Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (22). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Banana Pacovan 1ª por R$ 36,50 o cento; Coco Verde por R$ 150,00 o cento; Goiaba por R$ 50,00 a caixa com 20kg; Laranja por R$ 27,50 o cento; Limão Comum por R$ 27,50 o saco com 20kg e Maçã Nacional por R$ 117,50 a caixa com 18kg. A cotação completa segue em anexo.

Aneel aprova reajuste na conta de luz em quatro estados

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19) reajustes tarifários na conta de energia elétrica de distribuidoras que atendem consumidores em quatro estados: Ceará, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte.

No Ceará, o reajuste tarifário anual da Enel Distribuição, empresa que atende cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, foi de 24,85%, na média. O aumento entra em vigor no dia 22 deste mês.Segundo a Aneel, a combinação do reajuste tarifário aprovado com o término da cobrança da bandeira escassez hídrica resultará, porém, em um efeito tarifário para o consumidor B1 residencial convencional de 0,09%.

O reajuste tarifário anual da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Neoenergia Coelba) entra em vigor também no dia 22, com aumento de 20,73% para o consumidor residencial. A empresa atende cerca de 6,3 milhões de unidades consumidoras no estado.

De acordo com a Aneel, por causa do fim da cobrança extra na conta de luz, com o fim da bandeira escassez hídrica, o efeito tarifário para o consumidor B1 residencial convencional deve ser -1,58%.

A Aneel também aprovou o reajuste tarifário anual da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Neoenergia Cosern). As novas tarifas da empresa, responsável pela distribuição de energia a 1,5 milhão de unidades consumidoras do estado, entram em vigora no dia 22, com reajuste de 19,87% para o consumidor residencial.Os itens que mais afetaram a correção foram os encargos setoriais, os custos de distribuição e a retirada de financeiros anteriores.

Apesar do reajuste, a combinação com o término da cobrança bandeira escassez hídrica resultou em um impacto tarifário para o consumidor B1 residencial convencional de -4,11%, diz a agência.

O estado de Sergipe também terá reajuste na conta de luz. A Aneel autorizou a Energisa Sergipe – Distribuidora de Energia S.A (ESE) a aplicar aumento de 16,46% na tarifa para o consumidor residencial, a partir do próximo dia 22. A empresa atende cerca de 825 mil unidades consumidoras no estado.

De acordo com a agência reguladora, da mesma forma, por causa do fim da cobrança da bandeira tarifária de escassez hídrica, o reajuste na conta será atenuado, com impacto tarifário para o consumidor B1 residencial convencional de -6,15%.

Conta de luz fica 21,35% mais cara no estado da Bahia

Sabe aquele ditado que diz “era muito bom para ser verdade”? Então, ele representa bem a sensação dos baianos com relação ao preço da conta de luz. Três dias após o fim da cobrança da bandeira tarifária de escassez hídrica, o que impactou em uma redução de 20%, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou um reajuste de 21,35% nas contas de energia na Bahia. A medida passa a valer a partir de sexta-feira (22).

A depender da classe de consumo dos clientes, o reajuste será sentido de maneira diferente. Para quem consome, em média, baixa tensão o acréscimo será de 21,35%. No caso dos consumidores de alta tensão, como indústrias e comércio de grande porte, o reajuste passa a ser de 20,54%. O efeito médio para a população deverá ser de 21,13%, segundo a Agência. Cerca de 6,3 milhões de pessoas serão afetadas no estado.

Segundo a Aneel, o reajuste aprovado pela diretoria na terça-feira (19) é justificado por encargos setoriais e custos de distribuição e aquisição de energia. A escassez hídrica do ano passado reduziu o nível de água nos reservatórios, o que fez com que usinas termelétricas de reserva fossem acionadas. Elas possuem um custo mais elevado de operação.

João Lins, gerente comercial da Elétron Energy, empresa de geração de energia com sede no Recife, explica que os reajustes são feitos anualmente para recompor o custo de operação da distribuição de energia. “Possuem diversas variáveis nessa conta, tendo desde o custo de compra de energia, como os custos com a gestão térmica ocorrida durante a crise hídrica que passamos recentemente”, diz. Segundo João, os custos com as termelétricas ultrapassam os R$17 bilhões.

A depender da classe de consumo dos clientes, o reajuste será sentido de maneira diferente. Para quem consome, em média, baixa tensão o acréscimo será de 21,35%. No caso dos consumidores de alta tensão, como indústrias e comércio de grande porte, o reajuste passa a ser de 20,54%. O efeito médio para a população deverá ser de 21,13%, segundo a Agência. Cerca de 6,3 milhões de pessoas serão afetadas no estado.

Apesar do acréscimo, a Aneel e a Coelba defendem que com o fim da bandeira tarifária escassez hídrica, o cliente residencial convencional perceberá uma redução média de 1,6% na conta de energia. A bandeira que foi acionada por conta da falta de água nos reservatórios estabelecia uma cobrança extra de R$14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh).

No entanto, as bandeiras tarifárias entram em ação somente quando há uma necessidade externa, enquanto que o reajuste tarifário que incide sobre o consumo vem para ficar, como explica o engenheiro eletricista e professor da UniRuy Uerlis Martins.

“A tarifa é um valor cobrado em cima do consumo de potência por tempo. Já a bandeira tarifária existe em função dos períodos de chuva do Brasil, isso porque 66% da nossa energia vem de origem hídrica, quando temos um período seco contratamos usinas térmicas que são caras”, afirma.

Outro ponto levantando, dessa vez pelo economista e membro do Conselho Regional de Economia da Bahia (Corecon-BA), Edval Landulfo, é que a Agência não está levando em consideração o efeito do reajuste a longo prazo. “Não estão pensando na possibilidade do próximo ano. No próximo ano podemos ter uma outra crise hídrica com a mesma bandeira e com o acréscimo de 20%, então esse aumento uma hora vai chegar”, diz.

Além da Bahia, a Aneel anunciou o reajuste para outros três estados: Ceará (23,99%), Rio Grande do Norte (19,87%) e Sergipe (16,46%).

Pesquisa da Facape aponta redução no preço da cesta básica em Petrolina

A Faculdade de Petrolina – Facape divulgou o boletim da cesta básica do mês de março. A pesquisa do Colegiado de Economia da Facape aponta redução de preço em comparado ao mês de fevereiro. O valor da cesta na cidade pernambucana é de R$ 498,72. Em Juazeiro de R$ 504,97.

Em relação ao mês anterior houve inflação de 2,95% de preços em Juazeiro e queda de 0,53% em Petrolina. Segundo o coordenador da pesquisa, professor doutor João Ricardo Lima, o aumento da concorrência e a oferta provocada pelas lojas de atacarejo, contribuem para a mudança nos preços.

Em Juazeiro preços dos alimentos acumulam alta de 22,38% e em Petrolina, o acumulado é de 15,03%. O tomate, junto com o café em pó e a margarina completam os três itens com maiores aumentos. Em março o óleo de soja e Outros produtos como o pão francês e a banana tiveram pequenos aumentos. Por outro lado, itens importantes como carne, arroz, feijão e leite, tiveram redução em Petrolina já em Juazeiro, quase todos os preços aumentaram, com exceção da banana.

Marília Gomes, auxiliar administrativo que mora em Juazeiro, optou por fazer as compra em Petrolina pela diferença de preços. “Vim para Petrolina para testar os preços do novo atacarejo. Nos itens individuais a diferença de preço é muito sutil, mas no caixa sentimos toda a diferença,” destacou Marília Gomes.

Assessoria de Comunicação da Facape

Semana Santa aumenta venda de peixes em 50% nas feiras livres de Petrolina (PE)

Em forma de moqueca, assado ou frito o peixe estará na mesa de muitas pessoas nesta Sexta-feira da Paixão, seguindo a tradição católica. Os comerciantes das feiras livres de Petrolina apontam um aumento considerável nas vendas nesta semana, variando de 30% a 50%.

Entre as espécies campeãs de vendas estão bacalhau, surubim, tilápia, piau, tambaqui, curimatã, entre outros. “Durante a Semana Santa as pessoas têm o hábito de comer muito peixe, mas percebemos que o pessoal está acostumado a inserir o peixe no cardápio diário”, ressaltou a feirante Ana Valéria.

O aposentado João Francisco, por exemplo, já se apressou para comprar o peixe para garantir a moqueca desta sexta-feira. “Eu gosto de comer peixe algumas vezes na semana, e durante a quaresma reduzo bastante a carne vermelha para comer o pescado. É tradição”, frisou.

As feiras livres dos bairros Areia Branca, São Gonçalo, João de Deus, Cohab Massangano e Ouro Preto, em Petrolina, serão antecipadas e funcionarão na  quarta (13) e quinta-feira (14), das 05h às 13h, para a venda de peixes e verduras. No sábado (16) e domingo (17), as feiras funcionarão normalmente.

Petrobras anuncia redução no preço do gás de cozinha

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (8), uma redução no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que é usado com gás de cozinha. A diminuição no valor foi de R$ 0,25 por quilo. Segundo a companhia, isso foi possível graças à taxa de câmbio, que tem refletido uma valorização do real frente ao dólar.

“Acompanhando a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para o GLP, e coerente com a sua política de preços, a Petrobras reduzirá seus preços de venda às distribuidoras. A partir de 9/4, o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg, refletindo redução média de R$ 3,27 por 13 kg”, informou a estatal.

Na mesma nota, a Petrobras reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais.

Endividamento de famílias atinge nível recorde em março, diz CNC

A parcela de famílias com dívidas, em atraso ou não, no país atingiu 77,5% em março deste ano. Essa é a maior proporção de endividados desde o início da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), em 2010, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Em fevereiro, o percentual era de 76,6%. Já em março do ano passado, a taxa era de 67,3%, de acordo com a Peic.

O percentual de inadimplentes, ou seja, famílias com contas ou dívidas em atraso, chegou a 27,8%, o segundo maior percentual da pesquisa, ficando abaixo apenas daquele registrado no primeiro mês da Peic, em janeiro de 2010 (29,1%). Em fevereiro, taxa ficou em 27% e em março de 2021, 24,4%.

Já as famílias que não terão condição de pagar suas dívidas e contas em atraso somam 10,8%, acima dos percentuais de fevereiro deste ano e de março do ano passado (ambos 10,5%).

O cartão de crédito responde por 87% dos motivos de endividamento no país, seguido pelos carnês (18,7%), financiamento de carro (11,2%), crédito pessoal (9,4%) e financiamento de casa (8,6%).

Edição: Denise Griesinger – Agência Brasil

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quinta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quinta-feira (31). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Castanha de Caju por R$ 55.00 o Kg; Abóbora Comum por R$ 1,10 o Kg; Abobrinha por R$ 40,00 a caixa com 18kg; Acelga por R$ 45,00 a caixa com 20kg; Aipim/Macaxeira por R$ 50,00 a caixa com 25kg e Amendoim S/Casca por R$ 100,00 o saco com 10kg.  A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Reflexo da instabilidade econômica, atividade da indústria da construção recua em fevereiro

Medida pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), a Sondagem da Indústria da Construção Civil apresentou recuo de 6 pontos no mês de fevereiro – dado mais recente calculado pela instituição, passando de 59,4 para 53,4 pontos. Apesar dessa retração, o indicador permanece em um cenário otimista, com o resultado dos dois primeiros meses de 2022 acima dos 50 pontos, bem diferente dos últimos meses de 2021, quando a atividade apresentava desaceleração e pontuava abaixo dos 50 pontos.

Conforme o levantamento, em comparação ao mesmo mês de 2021, houve um aumento de 14 pontos. Para se ter ideia, esse índice, de 39,4 pontos, está acima da média histórica iniciada em dezembro de 2009, quando se registrou 45,7 pontos. O cenário também foi bom para as pequenas empresas, que, na passagem do mês, atingiu 62,5 pontos.

Já as médias empresas apresentaram recuo de 6 pontos, registrando 41,7 pontos no mês em questão, e ficando cada vez mais distante do cenário otimista. As grandes empresas também seguiram o mesmo movimento, retraindo 8,4 pontos e chegando aos 58,3 pontos, porém distante do cenário pessimista.

De acordo com o economista da FIEPE, Cézar Andrade, o impacto nas médias e grandes empresas foi maior devido à inflação e a instabilidade da economia por conta da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. “Essa situação traz instabilidade, segura os investimentos das empresas e repercute em outros setores econômicos”, disse.

A pesquisa traz ainda informações sobre a evolução de pessoas empregadas, que, em fevereiro, registrou um desempenho muito inferior ao observado no mês de janeiro (58,6) e fechou com 48,9. Em relação ao mesmo mês de 2021, a variação foi positiva em 6,6 pontos, mas o indicador ainda fica abaixo da linha divisória dos 50 pontos, já que esteve com 42,3 pontos, porém, acima da média histórica iniciada em janeiro de 2011, de 44,4 pontos.

“Com o resultado, o indicador volta ao cenário pessimista. O índice sugere que a evolução do número de empregados encontra-se em um ritmo desacelerado, não conseguindo acompanhar o nível da atividade industrial, que, apesar da queda, encontra-se em um ambiente favorável para as indústrias da construção”, explicou Andrade.

Sobre a dificuldade para a falta de insumos, a expectativa sobre a compra de matéria-prima exibiu uma redução, com uma variação de – 5,2 pontos em relação ao mês de fevereiro (65,9) e chegou a 60,7 pontos em março – ainda estando no cenário positivo. Já na comparação com o mesmo o período do ano anterior, observou-se um avanço do indicador de 8,8 pontos. 

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além da FIEPE – que realiza a defesa de interesse do setor produtivo – conta ainda com o SESI, o SENAI e o IEL. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. O SENAI-PE, além de formação profissional, atua em metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

Confaz fixa ICMS do diesel e prorroga congelamento sobre gasolina

Os estados e o Distrito Federal definiram a alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel e prorrogaram, por 90 dias, o congelamento de ICMS sobre a gasolina, o etanol e o gás de cozinha. A medida foi aprovada por unanimidade na reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários estaduais de Fazenda.

Em relação ao diesel, foi fixado o teto de R$ 1,006 por litro para a variedade S10, a mais consumida no país. Até agora, o ICMS sobre os combustíveis era calculado como um percentual do preço na bomba, mas a Lei Complementar 192/2022, sancionada no dia 11 pelo presidente Jair Bolsonaro, mudou a forma de cobrança e estabeleceu um valor fixo por litro.

O Confaz também prorrogou, até 30 de junho, o convênio que congela a base de cálculo do ICMS cobrado sobre a gasolina, o etanol e o gás de cozinha. Tributo administrado pelos estados, o ICMS está congelado desde novembro do ano passado.

A partir de 1º de julho, entrará em vigor a alíquota única estabelecida pela lei complementar. Atualmente, cada unidade da Federação tem a liberdade de fixar uma alíquota percentual de ICMS sobre os combustíveis. Com a lei, cada tipo de combustível precisará ter uma alíquota única, que valerá em todo o país.

Subsídio parcial

Em relação ao diesel, a alíquota de R$ 1,006 funcionará como um teto. Cada unidade da Federação poderá dar um desconto, subsidiando localmente o combustível, até chegar à alíquota cobrada atualmente. Segundo o Confaz, apenas o Acre não dará nenhum desconto.

Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), órgão auxiliar do Confaz, o acordo evitou que a Lei Complementar 192/2022 resultasse em aumento de carga tributária. Sem a possibilidade de os estados subsidiarem parcialmente o diesel, haveria aumento de preço em cerca de metade dos estados e no Distrito Federal.

Sobre os demais combustíveis, o Comsefaz informou que o congelamento do ICMS reduziu a arrecadação dos estados em cerca de R$ 1 bilhão por mês de novembro a fevereiro. A partir de março, as perdas aumentarão para R$ 1,15 bilhão mensais.

Edição: Fábio Massalli – Agência Brasil