
Casa Azul celebra os 130 anos de Petrolina com programação especial para os estudantes

Governadora Raquel Lyra autoriza contratação de profissionais de saúde para o Complexo Hospitalar da UPE
A governadora Raquel Lyra autorizou a contratação de 24 profissionais de saúde para reforçar os quadros do Centro Universitário Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc) e do Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco Prof. Luiz Tavares (Procape), que fazem parte do Complexo Hospitalar da Universidade de Pernambuco (UPE). As admissões serão realizadas através de uma seleção pública simplificada. Serão seis terapeutas ocupacionais, seis médicos diaristas e 12 médicos plantonistas. O decreto será publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (12).
“O fortalecimento da UPE é uma prioridade do nosso governo, que tem realizado reformas nos prédios da universidade, lançamos no primeiro semestre um concurso para professores efetivos, além de outros investimentos que dão melhores condições de trabalho aos servidores e de aprendizagem aos estudantes, agora estamos reforçando o quadro do complexo hospitalar. Vamos aumentar a capacidade de atendimento à população, diminuindo a espera e proporcionando mais dignidade ao nosso povo”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
A seleção será organizada pela UPE junto com a Secretaria de Administração (SAD) e seguirá a Lei Estadual nº 14.547/2011, que permite contratações temporárias em situações de interesse público. Os contratos terão duração de até 24 meses, podendo ser renovados pelo mesmo período, até o limite de seis anos.
Hospital Universitário da Univasf realiza mutirão com aproximadamente 200 atendimentos em saúde no próximo sábado (13)
Iniciadas obras de recuperação no Hospital dos Servidores do Estado
Quem passa em frente ao Hospital dos Servidores do Estado (HSE) já pode perceber que o muro de entrada está passando por requalificação, com serviços de alvenaria e pintura, a fim de melhorar a estrutura e a aparência do espaço. Essa é apenas a primeira etapa da recuperação de todo o complexo hospitalar do HSE.
A empresa contratada será responsável, além da recuperação e pintura da fachada, pela pintura de portas e janelas e pela impermeabilização das calhas da unidade de saúde. A previsão de entrega é de três meses, sendo o investimento da ordem de R$ 358.843,13.
De acordo com o presidente do Instituto de Atenção à Saúde e Bem-Estar dos Servidores do Estado de Pernambuco (Iassepe), gestor do Hospital dos Servidores do Estado (HSE), Wagner Lyra, toda a fachada do hospital passará por revitalização, com nova pintura em látex acrílico — material que garante maior durabilidade, cobertura uniforme e acabamento de alta qualidade.
“Estamos recuperando mais de 10 mil metros de fachada. A ausência de manutenção ao longo dos anos acelerou o processo de deterioração predial, e essa intervenção é fundamental para preservar a estrutura e oferecer melhores condições a todos que utilizam o HSE”, destacou o presidente.
Entre os espaços contemplados estão o acesso principal, a capela, o necrotério, o bloco central, a urgência pediátrica e a recepção central
A reestruturação inclui também a impermeabilização das calhas e a aplicação de massa acrílica em portas e janelas externas. No total, serão recuperadas oito portas e 393 janelas. Antes da pintura definitiva, será aplicado um produto imunizante para proteger a madeira.
Segundo a diretora administrativa do HSE, Isabella Nascimento, as edificações estão sem receber pintura há mais de oito anos. “No ano em que o Hospital completa 100 anos, é de extrema importância preservarmos esse local, que já é um patrimônio histórico de atividades prestadas. Essa recuperação é um presente para a história e para os nossos beneficiários”, destaca.
A diretora acrescenta que também estão sendo realizados reparos na parte interna da unidade, com recursos e mão de obra próprios. “Estamos com mais de 80 ordens de serviço para pinturas internas que, em conjunto com as melhorias nas calhas, trarão mais durabilidade às instalações”, completa.
Setembro Amarelo: HU-Univasf reforça a importância da escuta humana para prevenção ao suicídio
A campanha Setembro Amarelo deste ano, mês dedicado à prevenção do suicídio, ganha novos contornos, trazidos pelo uso crescente de chatbots de inteligência artificial por adolescentes e jovens em sofrimento psíquico. Especialista do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), da Rede Ebserh, alerta que, embora as ferramentas digitais ofereçam respostas rápidas, também podem reforçar estigmas, agravar sintomas e silenciar o pedido de ajuda, em vez de estimular o diálogo.
Relatório recente da Organização Mundial da Saúde (julho/2025) sobre solidão mostrou a urgência de debater os limites da tecnologia na saúde mental e reforçar a importância da escuta empática. O documento aponta que uma em cada seis pessoas no mundo se sente sozinha. Entre adolescentes, o índice chega a um em cada cinco. Nesse cenário, cresce o risco de jovens recorrerem a ferramentas digitais em vez de buscarem apoio humano.
Nos hospitais, onde o sofrimento psíquico costuma se somar ao adoecimento físico, já estão sendo percebidos os efeitos da busca por respostas digitais. É o que afirma o psiquiatra Godson Teixeira, do HU-Univasf/Ebserh. “Tenho visto pacientes abandonarem terapias individuais porque acreditam que a inteligência artificial pode executar uma análise próxima à de terapeutas famosos, como Freud ou Lacan”, destaca.
Godson ressalta que, diante da vulnerabilidade do paciente hospitalizado, gestos simples de cuidado fazem toda a diferença: “Uma escuta atenta, o reconhecimento da dor ou a oferta de companhia reduzem significativamente a chance de agravamento do sofrimento psíquico. Reforço que o primeiro passo para quem tem sofrimento grave é sempre procurar outra pessoa: amigos, familiares, profissionais de saúde. Afinal de contas, são pessoas que se importam com pessoas e que ainda salvam pessoas”, conclui.
Programação para a comunidade hospitalar
Com ênfase na campanha Setembro Amarelo, o HU-Univasf/Ebserh realiza durante este mês uma série de atividades voltadas aos trabalhadores. Trazendo o tema ‘Primavera, o despertar do cuidado em nós’, a programação é organizada pela Unidade de Desenvolvimento de Pessoal (UDP) e pela Unidade de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho (USOST), e tem a proposta de sensibilizar os profissionais sobre a importância do cuidado com a saúde física e mental no ambiente de trabalho, fortalecendo a cultura do acolhimento e do diálogo.
A agenda inclui palestras, rodas de conversa e ações educativas, todas com foco na valorização da escuta empática, na quebra de tabus sobre doenças mentais e na ampliação da rede de apoio dentro da instituição. No próximo dia 11, às 14h30, no Auditório do HU-Univasf, acontece a Roda de Conversa Autocuidado e Saúde Mental no Trabalho, com Noemi Regis (psicóloga clínica); Paula Andreatta (chefe da UGETE) e Tamara Loiola (enfermeira). A mediação é da psicóloga organizacional Liberaline Gondim.
Já no dia 16, também às 14h30, no auditório, os trabalhadores poderão participar da palestra Manejo de Crise em Saúde Mental, com a psiquiatra Natália Wolmer, do HU-Univasf.
Criada em 2015, a campanha Setembro Amarelo é hoje a maior mobilização nacional sobre saúde mental e prevenção do suicídio. Segundo dados oficiais, o Brasil registra em média mais de 30 internações diárias por tentativas de suicídio, o que evidencia a necessidade de ampliar o debate e oferecer suporte às pessoas em sofrimento psíquico.
Mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais, revela OMS
Dados divulgados nesta terça-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que mais de um bilhão de pessoas em todo o planeta vivem com algum tipo de transtorno mental, incluindo ansiedade e depressão. O cenário causa imensos prejuízos humanos e econômicos, alerta a instituição.
“Embora muitos países tenham reforçado suas políticas e programas de saúde mental, maiores investimentos e ações são necessários globalmente para ampliar os serviços no intuito de proteger e promover a saúde mental das pessoas”, destacou a agência das Nações Unidas.
Segundo a OMS, transtornos de saúde mental como ansiedade e depressão são altamente prevalentes em todos os países e comunidades, afetando pessoas de todas as idades e níveis de renda. “É a segunda maior causa de incapacidade a longo prazo, gerando perda de qualidade de vida”, acentuou a OMS.
Desafios
“Transformar os serviços de saúde mental é um dos desafios mais urgentes da saúde pública”, destacou o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Investir em saúde mental significa investir em pessoas, comunidades e economias – um investimento que nenhum país pode se dar ao luxo de negligenciar”, acrescentou.
“Cada governo e cada líder tem a responsabilidade de agir com urgência e garantir que os cuidados em saúde mental não sejam tratados como um privilégio, mas como um direito básico de todos”, concluiu Tedros.
Análise
Os números apresentados revelam que a prevalência de transtornos de saúde mental varia de acordo com o gênero e que mulheres são desproporcionalmente mais impactadas. Ansiedade e depressão figuram como os dois tipos de transtorno mais comuns tanto entre homens como entre mulheres.
“O suicídio permanece como uma consequência devastadora, ceifando cerca de 721 mil vidas apenas em 2021 em todo o planeta”, alertou a OMS, ao citar o suicídio como uma das principais causas de morte entre jovens em todos os países e contextos socioeconômicos.
“Apesar dos esforços globais, o progresso na redução da mortalidade por suicídio é insuficiente para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas que prevê uma redução de um terço nas taxas de suicídio até 2030. Na trajetória atual, apenas uma redução de 12% será alcançada até esse prazo.”
A agência avalia o impacto econômico dos transtornos mentais como impressionante. Embora os custos com saúde sejam substanciais, os custos indiretos, sobretudo os que envolvem perda de produtividade, são muito maiores. A estimativa é que depressão e ansiedade, juntas, custem à economia global cerca de US$ 1 trilhão por ano.
“Essas descobertas ressaltam a necessidade urgente de investimento sustentado, priorização mais rigorosa e colaboração multissetorial para expandir o acesso à saúde mental, reduzir o estigma e combater as causas profundas dos problemas de saúde mental”, concluiu a OMS.
Fonte: Agência Brasil
Cuidado e acolhimento com os animais: Petrolina inicia castrações no São Gonçalo
Implante contraceptivo deve ser ofertado por planos a partir de hoje
A partir desta segunda-feira (1º), planos de saúde devem incluir em sua cobertura, de forma obrigatória, o implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, conhecido como Implanon.
De acordo com decisão da diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada em agosto, a medida vale para mulheres com idade entre 18 e 49 anos como forma de prevenção à gravidez não desejada.
SUS
Em julho, o Ministério da Saúde informou que vai disponibilizar o Implanon via Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, o método é considerado vantajoso em relação aos já existentes por sua longa duração, já que age no organismo por até três anos, e pela alta eficácia.
Até 2026, o governo federal estima distribuir 1,8 milhão de dispositivos, sendo 500 mil ainda este ano. O investimento será de aproximadamente R$ 245 milhões. Atualmente, o produto custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.
Além de prevenir a gravidez não planejada, o acesso a contraceptivos, de acordo com o ministério, também contribui para a redução da mortalidade materna, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A pasta tem o compromisso de reduzir em 25% a mortalidade materna geral e em 50% a mortalidade materna entre mulheres negras até 2027.
Como funciona o Implanon
O implante subdérmico atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período. Após o prazo, ele deve ser retirado e, se houver interesse, um novo dispositivo pode ser inserido imediatamente.
A fertilidade, segundo o Ministério da Saúde, retorna rapidamente após a remoção do implante.
Entre os contraceptivos atualmente oferecidos no SUS, apenas o DIU de cobre é classificado como Larc (sigla em inglês para contraceptivos reversíveis de longa duração), considerados mais eficazes no planejamento reprodutivo por não dependerem do uso contínuo ou correto por parte da usuária, como acontece com anticoncepcionais orais ou injetáveis.
Texto: Agência Brasil
Campanha de vacinação na escola avança e beneficia alunos da primeira infância de Petrolina
A interiorização da saúde pública foi debate de encontro promovido pelo Instituto Medianeiras da Paz em Petrolina
O seminário de interiorização da saúde aconteceu nesta sexta-feira (29) em Petrolina, no Sertão de Pernambuco e foi realizado pelo instituto Social das Irmãs Medianeiras da Paz (Ismep), que faz a administração de vários hospitais públicos no estado. O evento reuniu várias organizações sociais em saúde e o Instituto Brasileiro de Organizações Sociais em Saúde (IBROSS).
Participaram do encontro vários órgãos de saúde pública, como a secretaria de saúde de Pernambuco, secretaria municipal de saúde de Petrolina, oitava gerência regional de saúde e Obras Sociais Irmã Dulce.
Uma mesa redonda discutiu as experiências das organizações sociais na Bahia, Pernambuco e Goiás, através do IBROSS.”Eu fiquei feliz e impressionando com o que vi e com tudo o que discutiu aqui. É um aprendizado para todos nós e o IBROOS se sente com o dever cumprindo de estar vivenciando esses momentos. Sobre a interiorização e o que está sendo mostrado, vale ressaltar que o Ismep, FGH e as obras sociais irmã Dulce contribuem para o desenvolvimento da saúde e para a prestação de serviços da saúde pública dessa região. É um bom exemplo pra nós e vamos divulgar esses números fantásticos porque o Brasil precisar ver o que vocês estão fazendo,” destacou o presidente do Ibross, Sérgio Daher.
“Foi um excelente momento de debate, de partilha dos bons resultados e acreditamos que estamos no caminho certo na promoção dos serviços de saúde pública de qualidade,” destacou a superintendente do Ismep, Irmã Fátima Alencar.

Assessoria de Comunicação do Ismep












