$ 600 até dezembro

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (9) a medida provisória que liberou crédito extraordinário de R$ 27 bilhões ao Ministério da Cidadania. Esses recursos atendem ao financiamento, até dezembro, do aumento de R$ 400 para R$ 600 no valor do Auxílio Brasil, pago a mais de 21 milhões de famílias. O texto segue para promulgação.

O montante também atende ao financiamento, até dezembro, de outros programas sociais incluídos na Emenda Constitucional 123 – que permite ao governo gastar por fora do teto de gastos mais R$ 41,25 bilhões até o fim do ano para aumentar benefícios sociais e diminuir tributos do etanol.

A MP permitiu o pagamento de um acréscimo de R$ 200 no programa Auxílio Brasil (R$ 25,5 bilhões) e o aumento do valor do Auxílio Gás (R$ 1,04 bilhão).

Também serão destinados R$ 500 milhões ao Alimenta Brasil, programa social que garante o abastecimento alimentar das pessoas atendidas pela rede socioassistencial do governo por meio de alimentos produzidos pela agricultura familiar.

Há ainda a destinação de R$ 86,9 milhões ao Ministério da Economia para o pagamento de custos e encargos bancários relativos ao programa Auxílio Brasil.

Bancos inadimplentes

O Senado Federal também aprovou a medida provisória que estabelece compensação tributária para instituições financeiras que sofreram perdas no recebimento de créditos. O texto prevê que os bancos possam deduzir as perdas na hora de determinar o lucro real e a base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

A regra vale para operações inadimplidas (com atraso superior a 90 dias) e para operações com pessoa jurídica em processo falimentar ou em recuperação judicial. O tratamento tributário diferenciado pode ser aplicado a partir de 1º de janeiro de 2025. Administradoras de consórcio e instituições de pagamento ficam de fora do regime especial. O texto também segue para promulgação.

Nas operações inadimplidas, o valor da perda dedutível deve ser apurado mensalmente. Nos casos de recuperação judicial, o valor será igual à parcela que exceder o montante que o devedor tenha se comprometido a pagar. Na hipótese de falência, a perda dedutível é igual ao valor total do crédito.

*Com informações da Agência Senado

Mutirão nacional de negociação de dívidas começa hoje 1º de novembro

Ao longo de todo este mês, pessoas endividadas terão a oportunidade de limpar o nome. De hoje (1º) até o dia 30, ocorre o segundo mutirão nacional de negociação de dívidas e orientação financeira deste ano.

Ação conjunta do Banco Central (BC), da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e dos Procons de todo o país, o mutirão oferece oportunidade de renegociação de dívidas com desconto e parcelamentos que caibam no bolso.

Podem participar do mutirão pessoas físicas com débitos em atraso com bancos e demais tipos de instituições financeiras, desde que a dívida não esteja atrelada a bens dados em garantia. As negociações podem ser pedidas por meio da plataforma Consumidor.gov.br  ou pelos canais diretos das instituições participantes, disponíveis na página do mutirão.

No site do mutirão, o interessado também terá acesso ao link do Registrato, sistema do Banco Central que informa todos os relacionamentos do cidadão com o sistema financeiro. A página permite a consultas sobre informações de dívidas com bancos e órgãos públicos, cheques devolvidos, contas, chaves Pix e operações de câmbio. A página da ação conjunta também dará acesso à plataforma de educação financeira Meu Bolso em Dia, da Febraban.

Campanha

Neste ano, o mutirão alertará os cidadãos sobre o superendividamento e a possibilidade de pedir renegociação, conforme previsto na Lei 14.181/21 . Pela lei, os cidadãos superendividados têm direito a renegociar o valor global do débito, simultaneamente com todos os credores. Segundo o BC, isso permite acordos mais vantajosos do que negociar uma dívida com cada banco.

O BC orienta as pessoas com suspeita de superendividamento a não renegociar os débitos pelo mutirão. Segundo o órgão, as pessoas devem buscar ajuda especializada nos órgãos de proteção e defesa do consumidor, cujos links estão disponíveis na página da ação conjunta.

No último mutirão, realizado em março, foram negociados 1,7 milhão de contratos em atraso durante 25 dias. De acordo com o BC, o endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) alcançou 52,9% da renda familiar disponível em agosto. Definido como o valor atual da dívida e os rendimentos em 12 meses, o indicador caiu 0,4 ponto percentual em relação ao mês anterior, mas subiu 3,5 pontos no acumulado em 12 meses.

O comprometimento de renda, que equivale às parcelas mensais divididas pela renda mensal da família, atingiu 29,4% em agosto, no maior nível desde o início da série, em 2005. O indicador subiu 0,8 ponto percentual na comparação com julho e de 3,9 pontos em 12 meses.

 

Edição: Graça Adjuto – Agência Brasil

Com chuvas no Sudeste e Centro-Oeste, preço da batatinha dispara no Mercado do Produtor de Juazeiro

O preço da batatinha já vinha subindo no Mercado do Produtor de Juazeiro por reflexo da entressafra em outras regiões produtoras como Goiás e Minas Gerais. No começo do mês, o preço da saca de 50 quilos era de R$ 135,00, na semana passada, fechou em R$ 180. Mas desde segunda-feira (26) a cotação ultrapassou R$ 200,00. Nesta quinta-feira (29) o produto pode ser comprado até por R$ 220,00 a saca – uma elevação de mais de 20% em uma semana. Os comerciantes apontam as chuvas  dos últimos dias no Sudeste como a causa para a valorização da batatinha, sem previsão de queda. O legume colhido durante a chuva tende a se estragar mais rapidamente e, por isso, não pode viajar para muito longe. O resultado disso é que com a queda na oferta, no Sudeste, a batata produzida na Bahia, mas especificamente na região da Chapada Diamantina, está sendo  disputada por comerciantes de todo o país. Para o produtor a valorização do legume é boa para os negócios, mas para o comerciante nem tanto. “Preços altos são ruins para o comércio, porque afugentam os consumidores. Nós compramos a batatinha mesmo cara, sem a certeza de que vamos conseguir vender logo”, afirma José Lima, um dos maiores comerciantes de batata do Mercado do Produtor de Juazeiro. Alternativas Ao consumidor, restam duas alternativas: comprar a batatinha mesmo com sobrepreço, ou  aguardar  a normalização, substituindo o legume por alternativas como macaxeira,  batata-doce, abóbora e chuchu, dependendo da receita que vai preparar.

Preços da cebola e da manga seguem caminhos opostos no Mercado do Produtor de Juazeiro (BA)

Quem produz manga começou a perceber, há cerca de 15 dias, a sua margem de lucro  diminuir. O preço da fruta  vem caindo. De acordo com o levantamento diário do setor de estatística do Mercado do Produtor de Juazeiro, está variando entre R$ 1,30 e R$ 1,40 o quilo.Há uma tendência de queda ainda mais acentuada entre novembro e dezembro, avalia  o produtor e comerciante de frutas, André Luiz Augusto. “Até o final de setembro o produtor ainda pode ter lucro, mas no final do ano, com o preço da fruta estimado em menos de 1 real, a gente começa a ter prejuízo”, explica o produtor. Segundo ele, essa queda de preços é normal nesse período em que normalmente há um aumento na oferta de manga no mercado.Cebola em altaNa outra ponta, a cebola vem subindo de preço, bateu nesta terça-feira (30) R$ 92,50 a saca de 20 quilos, devido à escassez do produto. Os comerciantes apontam uma série de fatores: as chuvas recentes, a redução da área plantada, como, por exemplo, em Sento Sé e Casa Nova, por causa da elevação do lago de Sobradinho, que inundou áreas de vazantes utilizadas para o plantio, são algumas delas.Para o produtor que vem de algumas perdas com baixas cotações, a elevação de preços é positiva e vai garantir bons ganhos, mas para comerciantes e consumidores é ruim. Segundo Genivaldo Pimentel, comerciante antigo do Mercado do Produtor, os preços inibem as vendas. “A gente tem que se mexer muito para poder vender, o preço está alto e a qualidade não é tão boa”, comentou.LevantamentoDiariamente, o setor de estatística do Mercado do Produtor de Juazeiro faz o levantamento da cotação dos preços dos produtos comercializados na central de abastecimento. Esse levantamento, que é divulgado pela imprensa, é usado para a formação de preços em vários entrepostos do país.

Pequenos empresários já podem pedir dinheiro do Pronampe

A partir de hoje (25), interessados em contratar empréstimos pelo Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe) já podem procurar as instituições financeiras. Criado há pouco mais de dois anos para socorrer empresários durante a pandemia de covid-19, o programa oferece empréstimos para pequenas empresas com juros mais baixos e prazo maior para começar a pagar.

O dinheiro pode ser usado para investimentos, como aquisição de equipamentos ou realização de reformas, e para despesas operacionais, como salário dos funcionários, pagamento de contas e compra de mercadorias. É proibido o uso dos recursos para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.

Desde de sua criação, o Pronampe passou por várias mudanças. Em junho do ano passado, o programa tornou-se permanente e, mais recentemente, incluiu microempreendedores individuais (MEI) e empresas de médio porte. A última mudança foi feita em junho por uma portaria publicada pela Receita Federal. A norma determina a necessidade do compartilhamento de informações sobre o faturamento do pequeno negócio. Após esse procedimento, o empresário pode negociar o empréstimo com a instituição financeira de sua preferência.

Acesso a empréstimo

Podem pleitear o empréstimo microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano, pequenas empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões e empresas de médio porte com faturamento até R$ 300 milhões.

Regras

Pelas regras do programa, a empresa que optar pelo financiamento precisa manter o número de empregados por até 60 dias após a tomada do crédito. A companhia pode pegar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2019.

No caso de negócios com menos de um ano de funcionamento, o limite do financiamento é de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal.

Todas as instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem operar a linha de crédito. Os empréstimos têm a garantia, pela União, de até 85% dos recursos.

Pagamento

O valor tomado poderá ser parcelado em até 48 parcelas, sendo o máximo de carência de 11 meses e mais 37 parcelas para pagamento. A taxa de juros anual máxima será a mesma da taxa Selic, hoje em 13,25% ao ano, acrescida de 6%. O prazo para começar a pagar o empréstimo é de 11 meses.

Prazo

De acordo com o Ministério da Economia, a data de contratação da operação de crédito segue até 31 de dezembro de 2024. Até lá, o governo estima que R$ 50 bilhões possam ser emprestados para os pequenos negócios.

Para obter o empréstimo, os empresários precisam compartilhar com a instituição financeira de sua preferência os dados de faturamento de suas empresas. Feito isso, o empresário estará apto a negociar o empréstimo junto ao banco. Caso o banco não esteja listado na relação de possíveis destinatários, o dono de uma empresa deve entrar em contato com a agência bancária e verificar a previsão de adesão ao sistema.

O compartilhamento é feito de forma digital, por meio do portal e-CAC, no site da Receita Federal. Basta clicar em “Autorizar o compartilhamento de dados”.

Edição: Kleber Sampaio – Agência Brasil

Trabalhador que ganha um salário e meio deverá pagar IR em 2023

Aprovada pelo Congresso Nacional na terça-feira (12/7), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem.

Se sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), o novo valor fará com que trabalhadores que receberem um salário mínimo e meio (R$ 1.947, segundo a nova lei) sejam obrigados a pagar o Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

O fato se deve à falta de correção na tabela do IRPF. A última atualização do quadro foi feita em 2015, quando foi definido o limite de isenção da tabela do imposto em R$ 1.903. Naquele ano, o salário mínimo era de R$ 788.

Apesar da aprovação do salário de R$ 1.294 na LDO de 2023, o valor aprovado pelo governo deve ser superior. O Ministério da Economia informou, em maio deste ano, que a estimativa para o ano que vem é de R$ 1.310.

A estimativa baseia-se na previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país. O indicador é utilizado para a correção do salário mínimo, e passou de 6,70%, em março, para 8,10%. Para 2023, a projeção é de 3,7%, contra 3,25% anteriormente.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quarta-feira (06)

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (06). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a segunda-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar inhame por R$ 175,00 a caixa de 25 kg; Chuchu por R$ 45,00 a caixa de 20 kg; batatinha por R$ 160,00 a saca de 26 kg; Abóbora comum por R$ 2,00 o kg; Cebola Pera por R$ 60,00 a saca com 20 kg; Laranja por R$ 26,00 o cento; Tomate (1ª) por R$ 70,00 a caixa de 26 KG; Beterraba por R$ 60,00 a saca com 20kg; Cenoura  por R$ 60,00 a saca de 20kg e manga Tommy por  R$ 52,50 a caixa de 26 kg.

A cotação completa segue em anexo.

Pelo menos 20 estados anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis

Pelo menos 20 estados já anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis. Os governadores do Ceará e do Amazonas fizeram os anúncios nesta segunda-feira (04).

O Distrito Federal publicou no dia primeiro deste mês um decreto limitando em 18% a cobrança do ICMS. As alíquotas da gasolina e do etanol eram de 27%. Segundo o governo distrital, a perda é estimada em R$ 1,7 bilhão por ano.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que terá que rever as contas do Distrito Federal. O Sindicato dos Comércio Varejista de Combustíveis do DF estima uma redução de R$0,43  na gasolina e R$ 0,40 no etanol com a redução do ICMS. Os consumidores devem sentir aos poucos a diferença na bomba, com a renovação dos estoques, diz o presidente da entidade Paulo Tavares.

São Paulo foi o primeiro a fazer a redução do ICMS. No estado, a alíquota caiu de 25% para 18%. Minas Gerais, Goiás, Paraná e Amapá também já anunciaram o corte.

As ações procuram atender a lei que limitou o ICMS sobre combustíveis ou a definição do Conselho Nacional de Política Fazendária de que o imposto deve ser calculado sobre a média de preços dos últimos 60 meses.

Mas, a discussão ainda não terminou. No Congresso, os parlamentares ainda precisam avaliar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei do teto do ICMS. No Supremo Tribunal Federal, governadores questionam a lei do teto e a lei que determinou alíquota uniforme em todo o país.

Aneel mantém bandeira tarifária verde para o mês de julho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em julho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o terceiro o anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado nesta semana pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos são devido à inflação e ao maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Edição: Claudia Felczak – Agência Brasil