Centro de Parto Normal de Petrolina está com novo número de atendimento

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, informa à população que o Centro de Parto Normal está com um novo número de telefone para atendimento. A partir de agora, todas as dúvidas e informações devem ser realizados exclusivamente pelo número (87) 99148-1695.

A Secretaria de Saúde reforça o compromisso com a humanização do parto e o acolhimento das gestantes. Continuamos disponíveis para esclarecer dúvidas, agendar atendimentos e oferecer o suporte necessário para futuras mamães petrolinenses.

——-
Texto: Maiara Santos

Unidade Móvel Odontológica atenderá 16 localidades da zona rural de Petrolina durante o mês de maio

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Saúde, deu início nessa sexta-feira (2), na comunidade de Água Branca, a programação de atendimentos da Unidade Móvel Odontológica na zona rural. A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços de saúde bucal, levando atendimento de qualidade a localidades mais distantes da sede do município.
Durante o mês de maio, a unidade irá percorrer diversas comunidades rurais com uma equipe especializada, oferecendo consultas odontológicas, limpeza, restaurações, aplicação de flúor e orientações sobre saúde bucal. O objetivo é garantir um cuidado contínuo e preventivo, contribuindo para a qualidade de vida da população do interior.
Programação de atendimento para os próximos dias
05/05-Uruás
06/05-Área 19,20 e 21 do Projeto Maria Tereza
07/05- Assentamento Gavião
08/05-C1
09/05-Vila Beju
12/05-Riacho dos Canudos
13/05-Pedra da Cerca
14/05-Assentamento Lindolfo Silva
15/05-Icó
16/05-Tapera
22/05-Assentamento Manga Nova
23/05-Caatinguinha
26//05-Assentamento Água Viva I
27/05-Massapê
28/05-Garça
————
Texto: Maiara Santos

Unidade Móvel de Saúde de Petrolina levará atendimento para 19 comunidades rurais em maio

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Saúde, segue dando continuidade ao trabalho de assistência à população rural com a Unidade Móvel de Saúde. Durante o mês de maio, 19 localidades do interior do município receberão os atendimentos itinerantes, garantindo acesso a serviços de saúde.

O principal objetivo da ação é descentralizar os atendimentos, promovendo o cuidado preventivo e contínuo da saúde dos moradores da zona rural. Para ser atendido, é necessário apresentar documento de identificação com foto e cartão do SUS. Os atendimentos serão organizados por ordem de chegada.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em contemplar toda a população com um serviço de saúde de qualidade. A Unidade Móvel é uma ferramenta importante nesse processo, pois leva cuidado onde há mais dificuldade de deslocamento.

Programação completa com datas e localidades contempladas

05/05 -Água Viva II
06/05- Sítio Coelho
07/05-Assentamento José Almeida
08/05-Satisfeito II
09/05- Rio Verde
12/05-Assentamento Nova Vida
13/05-Satisfeito I
14/05-Rio Pontal
15/05-Cristália
16/05-Muquém
19/05-Lajedo I
20/05-Assentamento Manga Nova
21/05-Salinas
22/05-Garcinha
23/05-Assentamento Bonanza
26/05-Vilça Chapada do Alegre
27/05-Assentamento Mandacaru
28/05-Caldeirão
30/05-Serrote Pelado

———
Texto: Maiara Santos-Assessora de Comunicação da Secretaria de Saúde

Parceria com setor privado quer reduzir tempo de espera no SUS

O Ministério da Saúde vai estabelecer parcerias com a rede privada de saúde para garantir o atendimento especializado no tempo certo.  O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a prioridade será reduzir o tempo de espera para atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS),  especialmente para o diagnóstico e tratamento de câncer.

Após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (29), Padilha afirmou que o objetivo é “fazer as coisas acontecerem” ainda este ano.

Para a gente dar conta de garantir o tempo adequado ao atendimento, por exemplo, da situação do câncer, que nós temos 30 dias para garantir o diagnóstico e 60 dias para iniciar o tratamento, só será possível fazermos isso se ampliarmos as parcerias com o setor privado”, disse, em conversa com a imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo Padilha, muitos dos serviços privados têm uma capacidade ociosa que pode ser compartilhada. Além disso, amanhã (30), o Ministério da Saúde deve divulgar estudo feito com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) que mostra uma grande concentração de médicos especialistas atuando nas estruturas privadas de saúde.

“É uma verdadeira obsessão do presidente, desde o começo do seu governo, de garantir o atendimento médico especializado no tempo certo, no tempo adequado, reduzindo o tempo de espera que existe hoje no país, que é fruto de um represamento do atendimento durante a pandemia [de covid-19] e da desorganização da rede nos governos anteriores”, disse o ministro.

Com a autorização do presidente Lula, as pastas da Saúde e Casa Civil vão discutir com os demais ministérios envolvidos e trabalhar com o setor privado para impulsionar essa rede de atendimento de média e alta complexidade.

Segundo ele, “tudo que já vinha sendo programado, nós estamos acelerando”, como a entrega de equipamentos de radioterapia nos serviços em todo o país. Além disso, o governo está em tratativa com o hospital A.C.Camargo, referência em oncologia na cidade de São Paulo, para ajudar no diagnóstico de câncer para pacientes do SUS.

No ano passado, o Ministério da Saúde também lançou o Programa Mais Acesso a Especialistas. Baseada na lógica do cuidado integral do paciente, a proposta era reduzir o tempo de espera por cirurgias, exames e tratamentos no âmbito do SUS por meio do fortalecimento do SUS Digital, facilitando o acesso a informações e ampliando o potencial de atendimentos remotos.

Edição: Agência Brasil

Pressão alta: cuidados essenciais para prevenção e controle

A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma condição silenciosa que afeta um em cada quatro brasileiros. Apesar de, na maioria dos casos, não apresentar sintomas, ela está diretamente associada a graves complicações cardiovasculares, como infarto, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame.

O diagnóstico da hipertensão é confirmado quando os níveis da pressão arterial permanecem elevados de forma contínua, ultrapassando 14 por 9. Segundo a cardiologista do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf/Ebserh), Polyana Lima, o acompanhamento médico regular é fundamental. “Os níveis de pressão podem estar altos, e a pessoa não sentir absolutamente nada. Por isso, o monitoramento é indispensável”, alerta.

A doença é considerada multifatorial, resultado da interação entre fatores genéticos e hábitos de vida. “Quando pai e mãe são hipertensos, o risco de desenvolver hipertensão chega a 60%. Além disso, obesidade, tabagismo e consumo excessivo de álcool aumentam significativamente as chances de desenvolver a condição”, explica a especialista da unidade Ebserh em Petrolina.

O tratamento da hipertensão, segundo a médica, deve começar por mudanças no estilo de vida. “A base é melhorar os hábitos alimentares, dando preferência à comida de verdade: alimentos ricos em fibras, saladas, verduras e pouco sal. É essencial evitar temperos prontos, que são altamente ricos em sódio”, orienta.

A prática de atividade física também é indispensável. A recomendação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é de pelo menos 150 minutos semanais de exercícios aeróbicos, complementados por treinos de força duas vezes por semana. “Esse é o mínimo. Se puder fazer mais, melhor ainda”, ressalta Polyana Lima.

Além disso, o controle do peso, a cessação do tabagismo e o consumo moderado de álcool são atitudes que contribuem para a prevenção e o controle da pressão alta. Dietas ricas em alimentos ultraprocessados, como fast food e produtos enlatados ou embalados em plástico e vidro, devem ser evitadas por conterem altos teores de sódio.

Em alguns casos, o uso de medicamentos é necessário para o controle da hipertensão. “O tratamento medicamentoso é de longa duração e deve ser individualizado. Desde 2011, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente os remédios para hipertensão e diabetes. Mas é essencial que cada paciente seja avaliado por um médico para definir a estratégia terapêutica mais adequada. Nada de tomar o remédio do vizinho”, adverte a cardiologista do HU-Univasf/Ebserh.

Superintendente do Hospital Universitário faz uso da Tribuna e apresenta atual situação do Hospital

Na Sessão Ordinária desta terça-feira (22), o Superintendente do Hospital Universitário, Julianeli Tolentino, apresentou, na Tribuna da Câmara, um panorama da situação atual do Hospital. A participação foi solicitada por meio do Ofício nº 0165/2025, de autoria do vereador Ronaldo Cancão e subscrito por todos os vereadores.

Na oportunidade, o Superintendente apresentou dados das ações de 2024 e projetos a serem realizados. De acordo com o responsável, no ano passado foram realizados quase 74 mil atendimentos, entre internações, consultas ambulatoriais, e atendimentos de urgência e emergência.

Julianeli também pontuou que, em um ano e meio, mais de 400 profissionais concursados passaram a integrar o quadro funcional do Hospital Universitário. Também foram adquiridos mais de cem novos aparelhos de ar-condicionado, mais um aparelho de Raio-X e um tomógrafo. Há ainda a previsão de abertura de um novo Hospital Universitário na cidade de Paulo Afonso-BA.

Ao final da apresentação, o Superintendente se colocou à disposição para oferecer mais informações e buscar apoio. “Nós queremos manter uma parceria com os vereadores. É necessário implementar novos serviços de atendimento para os casos de menor complexidade, diminuindo deslocamentos até o HU e evitando a sobrecarga. Um Hospital com funcionamento adequado é benéfico para a população como um todo,” concluiu.

A apresentação pode ser conferida na íntegra no canal oficial da Câmara de Petrolina no YouTube.

 

Texto e Fotos: Nilzete Brito
Assessora de Comunicação CMP

HU-Univasf promove ação com foco em práticas ESG no ambiente hospitalar

Na primeira semana de abril, membros do grupo de pesquisa “Sementes do Amanhã”, em colaboração com o Colegiado Executivo do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), promoveram uma ação na instituição. O foco foi a implementação de práticas ESG — sigla que engloba ações de Gestão Ambiental, Social e Governança. A atividade contou com a entrega de canecas e camisas personalizadas aos colaboradores, que atuarão como “Agentes de Transformação”, engajados em disseminar os princípios do projeto em seus setores de trabalho.

A proposta tem como objetivo promover ações que contribuam para um ambiente mais acolhedor, colaborativo e sustentável. “As canecas devem ser usadas no ambiente de trabalho. Queremos reforçar a sensação de pertencimento e responsabilidade social entre todos que fazem parte do HU-Univasf”, explicou Sileide Dias Neves, chefe da Divisão de Administração e Finanças e coordenadora da iniciativa.

Um dos destaques do projeto é a ação semanal “Seja + 1 Agente de Transformação”, que será realizada sempre às sextas-feiras. Nesse primeiro momento, a proposta inclui a distribuição de canecas e conversas com profissionais sobre a importância da atuação de cada um na construção coletiva de um hospital mais humano e sustentável.

Sementes do Amanhã
Formado por um grupo de pesquisadores multidisciplinares do HU-Univasf, o projeto “Sementes do Amanhã” tem como objetivo implementar a cultura ESG no Hospital, com foco na melhoria da gestão dos serviços de saúde, na promoção da sustentabilidade e na valorização da qualidade de vida dos colaboradores. As ações são estruturadas em três pilares: proteção ambiental “Sou Verde e Vivo”; responsabilidade social “Sua Saúde Vale +”; e governança “Sou Agente de Transformação”.

“O Semente do Amanhã tem como metas principais a inclusão de práticas sustentáveis, a capacitação dos colaboradores, a redução de desperdícios e a priorização da saúde mental no ambiente de trabalho. Além disso, busca alinhar suas ações às diretrizes do Plano Diretor Estratégico (PDE) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU)”, finalizou Neves.

Sobre a Ebserh
O HU-Univasf faz parte da Rede Ebserh desde 2015. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Prefeitura de Petrolina inicia primeiro Censo municipal de pessoas com o Transtorno do Espectro Autista

A Prefeitura de Petrolina deu início ao primeiro Censo Municipal de Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa tem como objetivo mapear a população autista no município, para que seja possível desenvolver políticas públicas mais eficazes e promover inclusão social e atendimento adequado às necessidades desse público.
O levantamento está sendo coordenado pela Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Educação. O Censo é realizado por meio de cadastro online com Qr code ou através do link https://forms.gle/NLw7YyWAtMtv8M3S8, as identificações estão espalhadas nas Unidades Básicas de Saúde e escolas da rede municipal.
A realização do Censo é um marco para Petrolina. Com dados mais precisos, serão planejados da melhor forma a execução dos serviços, garantindo os direitos e ampliando o acesso à saúde, educação e assistência social para pessoas com TEA e suas famílias.
O Censo também conta com o apoio de associações de familiares e pessoas com autismo, que atuam na divulgação e mobilização da comunidade para garantir a participação no processo. A Prefeitura reforça que todas as informações coletadas serão sigilosas e utilizadas exclusivamente para fins estatísticos e de planejamento.

O mercado dos planos de saúde para pets pede socorro: quem regula esse setor?

O mercado de planos de saúde para animais de estimação no Brasil é um tema polêmico e em constante debate. Com a crescente popularidade dos pets como membros da família, a demanda por serviços de saúde para animais de estimação tem aumentado significativamente. No entanto, a falta de regularização tem gerado preocupações entre os tutores e os profissionais da área veterinária. Neste artigo, vamos discutir os desafios enfrentados por esse mercado e propor soluções para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos.

Um dos principais problemas enfrentados pelos planos de saúde para pets no Brasil é a falta de transparência na cobertura e nos preços. Muitos tutores (atualmente chamados de responsáveis) se sentem enganados ao descobrir que alguns serviços não estão incluídos na cobertura ou que os preços são mais elevados do que o esperado. Além disso, o repasse para os veterinários é muito pequeno, o que pode levar a uma diminuição da qualidade assistencial oferecida, além do aumento da carga horária e da menor remuneração do profissional médico-veterinário.

Outro ponto importante é a falta de regularização. Ao contrário do mercado de saúde humana, que é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o mercado de saúde para pets não tem uma entidade reguladora específica. Isso significa que as empresas que oferecem planos de saúde para pets não precisam seguir padrões mínimos de qualidade e transparência.

No entanto, é importante destacar que os planos de saúde para pets também têm pontos positivos. Para os pets, o acesso à medicina veterinária é um benefício importante, pois permite que eles recebam cuidados médicos, com ênfase também na medicina preventiva. Para os veterinários, a diminuição da ociosidade nas clínicas e nos hospitais é um ponto positivo, gerando mais receita e previsibilidade de faturamento. Um ponto importante a destacar é que esse aumento de rotina na clínica ou no hospital muitas vezes resulta em um aumento do custo operacional (contratação de recepcionista, veterinário, etc.). É importante que esse cálculo seja feito para avaliar o custo-benefício da diminuição da ociosidade.

Fabiano de Granville Ponce

Para solucionar os desafios enfrentados pelo mercado de planos de saúde para pets no Brasil, é necessário que haja maior transparência e regularização. As empresas que oferecem planos de saúde devem ser obrigadas a fornecer informações claras e precisas sobre a cobertura, preços, critérios de credenciamento e descredenciamento, entre outros. Além disso, é importante que haja uma entidade reguladora específica que possa estabelecer padrões mínimos de qualidade e transparência.

Por fim, e não menos importante, é fundamental que os veterinários sejam remunerados de forma justa e que os tutores sejam informados sobre os serviços incluídos na cobertura. Com essas medidas, é possível melhorar a qualidade dos serviços oferecidos e aumentar a satisfação dos responsáveis pelos animais de estimação e dos profissionais da área veterinária.

Fabiano de Granville Ponce é médico-veterinário, formado pela Universidade de São Paulo (USP), com MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral (FDC) e Pós-MBA em Oxford (USA). Cofundador da Hovet Pompéia e Diretor Comercial da VetFamily Brasil, comunidade internacional de médicos-veterinários.

Por: Fabiano de Granville Ponce

Anvisa aprova a obrigatoriedade de receita especial para compra de Ozempic e semelhantes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (16) a obrigatoriedade de receita especial durante a compra dos medicamentos análogos de GLP-1, classe dos populares Ozempic, Mounjaro e semelhantes. Os fármacos são utilizados para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. Até então a prescrição já era obrigatória, mas a receita ainda não era retida.

No pedido, apresentado em março de 2023, propunha a abertura de um processo para regulação, com o intuito de incluir os medicamentos à lista de fármacos que só podem ser dispensados mediante a apresentação de receituário especial tipo C1, um tipo de receita na qual a primeira via fica na farmácia e a segunda via com o paciente. A Dra. Carol Almeida, diretora do Núcleo GA, acompanhou o pedido de perto e foi uma das principais defensoras da regulação . “Essa é uma pauta que levanto a bandeira há muitos anos. Estive em Brasília, acompanhada do ex-deputado Eduardo Bismarck, em março de 2023, quando o ex-deputado fez uma indicação formal para essa regulação”, relembra.

A médica ainda comemora e explica a importância da decisão. “Assim, conseguimos ter controle sobre os efeitos adversos. O uso indiscriminado de qualquer medicação é um risco para saúde pública. Então hoje é um dia importante para a saúde de todo o Brasil”, celebra.