Assaí Atacadista inaugura loja em Petrolina-PE; confira o dia e horário

A partir desta quinta-feira, 10 de março, o Assaí Atacadista abre mais uma loja em Pernambuco, desta vez no Sertão, em Petrolina, na região do Vale do São Francisco. A unidade reunirá em um só local preços competitivos, variedade de produtos e uma excelente experiência de compra tanto para pequenos(as) empreendedores(as), transformadores(as) ou consumidores(as) finais.

A nova loja (a 11ª unidade no estado), funcionará em uma região de fácil acesso: na Avenida Sete de Setembro, no bairro Antônio Cassimiro, a apenas 5km do Centro da cidade. No local, os(as) clientes encontrarão uma unidade pertencente a geração mais moderna da Companhia – climatizada, com iluminação aperfeiçoada e pé direito alto, além de um amplo espaço com mais de 16 mil m² de área construída, sendo mais de 6 mil m² somente de área de loja. A unidade oferecerá ainda um amplo estacionamento com mais de 450 vagas para carros e motos e 30 caixas de pagamento.

“Petrolina é uma importante região de Pernambuco e estratégica também por fazer divisa com a Bahia. Com esta inauguração, reforçarmos a nossa presença no estado que sempre nos acolheu muito bem e nos alegramos em apresentar o nosso modelo de negócio que reúne preços baixos e variedade de produtos aos(as) petrolinenses. Além das vantagens do nosso negócio, também buscamos sempre contribuir com a geração de renda e emprego à comunidade local e, por isso, privilegiamos a contratação de pessoas da região”, detalha Fábio Santos, Diretor Regional do Assaí.

Somente com esta abertura, a Companhia gerou mais de 290 empregos diretos, valorizando a formação de um time diverso e inclusivo. Destes, 75% são moradores(as) da cidade.

MAIS ECONOMIA

Nos últimos anos com a necessidade de economizar mais na compra de mercado, os atacarejos cresceram no gosto do cliente. Assim, o Assaí vem crescendo e trazendo cada vez mais lojas adaptadas à cada região em que opera e com vantagens ao consumidor que busca qualidade e preço baixo todos os dias. Isso porque a empresa trabalha com uma política de dois preços. Isto é, o “preço de atacado” (quando adquire grandes volumes de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional – ideal para a economia dos(as) petrolinenses.

No Assaí Petrolina serão encontrados mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de itens ideias para os empreendedores da cidade, como embalagens e descartáveis. Ainda, a loja terá serviço de açougue, com diferentes tipos e cortes de carnes (bovina, frango e suíno), além da opção de atendimento personalizado.

Além disso, a loja disponibilizará o serviço de televendas, ideal para o(a) comerciante que precisa de agilidade. Ele(a) pode ligar para a unidade, consultar os preços, separar os produtos e apenas passar no local para pagar e retirar a compra.

ASSAÍ EM PERNAMBUCO

Presente em Pernambuco desde 2010, a inauguração desta primeira unidade em Petrolina faz parte do plano de expansão da empresa, que mais que dobrou sua presença no território nacional nos últimos seis anos. Esta será a terceira inauguração no estado em um curto período de tempo – no mês de dezembro de 2021, o Assaí inaugurou sua primeira unidade em Cabo de Santo Agostinho e mais uma unidade em Recife – chegando, assim, a 11 lojas na região pernambucana. Esta abertura representa também a marca de 215 lojas distribuídas em 23 estados mais o Distrito Federal.

Serviço | Inauguração Assaí Petrolina

  • Data: 10 de março de 2022
  • Horário: 9h
  • Endereço: Avenida Sete de Setembro, s/n, anexo área 2 a 3, bairro Antônio Cassimiro – Petrolina (PE)

Pagamento: Cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, vale-alimentação e QR Code pelo app do PicPay.

Horário de funcionamento da unidade: segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 18h.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí é uma empresa de atacarejo que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral que buscam economia tanto na compra de itens unitários, como em grande volume. Com crescimento de 15,8% em receita bruta em 2021, está presente nas cinco regiões do País com 215 lojas distribuídas em 23 estados (mais o Distrito Federal).

É um dos dez maiores empregadores do segmento privado do país com mais de 60 mil colaboradores e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2021 passou a ser listado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), sendo a ação mais valorizada no mês de estreia das negociações, com alta de 402%. Além disso, é negociada também na bolsa de Nova York (NYSE). O Assaí está entre as 20 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Interbrand e está na 17ª colocação entre os maiores faturamentos em receitas líquidas do país.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira

Mercado, Cotação, Preços, Hortifrutegranajeiro, Juazeiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (07). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Melão Amarelo por R$ 2,90 o Kg; Morango por R$ 27,00 o Kg; Uva Itália (1ª) por R$ 120,00 a caixa com 20kg; Abobora Comum por R$ 1,40 o Kg; Abobrinha por R$ 47.50 a caixa com 18kg e Acelga por R$ 50,00 a caixa com 20kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Em Petrolina, comerciantes da Praça do Peixe esperam aumento nas vendas durante Quaresma

Com o início da Quaresma, a expectativa para os comerciantes da Praça do Peixe, no Centro de Petrolina, é de um período com muitas vendas. Isso porque muitos católicos diminuem o consumo de carne vermelha durante essa época, principalmente nas quartas e sextas-feiras.

Segundo o comerciante Cláudio José dos Santos, a expectativa é de um aumento de 50% no consumo de peixes no período quaresmal, crescendo ainda mais na Semana Santa. “Temos vários produtos aqui com qualidade e fresco, a exemplo do surubim, tilápia, tambaqui, piau e dourado. Estamos tomando todos os cuidados e continuamos respeitando as orientações dos órgãos de saúde”, pontuou. Ele ressaltou ainda que os preços estão variando entre R$ 18,00 e R$ 42,00.

A Praça do Peixe funciona há mais de 30 anos na Rua Coronel Amorim, de terça-feira a sábado, das 7h às 13h.

 Requalificação

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs), realizou ano passado a requalificação da Praça que foi contemplada com a recuperação do piso e dos bancos de concreto, recebeu melhorias nas bancadas, cobertura, construção de uma nova churrasqueira, reparos na parte hidráulica e elétrica.

“A requalificação proporcionou melhores condições de trabalho aos comerciantes, além de oferecer comodidade aos clientes que frequentam a Praça”, esclarece o secretário da Sedurbhs, Emicio Júnior.

Fotos: Deivid Menezes e Jonas Santos

Governo de Pernambuco concede desconto para contribuinte regularizar imposto sobre herança e doação

Pessoas interessadas em realizar planejamento sucessório ou que possuam débitos relativos ao imposto sobre heranças e doações, o ICD, podem aderir, a partir de amanhã (1º/03), ao programa de descontos lançado pelo Estado de Pernambuco. O Programa de Recuperação de Créditos Tributários para o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (PERC-ICD) prevê redução de até 100% de multa e juros, conforme o período de adesão, e parcelamento em até 36 meses.

O programa inclui ainda a redução de até mais da metade da alíquota do imposto exclusivamente para doações efetivadas entre o início da vigência da Lei Complementar 465/2021, que instituiu o PERC-ICD, e o dia 30 de junho de 2022. As alíquotas ficam reduzidas para 1%, 2% ou 3%, conforme o valor a ser doado no período.

 “Dentre os benefícios trazidos pelo PERC 2022, destacamos a redução na alíquota para as doações, que pode representar uma diminuição de até 75% nas alíquotas vigentes”, ressaltou Willams Rocha, diretor-geral de Fiscalização e Atendimento da Sefaz.

 Pouco conhecido por parte da população, o ICD é um imposto estadual devido por quem recebe bem (móvel ou imóvel) ou direito em razão da morte do antigo proprietário e por quem recebe uma transmissão gratuita (doação) – por isso está diretamente relacionado com planejamento sucessório. O PERC-ICD 2022 é operacionalizado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz-PE) e pela Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) e tem o objetivo de facilitar a regularização perante o Fisco Estadual.

 “Este programa é uma oportunidade para os contribuintes regularizarem não somente suas situações fiscais, mas também a própria formalização da transmissão de bens e direitos por sucessão causa mortis ou doação”, informa a procuradora do Estado Nathalia Alencar, coordenadora do Núcleo de Sucessões e Doações da Procuradoria da Fazenda Estadual, vinculada à PGE-PE.

 As reduções referentes a multa e juros são válidas para débitos cujo fato gerador (morte do proprietário ou doação) tenha ocorrido a qualquer tempo até 31 de dezembro de 2021. Os contribuintes podem aderir ao programa de 1º de março a 30 de junho de 2022, mas é importante observar que os descontos variam conforme o período. Quem optar pelo pagamento à vista até o dia 31 de março terá uma redução de 100% do valor da multa e dos juros. Já para o pagamento à vista, durante o período de 1º de abril a 30 de junho de 2022, a redução é de 50% na multa e 90% nos juros. Para o parcelamento na vigência do PERC em até 36 cotas, pode ser reduzido em 30% na multa e 80% nos juros.

ADESÃO – Para aderir ao programa, os contribuintes que residem no Grande Recife, Zona da Mata Norte ou Zona da Mata Sul, devem procurar a Unidade de Atendimento do ICD da Secretaria da Fazenda (Sefaz-PE), através do e-mail icd@sefaz.pe.gov.br. Já os contribuintes que residem no Agreste ou Sertão do Estado devem enviar e-mail para as Agências da Receita Estadual (ARE) distribuídas por essas regiões, cujos endereços eletrônicos constam no Portal da Sefaz-PE (www.sefaz.pe.gov.br). 

Contribuintes inscritos em dívida ativa também podem entrar em contato com o Núcleo de Dívida Ativa da PGE-PE, pelo e-mail perc2022@pge.pe.gov.br ou pelos telefones (81) 99488.3928 e (81) 99488.3937 ou, ainda, pelo site www.pge.pe.gov.br/atendimento.aspx.

Passagem de ônibus terá reajuste a partir de 1º de março em Petrolina (PE)

A partir desta terça-feira 1º de março, a tarifa de ônibus em Petrolina, Sertão pernambucano, terá reajuste. A passagem passará de R$ 3,70 para R$ 4,10O reajuste foi autorizado pela Autarquia Municipal de Mobilidade (Ammpla).

Segundo informações da Autarquia, o reajuste deveria ter ocorrido desde o início de janeiro quando a maioria dos municípios haviam reajustado.

A prefeitura de Petrolina alega que de acordo com o Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA), o reajuste deveria ser de 16,57% o que elevaria as passagens a R$ 4,31. O município autorizou um índice menor que a inflação o que manterá a passagem na casa dos R$ 4,10.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira

Mercado, Cotação, Preços, Hortifrutegranajeiro, Juazeiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (28). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Morango por R$ 27,50 o Kg; Uva Itália (1ª) por R$ 120,00 a caixa com 20kg; Abobrinha por R$ 45,00 a caixa com 18kg; Acelga por R$ 50,50 a caixa com 20kg; Aipim/Macaxeira por R$ 60,00 a caixa com 25kg e Batata-Doce por R$ 62,50 o saco com 26kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quarta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (23). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Feijão Verde por R$ 5,00 o litro; Inhame por R$ 175,00 a caixa com 25kg; Pepino por R$ 70,00 a caixa com 20kg; Pimentão por R$ 30,00 a caixa com 12kg; Tomate 1ª por R$ 105,00 a caixa com 26kg e Abacaxi por R$ 275,00 o cento. A cotação completa segue em anexo.

Comissão do Senado aprova regulamentação de criptomoedas

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (22) um projeto que reconhece e regula o mercado de criptomoedas no Brasil. O colegiado acolheu o substitutivo do senador Irajá (PSD-TO) a três matérias apresentadas pelos senadores Flávio Arns (Podemos-PR), Soraya Thronicke (PSL-MS) e Styvenson Valentim (Podemos-RN). Caso não haja recurso para votação em Plenário, o texto poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados.

As moedas digitais usam sistemas de criptografia para a realização de transações. Ao contrário do dinheiro soberano — emitido por governos, como o real ou o dólar —, as criptomoedas são lançadas por agentes privados e negociadas exclusivamente na internet. O detentor de uma moeda virtual só pode resgatá-la usando um código fornecido por quem vendeu.

Segundo Irajá, quase 3 milhões de pessoas estão registradas em corretoras de criptomoedas. O número se aproxima da quantidade de investidores na bolsa de valores. “As empresas negociadoras de criptoativos não estão sujeitas nem à regulamentação, nem ao controle do Banco Central ou da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que torna mais difícil ao poder público identificar movimentações suspeitas”, alerta.

— A intenção do projeto é coibir ou restringir práticas ilegais, como a lavagem de dinheiro, evasão de divisa e tantos outros crimes nesse segmento. Há um mercado que é lícito, legal que é a grande maioria desse mercado, mas há exceções — afirmou Irajá, que destacou o papel do Banco Central de fiscalizar as empresas e garantir que o criptoativo possa ser, de fato, uma boa opção de investimento e as criptomoedas, uma alternativa de meio de pagamento, como hoje acontece com o Pix.

Em 2018, foram negociados R$ 6,8 bilhões em moedas virtuais no Brasil, tendo sido criadas 23 novas exchanges (corretoras). Em 2019 já eram 35 empresas agindo livremente, sem a supervisão ou fiscalização dos órgãos do sistema financeiro, como o Banco Central ou as bolsas de valores.

O que diz o substitutivo

O substitutivo recomenda a aprovação do PL 3.825/2019, do senador Flávio Arns. Irajá considera prejudicados os PLs 4.207/2020 e 3.949/2019, sugeridos por Soraya Thronicke e Styvenson Valentim. O substitutivo traz regras e diretrizes tanto para a prestação de serviços relacionados a ativos virtuais quanto para o funcionamento das corretoras.

Irajá entende que o criptoativo não é um título mobiliário. Portanto, não fica submetido à fiscalização da CVM, que supervisiona o mercado de ações. A exceção é para o caso de oferta pública de criptoativos para captação de recursos no mercado financeiro.

O relator considera como prestadora de serviços de ativos virtuais a empresa que executa, em nome de terceiros, pelo menos um dos serviços: resgate de criptomoedas (troca por moeda soberana); troca entre uma ou mais criptomoedas; transferência de ativos virtuais; custódia ou administração desses ativos ou de instrumentos de controle de ativos virtuais; ou participação em serviços financeiros relacionados à oferta por um emissor ou à venda de ativos virtuais.

Regulação

As propostas de Soraya Thronicke e Flávio Arns estabeleciam a Receita Federal e o Banco Central como reguladores do mercado de moedas virtuais. O relator atribui ao Poder Executivo a responsabilidade de definir quais órgãos devem normatizar e fiscalizar os negócios com criptomoedas.

O substitutivo de Irajá fixa algumas diretrizes: a regulação do mercado de criptomoedas deve promover a livre iniciativa e a concorrência; obrigar o controle e a separação dos recursos dos clientes; definir boas práticas de governança e gestão de riscos; garantir a segurança da informação e a proteção dos dados pessoais; proteger e defender consumidores e usuários e a poupança popular; e garantir a solidez e eficiência das operações.

De acordo com o texto, o Poder Executivo deve criar normas alinhadas aos padrões internacionais para prevenir a lavagem de dinheiro e a ocultação de bens, assim como combater a atuação de organizações criminosas, o financiamento do terrorismo e da produção e comércio de armas de destruição em massa. Pelo texto, cabe aos órgãos indicados pelo Poder Executivo autorizar o funcionamento das corretoras e definir quais serão os ativos regulados.

O texto admite a possibilidade de um procedimento simplificado para obtenção da licença de funcionamento. O órgão pode autorizar a prestação de outros serviços direta ou indiretamente relacionados à atividade da exchange. O regulador indicado pelo Poder Executivo pode autorizar a transferência de controle, fusão, cisão e incorporação da corretora; estabelecer condições para o exercício de cargos de direção; e autorizar a posse e o exercício de pessoas nesses cargos.

Segundo o PL 3.825/2019, o órgão fica livre para decidir se as empresas terão que atuar exclusivamente no mercado de ativos virtuais ou não. As hipóteses de inclusão das transações no mercado de câmbio e a necessidade de submissão delas à regulamentação de capitais brasileiros no exterior e capitais estrangeiros no país também precisam ser definidas pelo regulador.

De acordo com o substitutivo, o funcionamento irregular sujeita a corretora e seus donos a todas as penas previstas na lei dos crimes de colarinho branco (Lei 7.492, de 1986). O regulador deve definir condições e prazos para o registro das corretoras existentes, e elas devem se adequar em até seis meses depois que a proposta virar lei.

Lavagem de dinheiro

O órgão indicado pelo Poder Executivo deve supervisionar as corretoras e aplicar as mesmas regras que a Lei 13.506, de 2017, estabelece para as empresas fiscalizadas pela CVM e pelo Banco Central. Ele deve estabelecer normas para o cancelamento da licença de funcionamento, por iniciativa própria ou a pedido, em caso de desobediência à legislação.

O projeto também submete as corretoras às regras da lei de lavagem de dinheiro (Lei 9.613, de 1998). Elas ficam obrigadas a registrar todas as transações que ultrapassem os limites fixados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o órgão brasileiro de combate à lavagem de dinheiro.

O texto propõe que as empresas sejam consideradas instituições financeiras e submetidas a todas as normas da lei de crimes financeiros (Lei 7.492, de 1986); e também ao Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990).

Segundo o senador Flávio Arns, o Coaf já alertou para os riscos de lavagem de dinheiro em negócios com criptomoedas. Ele informa que, em 2017, o Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal identificaram um grupo criminoso praticando pirâmide financeira com uma moeda virtual fictícia (kriptacoin). Em 2019, a Polícia Federal no Rio Grande do Sul indiciou 19 pessoas que captavam dinheiro de prefeituras para investimento em criptomoedas, prometendo rendimentos elevados.

Arns lembra que, na União Europeia, exchanges e carteiras digitais devem ser registradas nos órgãos financeiros de cada país. Estados Unidos, Japão e Austrália já regulam operações com criptomoedas e têm sistemas de licenciamento de corretoras. Além de uma série de informações sobre o negócio e os sócios, os países exigem das empresas a prevenção a fraudes e lavagem de dinheiro e mecanismos de compliance e gerenciamento de riscos, além de demonstrações contábeis auditadas.

Isenções fiscais

O substitutivo prevê a redução a zero das alíquotas de determinados tributos devidos por pessoas jurídicas. O benefício vale até 31 de dezembro de 2029 e se aplica a empresas que comprem máquinas (hardware) e ferramentas computacionais (software) para processamento, mineração e preservação de ativos virtuais.

O incentivo foi sugerido por meio de emenda do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) e acolhida pelo relator, senador Irajá. Se as máquinas ou ferramentas forem adquiridas por meio de importação, serão zeradas as alíquotas de PIS, Cofins Importação, IPI Importação e Imposto de Importação. Se forem adquiridas no mercado nacional, serão zeradas as alíquotas de contribuição para o PIS, Cofins e IPI.

Têm direito às alíquotas zeradas os empreendimentos que utilizem em suas atividades 100% de fontes de energia renováveis e neutralizem 100% das emissões de gases de efeito estufa provenientes dessas atividades. Um ato do Poder Executivo deve definir a competência para autorizar e fiscalizar a concessão da isenção.

Cadastro de políticos

Uma novidade no texto foi sugerida pela senadora Soraya Thronicke e acolhida por Irajá: a criação de um Cadastro Nacional de Pessoas Expostas Politicamente (CNPEP), a ser normatizado por ato do Poder Executivo e publicado pelo Portal da Transparência. A mudança deve ser feita também na lei da lavagem de dinheiro.

Os órgãos e as entidades de quaisquer Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios devem encaminhar ao gestor CNPEP informações atualizadas sobre seus integrantes ou ex-integrantes classificados como pessoas expostas politicamente na legislação e regulação vigentes. O órgão gestor do CNPEP deve indicar órgãos e entidades que deixem de cumprir essa obrigação.

As instituições reguladas pelo Banco Central devem consultar o CNPEP para executar políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e avaliar o risco de crédito, por meio de convênio com o órgão responsável pelo cadastro definido em comum acordo. Outras instituições podem aderir ao convênio com o CNPEP visando combater e prevenir a lavagem de dinheiro.

Fraude

O parecer inclui na lei de crimes financeiros (Lei 7.492, de 1986) a prestação de serviços de ativos virtuais sem prévia autorização. A pena prevista é de reclusão de um a quatro anos e multa.

O texto também insere no Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940) a fraude em prestação de serviços de ativos virtuais, tipificada como “organizar, gerir, ofertar carteiras ou intermediar operações envolvendo ativos virtuais, com o fim de obter vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”. A pena é de reclusão de quatro a oito anos.

Fonte: Agência Senado

Exportações pernambucanas apresentaram desempenho histórico para o mês de janeiro

A balança comercial de Pernambuco apresentou um desempenho expressivo no mês de janeiro, segundo dado mais recente divulgado pelo Ministério da Economia. É que as exportações do Estado registraram um aumento de 70,2%, enquanto as importações pontuaram uma elevação de 20,5%. Com isso, o mês em questão entra para a história como o janeiro que mais movimentou as vendas no mercado internacional.

De acordo com análise da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), em números absolutos, o saldo foi de US$ 236,5 milhões em vendas externas. Já o das importações foi de US$ 486,2 milhões. Porém, mesmo com um bom comportamento das vendas para o exterior, o saldo final da balança comercial do Estado continua deficitário, em US$ 250 milhões. Em 2021, era de US$ 265 milhões.

“Essa discrepância no percentual entre os crescimentos das exportações e das importações foi suficiente para reduzir o déficit em 5,7% no saldo final da balança do Estado”, afirmou o analista do Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEPE, Vinicius Torres.

Segundo Torres, apesar do persistente desarranjo logístico do comércio internacional, com a alta dos fretes e a escassez de containers, alguns fatores contribuíram para dar mais dinamismo às vendas internacionais, entre eles estão a manutenção do dólar ainda em patamares elevados – que deixou os produtos locais mais competitivos –, os sinais de recuperação da economia global e a diversificação de parceiros comerciais.

Nas exportações, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de óleo combustível com destino à Singapura e de açúcares para Angola e Togo, com elevação de 316,7% e 157,7% respectivamente, em relação a janeiro de 2021.

Considerado um dos parceiros mais importantes de Pernambuco, o desempenho das vendas para a Argentina subiu 2,7% nesse mesmo período, mesmo com a queda na comercialização de automóveis, que registrou retração de 47,6%. “Embora as vendas de automóveis tenham caído, a comercialização de poli tereftalato de etileno (+722,6%) e de rolhas, tampas e acessórios para embalagens (+268%) foram as responsáveis por segurar o bom comportamento das exportações para o país”, explicou o analista.

Com relação às importações, foram protagonistas o querosene de aviação (US$ 64,4 milhões), os propanos liquefeitos (US$ 57 milhões) e as caixas de marcha (US$ 27,9 milhões), vindos de países como os Estados Unidos, Índia e China, e também, uma pequena fatia, vinda do Japão.

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além da FIEPE – que realiza a defesa de interesse do setor produtivo – conta ainda com o SESI, o SENAI e o IEL. Pelo SESI-PE, são oferecidos serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral. O SENAI-PE, além de formação profissional, atua em metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.

CLAS Comunicação & Marketing

Assaí Atacadista em Petrolina deve ser inaugurado em breve 

Em breve os petrolinenses poderão contar com os benefícios do Assaí Atacadista, que será inaugurado ainda neste trimestre no município e permitirá à população local encher o carrinho gastando pouco. Além das vantagens de compra para os comerciantes, transformadores e consumidores finais, a nova unidade também agrega para a economia local e gera renda às famílias de Petrolina. Esta será a primeira loja da Companhia no Vale do São Francisco e, para compor o time da nova unidade, o Assaí já selecionou 297 pessoas para trabalharem na loja. Destes, 75% são de moradores e moradoras da cidade e o restante de municípios vizinhos.

Para capacitá-los(as), a Companhia já iniciou a programação de treinamentos. O novo time do Assaí Petrolina trabalhará nas mais diversas áreas da unidade, como chefe de seção, fiscal de prevenção de perdas, repositor de mercadorias, operador de caixa, auxiliar de manutenção, operador de empilhadeira, auxiliar de cozinha, nutricionista, entre outras funções. Todas as vagas eram disponíveis também para pessoas com deficiência.

“Na formação de nosso time, sempre privilegiamos pessoas que morem próximas à localização da loja, privilegiando e gerando renda à comunidade local. Além disso, sempre prezamos pela formação de um time diverso e plural, que retrate ao máximo a nossa sociedade. Estamos muito felizes com essa inauguração, que marcará a nossa chegada no município e em podermos apresentar aos petrolinenses o nosso modelo de negócios que reúne preços baixos e variedade de produtos “, detalha Fábio Santos, Diretor Regional do Assaí Atacadista.

O Assaí é uma empresa de atacarejo (junção das palavras atacado e varejo) que atende pequenos e médios comerciantes e consumidores em geral que buscam economia em suas compras. Para isso, a Companhia trabalha com uma política de dois preços. Isto é, o “preço de atacado” (quando adquire grandes volumes de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional – ideal para a economia de comerciantes e consumidores finais petrolinenses.

Além disso, o Assaí também conta com uma variedade de produtos – cada loja possui, em média, 8 mil itens das mais diversas categorias, como alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis.

A Companhia também conta com diversas facilidades de pagamento e opera com cartões de crédito das principais bandeiras e possui, ainda, uma bandeira própria, o Passaí, que permite ao cliente pagar o ‘preço de atacado’ mesmo se levar um único produto.

Assaí Petrolina faz parte da última geração de lojas da Companhia, caracterizada por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja.

A inauguração desta primeira unidade em Petrolina faz parte do plano de expansão da empresa, que mais que dobrou sua presença no território nacional nos últimos seis anos. Esta será a terceira inauguração no Estado em um curto período de tempo – no mês de dezembro, o Assaí inaugurou sua primeira unidade em Cabo de Santo Agostinho e mais uma unidade em Recife – e chegará a marca de 12 lojas na região pernambucana.

Sobre o Assaí 

O Assaí é uma empresa de atacarejo que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral que buscam economia tanto na compra de itens unitários, como em grande volume. Com crescimento de 30% em receita bruta em 2020, está presente nas cinco regiões do País com 212 lojas distribuídas em 23 estados, mais o Distrito Federal. É um dos dez maiores empregadores do segmento privado do país com mais de 57 mil colaboradores e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2021 passou a ser listado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), sendo a ação mais valorizada no mês de estreia das negociações, com alta de 402%. Além disso, é negociada também na bolsa de Nova York (NYSE). O Assaí está entre as 20 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Interbrand e está na 17ª colocação entre os maiores faturamentos em receitas líquidas do país.