Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quinta-feira (6)

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O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quinta-feira (6). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.

O principal destaque do dia vai para a Tangerina Murcot subiu de R$7,22 para R$7,78 por quilo, um aumento de 7,8%. A caixa da fruta, com 18 quilos, subiu de R$130,00 para R$140,00.

Já a goiaba de primeira linha caiu de R$5,63, apresentado na última quarta-feira (5), para R$ 5,00 por quilo nesta quinta (6), uma redução de 11,2%.

Confira mais destaques:

– Tomate de primeira linha caiu de R$ 1,54 para R$ 1,44 por quilo, uma redução de 6,5%;

– Maracujá 1ª caiu de R$ 6,88 para R$ 6,25 por quilo, uma redução de 9,2%;

– Jerimum caiu de R$4,00 para R$3,50.

Além disso, diversos produtos mantiveram os mesmos valores em relação aos dias anteriores, refletindo estabilidade no mercado. Entre eles estão: ovos, com a caixa de 27 quilos custando R$280,00, cravo, de R$60,00 por quilo, e alho, de R$27,00 por quilo.

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Folia e oportunidade: Expectativas de vendas dos ambulantes para Carnaval 2025 é a melhor dos últimos anos

O Carnaval de Petrolina, festa promovida pela Prefeitura Municipal, é um dos momentos mais esperados do ano para os ambulantes, é através dessa festa que surge uma grande oportunidade de aumentar as vendas e garantir a movimentação de seus negócios. A festa foi iniciada nesse sábado (1) e segue até terça-feira (4). Durante esses quatros dias de folia, a expectativa é de grande fluxo de pessoas, o que promete movimentar os três polos de carnaval. Muitos trabalhadores prepararam com antecedência os seus estoques de produtos, que vão de brinquedos e acessórios até comidas e bebidas de diferentes tipos para atender todo o público.
Para a vendedora de algodão doce e pipoca, Aline Oliveira, o carnaval não é apenas uma festa popular, mas uma chance de ampliar a renda e conseguir um bom faturamento. “Eu estou presente em todos os eventos da cidade, e o carnaval pra mim é uma das melhores épocas. Eu sempre venho para a praça da 21 de Setembro, onde tem um bom público de crianças, que é quem mais consome os meus produtos. A expectativa é que esse ano supere o faturamento do ano passado. Estou preparada e otimista “, destaca.
Vanessa Antunes fala com muito entusiasmo sobre sua experiência com vendas no carnaval. “Não é a primeira vez, já é o segundo ano que estou aqui trazendo esses deliciosos churros para o pessoal. O ano passado foi bom, e a expectativa é que esse ano seja ainda melhor. Eu e minha família trabalhamos com churros e doces, e aqui no Carnaval a gente monta uma barraquinha especial para aproveitar a movimentação da festa. Nós também temos outra barraca lá no polo da Orla, também com doces. É um trabalho em família, cada um dá sua contribuição, todo mundo ajuda. E é assim que a gente se diverte e trabalha ao mesmo tempo. Espero que as vendas sejam ótimas para todos nós”, ressalta a ambulante.
Com experiência de mais de 20 anos trabalhando com a venda de espumas e adereços carnavalescos, Jean Paul Vieira fala com muito entusiasmo e confiança e explica que esse ano, tem tudo para superar as vendas anteriores. “Já rodei toda a praça, conheço cada canto, cada movimento. O carnaval daqui é muito bom, sempre tem público e é uma festa animada. Todo ano, a expectativa é superada, e isso é muito satisfatório. Eu sempre consigo fazer boas vendas. Este ano, acredito que o movimento vai ser ainda maior, preparei todo o meu estoque e espero terminar a festa sem mercadoria. Se Deus quiser, vai ser muito bom pra todo mundo”, explica.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quinta-feira (27) de fevereiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quinta-feira (27). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.

O principal destaque do dia vai para o Pimentão de primeira linha, que está mais caro. O preço da caixa, com 12 quilos, subiu de R$30,00 para R$40,00, uma variação de 33,2%.

Já a cebola roxa apresentou, entre a quarta-feira (26) e esta quinta, um aumento de 7,2%. O valor do alimento por quilo subiu de R$5,13 para R$5,50. Já o preço da caixa, com 20 quilos, variou de R$102,50 para R$110,00.

Confira mais destaques:

  • Maracujá subiu de R$7,03/kg para R$7,50 por quilo, um aumento de 6,7%;

  • Tomate de primeira linha caiu de R$2,50/kg para R$1,92/kg, uma redução de 23,2%. O valor da caixa foi de R$65,00 para R$50,00.

Além disso, diversos produtos mantiveram os mesmos valores em relação aos dias anteriores, refletindo estabilidade no mercado. Entre eles estão:

  • Batata-Doce (de R$ 3,85 por quilo);

  • Jiló (R$ 4,50 por quilo);

  • Goiaba (R$50,00 por caixa, ou R$2,50 por quilo.

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Venda de pitaya em Juazeiro: comercialização no Ceasa chega 5,5 mil kg por mês

A comercialização de pitaya em Juazeiro, no sertão baiano, está vivendo um período de expansão. A venda ganhou força no ano passado, quando a Central de Abastecimento (Ceasa) da região passou a registrar dias de alto volume, com venda de até 100 caixas de pitayas com 20 quilos.

Em 2024 – quando a Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA) passou a incluir a fruta em seus registros oficiais, foi contabilizada uma média de 3 mil quilos de pitaya vendidos por mês. Já neste ano, até fevereiro, o número subiu para 5.500 mil quilos mensais. A expectativa é de que aumente ainda mais.

De acordo com o engenheiro agrônomo da AMA, Luciano Monteiro, desde janeiro do ano passado, a instituição tem visto o volume de vendas aumentar, embora ainda seja pequeno em comparação com outros cultivos.

O preço médio do quilo da fruta em Juazeiro varia entre R$15,00 a R$20,00. Além disso, a maior parte das unidades vai para os mercados locais, mas os produtos também são encaminhados para todos os nove estados do Nordeste, além de regiões como Tocantins.

Segundo Monteiro, a alta nas vendas decorre da maior busca por parte dos consumidores. Parte disso, de acordo com o especialista, se dá pela ampliação do acesso às informações sobre a fruta, que tem chamado a atenção pelo sabor e boas taxas de vitaminas.

Outro fator que contribui para isso é o fato de que, até então, a também chamada “fruta-dragão” só era produzida em épocas específicas do ano. No entanto, com novas tecnologias trazidas de outros países, os produtores passaram a conseguir colher o ano inteiro. Entre eles, está Francisco Granja, que tem estudado novas técnicas vindas do Vietnã.

O agricultor planta pitaya há cinco anos e, atualmente, comercializa a fruta no Mercado do Produtor de Juazeiro. Com uma lavoura cercada por cerca de três mil pés da fruta, ele explica que, no começo, enfrentou desafios, pois poucas pessoas estavam interessadas no produto. Já hoje, ele planeja dobrar o tamanho da produção. “A cada dia, a procura aumenta. Por isso, me arrependo de ter plantado poucos pés. Mas, agora, estou querendo retirar uma área onde planto uva e substituir pela pitaya”, comentou.

O produtor diz que a cultura se adapta bem ao solo e clima da região. Além disso, é de fácil manejo e de produção sustentável, não se fazendo necessário o uso de agrotóxicos em suas plantações.

No ano passado, a fruta chegava a custar R$40,00 por quilo, agora, o valor caiu mais da metade. Por isso, o permissionário do Ceasa, Antônio Ceará, tem previsões positivas: “Com a comercialização crescendo, no futuro ela ficará ainda mais barata”, ressalta.

Antônio, que vende diversas variedades de frutas, destaca que a pitaya é a terceira mais procurada pelos seus clientes atualmente, perdendo apenas para manga e melão. Ele relata que já chegou a vender até três mil quilos do produto em 15 dias. Não à toa, o comércio lhe rendeu o apelido de “Tony Pitaya”. Entusiasmado, ele destaca: “é um produto extraordinário e que chegou no mercado para ficar”.

A fruta

Chamada de “fruta-dragão”, a pitaya é rica nas vitaminas B1, B2, B3, C e diversos minerais como o ferro, cálcio e fósforo. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cerrados, a produção está concentrada nas regiões sudeste e sul, com mais de 80% da produção brasileira.

Ainda segundo a instituição, em 2021, o custo de implantação de 1 hectare de pitaya era próximo de R$60 mil. O retorno desse investimento e um bom lucro podem ser obtidos a partir do terceiro ano, diz a Embrapa. Também, a maior rentabilidade está relacionada à produtividade do pomar, qualidade dos frutos e melhor preço obtido na comercialização.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quarta-feira (26) de fevereiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (26). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.
O principal destaque do dia vai para o Mamão Formosa, que teve um aumento, passando de R$ 35,00 para R$ 45,00 por caixa de 20 quilos, uma alta de 28,6%.

Já a Cebola Pera registrou queda, indo de R$ 65,00 para R$ 57,50 por saco de 20 quilos, uma redução de 11,5%.

Confira mais destaques:

– Batata-doce subiu de R$ 90,00 para R$ 100,00 por saco de 26 kg, uma variação de 11,1%.
– Couve-flor subiu de R$ 65,00 para R$ 70,00 por caixa de 14 kg, um aumento de 7,7%.
– Alho, cujo preço da caixa com 10 kg, subiu de R$ 250,00 para R$ 270,00, uma variação de 8%.

Além disso, diversos produtos mantiveram os mesmos valores em relação aos dias anteriores, refletindo estabilidade no mercado. Entre eles estão: banana prata, cenoura e manga Tommy.

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Ascom PMJ

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira (24) de fevereiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (24). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.

O principal destaque do dia vai para os ovos, que ficaram mais caros. O preço da caixa, com 27 quilos, subiu de R$ 275,00 para R$ 290,00, uma variação de 5,45%. Com isso, o valor do quilo passou de R$ 10,19 para R$ 10,74.

Já a Beterraba apresentou, entre a sexta-feira (21) e esta segunda, uma redução de 14,29%. O valor do alimento por quilo caiu de R$ 3,50 para R$ 3,00. Já o preço da saca, com 20 quilos, variou de R$ 70,00 para R$ 60,00.

Confira mais destaques:

Pitaya (Cx 20 kg): subiu de R$ 320,00 para R$ 400,00, um aumento de 25%;
Tangerina Murcot (Cx 18): caiu de R$ 7,78/kg para R$ 7,22/kg, uma redução de 7,2%;
Tangerina Ponkan (Cx 18): acompanhou a mesma redução, passando de R$ 7,78/kg para R$ 7,22/kg.

Além disso, diversos produtos mantiveram os mesmos valores em relação aos dias anteriores, refletindo estabilidade no mercado. Entre eles estão:

Berinjela: R$ 3,57/kg;
Inhame: R$ 7,00/kg;
Graviola: R$ 100,00 por caixa, ou R$ 5,00/kg.

Confira a Cotação completa logo abaixo em PDF:

Assaí Atacadista avança em eficiência, reduz dívida e supera R$ 80 bi em faturamento em 2024

O Assaí encerrou 2024 com um faturamento bruto de R$ 80,6 bilhões, crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior. No 4º trimestre de 2024, o crescimento foi de 9,4%, totalizando R$ 22 bilhões. O avanço reflete a consolidação da estratégia da Companhia em aprimorar sua eficiência, com crescimento da geração de caixa operacional e disciplina na gestão de custos financeiros, além do contínuo aprimoramento da experiência de compra para clientes, fatores que também impulsionaram o aumento da rentabilidade. O lucro líquido no ano avançou 8,3%, totalizando R$ 769 milhões (pós-IFRS16).  O Assaí inaugurou 15 novas lojas ao longo do ano, atingindo 302 unidades em operação e ampliando sua presença em mercados estratégicos, como Barueri (SP), Vitória (ES), São José do Rio Preto (SP) e Juiz de Fora (MG). Além disso, concluiu o projeto de conversões dos 66 pontos de hipermercados adquiridos em 2021.

“O ano de 2024 contou com marcos importantes para o Assaí, incluindo a conclusão do projeto de conversões, a superação da marca de mais de 300 lojas em operação e a comemoração dos 50 anos da Companhia com uma campanha de aniversário histórica”, disse Belmiro Gomes, CEO do Assaí. “Os resultados refletem o comprometimento de um time com mais de 87 mil colaboradores(as). A companhia segue gerando empregos e fortalecendo os programas de treinamento, inclusão e desenvolvimento, além de manter um forte compromisso com a agenda de sustentabilidade”, concluiu o executivo.

Redução da alavancagem e fortalecimento financeiro

Um dos destaques do período foi a superação do guidance de alavancagem, que encerrou o ano em 3,04x, abaixo da previsão inicial. A significativa redução da dívida líquida, mesmo em um cenário de aumento da taxa de juros, com um corte de R$ 0,6 bilhão no 4º trimestre, demonstra a solidez financeira do Assaí e reforça o compromisso da Companhia com uma estrutura de capital sustentável.

Ao longo do ano, o Assaí realizou captações de R$ 6,6 bilhões em debêntures e mercados de capitais, alongando o prazo médio da dívida. Esse movimento estratégico fortalece a posição financeira do Assaí. Além disso, coloca a companhia em um patamar sustentável para um cenário econômico desafiador.

Melhoria da experiência de compra

A melhoria da experiência de compra para os(as) clientes também é outro destaque. Com a constante inovação do modelo de negócio, o Assaí seguiu ampliando os serviços oferecidos em loja, levando a um aprimoramento contínuo da jornada de compras. Ao final de 2024, a companhia contava com 618  unidades de serviços disponíveis, sendo 254 açougues, 191 empórios de frios e 173 padarias. Além disso, o Assaí tem se mantido atento ao cenário e segue uma estratégia para garantir um patamar de margem adequado ao contexto de intensificação da competitividade e redução do poder de compra dos consumidores, impactados por taxas de juros elevadas e alta da inflação alimentar.

Lojas convertidas têm bons resultados

As lojas convertidas de hipermercados seguem em processo acelerado de maturação, contribuindo positivamente para os resultados. No 4º trimestre de 2024, as 47 lojas convertidas em 2022 atingiram venda média por loja de R$ 29,3 milhões, um nível de vendas +24,8% superior à base de lojas orgânicas inauguradas até 2022.

Melhoria de margens e eficiência operacional

A busca contínua por eficiência resultou na expansão da margem EBITDA. No consolidado do ano, o EBITDA pré-IFRS16 atingiu 5,7% (+0,4 p.p.), enquanto o pós-IFRS16 foi de 7,5% (+0,4 p.p.), voltando ao patamar anterior às conversões de hipermercados. No trimestre, margem EBITDA de 6,4% Pré-IFRS16 (+0,3 p.p.) e 8,1% Pós-IFRS16 (+0,3 p.p.). O LAIR pré-IFRS16 avançou 83%, alcançando R$ 1,2 bilhão, refletindo o forte desempenho operacional da companhia.

Perspectivas para 2025

Para este ano, o Assaí segue focado na continuidade da redução da alavancagem e na execução disciplinada de sua estratégia de expansão. Estão previstas aproximadamente 10 novas lojas, com investimentos (CAPEX) estimados entre R$ 1,0 bilhão e R$ 1,2 bilhão. A Companhia projeta encerrar 2025 com uma alavancagem próxima de 2,6x, reforçando sua trajetória de crescimento sustentável e geração de valor para acionistas e clientes.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador), que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É ainda a melhor empresa de atacado e varejo do Brasil (Melhores e Maiores 2024 da Exame) e a marca mais lembrada do varejo físico e digital (Branding Brasil). Fundado em São Paulo (SP), o Assaí atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia na compra a varejo ou a atacado, liderando a proposta de inovação no formato. Atualmente, tem mais de 300 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 87 mil colaboradores(as), sendo reconhecida pela GPTW como a melhor empresa de varejo alimentar para se trabalhar (companhias com mais de 10 mil colaboradores). As ações do Assaí são as únicas de uma empresa de atacarejo negociadas na B3 (ASAI3). Forte geradora de caixa, cresce ano após ano e, em 2024, registrou faturamento de R$ 80,6 bilhões. Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar.

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira (21) de fevereiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (21). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.

O principal destaque do dia vai para a Romã, que está mais cara. O preço da caixa, com 20 quilos, subiu de R$ 55,00 para R$ 60,00, uma variação de 9,1%.

Já o Maracujá de primeira linha apresentou, entre a quinta-feira (20) e esta sexta, uma redução de 9.15%. O valor do alimento por quilo subiu de R$6,88 para R$6,25. Já o preço da caixa, com 16 quilos, variou de R$110,00 para R$100,00.

Confira mais destaques:

  • Tangerina Murcot (Cx 18): manteve o valor médio da caixa em R$ 140,00, com o preço do quilo estável em R$ 7,78.

  • Tangerina Ponkan (Cx 18): subiu de R$ 7,50/kg para R$ 7,78/kg, um aumento de 3,7%.

Além disso, diversos produtos mantiveram os mesmos valores em relação aos dias anteriores, refletindo estabilidade no mercado. Entre eles estão:

  • Berinjela: R$ 3,57/kg;

  • Inhame: R$ 7,00/kg;

  • Graviola: R$ 100,00 por caixa, ou R$ 5,00/kg.

A COTAÇÃO COMPLETA SEGUE ANEXO LOGO ABAIXO EM PDF:

o Mercado do Produtor de Juazeiro divulga a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados nesta quarta-feira (12)

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quarta-feira (12). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.

O principal destaque do dia vai para o Coentro Verde, que está mais barato. O valor do produto caiu de R$20,00 por quilo, contabilizado no dia anterior, para R$15,00/kg, uma redução de 25%.

Já a Batatinha apresentou, entre a terça-feira (11) e esta quarta, um aumento de 4,5%. O preço do saco com 50 quilos subiu de R$110,00 para R$115,00. O valor por quilo elevou de R$2,20 para R$2,30.

Confira mais destaques:

A caixa de tomate de primeira linha, com 26 quilos, também reduziu o preço. O valor caiu de R$115,00 para R$110,00, ou seja, de R$4,42 por quilo para R$4,23 por quilo.

O saco de Limão Tahit reduziu de R$27,50 para R$25,00 (de R$1,38 por quilo para R$1,25 por quilo), representando uma queda de 9%.

Além disso, diversos produtos mantiveram os mesmos valores em relação aos dias anteriores, refletindo estabilidade no mercado. Entre eles estão:

  • Abobora Comum (Kg): R$ 2,00/kg;
  • Abacaxi (Cento): R$ 550,00 (R$ 5,50/kg);
  • Gengibre (Caixa): R$200,00 (R$13,33/kg).

A COTAÇÃO COMPLETA SEGUE ANEXO EM PDF LOGO ABAIXO; CONFIRA

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta sexta-feira (07) de janeiro

O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta sexta-feira (07). Os valores foram levantados por meio de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h, aos sábados, das 2h às 17h, e aos domingos, a partir das 21h.

Entre os destaques, o consumidor pode encontrar o quilo do chá verde por R$ 25,00, a caixa com 10 kg de uvas passas por R$ 220,00 e o saco com 20 kg de beterraba por R$ 60,00.

A cotação completa está disponível anexo em PDF:

Ascom PMJ