Hospital Dom Malan dá início à vacinação contra a Covid-19

Com muita alegria e entusiasmo, os profissionais do Hospital Dom Malan, em Petrolina, receberam nesta manhã (25) a notícia do início da vacinação contra a Covid-19 na unidade materno-infantil. As primeiras doses foram enviadas pelo Governo de Pernambuco, via VIII Regional de Saúde (Geres), e serão distribuídas inicialmente àqueles que estão na linha de frente do enfrentamento à pandemia e contato direto com o paciente.

A tão esperada vacina renova as esperanças e surge como uma luz no fim do túnel, após meses de luta incansável. A primeira profissional foi vacinada por volta das 8h de hoje. A escolhida foi a enfermeira Marianni Roberta Fonseca.

Mari, como é conhecida por todos, foi residente em saúde da criança do hospital de 2018 a 2020 e ainda no ano passado esteve incumbida da missão de auxiliar na implantação do setor Covid no HDM. “Ela foi escolhida para ser a primeira a tomar a vacina pelo próprio mérito em si. Marianni esteve na linha de frente todo o tempo e foi muito importante para o hospital nesse processo. Então, nada mais justo”, considera a coordenadora de enfermagem, Fátima Michele.

Mari, por sua vez, recebeu a notícia com muita gratidão e felicidade. “Acredito que a palavra é esperança. Esperança em dias melhores. Passa um filme na cabeça de tudo que a gente viveu desde o início da pandemia, as fortes emoções, o turbilhão de sentimentos. Quando tudo começou a gente não sabia o que nos esperava, e hoje, dia 25 de janeiro de 2021, estamos recebendo a vacina. É uma felicidade sem tamanho. Fico muito grata também por ser reconhecida pelo Dom Malan, que hoje é a minha segunda casa”, admitiu a gerente da emergência pediátrica.

A vacinação no Hospital Dom Malan irá seguir o calendário estabelecido pelas autoridades sanitárias Federal, Estadual e Municipal, mas a meta é imunizar todos os trabalhadores que atuam no serviço dentro em breve. “Neste primeiro momento estamos recebendo 260 doses da CoronaVac. Seguiremos as prioridades e o desejo é de virar essa página o mais rápido possível”, pontuou a diretora de atenção à saúde, Tatiana Cerqueira.

Vale lembrar que o Hospital Dom Malan é referência em saúde da mulher e da criança para mais de 50 município e 2 milhões de habitantes da Rede Interestadual de Saúde Pernambuco-Bahia (Rede PEBA) e que, atualmente, também presta assistência às gestantes e crianças vítimas da Covid-19, sendo então um dos serviços de referência no enfrentamento à doença.

Anna Monteiro – Assessoria de Comunicação

Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife, aplicou hoje pela manhã as primeiras doses de vacina contra a COVID19

O município de Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife, começou hoje a sua vacinação contra a COVID19.

A primeira a receber a vacina na cidade foi a Técnica de Enfermagem e vacinadora do município há mais de 20 anos, Geane Silva do Espírito Santo. 64 anos. Ela foi escolhida para receber a primeira dose da vacina como uma maneira de gratidão e reconhecimento pelos serviços prestados.

Itapissuma recebeu 466 doses que dará pra vacinar 233 profissionais de linha de frente da covid no município.
O prefeito José Tenório (Zé de Irmã Teca) esteve presente e destacou a importância da vacinação e aproveitou o momento para mais uma vez agradecer e enaltecer o trabalho dos profissionais de saúde, em especial os de Itapissuma.

A vacinação aconteceu no Hospital João Ribeiro de Albuquerque, localizado no Bairro Conceição, a partir das 8h.

De acordo com o Prefeito da cidade, Zé de Irmã Teca, esse é um momento histórico para o município e que Itapissuma já está pronta para a vacinação.

https://drive.google.com/file/d/1oDfkKtjscnknI2ebo3RPhvV1sFyrMMTd/view

Senacon adotas medidas de combate à comercialização de vacinas falsificadas contra a covid-19

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública deu início às medidas de combate à comercialização de vacinas falsificadas contra a covid-19. A prática de venda dessas supostas vacinas foi comunicada pelo Procon de São Paulo.

De acordo com o secretário executivo do Comitê Nacional de Combate à Pirataria, vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor, Guilherme Vargas, disse que a questão é urgente. “Avaliamos a urgência do tema e acionamos a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e as outras pastas do para estabelecer estratégia conjunta para garantia a saúde e a segurança dos consumidores brasileiros”.

Com a atuação conjunta, ações de fiscalização e de repressão serão realizadas. Está em estudo a possibilidade de elaboração de campanhas de conscientização dos consumidores e veiculação de alertas nas mídias sobre os riscos da comercialização de vacinas falsificadas contra a covid-19.

Com a expansão do comércio eletrônico, especialmente durante a pandemia, a comercialização de produtos pirateados no meio digital já é de conhecimento do comitê de combate à pirataria, que atua em conjunto com as polícias e Receita Federal.

A Senacon e a presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Juliana Domingues, alerta sobre o perigo na aquisição de vacinas falsas. “A comercialização de vacinas falsificadas expõe a enorme risco a saúde e a segurança do consumidor, pois são produtos fraudulentos e sem qualquer eficácia comprovada. As autoridades sanitárias ainda não liberaram a comercialização de vacinas no Brasil, o que demonstra que sites que oferecem o produto podem estar tentando captar dados pessoais e bancários dos consumidores”, disse.

Com o anseio da população pela vacina, já foram identificadas tentativas de comercialização de produtos falsificados em todas as regiões do Brasil. Para reunir esforços conjuntos na prevenção e repressão à venda de vacinas falsificadas, o Conselho também solicitou apoio aos Procons e à Polícia Federal via ofício encaminhado neste sábado (16).

*Com informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública

Hospital Dom Malan ressalta importância da doação de sangue

Agora em janeiro, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) divulgou a situação preocupante da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope) que se agravou no início na pandemia da Covid-19, quando o número de doações começou a decair de forma expressiva a cada mês.

De acordo com o órgão, atualmente, o estoque está crítico em todos os tipos sanguíneos e a queda chega a representar 40% do número de doações.

Por essa razão, a instituição está solicitando o apoio dos seus doadores e da população pernambucana para superar essa fase crítica com a maior brevidade possível.

O Hospital Dom Malan, como serviço integrante da rede assistencial de saúde, aderiu ao movimento e ressalta a importância desse gesto de amor. “Estamos inclusive com as nossas cirurgias eletivas suspensas, pois não há estoque de sangue disponível. Então, não poderíamos ficar de fora desta campanha”, justifica a diretora de Atenção à Saúde, Tatiana Cerqueira.

O agendamento para a doação não é obrigatório, mas se o doador preferir pode realizar pelos telefones 0800.081.1535 (ligações do Recife) ou (81) 3182.4630 (ligações interestaduais). Em Petrolina o agendamento é pelo (87) 3866-6601.

Como doar

Para doar sangue, a pessoa deve ter entre 16 anos e 69 anos e 11 meses (59 anos e 11 meses para a primeira doação). Os menores de 18 anos precisam da presença do responsável legal (pai ou mãe), bem como levar xerox da identidade. É necessário ter mais de 50 kg, estar alimentado e em boas condições de saúde, além de apresentar um documento original, com foto. São exemplos: identidade, carteira de habilitação ou carteira de trabalho. Crachás não são aceitos. Também é necessário respeitar os intervalos entre as doações de sangue, que são de três meses para homens e quatro meses para mulheres.
Anna Monteiro – Assessoria de Comunicação

Covid-19: nove capitais abrem 2021 com mais de 80% de UTIs ocupadas

A ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para covid-19 na rede pública terminou 2020 e começou 2021 acima de 80% em nove capitais brasileiras. O dado é referente ao período de 21 de dezembro a 4 de janeiro e consta no boletim especial divulgado hoje (13) pelo Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz um balanço da pandemia no Brasil ao longo de 2020.

O índice de 80%, ou mais, é considerado zona de alerta crítica pela Fiocruz. A situação foi constatada entre 21 de dezembro e 4 de janeiro em Manaus (89,4%); Boa Vista (83,3%); Macapá (94,4%); Belém (100%); Belo Horizonte (80,5%); Vitória (80,1%); Rio de Janeiro  (99,8%); Curitiba (80%) e Campo Grande (100%). Recife, com77,5%, e Porto
Alegre, com 73,8%, também apresentaram taxas superiores a 70%.

Quando analisada a ocupação das UTIs por estado, Amazonas (89,2%), Amapá (81%), Mato Grosso do Sul (85,6%), Pernambuco (83%) e Espírito Santo (80,7%), além do Distrito Federal (88,7%), enquadraram-se na zona de alerta crítica entre 21 de dezembro e 4 de janeiro.

Números de 2020

O Brasil identificou o primeiro caso de covid-19 em 26 de fevereiro, em um cidadão de São Paulo que chegou da Itália. Em março, o número de casos chegou a 4.579, e o de mortes, a 159.

O país atingiu 1 milhão de casos em junho, mês em que o número de mortes chegou a 58.314. A partir daí, o número de infecções confirmadas saltou cerca de 1 milhão por mês até dezembro, quando fechou o ano em 7,68 milhões. Já o número de óbitos pela doença no país em 2020 chegou a 195.742.

No mundo inteiro, foram confirmados 83,43 milhões de casos de covid-19 ao longo do ano passado, com 1,82 milhão de mortes.

Evolução da pandemia

O boletim destaca que a pandemia se espalhou no Brasil de forma inicialmente mais lenta que na Europa e Ásia e formou um “extenso patamar de transmissão” desde junho, com ligeira queda em setembro e retorno a níveis altos no fim do ano. Segundo os pesquisadores, Brasil, Reino Unido, Itália e Espanha apresentam padrão semelhante de alta incidência e mortalidade, destacando-se dos outros países.

Já os Estados Unidos “representam um caso trágico e particular, com as maiores taxas de incidência e mortalidade e a sobreposição de três ondas epidêmicas, que não mostram sinais de arrefecimento”, diz o boletim.

No Brasil, os estados com maior incidência de casos por 100 mil habitantes ao longo de 2020 foram Roraima, Amapá, Tocantins e Santa Catarina, além do Distrito Federal. Quanto às mortes por 100 mil habitantes, as taxas foram mais altas no Amazonas, em Roraima, no Pará, Ceará, Rio de Janeiro, em Mato Grosso e no Distrito Federal.

“Outro grupo de estados apresenta uma evolução mais próxima ao que se conhece como segunda onda, com picos em meados do ano de 2020 e outro mais recente, em dezembro, como Bahia, Paraíba, Espírito Santo e Rio de Janeiro”, acrescenta o estudo da Fiocruz.

Diferente da mortalidade, que é o número de vítimas por 100 mil habitantes, a letalidade é o percentual de casos que geraram óbitos. Essa taxa caiu ao longo de 2020, “provavelmente devido a ações de saúde como o aumento da cobertura de testes, a melhoria e ampliação das ações da Atenção Primária em Saúde, o aumento no número de leitos e o aprendizado no tratamento hospitalar de casos graves”, avaliam os pesquisadores.

A taxa de letalidade terminou o ano entre 2% e 3% na maioria dos estados, com apenas Rio de Janeiro e Pernambuco acima de 5%, o que “revela graves falhas no sistema de atenção e vigilância em saúde nesses estados”, já que um nível alto de letalidade está relacionado à subnotificação dos casos.

O estudo alerta que o Brasil encerrou 2o ano passado com patamar de casos comparável aos valores de junho a agosto, quando havia cerca de 40 mil casos e 1 mil mortes por dia. Em dezembro, foram registrados novamente 40 mil casos diários, com 600 vítimas por dia. “As perspectivas para o verão não são alentadoras, uma vez que o sistema hospitalar apresenta sinais de saturação e grande parte das medidas de distanciamento físico e social e uso obrigatório de máscaras vêm sendo apenas parcialmente adotadas nos estados e municípios.”

SRAG

Um dos principais indicadores de tendência da pandemia ao longo de 2020 foi a evolução dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). A incidência de SRAG chegou a mais de 10 casos por 100 mil habitantes no Brasil no pico da transmissão, com Amazonas, Pará, Ceará e Distrito Federal alcançando 20 casos por 100 mil habitantes nos primeiros meses da pandemia.

É contabilizado como SRAG todo caso de doença respiratória com hospitalização ou óbito, em que sejam registrados os seguintes sintomas: tosse ou dor de garganta, dispneia ou saturação de oxigênio abaixo de 95%, ou dificuldade respiratória.

Ao longo do ano, mais de 640 mil casos se enquadraram nesses critérios no país. Entre eles, mais de 350 mil tiveram alguma confirmação de vírus respiratório, sendo o SARS-CoV-2 o causador da infecção em 97%.

Além disso, o boletim informa que foram mais de 150 mil óbitos por SRAG no Brasil. Entre aqueles causados por vírus respiratórios, o coronavírus foi o agente infeccioso em 99%.

Desigualdades

A Fiocruz destaca que a desigualdade social e regional do Brasil acentua os riscos trazidos pela pandemia para grupos mais vulneráveis, com impactos tanto imediatos, quanto de médio e longo prazos. “As desigualdades sociais fazem mal à saúde, colocando alguns grupos em grande desvantagem para cumprir as medidas de higienização, distanciamento físico e social, isolamento e quarentena, bem como no acesso aos serviços de saúde, incluindo exames diagnósticos, tratamento e reabilitação”.

O problema afeta pessoas com condições de vida e trabalho mais precárias e dificuldade de acesso a bens e serviços essenciais, como alimentação, moradia, saneamento básico, educação, transporte e outros. Os pesquisadores incluem ainda nesse grupo mais exposto pessoas que sofrem injustiças por questões de gênero, raça e etnia.

“Embora a pandemia afete a população do país como um todo, seus impactos não afetam do mesmo modo todas as pessoas”, diz o boletim, que recomenda a adoção de medidas de reparação através de políticas públicas pró-equidade”, afirma o boletim.

Edição: Nádia Franco – Agência Brasil

Secretaria de Saúde atualiza dados da covid-19 desta terça-feira em Juazeiro (BA)

Nessa terça-feira (5), Juazeiro registrou 11 casos novos da covid-19 – todos por testes rápidos. São 04 pessoas do sexo masculino e 07 do sexo feminino, com idades entre 19 e 63 anos. Nenhum dos casos novos é profissional de saúde.

Após a recontagem dos casos positivos e a correção do erro de duplicidade de dados no sistema provocado pela gestão anterior no dia 31 de dezembro, o total de moradores que foram infectados pela covid-19 desde o início da pandemia na cidade é de 7.723. Desse total, 5.527 pessoas já estão recuperadas do novo coronavaírus. São 2.061 casos ativos da doença, enquanto os óbitos somam 135.

Ocupação de leitos
Dos internados regulados somente pela rede municipal, houve alteração nas últimas 24 horas. Agora são 07 pacientes, sendo em 06 leitos de UTI e 01 em leito intermediário. Todas as informações estão disponíveis na tabela em anexo.

Especialistas recomendam cuidado com festas de fim de ano

Foto : Alberto Coutinho / GOVBA

Natal e ano novo são sinônimos de festa, reunião familiar com mesa farta, abraços e conversas longas madrugada adentro. Mas com a pandemia do novo coronavírus que atingiu o mundo inteiro, e ainda faz vítimas todos os dias, esse momento tradicional pode custar caro. Especialistas não recomendam reuniões nesse período, ao mesmo tempo em que sabem que muita gente não deixará essa tradição de lado. Por isso, saiba o que fazer para reduzir ao máximo os riscos de ir a uma celebração de fim de ano e sair de lá contaminado pela covid-19.

Máscara, álcool e distanciamento

Infectologistas ouvidos pela Agência Brasil foram taxativos: apenas um meio de proteção não é eficaz. Então, não adianta usar máscara e não higienizar as mãos com frequência. Tampouco resolve tomar essas providências mas sair abraçando, apertando mãos e se aglomerando em rodas de conversa.

“A pessoa deve tentar restringir o risco de infecção, saindo o menos possível. Manter a máscara e retirar apenas na hora de se alimentar. Todas as estratégias são falhas, mas a soma delas ajuda, diminui o risco”, afirma Joana D’arc Gonçalves, médica infectologista e professora de medicina do UniCeub, em Brasília.

Ela também ressalta a importância de manter distância das outras pessoas e não compartilhar objetos como copos e talheres. Joana D’arc vai além e recomenda que dias antes da festa de natal ou réveillon, caso seja possível, a pessoa faça o teste RT-PCR, que identifica a presença do vírus no organismo e confirma a covid-19.

De acordo com os especialistas, a maioria das pessoas tem transmitido o vírus sem sequer apresentar sintomas. Por isso, estar assintomático no dia da festa não garante que a pessoa esteja sem o vírus no organismo.

Sem abraços na virada do ano

O próximo ano já chegará exigindo um esforço de todos. Quando o relógio marcar zero hora do dia 1º de janeiro de 2021, evite dar o tradicional abraço de feliz Ano Novo. “O contato próximo, de abraçar, beijar e apertar as mãos, deve ser evitado”, diz Marcus Antônio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

“Porque a gente sabe que esse vírus se propaga por gotículas respiratórias, secreções. E abraçando outras pessoas, colocando a mão no rosto delas, ou mesmo no seu rosto, você tem a possibilidade de transmitir o vírus”, completa Cyrillo. “Este momento é sofrido, mas a gente não recomenda”, acrescenta Joana D’arc.

Ambientes abertos e arejados

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não se posicionou em relação às festas de Natal e Ano Novo, apenas deu diretrizes para que os órgãos sanitários, como o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Brasil, orientem os governos locais sobre como a população deve se prevenir.

Em meio às recomendações e protocolos, não há meias-palavras: reuniões devem ser evitadas. “A OMS não recomenda aglomeração. E quando você fala em celebração, você fala em aglomeração. Aqui no Brasil a gente está relaxando demais e podemos ter consequências ruins”, afirma a infectologista.

Caso a reunião da família no fim do ano seja inevitável, os anfitriões devem promover ambiente o mais seguro possível para os convidados. A festa deve acontecer, se possível, ao ar livre. No quintal ou na varanda de casa, por exemplo. Nesses ambientes bem arejados, o vento tende a levar o vírus para longe. Outra possibilidade é um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas.

“Em lugares fechados existem condições de umidade, temperatura, de matéria orgânica onde o vírus pode se depositar. Ao ar livre essas condições são menos propícias para o vírus se multiplicar ou ser transmitido para alguém. Mas se você estiver em um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas, a chance diminui”, explica Cyrillo.

Para Joana D’arc e Cyrillo, o número de convidados não é tão importante quanto as medidas de segurança. Ou seja, é mais seguro estar em uma festa com muita gente, mas todas se prevenindo em um espaço adequado, do que em uma festa com dez pessoas, sem máscara, sem ventilação e sem cuidados prévios.

Embora pareça uma obviedade, não custa reforçar: se você tem sintomas do novo coronavírus, como tosse, dor de cabeça, nariz  escorrendo, dor de garganta, febre, diarreia, seu lugar é longe das festas. O mesmo vale para pessoas do grupo de risco. Idosos, diabéticos, obesos ou portadores de doença imunossupressora.

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Edição: Graça Adjuto

Vacina Covid-19: Reino Unido emite alerta após reação alérgica à vacina da Pfizer

Agência regulatória do Reino Unido alerta que pessoas com ‘histórico de reação alérgica significativa’ não devem tomar vacina da Pfizer contra Covid-19

A agência regulatória do Reino Unido alertou, nesta quarta-feira (9), que pessoas com “histórico de reação alérgica significativa” a vacinas, remédios ou alimentos não devem tomar a vacina da Pfizer contra Covid-19.

Duas pessoas que foram imunizadas contra a covid-19, na terça-feira (8) na Inglaterra, com a vacina da Pfizer/BioNTech sofreram reação alérgica grave levando. Ambos tiveram reação anafilática minutos após tomarem a vacina, mas receberam tratamento rápido e estão se recuperando bem.

As agências reguladoras britânicas a recomendar àqueles com histórico de alergias graves que não se vacinem.
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Em comunicado, a agência definiu reações alérgicas significativas como aquelas semelhantes à anafilaxia – um tipo de reação alérgica grave e potencialmente fatal – e estendeu a recomendação a pessoas que precisam carregar adrenalina autoinjetável.

Além disso, determinou que a vacinação deve ser feita apenas em locais onde houver possibilidade de reanimar os pacientes.

Poliomielite: 48 mil crianças ainda podem se vacinar até a sexta (27/11)

Pouco mais de 48 mil crianças pernambucanas entre 1 e menores de 5 anos têm até a próxima sexta-feira (27/11) para tomar uma dose extra contra a poliomielite, doença que teve seu último caso no Brasil em 1989, mas continua em circulação em dois países (Afeganistão e Paquistão). Até o momento, 501.310 meninos e meninas já estão protegidos, representando 91,25% do total (549.369). Com isso, Pernambuco mantém o segundo lugar entre os Estados com melhor percentual vacinal. A meta mínima da campanha é imunizar, no mínimo, 95% do público.

“A poliomielite é uma doença grave, que pode deixar sequelas irreversíveis e provocar até mesmo óbito. É por meio da vacinação que podemos proteger nossas crianças e continuar mantendo o território pernambucano livre da circulação do vírus. Por isso, lembramos aos pais e responsáveis dessa oportunidade de garantir o direito à saúde desses meninos e meninas, que ainda podem aproveitar a ida ao posto de saúde para atualizar a caderneta de vacinação com doses contra outras doenças que, porventura, estejam atrasadas”, afirma a superintendente de Imunizações da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), Ana Catarina. Ela lembra que a dose extra é disponibilizada para as crianças que estão com o esquema básico contra a pólio completo.

Além da campanha de vacinação contra a poliomielite, há a mobilização para atualizar as vacinas das crianças e jovens menores de 15 anos. Todos os imunizantes ofertados gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) estão sendo disponibilizados nessa iniciativa.

É importante destacar, ainda, que os serviços de saúde foram orientados a seguir protocolos de higiene e segurança para evitar contaminação pelo novo coronavírus. “Eu queria assegurar que a gente está conseguindo manter a proteção, a sala com todos os cuidados adequados para proteger o seu filho e proteger da Covid-19”, frisa a coordenadora do Programa de Imunização do Distrito Sanitário 1 do Recife, Rosângela Marinho.

Exercícios aquáticos ajudam a fortalecer condicionamento, respiração e coordenação motora

A primavera que chegou e o aumento da temperatura favorecem ainda mais uma modalidade de prática de exercícios que é a “queridinha” de muita gente. São os esportes aquáticos. Os mais buscados são a natação e a hidroginástica e muitos preferem praticar exercícios na água por causa da redução de impacto no corpo. Além desse benefício direto, as práticas realizadas em piscinas ajudam a melhorar o desempenho cardiovascular, a coordenação motora – sobretudo para idosos, relaxa, melhora a postura e fortalece a musculatura.

E com o calor – que promete aumentar ainda mais até o verão – unir a prática de exercícios com uma agradável piscina, é prato cheio! “Fazer exercícios aquáticos é excelente para a respiração. Controle da respiração, fortalecimento de músculos e o condicionamento. Todos esses fatores auxiliam no aumento da imunidade. É sempre bom lembrar que em épocas de pandemia, manter a imunidade bem elevada é muito importante”, conta o Coordenador Geral da Rede Alpha Fitness, Guilherme Reis.