Prefeitura alerta para exigência legal na realização de eventos em Petrolina

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs), reforça que qualquer atividade promovida no território do município, seja em espaço público ou privado, deve possuir autorização prévia do poder público municipal, conforme determina a legislação vigente. A exigência tem como objetivo garantir a segurança da população, a organização urbana e o cumprimento das normas legais. Como parte das ações de fiscalização da Secretaria, no último sábado (10), foi interditado o local conhecido como Parque Nossa Senhora Aparecida, no Distrito de Nova Descoberta, devido à tentativa de realização de uma atividade sem a devida autorização, além do uso irregular de espaço público.

A equipe de fiscalização chegou ao local antes do início da programação e orientou para que a atividade não fosse iniciada. Durante a ação, foi constatado ainda que a iniciativa já havia ocorrido em outras datas, sempre sem autorização da Prefeitura de Petrolina. A medida foi adotada com base na Lei Municipal nº 10/1983 (Código de Posturas), especialmente nos artigos 11 e 75, que disciplinam o uso de espaços e a promoção de atividades no município. A operação contou com o apoio do 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM), do GATI e do BIESP, garantindo a segurança, a ordem pública e a tranquilidade da comunidade durante a intervenção.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade orienta organizadores e responsáveis a buscar previamente as autorizações necessárias junto aos órgãos competentes, evitando transtornos, penalidades e a interrupção das ações. O cumprimento das normas é fundamental para assegurar atividades seguras, organizadas e em conformidade com a legislação municipal.

Texto: Luzete Nobre

Sesau intensifica fiscalização sanitária noturna no entorno do circuito do Carnaval de Juazeiro-BA

A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau), por meio da Vigilância Sanitária, está intensificando as ações de fiscalização noturna nos estabelecimentos localizados no entorno de onde será realizado o Carnaval do município, que acontece entre os dias 29 de janeiro e 1° de fevereiro. A iniciativa tem como objetivo principal fortalecer o trabalho preventivo junto aos comércios que funcionam à noite, garantindo mais segurança à população durante o período festivo.

As equipes da Vigilância Sanitária estão realizando vistorias e ações educativas em bares, lanchonetes, restaurantes e demais pontos de venda de alimentos e bebidas, com foco na orientação sobre boas práticas sanitárias. Entre os principais pontos observados estão as condições de higiene dos ambientes, a correta manipulação e armazenamento dos alimentos, a procedência dos produtos e o consumo seguro de bebidas.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Bruna Mattos, o trabalho vai além da fiscalização. “Nosso objetivo é atuar de forma preventiva, orientando os estabelecimentos para que cumpram as normas sanitárias e ofereçam produtos seguros à população. A fiscalização noturna é fundamental nesse período que antecede o Carnaval, pois há um aumento significativo no funcionamento desses serviços”, destacou.

Bruna Mattos reforça que a ação busca evitar riscos à saúde dos foliões. “Estamos atentos para impedir que alimentos ou bebidas impróprios para o consumo cheguem ao público. Essa é uma medida essencial para prevenir intoxicações alimentares e outros agravos à saúde, garantindo que a festa aconteça com segurança e responsabilidade”, completou.

A Sesau ressalta que as ações de fiscalização e orientação seguirão acontecendo ao longo do período carnavalesco, reafirmando o compromisso da gestão municipal com a promoção da saúde, a prevenção de doenças e a proteção da população juazeirense.
A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau), por meio da Vigilância Sanitária, está intensificando as ações de fiscalização noturna nos estabelecimentos localizados no entorno de onde será realizado o Carnaval do município, que acontece entre os dias 29 de janeiro e 1° de fevereiro. A iniciativa tem como objetivo principal fortalecer o trabalho preventivo junto aos comércios que funcionam à noite, garantindo mais segurança à população durante o período festivo.

As equipes da Vigilância Sanitária estão realizando vistorias e ações educativas em bares, lanchonetes, restaurantes e demais pontos de venda de alimentos e bebidas, com foco na orientação sobre boas práticas sanitárias. Entre os principais pontos observados estão as condições de higiene dos ambientes, a correta manipulação e armazenamento dos alimentos, a procedência dos produtos e o consumo seguro de bebidas.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Bruna Mattos, o trabalho vai além da fiscalização. “Nosso objetivo é atuar de forma preventiva, orientando os estabelecimentos para que cumpram as normas sanitárias e ofereçam produtos seguros à população. A fiscalização noturna é fundamental nesse período que antecede o Carnaval, pois há um aumento significativo no funcionamento desses serviços”, destacou.

Bruna Mattos reforça que a ação busca evitar riscos à saúde dos foliões. “Estamos atentos para impedir que alimentos ou bebidas impróprios para o consumo cheguem ao público. Essa é uma medida essencial para prevenir intoxicações alimentares e outros agravos à saúde, garantindo que a festa aconteça com segurança e responsabilidade”, completou.

A Sesau ressalta que as ações de fiscalização e orientação seguirão acontecendo ao longo do período carnavalesco, reafirmando o compromisso da gestão municipal com a promoção da saúde, a prevenção de doenças e a proteção da população juazeirense.

Anvisa proíbe produtos à base de alulose, um tipo de adoçante; entenda

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso de produtos à base de alulose, uma espécie de adoçante, da empresa Sainte Marie Importação e Exportação. A medida foi publicada no Diário Oficial da União da última segunda-feira (22).A proibição ocorreu porque a alulose não consta da lista de substâncias autorizadas pela Anvisa para o uso como adoçante ou ingrediente alimentar no Brasil.

De acordo com a agência, todos os alimentos ou ingredientes novos, ou seja, sem histórico de consumo no Brasil, devem ser submetidos à aprovação da Anvisa.

Na análise técnica, a Anvisa avalia se o processo de fabricação do novo ingrediente ou alimento não induz ou concentra substâncias que façam mal à saúde ou não extrapolam os níveis considerados seguros para a população.

Fonte: Agência Brasil

Operação da Compesa identifica ligações clandestinas em academias e boate de Petrolina-PE

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realizou uma operação de fiscalização em três estabelecimentos comerciais de Petrolina, Sertão do São Francisco, com o objetivo de combater fraudes no consumo de água e recuperar volumes desviados do sistema de abastecimento. A operação resultou na recuperação de um volume estimado de 300 metros cúbicos de água, quantidade suficiente para abastecer mensalmente cerca de 30 famílias.

A ação teve como alvo duas academias, uma localizada na Estrada das Bananas, no bairro Antônio Cassimiro, e outra no bairro Padre Cícero, além de uma boate situada no bairro Portal da Cidade. Durante as vistorias, as equipes identificaram ligações clandestinas nas duas academias cujos imóveis estão em débito e com o fornecimento suspenso. Já na boate, foi constatado que o estabelecimento operava sem cadastro comercial junto à Compesa, não havendo registro formal de consumo de água.

Diante das irregularidades constatadas, a Compesa informou que serão aplicadas multas em todos os casos, além do registro de boletins de ocorrência junto à Polícia Civil, que dará andamento às medidas legais cabíveis.

A Compesa reforça que seguirá intensificando as ações de fiscalização para combater fraudes, reduzir perdas no sistema e garantir um abastecimento de água mais justo para toda a população. É importante destacar, porém, que a manutenção do abastecimento depende da colaboração de toda a população. Novas irregularidades poderão comprometer novamente o fornecimento de água.

Ipem-PE apreende 21 balanças irregulares em ação de fiscalização no município de Ipojuca

Em ação de fiscalização realizada no último sábado (13), o Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE) apreendeu 21 balanças utilizadas em relações comerciais, no município de Ipojuca. De origem estrangeira, os equipamentos não possuíam Portaria de Aprovação de Modelo (PAM), que atesta a conformidade do equipamento com os requisitos técnicos metrológicos do Inmetro.

A operação teve como foco principal coibir o uso de instrumentos de pesagem que não atendem às normas legais, comprometendo a transparência e a justiça nas relações de consumo. Os fiscais do Ipem-PE verificaram se os equipamentos possuíam os selos de verificação e as aprovações de modelo exigidas para balanças utilizadas na venda de produtos por peso, item fundamental para assegurar que o consumidor pague exatamente pelo que leva.

“A utilização de balanças sem modelo de aprovação compromete a exatidão das medições e pode gerar prejuízos diretos ao consumidor. Durante a ação, além da apreensão das 21 balanças irregulares, os responsáveis pelos estabelecimentos foram devidamente orientados quanto à necessidade da utilização de equipamentos que atendam às diretrizes do Inmetro e à legislação vigente, que exige que balanças usadas em transações comerciais sejam de modelo aprovado e periodicamente verificadas por órgão metrológico oficial”, destacou o presidente do Ipem-PE, Ary Morais.

O Ipem-PE reforça que a utilização de balanças irregulares pode resultar em sanções administrativas, apreensão dos equipamentos e prejuízos aos comerciantes, além de ferir os direitos dos consumidores. Denúncias sobre irregularidades em instrumentos de pesagem podem ser feitas por meio da Ouvidoria do instituto pelo 0800 081 1526 ou através do formulário de denúncia no site www.ipem.pe.gov.br.

CPRH realiza nova operação de combate às construções irregulares na Mata do Frio, em Paulista

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) realizou, na última quinta-feira (14), a segunda etapa da operação de combate ao desmatamento ilegal na área da Mata do Frio, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. No momento da fiscalização, os fiscais constataram a supressão de vegetação sem autorização, além da continuidade de construções irregulares. Para evitar o prosseguimento dos crimes ambientais, cinco estruturas em alvenaria foram demolidas com o apoio de retroescavadeiras. O material de construção foi recolhido e encaminhado a um aterro sanitário.

Foi a segunda ação da Agência no local em um período de 30 dias. No último dia 29 de outubro fiscais da Agência estiveram na região e interromperam construção irregulares que estavam em andamento. Na visita desta quinta-feira (14) foi constatado que as obras foram retomadas. A Mata do Frio é uma Unidade de Conservação Municipal com uma área de 42,7 hectares do bioma Mata Atlântica de relevante interesse ecológico, por esta razão, qualquer atividade no local precisa de autorização e licenciamento ambiental.

De acordo com o diretor de fiscalização ambiental da Agência CPRH, Maviael Torchia, as ações de combate ao desmatamento estão acontecendo de forma integrada com o município. “A Mata do Frio é uma Unidade de Conservação que possui riqueza de fauna e flora. Estamos monitorando a região e vamos continuar fiscalizando, em parceria com a Prefeitura, para coibir os desmatamentos e as ocupações irregulares. A mata precisa ser preservada.”, explicou Maviael.

A operação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Paulista, e com o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) e o 17º Batalhão da Polícia Militar.

Prefeitura de Petrolina atua na prevenção nas vendas de bebidas alcoólicas adulteradas 

Com o registro de casos suspeitos de intoxicação de bebidas por metanol, o município tem tomado uma série de medidas preventivas para identificar a venda de produtos contamindos. Há pouco mais de um mês, o município lançou o Plano de Resposta Rápida: Diretrizes Operacionais e Estrutura de Governança Intersetorial para a Gestão do Risco de Intoxicação por Metanol em Bebidas Alcoólicas. Desde então, as ações de fiscalização em bares, restaurantes e demais estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas foram intensificadas.

Vale destacar que até agora não houve apreensões por suspeita de adulteração. A Prefeitura, em parceria com a Agência do Empreendedor, realizou capacitações para empreendedores locais com o objetivo de orientar sobre a identificação de possíveis bebidas adulteradas e os procedimentos adequados para denúncia.

O trabalho das equipes de fiscalização e inspeção sanitária segue ativo. A população pode contribuir realizando denúncias ou tirando dúvidas por meio do WhatsApp da Ouvidoria Municipal: (87) 98844-2540.

Texto: Débora Sousa

Banco Central muda regras para acabar com contas bancárias fraudulentas

O Banco Central (BC) alterou regras sobre o encerramento compulsório de contas bancárias sem respaldo ou em desacordo com a regulamentação, incluindo as chamadas contas-bolsão. Elas são contas abertas por fintechs em bancos tradicionais, ou seja, operam em nome de terceiros com o objetivo de ocultar a identificação ou substituir obrigações dos clientes e podem ser utilizadas para fraudes, por exemplo.

As fintechs são empresas de inovação que se diferenciam pelo uso da tecnologia para oferecer serviços financeiros digitais. Em agosto desse ano, Receita Federal também estabeleceu que as fintechs devem estar sujeitas às mesmas regras dos bancos, no que se refere à obrigação de fornecer informações que levem ao combate a crimes, como lavagem de dinheiro.

“Quando a gente está falando de prevenção a fraude, de prevenção ao uso do sistema [financeiro] pelo crime organizado, não tem bala de prata, mas nós temos o compromisso, obviamente, de entender onde nós podemos atuar para fortalecer, continuadamente, a higidez e integridade do sistema financeiro”, disse a diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Izabela Correa.

A partir de agora, as instituições bancárias terão a obrigação de adotar critérios para identificar essas contas irregulares, como as contas-bolsão, podendo se utilizar de dados armazenados em bases públicas ou privadas. O BC explicou que, então, os bancos deverão encerrar as contas após comunicação aos clientes.

O diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, ressaltou, entretanto, que há contas-bolsão legítimas, como contas de instituições de pagamento e de marketplace, por exemplo. “Essa norma para mim é uma norma de enfrentamento aos comportamentos ilícitos, quiçá criminosos, perpetrados no sistema financeiro nacional”, disse.

“A conta-bolsão, a utilização ilegal dessa prática não autorizada, eu não consigo acreditar que entidades autorizadas pelo Banco Central possam vender serviços de contas blindadas. Isto para mim é um desvirtuamento. Mas a gente também não pode demonizar o conceito de contas-bolsão”, acrescentou.

A nova regra entra em vigor em 1º de dezembro de 2025 e a documentação relacionada às contas de encerramento compulsório deve permanecer à disposição do Banco Central por, pelo menos, 10 anos.

As novas normas sobre finalização de contas estão publicadas no site do BC: Resolução CMN nº 5.261 e Resolução BCB nº 518​.

Limite mínimo
O BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) também publicaram normas que tratam da nova metodologia de apuração do limite mínimo de capital social e de patrimônio líquido das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. O objetivo é garantir que bancos e fintechs tenham recursos suficientes para absorver riscos e operar de forma segura.

A nova regulamentação mira nas atividades efetivamente exercidas pelas instituições para definir o capital mínimo necessário, e não mais o tipo específico de instituição. Além disso, a metodologia prevê uma parcela do capital mínimo para cobrir o custo inicial da operação e os custos associados aos serviços intensivos em infraestrutura tecnológica.

Por fim, a nova regulação requer uma parcela adicional de capital às instituições que utilizem em sua nomenclatura a expressão ‘banco’ ou qualquer termo que o sugira, em português ou em outro idioma.

Os normativos entram em vigor imediatamente. No entanto, para que as instituições já em operação — ou aquelas em análise pelo BC — possam se ajustar às novas regras, foi definido o seguinte cronograma de transição que vai até dezembro de 2027.

O diretor Ailton de Aquino afirmou que as mudanças não são barreira para a inovação e entrada de fintechs, mas visam reforçar a resiliência do sistema financeiro.

“Eu não acredito numa IP [instituição de pagamento] com o capital inicial de R$ 1 milhão para fazer face à necessidade de tecnologia de contratar auditor, de montar uma boa estrutura. Eu acho que trazer este número por volta de R$ 9 milhões a R$ 32 milhões, operando com Pix, é algo que eu entendo como é bastante importante nesse momento”, disse, informando que há quase 300 IP autorizadas pelo BC a operar.

“Nós vivenciamos, nos últimos meses, situações desagradáveis no sistema financeiro nacional [como invasão e perda de valores]. Isso aqui é uma resposta, é um processo evolutivo, mas também uma resposta para isso”, reforçou. Segundo ele, por exemplo, o capital inicial de corretoras passou de R$ 245 mil para R$ 8 milhões.

Do universo de 1,8 mil entidades bancárias, cerca de 500 serão impactadas e terão que reforçar suas estruturas de capital.

As normas sobre capital social também estão no site do BC: Resolução Conjunta nº 14 e Resolução BCB nº 517.

Anvisa proíbe uso de substâncias tóxicas em produtos para unhas em gel

Foto: Freepik

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a utilização de duas substâncias que podem estar presentes em produtos usados para fazer unhas ou esmaltação em gel, que precisam ser expostos à luz ultravioleta ou LED. As substâncias são o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA). A resolução foi aprovada nesta quarta-feira (29).O objetivo é proteger a saúde das pessoas que utilizam esses produtos e principalmente dos profissionais que trabalham com eles. Segundo a Anvisa, o DMPT pode causar câncer em humanos e o TPO é tóxico para a reprodução e pode prejudicar a fertilidade.

“Com a decisão, o Brasil se alinha aos padrões de segurança da União Europeia, que também baniu recentemente esses ingredientes. A medida impede que produtos considerados inseguros em outros países sejam comercializados aqui. A proibição das duas substâncias se aplica a qualquer produto cosmético”, diz a agência em nota.

Segundo a resolução, a fabricação, a importação e a concessão de novos registros ou notificações para produtos que contenham TPO ou DMPT estão proibidas imediatamente. No comércio, as empresas e estabelecimentos têm 90 dias para parar de vender ou utilizar os produtos que já estão no mercado.

Após esse prazo, todos os registros e notificações desses produtos serão cancelados pela Anvisa. As empresas responsáveis deverão realizar o recolhimento daqueles que ainda estiverem em lojas e distribuidoras.

Ainda que o risco ocupacional seja mais intenso, usuárias e usuários também estão sujeitos aos efeitos nocivos decorrentes da exposição, reforçando sua dimensão social. Diante desse cenário, é dever do Estado atuar preventivamente, evitando a perpetuação de risco sabidamente evitável”, afirmou a relatora da norma, a diretora Daniela Marreco.

Ela reforçou ainda que os eventos adversos dessas substâncias estão, em geral, associados a exposições repetidas e prolongadas, de modo que contatos ocasionais ou pouco frequentes representam risco significativamente menor.

“Contudo, não afasta a necessidade de uma medida tempestiva de proibição dessas substâncias, cumprindo nosso papel de proteção da saúde com a edição da medida de precaução ora proposta”, disse.

Edição: Agência Brasil

Dia das Crianças: Procon-PE encontra diferença de preços acima de 200% em presentes

Com a chegada do Dia das Crianças, a busca pelo presente perfeito para os pequenos se intensifica. Na expectativa de orientar os consumidores nessa tarefa, o Procon-PE realizou uma pesquisa de preços, entre os dias 01 e 03, deste mês, em lojas dos shoppings da Região Metropolitana do Recife (RMR), sendo eles: Shopping Recife, Shopping Rio Mar, Shopping Tacaruna, Shopping Centers Patteo de Olinda e North Way de Paulista, além de sites de compras. A pesquisa ainda contemplou um total de 76 itens, como: brinquedos diversos, jogos recreativos, videogames, bicicletas, patins, skates, patinetes e carrinhos para passeio infantil.

Entre os itens que apresentaram uma grande variação de preço, está a boneca baby alive hora do refresco, que em seu menor valor, foi encontrada por, R$ 99,99, e em seu maior valor, R$309,99, gerando uma diferença percentual de 210,02%. Já a boneca Luluca, foi encontrada por R$64,37 no seu menor valor, e R$179,91, no seu maior, gerando uma diferença percentual de 179,49%.

Jogos de tabuleiro, também sofrem com as variações de preço, a exemplo do truque de mestre, que em seu menor valor, foi encontrado por R$ 41,00 e, em seu maior valor, por R$ 109,99, gerando uma diferença percentual de 168,27%. Na mesma categoria, o quebra cabeça de 150 peças da Barbie, apresentou uma variação de 138,14%, sendo encontrado, em seu menor valor, por R$ 29,39 e, em seu maior, por R$ 69,99.

O patinete, a bicicleta, e o patins, também apresentaram variações de preço que chamaram a atenção: a depender da marca e características destes produtos, os preços podem sofrer oscilações. O patinete, aparece na lista com uma variação de 185,71%, podendo ser encontrado em seu menor valor por R$175,00 e, o seu maior valor, por R$499,99. A bicicleta aro 12, foi encontrada, em seu menor valor, por R$229,99 e, em seu maior, por R$590,00, gerando uma variação de 156,53%. O patins, foi encontrado, em seu menor valor, por R$ 149,00 e, em seu maior, por 379,99. Totalizando uma diferença percentual de 155,03%.

“A pesquisa reúne opções de presentes que vão de R$ 16,99 a R$ 3.749,90 ou seja, há alternativas para todos os bolsos. O segredo está em pesquisar.” disse Joanna Figueirêdo, Secretária de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência de Pernambuco.

A pesquisa completa está disponível no site do Procon-PE: www.procon.pe.gov.br