Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (18). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Coco Verde por R$ 165,00 o cento; Goiaba por R$ 45,00 a caixa com 20kg; Laranja por R$ 27,50 o cento; Maçã Nacional por R$ 115,00 a caixa com 18kg; Limao Comum por R$ 30,00 o saco com 20kg e Manga Tommy 1ª por R$ 46,50 a caixa com 26kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Inauguração simultânea: Grupo Mateus expande para Pernambuco e Bahia e abre duas lojas no mesmo dia

Neste dia 10 de fevereiro de 2022 entrou para a história do Grupo Mateus. Neste dia, a empresa, que figura como a quarta maior do varejo alimentar do país, abriu suas primeiras lojas em Pernambuco e na Bahia. As cidades de Petrolina e Juazeiro receberam, simultaneamente, lojas de atacarejo. Os municípios foram escolhidos para o início da expansão da companhia que já estava presente no Maranhão, Pará, Piauí e Ceará e, agora, avança para 6 novos estados do Nordeste.

“Petrolina e Juazeiro são municípios com muitas oportunidades de mercado, que possuem uma cultura agrícola forte. Ambas são regiões promissoras do Vale do São Francisco e abrir as lojas, ao mesmo tempo, demonstra o nosso respeito pelos dois estados”, ressaltou Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

A abertura das duas lojas representa a geração de mais de 600 empregos diretos na região. Colaboradores que passam a integrar um quadro de mais de 45 mil pessoas. Com a inauguração em Petrolina e Juazeiro, o Grupo Mateus soma 210 lojas, considerando as bandeiras de atacado, varejo e eletro. Como suporte à essa operação gigantesca, a empresa – que já possuía 9 Centros de Distribuição em localizações estratégicas – investiu recentemente na instalação de dois novos CD’s, um em Cabo de Santo Agostinho-PE e outro em Feira de Santana-BA.

A história do Grupo Mateus teve início em 1986, na cidade de Balsas, Maranhão. Ao longo de 35 anos, a empresa vem consolidando sua presença no mercado do varejo alimentar, vindo a realizar um dos maiores IPO’s do ano de 2020. A companhia levantou R$ 4,6 bilhões, recursos investidos exclusivamente na estruturação logística e abertura de novas lojas. Somente em 2021, o Grupo inaugurou 45 unidades de negócio.

“Nossos pilares para crescimento são: logística, tecnologia, pessoas e serviços. Temos trabalhado arduamente e com muita responsabilidade para honrar a confiança depositada pelos investidores. Queremos, nos próximos 10 anos, consolidar nossa presença em todos os estados do Nordeste de forma muito assertiva”, pontuou Ilson Mateus.

Para dar esse largo passo, a companhia se cercou de profissionais com grande experiência no varejo para compor a equipe da Regional Nordeste e inaugurou sedes administrativas em Recife e Salvador. “Montamos um time robusto e com grande conhecimento sobre os hábitos de consumo e peculiaridades de cada estado onde passaremos a atuar. Iniciaremos a expansão por Pernambuco e Bahia, mas já temos obras em andamento em Sergipe (Aracaju), Alagoas (Maceió), Paraíba (Souza e Guarabira) e Bahia (Teixeira de Freitas)”, contou Sandro Oliveira, Diretor Executivo do Grupo Mateus.

Localizado em pontos estratégicos de cada uma das cidades, o Mix Mateus de Petrolina e Juazeiro possuem, 6.869,78m2 e 5.823,55m2 de área de venda, respectivamente. Com projeto moderno, as lojas atendem os clientes na modalidade varejo e, também, atacado com um mix de mais de mais de 10 mil SKU’s, entre eles marcas próprias das indústrias de panificação e de fatiamento do Grupo Mateus.

Como diferencial, a operação de atacarejo possui hortifrúti, açougue, peixaria e padaria. Outra inovação são dois pontos de venda externos onde o cliente pode comprar ferramentas, ração e peças automotivas (Mix Mais) e bebidas geladas (Boteco Gelado) sem precisar entrar na loja.

O Mix Mateus, em Petrolina e Juazeiro, abriu as portas para os clientes nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, às 7h.

GRUPO MATEUS EM NÚMEROS

Histórico: Início em 1986, Balsas – MA

Total de lojas: 210

Total por estado: 120 no MA; 73 no PA; 13 no PI, 2 no CE, 1 na BA e 1 em PE

Total por bandeira: 45 lojas de atacado, 66 de varejo e 101 de eletro

Presença: Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia

Colaboradores: + 45 mil

IPO: 13 de outubro de 2020

Receita bruta 9M 21: R$ 12,9 bilhões

EBITDA 9M 21: R$ 747 milhões

Lucro líquido 9M 21: R$ 561 milhões

Mix Mateus Juazeiro: 310 colaboradores; 5.823,55m2; vagas moto: 184 motos; vagas carro: 489

Mix Mateus Petrolina: 213 colaboradores; 6.869,78m2; vagas moto: 149 motos; vagas carro: 508

Em importante período de expansão, o Grupo Mateus inaugura dois novos atacarejos em Petrolina e Juazeiro

Unidade em Petrolina-PE
Unidade em Petrolina-PE

Dois anos após ter feito a abertura de capital na bolsa de valores, a maior rede varejista do Norte e Nordeste e a quarta maior rede de varejo alimentar do Brasil quer abrir novas lojas em mais seis estados brasileiros. A previsão é de 45 a 50 lojas por ano, com presença forte do formato atacarejo, que já virou assinatura do Grupo e tem sido a principal estratégia para desbravar novas regiões.

A expansão para os novos estados inicia já no mês de fevereiro, com a abertura das primeiras lojas em Pernambuco e na Bahia.

Serão dois atacarejos, um em Petrolina (PE) e outro em Juazeiro (BA) que serão inaugurados nesta quinta-feira (10). O início da expansão pelo Vale do São Francisco, importante pólo produtor de frutas, tem importância estratégica e é um marco na história do Grupo Mateus. De lá, a perspectiva para os próximos anos é alcançar, além de cidades próximas, estados como Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba.

“Estamos vendo possibilidades muito grandes de expansão e crescimento, considerando o tamanho dos mercados que temos para atender com o nosso modelo de negócios, que foi muito testado e desenvolvido ao longo dos anos em que já trabalhamos”, avaliou o head de relações com investidores do Grupo Mateus, Marcelo Korber.

Segundo Korber, o sucesso da política de expansão é resultado do multiformato, com lojas nos modelos atacarejo, hipermercados, supermercados menores e eletro, além de um sistema de logística próprio que, ao favorecer o abastecimento em cidades menores, se tornou uma importante vantagem competitiva.

“Quando vamos abrir uma nova loja, pensamos na constituição de uma rota, instalando um centro de distribuição local e abrindo uma loja de atacarejo. Daí, aproveitamos o trajeto que os caminhões já fazem e vamos abrindo lojas de bandeiras menores. Assim, ganhamos em eficiência logística e financeira”, explicou.

ESTRATÉGIAS
Lojas de atacarejo, bem como de supermercados para cidades menores, deverão ser a tônica dessa expansão nos próximos anos. “Nos últimos anos, estamos vendo o formato cash and carry ganhar relevância. Vamos surfar essa onda de crescimento, temos uma visão de longo prazo dela”, afirmou Korber.

A estratégia abrange ainda bandeiras menores, de supermercados para cidades pequenas, com um nível de concorrência mais brando que o das grandes capitais. “A gente olhava para as cidades do interior e via essas localidades completamente desabastecidas, com as pessoas tendo que dirigir 45, 50 minutos para fazer a sua compra da semana. O nosso diferencial logístico permite atender a essas localidades”, afirmou.

Outro ponto importante dessa política de crescimento é o formato digital – um processo que foi acelerado com a pandemia da Covid-19 e que agora tem bases prontas. Em 2021, as diversas plataformas de atendimento ao consumidor foram agrupadas no Mateus Mais. Hoje, o aplicativo conta com a carteira digital com cashback, delivery, eletro e as vendas para empresas. O Grupo também já dialoga com parceiros para desenvolver serviços financeiros, como contas digitais.

Mesmo considerando temas como a inflação e a pandemia da Covid-19, o cenário ainda é considerado otimista. “A gente vê um cenário mais otimista que a média geral. Acreditamos na melhora do ambiente de consumo nas cidades do Nordeste e vemos o ano de 2022 com muito otimismo. Será um marco importantíssimo para o futuro da empresa”, concluiu.

Nesta manhã de terça-feira (8) fomos convidados por Juliana Silveira, Assessora de Comunicação do Grupo Mateus para nos apresentar toda a estrutura da unidade de Petrolina.

Juliana Silveira, Assessora de Comunicação

 

Pesquisa da Facape aponta que alimentos estão mais caros em Juazeiro do que em Petrolina (PE)

A Faculdade de Petrolina- Facape, divulgou nesta segunda – feira (7), a pesquisa do custo da cesta básica que é realizada em Petrolina e Juazeiro a cada mês. O trabalho acadêmico é realizado pelo Colegiado de Economia.
De acordo com o boletim de janeiro, tomate, café em pó, banana, açúcar, pão francês e óleo de soja foram os produtos com maior aumento nos preços. O tomate teve aumento de 7,49%, o café em pó, 7,12%, a banana, 5,26%, o açúcar, 3,35%, pão francês, 3,31% e óleo de soja, 2,03%.

O DIEESE justifica o aumento nos preços dos produtos da cesta básica com a redução da oferta, com diminuição de área plantada com tomate; baixa oferta de açúcar por causa da entressafra da cana; aumento da demanda externa por soja e óleo bruto de soja, reduzindo a oferta no Brasil; expectativa de nova queda na safra do café, pressionando as cotações no mercado mundial; baixa oferta de banana, que estava em entressafra no mês de janeiro, segundo o CEPEA. O reajuste no pão francês foi provocado pelo preço das matérias primas como o trigo e a margarina.

Diferenças de preços entre Petrolina e Juazeiro
O custo da cesta básica em Juazeiro, cidade baiana foi de R$ 498,40, enquanto a de Petrolina, sertão de Pernambuco, foi de R$ 497,45. A pesquisa comparou os dados dos últimos 12 meses e constatou que alimentos acumulam alta de 21,17% em Juazeiro. No mesmo período, o percentual foi de 12,95% em Petrolina, ficando mais barato comprar alimentos na cidade pernambucana.
O boletim observou que o aumento de preços em Juazeiro chegou a 7,29% comparando ao mês de dezembro de 2021. Em Petrolina o aumente foi menor, 2,40%.

Assessoria de Comunicação da Facape

GNV: o combustível do futuro já está ao seu alcance em Petrolina (PE)

Mais barato, mais seguro e menos poluente. Essas são algumas das principais vantagens do GNV frente aos combustíveis líquidos e também algumas das características que fazem com que o gás seja conhecido como o “combustível do futuro”.

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Mas não para por aí. O GNV não possui impurezas e não é tóxico. Sua queima é mais limpa que a de seus concorrentes. Segundo a Petrobras Distribuidora:

“A queima do GNV é reconhecidamente uma das mais limpas, praticamente sem emissão de monóxido de carbono. Por não possuir enxofre em sua composição, a queima do gás natural não lança compostos que produzam chuva ácida quando em contato com a umidade atmosférica, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade de vida da população.”

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Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (31). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Inhame por R$ 175,00 a caixa com 25; Jerimum por R$ 1,50 o Kg; Repolho por R$ 130,00 o saco com 40kg; Tomate 1ª por R$ 100,00 a caixa com 26kg; Abacaxi por R$ 300,00 o cento e Acerola por R$ 45,00 a caixa com 20kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (21). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Uva Itália (1ª) por R$ 100,00 a caixa com 20kg; Tangerina Murcot por R$ 85,00 a caixa com 18kg; Morango por R$ 27,00 o Kg; Melão Amarelo por R$ 1,75 o Kg; Melancia por R$ 0,80 o Kg e Maracujá 1ª por R$ 42,50 a caixa com 16kg. A cotação completa segue em anexo.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Coco verde continua sendo destaque no Mercado do Produtor de Juazeiro (BA)

O verão chegou e com ele a vontade de combater o calor das mais diversas maneiras. Nessas horas, nada como matar a sede com uma água de coco bem geladinha, não é verdade? Pois é, esse soro natural é a cara dessa estação quente do ano, e não poderia ser melhor!

No Mercado do Produtor de Juazeiro ele nunca perde seu destaque. Nesta  sexta-feira (14), o coco verde está sendo comercializado em média no atacado por R$ 1,10/unidade. A região é produtora de coco e o entreposto tem os melhores produtos.

Com boa oferta entre setembro a março, em 2021 deram entrada no Mercado do Produtor de Juazeiro, neste período, mais de 1.200 toneladas da fruta.

Benefícios do coco

A água do coco verde é um isotônico natural, segundo especialistas, que hidrata por ser rica em sais minerais (sódio, potássio, fósforo, cálcio, magnésio e vitamina C). Além disso, ajuda a limpar a pele, melhorar a digestão, combater a ressaca ao repor minerais e vitaminas eliminados na urina, a controlar a pressão arterial e o colesterol.

A polpa do coco é mais rica em nutrientes do que a própria água. Por conter bastante gordura boa e fibras, ajuda na saciedade e pode ser um aliado na perda de peso.

Texto: Welington Alves – Assessor de Imprensa da AMA

Petrobras aumenta preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras

A partir de amanhã (12), a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. O anúncio foi feito hoje (11) pela companhia, em nota à imprensa.

Segundo a empresa, os últimos aumentos ocorreram em 26 de outubro do ano passado. Desde então, o preço cobrado pela Petrobras para a gasolina chegou a ser reduzido em R$ 0,10 litro, em 15 de dezembro. Já o preço do diesel ficou estável.

Com a decisão de hoje, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro”, explicou a companhia, na nota.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será elevada de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba, mostrando variação de R$ 0,24 por litro.

Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais em 2021

Foto: Nelson Fontes - Divulga Petrolina

O valor da cesta básica aumentou em 2021 nas 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Segundo os dados, na comparação de dezembro de 2021 com o mesmo mês do ano anterior, as altas mais expressivas ocorreram em Curitiba (16,3%), Natal (15,42%), Recife (13,42%), Florianópolis (12,02%) e Campo Grande (11,26%). As menores taxas acumuladas foram as de Brasília (5,03%), Aracaju (5,49%) e Goiânia (5,93%).

A Pesquisa mostrou que, de novembro para dezembro de 2021, o valor da cesta básica subiu em oito cidades, com destaque para Salvador (2,43%) e Belo Horizonte (1,71%). A redução mais importante foi registrada em Florianópolis (-2,95%).

Em dezembro de 2021, o maior custo da cesta foi o de São Paulo (R$ 690,51), seguido de Florianópolis (R$ 689,56) e Porto Alegre (R$ 682,90). Entre as cidades do Norte e Nordeste, localidades onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 478,05), João Pessoa (R$ 510,82) e Salvador (R$ 518,21).

Segundo as estimativas do Dieese, em dezembro de 2021, o salário-mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 5.800,98 o que representa 5,27 vezes o atual salário-mínimo, de R$ 1.100.

Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 5.969,17 ou 5,43 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2020, o salário-mínimo necessário foi de R$ 5.304,90, ou 5,08 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 1.045,00.

Produtos

Os dados mostram que entre dezembro de 2020 e de 2021 tiveram alta acumulada de preços em quase todas as capitais pesquisadas a carne bovina de primeira (de 5% em Aracaju a 18,76%, em Porto Alegre), açúcar (entre 32,12% em Fortaleza e 73,25% em Curitiba), óleo de soja (de 8,94% em Goiânia a 11,68% em Campo Grande), pó de café (entre 39,42% em São Paulo a 112,44% em Vitória) e o tomate – com variações expressivas em Natal (102,29%), Vitória (58,53%), Florianópolis (43,85%), Rio de Janeiro (42,39%) e Belo Horizonte (36,76%).

Também aumentaram o pão francês (altas que variaram entre 1,42%, em Florianópolis e 14,14% em Curitiba), a manteiga (entre 0,51% em Belo Horizonte a 27,03% em Vitória), o leite integral longa vida (de 5,24% em Curitiba a 9,52% em Florianópolis), a farinha de trigo (de 33,82% em Curitiba a 17,2% em Porto Alegre), e a mandioca, que variou no Norte e Nordeste entre 0,65% em João Pessoa a 13,14%, em Natal.

No sentido contrário, registraram queda na maior parte das capitais a batata (com taxas entre -33,57% em Belo Horizonte e -13,36% em Brasília), o arroz agulhinha (de -21% em São Paulo a -19,01% em Goiânia) e o feijão (entre -11,65% em Goiânia e -0,51% em Recife).

Edição: Denise Griesinger