Prefeitura de Petrolina oferece capacitação para profissionais sobre atenção ao parto natural

Nessa sexta-feira (21), a Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, preparou uma formação para os profissionais que atuam na assistência de média complexidade em saúde do município e estão lotados na Unidade Básica de Saúde (UBS) Plínio Amorim, distrito de Rajada. A formação teve como objetivo qualificar a equipe plantonista de enfermeiros e técnicos de enfermagem sobre trabalho de parto e seus manejos clínicos. O momento foi conduzido pelo enfermeiro obstetra do Centro de Parto Normal (CPN), Lucas Belfort.   

Dentre as temáticas trabalhadas pelo enfermeiro estiveram: a posição da parturiente;  contrações; canal de passagem do bebê; respostas psicológicas;  placenta; e assistência ao recém-nascido. Cada ponto foi apresentado e discutido com a equipe da atenção especializada, tudo isso com o intuito de aprimorar os conhecimentos técnicos dos profissionais.   

Para a coordenadora da Unidade Básica de Rajada, Paula Eloise de Souza, a qualificação visa oferece o melhor atendimento para gestantes na localidade. “A nossa unidade é distante da área central de Petrolina e, em alguns casos, as gestantes já chegam aqui no posto em trabalho de parto, não há tempo para deslocamento e realizamos aqui mesmo o procedimento. Esse momento de aprimoramento e apresentação das técnicas é enriquecedor, nos sentimos mais preparadas no atendimento as gestantes que chegarem a nossa unidade”, descreveu.    

Rajada já foi o local escolhido por muitos bebês para nascerem, como a unidade conta com profissionais em todos os turnos, muitas gestantes procuram a UBS para assistência e quando menos se espera, a bolsa rompe e o parto é feito no local. A diretora da Atenção Especializada, Stephanie Souza, reforça a importância da qualificação ofertada aos profissionais. “É através de momentos como estes que aprimoramos os conhecimentos técnicos que serão colocados em prática durante momentos de parto no local. Estamos atentas as solicitações do Prefeito Simão Durando que sempre reforça que a qualificação é o ponto chave do bom atendimento, e não estamos medindo esforços para que os profissionais atendam sempre a população *da melhor forma”, concluiu.  

Prefeitura de Petrolina oferta vacinação em horário especial  

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, continua disponibilizando vacinação em horário especial com o intuito de facilitar e ampliar a cobertura vacinal no município. Nessa sexta-feira (21), a Unidade Básica de Saúde (UBS) Bernardino Campos Coelho, na Vila Eduardo, estará com a sala de vacina aberta em horário estendido, das 8h às 12h e das 14h às 19h.  

Já no sábado (22), será a vez da Unidade Básica de Saúde (UBS) Lia Bezerra, no José e Maria, ficar aberta das 8h às 12h. Serão disponibilizadas vacinas para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Para se vacinar, basta comparecer nas UBS’s com documento de identificação com foto, cartão SUS ou CPF e o cartão de vacinação. 

Hospital Universitário da Univasf convoca mais de 100 novos profissionais

O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf/Ebserh) conquistou uma relevante marca no que se refere à ampliação do quadro de pessoal da instituição. Por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o HU recebeu autorização para convocar 111 (cento e onze) novos profissionais em diferentes áreas de atuação.

Após intenso planejamento e negociações junto à Ebserh, as novas vagas começaram a ser disponibilizadas desde o primeiro semestre e vão aprimorar diversos serviços, a exemplo do Bloco Cirúrgico, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Emergência e administração. Em abril, foram autorizadas 15 vagas, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e técnicos em radiologia. Já em junho, foram mais 65 vagas que incluíram também assistentes administrativos, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, técnico em análises clínicas, técnico em citopatologia, técnico em contabilidade e pedagogo. Neste mês de julho, 31 novas vagas reforçarão o volume de convocações, abrangendo ainda o incremento da equipe de farmacêuticos.

“Estes novos profissionais virão para contribuir com a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelo HU-Univasf. Apesar de ser um importante avanço, continuaremos com os esforços para recompor e ampliar ainda mais as equipes do hospital diante do crescente volume de atendimentos à população. O trabalho de diálogo e sensibilização sobre o potencial do HU é incessante e continuaremos com as parcerias institucionais para contribuir ao máximo com a atenção à saúde e a formação de pessoas na região”, ressaltou o superintendente Julianeli Tolentino.

 
Confira o vídeo com a declaração do superintendente: https://www.instagram.com/p/Cu5S79QtHJl/

Como equilibrar o uso de eletrônicos e outras atividades durante as férias escolares?

Durante as férias escolares, quando as crianças estão mais presentes em casa, é comum que elas acabem passando mais tempo na frente de eletrônicos, como celulares, tablets, televisão e videogames. No entanto, de maneira não-moderada, esse hábito pode prejudicar o desenvolvimento e a saúde mental das crianças e dos jovens. Por isso, para evitar esse tipo de dependência, é importante que os pais ou responsáveis organizem a rotina e estabeleçam regras e limites claros para o uso desses eletrônicos.

“As telas entram como uma distração, como um meio de fazer passar o tempo na rotina das crianças e adolescentes. Para pensarmos em uma rotina com diminuição de tempo diante das telas, é importante que os responsáveis organizem esse dia a dia, ou seja, que a rotina contemple atividades atrativas, como jogos em família ou que possam ser jogados de forma coletiva com outras crianças, momentos de atividade física e de lazer. O importante é a ludicidade e que a criança ou adolescente se divirta e não fique isolado atrás de uma tela”, afirma a psicóloga da Rede SESI de Educação, Rafaela Souza.

A profissional explica que o tempo de acesso às telas deve acontecer conforme a faixa etária, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para adolescentes, por exemplo, o recomendável é não exceder 3 horas de uso diário. “Lembrando que esse uso deve ser orientado e com supervisão dos pais”, reforça Rafaela. Já para crianças, ela destaca que a orientação é de no máximo 1 hora para menores de 5 anos e até 2 horas para crianças de 6 até 11 anos.

Além da inabilidade social que o excesso de tela pode causar, Rafaela explica que esse hábito também pode ocasionar alterações de ordem psicológica, como alterações de humor, deixando a criança/jovem mais irritadiço, sensível ou deprimido, além de ansiedade. “Pode acarretar ainda desordens fisiológicas causadas pelo sedentarismo e em decorrência da prática de hábitos pouco saudáveis, como alimentação inadequada, pouca exposição ao sol, quebra ou ausência da rotina do sono”, complementa, destacando que a tudo isso se soma o risco de exposição a conteúdos inadequados à faixa etária da criança ou adolescente.

Como alternativa aos eletrônicos, seja em período de férias ou não, Rafaela sugere que pais e responsáveis, além de proporcionar atividades de lazer para as crianças e adolescentes, incluam eles na rotina de afazeres domésticos. Essa participação, ela explica, é importante tanto para o desenvolvimento da criança, que cria a noção de responsabilidade e autonomia, quanto para que pais e filhos estejam juntos. “As atividades domésticas podem ser divertidas de serem realizadas, principalmente se forem feitas em parceria, com música e muita diversão em família. Especialmente nas férias, tudo o que não se espera é uma criança ou adolescente trancado dentro do quarto em seu celular. A família deve se envolver e planejar momentos em comum”.

Ministério prevê pagamento do piso da enfermagem a partir de agosto

O Ministério da Saúde informou, na última sexta-feira (14), que está em processo de implementação do piso nacional da enfermagem na folha de pagamento já para ser incluído no contracheque de agosto. De acordo com a pasta, também foi realizado, “com êxito”, um amplo processo de levantamento de dados dos profissionais da enfermagem junto aos estados e municípios para apurar os valores a serem repassados a cada ente da federação. O piso será pago em nove parcelas neste ano.

De acordo com as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU), o cálculo do piso será aplicado considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral fixas, não incluídas as de cunho pessoal.

“A metodologia de repasse aos entes e o monitoramento da implementação do piso em nível nacional tomará como base um grupo de trabalho com a participação de diferentes pastas (Ministério da Saúde, Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Ministério do Planejamento e Orçamento, Advocacia-Geral da União e Controladoria-Geral da União), sob supervisão dos ministérios que integram a estrutura da Presidência da República e coordenados pela Casa Civil”, diz o informe divulgado pelo Ministério da Saúde.

Entenda

Em maio, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou o pagamento do piso nacional da enfermagem após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a abertura de crédito especial de R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso.

Até então, o novo piso nacional, definido pela Lei nº 14.434, estava suspenso, desde setembro de 2022, por decisão do próprio Barroso, até que os entes públicos e privados da área da saúde esclarecessem o impacto financeiro. Segundo os estados, o impacto nas contas locais é de R$ 10,5 bilhões e não há recursos para suplementar o pagamento.

Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a obrigatoriedade de implementação do piso nacional só existe no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade.

Valores

O novo piso para enfermeiros contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é de R$ 4.750, conforme definido pela lei. Técnicos de enfermagem recebem, no mínimo, 70% desse valor (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem e parteiras, 50% (R$ 2.375). O piso vale para trabalhadores dos setores público e privado.

Dados do Conselho Federal de Enfermagem contabilizam mais de 2,8 milhões de profissionais no país, incluindo 693,4 mil enfermeiros, 450 mil auxiliares de enfermagem e 1,66 milhão de técnicos de enfermagem, além de cerca de 60 mil parteiras.

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Edição: Juliana Andrade – Agência Brasil

País deve ter 17 mil novos casos de câncer no colo do útero até 2025

O câncer no colo do útero foi responsável por 6.627 mortes no Brasil, em 2020. A estimativa do Ministério da Saúde é que, de 2023 a 2025, cerca de 17 mil mulheres sejam diagnosticadas com o tumor, causado pelo papilomavírus humano (HPV). Esse vírus é facilmente transmitido na relação sexual; isso porque apenas o contato com a pele infectada já é o suficiente para a contaminação.

“Estima-se que em torno de 70% a 80% da população, em geral, já teve algum contato com o vírus. Existem inúmeros tipos de vírus, mais de 50 tipos de cepas diferentes do vírus e não são todos eles que vão causar o câncer. Tem alguns que causam só verruga e outros que nem vão se manifestar”, explica a ginecologista Charbele Diniz.

A Campanha Julho Verde-Escuro chama a atenção para a importância de exames preventivos e do diagnóstico precoce dos chamados cânceres ginecológicos – aqueles que afetam um ou mais órgãos do aparelho reprodutor feminino. As ocorrências mais frequentes desse tipo de câncer no Brasil são de tumores no colo do útero, no corpo do útero e no ovário.

Diretrizes da OMS

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é possível, no futuro, erradicar tumores malignos no colo do útero no Brasil. Para isso, é necessário que a população siga as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As mulheres entre 25 e 35 anos devem fazer os exames preventivos e as pacientes que forem diagnosticadas com alterações devem receber o tratamento correto. As meninas e meninos entre 9 e 14 anos de idade devem se vacinar contra o HPV. Para aumentar a imunização, o ideal é que a vacina seja tomada antes da primeira relação sexual.

Desde 2014, o governo disponibiliza a vacina quadrivalente contra o HPV. Hoje, meninas e meninos entre 9 e 14 anos podem receber o imunizante no Sistema Único de Saúde. Além dos adolescentes, pessoas imunossuprimidas com até 45 anos também podem se vacinar na rede pública.

Apesar de a vacina estar disponível gratuitamente, muitos pais não levam seus filhos adolescentes para se vacinarem por uma falsa crença de que vão estimular uma iniciação sexual precoce.

“A gente tem a vacina disponível, é uma vacina cara, é uma vacina que está aí, mas que não está sendo utilizada. São vários tabus, de o povo brasileiro achar que você está expondo a questão sexual para a filha adolescente. Mas é mais uma vacina comum como outra qualquer”, explica o chefe do Departamento de Ginecologia Oncológica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Gustavo Guitmann.

A psicóloga Andreia Medeiros trabalha com adolescentes e tem uma filha de 15 anos, a estudante Sofia van Chaijk, que tomou a vacina contra o HPV, orientada pela mãe.

“É um mito [a ideia]  que vai estimular [a iniciação sexual precoce]. Não falar sobre o assunto vai prevenir? É o contrário”, diz a psicóloga. “Ter consciência dos benefícios, dessa prevenção e do contrário também, do risco que eles correm, é uma forma de cuidado”, acrescenta.

“Eu agradeço minha mãe também por ter me vacinado contra HPV porque a gente conhece uma pessoa que infelizmente faleceu de câncer no útero por conta de HPV. Então ela nem precisou me convencer muito também. Ela já sabia das consequências”, completa Sofia.

Edição: Juliana Andrade – Agência Brasil

Prefeitura de Petrolina leva vacinação para Cohab Massangano

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, continua ofertando vacinação nos finais de semana. Nesse sábado (15), a Unidade Básica de Saúde (UBS) Ricardo Soares, na Cohab Massangano, estará com a sala de vacina aberta das 8h às 12h para receber a população.   

Para se vacinar, basta levar documento de identificação com foto, cartão SUS ou CPF e o cartão de vacinação. Serão disponibilizados todos os imunizantes para crianças, adolescentes, adultos e idosos. 

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Texto: Jhulyenne Souza – Assessora de Comunicação da Secretaria de Saúde     

Acordo entre Saúde e Educação permitirá transformação digital do SUS

13/07/2023 - Acordo de cooperação técnica vai permitir disseminação de ferramenta já utilizada em hospitais universitários federais geridos pela Ebserh. Foto:Julia Prado/MS

Os ministérios da Saúde e da Educação assinaram nesta quinta-feira (13) um acordo de cooperação em prol da transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país.

Com a medida, hospitais e postos de saúde estaduais e municipais terão acesso aos dados do Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHU), desenvolvido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

De acordo com o presidente da empresa, Arthur Chioro, o aplicativo de gestão hospitalar é utilizado há dez anos por cerca de 50 mil profissionais de saúde.

“É um sistema testado e aprovado. É utilizado nos 41 hospitais universitários da Ebserh, possui cerca de 3 milhões de acesso mensais e uma base de 25 milhões de pacientes em uso no sistema”, disse.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou que o uso da tecnologia será útil para diminuir a desigualdade e garantir acesso à informação dos usuários do SUS.

“Essa parceria é de um potencial e de um impacto fantástico, esperado por todos os gestores da saúde. Ela vai beneficiar a toda linha de cuidado do SUS”, avaliou.

O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que a medida vai permitir a integração do sistema de saúde e dar eficiência ao atendimento dos pacientes.

“O cidadão vai ao posto de saúde e tem lá os dados dele, vai a uma UPA, lá está o histórico desse cidadão. Esse é o grande desafio desse sistema, que é o mais moderno dos sistemas hospitalares do Brasil”, afirmou.

O aplicativo AGHU é um sistema padrão utilizado por todos os hospitais federais geridos pela Ebserh. Com a tecnologia, os profissionais de saúde podem gerir internações, distribuição de medicamentos, cirurgias e exames de laboratoriais.

Edição: Juliana Andrade

UBS do Antônio Cassimiro entra em reforma e atendimentos são transferidos

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, continua investindo nas reformas e ampliações das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nesta quarta-feira (12), será a vez da UBS Maria de Lourdes, no Antônio Cassimiro, entrar em reforma, por isso os atendimentos serão transferidos.  

Devido o fluxo de mudança das equipes e dos equipamentos, excepcionalmente está semana, os moradores que precisarem de atendimento de urgência, podem procurar a UBS Maria do Socorro Gil, no Ouro Preto.  

A partir de segunda-feira (17), a UBS do Ouro Preto receberá a população que precisar dos demais serviços. Essa reforma tem o intuito de trazer mais conforto e comodidade para a população que precisa de atendimento e profissionais que trabalham na unidade. 

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Jhulyenne Souza – Assessora de Comunicação da Secretaria de Saúde 

Hospital Dom Malan realiza mais de 12 mil exames no mês de julho e mantém estatísticas de mais de 500 partos

O Hospital Dom Malan (HDM) em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, realizou 546 partos somente no mês de junho.  O hospital é referência materno infantil do Vale do São Francisco em gravidez de alto risco e é o único em toda a rede hospitalar da região com leitos de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

A maior unidade de saúde nesse tipo de serviços, realizou 12.410 exames para complementação de diagnóstico de pacientes em urgência e emergência internados no hospital, sendo de laboratório, anatomopatológico, cito patológico, ultrassonografia, raio X e mamografia.

Além dos serviços de urgência e emergência materno infantil, o HDM tem ainda serviços de ambulatório especializado.

HDM

O Hospital Dom Malan é administrado pelo Instituto Social das Irmãs Medianeiras da Paz – ISMEP e atende pacientes de 53 municípios que compõem a Rede PEBA (hospitais conveniados ao SUS nos estados de Pernambuco e Bahia).

Assessoria de Comunicação do HDM / ISMEP