Aprovado nesta terça, 26, com pedido de indiciamento de Jair Bolsonaro por nove crimes, o relatório final da CPI da Covid levou deputados federais de oposição ao governo a cobrarem o impeachment do presidente da República. Cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira, dar andamento a um dos mais de 130 pedidos de deposição de Bolsonaro empilhados em sua mesa.
O relatório final da investigação foi aprovado por 7 votos a 4. O parecer do senador Renan Calheiros (MDB-AL) encaminha um total 80 indiciamentos, incluindo o de Bolsonaro, por atos e omissões na pandemia de covid-19. O documento sugere que o chefe do Executivo seja processado por sete crimes previstos no Código Penal, entre crimes contra a humanidade por extermínio, perseguição e outros atos desumanos, além de dois crimes de responsabilidade por condutas adotadas ao longo da crise do coronavírus.
As investigações agora dependem da Procuradoria-Geral da República (PGR), no caso dos crimes comuns, e da Câmara, em relação aos crimes de responsabilidade. O relatório aponta que 120 mil mortes poderiam ter sido evitadas até março deste ano se o Brasil tivesse adotado medidas de contenção do vírus de forma sistemática.
Líder da Minoria na Câmara, o deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ) cobrou que a Casa dê continuidade ao trabalho dos senadores e coloquem “toda pressão para votar o impeachment de Bolsonaro.” “Os crimes de responsabilidade do presidente MATARAM centenas de milhares de brasileiros e a Câmara não pode seguir omissa”, afirmou em publicação no Twitter.
Alessandro Molon (PSB-RJ), que lidera a bancada de oposição na Casa, pediu Justiça para as mais de 600 mil vítimas da Covid-19 no Brasil, ao compartilhar uma notícia que fala sobre a aprovação do relatório da CPI. Ex-ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff e atualmente deputado federal, Alexandre Padilha (PT-SP) também cobrou o impeachment do presidente. “Depois de 69 sessões finalmente a CPI chega ao fim com a aprovação do relatório por 7 votos a 4. Fim das sessões, mas o trabalho continua e to junto na luta por: FORA, BOLSONARO GENOCIDA!”.
Líder da bancada do PSOL na Câmara, Talíria Petrone (RJ) também se manifestou sobre o parecer da comissão. “Que todos os culpados sejam responsabilizados!!”, escreveu no Twitter. Já o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) pediu que o procurador-geral da República, Augusto Aras, “não prevarique” e aceite os pedidos de indiciamento feito pelos senadores. “O governo e seus cúmplices cometeram crime hediondo contra brasileiros. São mais de 605 mil vítimas. Não podemos aceitar tamanha barbárie. Aras, NÃO PREVARIQUE!”
A deputada Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da CPMI das Fake News, afirmou que o relatório comprova que Bolsonaro é o maior responsável pelas mais de 600 mil mortes. “É evidente que o presidente da República é o maior culpado pela maioria das mais de 600 mil mortes. Todos os crimes a ele imputados no relatório do senador Renan Calheiros foram cometidos e ele é um genocida sim”, afirmou no Twitter.
Natália Bonavides (PT-RN) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS) também pediram o impeachment e a prisão de Bolsonaro. “Estive hoje na CPI da COVID no Senado, quando o relatório final terminava de ser lido. O relatório comprova, como sabíamos, que Bolsonaro é criminoso! Com sua política de mortes, atentou contra a vida dos brasileiros e não pode seguir impune. Impeachment e cadeia para Bolsonaro!”, declarou a petista. “RELATÓRIO DA CPI APROVADO. Impeachment e Cadeia para Bolsonaro”, pediu a psolista no Twitter.








Quem também prestigiou o evento foi o ex-deputado Odacy Amorim (PT), que buscou alternativas para baratear os preços dos combustíveis em Petrolina. “Sabemos que o preço dos combustíveis está dolarizado e hoje os motoristas lamentam ter que abastecer seus veículos pagando em torno de R$ 7,00 por litro de gasolina. Então, trazer o gás natural para Petrolina é garantir que a nossa gente deixe de ser refém do preço da gasolina, é dar um fôlego para nossa economia, é respeitar o dinheiro suado da nossa população”, comemorou Odacy.








O evento foi realizado no Centro de Excelência em Fruticultura do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em Juazeiro. Além do ministro Rogério Marinho, também estiveram presentes o presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), Marcelo Moreira, o superintendente do SEBRAE na Bahia, Jorge Khoury, entre outras autoridades.
“É uma honra como prefeita de Juazeiro participar deste momento e do lançamento desse projeto do Governo Federal que vai beneficiar mais de um milhão de pessoas. Quando a obra do Canal do Sertão Baiano estiver concluída, só no interior de Juazeiro mais de 50 mil pessoas serão beneficiadas, será uma grande transformação na vida de cada sertanejo do nosso município”, destacou Suzana Ramos.
Após o culto de celebração houve ainda um momento de recepção onde Simão pôde parabenizar o pastor Edilson e ressaltou a importância das diversas ações sociais que tem realizado na cidade, principalmente, através da organização não-governamental ‘Movimento’, ligada à Igreja Verbo da Vida. Ainda no começo da pandemia da Covid-19, em 2020, a ‘ONG Movimento’ realizou a entrega de milhares de máscaras de tecido para a Secretaria de Saúde do município e para o Hospital Universitário da Univasf, auxiliando assim diversos profissionais da saúde da região. Todas as máscaras foram produzidas por reeducandos da Penitenciária Doutor Edvaldo Gomes, onde funciona a fábrica, e que recebem salário por produção além de remição da pena.