Deputada Dulci e Odacy Amorim visitam Dormentes e são recepcionados pela prefeita Josimara e pelo secretário Fernando Yotsuya

Nesta quarta-feira (15), a deputada estadual Dulci Amorim (PT) e o ex-deputado Odacy Amorim (PT) cumpriram agenda em Dormentes. A dupla foi recepcionada pela prefeita do município, Josimara Cavalcanti, e pelo secretário de Governo, Fernando Yotsuya.

Na pauta do encontro estavam os desafios enfrentados pelo município, além das costuras políticas para as eleições de 2022. “Nossa parceria com a gestão de Josimara está cada vez mais forte. E a cada novo encontro, reforçamos o nosso compromisso com Dormentes. Nosso trabalho é honrar a confiança dos sertanejos e de gestores como Josimara”, comentou Dulci.

Odacy Amorim destacou que a gestão de Josimara tem sido referência para região. “Josimara é uma prefeita comprometida, corajosa e arrojada. E quem visita a cidade vê o salto de desenvolvimento, mesmo diante da grave crise potencializada pela pandemia”, afirmou o ex-parlamentar.

‘ADEAP Itinerante’: povoado de Santa Helena, no distrito de Carnaíba do Sertão, recebe projeto da Prefeitura de Juazeiro (BA)

Aproximar a gestão municipal da comunidade, esse é o principal objetivo da ação ‘ADEAP Itinerante Cuidando do Interior’. O projeto foi desenvolvido pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária (ADEAP), que busca também conhecer in loco os desafios de cada localidade.

Dia D

O primeiro povoado a receber a equipe da ADEAP foi Santa Helena, no distrito de Carnaíba do Sertão. A divulgação dos principais serviços da pasta teve início no último domingo (12), durante a Vaquejada no Parque João e Maria. O evento contou com a presença de uma profissional de saúde, que realizou aferição de pressão e prestou esclarecimentos e orientações gerais.

Coordenada pelo titular da pasta, Carlos Neiva e pelo superintendente, Dênis Medrado, a equipe do ADEAP Itinerante fez uma triagem dos principais serviços ofertados na secretaria, orientando, de forma rápida, pontual e eficaz, os procedimentos necessários que normalmente só estão disponíveis nos setores fixos das repartições. São eles: Informações e orientações sobre garantia-safra, PNAE, Palhada, Sala do Empreendedor – Formalização do Microempreendedor Individual (MEI), Selo de Inspeção Municipal (SIM), certificação de orgânicos, PAA e INCRA.

Para Carlos Neiva, o modelo implantado com o ADEAP Itinerante foi um grande acerto da gestão e que só tem a crescer.

“Passado o momento dessas vaquejadas, levaremos o projeto em cada sede dos distritos de Juazeiro. O propósito é realmente cuidar do interior, uma premissa da gestão Suzana Ramos. Desde o início, fizemos lentamente esse processo de visitar os distritos – também em função da pandemia. Daí a ideia de ampliar os diálogos. Então, foi criado o ADEAP Itinerante Cuidando do Interior, que como o nome sugere, é levar toda a nossa agência para as comunidades, cumprindo com o papel que é cuidar da agricultura, pecuária, duas grandes forças da nossa matriz”, afirma Neiva.

Para Dênis Medrado, sentir a emoção do povo fortalece propósitos e estreita laços. “A importância do que está acontecendo aqui hoje, é cuidar do interior, mas também se aproximar das pessoas, estar onde o povo está, chegar junto e sentir a emoção que eles sentem, isso é o que ADEAP faz”, ressalta o superintendente.

Vaquejada e o manual do bem-estar animal

A ideia de levar o projeto para uma vaquejada surgiu da parceria entre a gestão municipal, vereador Luciano do Vale e o grupo de vaquejada JW, que teve a preocupação de envolver no evento, a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ) e o seu manual do bem-estar animal, com normas e diretrizes que garantem o bom atendimento e bons tratos aos animais durante as competições.

A ABVAQ, que fomenta a prática da atividade cultural esportiva da vaquejada, elaborou o regulamento – homologado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através da Portaria 1781, com o intuito de resguardar os animais. Nas próximas visitas, dias 19 e 26 de setembro, a Associação estará presente, dentro do stand da Agência dando toda assistência necessária aos promotores de eventos e aos animais envolvidos no esporte.

Eu escolhi construir uma história com aqueles que não eram vistos e Deus nos apresentou a prefeita Suzana, ao secretário Carlos Neiva, que hoje apoiam esse evento. Somos muito gratos por vocês estarem aqui”, reforçou Luciano.

Texto: Milena Pacheco – Assessora de Imprensa ADEAP/ Ascom PMJ

Fotos: Equipe ADEAP

Conselheiro do TCE-PE, Ranilson Ramos visita Mercado do Produtor de Juazeiro e destaca a importância do entreposto na economia brasileira

Em recente visita ao Vale do São Francisco, o ex-deputado estadual e atual Conselheiro do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), Ranilson Ramos esteve no Mercado do Produtor de Juazeiro fazendo uma visita à diretoria da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA), que administra o entreposto.

Ranilson Ramos veio atraído pelo destaque que tem tido o Mercado do Produtor de Juazeiro na imprensa brasileira. Recentemente, o Ceasa de Juazeiro esteve nas manchetes de jornais da capital baiana, a exemplo do Correio da Bahia e em programas especiais sobre produção e comercialização de frutas na TV Bahia (Globo) e BAND.

Durante a visita, Ranilson viu de perto o trabalho que está sendo desenvolvido pela atual administração do mercado, que, em apenas 9 meses tem feito um trabalho de parceria com os permissionários, o que tem dado ao Ceasa um destaque nacional.

O encontro com o diretor Britoaldo Alves Bessa, foi nesta sexta-feira (10). Ranilson Ramos elogiou a administração e disse que considera o Mercado do Produtor de enorme importância, não apenas para a Bahia e Pernambuco, mas para o Brasil. “O que está acontecendo aqui em termos de movimentação e comércio de  hortifruti, tem causado um grande impacto para a economia brasileira, nesse momento em que a agricultura é que tem movimentado a economia”, disse o ex-deputado.

O gestor da AMA, Britoaldo Besa, agradeceu a visita e destacou a importância dessa relação entre Bahia e Pernambuco. “O Mercado do Produtor tem se desenvolvido a cada dia, ganhando destaque nacional, e são visitas como essa que enriquecem nosso trabalho. Vejo como extrema importância essa visão PE/BA e no futuro podem surgir grandes parcerias”, concluiu.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA 

Jordávio Ramos visita os Bairros Jardim das Acácias e Palmares em Juazeiro e conversa com moradores e representantes de associações

Nesta quinta-feira (09), Jodávio Ramos visitou os moradores dos bairros Jardim das Acácias e Palmares, em Juazeiro (BA). Acompanhado do suplente de vereador Ailton Batista, do diretor do Centro de Cultura João Gilberto, Emílio Eloi e Paulino Paixão, Jordávio ouviu as demandas da população e líderes de associações comunitárias.

Na visita que fez ao bairro Jardim das Acácias, Jordávio conversou com alguns moradores que relataram suas dificuldades e o que precisa ser melhorado no bairro. Sendo bem acolhido pela família de Dona Hilda dos Santos (Cabloca). Ele recebeu o carinho das pessoas. “Foi um prazer receber Jordávio na minha casa. Gostei muito dele. Ele é muito carismático.” disse dona Hilda.

No início da noite Jordávio foi até o bairro Palmares e bateu um papo com os moradores do local sobre suas demandas. Na ocasião, se reuniu com a família de dona Maria das Dores. Estavam presentes no encontro representantes de alguns grupos, entre eles o secretário da associação comunitária do bairro, o líder da Pastoral da Criança, o representante da Associação Solidária São Vicente de Paulo e a representante da comunidade Suvaco da Cobra, que também expressaram seus anseios.

Jordávio declarou a sua satisfação em se colocar diante do povo e pontuou a importância de suas demandas. “Tenho a necessidade de estar próximo do povo. É isso que me deixa realizado, ouvir as pessoas, conhecer suas histórias e demandas, para conhecer de perto a realidade dos moradores do nosso município.” frisou Jordávio.

O secretário da Associação Comunitária do bairro Palmares, Wilson Martins, falou sobre a importância de Jordávio conhecer de perto a realidade dos bairros da cidade. “É importante esse momento de Jordávio, junto com o povo. Ouvir as pessoas, as suas necessidades, porque estamos isolados, em bairros periféricos. Quando alguém se dispõe a conversar com a gente, conhecer a realidade do bairro, faz com que a gente fique mais confiante. Ele como filho da nossa prefeita, Suzana Ramos, vai passar nossas demandas para ela resolver.” ressaltou Wilson Martins.

Texto: ASCOM Jordávio Ramos

Deputada Dulci e Odacy Amorim repudiam os ataques à democracia promovidos no 7 de Setembro

Depois das declarações do presidente da República contra as instituições democráticas do país, durante as comemorações do 7 de Setembro, a deputada estadual Dulci Amorim (PT-PE) e o ex- deputado Odacy Amorim (PT-PE) utilizaram as redes sociais para comentar o episódio. Para os petistas, essa foi mais uma afronta à democracia brasileira feita pelo atual presidente.

A deputada Dulci destacou que o país está voltando rapidamente ao estado de miséria, desde a saída forçada de Dilma Rousseff da presidência. “O brasileiro não aguenta mais tanta miséria. Desde o golpe a Dilma, estão desmontando a saúde, a educação e, por fim, trazendo novamente a fome”, declarou.

Já Odacy Amorim pediu que a democracia seja respeitada e defendida, ainda mais levando em conta a crise entre os poderes gerada pelo próprio presidente. “Chega desse governo de morte, de guerra, de dor e de desemprego. São quase 600 mil mortos pela Covid-19, são 243 milhões em medicamentos vencidos, enquanto o povo sofre abandonado. Diariamente ameaçam nossa democracia, tentam sequestrar nossa bandeira e nosso hino. Usam nossas cores para afrontar a constituição”, lamentou.

Dulci e Odacy acreditam que é urgente a retomada do crescimento do país, mas sem deixar de lado uma outra guerra que o mundo enfrenta: a luta contra a Covid-19. “Precisamos de vacina, educação, saúde, emprego e comida no prato”, resumiu Dulci.

Projeto de Eduardo da Fonte zera impostos federais sobre medicamentos para idosos, aposentados e pensionistas

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) apresentou uma proposta (PL 3077/21) para zerar as alíquotas de tributos federais sobre medicamentos de uso contínuo para idosos, pensionistas e aposentados. O parlamentar destaca que a medida deve trazer um alívio no orçamento doméstico e ajudará nos efeitos da crise econômica agravada pela pandemia.

“Sabemos que há famílias que destinam mais da metade do seu orçamento mensal para comprar remédios. Precisamos reconhecer os esforços feitos por esses brasileiros pelo nosso país e encontrar formas de reduzir o preço destes medicamentos que é o que faz diferença na saúde dessas pessoas. A medida é um alívio para as famílias e para o sistema de saúde pública”, explicou Eduardo da Fonte.

Pela proposta, seriam zerados os impostos de importação, o IPI, a Contribuição para o PIS/PASEP, a Contribuição para o PIS/PASEP-Importação; e a contribuição da COFINS e da COFINS-Importação.

Fux responde ataques de Bolsonaro em nome do STF nesta quarta-feira

As ameaças do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) contra o Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 7 de setembro foram recebidas com indignação pelos ministros da Corte. O presidente do tribunal, ministro Luiz Fux, fará um pronunciamento no início da sessão nesta quarta-feira (8), para rebater os mais novos ataques do chefe do Executivo.

Fux vai rebater o aviso dado por Bolsonaro de que não cumprirá qualquer determinação proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, principal alvo dos discursos do presidente da República e relator de inquéritos que o investigam no STF.

De acordo com o Globo, o presidente da Corte deixará claro que, caso de fato desrespeite ordem judicial do Supremo, seja de qual for o ministro, Bolsonaro vai incorrer em crime de responsabilidade – o que pode ensejar um pedido de impeachment.

O fato de adiar o pronunciamento e falar por todos os ministros tem como objetivo dar um caráter institucional ao movimento, como já ocorreu em episódios semelhantes.

A decisão do pronunciamento foi tomada em reunião virtual com nove dos dez integrantes do tribunal – apenas Dias Toffolli não compareceu. Durante o encontro, palavras como “absurdo” “golpista” “fascista” foram usadas para classificar os discursos de Bolsonaro.

Bolsonaro sanciona com vetos texto que revoga Lei de Segurança Nacional

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, o projeto que revoga a Lei de Segurança Nacional e que cria um capítulo no Código Penal para crimes contra o Estado Democrático de Direito. O texto foi publicado hoje no Diário Oficial da União e entra em vigor em 90 dias.

Bolsonaro vetou o trecho que previa punição para quem praticasse a “comunicação enganosa em massa”, as fake news. O argumento é que ele contraria o interesse público por não deixar claro o objeto da criminalização, se a conduta daquele que gerou a notícia ou daquele que a compartilhou (mesmo sem intenção de massificar), ou se haveria um “tribunal da verdade” para definir o que pode ser entendido por inverídico. Além disso, provocaria “enorme insegurança jurídica” diante da dúvida sobre se o crime seria continuado ou permanente.

“A redação genérica teria o efeito de afastar o eleitor do debate político, reduzindo sua capacidade de definir suas escolhas eleitorais, inibindo o debate de ideias, limitando a concorrência de opiniões, indo de encontro ao contexto do Estado Democrático de Direito, o que enfraqueceria o processo democrático e, em última análise, a própria atuação parlamentar”, diz a mensagem encaminhada ao Congresso.

Os parlamentares farão a análise dos vetos e poderão mantê-los ou derrubá-los. O texto do projeto foi aprovado em maio na Câmara e em agosto pelo Senado.

Outro trecho vetado dizia respeito ao atentado ao direito de manifestação. Nesse caso, segundo o argumento apresentado por Bolsonaro, a dificuldade seria caracterizar o que viria a ser manifestação pacífica, o que também poderia gerar “grave insegurança jurídica para os agentes públicos das forças de segurança responsáveis pela manutenção da ordem”.

“Isso poderia ocasionar uma atuação aquém do necessário para o restabelecimento da tranquilidade, colocando em risco a sociedade, uma vez que inviabilizaria uma atuação eficiente na contenção dos excessos em momentos de grave instabilidade, tendo em vista que manifestações inicialmente pacíficas podem resultar em ações violentas, que precisam ser reprimidas pelo Estado”, explicou.

O presidente também vetou o trecho que previa que militares que cometerem crime contra o Estado de Direito teriam a pena aumentada pela metade, além da perda do posto e da patente ou graduação. A justificativa é de que isso violaria o princípio da proporcionalidade, “colocando o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais, além de representar uma tentativa de impedir as manifestações de pensamento emanadas de grupos mais conservadores”.

Do mesmo modo, foi vetado o dispositivo que aumentava a pena em um terço caso o crime fosse cometido com violência ou grave ameaça com uso de arma de fogo ou por funcionário público, que seria punido, ainda, com a perda da função. Para Bolsonaro, “não se pode admitir o agravamento pela simples condição de agente público em sentido amplo, sob pena de responsabilização penal objetiva, o que é vedado”.

Também foi barrado o dispositivo que permitia que partidos políticos com representação no Congresso movessem ação contra envolvidos em crimes contra o funcionamento das instituições democráticas nas eleições caso o Ministério Público não o fizesse no prazo estabelecido em lei.

O argumento é de que a medida não é “razoável para o equilíbrio e a pacificação das forças políticas no Estado Democrático de Direito, levando o debate da esfera política para a esfera jurídico-penal, tendente a pulverizar iniciativas para persecução penal em detrimento do adequado crivo do Ministério Público”. “Nesse sentido, não é atribuição de partido político intervir na persecução penal ou na atuação criminal do Estado”, diz a justificativa encaminhada ao Congresso.

Crimes contra a democracia

Criada em 1983, no final da ditadura militar, a Lei de Segurança Nacional, agora revogada, estabelecia, por exemplo, que caluniar ou difamar os presidentes de poderes pode acarretar pena de prisão de até quatro anos.

A nova lei, sancionada por Bolsonaro, prevê que não constitui crime previsto no Código Penal “a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais”.

O texto acrescenta à legislação a tipificação de oito crimes contra a democracia: atentados à soberania e à integridade nacional, espionagem, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, interrupção de processo eleitoral, violência política e sabotagem. Entenda cada um desses crimes:

– Atentado à soberania: Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra contra o país ou invadi-lo. Pena de reclusão, de três a oito anos. Aumenta-se a pena de metade até o dobro, se declarada guerra em decorrência das condutas previstas. Se o agente participa de operação bélica com o fim de submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país, a pena vai de quatro a 12 anos.

– Atentado à integridade nacional: Praticar violência ou grave ameaça com a finalidade de desmembrar parte do território nacional para constituir país independente. Pena de reclusão, de dois a seis anos, além da pena correspondente à violência.

– Espionagem: Entregar a governo estrangeiro, a seus agentes, ou a organização criminosa estrangeira, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, documento ou informação classificados como secretos ou ultrassecretos nos termos da lei, cuja revelação possa colocar em perigo a preservação da ordem constitucional ou a soberania nacional. Pena de reclusão, de três a 12 anos. Incorre na mesma pena quem presta auxílio a espião, conhecendo essa circunstância, para subtraí-lo à ação da autoridade pública. Se o documento, dado ou informação for transmitido ou revelado, com violação do dever de sigilo, a pena sobe para de seis a 15 anos.

Facilitar a prática de qualquer dos crimes previstos nesta tipificação mediante atribuição, fornecimento ou empréstimo de senha, ou de qualquer outra forma de acesso de pessoas não autorizadas a sistemas de informações, a pena é de um a quatro anos.

Não constitui crime a comunicação, a entrega ou a publicação de informações ou de documentos com o fim de expor a prática de crime ou a violação de direitos humanos.

– Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais. Pena de reclusão, de quatro a oito anos, além da pena correspondente à violência.

– Golpe de Estado: Tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído. Pena de reclusão de quatro a 12 anos, além da pena correspondente à violência.

– Interrupção do processo eleitoral: Impedir ou perturbar a eleição ou a aferição de seu resultado, mediante violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação estabelecido pela Justiça Eleitoral. Pena de reclusão de três e seis ano e multa.

– Violência política: Restringir, impedir ou dificultar, com emprego de violência física, sexual ou psicológica, o exercício de direitos políticos a qualquer pessoa em razão de seu sexo, raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena de reclusão de três a seis anos e multa, além da pena correspondente à violência.

– Sabotagem: Destruir ou inutilizar meios de comunicação ao público, estabelecimentos, instalações ou serviços destinados à defesa nacional, com o fim de abolir o Estado Democrático de Direito. Pena de reclusão, de dois a oito anos.

Edição: Denise Griesinger – Agência Brasil

Em Brasília, Guilherme Coelho pede apoio do Ministério da Agricultura no combate à mosca-das-frutas no Vale do São Francisco

O propósito de transformar a região do Vale do São Francisco uma zona livre da mosca-das-frutas motivou Guilherme Coelho, presidente da Associação Brasileira de Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), a solicitar apoio em Brasília. Nesta semana, o presidente participou de reuniões com a ministra Tereza Cristina e representantes de instituições parceiras do agronegócio, como o Sebrae e o CNA/Senar, que garantiram incentivos à iniciativa.

De acordo com Guilherme Coelho, essa é uma meta possível de ser alcançada. “Temos regiões no Brasil que já estão livres da mosca-das-frutas. O Vale do São Francisco é referência em fruticultura, somos responsáveis pela produção de 90% de toda uva e manga exportada pelo Brasil. Não temos mais espaço para essa praga”, argumentou o presidente da Abrafrutas.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, garantiu que a pauta terá toda atenção da pasta. “Esse é um assunto importantíssimo para o MAPA e tem todo o meu apoio. Neste ano trabalhamos duro e juntos, com certeza, vamos vencer esse problema e deixar o Vale do São Francisco livre da mosca-das-frutas”, afirmou.

O diretor presidente do Sebrae, Carlos Melles, e o presidente do CNA, João Martins, também se colocaram à disposição. “O Sebrae já está participando desse projeto”, afirmou Carlos Melles. O presidente do CNA, por sua vez, destacou que é preciso ter a ação de todos os atores do processo. “Não é simplesmente um trabalho de combate à mosca-das-frutas, é um trabalho de consciência do produtor, que tem que monitorar essa praga”, concluiu João Martins.

FOTO 1:CHARLES DAMASCENO

FOTO 2: ABRAFRUTAS

FOTO 3:  WENDI ARAÚJO

Texto: Andréa Meireles

Assessora de Imprensa de Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas

Fernando Monteiro e Arthur Maia apresentam relatório da PEC-32

Foi protocolado, nesta terça-feira (31), na Câmara dos Deputados, o parecer do relatório da PEC 32/2020, que tem o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) como presidente da comissão especial que analisou o tema. A proposta de emenda, originalmente apresentada pelo Executivo, foi elaborada com modificações após uma série de 15 audiências públicas, com mais de 80 convidados e debates em mais de dez estados. Ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e do relator da proposta, o deputado Arthur Maia (DEM-BA), Fernando Monteiro enfatizou que a comissão prezou pelo diálogo e discutiu exaustivamente o tema.

“Sempre destaquei a soberania do Congresso Nacional para a realização das alterações necessárias, e muitas foram feitas. Foram mais de 50 horas ouvindo diversas categorias e especialistas. Depois de um trabalho exaustivo, trouxemos um texto moderno, amplo, embasado, capaz de melhorar o serviço público, respeitando os servidores e os cidadãos que usufruem dos seus serviços pagando uma alta carga de impostos para isto”, afirmou Fernando Monteiro.

Entre as principais mudanças feitas no texto está a garantia de estabilidade para os atuais e futuros servidores públicos. “A estabilidade está integralmente preservada, não como direito do servidor, mas como uma garantia da sociedade”, completou o relator Arthur Maia. A proposta também determina que qualquer tipo de demissão estará submetida à avaliação de desempenho também pelos usuários do serviço através de plataformas digitais. Caso seja mal avaliado, o servidor terá espaço para defesa. As novas regras não serão aplicadas aos servidores já na ativa.

“No diálogo, na transparência e no debate respeitoso também conseguimos manter o atual Regime Jurídico Único, outra importante vitória para os servidores públicos do país. Também mantivemos a realização de concurso público para a contratação de servidores, mantendo a contratação de comissionados para cargos em comissão e o contrato temporário”, afirmou Fernando Monteiro.

Estes e outros tópicos da proposta serão lidos e discutidos pelos membros da comissão especial nesta quarta-feira (1º) para o início dos debates para a inclusão de emendas modificativas. O texto deve ser votado entre os dias 15 e 16 de setembro na comissão especial. Após esta fase, seguirá para o plenário da Câmara, onde passará por votação em dois turnos e, se aprovado, segue para o Senado.