Senado aprova projeto que aumenta limite de receita de MEI para R$ 130 mil anual

O Senado aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que aumenta de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual para o Microempreendedor Individual (MEI). A proposta, aprovada na quinta-feira (12), com 71 votos favoráveis, nenhum contrário e nenhuma abstenção, segue para a análise da Câmara dos Deputados.

O texto também permite que o MEI tenha até dois funcionários. A Lei Complementar 123, de 2006, que traz o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, permite que esse tipo de empreendedor empregue somente um trabalhador que receba exclusivamente um salário-mínimo, ou o piso salarial da categoria profissional. Sendo assim, a nova proposta dobra a permissão para o número de funcionários, porém os valores referentes ao salário pago a quem for contratado pelo MEI não serão alterados.

Em caso de afastamento de um ou dos dois empregados autorizados para o MEI, fica permitida a contratação de funcionários em número equivalente aos que foram afastados.

Para empresas recém-abertas, o projeto versa que o limite da receita será de R$ 10.833,33 multiplicados pelo número de meses entre o início da atividade e o final do respectivo ano-calendário.

Banco Central irá lançar a moeda ‘Real Digital’ para reduzir ainda mais uso de dinheiro em papel

É incomum encontrar quem ainda vai a um banco sacar dinheiro para fazer pagamentos. As transações digitais, seja por meio de transferências, cartões ou Pix, facilitam o dia a dia e já fazem parte da rotina de muitos consumidores. E em alguns anos, os brasileiros terão mais uma forma de lidar com o dinheiro. Será lançado o real digital, que está atualmente em estudo pelo Banco Central (BC). O dinheiro digital será emitido pelo BC.

De acordo com dados do BC, em junho de 2021, o total de papel-moeda em poder das pessoas era de R$ 283 bilhões, enquanto o volume de depósitos à vista (dinheiro depositado em conta-corrente, sem remuneração pelo banco) era de R$ 333 bilhões. Ao acrescentar a esse valor outras formas de liquidez, como os depósitos remunerados, operações compromissadas (compra e recompra de ativos com pagamento de juros) e títulos públicos federais, havia um total de R$ 8,9 trilhões disponíveis de forma digital. Ou seja, apenas cerca de 3% dos recursos disponíveis para as operações no país estão na forma de papel-moeda.

O Banco Central diz que a criação do real digital não tem o objetivo de eliminar de vez o papel-moeda, mas a tendência é que seu uso se reduza mais. “A intenção é que o dinheiro em papel conviva com o real digital ainda por muitos anos. No entendimento do BC, à medida que a população se torne mais confortável com os novos meios de pagamentos digitais, o uso do dinheiro no formato de papel se reduzirá naturalmente”, ressaltou, em nota à Agência Brasil.

Ainda não há previsão para o lançamento do real digital. “O que temos é um horizonte de trabalho, de discussões e de testes que deve durar de dois a três anos. Ao fim desse período, o BC deverá ter reunidas as condições necessárias para decidir sobre a conveniência e o melhor formato para a emissão de um real digital”, declarou a instituição.

Como será a moeda digital?

O BC tem trabalhado para estabelecer as bases para o desenvolvimento da CBDC [Central Bank Digital Currency, em inglês].

A moeda digital será garantida pelo BC e as instituições financeiras vão apenas guardar o dinheiro para o cliente que optar pela nova modalidade.

Entre as diretrizes estão a ênfase no desenvolvimento de modelos inovadores a partir de evoluções tecnológicas, como contratos inteligentes (smart contracts), internet das coisas (IoT) e dinheiro programável; a previsão de uso em pagamentos de varejo; e a capacidade para realizar operações online e, eventualmente, offline.

Moedas digitais no mundo

Segundo informações do Banco Central, as Bahamas foram o primeiro país a lançar oficialmente seu CBDC, o Sand dollar, em outubro de 2020. A China tem um projeto-piloto em algumas cidades e fará testes com visitantes estrangeiros nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim de 2022.

O banco central dos Estados Unidos, o Fed, e a Digital Dollar Foundation, trabalham para lançar a moeda digital também. Outros países, como Coreia do Sul, Japão e Suécia, também estudam o lançamento da CBDC.

Edição: Fernando Fraga – Agência Brasil

Mercado do Produtor de Juazeiro-BA: preços de frutas, verduras e legumes sofrem alterações por causa da geada no Sul do país

Os preços de frutas, verduras e legumes sofreram esta semana alterações no Mercado do Produtor de Juazeiro, devido à geada que atingiu a região sul do Brasil.

Maracujá, cebola e uva são os produtos que tiveram mais impacto nos preços com relação a essa questão climática. Devido à grande procura por estes produtos na região, eles tiveram uma variação no preço entre 7% e 11%.

O maracujá que custava semana passada R$ 3,59 o kg, hoje está custando R$ 3,91. A cebola roxa que custava R$ 1,60 o kg hoje custa R$ 1,75 e a uva Itália (de 1ª) passou de R$ 3,25 o kg para R$ 3,50.

Outros produtos também sofreram aumento devido a grande procura, a exemplo da macaxeira, ameixa e maçã. A macaxeira que estava sendo comercializada a R$ 1,60 o kg, hoje está custando R$ 1,80. A ameixa passou de R$ 10,00 o kg para R$ 12,78 e a maçã nacional que estava de R$ 4,17 o kg, hoje está custando R$ 5,42.

Os produtos que sofreram queda foram: batatinha, pimentão e goiaba. A batatinha que estava custando R$ 3,48 o kg, hoje o consumidor pode encontrar por R$ 2,70. O pimentão que estava de R$ 3,54 o kg, hoje está custando R$ 2,50 e a goiaba caiu de R$ 2,25 o kg para R$ 1,75.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga cotação desta quinta-feira (5)

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quinta-feira (05). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Batata-Doce por R$ 52,50 o saco com 28kg; Beterraba por R$ 35,00 o saco com 20kg; Feijão Verde por R$ 5,00 o litro; Tomate 1ª por R$ 65,00 a caixa com 26kg; Goiaba por R$ 42,50 a caixa com 20kg e Maracujá 1ª por R$ 60,00 a caixa com 16kg. A cotação completa segue em anexo.

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga cotação desta terça-feira 03

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta terça-feira (03). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Aipim/Macaxeira por R$ 40,00 a caixa com 25kg; Batata-Doce por R$ 52,50 o saco com 28kg; Cenoura por R$ 40,00 o saco com 20kg; Abacaxi por R$ 225,00 o Cento; Acerola por R$ 65,00 a caixa com 20kg e Goiaba por R$ 42,50 a caixa com 20kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga cotação desta segunda-feira 19

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (19). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Aipim/Macaxeira por R$ 42,50 a caixa com 25kg; Batata-Doce por R$ 60,00 o saco com 28kg; Feijão Verde por R$ 5,00 o litro; Tomate 1ª por R$ 80,00 a caixa com 26kg; Banana Pacovan 1ª por R$ 25,00 o Cento e Manga Tommy 1ª por R$ 40,00 a caixa com 26kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Facape aponta queda no preço da cesta básica no Vale do São Francisco em junho

O colegiado de Economia da Faculdade de Petrolina – FACAPE, através da pesquisa mensal do Custo da Cesta Básica, comparou os valores da alimentação familiar durante os meses de maio e junho de 2021. Foi observada uma deflação, como é chamada a queda da inflação nos produtos, de -1,21% no Vale do São Francisco. Sendo que desse total, a redução foi de -0,18% em Petrolina-PE e de -2,31% em Juazeiro-BA.

Sendo feita a comparação entre o mesmo período no ano passado, é possível perceber que ocorreu uma alta de 27,79% na inflação durante um ano. Ou seja, mesmo com redução os preços continuam elevados. A alta nos preços foi sentidapela professora Simone Mousinho de Hollanda, “Cada mês que vamos no supermercado é uma surpresa, está realmente difícil, no meu caso de servidora pública desde 2019 não tivemos aumento, temos o dinheiro que pagaria o mercado daquela época e hoje não é a mesma realidade,” relatou.

Utilizando o salário mínimo como base, o Colegiado de Economia da Facape estimou o custo da cesta básica no mês de Junho de 2021 em R$ 428,31 para Juazeiro e em Petrolina em R$ 466,58, ou seja, a cesta na cidade pernambucana continua mais cara do que na baiana. Podemos perceber a redução se compararmos com o valor do mês de maio, que era de R$ 438,46 em Juazeiro e de R$ 467,42 em Petrolina.

“Infelizmente essa pequena redução não deve ser sentida no bolso dos consumidores. Os produtos estão aumentando há vários meses. As famílias têm perdido renda seja pelo desemprego, seja pela perda de poder aquisitivo pelo congelamento dos salários. Assim, o sentimento é de empobrecimento dado que outros pagamentos realizados como energia, água, combustível, continuam aumentando. Enquanto não houver aumento da renda real das famílias, redução do desemprego e queda dos preços por vários meses seguidos, os consumidores não sentirão alívio em suas contas” explicou o Coordenador da Pesquisa da Cesta básica, João Ricardo Lima.

Os alimentos com maior alta na região foram o leite integral, o café em pó e o açúcar; E os alimentos com menor redução nos preços foi o arroz e a banana. O óleo de soja continua sendo o campeão no acumulo de aumento de preço nos últimos meses 54% em Juazeiro/BA e 65% em Petrolina/PE.

Assessoria deComunicação da Facape

Reforma tributária: quem ganha R$ 4.500 pagaria R$ 1.057 a mais de Imposto de Renda

O aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) na proposta de reforma tributária beneficia todos, não só quem é isento. Mas uma mudança em outra regra do IR fará parte dos contribuintes pagar mais imposto. Trata-se do fim do desconto de 20% para milhões de brasileiros que fazem a declaração simplificada. Com a reforma, só terá o desconto quem ganha até R$ 3.333 por mês.

Se as novas regras forem aprovadas pelo Congresso, um trabalhador com salário bruto de R$ 4.500, por exemplo, ficará sem restituição, de acordo com cálculos da Seteco Consultoria Contábil feitos a pedido do UOL. Na prática, ele vai pagar R$ 1.057 a mais de IR do que paga hoje. A conta considera que o contribuinte não tem despesas com saúde, educação e previdência para deduzir. Já um empregado com salário bruto de R$ 3.500 pagará R$ 267 a menos.

O prejuízo para o contribuinte aumenta quanto maior é a renda. O empregado com salário bruto de R$ 5.500 teria um total de R$ 4.218 recolhidos na fonte. Se não apresentar deduções, ele também não conseguirá restituir nada, o que significa ter pago R$ 1.771 a mais em imposto.

Os cálculos levam em conta empregados que têm o imposto retido na fonte. Os que pagarão mais IR com a nova tabela podem diminuir o prejuízo comprovando gastos com educação, saúde e previdência privada, que podem ser abatidos. Mas isso é difícil para os trabalhadores que usam serviços públicos e consomem a maior parte da renda com alimentação, moradia, transporte e lazer.

O contribuinte que declara dependentes, como cônjuge ou filhos, também tem direito de abater R$ 2.275,08 por dependente. Essa regra já existe e não foi modificada na proposta. Mas nem sempre incluir dependente na declaração é vantajoso, pois se o dependente tiver renda, o imposto pode ficar maior.

Aumento da faixa de isenção beneficia todos

O aumento da faixa de renda isenta de IR, de R$ 1.903,98 para R$ 2.500 por mês, beneficiaria todos, porque o trabalhador só paga imposto sobre o valor que ultrapassa esse limite.

Por exemplo, quem recebe R$ 4.500 hoje paga imposto sobre R$ 2.596,02. Com o aumento da faixa, o imposto vai incidir em um valor menor, de R$ 2.000.

Quanto maior a renda, maior a porcentagem de imposto cobrada, indo de 7,5% a 27,5%.

Apesar do aumento da isenção, a correção ficou abaixo do prometido pelo então candidato Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. Na ocasião, ele prometeu elevar o limite para cinco salários mínimos (R$ 5.500 hoje).

O governo também propôs ampliar as outras quatro faixas de renda, o que reduziria o IR cobrado na fonte sobre o salário de todos. Veja como ficou:

Desconto, só com deduções

Com o fim da declaração simplificada para quem tem renda tributável acima de R$ 40 mil por ano (R$ 3.333 por mês), o trabalhador que recebe mais que isso teria que apresentar todo ano a declaração completa. Nela, precisa comprovar gastos com saúde, educação e previdência privada para conseguir alguma restituição.

No modelo simplificado, usado pela maioria dos contribuintes, há um desconto de 20% (limitado a R$ 16.154,34) sobre a soma de todos os rendimentos tributáveis. Atualmente, todas as pessoas físicas podem optar por esse modelo.

Simplificada é mais usada por quem ganha menos

Dos 30,5 milhões de contribuintes em 2020 (dado mais recente divulgado pela Receita Federal), 57,2% optaram pela declaração simplificada.

O formulário simplificado é usado principalmente por quem ganha menos. Isso porque as pessoas de baixa renda usam mais os serviços públicos. Assim, elas não têm despesas significativas com saúde, educação e previdência privada —os principais gastos que geram descontos na declaração completa do IR.

Nas declarações de 2020, 61,4% das pessoas com renda tributável de até R$ 4.665 por mês optaram pelo formulário simplificado.

Principais gastos que permitem dedução no IR

  • Despesas médicas podem ser deduzidas integralmente;
  • Despesas com educação têm um limite anual de R$ 3.561,50 por pessoa (contribuinte, dependente ou alimentando);
  • Cada dependente também dá direito a abatimento no IR, no valor de R$ 2.275,08 por dependente. Não há limite para inclusão de dependentes na declaração, desde que devidamente comprovados;
  • Contribuição para plano de previdência privada do tipo PGBL pode ser abatida até o limite de 12% da renda;
  • Livro-caixa de profissional autônomo pode ser incluído como dedução integral.

Fonte: Economia Uol

Conta de luz mais cara: Aneel reajusta em 52% bandeira vermelha 2

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 29, por 4 votos favoráveis a 1, um reajuste de 52% na bandeira vermelha patamar 2. A partir de julho, a taxa adicional cobrada nas contas de luz passará de R$ 6,24 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) para R$ 9,49.

Esse valor, no entanto, poderá ser ainda maior já em agosto e nos próximos meses, já que a agência irá rever os parâmetros para cálculo da bandeira. A consulta pública para a revisão pode ser aberta ainda nesta terça, em reunião extraordinária. Isso porque, mesmo com o reajuste, há 46% de chances de faltar recursos para cobrir os custos da contratação de térmicas para manter o abastecimento no País.

Como mostrou o Estadão/Broadcast, os técnicos calcularam que o novo patamar da bandeira vermelha nível 2 deveria subir para algo entre R$ 11,50 e R$ 12,00 a cada 100 kWh. Esse seria o valor necessário para cobrir todo o custo adicional com o acionamento de termelétricas ao longo do segundo semestre deste ano, diante da situação crítica dos reservatórios.

Mas, o relator do processo, diretor Sandoval Feitosa, afirmou que seria necessário alterar as regras da agência para aprovar um reajuste nesse patamar. Nesse sentido, o diretor apresentou um reajuste de 1,67%, que representaria uma cobrança adicional de R$ 6,49 a cada 100 kWh. Apesar de reconhecer o cenário excepcional, devido à pior crise hídrica dos últimos 91 anos, o diretor afirmou que é justo que uma mudança nas regras seja submetida a uma nova consulta pública, para que o processo tenha transparência e previsibilidade.

O entendimento que prevaleceu na diretoria, no entanto, é que o cenário crítico exige um reajuste que comporte os custos e dê um sinal mais claro aos consumidores da situação já a partir do mês de julho, sob risco de um reajuste ainda maior no mês de agosto ou até mesmo no ano que vem, quando um possível déficit na conta bandeiras seria repassado aos consumidores por meio dos reajustes anuais de cada distribuidora.

A proposta aprovada foi apresentada pelo diretor-geral da agência, André Pepitone, que sugeriu uma alteração no parâmetro dos cálculos, que passa a incorporar todos os cenários previstos para os próximos meses. Por causa da crise hídrica, as estimativas apontam para os piores cenários, o que resulta no aumento. “A gente não está promovendo aumento porque gosta ou porque quer, é uma realidade. O custo está aqui, está presente, o que estamos decidindo é o que fazer com esse custo. Se apresento agora, se apresento depois. Se apresentar depois vou ter esse custo corrigido pela Selic (a taxa básica de juros)”, afirmou.

A agência também aprovou reajuste nas bandeiras amarela e vermelha patamar 1. Pela proposta, a taxa cobrada quando a agência acionar a bandeira amarela irá aumentar 39,5%, de R$ 1,343 a cada 100 kWh para R$ 1,874. A bandeira vermelha 1, passará de R$ 4,169 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos para R$ 3,971- redução de 4,75%.

Sistema de bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015. As cores e modalidades -verde, amarela ou vermelha – indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz.

A bandeira verde, quando não há cobrança adicional, representa que o custo para produzir energia no País está baixo. Já o acionamento das bandeiras amarela e vermelha representa um aumento no custo da geração e a necessidade de acionamento de térmicas, o que está ligado principalmente ao volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas e a previsão de chuvas.

Considerando que o País entrou no período seco com nível crítico nos reservatórios, a projeção da área técnica da Aneel é que a bandeira vermelha em seu segundo patamar seja mantida, pelo menos, até novembro.

Além de possibilitar aos consumidores adaptar seu consumo, o sistema de bandeiras também atenua os efeitos no orçamento das distribuidoras. Anteriormente, o custo da energia era repassado às tarifas uma vez por ano, no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. Agora, esse custo é cobrado e repassado às empresas mensalmente.

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga cotação desta terça-feira 29 de junho

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta terça-feira (29). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Abóbora Comum por R$ 2,50 o Kg; Batata-Doce por R$ 57,50 o saco com 28kg; Feijão Verde por R$ 5,00 o litro; Tomate 1ª por R$ 75,00 a caixa com 26kg; Goiaba por R$ 45,00 a caixa com 20kg e Maracujá 1ª por R$ 22,50 a caixa com 16kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA